El Audaz


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El Audaz

Material Information

Title:
El Audaz
Place of Publication:
Ybor City, Tampa, Florida
Publisher:
G.G. Rivero
Publication Date:
Language:
Spanish
Physical Description:
v. : ill. ; 30 cm.

Subjects

Subjects / Keywords:
Hispanic Americans -- Periodicals -- Florida -- Tampa ( lcsh )
Periodicals -- Ybor City (Tampa, Fla.) ( lcsh )
Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Title from cover. "Semanario popular y de la familia." "Eco impartial de la opinion Latina en Tampa."
Original Version:
Volume 1, Number 6

Record Information

Source Institution:
University of South Florida
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
023816457 ( ALEPH )
56342508 ( OCLC )
A48-00006 ( USFLDC DOI )
a48.6 ( USFLDC Handle )

USFLDC Membership

Aggregations:
University of South Florida
El Audaz

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Format:
serial

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P. o. Box 7. TELFONO 1107 L ... Semana r io popu l ar y de l a famil ia Ecp imparcial de la opinion latina en Tampa. DIRECTOR: Gonzalo G. Bivero. i Soc ie_da d de Socorros Mutuos HLA FAMILIAR. '' SECRETARIA: 1602 10 Ave.-Telefono 1860. Esta Sociedad facilita sus asociados los siguientes a uxilios: CUOTA DE 50 CTS.-Dieta de h. 75 dia rios, Mdi co, medicinas con t o da clase de patentes, Dentista, viajes que ordene el facultativo y giro de $ 20 mensuales donde quiera qu e se encuentre, por espacio de seis mes es CUOTA DE 40 CTS.-$1. 25 de dieta i g uale s axi lios que los de la cuota anterior. CUOTA DE 30 C"rS.-$ O 75 de dieta y los mismos auxilios esceptos los viajes. CUOTAS DE 15 Y 20 CTS.Sin dietas, per o con l o s mismos auxilios que los de las otras cuotas, es ce pto los 1 J i 11

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y T V T V V V T T T + T V V V V 9 V V V V V Cosmopolitan Drug Co. 7 a. Ave. y 14 St. Gran surtido en Drogas frescas, Patentes y perfumera francesa. Para las frmulas se emplean los m e j o res productos qumicos y se h acen con esmero. Venid y os convenceris. 7a. Ave. y 14 St. y ... ... .... .. .... ... .. ... .. .... .... ... .... ... .... .... ... R a !Tion Sierra e hi j o s 14 0 8 7 ,t: Av e Yl>or City Telfono 187 Nnvel lRcles a lta fantasa, som. breros, abrigos ...... Unica CRSa Ybor que recibe al clia lls ultimas novedades de New Y orle Surtido especial en camisera: CorbatAs de las mejores marcas. Precios mdicos y sinrival. SECO !O N DE ANUNCIOS. SOM BRERERIA L A CEIBA de Herminio Lpez. Se confecciona toda clase de sombreros y se garantizan todos los trabajos en Jipijapas, Castores, y de oras. 6'\ E s ia nica y esdusiva casa q t. e en esta localidad se dedica a este gnero de trabajo. Calle r5 1904 entre 8a. y 9a Aves. Ybor City. Fla. .... .... .... .... .... .... .... .... .... .... ... ............. / ....... Panad.eria DE PARDO HNOS. Estos inteligentes y a ctivos industria les han logrado elabora; el pan que pue-: de competir ventajosamente con los me jores del mundo, y tanto por la bondad de la mercanca, cuanto por. su amable trato y el de sus emplendo5, merecen la proteccin del pblico. Cuentan con un excelente servicio domi.cilio. 8th AVE. rgog.-TELEFO'IO 1486 .... .... .... .... .... .... .... .... .... .... . . . EL SIGLO XX DE EL POPULAR MADRlLEt\10. Para comprar hueno, bonito y bara,to en casa de E l Popul ar. Gran s urtido en loza, cristal, juguetes y fantasa. Agente de peridicos de Cuba y Espaa Calle 15 entre 7 a y 8a. Frente R e ina. .. .. .. ... .. .. .. .. ... .. .. y JOYERIA CON TALLER D E Rll:LOJERIA PLATERIA, OP'fiCA Y DORADO Y PLATEADO DE JOSE GOYANES. 1417 7th A ve., Ybo r City, Fla. Se hacen y arre glan t oda clas e de prendas, precios mdicos, garanti zando el trabaj o .............. ... .. ... .. ... ... ... Hotel y Re s taurant H E L CENTRAL AME RI CA." ALL& 18 ESQUINA A 12 AVENIDA. Hotel "ESPERANZA." ( 18 A 10 VENIDA.-YBO R ITY. --de Jose y Jar don.Exp! rldioas y ventiladas hab1taciones [ todo oue vol camas m ontadas la altura de las mejores de la localidad. El! e l Restaurant "Centrul Amrica" encontmrn sus favorece d o res buena sazn en la comida, buen servicio y trsto tspecial segn lo tien e acreditado entr l o s trabajadores de esta localidad m dueo Jos Jardn. Reservados para familias con servicio e s p e cial y decencia exquisita e n el tmto, Vino y Cnve z 1 sim portados y del pas.

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UEL AUDAZ" D IREC'IOR: Gon z alo G. Rivero. R EDACC I O N Y ADMINISTRACION: 9."" Ave. 1 S20 CORRE O : P O. B o x 7.-YnoR. popular y de la Familia. Eco imparcial de la e n T amp a. 'O TEUFONO 1107. Tod a l a cor respo n d e ncia lite r u i a v admiAistrativa 1 1 Director. Preci o s de s u scrlpc i on YBOR C I TY, T A M PA, FLA. Anuncios por m eses. Cad a e s paci o en l a c u b i e r t a .... r. oo P or un mes a -domicilio..... cts. Un trimestre ... ... ..... 6o Fuer a de la J ocalidn d id ... 7 5 N. 0 6.-Jueves 17 de Octu bre de 1907. Cad a es aci o e n e l p e ri o d ico .. 1 25 O cupa n S o mas d e u n espacio s e des c u enta e l r o p o r ciento. Post mubila ..... razn q u e l e s obra. nuestro npre c iable 'El P r ogres o ele Tan1 JJi1." 0 1 1ando acompaa s i n Jesafiu;tr, ; utH llios s n s viurautt> s y n u s i es no JJero s i empre b e l lo s p ;\.d e l a litorial d e l Sbado, l a m a g ... stnosa marchn. d e Pa.r sifa l d e l graudi"s' > cou c i e r to J,till ( > La fi,..sta d e l domiugo ele cuy a glori11 cabA u n e scasa p arte a l val i e11te c o l ega, d e mo:;trcnau fir m e y p t li' O es e l ::;dll timie11t >de S < > li lari l a 1 e n la familia que r e spondi corno U l l s o l o h o m b r c al t o .qne d e l la ntrla d e l C omit d e D e f e nsa. Si al g ui e n pudo c r e e r qne est e llamamie n t() d e "llamada y lista"-si vmo n o s d e l arg c t c n a r t e l e r o, iba cotl r s e e u e l d e fa g i u a paso d e ataque J' gran chasc" d e b i d e lle v a r
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2 y socorrid o oro ingls enc ubridor d e t anta tr gica superche r a Pero este oro american o ha de ve ni r h a c er_de las suyas aqu en pl e n o G o bi e rno del Pretor americano? i Inexplicable mi st eri o Parali zase e l trfic o ferr o carril e r o [ing ls] qued a e n susp e nso la v id a ent e r a d e este desgrac iado pa s y a l sondear las causas iniciales de t a n espantos a r e v o l u c i n, que expl o t a instan te s des p u s d e abor t a d a l a otra, e l nimo s u s p e n s o n o sabe ha llar soluc in racional al conf l ic t o n i anl i s i s es pl icac in d e l alma d e l a cosa. E s qu e e n Cuba por l ey fa t a l h a d e ocurrir t odo a l r ev s d e l rest o d e l mund o ? Hasta e n e l o rd e n p o lt ico, apasiona l a o pinin a m eri c a n a l a cesi n d e l a s Filipinas los n a t ivos, y en cambio nadi e habla d e l a l i b e rt a d c u b ana si n o p ara con d e n a r y execra r los in f e li c e s que e n u n rapto d e l o cura nu evos Quijo t e s se apr e sta b a n sa li r p o r los c ampos d e Montie l d e un a l ib e rtad e n entr e d icho pu esta; ve ja mi nosame n t e expuesta a l d e un a inte r v e ncin ext r a nj e ra. Realm ente y a l t ratar d e r econ si d e rar l a d esgraci a d e h a b e r nac ido e n est a h e rmosa ti e rra, v i ene l a m e n te, p e r o t' n sentido inve r s o el famoso ''Ci vis roma nus s uum E n e fect o e l compl e m ento d e l a desgraci a ms i nsi g n e l a sarcst i c a y peor mueca d e l dest i no, e s sentirse l a h o r a presente. C iv i s cub : m o i C m o camb ian los ti empos! i Oh dol o r! Oh desdic h a P e r o qu e mu c h o si acabo de ver e st a maana m ismo, sal ir del a nti g u o p li:\Ci o d e los Virre yes todos los h o m b r e s de l a l ib e rt a d Agost o ... con tri los y plcidos a rrastra nd o s u dign i d a d d e h o mbr es, la c uban a ya l a h a n d e jado f u e rza d e deslustra r si las de antesa la, por los p arq u e s d e l a Plaza d e Armas ... ...... S a l a n a m i g o Dire c t o r de b e sar l a sanda l ia d e l Gobern a d o r In espe rad o ... .. .. Y sal an a byect a m ente sat isfe c hos .... L o dicho civi s romanus .... E l C orr es ponsal. EL AUDAZ Al pueblo. C o n motivo de l a salida de un an nim o im preso s e h a dic h o p or a l guien qu e dic h o injurioso a nn i m o c o n a l a s S ocied a des d e S&orros, haba si d o i m preso e n l a I mprenta de m i pro pied ad. P u e s bi e n, a u to r izo toda p e rson a h onr ada para qu e diga en m i nombr e qu e es u n miser a ble c a l u mniad o r e l que dig a que e n mi casa s e ha h e cho tal impres in. }. Dvfascuana. Y b o r C ity Octubre 1 4 1907. El nue\ o Consul de Cuba en Tampa. H a s ido nom b rado Cns ul d e Cu b a e n Tamp:t,, nu e str o p articu l ar y mu y e st im ado amigo Sr. D. R afae l M. Ybo r P o cas v eces h a br recado con ms j ust ic i a u n n o mb ramiento d e esta n d o l e e n p e rsona d e ms m e recimen tos y a p titudes para o bt ener l o E l Sr. Y bor s o b rad amente con o c i d o en T a mpa, p ara qu e n o sot ros vaya m a s descubrirlo a h o ra, es h o mbre d e s ingu l ar mri t o y rel evante s con d i c iones qu e ha d e representa r C u b a di g n a y h onr osam ente. A sus pro f utJdos cono cif}1ien to s Jin g u sticos, hab l a e l Sr. Y bor v a rios i d iomas un e un d o minio a b soluto d e l idi oma in gls t a n imprescindibl e p ara su carg o L a col onia cub a na h a reci b ido c o n jbi l o la noti c i a del nombr a m iento d e R afae l Yb o r p a r a el c argo d e C n sul de Cuba en T a mpa. F elici tamo s a l amigo y c o m p a{fr o e n las l etras p o r e l n o m br ami e nt o c o n qu e ha sid o agr aciad o por e l G obier no d e su pas, h acie ndo los ms s in cero s v ot o s p a r a q u e n o h a ll e obs tc ul o s y s t o d o gnero de fa c i lida des, e1 e l desempe o de ta n d i fc i l cuanto d e l ic ado p u e st o E l Cue rpo D i pl omtic o Cubano, hace e n e l S r. Yb o r excelen t e adq ui sicin. H e a h O t e l o que abraz a una gentil D esdmon a de ..... colo r ba no. i S iempr e e l amor! Eterna mente e l trav i eso C up i d o disp a rando d e su carc a j las e nven e n a das fle chas q u e a l e g ran p e sar d e s u p onzoa-la vida. N e gros b l a n cos, t o d o s por i g u a la pasin avas a ll a y rinde, hacindo le s e l et e rno "Yo t' a m o". Y a nte el et e rna! canto q u e ent ona s e cul ar l a huma n a e speci e a l i n t e rpr e t a r e l peregri n o h imno d e l amor triun fa n te ... m e n e s t e r e s inclinarse. A l d e b e mos la vida. S a l ud emos p u e s bl a nco n e gro a l amor, qu e pasa ... X. Curiosidades. I m itadores de "R_obnson. D o s p r o fesor e s ale mR.ne s pan r es u elto e l problcm t l d e vivir sin hacer g a!itos d e r:inguna es p ec ie. Actualme nte lleva n una v ida sirn p l e en extremo ; e n una d e las i slitas del a r c hi p i e lago Bismark, situado en e l m a r d e l Sur. Sl o se aliment a n de l a nue z d e l coco tero y se v isten c o n trajes h echo s d e las fib ras de la mis m a planta. El doctor Enge lh a rdt, de l a s Universidades dt: Munich y

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ger, fu el primero que tuvo la idea de entregarse esa vida pri mitiva Desde su infa nci a muy m a l a salud y l w c11 llue ve ao s que s l o se alimenta b a .con frutas, pero l a s europe a s n o l e agr a d aban, y sali en1901 para C eiln. D e s .us ele hii b e r ens;.tya clo las nmccs ele esta i s l a salio para Kab; t k o u, d onde sus p es quisas le lle v H r o n l a d e que l a nue z del cocotero es el 11iimento dc:l hombre ( s uponemos que cuando ti ene b uena rlentadttra y clisore de mecli c t s ,. d e c uctd o s l'ara r omper la c rl t z;t.) Q t t i nce d e s.us fu a hacerc.: omp; t < I ;] profe s o r el d oct o r A BcLhma n AcLuctlrnente vi v e n jut 1 t o s d e nue z d e c o c otero, sin gnst11 r Utl C c llt itVO. \'iaje r o in g ls, M r. H M R o b,.;e r, que r e g res l t im a m ente L ondres d e 1111 Kn hrko u di intc.:r e s i.V I ximo M. D; o go, mag i stralme nt e p e r lui inn a l z ato in C ampo de i fiori ... 3 v r e b be, fr a un atto d i con trizion e e 1' a l t r o ricon osce r e, c h e a v e v a eria t o a f ferma ndo c he l a Chi esa e r a l a n egaz i o n e pi ve r a e m agg i o r e d ella S c i e nza e rec it ando p o i il mea culpa d i ce rt o col f a r s u o il m agnifico pos tul a t o .... sar t ia n o-Scienza e 1'eliqione sano sorelte .. ---:-E cos i i mille p e n satori che 1' h a n f r a tort ur e mis erie e p r i g i onie n e l sentie r o as pr o d ella r i g e n e r az i o n e uma n a, p e r m ezzo d ella S c i e n za, n e g ahice di t u t ti i Cre di, finirann o col con vinc e r s i a nch e l o r o dei t o r t i gra ndi ssimi c h e ha nn o a v ut o e d a m o ndo d e i d e f un t i f a r a n s e n t i r e a i l oro cor r otti n e p oti, c h e n e stud i a n o i n e fa n d i volumi, l a voce a m m u n i tri ce '' DtstrUf!f!e t e t utt o ci c h e voi conser v a t e d e l nos t r o pen si ero e dimenti cate i sott erranei. le t o rt u r e i roRh i l a mannaiu, la forca, che i n n o m e della "R._elgi one e p e r u c cide r e ilnost r o p e nsi e r o anima evita delt a Scienza, ci hanno dato i van S a rt del passato .... ... E i n e p ot i fa r a nn o il d e side 'rio l o r o a v i g l oriosi, e n e bru c i e r a nn o i librip e r r e citar e a c o r o c h e m o ndo s t a to cos truit o in se i g i orni i c h e 1 + 1 + 1=1 e c h e il p a dr e m a nd il figlio a farsi crocifigge r e da quegli s t essi n o min i ch e egli c r ea va a s u a imm agine e somi glia n za p e r p o t erli r e dim ere ........ Non forse il c o lmo d ella imbecil lag ine uma n a l a e nccli ca di p a p a S a rt o ? .. l o son o almeno di q u es t o p a r e r e. J h thur Mass l o P E R UNA .. ENCICLICA. O h ili ce r to i l f rate nemico d e U a Chiesa n e av r e bb e l a peggio e d o -No es e l h a b e r r ecibido un a l ecci n l o que r os sal v a sino e l sab e r a pro vec h arla Miss C a rmint 11 m o ndo g i o rn alistico s o ssopra e i p overi sga buz zini di r e dazi o n e so no s t a t i bruscam e n te t olti a l lavoro quo tidi a n o d i ... f orbi ce e colla, p e r s com bic c h erare d elle l un g h e artico l esse sul gr a nde avvenim e nt o .. P a pa Sar : to h a :;arlato! ... P a pa Sarto ha-finalment e compiuto il gr a nd e-a tto ti a n o n inve rtre i due Llltimi t e rmi ni] mette n do a p o sto, com e si c on v eni v a, quei p o veri di spirito ch e h anno osato tuttav ia pens a re [ a nd ranno d i sic ur o tutti q u a nti a f a r e una v i s itina a c h e l a S cie nz a e la non s o n f atte Costnopolitan Bank and Trust Co. YBOR CITY, FLA. CAPITAL $200.000.00. Cu u c a t ta l y ampi i t t S este B a n co est prepa r ad o pan. llacer f r c .ntc a h s t r < ccs i du d ,s llc esL r c oupni d a d e u t od a s u capaciL\at.!. L r p os ic iu y r c s p onsnlJiiida d d e la s p erwn 1 s que c o n stituyeu nuestro C u urpo Directivo so n uua g
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4_ E L AUDAZ Buen trabajo. Luzco del mundo en l a g entil pavana, baJ o el recio tahal de mi tizona, una cruz escarlata que os abona mi abolengo de estit'pe castellaua. Llevo en los hombros ferreruelo graua; gno e l mostacho usanza borgoona y n1i blanca g o r g uera se bajo mi crespa cana. T engo cien lat17;as combatiendo e u Flandes, mil s i ervos eu las falrlas d e los Ancles, calderas y p eurlu, h(lrca y c u chillo, un coudatlo e u la tierra moutaesa, u n fl'ail e coufesor de l a condesa, diez corc e les, cie u pajes y un cast .illo. Enrique de oA !arcn. cAl poeta Enrique de oAlarcn. calzn d e dril y chamaneta qne cou d e l machete entallo; e n la guerra volabH mi caballo al sentir mi z11pato de vaqueta, De entonce!" guardo nn Oolt y uua escnpetn, por si otra can s a d e esgrimirlo s hallo; es mi gozo en l a p a z, liJiar nn gallo; mi orgullo improviS
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be presidir todos los actos de la vida, veamos e n cu atro palabras lo que sera un pueblo todo organizado que tuviese los Mdicos sueldo. Lo primero ::ue salta la vista, es que los Facult ativos ten<1ran inters en que hubies e poco trabajo p ara ellos; y como sto no podra suc e d e r habi endo muchos enfermos, todo su afan habra de encaminarse haci a e l noble fin d e curar pronto los que hubiese, y procurar qu e los sanos no enfermaran. Cada da y cada hora, pensaran con horror en la posibilidad d e una epidemia. Toda su ciencia, qu e e n tonces s e ra mucha [po rque su pro pi o inters l e s engolfar a en e l e studio] la d e dicaran a l estud i o de prc ticas higinicas instruir a n a l pue blo en ellas para que cada ciudad a no fuese mdico de s misnio e n l o que respecta la parte pr eventiva d e l a ciencia, h aciendo de c ada uno un c e ntine l a vigilante de las condiciones sanitarias d e l resto del vecindari o N o podran procede r de otra ma n era los F acultativos que tuviesen ase gurada una cmoda subsistencia garantizada por toda l a Comunidad constituida e n asociacin de salud pblica. Veamos a hora como tienen qu e pensar y proceder n e cesariament e los que qui eren l a libertad de cobrar tanto por visita. Monlogo de un Mdic o de esta clase. Pues seor, sto va mal; muy m a l ..... Esta semana n o hic e nada ms que quince visitas, y eso que cuatro de e llas la..s hice innecesari ament e No s e enferma nadi e ni hay nin wn accidente d e esos que e l vulgo ll ama desgraci a dos. Ningn a lb ai l se h a cado de un andamio; ningn maquini sta ha sido triturado por su mquina; ni un sol o trans e unte ha sido despa c hurrado por un tranv a ......... Esta falta d e trabajo e s horrorosa, desesperante. No vendr p o r ah i ningun a e pidemia? Qu s e ha hecho del tifus y de la viruela? A dnde se ha m etido la fiebre a marilla? Es qu ya no hay pulmon-as e n este mundo ............... ? Recojan los capacitados estas ideas as esbozadas; hagan un pr o longado paralelo con las dos tendencias ex puestas y saquen l a sustancia mo ral que de ellas se desprende, pues bien merece la p e na que el pu e blo, el eterno vctima se d cuenta d e los dos coloces que pr oyecta la cuestin: y para t e rminar vaya &l siguiente su gestivo dato. En va rios lugares de l a China, qu e pasan por no civilizados, lo s l")abi tantes tienen los mdicos su e ldo desde la infancia hasta-h:t senectLrd. EL AUDAZ Es e proc e dimi e nto es usado por aq u e llos pueblus brbmys, para evit a r que el egosmo d e l Facultati v o se d e sarro ll e ; pu e s dicen a que ll o s n at ur a l e s qu e p a g a ndo lo s M dicos e n salud, stos no ti e n e n nin g n inters en que los chin o s s e enferme n. si s t o fJIese poco, la p r e caucin de aqu e llos salvajes ll ega h asta el hecho d e su spe nd e r e l pag o de la cuota conv e nida c o n e l ga1e no, 5 cuando el c hin o se enfe rma, para coiitinu a r pag ndos e l a cuando vuelva su e st ado< norma l d e salu d E s v erda d qp e esos p e b los no son civilizad o s COIo l o son los nues7 tros. P e ro, no e s cie rto qu e para que esos chin o s hayan llegado conc lusion e s t a n extremas preisa que antes h a y a n sid o asistidos por alguno s m dicos l at inos? M. Fuente. .... .... T T .... ...,. V '<1' 'O' Y' "V _'? V "# '+' V V T Y '9' .. V V .... Pa1a.Jas damas Ofrecernos n u e stl'as b e ll a s r.as, e n a s e gur idad d e qu e habi n de agrad e crnoslo el pres ente clicZ4 qu e d exacta idea del nuevo abrigd pliss que l a moda con inap e lab l e e creto ordena se ll e v e en el prximo invie rno. De pao fino color crema canela /. claro; constituy l nuevo modelo de abrigo, uno eleg_aD_ tsimo propio para la salida de soiree y hasta de teatro seg n l o s casos, pu e s su e l e gant e sencillez l e hac e serv ir p ara a m bos casos. Nueso.grabado est tomado del dibujo orig ihal d e l modelo que e n s tos ha publicado en Londres, la acre ditada revista ele modas "The M o des Gac ette seglirando que e l nuevo abrigo de entrada de temporada ha sido ra confecci onado en los talleres del clebie modisto Mr. Word con destino gentiles y bellas jvenes de la arist o cracia, ,\.., .....

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6 Un gran negocio. Se nos asegura que muy en breve saldr-si no ha salido ya-para Fi l adelfia, el reputado y competente hombre de negocios Sr. D. Jos Fer nndez, que tan buenos recuerdos dej en los altos crculos financieros de la Habana, fin de explotar el maravilloso invento d e nues tro parti cular y estimado amigo, el"distingui do fot ograbad or Sr. Arnavat. Nos r = ferimos la mgica botella "bote llita misteriosa" que tan gran r evo lu c in est llamada hacer en la hasta a h o ra i nocente y prosica in dustria b:1tilleril. S eg n dic e n, el Sr. Fernndez v constituir en Filadelfia un poderoso s indi cato, con varios millones de p e -sos ...... duros, y d e l cual el ser-co-mo es natural-el princi-;al accionis ta fin de fabricar ipso jacto la cle br e bo te l l ita desesperacin d e banuneros poco escrupulo3os F elic itamos Arnav a t por esta im pensada riqueza que se le entra p or las pue rtas d e su nuevo taller de fo tog rab ado deseando al emprendedor financi ero Sr. Jos F e rnndez e l me jor x it o e n su nu e vo negoci o El g enio y la honradez junto con la inventiva de los hombres superio res hij os del nobl e solar astur, han de versP en esia ocas in recompensados por l a v e l e idosa Fortuna tan amiga ... de dar cada cual su merecido. eroniquillas. De West Tampa. El Domingo 6 del presente mes tu vimos e l gusto d e presenciar p or se gunda vez e estan Sociedad de Ins truccin y Recreo'' La Unin de W es t T am pa'' la representacin de las obrihs siguientes L a Venda de Cupido" y "Una limosna por Di os!" En la primera, d e buta1on muy bien l a Sra. Ana Ramos [Juana] Dn. Dimas (St'. J. Magario) Amadeo [Sr. J os J. Pi edra] Marcelino [Criado ] J os M. Hernnde z y nuestra estre llita la nia Lucr e cia Gue rra ( Dorotea). No me d etendr en esta resea elog iar como merecen, est os aven tajados aficionados. El pblico funume r osu supo dar cada c ual su m e r ec ido. Sin qu e l e s cause e noj o dir algo los amigos Jos Mederos y Pnfi do Valds que tuvi e ron algo as como un poquito d eficientes, p ero yo su-.EL .A.UDAZ. pongo ....... iah! ya se enmendarn y lo harn tan bien como el p1imero. El uno en su papel de Carlos ( S r. Valds) y el otro con su papel de Luis [S.r. Mederos] estuvieron algo desacertados. Los dems bili'n. Mientras trabajen la Sra. Mercedes Aval o (Elena) y el Sr. J. M ag ario [Pablo], el Sr. Juan Jimnes [criado gallego] xito seguro Tambin se puso en escena P e rro Huevero'' y e n esta obrita la Sra. Ana Ram os no pudo estar ms en ca rcter, l o que l e vali muchos y repe tidos aplausos. i Qu mona! iMs trav iesa y re voltosa! E s ta nia promete mucho, l o demostr! i Adelant e L ucr tcia! Matas estuvo muy bien y nadie puede imitar mej o r la arrastradera de l engua y las torpezas de modales. i Bravo! amigo Julio Valds! Palan que ta nos hizo d e sternillar de risa con su aspecto estrafalario y sin poder mantenerse quieto un instante pues los vapores alcohlicos le hacan per d er equilibrio. A Piedra le toc en turno el cuar t eto: no quedaron mal, pero si hubie ra sido un verdadero cuarteto y no sexteto hubi e ra quedado m e jor. El duo estuvo bastante bueno. Lo nic o que nos pareci bastante fuera d e .tono y de lugar, fueron los ni os que cuentan veinte aos sobre sus< costillas, que se pu sieron tjar c omps iqu salga e l t oro N o amiguitos no con tine n por ese. camino ; t e ngan presen te que esa casa que voso tros no que r is respetar es l a vuestrct y por con siguiente vuestras familias las que se encuentran all; ms comedimiento y m e j o r educacin. Aunque el. amigo Negual se disgus te conm i go, no pue do p or mnos, de elogiarlo una vez ms; s seor. El c uartu c h o que n os prese nt en la obrita Perro Huevero'' estuvo muy bien imitado proband una vez ms u e conoce fond o la "Diagrafia." N eg ual regala l o que pinta pues l. entiende, al igual qu e el clebre Zen xis, pintor griego, que no hay precio con que pagar sus obras y por eso las regala L uis y Bonilla. A UL T1MA HORA. fl Cftmit de Defensa En la noche de hoy Jueves se reu ni& en el Centro Espaol, el Comit deDefensa de las Sociedades de So corros y deB eneficencia para tratar vanos asuntos relacionados con la que tiene su cargo. El espmtu que rein en dicha reu nin, fu digno de la n o ble ca-usa qu1 se defiende, mismaunanimida d de criterio exfste hoy en e l seno d e tan impor tante Corporacin, que exista e n los n:omentos en. que se hizo imprescin d1ble l a necesidad de crearla y e l mis m o entusiasmo se nota en' todos lo5 D elegados. Ya casi al terminar la Junta hubJ que hizo alusin cie rtos es han visto l a luz e n una ho anmma, y todos l o s asistentes, sm exceptuar uno solo, manifes t a ror que los annimos solo mer e c e n ti desprecio d e las personas sensatas r por tant?, el Comit d e Defensa n.o a l t e rren o de tomar en con s1deraCin el d e rtfe r e n c ia. A ese d esprec i o estn espuest1' Siempre, todos aquel l os que no d a 1 la cara las que d e h ten, y b1e n mer ec ido lo ti e n e n. ___ ..,.,..,.._ D e t odo un p oco. Un fenmeno de la memoria. Sin n ecesida d d e pr e liminar a l g u r s e puede demostrar lo poco que e' hombre se fija en las cosas que tin1 constantemente a11te su vista. Dgase cu a lquier persona que di buje d e memoria l a figura qu e en s ; reloj indican las seis d e l a tarde1 vern ustedes cmo, sonriente, ; apresura p o ner en un p a p e l el sie no VI 1/\. -Si se le pid e que compruebe si k dibujado es igual lo que tan clara m ente h a visto e n su reloj, s e ver e asombro que muestra cuan do a l saca aqul se e ncu entre con que la figur1 trazada con su lpiz n o existe sobre, esfera de su re loj por hallarse tapa"' da con el crculo donde se cuentan 1 segundos. "" Laenfermedad del Nada africano sueo,'' ms terrible que ese azot llamado "enfermedad desesperacilln de los .md:

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cos, que no halla n un rem edio p a r a curar la S e acaba d e comp roba r que los europeos son tambin atacad o s p o r l a extraa som n o l e ncia y e n P a rs ha m u erto un viajero q u e adquiri l a enfermeda d e n e l S udn L a causa inicial de l a dol encia es un.micr obio descu bi e r t o p or n ien e l U g and a que ha recibid o l a d e nomi n a cin d e 'Trypanosomagambie n se. Este mi c robi o s e inyecta, p o r de cirlo as, en e l cuerpo humano, con as picadur a s d e las moscas d e l gne ro g l o s s !na El cr neo d e l a p e rson a atacada se ve p r o n to c ubierto d e l terribl e animal q u e llega a l extrem o de producir enormes ersio nes. L a agon a d e los enf e rm o s e s d e l a s ms dolorosas; in v a did n s por la bru tal somno lencia s u s prp ados se c i e rra n q u e d a n inm v il es, y no hay rea cti vo ni fue rza human a que pueda despertarlos. El e s tampido d e u n G a onazo n o c ausara l o s infdices el ms leve e f e cto E n los c o mienzos de l a e nfermedad e l pobre a t a c ado p o r la fune st a mos ca hace esfu erzos incr e bl es, d e su prema dese sper a cin p ara abrir l o s o jos; p ero s us p rpados cae n p e s a d a mente, y a s vive muchos das, en. ese sueo ar tificial h a st a que l a ma teria se r inde. Los mdic o s europ e o s rea lizan toda :!as e de estudios para acabar con e l temibl e aiote. Hasta ah o r a solo s e h a encontr ado un remedi o d e alg un a e ficacia, y es el atoxil, un c ompuest o arsenical que, seg n p a r e ce, mat a el m i cro bio. Pero e l a t oxii a n n o e s u n r e m e d i o definitivo y cua ndo se sumini s tra en g r a nde s d sis d e j a ciego a l e n fermo. Cuento de "El A udaz. El Osario. Recuerdo qu e e n un apart ado rincn del olvida d o cemen teri o haba un pequeo espaci o de terreno des tinad o osario. Dos muros enanos derr u idos p o r las inclemencias del tiempo, cerca b a n aquella nfima porcin de tier r a santa EL AUDAZ. y bend i ta, como muda in vita cin a l respeto del ltim o y d e fin i tivo a s il o d e t antos huesos a nnimos. En l a pu e r t a f o rr a d a d e hi e rr o cam enigm t ica X te rribl e est a s u b li m e b a rb a r idad o rtogr fica, escrit a con g roseros caractre s -HOS AR IOC o n los calzon e s r ot os, j a deantes y s udoro s o s l legb amos h asta a ll v a r i o s rT]UCha chu e los y yo e n nuestr a s ti mas c o rr eras p o r e l acan tibdo : dl p o r lo s ltimos das de O to' ). nuestros p i s e l m a r b r a m a b a c o n furo r e str e ll a n d o imp l!1e n tC' s u s olas qu e s e d e shac a n e n hirv i e n t e s y ru gid o ras espumas, contra la base fi rm sima d e roca v.iva cubierta d e a lgas y fucos Al at a rdecer e l c e m ente ri o a b a nd o nado a d quir a c l a ridad e s extr a as a l r e l ampag u e ar l e j a no d e l o s l t im o rayos d e l m or ibund o astr o f u e n t e d e vida pron to zambu ll irs e p a r a desa p a recer e n la i n m e n s id a d d e l oca no. L o s destro z a dos y m a l t r e chos p a n teon e s p a r eca n qu e r e r hace r o l vid a r por un in s t a n te s u d esol a d o r aspec t o a l d e s tacarse e n a quel l a c o r ta or g a d e p oli c r a mos tonos, de f antst ic o s y a legr e s acc i d e n tes d e sin g ul a r y b e llsimo p a isaje El tupi d o lecho d e amarill enta s h o jas despren didas de la q u e e n un tie mp o soberb ia f o nda, resr l a nd eca como si fuera d e oro. C onv e rt a s e l a olv id a d a m a n s in de lo s que f u e r o n, e n a legr e y pastoril d e c o racin d e ruinas art st i c a s a l beso p iad oso de la lluv i a d e oro cernid o qu e sob r e e ll a man e r a de roc o bien h echor, c a a Est o o curr a en e l buen t i e mpo. En caml r io en los d a s d e tad tan en e l crud o invie r no, que e s pantosa la d ecorac in d e l c e menteri o de a ldea aband o n ado! e l cierzo zarande nd olo sin mis e ri cor di a com o s i arra n c a rl o d e cu a j o los a osos tronc o s : el ronc o b atir d e l oca n o enfure cido llegaba p er der s u r itm o y has ta el sini e stro entr e ch o car d e l a hoj a rasc a y l a m a l eza a l enc o ntrarse, pr o d uca junto con e l graznido d e l a s gaviotas enlo q u e cidas, moti vos pa v oroso s d e trm o los tri stsimos en e l 7 inme n s o rgano d e Dios que ento na ba t o d a s v e ces e l "De Pro fundi s e n e l i g n o t o y a t e rrador p entgr a ma. En un o d e estos d as v i sit e l osa rio. V erdeaban e n l cal ave ras las qu e l a hum e d a d hab a impreso un a p t in a d e br o nce a nti g u o y l o s h u e r o s c rneos d e osc u ras cavida des y mar fi l inas d e ntaduras, a nim a das d e u n g e st o sar dnico par eca n mir a rnos con l a ate rr a d ora fij eza d e sus c u e n cas s in ojo s .... Y u n o par e come o r l e casta e a r d e f r o ... ... Sent a lgo q u e n o e r a mi e d o n i r e s p e t o pr e c isam e n t e r e c h c or r e r. .... Y cosa ext r a a a n no h e p o d ido d e s h e c h a r d e mi m ente p esar d e l o s aos, l a l gu bre visin d e l t trico osa rio Sobr e t od o e n l o das d e di f un tos Gonzalo G. R ivera. V T V + V V + V V V + T ribun a libre. 4 4 & 4 A 4 4 A 4 4 4 4 A JI ti ..... r o te sieg ue s l a pas i n de creer que n o te a d o ro, que e n e l ltimo rincn de mi a m ante coraz n t e guardo c o m o un tesor o G e rardo Daz Cue1vo. ---=-----Secci6n recreativa. V + + V V V + + + \ El plato en eq u ilibrio sobr.! una a g u j a E l lecto r habr visto m m h : t s veces e n l o s c i r cos y tf!at ros q11e los equili bristas h a cen girar velzmente sobre la punta de un

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bastn 6 ele u n a varilla p latos otros objetos ci r c ulares, y como la mayor parte de stos son de mader a de met a l s u equilibri o, debido sl o l a tue rza c e n trf uga cesa e n c uanto e l movimiento de rotacin n o es bastante para contrarrestar e l efecto de la g ta vedad; per o aqu encontrar e l fsico domstico l a manera de hacer que u n p lato se tenga e n equilibrio establ e sobr e l a punta deun aa).[ ujn,y de que pueda mo verse tnmbi alrededor rle ella. Crtense dos tnpones ele corch o nrrib; 1 nbajo por su m itad, y e11 l:lsextremirladesphllllS deJos cuatro pe
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SEOCIOX DE ANUNCIOS. Jos Bustamante LA NOVELA ILUSTRADA. Un a nove l a ilust t -ada todas las semanas 15 centavos SABLE EN MANO. Importador de vveres finos. Aventuras del coronel Gerard. Tarjeteros de aluminio con roo tarje t&E, desde 70 centa-.os en adelante. SE SIRVEN ORDENES A DOMICILI. Centro ele y librera de 8. Ave. entre r 5 y 16 Streets.-Telfono 203 r R a fael B. d e Castro. 7 Avenida [frente Arnaat[ 'V' .. .. y ... V V + V 'T' V V + V V V +V The St. Lous Furniture Co Es ); mueblera d e l p u e b l o trab<1j 1clor, y vuLstro ;1rnig o H. L. POWGLL prop i e tario V V V V V 9 V + T V V EL BUGN GUSTO Carmona y Comp. TELEFONO 940 V T V V V T V V V V V + + UAF.Jfl, DULCJEH!A Y REPOSTERIA "LAS NOVEDADES" DE DlAZ Y :VlENENDEZ. tlc rrlenes pam t od, clase de en C >mo c onvites, mat rimnn ios etc. Especial servicio e n he lados y refrescos. Cena<; :3lJados y D mingns. P O B ox 44 Pen Phonc 846. 1 3 20 Seventb Avenue YBUR CITY. TA.:VtPA FLA, Panadera y Galleteria La Reguladora d e JUAN SETARO. 8 a A ven ida entre 15 y 16 Stret. YBOR OI'J:'Y. Sa achiert e a l pblico que est a casa elabora el pan con harinas d e primera calidad. R e "parto a domicilio, Carlos Toro. Gran A lm<1cn de LozR, Qui ncalla, Cristaler:1 y artculos domsticos. Precios los ms bajos en la Ciudad. 1326 7. o;S Ave. T el t n n o 834. LA PALOMA. -SALOON Y RESTAURANT de Mariano Rodrguez. E s este uno de los mas bellos, frescos y 11ejor atendidos de Ybor. Todo s e encuentra .,,ll: comida lente, Licores genuinamente dos; e legantes, cuartos sobre todo Mariano que como "La Paloma" no tiene hiel y e ncanta con ;u afable trato ... .... ... .. ... ... ... ... .... .... ... GENTQAL SALOON 7a. Ave. y 14 St. S e sienta V all tomar alguno de sus excelentes Licores, de sus inme jorables Vinos de sus exqui,i t o > Refrescos, y oyendo a excelsos nrtista8, y a las rie hranle<; voces ele su explndido piano, ;e cree trasporta rdo a eternas regione, El :::aloon se llama CENTRAL" pero debiera llamarse 'Demoeracia." . ... ... ... ... ... Hidroterapi c o y Restaurant Vegetariano fl p e M. G. Arguelles. 15th Ave. and 17t h St. Ybor City, Fla. En esta modernsima cns t s e tra t:m l o las los e nfur a t e con xit l ud nirablc nor el sistema Kuh'le. El Restnut : ll>l V cgetn rinnn s tisfn ,cc el !-(lHfo) ok toJils }os q u e nccts tRn comer sin u s t r d e In ca r ne Tan>\Ji t hay b:t os y du pttn, fras y c .diente>. Uonsultas de 1 0 a 12 y" de 6 a 8 p. m ... .. ... Compre su hogar pagdolo con el mismo dinero que g ast

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