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Conexão Subterrânea

Material Information

Title:
Conexão Subterrânea
Series Title:
Conexão Subterrânea
Creator:
Redespeleo (Brazil)
Publisher:
Redespeleo (Brazil)
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )
Location:
Brazil

Notes

General Note:
Bulletin of Redespeleo Brazil.
Restriction:
Open Access
Original Version:
No. 70 (2008)
General Note:
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Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-01178 ( USFLDC DOI )
k26.1178 ( USFLDC Handle )
12569 ( karstportal - original NodeID )
1981-1594 ( ISSN )

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Nmero 70, 03 de dezembro de 2008No ltimo dia 10 de novembro, o presidente Luiz Incio Lula da Silva assinou o decreto n. 6640/2008, que coloca em srio risco o patrimnio espeleolgico Brasileiro. At ento, com base no decreto 99556, de 01/10/1990, todas as cavernas eram protegidas por lei e no podiam ser destrudas. Esta alterao foi motivada por uma forte presso das mineradoras do pas, cujas atividades se encontram, em muitos casos, bloqueadas pela proibio de supresso de qualquer caverna, conforme a legislao anterior. As mineradoras foram representadas na discusso pelo Ministrio de Minas e Energia (MME). Apesar de haver um conhecimento geral de estar havendo uma intensa negociao entre o Ministrio do Meio Ambiente (MMA) e o MME com relao a um novo decreto relacionado s cavernas, a sociedade civil organizada representada pela Redespeleo Brasil e pela Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE), no foi, em momento algum, chamada para contribuir nessa discusso. Em meados do ano passado, foram convocados alguns especialistas representando estas organizaes para uma reunio em Braslia, mas nenhum documento resultante desta reunio foi sequer disponibilizado aos participantes. O mistrio era mantido a quatro chaves dentro do MMA. Alguns dias antes da assinatura do documento pelo Presidente da Repblica, a sociedade teve acesso proposta de redao do novo decreto e se organizou como pode, elaborando abaixo-assinados, mani-Decreto 6640/2008 assinado contra a vontade de toda a comunidade espeleolgica do pas festos e moes contra o texto sugerido, mas nada disso surtiu efeito, e infelizmente o decreto foi assinado. O novo decreto traz modificaes considerveis. Pela atual redao, as cavidades naturais subterrneas presentes nas reas requeridas pelos empreendimentos, devem ser avaliadas e classificadas em quatro diferentes nveis de relevncia: mximo, alto, mdio e baixo. Apenas as cavernas de "mxima relevncia" devem ser integralmente preservadas. As cavernas de "alta relevncia" podero ser destrudas, desde que o empreendedor se comprometa a preservar duas outras cavidades de "alta relevncia", de preferncia em rea contnua e no mesmo grupo geolgico. As cavernas de "mdia relevncia" podem ser destrudas desde que haja financiamento de aes que contribuam para a conservao e o uso adequado do "patrimnio espeleolgico brasileiro". J cavernas com "baixo grau de relevncia" podero ser impactadas sem contrapartidas. Para que essa nova legislao seja implementada, essencial o estabelecimento dos critrios de relevncia das cavernas, necessrios para se proceder a esta classificao, e foi concedido um prazo de sessenta dias para que o mesmo seja efetivado. Por um lado, a redao do decreto deixa muito a desejar, tanto para a comunidade espeleolgica quanto para as mineradoras, pois ao mesmo tempo, abre uma grande brecha que pode ser usada em benefcio de qualquer um dos lados interessados, e confere um enorme poder ao rgo licenciador, que dever analisar e aprovar os processos de licenciamento. Por outro lado, o CECAV (Centro Nacional de Estudo, Proteo e Manejo de Cavernas), hoje ligado ao Instituto Chico Mendes (anteriormente pertencente ao IBAMA) est extremamente enfraquecido e, com 20 servidores e um oramento anual irrisrio, no ter condies para analisar adequadamente os processos. Diante deste panorama nada promissor, no ltimo dia 20/11, a Redespeleo Brasil recebeu um convite do MMA para participar de uma reunio em Braslia no dia 27/11, com o objetivo de um "aprimoramento" do texto do decreto. Durante a reunio que contou com a participao de representantes da Redespeleo Brasil e SBE, Maurcio Mercadante, assessor da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministrio do Meio Ambiente (MMA), e Rmulo Mello, presidente do Instituto Chico Mendes (ICMBio), foi aberta a possibilidade da sociedade encaminhar um texto propondo alteraes em itens mais crticos do decreto, porm, nenhuma garantia foi dada de que essas alteraes seriam aceitas e implementadas, j que o assunto teria "fugido da governana" do MMA, e dependem agora de negociao com o MME e Casa Civil. Com relao aos critrios de relevncia, o governo abriu a possibilidade de participao da sociedade civil, contanto que o prazo de 60 dias a partir da assinatura do decreto fosse respeitado, prazo este considerado absolutamente insuficiente e inaceitvel por parte da sociedade. O impasse continua. ISSN 1981-1594Por Leda Zogbi

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OGEEP-Aungui Grupo de Estudos Espeleolgicos do Estado do Paran, com o apoio da Redespeleo Brasil, realizou na capital paranaense o Workshop de Manejo de Cavernas e Ambientes Crsticos, de 24 a 27 de outubro de 2008, no auditrio do CREA/PR. Em uma tentativa de debater o atual estado de conservao e conhecimento acerca destes ambientes naturais, o evento contou com a participao de inmeros espelelogos e profissionais das mais diversas reas, que destinaram sua ateno para estes ricos e frgeis ecossistemas. A abertura inicial do evento contou com a participao de representantes de diversas instituies ligadas diretamente ao patrimnio espeleolgico nacional, de modo especial, as atuantes no Estado do Paran, tais como a Promotoria Pblica do Meio Ambiente e a MINEROPAR. Representando a esfera federal, comps a mesa um representante do CECAV Centro Nacional de Estudo, Proteo e Manejo de Cavernas, do Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade, alm de representantes do GEEP-Aungui e da Redespeleo. Logo no incio do encontro foram expostas diversas e constantes manifestaes de preocupao acerca dos rumos tomados pela legislao que dispe sobre a conservao do patrimnio espeleolgico, numa clara referncia a uma nova minuta deWorkshop reuniu profissionais em defesa das cavernas e reas crsticas do Brasil decreto que se encontrava em tramitao em Braslia. A mesa, assim como os participantes, expuseram as inconsistncias presentes no referido documento, bem como seus potenciais impactos sobre a biota caverncola e o patrimnio espeleolgico brasileiro. Na seqncia, diversos profissionais das mais distintas formaes e ramos de atuao expuseram seus trabalhos recentes, envolvendo o ambiente caverncola, bem como os surpreendentes e novos resultados de suas pesquisas. Dentre as conferncias ministradas, ateno especial foi dada s explanaes dos representantes do CECAV Centro de Estudo, Proteo e Manejo de Cavernas, do Instituto Chico Mendes de Conservao da Biodiversidade. Na presente, exps-se a atual e precria condio desta instituio, fragilizada por seu progressivo sucateamento, bem como os valiosos esforos de seus integrantes para mant-la ativa, na busca pelo cumprimento de suas atribuies legais. Desta forma, como resultado direto do Workshop de Cavernas, identificouse a necessidade do poder pblico e das instituies diretamente responsveis por esses ambientes tomarem srias e imediatas providncias para a efetiva proteo, pesquisa e manejo das cavernas brasileiras. Tornou-se claro que em funo de sua biota particular, aspectos fsicos e tambm socioeconmicos, as cavernas no devem ser sumariamente descartadas frente a interesses de particulares. Assim, a partir dessas deliberaes, foram aprovadas por unanimidade duas moes relacionadas com os temas que mais suscitaram debates entre os diversos especialistas: uma moo de apoio e fortalecimento do CECAV e outra de repdio s tentativas de minimizar a relevncia das cavernas existentes no pas. Toda essa preocupao denota a importncia de se elaborar instrumentos legais que considerem a efetiva relevncia do patrimnio brasileiro. Efetuou-se uma avaliao do evento, e verificou-se que o mesmo atingiu o seu principal objetivo, recebendo um bom ndice de satisfao (cerca de 85%). Na avaliao dos participantes toda a comisso organizadora, bem como as instalaes e o material fornecido esto de parabns. Apesar de ser um evento realizado com poucos recursos, todos os esforos contriburam para que o Workshop fosse realizado com grande sucesso. Sendo assim, com a pequena, mas expressiva, contribuio de todos pde-se realizar um evento que abordou um dos mais belos e desconhecidos ambientes naturais de todo o planeta, motivo de fascnio e mistrio para inmeras geraes. Por Gisele Sessegolo, GEEP-Aungui Leda Zogbi Flvia Rocca

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Cavernas (CECAV). "A coordenao do CECAV esteve na Bahia e preparou o ajustamento de conduta para estabelecer critrios de utilizao, no s do Poo Encantado, mas de oito cavernas de uso turstico, enquanto no feito o plano de manejo para a visitao pblica em todas elas", explicou. O ajustamento de conduta deve ser assinado pelo CECAV, Ibama, Procuradoria da Repblica e pelos guardies das cavernas. O procurador argumenta que ao judicial contra Miguel Mota no a soluo. Segundo ele, uma ao penal, pelo crime ambiental, teria uma pena alternativa, pois considerada de pequeno potencial ofensivo. J uma ao civil, para a execuo da multa de R$ 50 mil, seria incua. Enquanto isso, Miguel Jesus da Mota torce para que tudo esteja resolvido at o fim deste ms, pois do contrrio ser mais um vero sem o Poo Encantado. Fonte: www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=999304, 02/11/2008. no interior da caverna, alegando que turistas estavam sofrendo acidentes em razo da falta de segurana nos trechos mais ngremes. Alm da interdio, o Ibama aplicou uma multa de R$ 50 mil contra Miguel. O procurador federal em Jequi, Sidney Frederico Carvalho, adiantou para o jornal A TARDE que vai discutir com o Ibama uma soluo negociada para o problema, de maneira a restabelecer a originalidade da caverna e no continuar prejudicando o turismo no Poo Encantado, que fica no municpio de Itaet. Por ano, estima-se que cerca de dez mil turistas visitem o local. O governo do Estado, por meio da Bahiatursa, tambm est se mobilizando para tentar reabrir a caverna. Tcnica do rgo, Liliam Andrade explicou que s depende do Ibama a iniciativa de assinatura de um termo de ajustamento de conduta que foi preparado pelo Centro Nacional de Estudo, Proteo e Manejo deUm ano aps ter sido interditada pelo Ibama, a gruta do Poo Encantado, uma das principais atraes tursticas da Chapada Diamantina, ainda no tem data para ser reaberta. Tudo depende de entendimentos entre diversos rgos do governo federal, entre eles a Procuradoria da Repblica em Jequi, onde o problema est sendo tratado judicialmente. A gruta foi interditada em 6 de novembro de 2007, porque o guardio Miguel Jesus da Mota construiu uma escada de alvenariaInterdio da gruta do Poo Encantado completa um ano co cientfico argentino "Ameghiniana", fornece uma janela preciosa para o entendimento da ecologia sul-americana na pr-histria. E ela s foi possvel porque Neves doou um fssil do animal, achado por seu aluno Alex Hubbe numa caverna em Lagoa Santa (MG), a um especialista em aves fsseis. " um nico osso da perna, mas mais do que suficiente para descrever um gnero novo", diz o paleontlogo Herculano Alvarenga, diretor do Museu de Histria Natural de Taubat (interior paulista) e um dos principais e dos poucos estudiosos de aves extintas do mundo. Ele o autor principal do artigo cientfico que apresenta a nova espcie, e da homenagem ao colega, professor da USP. "Quero ver s a cara do Walter Neves quando souber que usei o nome dele num urubu", diverte-se. "No duvido que at goste", afirma. "Melhor se fosse uma arara, umOantroplogo mineiro Walter Alves Neves, aos 51 anos de idade, virou nome de urubu. Mais precisamente, de um urubu extinto. O Pleistovultur nevesi ou "urubu pleistocnico de Neves", no era um urubu qualquer. Com cerca de 2,5 metros de uma ponta da asa outra, tinha quase o tamanho de um condor-dos-andes, a maior ave de rapina existente. Deixava no chinelo o urubu-rei, hoje o maior representante do grupo no Brasil. Esse carniceiro avantajado planava sobre os cus de Minas Gerais durante a Era do Gelo, h mais de 10 mil anos. Provavelmente disputava com os prprios condores (que tambm existiram por aqui) e com outros abutres as carcaas de mastodontes, preguias-gigantes e demais grandes mamferos que pastavam na Amrica do Sul no Pleistoceno. A descoberta do Pleistovultur relatada na ltima edio do peridi-Urubu pr-histrico gigante habitou Minas Gerais papagaio, at um periquito estava de bom tamanho. Mas no, tinha de ser justo um paleourubu", ri Neves, que h duas dcadas revira as cavernas de Lagoa Santa, em Minas Gerais, atrs de vestgios de homens prhistricos, possveis repastos do Pleistovultur "O que emocionante mesmo saber que existem espcies novas que ainda podem ser encontradas em Lagoa Santa. Jamais achei que isso pudesse acontecer. E jamais achei que algum pudesse descrever uma espcie nova em minha homenagem", continua. "J posso morrer tranqilo." Fonte: www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u467222.shtml Divulgao Divulgao

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tantos tipos de fungos por a e que esses esto oportunistamente infectando os animais," disse Alan C. Hicks, funcionrio do Departamento Estadual de Conservao Ambiental de Nova York e co-autor de um artigo sobre o fungo publicado on line pela "Science". Blehert disse que a infeco pode causar a morte pela forma com que os morcegos hibernam: eles alternam estgios de torpor que duram duas semanas com breves perodos despertos. A infeco pelo fungo pode acordar os morcegos com maior freqncia, e como em cada perodo desperto resulta na queima de grandes depsitos de gordura, os morcegos podem extinguir suas reservas de energia muito antes do que o normal. Mais pesquisas so necessrias para determinar como combater as mortes, mas segundo Blehert, uma coisa certa: apenas borrifar fungicida numa caverna poderia fazer mais mal do que bem. "Eliminar todos os fungos de uma caverna provavelmente no seria uma boa idia," disse ele. Fonte: g1.globo.com/Noticias/ Ciencia, 05/11/2008.Algo est matando os pequenos morcegos marrons do nordeste dos EUA, e pesquisadores podem ter descoberto o culpado: um fungo. David S. Blehert, do Centro Nacional de Sade da Vida Selvagem do Instituto Geolgico dos EUA e colegas identificaram um fungo ligado sndrome do nariz branco, uma condio que afetou morcegos nos ltimos invernos ao norte de Nova York, Massachusetts e Vermont. O fungo, recentemente descrito, incomum pelo fato de crescer na pele do morcego. Ele penetra na pele atravs dos folculos dos plos e pelas glndulas sudorparas, e pode fazer com que os morcegos morram de fome enquanto hibernam, dizem os pesquisadores. As mortes em massa so uma das piores calamidades a atingir populaes de morcegos nos Estados Unidos. Chegou-se a considerar que o fungo era um sintoma secundrio do que estivesse matando os animais um vrus ou uma toxina como um contaminante ambiental. Mas o fato de um organismo idntico ser encontrado em morcegos de diversas cavernas "praticamente elimina a possibilidade de que existamFungo pode ser a causa de mortes entre morcegosA regio belssima, caracterizada por verdes montanhas, algumas matas esparsas e grandes afloramentos de granito. Durante esta primeira investida, foram localizadas, plotadas e mapeadas quatro cavidades de pequenas dimenses, entre 15 e 40 m de desenvolvimento, todas elas em migmatito. Dentre elas, apenas uma, atualmente denominada de Toca dos Cabritos, encontrava-se descrita no livro do IBGE sob a denominao de Caverna dos Dias. A equipe procurou outras referncias descritas no livro, mas duas delas eram simples abrigos sob rocha, e outras se encontram atualmente em outros municpios, e sero alvo de uma futura investida. As cavernas mapeadas no so formadas em depsito de talus, formaoNos dias 22 e 23 de novembro, uma equipe composta por quatro espelelogos da lista Meandros Espeleo Clube, esteve em uma misso de prospeco na regio de Paraispolis, sul de Minas Gerais. O objetivo era procurar algumas referncias de cavidades citadas num antigo livro do IBGE, datado de 1939. A equipe contou com o apoio local de Carlos Gomes responsvel pelo controle de zoonoses da regio, (que compreende a procura dos morcegos hematfagos para a erradicao da raiva), e Geraldo Goulart, tcnico da prefeitura, atual Secretrio da Agricultura, que tambm trabalhou durante anos com capturas de morcegos. Ambos foram de extrema importncia para o sucesso da expedio. Quatro cavernas so mapeadas em Paraispolis, sul de Minas GeraisPor Leda Zogbi e Regiane Velozo bastante comum em cavernas granticas. So todas conformadas sob grandes lajes de rocha, quase todas com cursos d'gua em seu interior. Esperamos retornar brevemente para dar continuidade prospeco nesta interessante regio. Leda ZogbiOmaior salo subterrneo de guas termais do mundo esta en Budapest. O descobrimento foi realizado na gruta Molnr Jnos por uma equipe de espelelogos Hngaros. A gruta conhecida desde 1970, mas o acesso a esse salo termal no havia sido possvel at o comeo desse ms, ainda que ja tivesse sido localizado graas a modernos mtodos de deteco. O grande salo termal tem uma altura de 20 a 25 metros e formato de cpula, explicou o especialista Pter Adamk. As paredes do salo so cobertas por cristais, enquanto o lago subterrneo tem 9 metros de profundidade com uma temperatura de 27 graus. No subsolo da capital Hngara encontra-se todo um sistema de grutas com guas termais, que alimentam os famosos banhos termais da cidade. Fonte: www.elpais.com, 19/11/2008. Encontrado o maior salo de guas termais do mundo

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Comisso Editorial: Allan Calux, Augusto Auler, Helio Shimada, Karen P. Ramos, Leda Zogbi. Reviso: Karen P. Ramos e Leda Zogbi. Diagramao: Carlos H. Maldaner. Logotipo: Daniel Menin. Artigos assinados so de responsabilidade dos autores. Artigos no assinados so de responsabilidade da comisso editorial. A reproduo de artigos aqui contidos depende de autorizao dos autores e deve ser comunicada REDESPELEO BRASIL pelo e-mail: conexao@redespeleo.org O Conexo Subterrnea pode ser repassado, desde que de forma integral, para outros e-mails ou listas de discusso.ExpedienteNorte-americano vende caverna no eBaySteve Rush tem uma oferta para voc: um conjunto de trs cavernas e uma loja de souvenirs, pelo lance inicial de US$ 899.900. Tudo venda no site de leiles eBay. O norte-americano de 49 anos dono do complexo de cavernas nas montanhas Ozark, no Arkansas, desde 1988. O lugar um ponto turstico desde 1992, mas perdeu visitantes desde que um parque da regio fechou. O complexo composto por trs cavernas: Mystic, Crystal Dome e Not Much Sink esta terceira ainda perigosa demais para receber visitantes. Segundo Steve Rush, cerca de 15 mil visitantes passam por l todos os anos. Ele diz que pretende vender o complexo para se envolver em atividades religiosas, mas tambm reclama, com bom humor, da posio de guia turstico. "Sempre foi um sacrifcio para mim, porque voc precisa entreter as pessoas... e eu estou realmente cansado de tentar entreter as pessoas", diz ele. Rush conta que tenta vender as cavernas h dois anos, mas s decidiu levar a oferta para a internet quando percebeu que no havia interessados no mundo offline. Fonte: www.expressomt.com.br/ 05/11/2008 uma dcada entre 190 e 530 d.C., o final da dinastia Han e a maior parte da Era da Desunio, disseram os pesquisadores. De 530 a 850 as mones declinaram, cobrindo o final da Era da Desunio, a dinastia Sui e a dinastia Tang. As mones permaneceram fracas, com outra queda grande entre 910 e 930, ento subindo e permanecendo fortes at 1020. Os pesquisadores descobriram que depois de 1020 as mones variaram mas foram geralmente fortes, at uma queda forte intensa 1340 e 1360. Elas permaneceram fracas, com bastante flutuao, at um forte aumento entre 1850 e 1880. De acordo com os pesquisadores, o perodo de seca contribuiu para a queda da dinastia Tang e dos maias, na Amrica. Ele tambm pode ter contribudo para a falta de unidade durante o perodo das cinco dinastias e dos dez reinados, disseram. Fonte: www.estadao.com.br/, 06/11/2008.Uma estalagmite crescendo do cho de uma caverna na China est fornecendo pistas sobre o final de diversas dinastias na histria chinesa. Construda vagarosamente por minerais pingando com gua h 1.810 anos, as substncias qumicas na pedra contam uma histria de ciclos de mones fortes e fracos. Mones so as chuvas que irrigam os campos que alimentam milhes de pessoas. Perodos de seca coincidiram com o desaparecimento das dinastias Tang, Yuan e Ming, disseram os pesquisadores na edio de 07/11, da revista Science. Alm disso, a equipe liderada por Pingzhong Zhang, da Universidade de Lanzhou, na China, notou uma mudana nos ciclos por volta de 1960, o que eles disseram que pode indicar que os gases estufa emitidos pelos humanos tornaram-se uma influncia dominante para as mones. A caverna de Wanxiang fica na provncia de Gansu, onde 80% das chuvas ocorre entre maio e setembro. Concentraes qumicas na estalagmite indicam uma srie de flutuaes durando de um a vrios sculos, e acompanham os dados europeus da idade do gelo e do perodo medieval quente. Houve flutuaes deRochas em caverna ajudam a entender histria da China DivulgaoDivulgao


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Bulletin of Redespeleo
Brazil.