USF Libraries
USF Digital Collections

Educational policy analysis archives

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Educational policy analysis archives
Physical Description:
Serial
Language:
English
Creator:
Arizona State University
University of South Florida
Publisher:
Arizona State University
University of South Florida.
Place of Publication:
Tempe, Ariz
Tampa, Fla
Publication Date:

Subjects

Subjects / Keywords:
Education -- Research -- Periodicals   ( lcsh )
Genre:
non-fiction   ( marcgt )
serial   ( sobekcm )

Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
usfldc doi - E11-00408
usfldc handle - e11.408
System ID:
SFS0024511:00407


This item is only available as the following downloads:


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8 standalone no
mods:mods xmlns:mods http:www.loc.govmodsv3 xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.loc.govmodsv3mods-3-1.xsd
mods:relatedItem type host
mods:identifier issn 1068-2341mods:part
mods:detail volume mods:number 12issue 59series Year mods:caption 20042004Month October10Day 2222mods:originInfo mods:dateIssued iso8601 2004-10-22


xml version 1.0 encoding UTF-8 standalone no
record xmlns http:www.loc.govMARC21slim xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.loc.govstandardsmarcxmlschemaMARC21slim.xsd
leader nam a22 u 4500
controlfield tag 008 c20049999azu 000 0 eng d
datafield ind1 8 ind2 024
subfield code a E11-00408
0 245
Educational policy analysis archives.
n Vol. 12, no. 59 (October 22, 2004).
260
Tempe, Ariz. :
b Arizona State University ;
Tampa, Fla. :
University of South Florida.
c October 22, 2004
505
Educao intercultural na escola e o reconhecimento do outro diferente / Isabela Cabral Flix de Sousa.
650
Education
x Research
v Periodicals.
2 710
Arizona State University.
University of South Florida.
1 773
t Education Policy Analysis Archives (EPAA)
4 856
u http://digital.lib.usf.edu/?e11.408



PAGE 1

A rchivos A nalticos de P olticas E ducativas Revista Acadmica evaluada por pares Editor: Gene V Glass College of Education Arizona State University El Copyright es retenido por el autor (o pr imer coautor) quien otorga el derecho a la primera publicacin a Archivos Analticos de Polticas Educativas. Los artculos que aparecen en AAPE son in dexados en el Directory of Open Access Journals (http://www.doaj.org). Volumen 12 Numero 59 Octubre 23, 2004 ISSN 1068-2341 Editores Asociados para Espaol y Portugus Gustavo Fischman Arizona State University Pablo Gentili Laboratorio de Polticas Pblicas Universidade do Estado do Rio de Janeiro A Educao Intercultural Na Escola e o Reconhecimento do Outro Diferente Isabela Cabral Flix de Sousa Universidade “La Sapienza” em Roma Citation: Cabral Flix de Sousa, Isabela. (2004, Octubre 23). A educao intercultural na escola e o reconhecimento do outro diferente. Archivos Analticos de Polticas Educativas, 12 (59). Retrieved [date] from http://epaa.asu.edu/epaa/v12n59/. Resumo Este artigo delinea o que pode ser o pr ojeto da educao intercultural na escola. Comea enfatizando a crescente importncia deste tipo de projeto na era da globalizao. Depois, desc reve algumas propostas educacionais na construo de um novo olhar para si e para o outro. Em terceiro lugar, discute a possiblidade que um projet o desta natureza tem de provocar resistncias porque desafia o status quo. Finalmente, o artigo ressalta que a implementao deste projeto depende de polticas educacionais e do empenho de toda a sociedade.

PAGE 2

A Educao Intercultural Na Escola e o Reconhecimento do Outro Diferente 2 Abstract This article describes a potential pr oject of intercultural education for schools. It begins by emphasizing the growing importance of this kind of project in an era of globalization. Then, I describe some educational proposals toward the construction of a new way to look to oneself and “the other.” Third, I discuss the possibi lity that a project of this nature may be resisted since it challenges the status quo. Finally, the article stresses that the implementation of this project depends on educational policies and the efforts of the total society. Na era da globalizao, as sociedades torn am-se cada vez mais pl uralistas. Muitas populaes imigram devido a guerras, econom ias deficitrias, desigualdades sociais e polticas coercitivas. A migrao, interna ou externa, provoca mudanas tanto nos locais dos quais partem os que emigram como nos locais que recebem os que imigram. Originamse novos arranjos sociais e exigncias provoc adas pela ausncia do s que foram e presena dos que vieram. Neste dinamismo, o universo plural constantemente recriado impondo constantes desafios para a convivncia de pe ssoas valorizadas distintamente de acordo com a sua etnia, classe social, gnero, idade, religio e nacionalidade. Assim, a socializao na escola, e em outras instituies, tem sofrido profundas mudanas -planejadas ou no -e termos como multiculturalismo, interculturalismo e transculturalismo tm sido amplamente usados, bem como algumas vezes, confundidos. Em geral, o multiculturalismo o termo descritivo de um agrupamento etnicamente heterogneo e na es cola se enquadra, portanto, no fenmeno no planejado, oriundo da simple s justaposio de grupos tnicos. J o interculturalismo indica uma poltica estabelecida de favorecer no s a convivncia cultural, mas tambm as relaes e trocas recprocas (Melotti, 2004). Assim, o interculturalismo prev uma troca interrelacional e, na escola, comumente entendido como um projeto educacional, e portanto plan ejado, para se relacionar com o outro, o diferente. O transculturalismo se assemelha ao termo de interculturalismo, pretendendo reforar o trabalho pedaggico, planificado e intencional de trocas e reciprocidade entre culturas (Pentini 2002). O projeto da educao intercultural de pende da interao dos atores sociais (professores, funcionrios, pais, alunos) e, em algumas circumstncias, da mediao cultural (caso existam pessoas que conheam bem as duas culturas e ajudem a comunicao). Requer ainda, abertura para a reformulao de esteretipos e preconceitos construdos culturalmente em relao a diferentes grupos Para Cambi (2001), es te projeto para ser realizado deve sair do paradigma da identidade auto-centrada e promover uma cultura de descoberta da diferena e da alteridade. Do mesmo modo, Dusi (2000) considera que a pedagogia intercultural deve ir ao encontro do outro, desenvolve ndo uma sensibilidade para tratar da divesidade e complexidade cu ltural contemporneas. No entanto, esta proposta pedaggica est longe de ser uma tare fa simples. Stromquist (2002) adverte que antes de podermos reconhecer o outro, necessrio conhecermos bem ns mesmos, o que requer uma posio tica nada pass iva aos acontecimentos externos. Para o projeto educacional intercultural, so fundamentais debates sobre teorias relativas aos preconceitos e esteretipos. Nanni (1998) explica que estes so termos que se confundem, mas se os estertipos so sempre preconceitos, o reverso nao verdadeiro. Enquanto o preconceito um conceito pr vio tanto positivo quanto negativo, o esteretipo sempre negativo. McDavid e Harari (1974/1980), descrevendo o campo da Psicologia Social, afirmam que preconceitos e esteretipos so processos naturais da percepo humana que ajudam a lidar de modo mais seguro com o mundo em contnua mudana, e tambm que h uma necessidade humana de classificar as experincias e organiz-

PAGE 3

Archivos Analticos de Polticas Educativas 3 las em sistemas conceituais. Segundo estes autores, o preconceito occorreria atravs de generalizao conceitual baseada em conhecimento limitado. Theodor W. Adorno e colaboradores consid eram que o preconceito aparece mais facilmente em pessoas com egos fracos que no so capazes de controlar a sua prpria agressividade (Adorno, Frankel-Brunswik, Levi nson e Sanford, 1950), e assim utilizam o mecanismo de defesa de projeo psicolgic a. Este mecanismo de defesa ficou muito popular a tal ponto que a discriminao contra minorias passou a ser explicada com a hiptese do bode expiatrio, na qual a agresso transferida da fonte original de frustrao para membros de um grupo desconhecido (G oldstein, 1980/1983). A outra hiptese para a discriminao contra o outro seria a necessidade de manter a auto-estima do indivduo ou do grupo atravs de competio simblica ou materi al por superioridade em relao a membro de outro grupo ou mesmo de todo o grupo (Goldstein, 1980/1983). Gordon W. Allport escreveu um livro sobre a natureza do preconceito, conclundo que as teorias existentes podiam ser divididas em trs tipos: as teorias de determinao histrica em que o preconceito seria usado para legitimar as classes dominantes; as de determinao socio-cultur al que reduzem o preconceito a complexidade social, levando os indivduos a crerem que os no integrados so os que causam o malestar; e as de determinao psicodinmica que reduzem o preconceito frustrao dos sujeitos (Allport, 1954). Tanto Gordon W. Al lport quanto Teun A. Van Dijk consideram a linguagem como reprodutora de preconceitos. no entanto, Teun A. Van Dijk que enfatiza o papel preconceituoso dos meios de comunicao de massa na representao social das minorias, a funo da cincia pret ensamente neutra, e a importncia da formao crtica para resistncia e contracultura (Dijk, 1984; Dijk, 1987; Dijk, 1989 e Dijk, 1994). Na prtica, a pedagogia intercultural de ve ser flexvel, podendo ocorrer de vrias maneiras e de acordo com os problemas gerado s pela diversidade social. Nanni (2003 a,b) sugere oito mtodos didticos para fomentar a educao intercultura l, a saber: narrao, comparao, desconstruo, ponto de vista, r econhecimento de emprs timos interculturais, pedagogia dos gestos, ludismo e emprego de prticas correntes respeitosas da diversidade cultural. Se por um lado, estes mtodos almejam a valorizao equnime da bagagem cultural dos participantes, por outro lado a va riedade dos mtodos tambm salutar visto que o aprendizado pode ocorrer de distintas maneiras, sendo algumas possivelmente mais afeitas personalidade e cultura dos sujeitos envolvidos. Outras estratgias tm sido propostas pa ra reduzir o preconceito e podem ser utilizadas na escola. Sousa (2002) cita as do campo da Psicologia Soci al criadas nos Estados Unidos e descritas em detalhe por Goldstein (1980/1983). A primeira destas estratgias simplesmente a promoo de contatos entre grupos em conflito. A segunda estratgia a que utiliza o assimilador cultural tendo como objetivo ajudar o grupo a se colocar no lugar do outro grupo antes de conhec-lo. A terceira estratgia a de colocar um grupo neutro para assitir interao dos gru pos em conflito. Note-se que estas estratgias so eficazes se de fato mudam a percepo dos sujeitos envolvidos e que todas dependem de maior conhecimento dos grupos em interao. A realizao do projeto intercultural na escola depende muito da sociedade onde a escola est inserida, j que h vrios modelos de integrao social utilizados em diferentes naes. Entre os modelos que levam em conta a integrao entre imigrantes e autctones, esto: o assimilacionista francs, o separa tista alemo, o diferencialista ingls, o melting pot norte americano e o multiculturalista canade nse ou australiano (M elotti, 2004). Na proporo que o modelo mais democrtico, a educao intercultural tem campo mais frtil para atuar com eficcia. De qualquer modo, importante que em qualquer sociedade haja um projeto de educao intercultural tentando valorizar o status do outro. Se analisarmos o caso especfico do Brasil, tanto a imigrao mais antiga quanto a mais recente vm se integrando socialmente de acordo com a proximidade cultural de cada grupo envolvido e da forma como se deu ou vem ocorrendo o fluxo migratrio. Um breve

PAGE 4

A Educao Intercultural Na Escola e o Reconhecimento do Outro Diferente 4 histrico mostra que a colonizao de Portugal, iniciada no sculo XVI, originou a vinda de portugueses para o solo brasileiro, at ent o povoado somente por indgenas. Do sculo XVII em diante, e por trezentos anos, o Brasil foi o maior receptor de africanos, como escravos. somente no sculo XIX que o pas experimenta tambm imigrao de outras partes da Europa. A maioria dos imigrantes europeus eram italia nos e portugueses, mas houve tambm importante imigrao da Espa nha e da Alemanha. Alm da imigrao europeia, o sculo XIX tambm testemunhou a chegada de imigrantes rabes do Mediterrneo, vindos do Lbano e da Sria. No sculo XX, a predominncia italiana foi substituda, at a a Segunda Gu erra, pela imigrao japonesa. Apesar de todos estes grupos terem trazido suas lnguas e culturas, passaram em maior ou menor grau por desafios nos processo s de assimilao. Especialmente difcil foi o caso dos imigrantes alemes e japoneses, os quais sofreram, em funo de: isolamento geogrfico em certas reas rurais, maiores dist ncias culturais, e incentivos dos governos dos pases de provinincia no sentido de preservao da lngu a e cultura originrias. Notese que o governo italiano tambm vem promov endo cursos para os italianos e seus descendentes no Brasil, bem como os governos da Alemanha e Japo, mas a proximidade cultural da Itlia com o Brasil no propiciou o mesmo resultado. As polticas pblicas dos governos dos pases de origem, no sentido de valorizar a lngua e cultura de seu povo no exterior, so importantes para o projeto da ed ucao intercultural, mas estas devem estar atentas a formular estratgias que no fomentem a segregao social. Nas duas ltimas dcadas, o Brasil tem re cebido novos fluxos de imigrao. Tais ondas migratrias vm principalmente da mer ica Latina (Bolvia, Paraguai, Argentina e Colombia), Corea, China e frica (primordialmen te de Angola). A presena destes grupos e sua integrao social merece maiores estudos, como o realizado por Galetti (1995) sobre os coreanos e bolivianos vivendo em So Paulo. Vale lembrar que a possibilidade de integr ao social democrtica no se resume apenas dos imigrantes no pas hospedeiro. Os problemas sociais pr ovocados pela lacuna dos que partiram do seu pas e a crescente desigualdade no interior das naes so de igual importncia. No caso brasileiro permanece crucial o problema da integrao de classes. Neste pas, o projeto da intercultura escolar passa pelo empenho de enfrentar as diferenas reproduzidas na convivncia entre distintas classes e etnias (a br anca, a indgena e a negra). Utilizando a teoria de Teun A. Van Dijk que considera a linguagem instrumento de reproduo de preconceitos sociais e racism o, um dos possveis enfrentamentos o de estudar na escola o emprego discriminatrio da lngua portuguesa. De fato, apesar do portugus ser praticamente universal e manter uma grande unidade, ele apresenta duas formas: a popular e a culta (Elia, 1979). Soares (1997) descreve como a linguagem culta no Brasil tem sido considerada a maior causa do fracasso escolar das classes pobres, pois estas se defrontam com um contexto cultural em que sua linguagem popular desvalorizada. Sendo a escolaridade uma ferramenta para ensi nar aos jovens a cultura do mundo adulto a escola que falha ao excluir a linguagem popular, e no as crianas. A escola brasileira originria da poca colonial e fundada na tradio aristocrtica grega que divide o mundo do pe nsamento para a elite, e o mundo do fazer para a classe trabalhadora. Portanto, a dificuldade que a escola tem com a linguagem e cultura popular apenas um reflexo de sua or igem. A colonizao brasileira criou escolas com modelos culturais portugueses gerando uma homologao cultural do portugus. Contudo, no s o sistema escolar elitista mas tambm a forma como o portugus foi assimilado e transformado pelo s mais pobres rejeitada.

PAGE 5

Archivos Analticos de Polticas Educativas 5 No entanto, a escola pode ser vista como um local privilegiado para o projeto intercultural educacional por se r formativo das mentalidades de crianas e jovens. Ressaltese que a escola ao mesmo tempo um instrume nto de reproduo ideolgica de valores da elite dominante e um espao para a contestao destes. E a educao intercultural vai contra a ideologia dominante ao propor uma nova forma de pensar e se relacionar com o outro. Como mudanas desta ordem ferem os modelos hegemnicos e tendem a gerar resistncias, importante estar atento quando o discurso do multicultural passa a ser manipulado e incorporado pela elite domi nante. Delle Donne (2000) enfatiza: “Podemos descobrir, por exemplo, que o discur so do multiculturalismo se traduz em uma atitude de comiserao ou ps eudo-igualitria, faltando mesmo um processo de reviso crtica dos esteretipos ou de preconceitos tnicos dos quais est impregnado o senso comum, que se exprime no linguajar da viv ncia cotidiana e que resgata os cdigos de transmisso da cultura de origem“. (minha traduo, pg. 134) Cada vez mais so necessrias polticas educacionais que viabilizem o projeto intercultural. Contudo, isto de maneira alguma significa que este possa ser reduzido apenas escola. Todos os cidados e todas as institui es sociais so responsveis pela criao de um universo plural mais justo, e s se hou ver um esforo concatenado podero ocorrer mudanas que no mais privileg iem as elites a despeito de muitos. preciso formar uma rede de trabalho valorizando a cultura das minorias. O caminho pode ser o do reconhecimento, e no mais o do desrespeito ao outro diferente. Referncias Adorno, Theodor W.; Frankel-Brunswik, Else; Le vinson, Daniel J. & Sanford, Robert N. (1950). The authoritarian personality New York: Harper. Allport, Gordon W. (1954) The nature of prejudice Boston: Beacon. Cambi, Franco (2001). Intercultura: fondamenti pedagogici Roma: Carocci. Delle Donne, Marcella (2000). Convivenza civile e xenofobia Milano: Feltrinelli. Dijk, Teun A. Van (1984). Prejudice in discourse: an analysis of ethnic prejudice in cognition and conversation. Philadelphia: J. Benjamins. Dijk, Teun A. Van (1987). Communicating racism: ethnic prejudice in thought and talk Newbury Park, California: Sage. Dijk, Teun A. Van (1989). La ri produzione del preguidizio in Democrazia e diritto 6: 128-149. Dijk, Teun A. Van (1994 ). Il discorso razzista. La riproduzione del pregiudizio nel discorsi quotidiani. Rubertino: Cantanzaro. Dusi, Paola (2000). Flussi migratori e problematiche di vita soci ale. Verso una pedagogia dell’ intercultura. Milano: Vita e Pensiero. Elia, Slvio (1979). A unidade lingstica no Brasil. Co ndicionamentos geoeconmicos. Rio de Janeiro: Padro. Galetti, Roseli (199 5). Migrantes estrangeiros no centro de Sao Paulo: coreanos e bolivianos. In Neide Patarra (coord). Emigraao e imigraao internacionais no Brasil contemporneo [International emigration and immigration in contemporary Brazil] SP FUNAP, p.133-143.

PAGE 6

A Educao Intercultural Na Escola e o Reconhecimento do Outro Diferente 6 Goldstein, Jeffrey H. (1983). Psicologia social .[Social Psychology]. Rio de Janeiro: Guanabara Dois. (Trabalho original publicado em 1980). McDavid, John W. & Harari, Herbert (1980). Psicologia e comportamento social [Psychology and social behavior].Rio de Janeiro: Intercincia. (Trabalho original publicado em 1974). Melotti, Umberto (2004). Migrazione internazionali. Gobalizzazione e culture politiche Torino: Bruno Mandadori. Nanni, Antonio (1998). L’ Inerculturalit oggi in Italia. EMI: Bologna. Nanni, Antonio (2003a). Buone pratiche e metodi didattici per educare all’ interculturalit. Cem / mondalit (agosto-settembre). Nanni, Antonio (2003b) Buone pratiche e metodi didattici per educare all’ interculturalit. Seconda parte. Cem/mondalit (ottobre). Pentini, Anna A. (2002). Laboratorio intercul turale. Accoglienza, comunicazione e confronto in contesti educative multiculturali. Rassegna bibliografica 1-2:115-116. Soares, Magda (1997). Linguagem e escola. Uma perspectiva social (15 ed.). So Paulo: tica. Sousa, Isabela C.F. de (2002). Teaching the Ethnog raphic Vision as a way into policy?: A Brazilian perspective on ethnography as a social control practice, pp. 181-188. In: Bradley A.U. Levinson, Sandra L. Cade, Ana Padawer & Ana Patricia Elvir (Eds.). Ethnography and educational policy across the Americas. Connecticut, Estados Unidos: Praeger. Stromquist, Nelly (2002). Globa lization, the I, and the Other Current Issues in Comparative Education [Online] 4(2). Disponvel em: http://www.tc.columbia.edu/cice/articles/ns142.htm [data de acesso: 28 de Janeiro 2004]. Sobre a autora Isabela Cabral Flix de Sousa Ph.D. em Educao Internac ional pela University of Southern California, atualmente faz estgio ps-doutoral com bolsa da CAPES no Departamento de Demografia da Universi dade “La Sapienza” em Roma desenvolvendo projeto de pesquisa ligado aos temas de g nero, educao, sade e imigrao. E-mails: isabela_felix@yahoo.it, isousa@iis.com.br.

PAGE 7

Archivos Analticos de Polticas Educativas 7 AAPE Editorial Board Associate Editors Gustavo E. Fischman & Pablo Gentili Arizona State University & Universidade do Estado do Rio de Janeiro Founding Associate Editor for Spanish Language (1998—2003) Roberto Rodrguez Gmez Hugo Aboites Universidad Autnoma Metropolitana-Xochimilco Adrin Acosta Universidad de Guadalajara Mxico Claudio Almonacid Avila Universidad Metropolitana de Ciencias de la Educacin, Chile Dalila Andrade de Oliveira Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil Alejandra Birgin Ministerio de Educacin, Argentina Teresa Bracho Centro de Investigacin y Docencia Econmica-CIDE Alejandro Canales Universidad Nacional Autnoma de Mxico Ursula Casanova Arizona State University, Tempe, Arizona Sigfredo Chiroque Instituto de Pedagoga Popular, Per Erwin Epstein Loyola University, Chicago, Illinois Mariano Fernndez Enguita Universidad de Salamanca. Espaa Gaudncio Frigotto Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Brasil Rollin Kent Universidad Autnoma de Puebla. Puebla, Mxico Walter Kohan Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Brasil Roberto Leher Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Brasil Daniel C. Levy University at Albany, SUNY, Albany, New York Nilma Limo Gomes Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte Pia Lindquist Wong California State University, Sacramento, California Mara Loreto Egaa Programa Interdisciplinario de Investigacin en Educacin, Chile Mariano Narodowski Universidad Torcuato Di Tella, Argentina Iolanda de Oliveira Universidade Federal Fluminense, Brasil Grover Pango Foro Latinoamericano de Polticas Educativas, Per Vanilda Paiva Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Brasil Miguel Pereira Catedratico Universidad de Granada, Espaa Angel Ignacio Prez Gmez Universidad de Mlaga Mnica Pini Universidad Nacional de San Martin, Argentina Romualdo Portella do Oliveira Universidade de So Paulo, Brasil Diana Rhoten Social Science Research Council, New York, New York Jos Gimeno Sacristn Universidad de Valencia, Espaa Daniel Schugurensky Ontario Institute for Studies in Education, Canada Susan Street Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropologia Social Occidente, Guadalajara, Mxico Nelly P. Stromquist University of Southern California, Los Angeles, California Daniel Suarez Laboratorio de Politicas Publicas-Universidad de Buenos Aires, Argentina Antonio Teodoro Universidade Lusfona Lisboa, Carlos A. Torres University of California, Los Angeles Jurjo Torres Santom Universidad de la Corua, Espaa Lilian do Valle Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Brasil

PAGE 8

A Educao Intercultural Na Escola e o Reconhecimento do Outro Diferente 8 EPAA Editorial Board Editor: Gene V Glass, Ar izona State University Production Assistant: Chris Murrell, Arizona State University Michael W. Apple University of Wisconsin David C. Berliner Arizona State University Greg Camilli Rutgers University Linda Darling-Hammond Stanford University Sherman Dorn University of South Florida Mark E. Fetler California Commission on Teacher Credentialing Gustavo E. Fischman Arizona State Univeristy Richard Garlikov Birmingham, Alabama Thomas F. Green Syracuse University Aimee Howley Ohio University Craig B. Howley Appalachia Educational Laboratory William Hunter University of Ontario Institute of Technology Patricia Fey Jarvis Seattle, Washington Daniel Kalls Ume University Benjamin Levin University of Manitoba Thomas Mauhs-Pugh Green Mountain College Les McLean University of Toronto Heinrich Mintrop University of California, Los Angeles Michele Moses Arizona State University Gary Orfield Harvard University Anthony G. Rud Jr. Purdue University Jay Paredes Scribner University of Missouri Michael Scriven University of Auckland Lorrie A. Shepard University of Colorado, Boulder Robert E. Stake University of Illinois—UC Kevin Welner University of Colorado, Boulder Terrence G. Wiley Arizona State University John Willinsky University of British Columbia