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Conexão Subterrânea

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Title:
Conexão Subterrânea
Series Title:
Conexão Subterrânea
Creator:
Redespeleo (Brazil)
Publisher:
Redespeleo (Brazil)
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )
Location:
Brazil

Notes

General Note:
Nesta edição você saberá mais sobre os seguintes assuntos: - Um labirinto na Serra do Cristal, Bahia - Grupo italiano apresenta projeto de energia eólica para Morro do Chapéu - Expedição para a Serra do Ramalho, setembro de 2011 - Proteção das cavernas do São Francisco - Turismo espeleológico na Lagoa Misteriosa (MS) é divulgado em evento em São Paulo - Câmara dos Deputados analisa Projeto de Lei que transforma as cavernas em APAs - Autorização para visita na Gruta do Lago Azul é renovada até 2012 - Sexo com homens das cavernas garantiu aos humanos salto imunológico - Cristais gigantes crescem à espessura de 1 fio de cabelo por século - Nasa acha caverna em Marte - Jeb Corliss voa em caverna na China - Paredão de pinturas rupestres retrata atividades dos habitantes primitivos do sertão baiano - Homem de Neandertal comia mariscos há 150 mil anos - MPE-MG e SEMAD capacitam policiais militares para combate à mineração ilícita em São Thomé das Letras e região - Fósseis de marsupial marcam descoberta de nova espécie brasileira - Espaço Cartoon
Restriction:
Open Access
Original Version:
No. 91 (2011)
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-01164 ( USFLDC DOI )
k26.1164 ( USFLDC Handle )
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1981-1594 ( ISSN )

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91ISSN 1981-1594 30/09/2011nmero

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91ISSN 1981-1594 30/09/2011nmero2Duas outras entradas uma j cartografada e outra no mencionada no mapa foram ento amarradas topografi camente, e a sequncia ao mapa de 1995 ocorreu a partir de corredores mais distais at o encontro das antigas ba ses topogrficas. Ao final, 1.250 metros foram adicionados representao inicial do sistema Gruta do Cristal (I e II), com a expectativa de pelo menos outros 1.000 metros, j explorados, serem futuramente agregados ao mapa. Isso, sem considerar diversas pequenas passagens promissoras descoberta, talvez, de novas amplas galerias em malha que podero conectar-se a outras cavernas e dolinas loca lizadas ao redor. Do que se conhece at agora, h corredores contnuos com cerca de 250 metros de extenso linear, largura mdia de 7 metros e teto alcanando 15 metros de altura. As sees transversais dessas galerias so invariavelmente triangula res, com projees de horizontes estratigrficos silicifica dos frequentemente conformando pequenas marquises (veja foto da capa). O traado das sees em aspecto de mil folhas o reticulado nas direes 20o, 70o e 310o, e a ausncia praticamente completa de espeleotemas decorrem dos carbonatos base da Formao Caboclo (Grupo Chapada Diamantina), uma associao de litof cies Laminito Algal-Calcarenito-Estromatlito superposta por siltitos. No interior da caverna h vastas sequncias sedimentares bem estratificadas, alcanando cinco me tros de espessura em alguns locais. Estas sequncias de tm uma histria deposicional quaternria diversificada pela sua constituio clstica, incluindo nveis fossilferos e horizontes ricos em gros de carvo que potencializam estudos paleoambientais. O mapa original de 1995 est disponvel nas pginas da CPRM (em veja mais da Estante Virtual) e do Eco-Subter rneo na Internet. Vale a pena conferir! Registramos nosso especial agradecimento ao Centro de Estudos Integrados Geolgicos da CPRM em Morro do Chapu pela acolhida e apoio nesse trabalho.Um labirinto na Serra do Cristal, BahiaPor Mylne Berbert-Born Servio Geolgico do Brasil e Leda Zogbi Meandros Espeleo Clube Um mapa cuidadosamente emoldurado em vidro de cora a parede de vrios estabelecimentos comerciais da pequena e rupestre Morro do Chapu, cidade situada no extremo norte da Chapada Diamantina, estado da Bahia. Trata-se de um desenho que chama a ateno pelos traos retilneos e emaranhados representando o labirinto de ga lerias de uma caverna chamada Gruta do Cristal. O destaque que o mapa ganha nas paredes das casas retrata o orgulho da comunidade em respeito caverna, que no por menos compe a lista dos geosstios de re levncia nacional integrantes do Geoparque Morro do Chapu, recentemente proposto pelo Servio Geolgi co do Brasil-CPRM (http://www.cprm.gov.br/geoecotu rismo/geoparques/morrodochapeu/grutacristal.html). Revelada, descrita e parcialmente topografada em 1995 no mbito de um projeto de cartografia multitemtica da prpria CPRM, a gruta alcanou 2.230 metros de desen volvimento. Desde ento, uma palavra impressa nove ve zes no mapa ainda no havia ganhado a devida ateno: PROSSEGUE. O fato que praticamente todas as amplas galerias retratadas pela topografia inacabada estavam em aberto na direo norte sem meno de estreitamento, alm de diversas interrogaes em estreitamentos que no puderam ser explorados poca. Passados mais de quinze anos da primeira explorao, a Gruta do Cristal emergiu forte da memria em razo do vento. que nas proximidades da caverna sero instaladas grandes torres aerogeradoras que conformaro um par que elico importante, denominado Projeto Cristal (veja artigo na pgina 3 com maiores informaes). Tendo em vista o padro de desenvolvimento da Gruta do Cristal e de outras cavernas prximas, conhecer a extenso precisa daquele labirinto deixou de ser uma curiosidade penden te e passou a uma preocupao com sentido geotcnico. Essa preocupao antecipou no ltimo feriado de 7 de setembro uma expedio envolvendo o Meandros Espelo Clube e tcnicos que participaram do primeiro trabalho na gruta. Apesar da horizontalidade e do trnsito fcil pelas galerias, a explorao do trecho no cartografado consumiu um dia inteiro dentre os trs dias da expedio. Isso porque a caverna, com suas vrias entradas, conformada por uma malha muito densa de ramificaes, que torna a explo rao um entra e sai sistemtico de bifurcaes sequen ciadas. Como complicador, um ambiente absolutamente seco com muito p e guano carregando a atmosfera, mes mo que se caminhe com a mxima delicadeza. Apostando na conexo entre uma galeria cujo desnvel no foi transposto e uma grande entrada ainda no explo rada, a topografia foi iniciada a partir dessa entrada um grande prtico e salo ao fundo de uma dolina ngreme, coletora de grande carga detrtica da superfcie (ver foto). A evoluo da topografia revelou o isolamento deste trecho em relao s galerias previamente exploradas; lo gicamente, sob o ponto de vista da transposio humana, pois a chamada Gruta do Cristal II, com seus mais de 450 metros de desenvolvimento, integra um sistema espeleo lgico nico e complexo, que descreve uma carstificao certamente extensiva no mbito de toda a Serra do Cristal, na localidade de Catuaba. Entrada da Gruta Cristal IIFoto de Mylne Berbert-Born

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91ISSN 1981-1594 30/09/2011nmero3Grupo italiano apresenta projeto de energia elica para Morro do ChapuMostrar detalhes do projeto Cristal (ver artigo na pri meira pgina), a ser implantado no municpio de Morro do Chapu, com previso para operao em 2013. Com essa inteno, diretores do grupo italiano Enel um dos ganhadores do segundo leilo de energia elica realizado no dia 26 de agosto passado, com 16 projetos selecionados, totalizando a gerao de 587,4 MW reu niram-se, no dia 10 de setembro, na Secretaria de Infra estrutura do Estado da Bahia (Seinfra), onde receberam a garantia de apoio logstico necessrio para o xito dos empreendimentos. A Enel lder no setor de energia renovvel, o quarto maior em gerao de energia elica, e est presente em 28 pases, com capacidade instalada de 95 GW e gera o renovvel de 34 GW. O grupo trabalha na gerao de energia hidroeltrica, elica, geotrmica, solar foto voltaica, biomassa, trmica e nuclear. Na Bahia, a Enel foi vencedora de trs parques elicos. Cristal, com 30 MW Primavera, com 30 MW e o So Judas, tambm com 30 MW, totalizando 90 MW todos localizados no municpio de Morro do Chapu. Alm disso, tem estudos comprovados na Bahia para uma ca pacidade de gerao de mais de 1.000 MW destinada a futuros leiles. Mostrar detalhes do projeto Cristal (veja artigo na p gina 2), a ser implantado no municpio de Morro do Chapu, com previso para operao em 2013. Com essa inteno, diretores do grupo italiano Enel um dos ganhadores do segundo leilo de energia elica realizado no dia 26 de agosto passado, com 16 projetos selecionados, totalizando a gerao de 587,4 MW reu niram-se, no dia 10 de setembro, na Secretaria de Infra estrutura do Estado da Bahia (Seinfra), onde receberam a garantia de apoio logstico necessrio para o xito dos empreendimentos. Fonte: http://intranet.meioambiente.ba.gov.br/index.php?option=com_con tent&view=article&id=9457:texto-teste&catid=1:notiscias&Itemid=105Expedio para a Serra do Ramalho, setembro de 2011 Por: Daniel Menin Grupo Bambu de Pesquisas Espeleologicas e Meandros Espeleo Clube Entre os dias 03 e 11 de setembro aconteceu, na cidade de Descoberto, Bahia, mais uma expedio espeleol gica na Serra do Ramalho. A expedio foi organizada pelo Grupo Bambu de Pesquisas Espeleolgicas e, alm de espelelogos brasileiros, contou tambm com a participao de espelelogos franceses do Groupe Spleo Bagnols Marcoule (GSBM). H mais de 20 anos a Serra do Ramalho vem sendo pal co de expedies do Bambu e, ao longo desses anos, rendeu descobertas de cavernas significativas no ce nrio espeleolgico nacional. A Caverna do Boqueiro, com seus mais de 13 quilmetros de galerias, os sales ornamentados da Gruna do Anjo ou as galerias gigan tes do Enfurnado so apenas alguns destaques dessa regio de difcil acesso e grandes belezas. Neste ano a expedio concentrou seus esforos em cavidades encontradas em uma viagem de prospeco prvia realizada no incio do ano. As recentes descober tas dependeram mais da desenvoltura vertical das equi pes do que do mapeamento de vastas galerias horizon tais. Foram exploradas e mapeadas as impressionantes Gruna e Abismo da Figueira, a segunda com um lance vertical de 80 metros livres em corda. Outra realizao relevante da expedio foi a explora o da Caverna do Chico Pernambuco, uma belssima cavidade com profundos abismos e volumes internos. As equipes brasileiras e francesas mapearam cerca de 150 metros verticais intercalados por galerias e sales em diferentes nveis at atingirem um rio subterrneo, galeria com mais de 60 metros de altura e pertencente ao mesmo sistema hdrico da Figueira, porm sem co nexo direta encontrada. Quem se interessar pelos relatos e mapas das atividades do Bambu na Serra do Ramalho pode entrar em con tato com o grupo e adquirir as edies especiais sobre os trabalhos na regio da revista O Carste (volumes 13 e 14). Para 2012 est previsto mais um volume especial biln gue de O Carste sobre a Serra do Ramalho. Para maiores informaes contatar: azuias@yahoo.com.br. Foto de Alexandre Camargo (Iscoti) Foto de Alexandre Camargo (Iscoti) Divulgao

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91ISSN 1981-1594 30/09/2011nmero4Proteo das cavernas do So Francisco Aconteceu, entre os dias 30 de agosto e 2 de setembro, na sede do Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade (ICMBio), em Braslia (DF), no Centro Nacional de Pesquisa e Conservao de Cavernas (Cecav), a oficina final para elaborao do Plano de Ao Nacional (PAN) Cavernas do So Francisco. A idia desenvolver aes para a proteo, conservao e uso sustentvel do patrimnio espeleolgico, possibilitando uma abordagem sistemtica por bacia hidrogrfica, para tratar no somente do ambiente caverncola, mas tambm da rea de influncia, que inclui uma srie de relaes ambientais, sociais e econmicas. A regio de abrangncia deste PAN apresenta um nmero significativo de cavidades naturais subterrneas, sendo 4.249 cavernas em um total de 9.655 registradas na base de dados do Cecav at este ms. Um levantamento apontou a existncia de 331 reas protegidas nessa regio, sendo 93 federais, 89 distritais, 86 estaduais e 63 municipais. Porm, apenas 35,3% delas esto dentro de 49 reas protegidas. Na regio do PAN tambm ocorrem diversas espcies da vida subterrnea, das quais 11 so consideradas ameaadas, de acordo com o Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaada de Extino. Com a coordenao do Cecav, j foram realizadas quatro oficinas participativas para a elaborao do Plano de Ao, reunindo 124 representantes de 63 instituies governamentais e no governamentais (ONGs), inclusive do setor produtivo. As reunies foram regionais e temticas e envolveram a avaliao de problemas, a identificao de solues e as propostas de conservao, uso sustentvel e recuperao dos recursos da geodiversidade. Todas as discusses nas reunies preparatrias ocorrem a partir do documento-base preparado pelo Cecav e tiveram como objetivo propor aes para fomentar a pesquisa e a conservao do patrimnio espeleolgico, em um horizonte temporal de 5 anos, construindo, de forma participativa, metas e um conjunto de aes para o seu atendimento. Fonte: http://eptv.globo.com/terradagente/NOT,0,0,365917,Protecao+das+cav ernas+do+S-+Francisco+ICMBio.aspxTurismo espeleolgico na Lagoa Misteriosa (MS) divulgado em evento em So PauloO estado do Mato Grosso do Sul patrocinou o almoo realizado dia 20 de setembro durante o Abeta Summit 2011 evento realizado no Holiday Inn Parque Anhembi, em So Paulo. Na ocasio foi apresentado o novo vdeo institucional do destino, que mostra todas as regies do estado e os seus principais atrativos. O diretor da Abeta e representante da comitiva do estado, Eduardo Coelho, falou sobre o novo atrativo da regio, a Lagoa Misteriosa, localizada no municpio de Jardim, a cerca de 50 quilmetros de Bonito. Este um atrativo que j funcionou no passado, mas acabou sendo fechado por falta de licenas ambientais, contou. O documento foi obtido no ltimo ms de julho e desde ento a Lagoa Misteriosa vem operando em regime de testes. Ela hoje a primeira cavidade alagada a ter licena de operao turstica no Brasil. O atrativo faz parte do circuito de atividades de Bonito e tem capacidade para receber at 120 visitantes por dia. Coelho explicou que a Caverna Misteriosa conta com um lago de 30 x 70 metros e profundidade superior a 200 metros, o que permite a prtica de flutuao e de diversos tipos de mergulho, desde o chamado batismo at o tcnico. A gua totalmente limpa permite uma visibilidade de at 50 metros. A luz que entra pela fenda e encontra a gua tambm proporciona um visual nico, disse. Coelho destacou ainda que o atrativo est sendo apresentado agora s agncias e operadoras que trabalham com o destino, o que deve fazer com que o nmero de visitantes aumente nos prximos meses. Estamos entrando agora no circuito das operadoras. Temos recebido muitos visitantes que procuram o mergulho cilndrico e os cursos de mergulho, afirmou. Alm de patrocinar o evento, por meio da Fundao de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur), o estado contou com uma comitiva de aproximadamente 30 participantes no Abeta Summit 2011 entre empresrios e representantes de rgos pblicos. Fonte: artigo de Anderson Masetto, 20/09/2011, http://www. mercadoeeventos.com.br/site/noticias/view/76411 Divulgao DivulgaoLagoa Misteriosa

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91ISSN 1981-1594 30/09/2011nmero5Cmara dos Deputados analisa Projeto de Lei que transforma as cavernas em APAsA Cmara analisa o Projeto de Lei 855/11, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que transforma as cavernas (cavidades naturais subterrneas) em reas de Proteo Ambiental (APAs). Pelo texto, a Unio dever identificar e delimitar os stios espeleolgicos para transform-los em APAs. A proposta acrescenta artigo Lei 9.985/00, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservao da Natureza. Segundo a lei, APA uma rea dotada de certos atributos considerados importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das populaes humanas. A legislao e o regulamento das APAs (Decreto 4.340/02) instituem normas para proteger sua diversidade biolgica, disciplinar o processo de ocupao e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais. Cada APA dispe de um conselho, integrado por representantes dos rgos pblicos, de organizaes da sociedade civil e da populao residente. Segundo o autor, as cavernas so um patrimnio natural e cultural valorosssimo. Elas so consideradas pela Constituio brasileira como bens da Unio. dever da Unio zelar pelos seus bens, estabelecendo medidas concretas para a sua conservao e, ao mesmo tempo, garantindo as condies para que o desenvolvimento econmico dessas reas ocorra dentro de critrios de sustentabilidade ambiental, afirma Bezerra. Existe grande presso sobre essas reas, dado o seu potencial para a minerao, complementa. De acordo com o texto, o plano de manejo de cada APA indicar os elementos da caverna a serem especialmente conservados e as medidas necessrias para a sua proteo. O projeto estabelece ainda que, nas reas de proteo das cavernas, dependero de licenciamento prvio pelo rgo ambiental competente e de anuncia prvia do conselho da APA: a construo, a instalao e a operao de empreendimentos, atividades, programas ou projetos que possam causar danos aos stios. O licenciamento dever ser concedido com base em Estudo de Impacto Ambiental e respectivo Relatrio de Impacto Ambiental. Essa medida evitar a destruio das reas e permitir o estabelecimento de medidas preventivas, para que as atividades econmicas sejam desenvolvidas de forma sustentvel, argumenta Bezerra. Tambm est prevista a implementao, pela Unio, do Cadastro Nacional do Patrimnio Espeleolgico, que dever ser divulgado pela internet. O projeto tramita em carter conclusivo e ser analisado pelas comisses de Minas e Energia; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentvel; e de Constituio e Justia e de Cidadania. ntegra da proposta: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/c hadetramitacao?idProposicao=496395 Fonte: reportagem de Lara Haje, Agncia Cmara de Notcias. 19.08.2011. http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/MEIO-AMBIENTE/201407PROPOSTA-TORNA-CAVERNA-AREA-DE-PROTECAO-AMBIENTAL.htmlAutorizao para visita na Gruta do Lago Azul renovada at 2012 Um dos maiores atrativos de Bonito, a Gruta do Lago Azul, teve renovada a portaria que autoriza visitao ao local. A autorizao vale at 2012. A portaria estabelece o nmero mximo de 305 visitantes por dia. Cada grupo deve ser formado por no mximo 15 pessoas, alm do guia turstico, e pode haver 4 grupos simultaneamente. Somente tero acesso visitao os portadores do documento denominado voucher nico, emitido pelo municpio de Bonito ou pelas agncias de turismo e operadoras locais. obrigatrio o uso de capacete com fixao de trs pontas e o uso de tnis ou de calado fixo com solado de borracha. Tambm obrigatrio o preenchimento da guia de seguro pelos visitantes. A visitao, conforme a portaria, somente ser permitida com o acompanhamento de guia de turismo local, com registro na Embratur e cadastro na Secretaria Municipal de Turismo, Indstria e Comrcio de Bonito. As visitaes gruta foram autorizadas aps o Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renovveis) realizar vistorias no local, analisar e aprovar o Plano de Manejo Espeleolgico da Gruta do Lago Azul, que foi encaminhado Secretaria de Meio Ambiente, do Planejamento, da Cincia e Tecnologia. A Gruta do Lago Azul, um dos chamarizes de turistas do mundo todo em Bonito, faz parte do complexo de cavernas da Serra da Bodoquena, e alm da sua beleza, so consideradas conjunto patrimonial e cientfico de relevncia multidisciplinar, devido a seus registros geolgicos, geomorfolgicos, paleontolgicos e biolgicos. Fonte: artigo de Marta Ferreira, 01/09/2011, http://www.campograndenews.com.br/meio-ambiente/autorizacao-paravisita-na-gruta-do-lago-azul-e-renovada-ate-2012 Deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT) Divulgao Divulgao

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91ISSN 1981-1594 30/09/2011nmero6Cristais gigantes crescem espessura de 1 o de cabelo por sculoOs cristais gigantes de selenita da caverna de Naica, no Mxico, existem h cerca de 1 milho de anos. Apesar de chegarem a 11 metros de comprimento, esses objetos crescem a uma velocidade equivalente espessura de um fio de cabelo a cada 100 anos, de acordo com pesquisa do Conselho Superior de Pesquisas Cientficas (CSIC, na sigla em espanhol), um rgo da Espanha, e da Universidade de Sendai, no Japo. As informaes so do site do jornal El Pas A velocidade de crescimento menor do que de estalactites, estalagmites e de que qualquer outro cristal conhecido. O estudo descrito na revista especializada americana Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Segundo os pesquisadores, at agora era considerado impossvel medir o crescimento dos cristais de Naica. O estudo foi possvel a partir da criao de um microscpio especial pela universidade japonesa. Os cientistas simularam as condies como temperatura e umidade existentes na caverna antes de uma mineradora drenar a gua do local. Os pesquisadores afirmam que os cristais se formam apenas entre 58C e 50C. De acordo com o estudo, os cristais de Naica pararam de crescer por causa da drenagem da caverna a regio rica em prata, chumbo e zinco, e mineradoras drenam a gua para poder retirar os materiais em minas prximas. Mas, se a caverna voltar a ser inundada, eles voltaro a crescer. Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5344969-EI8147,00Cristais+gigantes+crescem+largura+de+o+de+cabelo+por+seculo. htmlSexo com homens das cavernas garantiu aos humanos salto imunolgicoAs relaes sexuais entre seres humanos arcaicos, como os neandertais, geraram filhos que herdaram geneschave que ajudaram os humanos modernos a combater males e doenas, indica um estudo publicado na edio de 25 de agosto da revista Science. Dotados de conhecimento sobre o genoma dos neandertais e dos homindeos de Denisova, dos quais um dente e o osso de um dedo foram descobertos em uma caverna da Rssia no ano passado, cientistas vasculharam os dados em busca de pistas sobre quais genes se combinaram. Eles j sabiam que cerca de 4% do DNA do neandertal e at 6% do DNA do homindeo de Denisova esto presentes em alguns humanos. Este trabalho possibilitou um estudo mais aproximado dos chamados genes classe I HLA, que ajudam o sistema imunolgico a se adaptar de forma a repelir novos patgenos que poderiam causar vrias infeces, viroses e doenas. Os cientistas rastrearam a origem de um tipo deste grupo de genes, o HLA-B*73, aos homindeos de Denisova, que provavelmente copularam com humanos que chegaram ao oeste da sia ao sarem da frica. A variao rara em populaes africanas modernas, mas comum nas pessoas do oeste da sia. Segundo o estudo, estes genes HLA remotos se multiplicaram entre as populaes modernas e hoje so detectados em mais da metade dos euroasiticos. Os neandertais desapareceram cerca de 30 mil anos atrs. Eles e os homindeos de Denisova partilharam um ancestral comum com os humanos modernos h cerca de 400 mil anos. Os humanos modernos ofuscaram estes primos remotos quando nossos contemporneos comearam a se espalhar pela sia e pela Europa, procedentes da frica, h cerca de 65 mil anos. O trabalho de estudar o legado deixado por ancestrais remotos nos nossos corpos pode levar a novas opes de tratamento para doenas modernas, o que tem animado os cientistas quanto ao potencial deste campo emergente. Fonte: artigo de Kerry Sheridan, 26/08/2011 http://www. diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20110826093641 DivulgaoCristais Gigantes da caverna NaicaDivulgao

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91ISSN 1981-1594 30/09/2011nmero7Nasa acha caverna em MarteUma caverna, detectada por uma abertura de 35 metros de dimetro, foi descoberta por acaso pela cmera CTX, a bordo da nave Mars Reconaissance Orbiter A princpio, o local parecia ser apenas um ponto escuro na regio prxima ao vulco Pavonis Mons; sua verdadeira estrutura s foi descoberta aps ter sido analisado pela cmera de alta resoluo HiRISE. Cavernas como esta costumam se formar em regies vulcnicas quando a lava endurece apenas na superfcie. O fluxo continua correndo por baixo dessa crosta e, quando termina o derramamento, sobram os tubos vazios por onde corria a lava. Pelos clculos, a caverna tem cerca de 20 metros de profundidade, mas os astrnomos ainda no sabem como essa abertura se formou. Ainda este ano, a HiRISE deve tirar mais fotos para tentar resolver o mistrio. Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/nasa-acha-craterasubterranea-em-marte-22082011-8.shlJeb Corliss voa em caverna na China O americano Jeb Corliss passou voando por dentro da caverna Tianmen, na provncia chinesa de Human, aps saltar de um helicptero. Ele usava um wingsuit, ou macaco com asas, que melhora o desempenho no ar, em um esporte chamado de base jumping. A manobra, patrocinada pela Red Bull, foi ensaiada no dia 15 de setembro, quando Corliss saltou de uma montanha de 1.500 m de altura. Com o traje com asas, a velocidade da queda livre diminui de cerca de 190 para 100 km/h, enquanto a velocidade horizontal aumenta de 170 km/h para 200km/h. http://www.extremos.com.br/noticias/110924_jeb_corliss_salta_de_ helicoptero_e_voa_em_caverna_na_china/Paredo de pinturas rupestres retrata atividades dos habitantes primitivos do serto baianoPor Leda Zogbi Meandros Espeleo Clube Durante nossa passagem pela Bahia, (ver artigo na 1 pgina), tivemos a oportunidade de conhecer um lugar absolutamente notvel, que se encontra a cerca de 45 minutos de caminhada de Vila do Ventura, distrito de Morro do Chapu. Quem nos levou ao local foi Alusio Cardoso, o Baiano, a quem somos muito gratos. Trata-se de uma regio de cerrado preservado, onde diversos afloramentos em arenito, com formatos bastante peculiares, compem um conjunto, chamado de Cidade das Pedras. Nos abrigos rochosos formados aos ps desses paredes, encontram-se centenas de pinturas rupestres. Tivemos a oportunidade de visitar um desses locais chamado Toca da Ona, e ficamos muito impressionados com a delicadeza e a perfeio dos desenhos, muitos deles retratando cenas de ao (danas, caadas em grupo, e diversas outras atividades). Diferentes estilos foram observados. A rea est preservada, e no recebe visitao turstica. Sem dvida a incluso dessa localidade na lista dos geostios indicados para o Geoparque Morro do Chapu ir enriquecer a proposta (ver proposta em: http://www.cprm.gov.br/geoecoturismo/geoparques/morrodochapeu/ resumochapeu.html). Divulgao Divulgao Foto Leda Zogbi Cidade das PedrasFoto Mylne Berbert-Born

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91ISSN 1981-1594 30/09/2011nmero8te endereo eletrnico: http://www.plosone.org/article/info:doi/10.1371/journal.pone.0024026#authcontrib Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5351801-EI8147,00Estudo+homem+de+Neandertal+comia+mariscos+ha+mil+anos.html, 15/09/2011MPE-MG e SEMAD capacitam policiais militares para combate minerao ilcita em So Thom das Letras e regioOcorreu no dia 26/09, na sede da Companhia Militar de Lavras (Sul de Minas), o Seminrio: Extrao de quartzito em So Thom das Letras e atuao dos rgos ambien tais: problemas e solues. O objetivo do evento era capacitar os Policiais Ambien tais lotados no Sul de Minas para enfrentarem, com efi cincia e eficcia, as atividades minerrias ilcitas de ex trao de quartzito na regio, que engloba, alm de So Thom das Letras, as cidades de Carrancas, Luminrias, Alpinpolis e So Joo Batista do Glria. A regio considerada de grande importncia para a preservao de recursos hdricos, alm do patrimnio espeleolgico e arqueolgico. Participaram do evento cerca de 60 policiais militares que atuam na defesa do meio ambiente. O evento foi concebido pela Coordenadoria Regional das Promotorias de Justia de Defesa do Meio Ambien te da Bacia do Rio Grande e pela Promotoria Estadual de Defesa do Patrimnio Cultural e Turstico de Minas Gerais, em parceria com a Subsecretaria de Fiscalizao Ambiental Integrada da SEMAD. Participaram como palestrantes e capacitadores re presentantes do MPMG, SEMAD, DNPM, SUPRAM-SM e FEAM. Fonte: http://www.semad.mg.gov.br/noticias/1/578-seminario-emsao-thome-das-letras-promove-o-dialogo-entre-orgaos-ambientais-emineradoresHomem de Neandertal comia mariscos h 150 mil anosAssim como o Homo sapiens o homem de Neandertal comia mariscos h 150 mil anos, segundo um estudo elaborado por cientistas espanhis a partir da desco berta de restos de conchas em uma caverna no sul da Espanha. Segundo os cientistas espanhis que fizeram a pesqui sa, a descoberta de conchas durante escavaes em uma caverna em Torremolinos 100 mil anos anterior ltima prova que se tinha de que o homem de Neander tal comia mariscos. As ferramentas de pedra e os restos de conchas encon trados na caverna de Bajondillo foram decisivos nesta descoberta, explicou o estudo, publicado na edio on line da revista especializada Public Library of Science One (Plos One). Um exame com carbono 14 permitiu determinar que os vestgios tm 150 mil anos. Sendo assim, so quase con temporneos da prova mais antiga existente de que o Homo sapiens comia mariscos, que remonta h 164 mil anos e foi encontrada em Pinnacle Point, frica do Sul, segundo o estudo espanhol, chefiado por Miguel Cor tes Snchez, cientista da Universidade de Sevilha. Muitos cientistas argumentam que a cata de mariscos um dos comportamentos que define os humanos mo dernos e, em certa medida, uma vantagem adaptativa que permitiu que o Homo sapiens se expandisse, afir mou Francisco Jimnez Espejo, membro do Conselho Superior de Pesquisas Cientficas (CSPC, sigla em espa nhol). Mas esta pesquisa demonstra que, no mesmo mo mento, o Homo sapiens do sul da frica e o Homo neanderthalensis estabelecido no sul da Pennsu la Ibrica aproveitavam estes recursos, ressaltou. O estudo est disponvel em ingls no seguin Chip Clark, Smithsonian Institution Minerao em So Tom das LetrasFoto Leda Zogbi

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91ISSN 1981-1594 30/09/2011nmero9do animal, que viveu entre 15 a 10 mil anos atrs e agora comea a ser estudado mais profundamente. Ao ana lisarmos sua morfologia dentria, observamos que o tamanho das cspides maior do que de outros mar supiais da espcie, e as entradas labiais so mais bem marcadas, nicas, o que tambm os distingue de outros marsupiais, explica Leonardo. As cspides altas, segun do o pesquisador indicam ainda que o animal tinha h bitos alimentares diferentes do Hyladelphys Enquanto o Hyladelphys frugvoro, ou seja, come apenas frutas, a morfologia dentria do Sairadelphys sugere que, alm de frugvoro, ele possivelmente se alimentava mais de insetos. O processo de identificao exigiu determinao e em penho: foi preciso fazer moldes em resina e compar -los a fsseis de espcies semelhantes, integrantes no acervo de outras instituies no apenas da Amrica do Sul, mas em diversos outros pases da Europa e nos Es tados Unidos. Pelo que acreditam os pesquisadores, no perodo em que o Sairadelphys viveu, o clima daquela rea era bem mais seco do que hoje. E como os marsupiais no so habitantes de cavernas, os paleontlogos acham que os restos encontrados devem ter sido levados por enxur radas at l. Como as cavernas de Aurora nunca foram alvo de pesquisas, h ainda no local um grande nmero de fsseis, tanto de outros marsupiais quanto de outros mamferos. Vimos, por exemplo, que h ali uma ona fossilizada e at mesmo pinturas rupestres. rea nova na paleontologia, a regio de Aurora do To cantins, a apenas quatro horas de distncia de Braslia, vem se revelando rica para estudos paleontolgicos. Tanto que a equipe deve voltar ao local para dar conti nuidade s pesquisas. Nossas expedies contam com recursos do APQ 1, da FAPERJ, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico (CNPq) e da UniRio. Tambm tivemos apoio da Sociedade Brasilei ra de Espeleologia (SBE), da prefeitura do municpio e da ONG Grupo Dolina, sob a coordenao de Anselmo Rodrigues, que nos garantiram hospedagem e parte da logstica da expedio, afirma o pesquisador. Ani mada com a descoberta, a equipe viajou para a Argen tina, onde est apresentando os fsseis e suas anlises no 4 Congresso Latinoamericano de Paleontologia de Vertebrados, na cidade de San Juan. Esta a edio do congresso que conta com a maior participao de bra sileiros, muitos deles do Rio de Janeiro. Isso mostra o quanto a paleontologia do nosso estado vem crescendo nos ltimos anos. Fonte: Vilma Homero, 22/09/2011 Agncia Faperj http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=7538Fsseis de marsupial marcam descoberta de nova espcie brasileira O mais recente achado da equipe de paleontologia do Laboratrio de Mastozoologia, da Universidade Fe deral do Estado do Rio de Janeiro (Uni Rio) no mede mais do que 1mm. Sua importncia, po rm, inversamente proporcional ao tamanho. Os mi nsculos dentes de marsupial encontrados no final de 2010 em cavernas do estado do Tocantins marcam um golpe de sorte dos especialistas: a anlise do material mostra a descoberta de um novo gnero e uma nova espcie de gamb fssil. Batizado como Sairadelphys o pequeno mamfero objeto do artigo de uma das mais importantes publicaes internacionais sobre o tema, a Zootaxa. Foi a primeira vez que as cavernas do municpio de Aurora do Tocantins, no Tocantins, foram visitadas por paleontlogos. Fomos convidados a fazer a primeira in curso cientfica ao local, o que terminou nos levando a um tipo de descoberta bastante raro, j que significa um novo gnero desse grupo de mamferos, entusias ma-se o paleontlogo Leonardo Avilla. Segundo afirma, h mais de 50 anos no se descobria um novo gnero de marsupial. Pelas anlises feitas at agora, j possvel dizer que o animal pesava menos de 40 gramas. No temos es timativas de seu tamanho, mas podemos afirmar que era bem pequeno, e devia ser bastante parecido com o Hyladelphys kalinowskii que pode ser encontrado ainda hoje, apenas na Amaznia brasileira e peruana, fala Le onardo. Ele enfatiza que a identificao foi feita por sua aluna de graduao em Cincias Biolgicas na UniRio, Patrcia Villa Nova, que tambm autora da publicao. A descoberta foi fruto de um trabalho de equipe e no teria sido possvel sem a participao do paleontlogo Edison Oliveira, da Universidade Federal de Pernam buco (UFPE), que trabalha com mamferos fsseis, e de Francisco Goin, paleontlogo do Museo de La Plata e um dos maiores especialistas em marsupiais da Amrica do Sul, cita Leonardo. Embora se trate apenas de dentes fossilizados, mesmo assim possvel depreender muito das caractersticas Equipe de paleontlogos da UniRioDivulgao Os especialistas acreditam que o Saradelphys seja semelhante aos atuais HyladelphysDivulgao Divulgao

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91ISSN 1981-1594 30/09/2011nmero10Espao Cartoon Expediente Comisso Editorial: Daniel Menin, Leda Zogbi, Roberto Cassimiro e Yuri Stvale. Reviso: Pedro Lobo Martins, Leda Zogbi e Roberto Cassimiro. Logotipo e Projeto Grfico: Danilo Leite DFUSE DESIGN, danilo@dfusedesign.com.br Fotografia da Capa: Galeria da Gruta do Cristal I, Morro do Chapu, Bahia. Mylne Berbert-Born, Leda Zogbi e Roberto Born. Artigos assinados so de responsabilidade dos autores. Artigos no assinados so de responsa bilidade da comisso editorial. A reproduo de artigos aqui contidos depende da autorizao dos autores e deve ser comunica da REDESPELEO BRASIL pelo email: conexao@redespeleo.org O Conexo Subterrnea pode ser repassado, desde que de forma integral, para outros e-mails ou listas de discusses.Quer mandar uma tirinha bem-humorada para ser publicada no prximo nmero? Encaminhe o seu material para conexo@redespeleo.org, e no deixe de enviar tambm os seus artigos!Participe! Associe-se Entre voc tambm no mundo das cavernas! Para se tornar um scio-colaborador da Redespeleo Brasil basta acessar o site: www.redespeleo.org.br, preencher o formulrio on line e contribuir com a anuidade. Voc ter ento acesso lista de discusses da Redespeleo Brasil na internet e descontos em todos os eventos organizados pela rede.


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Nesta edio voc
saber mais sobre os seguintes assuntos: Um labirinto na
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Ramalho, setembro de 2011 Proteo das cavernas do So
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