Conexão Subterrânea

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Conexão Subterrânea

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Title:
Conexão Subterrânea
Series Title:
Conexão Subterrânea
Creator:
Redespeleo (Brazil)
Publisher:
Redespeleo (Brazil)
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )
Location:
Brazil

Notes

General Note:
Bulletin of Redespeleo Brazil.
Restriction:
Open Access
Original Version:
No. 67 (2008)
General Note:
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Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-01181 ( USFLDC DOI )
k26.1181 ( USFLDC Handle )
12572 ( karstportal - original NodeID )
1981-1594 ( ISSN )

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serial

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Nmero 67, 8 de agosto de 2008Considerando-se a discusso que tem se acentuado nos ltimos anos, sobre as alternativas de proteo e manejo de cavernas no Brasil, Curitiba vem sediar um novo evento para debater esse tema. O Grupo de Estudos Espeleolgicos do Paran (GEEPAungui), em parceria com a Redespeleo Brasil realizar de 24 a 27 de Outubro o "Workshop de Manejo e Conservao de Cavernas Estratgias para conservao de reas crsticas e reas prioritrias pra conservao de cavernas no Brasil", com abrangncia nacional, visando ampliar a discusso sobre o tema entre rgos pblicos, empresas privadas, espelelogos, estudiosos e interessados. Iniciando com um resgate do processo de evoluo da legislaoWorkshop de manejo e conservao de cavernas ser realizado em Curitiba e do conhecimento sobre os ambientes caverncolas, o objetivo do encontro fomentar a ampliao do debate entre espelelogos e especialistas. Tambm est previsto um novo debate sobre os mtodos de avaliao da relevncia de cavernas, tema de grande interesse para a comunidade espeleolgica, para a iniciativa privada e para o governo. O Workshop contar com palestras e discusses com especialistas da rea, alm de apresentar mtodos de estudos espeleolgicos. Haver tambm apresentaes e a publicao de trabalhos relacionados ao tema. Uma sada a campo para visitar cavernas com manejo turstico na regio sul, englobando a Gruta de Bacaetava, a Gruta dos Jesutas e Gruta de Botuver est prevista para a segunda-feira 27/10, encerrando o evento. Contamos com a presena e a participao de todos aqueles que tm interesse por esta importante rea da espeleologia. Reserve desde j esta data em sua agenda! Maiores informaes na pgina da Redespeleo: www.redespeleo.org.br ISSN 1981-1594 2008 uma nova e menor expedio continuou os trabalhos, tendo como objetivo o mapeamento da galeria principal da Lapa Doce II e a ligao com as reas j trabalhadas. Praticamente todas as galerias conhecidas finalmente encontram-se representadas em uma nica topografia. A extenso total dos segmentos da caverna dever confirmar a Lapa Doce I e II entre as maiores grutas do pas. Aps a partida dos integrantes do Grupo Pierre Martin de Espeleologia os integrantes do Bambu aproveitaram para checar a dica de uma nova gruta indicada pelos guias da Lapa Doce. Esta gruta se inicia por um lance vertical de 20 m e d acesso a uma galeria notavelmente plana que se prolonga por ao menos 2 km, sendo que 1,3 kmALapa Doce, em Iraquara, tem sido alvo de exploraes e topografias de diversos grupos desde 1986. Franceses e brasileiros vasculharam dezenas de quilmetros desta que uma das maiores e mais importantes cavernas brasileiras, contudo, o mapa produzido ao longo destes anos sempre ficou aqum da verdadeira dimenso e complexidade da caverna. Pensando em uma padronizao, o Grupo Bambu de Pesquisas Espeleolgicas e o Grupo Pierre Martin de Espeleologia iniciaram em 2004 um projeto de retopografia de todo o sistema. A primeira expedio (20042005) contou com quase 50 pessoas e priorizou as galerias laterais e entradas. Entre os dias 18 e 25 de julho deMapeamento da Lapa Doce e novas descobertas em Iraquara Bahiaforam mapeados nesta investida. Esta nova gruta, denominada Gruta da Fazenda Morais, situa-se bastante prxima da Gruta Jos Antnio, uma importante caverna da rea, embora a conexo entre elas ainda esteja barrada por um grande abatimento. Estas novas descobertas confirmam o notvel potencial espeleolgico da regio de Iraquara. Por Ezio Rubbioli Grupo Bambui de pesquisas Espeleolgicas Ezio Rubbioli

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Visitas tursticas na modalidade contemplativa, na Gruta do Lago Azul, no municpio de Bonito, esto liberadas conforme portaria publicada em 16/07/2008 no dirio Oficial pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul). A portaria diz que o nmero mximo de visitantes est limitado a 305 por dia, divididos em grupos de no mximo 15 visitantes. Um guia de Turismo dever acompanhar os grupos. Tambm est previsto que dever haver um intervalo entre um grupo de turistas e outro de, no mnimo, 20 minutos. Podero entrar na gruta 60 pessoas por vez ou quatro grupos. Somente tero acesso gruta, os turistas que portarem um documento chamado de "voucher nico", que ser emitido pelo municpio de Bonito ou por agncias autorizadas. Ser obrigatrio, o uso de capacete com fixao de trs pontas e o uso de tnis ou calado fixo com solado de borracha. Tambm obrigatrio o preenchimento da guia de seguro pelos visitantes. A autorizao publicada hoje vlida por 12 meses e deve seguir as recomendaesVisitas tursticas Gruta do Lago Azul em Bonito, MS, so autorizadas trecho longo at chegar em galerias mais amplas. Este fato dificultaria muito o turismo na caverna, que tambm totalmente desaconselhado devido presena de uma fauna endmica de extrema importncia. Alm desta caverna, a equipe tambm visitou e mapeou trs outras cavernas em quartzito da regio, todas elas dependendo de no mnimo uma ou mais horas de caminhada para atingir sua entrada, e apresentando desenvolvimentos mais modestos, de 200 a 500 m em mdia. No retorno para Salvador, foi programada uma parada na Gruta da Lapinha, que fica na beira da rodovia BR342, bem visvel da estrada, ao lado do posto "Bode na Brasa". Trata-se de uma caverna em calcrio ampla, que possui uma visitao bastante constante dos viajantes que passam pela estrada, que vo geralmente at um altar que seDe 9 a 18 de Julho, uma pequena equipe de espelelogos do Instituto do Carste aderiu a uma expedio organizada pela biloga Maria Elina Bichuette e seus alunos da Universidade Federal de So Carlos, para dar continuidade a um projeto multidisciplinar que est sendo realizado na regio. Tambm estavam presentes o fotgrafo Adriano Gambarini e uma equipe de gelogos, que est estudando a questo dos geoparques na Chapada Diamantina. A equipe deu continuidade topografia da maior gruta da regio, que comeou a ser mapeada no reveillon deste ano, e que agora atingiu 3.230 m, atingindo o segundo lugar nas cavernas em quartzito do Brasil. Apesar de seu desenvolvimento surpreendente, a caverna apresenta um percurso entre blocos desmoronados bastante penoso, por umExpedio multidisciplinar realizada nas cavernas quatzticas da Chapada Diamantinaencontra dentro da caverna, acessvel por uma grande escadaria em cimento. Seus condutos so amplos, e sua morfologia bastante labirntica, proporcionando um grande prazer aos espelelogos que participaram do trabalho. A caverna foi mapeada, totalizando aproximadamente 1 600 m de desenvolvimento. Um projeto multidisciplinar englobando biologia, geologia e histria dever ser implementado na rea, explorando o grande potencial desta fantstica regio. Por Leda Zogbi e Augusto Auler, Instituto do Carste estabelecidas no plano de manejo espeleolgico da Gruta do Lago Azul, aprovado pelo Cecav (Centro Nacional de Estudo, Proteo e Manejo de Cavernas) do Ibama. Para a liberao das visitas tursticas, o Imasul considerou as vistorias e a anlise do plano de manejo espeleolgico da Gruta do Lago Azul realizados pelo Cecav. Aps a anuncia do Cevav/Ibama, coube Semac (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, da Cincia e Tecnologia) a anlise tcnica do plano de manejo e, conseqentemente, a liberao ou veto ao funcionamento do empreendimento turstico (com assessoria do Governo do Estado). Fonte : www.midiamax.com, 16/07/08. Leda Zogbi Divulgao

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Aaproximao dos grupos de espeleologia nos ltimos anos, principalmente aps a criao da Redespeleo Brasil, que propiciou inmeras reunies, encontros tcnicos e cientficos e resultou em diversas expedies conjuntas, gerou amizades "interestaduais" entre espelelogos de diversos grupos e regies do Brasil. Para facilitar ainda mais esse contato, foi criado no final de julho o Meandros Espeleo Clube, uma nova modalidade de relacionamento, diferente dos grupos de espeleologia convencionais. A idia de estabelecer um meio eficiente de comunicao entre espelelogos experientes dos quatro cantos do Brasil, independentemente de seu grupo de origem, com a finalidade de trocar experincias e informaes e principalmente para organizar sadas e expedies, com equipes qualificadas, viabilizando uma ampliao da produo tcnica espeleolgica, dentro de um clima de amizade e de colaborao. Para dar incio s atividades do Meandros, foram convidados espelelogos de vrios estados brasileiros, que vo compor o quadro bsico de espelelogos da organizao. Hoje, so 21 espelelogos ativos de 6 estados Brasileiros: So Paulo, Minas Gerais, Curitiba, Rio Grande do Norte, mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Para ser admitido nessa lista de discusses, ser preciso que o espelelogo interessado tenha um mnimo de experincia prtica em espeleologia, j tenha noes fundamentadas de topografia e seja indicado por um participante da lista. Nas sadas organizadas pela organizao ser usado somente o logotipo do Meandros e eventualmente das entidades apoiadoras/patrocinadoras. No sero usados os logotipos dos grupos de origem dos espelelogos que participarem da expedio. As sadas sero abertas participao eventual de espelelogos que ainda no pertenam ao Meandros, desde que tenham uma experincia mnima em topografia, e sua participao ficar sob total responsabilidade do scio que tiver efetuado o convite. Esperamos, desta forma, ampliar a oferta de viagens espeleolgicas, sejam elas parte de projetos tecnico-cientficos especficos, com algum tipo de apoio, sejam somente viagens motivadas pelo interesse de algum scio em explorar uma determinada rea, sem qualquer patrocnio ou vnculo cientfico. Por que Meandros Espeleo Clube? O formato do meandro, que serpenteia pelo teto de algumas cavernas, simboliza essa multiplicidade de espelelogos dos diversos grupos e estados do Brasil, e a canalizao dessa fora de trabalho para aprofundar cada vez mais (e para cima!) o conhecimento espeleolgico brasileiro. Clube, porque uma coisa diferente dos grupos tradicionais. Vem somar mais opes queles que realmente so apaixonados pela espeleologia e querem sempre mais. Criada nova organizao espeleolgica no Brasil Espelelogos portugueses partilharam mais uma experincia espeleolgica a nvel nacional, desta vez em estruturas artificiais escavadas e abertas pelos Romanos h mais de 2000 anos com a finalidade de extrarem ouro nos xistos do Norte de Portugal. A regio possui um enorme interesse histrico, geolgico e arqueolgico. A Iniciativa realizou-se no fimde-semana de 12 e 13 de Julho em Valongo nas proximidades da cidade do Porto, numa organizao do Alto Relevo-Clube de Montanhismo em parceria com a Cmara Municipal de Valongo. Dezenas de espelelogos de diversas associadas da Federao Portuguesa de Espeleologia tiveram a oportunidade de se reunirem, conviverem e trocarem experincias num tipo de rocha pouco habitual nas cavernas portuguesas, os xistos. O programa do evento incluiu uma srie de apresentaes sobre o vasto patrimnio cultural e natural da zona e a possibilidade para os participantes explorarem vrios quilmetros de complexos sistemas de minas romanas, com desnveis na ordem de uma centena de metros e que incluem surpreendentes salas, lagos e espeleotemas em xidos de ferro, entre os muitos outros aspectos caractersticos deste patrimnio regional.Encontros de Espeleologia Portugal Valongo 2008 Por Leda Zogbi Meandros Espeleo ClubeJoo Moutinho

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Os restos de um urso que se acredita ter mais de 40.000 anos foram recuperados da caverna chamada Uamh An Claonaite, a maior caverna da Esccia com 110 m de profundidade e 2,7 Km de extenso. O esqueleto do animal foi levado para a superfcie depois de uma operao de 12 anos para desbloquear a entrada da caverna em Sutherland, onde ele foi achado por mergulhadores em 1995. Espelelogos do Grampian Speleological Group removeram o esqueleto no final de Junho passado, usando containers para proteger os ossos e transport-los atravs das apertadas passagens at a superfcie. Entre os ossos achados esto o crnio, a mandbula inferior, fragmentos da mandbula superior, vrtebras, costelas, a maioria dos ossos longos, os principais componentes da plvis, e vrios elementos dos ps, totalizando entre 70-80% do animal. Esse o fssil de urso mais completo j achado na Esccia. A descoberta ir ajudar a completar espaos vazios na histria. Alm dos paleontlogos, geneticistas no Trinity College em Dublin, esto realizando testes com o DNA da ossada encontrada, as informaes obtidas ajudaro a criar uma figura do ambiente no final da ltima Era Glacial, quando os ossos do urso foram provavelmente arrastados para dentro da caverna, cerca de 11.000 anos atrs. Fsseis de outros animais encontrados em cavernas vizinhas foram datados para mais de 40.000 anos, concluindo que os ossos do urso podem ser de idade similar. Os ursos foram caados at a extino na Esccia, por volta de 1000 anos atrs. "Os ossos agora esto no nosso centro de conservao na coleo central do Museu Nacional em Edinburgo, onde nossa primeira prioridade preservar e estabilizar os ossos, que so relativamente frgeis. Depois efetuar a datao por carbono (C14) para descobrir quando o urso morreu. Ns tambm precisamos decidir se eles pertenceram para um urso polar ou um urso marrom, a identificao no foi possvel atravs da mandbula inferior que ns temos.", disse Dr Andrew Kitchener, do Museu Nacional da Esccia. Fontes: http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/scotland/highlands_and_isla nds/7528648.stmEspelelogos recuperam ossos de Urso da Idade do Gelo Um grupo de cientistas mexicanos provou que a bactria responsvel pela lcera j "habitava" a Amrica antes da chegada de Cristvo Colombo, em 1492. Os cientistas da Universidade Nacional Autnoma do Mxico, estudaram vrias amostras de tecido de corpos mumificados encontrados na "Cueva de las Ventanas", Estado de Chihuahua, norte do pas, e descobriram a existncia de vestgios da bactria responsvel pela doena, a Helicobacter pylori Trata-se do primeiro caso da presena da Helicobacter pylori em populaes pr-colombianas. Os pesquisadores analisaram amostras do tecido gstrico, da lngua e do crebro de dois dos seis corpos mumificados descobertos o de um homem adulto e o de uma criana. Nos dois casos, o processo de mumificao ocorreu de forma natural, devido essencialmente s condies ambientais existentes no local. Fonte : http://oglobo.globo.com/ciencia, 15/07/2008.lcera chegou Amrica antes de Cristvo Colombo Recentemente dois artigos foram publicados sobre o carste em arenitos no estado do Paran. Estes dois artigos so complementares e abordam a questo da gnese do carste e sua associao (ou no) com os carbonatos subjacentes do Grupo Aungui. O primeiro artigo de Melo e Giannini (2007) sugere que a dissoluo da caolinita que preenche os interstcios da rocha pode contribuir para a gerao do carste siliciclstico. A referncia do artigo : PRODUO CIENTFICA Novos artigos cientficos sobre o carste em arenitos no BrasilMelo, MS; Giannini, PCF. 2007. Sandstone dissolution landforms in the Furnas Formation, southern Brazil. Earth Surface Processes and Landforms 32: 2149-2164.O segundo artigo, dos colegas Sallun Filho e Karmann (2007) aborda, alm da Bacia do Paran, tambm a regio de Jardim (MS). Estes autores apresentam convincente argumentao sobre a influncia das rochas carbonticas subjacentes do Grupo Aungui no controle e gnese das famosas furnas da regio. A referncia do artigo :Sallun Filho, W; Karmann, I. 2007. Dolinas em arenito da Bacia do Paran: evidncias de carste subjacente em Jardim (MS) e Ponta Grossa (PR). Revista Brasileira de Geocincias 37: 551-564. Este artigo pode ser baixado em: http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/rbg/articl e/view/11408/7945 Divulgao

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Uma equipe de cientistas do Instituto Geolgico e de Minerao da Espanha descobriram um depsito de mbar contendo insetos do perodo Cretceo, at agora desconhecidos e em excelente estado de conservao, nos arredores da caverna de El Soplao, na regio da cidade de Rbago, norte da Espanha. Os insetos foram aprisionados no mbar h 110 milhes de anos, quando a regio espanhola de Cantbria estava inundada pelo mar e era repleta de lagoas cercadas por florestas de conferas, que produziram a resina que gerou o depsito. Segundo os cientistas que anunciaram a descoberta Mara Najarro e Enrique Pealver e Idoia Rosales, trata-se de uma das reservas de mbar mais importantes da Europa, ou talvez do mundo. Alm de pequenas vespas, moscas, aranhas, baratas e mosquitos, o mbar de El Soplao preserva ainda uma teia de aranha diferente da encontrada em outra pea de mbar, descoberta em Teruel e que atraiu grande interesse cientfico. Tambm encerra vestgios fsseis de conferas e o mais antigo fragmento de mbar azul conhecido. Fonte : www.estadao.com.brDescobertos insetos pr-histricos preservados em mbarAs pinturas rupestres feitas no norte da Espanha entre 35.000 e 11.000 a.C. receberam da Unesco o status de Patrimnio Cultural Mundial. As pinturas da era paleoltica mostrando animais como cavalos e bises esto na caverna de Altamira, na regio de Cantbria. A caverna foi declarada local do patrimnio mundial em 1985. O Ministrio da Cultura disse em comunicado que a Unesco valoriza especialmente o fato de que as pinturas foram "perfeitamente datadas e reconhecidas pela comunidade cientfica". As pinturas sobreviveram ao longo da histria por estarem isoladas de influncias climticas externas e esto listadas como obras-primas do gnio criativo e como as primeiras obras de arte da humanidade, segundo a Unesco. Tambm esto listadas como testemunhos excepcionais de uma tradio cultural e ilustraes exemplares de uma etapa significativa da histria humana. A Unesco acrescentou as cavernas a sua lista de patrimnios mundiais juntamente com 12 outros stios mundiais, incluindo o templo Preah Vihear, no Camboja, e a reserva biolgica das borboletas monarcas, no Mxico. Fonte : http://oglobo.globo.com/cultura/, 08/07/2008.Pinturas rupestres da Espanha tornam-se patrimnio da Unesco Segundo evidncias geolgicas encontradas nas ltimas semanas em Ohio e Indiana, nos Estados Unidos, o que causou o fim da Era do Gelo e o desaparecimento do primeiro grupo de humanos no continente americano teria sido uma exploso de um cometa ou asteride sobre o Canad h 12.900 anos. H dois anos o pesquisador americano Allen West, divulgou sua teoria de que um cometa ou asteride, de mais de 1.5 km de dimetro, teria explodido sobre a terra quando a Era do Gelo chegava ao final. O objeto espacial teria cado nos campos de diamante do Canad, provocando uma exploso, e gerando uma onda de calor que se espalhou, deixando diversas partes do hemisfrio norte em chamas e iniciou um estgio de extines. Agora os pesquisadores Ken Tankersley, da Universidade de Cincinnati, e Nelson R. Schaffer, da Sociedade Geolgica de Indiana, juntaram-se a West para desenvolver a teoria. Buscas por irdio, micro-meterioritos e nano-diamantes esto sendo feitas na regio que teria sido atingida pelo impacto. A maior parte do trabalho realizada na Caverna Sheriden, em Ohio, um rico repositrio de materiais da Era do Gelo. Fonte : http://oglobo.globo.com/ciencia, 03/07/2008.Exploso de asteride teria causado fim da Era do Gelo Comisso Editorial: Adriano Gambarini, Allan Calux, Augusto Auler, Hlio Shimada, Leda Zogbi. Colaborou neste nmero: Marcelo Kramer, Ericson C. Igual. Reviso: Leda Zogbi. Diagramao: Carlos H. Maldaner. Logotipo: Daniel Menin. Artigos assinados so de responsabilidade dos autores. Artigos no assinados so de responsabilidade da comisso editorial. A reproduo de artigos aqui contidos depende de autorizao dos autores e deve ser comunicada REDESPELEO BRASIL pelo e-mail: conexao@redespeleo.org O Conexo Subterrnea pode ser repassado, desde que de forma integral, para outros e-mails ou listas de discusso.Expediente Divulgao Divulgao


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Bulletin of Redespeleo
Brazil.


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