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Educational policy analysis archives

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Material Information

Title:
Educational policy analysis archives
Physical Description:
Serial
Language:
Spanish
Creator:
Arizona State University
University of South Florida
Publisher:
Arizona State University
University of South Florida.
Place of Publication:
Tempe, Ariz
Tampa, Fla
Publication Date:

Subjects

Subjects / Keywords:
Education -- Research -- Periodicals   ( lcsh )
Genre:
non-fiction   ( marcgt )
serial   ( sobekcm )

Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
usfldc doi - E11-00144
usfldc handle - e11.144
System ID:
SFS0024511:00144


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1 of 13 Education Policy Analysis Archives Volume 7 Number 32Octubre 23, 1999ISSN 1068-2341 A peer-reviewed scholarly electronic journal Editor: Gene V Glass, College of Education Arizona State University Associate Editor for Spanish Language Roberto Rodrguez Gmez Universidad Nacional Autnoma de Mxico Copyright 1999, the EDUCATION POLICY ANALYSIS ARCHIVES. Permission is hereby granted to copy any article if EPAA is credited and copies are not sold. Articles appearing in EPAA are abstracted in the Current Index to Journals in Education by the ERIC Clearinghouse on Assessment and Evaluation and are permanently archived in Resources in Education O Perfil da Universidade para o prximo milnio Vidal Suncin Infante Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Brasil )AbstractIn this article, I analyze the role of the universi ty in meeting the demands for new knowledge (scientific, artistic and technol ogical) presented by an era of globaliztion of knowledge that is destroying old paradigms and creating new models of management and behavior. The se demands include the need to train new professionals, who ar e highly skilled both in knowing "how to produce" as well as "why to prod uce." My recent research indicates that the university is not embar ked on the path that leads to training professionals who know "how to pr oduce." Nevertheless, I believe that it is possible to rest ructure the university to meet these goals. Activities and strategies are bei ng devised to increase the university's ability to generate the basic know ledge that will increase the employability of the new professional with a university diploma. ResumoNeste artigo se analisa o papel da Universidade com o Alma Mater da gerao do conhecimento artstico, cientfico e tec nolgico em confronto com as exigncias da atual era da evoluo da infor mao, onde o

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2 of 13fenmeno da globalizao do conhecimento est propi ciando a acelerao da quebra de paradigmas de forma multidi mensional e permitindo a concepo e nascimento de novos modelo s de gesto, de comportamento, de demanda, entre outros. Atualmente se exige da Universidade competitividade no nvel de formao d o novo profissional, que deve ser altamente competitivo ta nto na dimenso do COMO FAZER quanto do POR QU FAZER. Resultados de p esquisas recentes conduzidas pelo autor, apontam que a Unive rsidade est aqum na dimenso do "Como Fazer", constituindo-se num do s pontos frgeis da atual estrutura universitria. No entanto, cremo s que possvel reposicionar a imagem da Universidade, num quadro d e expectativa proativa, onde a efetiva inter-relao Universidade -Sociedade possa permitir o aumento de sinergia gerando novas vantag ens competitivas, capazes de otimizar a combinao dos meios de produ o. luz destas reflexes, so discutidas aes e estratgias para aumentar a competitividade das organizaes tendo a Universida de como a "pedra fundamental" no suporte de gerao de conhecimento bsico e aplicado que possibilite o aumento da employability do novo profissional com diploma universitrio.Introduo Segundo James Appleberry (Appleberry:21-0 2-98) em "1750 se duplic por primera vez el conocimiento de la humanidad desde l os tiempos de Cristo. Recin en 1900 se repiti el fenmeno. La siguiente duplicaci n se verific en 1950. Hoy el conocimiento humano se duplica cada 5 aos. En el a o 2020 se estima que cada 73 das, dicho conocimiento aumentar el doble. A prin cpios de siglo se publicaban alrededor de 10.000 libros por ao. Hoy superan los millones los documentos cientficos y tcnicos publicados por ao". Isso mostra a hiper acelerao na gerao de conhecimento, que, naturalmente, obriga as pessoas a atualizar seus conhecimentos para manter o nvel de employability exigido no seu respectivo trabalho, profisso, of cio e at para o convvio social do cotidiano. Para quem est entrando no mercado a employability passa a ser uma exigncia de praxe, haja vista que as organizaes para sustentar seu posicionamento no mercado precisam de gente capacitada para idear e implementar estratgias, em curto prazo, que possib ilitem saltos competitivos ainda que pequenos mas freqentes e que permita manter sob co ntrole a concorrncia. neste contexto de acirrada competio que se est deparan do o novo graduado egresso da Universidade. A preocupao do autor deste artigo e m abordar o tema "globalizao e performance no ensino do terceiro grau sob a tica estratgica da employability prende-se ao fato de que em nvel global o mercado exige profissionais altamente capacitados para dar solues aos problemas emergen tes. E a o COMO FAZER que faz a diferena e, consequentemente, coloca em xequ e a capacidade operacional do profissional. Este, aliado ao seu no menos importa nte nvel de conhecimento do POR QUE FAZER, pode-se colocar em situao de top line acarretando o seu posicionamento no restrito mercado de executivos globais. Da que o tema se constitui num assunto atual que prende a ateno dos mais variados segmentos or ganizacionais e acadmicos, pela sua complexidade e relevncia, frente aos desafios da nova ordem socioeconmica globalizada. Eis que, perante este cenrio que no tem ptria nem dono, a interao da "Universidade com o mercado de trabalho" vem sendo vista como uma das aes

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3 of 13competitivas para aumentar a employability dos graduados; e, de outro lado, constitui-se numa forma efetiva para aumentar e socializar os co nhecimentos gerados pela Universidade, propiciando junto ao mercado a gera o de inovaes que possibilitem a promoo do crescimento econmico sustentado e, con sequentemente, se provoque o reposicionamento da imagem corporativa da Universid ade. No resta dvida que, como resultado dessa aliana, a vantagem competitiva ser tanto para a Universidade como para as organizaes que compem o mercado de: bens servios e trabalho. Nesse contexto de alianas estratgicas, ambos os atores se beneficiam: para a Universidade, a parceria lhe abre uma janela para a plicar e divulgar suas pesquisas, suas novas tecnologias, projetos cientficos em andament o perante a sociedade, e, sobretudo, para a compreenso das necessidades, anseios e aspi raes do mercado a respeito dos servios gerados. De outro lado, as organizaes, p rincipalmente as do setor privado, percebem que a Universidade uma das fontes de pes quisa bsica e aplicada que podem ser aproveitadas no processo produtivo, atravs de mtua cooperao. Os novos tempos em que vivemos, onde a quebra de paradigmas cada dia mais acelerada, pressupem uma Universidade mais competitiva, mais flexvel, m ais atualizada e com uma aguda capacidade proativa para gerar cincia, tecnologia e capacidade para acompanhar as drsticas e dramticas mudanas no ambiente multidi mensional dos negcios. Eis a o desafio da Universidade como Alma Mater da cincia, tecnologia e das artes no terceiro milnio. Neste contexto, apropriadamente salienta A lencar, (1996) apud Amorim (1997), "De forma incomparavelmente mais intensa do que em qualquer outra poca da Histria, vivemos hoje um momento de aceleradas tra nsformaes tecnolgicas decorrentes de uma acumulao de conhecimentos sem precedentes-cujos limites so impossveis de se visualizar. Por sua vez, esse pro cesso est conduzindo a rpidas, contnuas e profundas mudanas econmicas, poltica s e sociais. Tudo isso reflete como sucessivos choques no gerenciamento das organizae s, em especial nas empresas que lidam em um ambiente competitivo. Novas estruturas, novos procedimentos administrativos, novas formas de liderana j esto se fazendo necessrios e o sero muito mais no futuro imediato." Atualmente, a Universidade, principalment e a pblica, d a impresso global de estar encastelada dentro das paredes fsicas como c onseqncia da cultura que construiu ao longo de sua existncia, tornando-se complicada a rpida mudana dessa cultura para adaptar-se aos novos tempos, aos novos modelos de g esto; porm se assim no o fizer, estar fadada a perder seu papel que a histria lhe reservou logo nos primrdios de nossa era. Naturalmente que, se isso acontecer, novas est ruturas organizacionais podero ser geradas e tomar seu lugar, pois a gerao de cinci a e tecnologia em nvel do state-of-the-art um caminho sem volta nesta era d e hipercompetio. Por outro lado, evidencia-se que a Universidade em si parece no es tar em crise, mas sim o modelo de gesto, sobretudo da Universidade pblica, j que, em se tratando de uma organizao complexa, ela gerida sob a gide de mais de um mo delo, muitas vezes antagnicos. Na Universidade privada os modelos de gesto utilizado s so mais harmnicos, haja vista que esta gerida mais prximo ao modelo de empresa cuja finalidade implcita o lucro. Porm, tanto a Universidade gerida pelo Esta do como a gerida pelo setor privado, ambas esto sendo questionadas na capacidade empreg vel dos egressos do terceiro grau segundo a opinio do mercado de trabalho (Infante, 1998). Nessa mesma linha de pensamento coloca-se Tragtenberg apud Solino (1996) "a Universidade no pode continuar sendo fbrica de desempregados diplomados e de quadros de opresso e de explorao do trabalhador". Portanto, evidencia-se que h uma preocupao crescente pela interao efetiva da Universidade com a socied ade, visando acompanhar as mudanas sociais que permeia a sociedade mundial.

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4 of 13 A pretenso do autor contribuir com a p erformance da Universidade brasileira a partir da tica da empregabilidade Para tanto, vimos pesquisando diversos segmentos sociais que demandam dos seus servios tais como se pode apreciar na Figure 1. Figure 1. Setores do Nordeste brasileiro a serem estudados sob a gide da empregabilidade(Fonte: Projeto Integrado de Pesquisa: O perfil do profissional com formao superior exigido pelo mercado de trabalho atual: a real situao competit iva do egresso do sistema educacional nos estados do RN e CE.) A gnese desta reflexo remonta a 1996, q uando o autor passou a preocupar-se com a freqente dificuldade dos alunos da cadeira d e "Estratgia Empresarial", tanto em nvel de graduao como de psgraduao, para rea lizar o trabalho prtico (consultoria) de fim de disciplina. Aps ponderar a s dificuldades e "desculpas" emitidas pelos alunos, decidimos nos aprofundar na busca da compreenso do fenmeno, indagando aos empresrios, ainda que informalmente, a respeito. E assim mais tarde decidimos iniciar nossa pesquisa visando compreende r o fenmeno da empregabilidade como um dos caminhos capazes de aumentar a inter-re lao da Universidade com o mercado de trabalho. At o presente momento j real izamos duas pesquisas, uma a nvel local e outra de abrangncia nacional e a terceira em andamento (fig.1 e 3). O estudo da globalizao do conhecimento via employability um rduo trabalho cientfico, pois h necessidade da compreenso multifacetada do mercado do trabalho e, na medida do possvel, prximo ao tempo real, encontrando-se a alguma dificuldade com a cultura dominante, recursos limitados, entre outros fatores Porm, temos a certeza de que no nos faltar iniciativa e criatividade para desvenda r os canais que permitam alcanar os objetivos, fruto da reflexo iniciada em 1996.

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5 of 13 Figure 2. Ondas da evoluo do conhecimento humano neste contexto que a Universidade, como "Alma Mater" do desenvolvimento do conhecimento, da cincia, da tecnologia e das artes comea a ser questionada, no que diz respeito ao nvel de atualizao dos servios o ferecidos comunidade. O que fazer perante tamanho desafio? Eis a o x da questo A resposta complexa, como complexo o problema que a origina. possvel ima ginar que a resposta siga a vertente da multidisciplinaridade do conhecimento, a diversi dade de prismas de onde possvel ser visto e analisado o problema em foco.A Universidade Frente s Exigncias da Nova Estrutu ra Socioeconmica Estamos atravessando uma poca onde a "cr oss-cultural management" passa a ser parte da cultura das organizaes globais, isto , no mais a organizao lida apenas com a cultura local onde est fisicamente sediada a org anizao, mas deve compreender, assimilar e conviver com a cultura global, haja vis ta que seus produtos e servios podero ter clientes alhures das fronteiras fsicas do pas de origem. E a partir do ponto de vista mercadolgico esse cliente deve ser atendi do em suas necessidades, anseios e aspiraes, levando-se em conta as peculiaridades c ulturais. Cremos que a Universidade no escapa a esta realidade. E sobretudo por ser a geradora de conhecimento utilizado por todas as organizaes, sem excepo alguma, q ue deve estar no top line gerando conhecimento no state-of-the-art ; reposicionar-se perante s novas tendncias de comportamento socioeconmico, dando respostas difer enciais e competitivas as exigncias do mercado. De acordo com Solino (1996) "A institui o universitria, em qualquer realidade social, sempre tem respondido pela excelncia do sa ber cientfico e do nvel filosfico e cultural, e por isso mesmo geralmente tem recebido por parte da sociedade o reconhecimento a que faz jus, mas tambm tem sido s everamente criticada quando no consegue acompanhar os avanos cientficos e tecnol gicos, perdendo assim sua capacidade para traduzir em aes concretas as nece ssidades emergentes da sociedade,

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6 of 13atravs de suas funes bsicas: o ensino, a pesqui sa e a extenso." Portanto, nesta turbulncia no ambiente s ocioeconmico, a Universidade precisa ouvir e compreender as necessidades e anseios da so ciedade, gerar conhecimento bsico e aplicado e, ainda, melhor tecnologia apropriada p ara cada segmento social e/ou nichos de mercado, levando-se em conta o desenvolvimento s ustentado to propalado e exigido pela sociedade mundial (Infante, S. V., 1996, pp. 9 5-113). Neste contexto, para ser eficaz em tempos de mudana, e visto desde uma tic a de desenvolvimento sustentado, a estratgia tem que ser voltada para o futuro, de ac ordo com os segmentos do mercado-alvo. Isto pressupe que, no momento atual, o gestor universitrio tem que possuir uma excelente sensibilidade, capaz de detec tar os menores movimentos de mudana no mercado, e portanto, elaborar estratgia s temporrias que possibilitem a otimizao das oportunidades de interao com a soc iedade, de modo a aumentar a vantagem competitiva da organizao, bem como prepa rar novas estratgias, que lhe permita sustentar essa vantagem competitiva. De outro lado, conhecer o perfil dinmico e multifacetado dos profissionais que o mercado de trabalho est precisando, no presente mo mento, tanto em nvel local como regional, e ainda no futuro imediato, um desafio premente para o sistema educacional de qualquer pas Nesse sentido, tem-se que criar as condies para fazer com que acontea um perfeito engate entre o Mercado de Trab alho e o sistema gerador de mo-de-obra qualificada no nvel do terceiro grau, no caso, o sistema educacional (fig.3). Figure 3. Ajuste entre o Mercado de Trabalho e o Sistema Educacional de terceiro grau (Fonte: Projeto Integrado de Pesquisa: O perfil do profissional com formao superior exigido pelo mercado de trabalho atual: a real situao competit iva do egresso do sistema educacional nos estados do RN e CE.) Atualmente, estamos atravessando uma poc a onde nada parece ser muito estvel, pois economias inteiras "fazem gua" e grandes empr esas ameaam afundar. Cientes desta realidade, no Brasil, alguns pesquisadores da Universidade pblica brasileira, desde 1996 comearam a estudar com bastante intensi dade as possveis interaes entre Universidade e a sociedade visando a compreender o perfil do profissional que o mercado de trabalho esta demandando. Na Universidad e Federal do Rio Grande do

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7 of 13Norte, Brasil, onde o autor docente e pesquisador nvel "A" do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnolgico-CNPq, vemse trabalhando no sentido de aumentar o conhecimento sobre os fatores que poderi am melhorar o "ajuste entre o mercado de trabalho e o sistema educacional de terc eiro grau", sendo o estudo da employability um dos caminhos que estamos seguindo. A Relevncia da Empregabilidade Na Cultura Organiza cional e No Contexto da Competitividade da Universidade A cultura , segundo Linton apud Rocha & Christensen (1987, p. 292-293), a herana social total da humanidade Utiliza-se este termo tambm para designar as variantes locais da herana social, caracterstica de um grupo de indivduos. Neste sentido, a cultura formada pelo conjunto de compo rtamentos, crenas, valores, atitudes, padres e normas de conduta adquiridos e compartilhados por um grupo social, que servem como forma comum de resolver os problema s com que o grupo se defronta. A organizao no diferente. um grupo organizad o onde pode predominar uma cultura e/ou existirem subculturas, sendo preciso i dentific-las e com elas trabalhar para torn-las agentes de competitividade e agentes de empregabilidade organizacional. Quando isto no possvel, haver de desenvolver-s e aes inteligentes para compreend-las melhor. Neste contexto, a Universida de rica em cultura, subcultura, ritos, grupos de referncia, nichos de poder, entre outros. Uma das principais tarefas de um grupo so cial, qualquer que seja ele, e qualquer que seja o tipo de organizao, o adestramento e promover a coeso dos indivduos para preserv-lo e mant-lo forte. E a Universidade no escapa desta realidade cultural. A presente realidade socioeconmica exige que a org anizao adote uma estratgia que se consubstancialice na lgica para conseguir movim entar em alguma direo a fora de trabalho da organizao. Porm, observando-se que d eve haver integrao sistmica para que todos os diversos estratos culturais se oriente m e/ou se esforcem para o atendimento dos objetivos setoriais, os quais, adicionados, com preendam o alcance dos objetivos globais e estratgicos da organizao. Portanto, a Universidade, como organizao reitora da gerao de conhecimento, no foge desta realidade. Quando a cultura de uma organizao compatvel com sua estratgia, poss vel que a implementao das estratgias, como fruto da aplicao cuidadosa do M odelo de Desenvolvimento Organizacional, fique consideravelmente facilitada, como se pode apreciar no modelo concebido pelo autor (Infant, S.V. 1996, p. 99). Ainda Stoner & Freeman (1995: p.165-166) salientam que dificultoso implementar com sucesso uma estratgia que contradi ga a cultura organizacional. Da que o modelo proposto por Infante mostra que o prin cipal resultado esperado de sua aplicao o "Desenvolvimento Sistmico da Organiz ao e Gerao da Nova Postura Estratgica". Para tanto, os administradores que se defrontam com esse tipo de situao devem gerir inteligentemente as imprescindveis mud anas na cultura para se adaptarem nova realidade estratgica da estrutura global qu e, atualmente, o mundo est vivendo. E, neste contexto, a Universidade brasileira j tem algumas ilhas de excelncia em termos de gerncia da administrao universitria, aumentando assim a employability de seus alunos nos diferentes nveis de ensino ofereci dos. De outro lado, o Desenvolvimento Sustenta do apresenta-se como uma metodologia gerencial interativa e pormenorizada qu e permite localizar e conhecer nos mnimos detalhes os gargalos que estariam limitando e/ou dificultando a performance da organizao e, portanto, removendo-os, libertando a organizao para interagir melhor com o meio ambiente onde est inserida e, consequen temente, diminuindo a possvel

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8 of 13miopia em empregabilidade E assim aumentando a capacidade de ver oportunida des de negcios rentveis no cenrio do mercado global, id entificando novos nichos. Portanto, o planejamento sustentado constitui-se num processo gerencial que possibilita organizao reagir com competitividade, rapidez e e ficcia aos primeiros sinais de mudana do mercado e visualizar as oportunidades re ntveis. Da, estabelecer o caminho a ser seguido pela organizao, possibilitando dest e modo obter um nvel otimizado na relao da organizao com o seu meio ambiente de n egcios. A Universidade, sem sombra de dvida, enquadra-se no contexto desta nov a tica de se ver e analisar a organizao e seu respectivo meio ambiente.

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10 of 13RefernciasAmorim,T.N.G.F.(1997). Competitividade organizacion al: caminhos alternativos. In: Anais ENANPAD97.Appleberry, J. (1998) Presidente de la American Ass ociation of State Colleges and Universities de los EEUU. (http://ekeko.rcp.net.pe/ 21-02-98). Case, Thomas A. et alii. Empregabilidade: de execut ivo a consultor bem-sucedido. So Paulo: Makron Books, 1997Minarelli, Jos Augusto. Empregabilidade: como ter trabalho e remunerao sempre. 10 ed. So Paulo: Editora Gente, 1995.Rocha, Angela da & Christensen, Carl. Marketing: te oria e prtica no Brasil. So Paulo: Atlas, 1987 Saviani, Jos Roberto. Empresabilidade. So Paulo: Makron Books, 1997. Solino, A. Silva da. Planejamento e gesto na insti tuio universitria: um enfoque multidimensional. So Paulo: EAESP/FGV,1996. (Tese de Doutorado). Suncin, Infante Vidal et al. O papel do Inventor n o desenvolvimento industrial. In: Seminrio Internacional de Tecnologias Apropriadas para o Desenvolvimento Sustentado. Braslia: ABIPTI/FINEP, 1997.Suncin, Infante Vidal et al. Os graduados pela Uni versidade brasileira esto preparados para atender s exigncias do mercado global?. XXXI I Asamblea Anual, CLADEA 1997, Monterrey, Mxico, p. 603.Suncin, Infante Vidal et al.O perfil do profission al com formao superior exigido pelo mercado de trabalho atual: a real situao competit iva do egresso do sistema educacional nos Estados do RN e CE. Projeto Integrado de Pesqui sa / CNPq, 1999. Suncin, Infante Vidal et al. O uso da internet com o recurso tecnolgico no aumento da performance do estudante universitrio no Brasil. S eminrio Internacional sobre Gesto da Inovao Tecnolgica no Nordeste -INOVA/99. Fort aleza, junho de 1999. Tragtenberg, Maurcio. O conhecimento expropriado e reapropriado pela classe operria. In.: Prado Jnior, Bento et al. Descaminhos da educ ao ps-68. So Paulo: Brasiliense, 1980Stoner, J. A. F. & Freeman, R. E. Administrao. Ri o de Janeiro: Prentice do Brasil, 1995.Acerca del AutorVidal Suncin InfantePrograma de Ps-Graduao em Administrao Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Brazil ) Fone/Fax: 005584-2153536

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11 of 13 Email: planesp@digi.com.br Vidal Suncin Infante, es Dr. en Administracin por la Universidade de So Paulo USP / Brasil. Desde 1985 es docente de la Universid ade Federal do Rio Grande do Norte / Brasil. Desde 1985 forma parte del cuerpo de Inve stidores Cientificos del Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgic o CNPq / Brasil. Es autor del modelo terico "Desenvolvimento Sustentado da Organ izao". Es coordenador del Ncleo de Competitividade Industrial -COMPESQ. Actu almente conta con mas de 50 trabajos publicados. Actualmente est trabajando in tesnsivamente en la investigacin sobre empleabilidad.About the AuthorVidal Suncin InfanteVidal Suncin Infante, PhD in Administration (Unive rsidade de So Paulo-USP / Brazil). Since 1995 Dr. Suncin has served as a pro fessor at the Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Brazil). Since 1985, he has se rved as a researcher in the Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgic o-CNPq in Brasil. He is the author of the theoretical model "Sustainable Development o f the Organization." He is coordinator for the Team for Industrial Competitive ness. He is author of more than 50 published scholarly works. Currently, his research focuses on problems of "employability."Copyright 1999 by the Education Policy Analysis ArchivesThe World Wide Web address for the Education Policy Analysis Archives is http://epaa.asu.edu General questions about appropriateness of topics o r particular articles may be addressed to the Editor, Gene V Glass, glass@asu.edu or reach him at College of Education, Arizona State University, Tempe, AZ 85287-0211. (602-965-96 44). The Book Review Editor is Walter E. Shepherd: shepherd@asu.edu The Commentary Editor is Casey D. Cobb: casey.cobb@unh.edu .EPAA Spanish Language Editorial BoardAssociate Editor for Spanish Language Roberto Rodrguez Gmez Universidad Nacional Autnoma de Mxico roberto@servidor.unam.mx Adrin Acosta (Mxico) Universidad de Guadalajaraadrianacosta@compuserve.com J. Flix Angulo Rasco (Spain) Universidad de Cdizfelix.angulo@uca.es

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12 of 13 Teresa Bracho (Mxico) Centro de Investigacin y DocenciaEconmica-CIDEbracho dis1.cide.mx Alejandro Canales (Mxico) Universidad Nacional Autnoma deMxicocanalesa@servidor.unam.mx Ursula Casanova (U.S.A.) Arizona State Universitycasanova@asu.edu Jos Contreras Domingo Universitat de Barcelona Jose.Contreras@doe.d5.ub.es Erwin Epstein (U.S.A.) Loyola University of ChicagoEepstein@luc.edu Josu Gonzlez (U.S.A.) Arizona State Universityjosue@asu.edu Rollin Kent (Mxico)Departamento de InvestigacinEducativa-DIE/CINVESTAVrkent@gemtel.com.mx kentr@data.net.mxMara Beatriz Luce (Brazil)Universidad Federal de Rio Grande do Sul-UFRGSlucemb@orion.ufrgs.brJavier Mendoza Rojas (Mxico)Universidad Nacional Autnoma deMxicojaviermr@servidor.unam.mxMarcela Mollis (Argentina)Universidad de Buenos Airesmmollis@filo.uba.ar Humberto Muoz Garca (Mxico) Universidad Nacional Autnoma deMxicohumberto@servidor.unam.mxAngel Ignacio Prez Gmez (Spain)Universidad de Mlagaaiperez@uma.es Daniel Schugurensky (Argentina-Canad)OISE/UT, Canadadschugurensky@oise.utoronto.ca Simon Schwartzman (Brazil)Fundao Instituto Brasileiro e Geografiae Estatstica simon@openlink.com.br Jurjo Torres Santom (Spain)Universidad de A Coruajurjo@udc.es Carlos Alberto Torres (U.S.A.)University of California, Los Angelestorres@gseisucla.eduEPAA Editorial Board Michael W. Apple University of Wisconsin Greg Camilli Rutgers University John Covaleskie Northern Michigan University Andrew Coulson a_coulson@msn.com Alan Davis University of Colorado, Denver Sherman Dorn University of South Florida Mark E. Fetler California Commission on Teacher Credentialing Richard Garlikov hmwkhelp@scott.net Thomas F. Green Syracuse University Alison I. Griffith York University Arlen Gullickson Western Michigan University Ernest R. House University of Colorado Aimee Howley Ohio University Craig B. Howley Appalachia Educational Laboratory

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13 of 13 William Hunter University of Calgary Richard M. Jaeger University of North Carolina--Greensboro Daniel Kalls Ume University Benjamin Levin University of Manitoba Thomas Mauhs-Pugh Green Mountain College Dewayne Matthews Western Interstate Commission for Higher Education William McInerney Purdue University Mary McKeown-Moak MGT of America (Austin, TX) Les McLean University of Toronto Susan Bobbitt Nolen University of Washington Anne L. Pemberton apembert@pen.k12.va.us Hugh G. Petrie SUNY Buffalo Richard C. Richardson Arizona State University Anthony G. Rud Jr. Purdue University Dennis Sayers Ann Leavenworth Centerfor Accelerated Learning Jay D. Scribner University of Texas at Austin Michael Scriven scriven@aol.com Robert E. Stake University of Illinois--UC Robert Stonehill U.S. Department of Education Robert T. Stout Arizona State University David D. Williams Brigham Young University


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