Conexão Subterrânea

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Conexão Subterrânea

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Title:
Conexão Subterrânea
Series Title:
Conexão Subterrânea
Creator:
Redespeleo (Brazil)
Publisher:
Redespeleo (Brazil)
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )
Location:
Brazil

Notes

General Note:
Nesta edição você saberá mais sobre os seguintes assuntos: - Atividade de campo no Vale do Ribeira - Curso Espeleoresgate SSF 2012 - Cecav lança Informativo e livro sobre o "Plano de Ação Para a Conservação do Patrimônio Espeleológico nas Áreas Cársticas da Bacia do Rio São Francisco" - Palestra sobre bio-espeleologia será realizada no PETAR no dia 14 de Julho - Realizado Workshop de Espeleometria em Belo Horizonte - Lançamento do livro "Peter Wilhelm Lund - O naturalista que revelou ao mundo a pré-história brasileira" - Atuação conjunta do MPMG e MPF impede danos a cavernas - Workshop: Fundamentos para legislação espeleológicas - Espeleólogos descobrem novas rachaduras em cavernas de Montes Claros depois dos tremores - Lançamento do livro "O Ser Humano e a Paisagem Cárstica" - TCU quer paralisar ferrovia de R$ 2,4 bi na Bahia - Presidenta Dilma Rousseff assina decreto criando o Parque de Conservação Nacional Furna Feia - Comunidade rural quer preserva recanto turístico - Exposição de fotos na Estação Ana Rosa do Metrô mostra cerrado e cavernas de Minas - Morre Georges Agniel, um dos descobridores da gruta de Lascaux - Gravura de genitália pode ser o desenho mais antigo conhecido - Estudo: cães podem ter feito homem moderno superar Neandertal - Outra expedição espeleológica ao sistema de cavernas México - Morre mais um mergulhador na França - Simpósio internacional sobre a Importância dos Morcegos como Bioindicadores em Cuba - Espeleo Postal - Espaço Cartoon
Restriction:
Open Access
Original Version:
No. 98 (2012)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-01157 ( USFLDC DOI )
k26.1157 ( USFLDC Handle )
12548 ( karstportal - original NodeID )
1981-1594 ( ISSN )

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2 09/09 Domingo: avaliaes individuais e encerramento. Os valores de inscrio obedecem a desconto progressivo conforme descrito abaixo: inscries at 15/07: R$ 430,00 inscries de 16/07 at 12/08: R$ 455,00 inscries a partir de 13/08: R$ 490,00 Parcelamento em at 3 vezes para inscries at 27/06, e em at 2 vezes para inscries at 27/07. As vagas so limitadas a 50 participantes. Para mais informaes sobre inscrio, hospeda gem, transporte e outros assuntos, contate-nos atravs do email: espeleoresgate2012@gmail.com Cecav lana Informativo e livro sobre o Plano de Ao Para a Conservao do Patrimnio Espeleolgico nas reas Crsticas da Bacia do Rio So Francisco No dia 18 de maio, com o intuito de melhorar a comuni cao com todos os integrantes do Grupo Assessor do PAN Cavernas do So Francisco (antigo GECOM), o CECAV lanou o Informativo n 1/2012 sobre o Plano de Ao Para a Conservao do Patrimnio Espeleolgico nas re as Crsticas da Bacia do Rio So Francisco, que apresenta a sntese das atividades desenvolvidas pela equipe do CE CAV desde a realizao da Oficina Final de Elaborao do Plano de Ao. Este primeiro informativo pode ser baixado pelo link: http://xa.yimg.com/kq/groups/15415738/784501510/name/informe1_ maio2012_PAN20Cavernas20S80A0A2C3A3o20Francisco.pdf Nesse informativo o CECAV comunica a concluso da l tima etapa do processo de elaborao do Plano de Ao Para a Conservao do Patrimnio Espeleolgico nas re as Crsticas da Bacia do Rio So Francisco PAN Cavernas do So Francisco, que resultou na publicao de um livro de 143 pginas, que pode ser baixado tambm em forma to pdf em: http://xa.yimg.com/kq/groups/15415738/1678384651/name/livro_pan_cav ernas_SF.pdf Atividade de campo no Vale do Ribeira Por Marcos Silverio Grupo Bambu Os alunos da disciplina Geologia de Terrenos Crsticos do Instituto de Geocincias da USP visitaram o Vale do Ribei ra, na regio Sul de So Paulo, nos dias 19, 20 e 21 de maio sob orientao dos professores Ivo Karmann e Francisco Willian da Cruz Jr (Chico Bill) e com o apoio do doutorando Valdir Novelo, com o objetivo de observar as caractersti cas do relevo crstico da regio. As observaes e anlises das estruturas geolgicas e das caractersticas litolgicas e hidrolgicas que influenciam e condicionam o desenvolvimento de condutos crsticos e as formas de relevo associadas e a investigao dos dep sitos sedimentares e das feies morfolgicas da regio do Vale do Rio Betari e da Serra do Andr Lopes aguaram a curiosidade dos estudantes. Foram visitadas as ressurgncias do sistema Areias e Crre go Seco e as Cavernas de Santana, Morro Preto e Couto na Regio do Vale do Betari na cidade de Iporanga, e a Gruta da Tapagem (Caverna do Diabo) na Serra do Andr Lopes no municpio de Eldorado. Esta atividade refora a importncia das observaes em campo como parte indispensvel para o estudo do carste e para a compreenso de sua dinmica e evoluo. Curso Espeleoresgate SSF 2012 Por Espeleo Grupo de Braslia O Espeleo Grupo de Braslia (EGB), em conjunto com a Fe derao Francesa de Espeleologia (FFS) e o Espeleo Socor ro Francs (SSF) siglas em francs, esto organizando um curso de espeleoresgate voltado ao pblico brasileiro. O curso ser focado nas particularidades das nossas caver nas, alm da apresentao de tcnicas prprias de resga tes em cavernas desenvolvidos na Europa. Os instrutores so espelelogos franceses que possuem amplo conheci mento das tcnicas, da dificuldade do ambiente cavern cola e caractersticas do carste brasileiro, tendo participa do de diversas expedies em Minas, Bahia e Gois. O curso ser realizado no perodo de 01 a 09 de setembro, no Parque Estadual de Terra Ronca (PETeR), no municpio de So Domingos/GO, e seguir o cronograma abaixo: 01/09 Sbado: Recepo dos participantes e apresenta o do curso incio curso de 02 a 07/09 (sexta-feira, feriado da independncia): M dulo terico e prtico. 08/09 Sbado: simulado final. Capa do livro Foto: Marcos Silvrio Pata do Elefante Caverna de Santana Ncleo Santana Iporanga SP Divulgao

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3 Realizado Workshop de Espeleometria em Belo Horizonte Por Leda Zogbi Meandros Espeleo Clube Conforme anunciado no Conexo Subterrnea n97, o Workshop Espeleometria Mtodos, Definies e Limites, foi realizado nos dias 23 e 24 de maio, em Belo Horizonte, com organizao do Instituto do Carste e em colaborao com o CECAV/ICMBIO e IBAMA. O interesse gerado pelo evento foi grande. Estiveram presentes cerca de 100 participantes, representantes dos diversos ncleos envolvidos no licenciamento ambiental de cavernas, tais como: consultores ambientais, representantes de rgos governamentais e de mineradoras, estudantes e alguns espelelogos. Os dois dias do evento foram organizados de maneira a intercalar apresentaes de grandes temas, seguidas de debates. Os temas tratados foram os seguintes: Ponto zero das cavidades e diferenciao entre abrigos e cavidades; Limite dimensional para cavidades; Metodologia de mapeamento e clculos espeleomtricos; Atributos Dimenses Notveis. As apresentaes trouxeram importantes ideias e inovaes tecnolgicas. Os debates sobre cada tema foram muito ricos e todos tiveram a oportunidade de manifestar as suas opinies, de maneira democrtica, dentro do tempo disponvel. Os organizadores do evento gravaram e transcreveram tudo o que foi falado, e se comprometeram a produzir e disponibilizar um documento contendo os diversos aspectos discutidos, com a finalidade de fornecer subsdios para a discusso sobre o aprimoramento da Instruo Normativa no 2, que regulamenta o decreto 6.640/2008, que ocorrer no final de junho. Seria importante que outros eventos como este sejam organizados para ampliar a discusso e subsidiar os trabalhos que sero realizados pelo Comit que ir rediscutir a Instruo Normativa. Palestra sobre bio-espeleologia ser realizada no PETAR no dia 14 de Julho Dando continuidade ao projeto que pretende comparar padres de biodiversidade e as ameaas a habitats sub terrneos de um sistema subterrneo temperado com outro tropical por meio de uma metodologia padroni zada de coleta de dados (veja artigo completo no Co nexo n.96, pg. 2), ser realizada no prximo ms de julho a primeira etapa de campo no Brasil. A equipe j realizou as primeiras coletas no sistema Postoja-Planina, em fevereiro deste ano. Pesquisadores do Laboratrio de Ecologia Subterrnea da Universidade Federal de Lavras (UFLA), em conjun to com o Centro Universitrio de Lavras (UNILAVRAS), coordenados pelo Dr. Rodrigo Lopes Ferreira (UFLA), alm de pesquisadores da Universidade de Ljubljana, na Eslovnia, coordenados pelo Dr. Boris Sket uma das mais importantes referncias em biologia subterrnea mundial na atualidade realizaro suas pesquisas nas cavernas do Sistema Areias, que se encontra no Parque Estadual Turstico do Alto Ribeira, PETAR, municpio de Iporanga, sul do Estado de So Paulo. O sistema Areias foi escolhido em funo de representar a maior riqueza de espcies troglbias do Brasil, atualmente. Neste contexto, e com o intuito de transmitir a todos os interessados um panorama geral da bioespeleologia na Eslovnia e no Brasil, no prximo dia 14 de julho, s 20h, ser realizada uma palestra no novo Centro de Visitan tes do ncleo Santana, com a participao dos Doutores Boris Sket e Rodrigo Lopes Ferreira, que elucidaro seu interessante trabalho e mostraro fotos da fauna sub terrnea da Eslovnia e do Brasil. O evento conta com o apoio do Parque Estadual Tursti co do Alto Ribeira (PETAR) e da Redespeleo Brasil. Entrada Gratuita. Divulgao Foto: Leda Zogbi Boris Sket Workshop de espeleometria

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4 Lanamento do livro Peter Wilhelm Lund O naturalista que revelou ao mundo a pr-histria brasileira Foi lanado no ms de maio, em Belo Horizonte, o livro Peter Wilhelm Lund O naturalista que revelou ao mundo a pr-histria brasileira, de autoria de Ana Paula Almeida Marchesotti. O livro resultado da dissertao de mestra do defendida pela autora, no programa de ps-graduao em Histria da UFMG. A autora escreveu uma biografia cientfica do cientista dinamarqus que, nas palavras dela desbravou as cavernas mineiras no sculo 19, inaugurou testes e cincias no Brasil e viveu intensamente em Lagoa Santa at a sua morte. Atravs da escrita envolvente, o lei tor ficar por dentro de toda a trajetria brilhante e cheia de aventuras de Peter Lund. O livro foi publicado pela Edi tora E-Papers e pode ser adquirido atravs do link : http://www.e-papers.com.br/produtos.asp?codigo_produto=2214 Atuao conjunta do MPMG e MPF impede danos a cavernas Minas Gerais detm 36,6% do patrimnio espeleolgico nacional conhecido, mas os rgos ambientais do Estado no possuem profissionais habilitados para avaliar impac tos na rea. Aes Cautelares propostas conjuntamente pelo Minis trio Pblico de Minas Gerais (MPMG) e pelo Ministrio Pblico Federal (MPF) impediram, no final de maio, a auto rizao de atividades minerrias no entorno de cavidades naturais subterrneas situadas em Itabirito e em Concei o do Mato Dentro. No Municpio de Itabirito, a empresa Gerdau pretendia re duzir de 250 metros para 48 metros o raio de proteo da cavidade VL 43, com o objetivo de implantar uma pilha de estril. J em Conceio do Mato Dentro, a empresa Anglo Ferrous pretendia reduzir de 250 metros para 100 metros o raio de proteo da cavidade CAI 03, com a finalidade de implantar uma correia transportadora de minrio de ferro. Esta ltima cavidade tem 396 m 2 possui rara beleza, en quadrada como de alta relevncia e est situada em rea coberta por floresta tropical de interior (Mata Atlntica) e de ocorrncia do lobo-guar e do gato-do-mato-peque no, espcies consideradas em extino pela legislao vi gente. As liminares foram concedidas pelo juiz da 20 Vara Fe deral de Belo Horizonte, Lincoln Pinheiro Costa, que en tendeu ser aplicvel aos casos o princpio da precauo, segundo o qual, em havendo dvidas, deve ser protegido o meio ambiente em todos os seus aspectos, inclusive o histrico e cultural. Em ambos os casos o Instituto Brasilei ro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renovveis (Ibama) foi chamado para analisar os impactos ao patrim nio espeleolgico. Segundo o que foi defendido pelos autores das aes, como as cavidades naturais subterrneas so conside radas bens da Unio, qualquer interveno em tais bens ou em sua rea de influncia, por fora do princpio da indisponibilidade do interesse pblico e da autogesto dos bens pblicos, demanda prvia anuncia dos rgos federais incumbidos de tutel-los. Alm disso, em razo de interpretaes equivocadas dos rgos ambientais, o rele vante patrimnio espeleolgico nacional est na iminn cia de sofrer intervenes gravosas sem a manifestao dos rgos especializados da Unio que detm a expertise necessria para avaliar os impactos ao patrimnio espele olgico, uma vez que atuam na rea h mais de duas dca das e possuem corpo tcnico qualificado para tanto. Os rgos licenciadores de Minas Gerais no contam com profissionais habilitados nas reas de espeleologia, ar queologia ou paleontologia, e nunca trabalharam com a temtica. Em consequncia disso, a atuao dos rgos do Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema) restringe-se atualmente a validar estudos apresentados pelos prprios empreendedores em atividade meramente cartorria e burocrtica. Ainda segundo os autores da ao, o entendimento de que bens ambientais e culturais, constitucionalmente pro tegidos e de domnio da Unio, podem sofrer intervenes danosas ou serem destrudos sem qualquer manifestao de rgos federais, ofende o bom senso jurdico e coloca o patrimnio espeleolgico como o bem federal mais in significante e desprotegido pelo ordenamento normativo brasileiro. Em relao aos demais bens, inclusive as faixas de domnio das rodovias federais, exige-se a manifesta o/anuncia dos rgos federais. As aes foram assinadas pela procuradora da Repblica Mirian Moreira Lima e pelos promotores de Justia Marcos Paulo de Souza Miranda, Francisco Chaves Generoso e Car los Eduardo Ferreira Pinto. Fonte: www.mp.mg.gov.br/portal/public/noticia/index/id/35826/ Divulgao Foto: Rafael Camargo Caverna em Conceio de Mato Dentro

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5 Workshop : Fundamentos para legislao espeleolgicas A Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE) convida todos para o Workshop Fundamentos para Legislao Espeleo lgicas, dia 30 de junho a partir das 14 horas em sua sede nacional, no Parque Taquaral, na cidade de Campinas, SP. O objetivo ampliar o debate sobre os fundamentos que deveriam nortear a legislao espeleolgica, sempre com apresentao de especialistas com diferentes vises sobre o tema, seguidas de debate. APRESENTAES Fundamentos biolgicos para conservao de cavernas, por Eleonora Trajano. Fundamentos fsicos para legislao espeleolgica a confirmar Estratgias para conservao de cavernas, por Clayton Ferreira Lino. Este primeiro de dois eventos com o mesmo tema. O pr ximo ser realizado em Belo Horizonte MG no dia 21 de julho, ampliando a participao dos interessados. Os eventos so gratuitos e no h necessidade de inscri o, basta comparecer para saber mais e dar sua opinio. Com o avanar das discusses a SBE pretende organizar novos eventos para debater temas mais especficos e a participao de todos os interessados de extrema im portncia para a formulao de propostas crticas, funda mentadas e construtivas, batalhando por uma legislao e poltica pblica que realmente incentivem a conservao do patrimnio brasileiro. Participem! Apoio: Cooperao Tcnica SBE VC RBMA Informaes: www.cavernas.org.br/espeleolegis.asp Espelelogos descobrem novas rachaduras em cavernas de Montes Claros depois dos tremores Espelelogos descobriram novas rachaduras em cavernas no municpio de Montes Claros. Blocos de rocha teriam se soltado depois dos tremores registrados na cidade. Para avaliar as possveis causas e a intensidade dos abalos, oito sismgrafos comearam a ser instalados. Trs equipamentos esto sendo montados por uma equi pe da Universidade de So Paulo e ficaro por tempo in determinado na cidade. A ateno dos especialistas e en genheiros foi despertada aps os consecutivos tremores de terra. A regio, que at os ltimos abalos no possua nenhum sismgrafo, agora conta com oito aparelhos. Cin co sero disponibilizados pela Universidade de Braslia. O primeiro deles, instalado em uma rea isolada na re gio sul da cidade, vai exigir um levantamento contnuo de dados no local. O sistema permite uma transmisso de dados via satlite, que possibilita o acesso informao no momento em que o tremor acontece. Mas, segundo o engenheiro da USP, Luiz Gargalho, no possvel prever qualquer tipo de abalo ssmico. Na regio noroeste da cidade, uma equipe de espelelo gos estuda as consequncias dos abalos no conjunto de cavernas da regio. A MG InterTV mostrou algumas forma es que foram danificadas na gruta Lapa Dgua, dentro do Parque Estadual da Lapa Grande. Algumas colunas, estalagmites e fragmentos de rocha se desprenderam do teto. O governo do Estado confirmou que est em andamento a compra dos equipamentos para a estao sismolgica, que ser montada na Unimontes. A previso que ela co mece a funcionar ainda neste ano. Tambm foi anunciada uma parceria com um instituto japons para orientar a populao sobre os cuidados em caso de tremores. Neste caso, o trabalho no tem data para ser realizado. No dia 28 de maio, s 12:28h, foi registrado o sexto tremor de terra na cidade de Montes Claros. Segundo dados do Observatrio Sismolgico de Braslia esse tremor atingiu 2,1 graus na escala Richter. Fonte: http://in360.globo.com/mg/noticias.php?id=18078# Lanamento do livro O Ser Humano e a Paisagem Crstica Um dos resultados da cooperao tcnica estabelecida entre a Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE), Vo torantim Cimentos e IAReserva da Biosfera da Mata Atlntica, no ano passado, um belo livro, colorido, rica mente ilustrado com fotos representativas das cavernas brasileiras, tiradas por uma extensa lista de espeleo-fo tgrafos, com a coordenao conjunta de Heros Lobo e o prof. Dr. Luiz Panisset Travassos, e projeto grfico de Samuel Ribeiro Jr. o livro, intitulado O Ser Humano e a Paisagem Crstica, foi lanado durante a programao da Rio +20, na cidade do Rio de Janeiro, no Pavilho do Governo do Rio, Parque dos Atletas (onde foi o Rock in Rio), no dia 16 de junho. A foto aqui apresentada uma das ganhadoras de um concurso fotogrfico promovido pela SBE, e ir ilustrar a capa do livro. Foto: Humberto M. de Paula Lapa de So Vicente, So Domingos-GO

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6 TCU quer paralisar ferrovia de R$ 2,4 bi na Bahia Uma obra de R$ 2,4 bilhes para a construo de uma fer rovia na Bahia est prestes a ser paralisada devido a pro blemas com o licenciamento ambiental. A Ferrovia Oeste Leste (Fiol), ligando o oeste do Estado a um porto no sul, crucial para viabilizar a explorao de uma grande mina de minrio de ferro em Caetit (BA), com capacidade de produo de 20 milhes de toneladas por ano. A mina pertence ao grupo ENRC, que tem origem no Cazaquisto. O problema principal est justamente no porto. O governo da Bahia e a ENRC, responsveis pela obra, ainda no con seguiram a licena ambiental. Por causa disso, o ministro Andr Luiz de Carvalho prepa rou parecer pedindo a paralisao das obras no trecho en tre Caetit e Ilhus. Segundo o ministro, a obra no pode continuar at que os problemas ambientais no porto e tambm numa regio de cavernas sejam solucionados, sob risco de dano ao errio. Fonte: www1.folha.uol.com.br/mercado/1088719-tcu-quer-paralisar-ferrovia-de-r24-bi-na-bahia.shtml Presidenta Dilma Rousse assina decreto criando o Parque de Conservao Nacional Furna Feia Na cerimnia de comemorao ao Dia do Meio Ambiente, celebrado no dia 05 de Junho, a presidente Dilma Rousseff anunciou um pacote de medidas para a rea ambiental, que inclui a criao e a ampliao de unidades de conser vao e a homologao de reas indgenas. Entre as medi das foi criado o Parque Nacional Furna Feia, situado entre os municpios de Mossor e Barana. As novas unidades de conservao tm o objetivo de pre servar os ecossistemas na rea, como a Caatinga e as cavi dades naturais subterrneas. O Parque Nacional de Furna Feia est entre as primeiras unidades de conservao cria das pela presidente Dilma em sua gesto. No Rio Grande do Norte, h mais de 30 anos, nenhuma unidade federal havia sido projetada. O gerente de Gesto Ambiental, Mairton Frana, destaca que uma vez criado o Parque ser elaborado um plano de manejo, com a formao de um conselho gestor, que dire cionar as aes executadas no Parque Furna Feia. Segun do ele, a partir de ento sero discutidas as necessidades de estruturao, e de como o Parque ser utilizado, levan do em considerao pontos como a incluso dos nativos dessas regies nas atividades que sero promovidas. O stio espeleolgico da Furna Feia uma regio de caver nas que abriga o maior complexo de cavernas do Estado. Furna Feia situada em uma rea de mais de 10 mil hecta res, sendo 50% de sua rea situada em Mossor, e os 50% restantes em Barana. At o momento, mais de 200 cavidades foram encontradas no espao. No stio espeleolgico tambm foram detecta das cerca de 105 espcies de plantas, com destaque para a Aroeira do Serto, rvore tpica da caatinga, que est em extino, e 135 espcies de animais, vrias nas listas oficiais da fauna em extino. No local, h tambm duas espcies de plantas Pau-Branco. Cerca de 40% da rea para a instalao do Parque fazem parte da reserva legal do Projeto de Assentamento Rural Maisa, que tem 4.043 hectares, e um dos maiores e mais importantes remanescentes da caatinga do Estado, com fauna e flora ainda bem preservadas e bastante represen tativas. Levantamentos apresentados pelo Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade (ICMBio) sinalizam uma grande biodiversidade, sendo 22 espcies endmicas da caatinga, 23 espcies de mamferos e 11 espcies de rp teis. Fonte: www.omossoroense.com.br/cotidiano/19851-presidenta-dilma-rousse-assi na-decreto-criando-o-parque-de-conservacao-nacional-furna-feia Divulgao Divulgao Furna Feia

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7 Comunidade rural quer preservar recanto turstico Os moradores do Assentamento Umarizeiras, uma comu nidade situada na localidade de So Joo dos Guerra, mu nicpio de Madalena, a 221 km de Fortaleza, Cear, esto preocupados com a preservao da Casa de Pedra, um conjunto de cavernas situadas na rea rural concedida pelo Instituto Nacional de Colonizao e Reforma Agrria (Incra) s famlias de lavradores ali residentes. O lugar, con siderado por muitos a principal atrao turstica do Muni cpio, mesmo distante das principais rodovias da regio, est atraindo cada vez mais visitantes, na maioria, jovens. Mas quando saem deixam rastros de sujeira e marcas no patrimnio natural, ainda pouco conhecido. Uma das principais preocupaes com a pichao das rochas. Das declaraes de amor a propagandas polticas, as manchas do descaso com a natureza esto se multipli cando nas paredes de pedra. Tem at mensagens religio sas. Alguns comearam a levar alguns pedaos de minerais como lembrana. Em troca, costumam deixar lixo espalha do. Para dificultar ainda mais a preservao, as correntes de ar arrastam sacos plsticos e at as garrafas pet para locais de difcil acesso. A presidente da Associao Comunitria dos Produtores de So Jos dos Guerra, professora Jovina Oliveira Celes tino, considera o turismo ecolgico muito importante. A Casa de Pedra um dos lugares ideais para esse tipo de atividade. Mas deve ser realizada com responsabilidade. Os visitantes so bem-vindos, mas preciso organizar, orientar e conscientizar quem parte de longe para conhe cer o lugar, os seus mistrios e manter um inesquecvel contato com a natureza. Por isso, a Associao pretende cercar todo o entorno das cavernas e coordenar as visitas. Os grupos sero acompanhados de guias da comunidade. A ao conta com a parceria do Centro Cultural de Arte Popular e Apoio ao Desenvolvimento Educacional e Social (CCAP Brasil), uma Organizao No Governamental (ONG) fundada h quase 20 anos na vila de So Jos da Macoaca, tambm em Madalena. Para a presidente da CCAP Brasil, a psicloga Clia Leite, o incremento proposto viabilizar o lazer de qualidade, a interao com outras comunidades e tambm a gerao de renda para os moradores da cir cunvizinhana do parque geogrfico. O lugar tambm ideal para a realizao de pesquisas de campo, cientficas e histricas. Quem nasceu e vive no lugar estima uma rea superior a 7 km de extenso de labirintos rochosos formados ao longo de milhares de anos. Mas ningum sabe ao certo quantas cavernas existem naquele espao geogrfico. Certos mes mo apenas os sales da Princesa, dos Namorados do Boi e de Nossa Senhora. No bastassem todas essas riquezas, algumas inscries rupestres j foram encontra das nas galerias naturais de So Joo dos Guerra, garante o acadmico de Histria Valquimar de Oliveira. Falta, porm, o interesse de especialistas em aprofundar as pesquisas. Por enquanto apenas curiosos tm explorado as escultu ras naturais. Na dcada de 50 aconteceu uma fatalidade ao lado do parque santo. No mesmo espao havia uma caieira em plena atividade. Certo dia um trabalhador caiu dentro do forno. Era o jovem Miguel. Ele havia trocado a escola pela caieira para ajudar no sustento da famlia. Com o passar dos anos, os mais religiosos comearam a pedir milagres no local onde o jovem deu seu ltimo suspiro. Para mui tos ele foi sepultado ali, onde est cravada a maior cruz, ao lado da caieira. As preces comearam a ser atendidas e a crena no operrio santificado pelo povo se fortaleceu e se espalhou. A cada dia aumenta o nmero de peregrinos, e parte deles so estudantes em busca de sucesso nos estudos. Essas manifestaes levaram a comunidade a tomar mais uma deciso. Os moradores, juntamente com a Organizao No Governamental (ONG) Centro Cultural de Arte Popular e Apoio ao Desenvolvimento Educacional e Social (CCAP) Brasil, pretendem erguer naquele local a capela de So Mi guel Arcanjo, e transform-lo em um espao ecumnico e de meditao. Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1144411 Exposio de fotos na Estao Ana Rosa do Metr mostra cerrado e cavernas de Minas A populao de So Paulo pode ver durante este ms de Junho, na Estao Ana Rosa do Metr, uma exposio com fotos inditas do Parque Grande Serto Veredas e das Ca vernas do Peruau, Minas Gerais. As imagens so dos fotgrafos Bento Via na e Eduardo Aigner, que participaram de expedies do WWF -Brasil. A mostra, inaugurada dia 04 de junho, faz parte da 7 Semana Metr Meio Ambiente. A proposta mostrar os valores e as belezas do Cer rado. Os parques nacionais Grande Serto Veredas e Cavernas do Peruau somam quase 300 mil hectares de Cerrado e fazem parte do Mosaico de Unidades de Conservao Ser to Veredas-Peruau. Fonte: http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/noticias/0,,OI5814318EI10411,00-Exposicao+de+fotos+na+Estacao+Ana+Rosa+mostra+Cerrado +em+MG.html Foto: Alex Pimentel Casa de Pedra: salo da princesa prateada, um dos pontos msticos do lugar Foto de Bento Viana e Eduardo Aigner

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8 Morre Georges Agniel, um dos descobridores da gruta de Lascaux Georges Agniel, 88 anos, um dos desco bridores da famosa gruta pr-histrica de Lascaux, na cidade de Montignac, no sul do pas, faleceu no dia 03 de maio, em Nogent Sur Marne, no subr bio de Paris. O motivo da sua morte no foi divulgado. Georges Agniel fez a famosa descoberta em 12 de setem bro de 1940, na companhia de trs amigos: Marcel Ravidat, Jacques Marsal e Simon Coencas. A gruta est situada nas colinas da cidade de Montignac, em Dordogne. Trata-se de um dos mais importantes stios arqueolgicos da era paleoltica (3,5 milhes de anos a 10.000 a.C). Ela tambm chamada de Versalhes da pr-histria. Em setembro de 2010, na ocasio do 70 aniversrio da descoberta, Agniel fez uma descrio do local em uma entrevista imprensa francesa. Tudo aconteceu por acaso, quando o cachorro de um dos quatro garotos perseguia um coelho que acabou se escondendo em um buraco, que dava acesso gruta. Descemos com nossa lmpada a leo e avanamos. No havia nenhum obstculo. Atraves samos uma sala e, quando chegando ao final, vimos que havia uma monte de desenhos na parede. A descoberta foi mantida em segredo durante alguns me ses. No dia 12 de setembro, os trs estudantes decidiram ento contar tudo ao professor, Leon Laval, que foi con ferir com seus prprios olhos a relquia. Cinco dias depois, o local recebeu a visita do especialista Henri Breuil, que durante dcadas organizou expedies para catalogar as pinturas. O local foi tombado pelo Patrimnio Histrico no fim dos anos 40. Fechada ao pblico desde 1963, depois da apario de algas verdes, a gruta de Lascaux conhecida pelas suas pinturas e gravuras, que datam aproximadamente de 17 mil anos. Fonte: www.portugues.r.fr/cultura/20120503-morre-georges-agniel-um-dos-desco bridores-da-gruta-de-lascaux Gravura de genitlia pode ser o desenho mais antigo conhecido Desde que foram descobertos em 1994, os desenhos ru pestres da caverna Chauvet, na Frana, foram indicados como os mais antigos conhecidos. No incio de maio, um estudo reforou essa teoria. No ltimo dia 15 de maio, uma nova pesquisa publicada na revista cientfica PNAS indicou que existem outros registros to antigos quanto ou ainda mais velhos. As informaes so do site da revista Science. Segundo Randall White, da Universidade de Nova York, um desenho descoberto na caverna de Abri Castanet (tambm na Frana) tem entre 36 mil e 37 mil anos, o que a coloca no mnimo na mesma poca dos elaborados ani mais de Chauvet. Curiosamente, o arquelogo e sua equi pe afirmam que a estranha gravura seria a representao de uma vulva. A equipe pesquisava desenhos da caverna quando, sem querer, quebrou uma das pedras. Contudo, o erro revelou outra rea. White mandou amostras da gravura para a Uni versidade de Oxford, que fez o trabalho de dat-la. Harold Dibble, arquelogo da Universidade da Pensilvnia ouvido pela Science, disse que a descoberta bem clara, j que a representao foi gravada na pedra, ou seja, ela no pode ser nem mais nova que a pedra que foi quebrada, nem mais velha que aquela na qual ela foi esculpida. Sobre se a gravura seria de uma genitlia, Dibble diz: quem realmente sabe (o que representa)? (...) Talvez ela nos conte mais sobre como as pessoas as interpretam (do que os artistas realmente queriam mostrar). O arquelogo lembra que a imagem vista repetida em outras cavernas, o que indica que era uma espcie de iconografia com partilhada que talvez marque um determinado grupo ou tribo. Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5775261-EI8147,00-Gravura+ de+genitalia+pode+ser+o+desenho+mais+antigo+conhecido.html Divulgao Segundo pesquisadores, imagem seria reproduo de vagina Georges Agniel Divulgao Georges Agniel com os outros descobridores de Lascaux Divulgao

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9 Estudo: ces podem ter feito homem moderno superar Neandertal Por mais de 32 mil anos, os ces tm sido fiis companhei ros do ser humano, vivendo, comendo e respirando en quanto ele passava de morador das cavernas a construtor de cidades.Nesse tempo, o planeta perdeu nossos primos mais prximos e, muitos acreditam, nosso maior competi dor, o Neandertal, que havia ocupado o territrio que hoje a Europa por 250 mil anos. Agora, um antroplogo sugere que estes dois fatos pos sam estar relacionados, e foi a amizade prxima entre se res humanos e companheiros caninos que pesou a favor do homem moderno. O pesquisador Pat Shipman afirma que as vantagens de um co domesticado foram to fundamentais para a evo luo do homem que o fez derrotar as espcies primatas competidoras.Shipman analisou os resultados de escava es de ossos fossilizados de candeos da Europa, do tem po quando humanos e Neandertais se sobrepuseram. A pesquisa, primeiramente, estabeleceu um quadro para as relaes do melhor amigo do homem. Ela constatou que humanos primitivos acrescentavam dentes caninos a joias, o que demostra como os animais eram venerados. Alm disso, eles raramente eram representados nas ima gens das cavernas o que indica que os ces eram tratados com uma reverncia maior do que a dispensada aos ani mais caados. As vantagens que os ces deram ao homem primitivo fo ram enormes os prprios animais eram maiores do que os cachorros modernos, sendo pelo menos do tamanho de um pastor alemo.Em razo disso, eles poderiam ser usados como animais de carga, levando carcaas de ani mais e suprimentos de um lugar ao outro, deixando que os humanos reservassem suas energias para a caa.Em troca, os animais ganhavam calor, comida e companhia, ou, como Shipman descreve, um crculo virtuoso de co operao. Os ces tambm podem ter tido influncia em como os seres humanos se comunicam. Cachorros e humanos so os nicos animais que tm grandes brancos nos olhos, e que seguem o olhar de outra pessoa. Essa caracterstica no foi encontrada em outras espcies, o que pode signi ficar que, com a evoluo da relao homem-co, ambos teriam aprendido a usar pistas no verbais com mais fre quncia. Assim, cachorros se tornaram uma das primeiras ferra mentas que a humanidade comeou a usar, e a relao se desenvolveu de ambos os lados, se tornando muito arrai gada em nossa psique. E, antigamente, quando qualquer vantagem era necess ria para sobreviver, o Neandertal pode, simplesmente, ter sido incapaz de lidar com as novas espcies que se mo viam rapidamente pela Europa. Os cachorros no foram um incidente na nossa evoluo em Homo sapiens eles foram essenciais para ela. Eles so o que nos fizeram hu manos, garante Shipman. Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5775958-EI8147,00-Estudo+c aes+podem+ter+feito+homem+moderno+superar+Neandertal.html No entanto, o estudo s teve incio em 2008, quando o material foi comprado por cientistas chineses e australianos. Outra expedio espeleolgica ao sistema de cavernas Mxico em Cuba A terceira verso da expedio espeleolgica Stimo Continente, ocorreu entre os dias 16 e 20 de maio, dan do continuidade a uma srie de pesquisas subterrneas que se realizaram na Caverna Mxico, o maior sistema de cavernas conhecido at hoje na regio de Camagey, em Cuba. Situada nas elevaes crsticas do norte da plancie costeira de Camagey, a caverna Mxico comeou a ser explorada desde a dcada de 70. No entanto, suas di menses e caractersticas, assim como sua relao com o entorno, motivaram um programa de estudos cient ficos agregando vrias disciplinas, projeto que come ou a ser executado a partir de 2006 com uma srie de expedies multidisciplinares realizadas pelo Grupo de Estudos Espeleolgicos, Geogrficos e Meio Ambiente (GEGEM). O programa, agora em sua sexta verso, realiza pes quisas sobre as guas subterrneas, a vida caverncola, meteorologia, biologia e morfologia crstica. At hoje os estudos permitiram agrupar dados sobre sismologia, variaes climticas e formaes secundrias, invent rio biolgico rpido (rea social, espcies de flora e fau na representativas), resultados do impacto da presena humana na regio, assim como temas de geomorfolo gia e as questes da biodiversidade. Atualmente se sabe que o sistema de cavernas em estu do possui cerca de vinte cavernas ligadas ou no entre si, em uma rea de cerca de quatro mil metros quadra dos, em diferentes nveis. Sua extenso original e as variaes climticas inter -relacionadas com o exterior, onde fauna e flora vivem em equilbrio instvel devido presena humana, em alguns casos tem causado danos irreversveis ao interior das cavernas. Com estas expedies, a espeleologia camageyana se junta Jornada do dia Mundial do Meio Ambiente como parte do trabalho da sociedade para garantir a vida no planeta. Fonte: www.adelante.cu/index.php/noticias/de-camagueey/1226-otraexpedicion-espeleologica-al-sistema-cavernario-mexico.html Divulgao Espelelogos durante explorao de Picacho

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10 Espeleo Postal Nessa seo colocaremos as opinies dos nossos leitores. Portanto, mande sua sugesto, crtica e/ou opinio atravs do e-mail conexo@redespeleo.org Antonio J. Dourado Rocha escreveu sobre o Conexo Subterrnea n.97: A Redespeleo Brasil disponibiliza um boletim com contedo diversificado e atual, que possui cuida dosa apresentao. Recentemente tivemos oportunidade de conviver durante alguns dias com integrantes do Grupo Meandros, que trabalham com determinao, companheirismo e alegria, buscando ampliar e divul gar conhecimentos sobre a nossa rica espeleologia. Acredito que os editores do boletim conseguem transmitir para os leitores, o entusiasmo envolvido na busca destas metas. Beethoven Pil escreveu sobre o Conexo Subterrnea n.97: Parabns pessoal,a revista est um show. Morre mais um mergulhador na Frana No ltimo dia 24 de Maio, um espeleomergulhador de 53 anos foi encontrado morto na caverna submer sa Font dEstramar, em Salses-le-Chateau, nos Pirineus Orientais (Frana). O experiente espelelogo mergulhou na noite do dia 24 e, logo depois, seu companheiro, ansioso por no v-lo retornar, alertou a emergncia por volta de uma hora da manh. Mergulhadores do Corpo de Bombeiros encon traram a vtima rapidamente, a seis metros de profundi dade. As circunstncias da morte do espelelogo ainda no foram determinadas. Font dEstramar bastante popular entre os especialistas. O ltimo acidente fatal havia ocorrido em 2008. Fonte: www.plongeesout.com/sites/roussilon-pyrenees/pyrenees%20orientales/ font%20estramar%20res.htm Simpsio internacional sobre a Importncia dos Morcegos como Bioindicadores Acontecer em Barcelona, Espanha, durante os dias 5 e 7 de dezembro de 2012, o Simpsio internacional sobre a Importncia dos Morcegos como Bioindicadores. O evento tem como objetivo compilar e integrar os de senvolvimentos atuais sobre morcegos como bioindica dores de alteraes ambientais e abrir novas ideias para o desenvolvimento de sistemas de monitorizao dos morcegos. Com este objetivo em mente, este simpsio reunir especialistas internacionais sobre alteraes cli mticas, bioindicao e biomonitoramento. O Simpsio ir incentivar colaboradores a participar na produo de uma publicao conjunta que vai resumir o estado da arte sobre morcegos e bioindicao e discutir os prs, contras e as perspectivas futuras de programas de monitoramento atuais e projetados. Para apresentao existem categorias de comunicao oral e pster. As mesas-redondas para discusso mais aprofundada dos assuntos sero realizadas ao final de cada sesso. Informaes sobre o evento em: http://es.amiando.com/bats_as_bioindicators_symposium_2012.html Foto: Frank Vasseur

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11 Expediente Comisso Editorial: Karen Perez, Leda Zogbi, Marcos Silvrio, Roberto Cassimiro e Yuri Stvale. Reviso: Karen Perez, Pedro Lobo Martins, Leda Zogbi e Roberto Cassimiro Logotipo e Projeto Grfico: Danilo Leite DFUSE DESIGN, danilo@dfusedesign.com.br Fotografia da Capa: Trilha na Mata Atlntica para a caverna Crrego Seco. Foto de Marcos Silverio. Artigos assinados so de responsabilidade dos autores. Artigos no assinados so de responsabilida de da comisso editorial. A reproduo de artigos aqui contidos depende da autorizao dos autores e deve ser comunicada REDESPELEO BRASIL pelo email: conexao@redespeleo.org. O Conexo Subterrnea pode ser repassado, desde que de forma integral, para outros e-mails ou listas de discusses. Espao Cartoon


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Nesta edio voc
saber mais sobre os seguintes assuntos: Atividade de campo
no Vale do Ribeira Curso Espeleoresgate SSF 2012 Cecav
lana Informativo e livro sobre o "Plano de Ao Para a
Conservao do Patrimnio Espeleolgico nas reas Crsticas da
Bacia do Rio So Francisco" Palestra sobre bio-espeleologia
ser realizada no PETAR no dia 14 de Julho Realizado Workshop
de Espeleometria em Belo Horizonte Lanamento do livro "Peter
Wilhelm Lund O naturalista que revelou ao mundo a
pr-histria brasileira" Atuao conjunta do MPMG e MPF
impede danos a cavernas Workshop: Fundamentos para legislao
espeleolgicas Espelelogos descobrem novas rachaduras em
cavernas de Montes Claros depois dos tremores Lanamento do
livro "O Ser Humano e a Paisagem Crstica" TCU quer paralisar
ferrovia de R$ 2,4 bi na Bahia Presidenta Dilma Rousseff
assina decreto criando o Parque de Conservao Nacional Furna
Feia Comunidade rural quer preserva recanto turstico -
Exposio de fotos na Estao Ana Rosa do Metr mostra cerrado
e cavernas de Minas Morre Georges Agniel, um dos
descobridores da gruta de Lascaux Gravura de genitlia pode
ser o desenho mais antigo conhecido Estudo: ces podem ter
feito homem moderno superar Neandertal Outra expedio
espeleolgica ao sistema de cavernas Mxico Morre mais um
mergulhador na Frana Simpsio internacional sobre a
Importncia dos Morcegos como Bioindicadores em Cuba Espeleo
Postal Espao Cartoon


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