Conexão Subterrânea

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Conexão Subterrânea

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Title:
Conexão Subterrânea
Series Title:
Conexão Subterrânea
Creator:
Redespeleo (Brazil)
Publisher:
Redespeleo (Brazil)
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )
Location:
Brazil

Notes

General Note:
Bulletin of Redespeleo Brazil.
Restriction:
Open Access
Original Version:
No. 56 (2007)
General Note:
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Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-01192 ( USFLDC DOI )
k26.1192 ( USFLDC Handle )
12583 ( karstportal - original NodeID )
1981-1594 ( ISSN )

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Format:
serial

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Nmero 56, 24 de outubro de 2007Oabismo Los Trs Amigos tem se revelado uma das mais importantes descobertas espeleolgicas das ltimas dcadas no Vale do Ribeira. No bastassem seus quase 200 metros de desnvel, cujo potencial ainda no est esgotado, a revelao de sales e galerias com milhes de metros cbicos permite a constatao emprica de uma teoria cada vez mais corroborada: de se tratar de uma das maiores cavernas do Estado de So Paulo. No ltimo dia 22 de setembro, onze espelelogos membros dos grupos: GBPE Grupo Bambui de Pesquisas Espeleolgicas, GPME Grupo Pierre Martin de Espeleologia e EGRIC Espeleo Grupo de Rio Claro, realizaram a 5 Expedio ao local, cujo objetivo era o de dar continuidade aos levantamentos topogrficos no Salo Los Onze Amigos, con-Abismo Los Trs Amigos revela seu potencial espeleolgico siderado o maior salo conhecido da caverna at a ltima expedio, bem como realizar o mapeamento e a prospeco das mendricas galerias do rio Ribeirozinho. Da entrada no abismo at o fundo do salo Los Onze Amigos o mapeamento havia sido realizado na expedio anterior (Vide Conexo Subterrnea n 47, de 28/02/2007). Nesta fase do trabalho as equipes se depararam com imensas galerias com trechos onde a largura dos condutos atingia, em alguns lugares, mais de 100 metros e cuja altura atingia em mdia 80 metros. Para dar uma idia, em comparao com outras grutas do Vale do Ribeira, os sales e galerias da gruta Los Trs Amigos possuem dimenses comparveis aos das grutas da Tapagem (Caverna do Diabo), Casa de Pedra, Laje Branca, Prolas, entre outras. Tambm foram localizadas diversas possibilidades de condutos superiores que devero ser checados posteriormente. Outro dado importante a representativa fauna do local. Embora no tenha sido feito um levantamento detalhado das espcies encontradas na rea, foi possvel observar animais como aeglas e vrios invertebrados em grandes densidades. Por outro lado, se muitas so as possibilidades e as descobertas, as dificuldades tambm so considerveis. O abismo requer uma logstica extremamente bem planejada e espelelogos preparados fsica e psicologicamente: l no h espao para dvida. Embora 20 horas de atividade no seja um exagero, se comparadas com o tempo despendido em outras expedies em cavernas horizontais, as condies de evoluo na caverna so to perigosas e complexas que a exausto se torna uma realidade constante, e o trabalho executado no limite fsico da equipe. O corpo deve estar condicionado a executar rotinas corretas para no incorrer em erros ao longo dos fracionamentos e derivaes transpostos durante a ascenso da volta. O prximo passo ser fazer um minucioso estudo com a projeo das linhas de trena num modelo tridimensional do terreno em busca de entradas alternativas que facilitem a continuidade das prospeces. Se uma outra entrada mais acessvel no for localizada, uma nova logstica dever ser desenvolvida, com a participao de equipes de apoio, por exemplo, a fim de possibilitar a continuidade dos trabalhos.ISSN 1981-1594 Por Allan Silas Calux Grupo Pierre Martin de Espeleologia, Alexandre Lopes Camargo (Iscoti) e Roberto Brandi Grupo Bambu de Pesquisas Espeleolgicas Alexandre Carmargo (Iscoti)

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Nos dias 22 e 23 de Setembro ltimo, o Grupo Pierre Martin de Espeleologia realizou uma expedio regio de So Thom das Letras, sul do Estado de Minas Gerais. Alm de oito scios do GPME, participaram da expedio mais cinco espelelogos dos grupos SEE e Bambui. O objetivo era verificar a situao das cavernas quartzticas de So Thom, ameaadas pela minerao da famosa "pedra mineira", ou "pedra de piscina", extrada em grande escala na regio. Alm do seu carter esotrico, So Thom das Letras possui mais de uma dezena de cavernas com visitao turstica, divulgadas inclusive nos sites tursticos da regio. Destas, s duas foram cadastradas em 1986 pelo Grupo Bambui, as Grutas do Carimbado I e II. Durante os dois dias da expedio, foram localizadas, exploradas e topografadas (e posteriormente cadastradas no CODEX) seis cavi-Denncia: cavernas de So Tom das Letras correm perigo dades, das quais trs recebem visitao turstica descontrolada onde, alis, pudemos observar turistas em chinelos ou at descalo, sem capacetes e com iluminao inadequada. O que mais chamou a ateno de todos foi a grande quantidade de mineradoras espalhadas por toda a regio e a perigosa proximidade entre as frentes de lavra e as cavernas. No caso da Gruta da Bruxa (R*MG-1677), caverna turstica com aproximadamente 350 m de desenvolvimento, pudemos constatar que a lavra se encontra a menos de 70 m da caverna. No nosso retorno, redigimos uma denncia sobre esta preocupante situao, que foi encaminhada ao Centro Nacional de Estudo, Proteo e Manejos de Cavernas CECAV (sede em Braslia), CECAVMG, Instituto Estadual do Patrimnio Histrico e Artstico de Minas Gerais IEPHA/MG e a um Promotor de Justia do Ministrio Pblico de Minas Gerais. Esperamos que providncias urgentes sejam tomadas no sentido de evitar a destruio eminente da caverna que, alis, bastante interessante e, sem dvida, relevante. O GPME pretende retornar em breve regio para continuar o trabalho de levantamento das cavernas dos municpios de So Thom das Letras e Luminrias. Por Leda Zogbi e Adilson Macari Grupo Pierre Martin de Espeleologia Ocorreu no ms de setembro a Conferncia Nacional de Espeleologia da Inglaterra, na cidade de Tewkesbury. Este encontro anual, mais conhecido como Hidden Earth, o mais importante do pas e, como nos anos anteriores, promoveu vrias atividades como reunies, workshops, palestras, exposies, apresentao de trabalhos, sadas de campo, olimpadas espeleolgicas, concursos de vdeo, arte espeleolgica, desenhos, melhor design de camiseta de grupos de espeleologia, mapeamento de cavernas, melhor stand de clube de espeleologia e o concurso de fotografias organizado pela Associao Britnica de Pesquisa em Cavernas (BCRA). A grande surpresa deste ano foi a de Alexandre Camargo (Iscoti), Bilogo e Espelelogo, membro do Grupo Bambu de Pesquisas Espeleolgicas, se destacar como um dos vencedores na categoria "Distinction Awards" com a foto da explorao da Gruta da Lagoa do Meio na Serra do Ramalho.Brasileiro premiado no Hidden Earth 2007 Parabns ao Iscoti e que este prmio sirva de incentivo aos nossos colegas espelelogos para que divulguem seus trabalhos junto s comunidades espelelogicas internacionais. Para mais informaes acessem o link: http://hidden-earth.org.uk EGB Comemora 30 anos de ExistnciaOEspeleo Grupo de Braslia completou no ltimo dia 21/10 seu trigsimo aniversrio. O EGB um dos grupos mais antigos e ativos do Brasil, e hoje um exemplo nacional na formao de novos espelelogos, ministrando cursos peridicos e treinamentos. Em nome da Redespeleo Brasil, parabenizamos o EGB por esta data, e desejamos que o grupo continue a desenvolver seu importante trabalho por muitos anos. Leda Zogbi Alexandre Camargo (Iscoti)

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Dois espelelogos ingleses, membros do Bristol Exploration Club, estiveram de 7 a 18 de Outubro no Vale do Ribeira para conhecer as cavernas e a realidade dos parques brasileiros do Vale do Ribeira. O interesse ocorreu em decorrncia de um artigo sobre propostas de desenvolvimento sustentvel para a regio, publicado por Hlio Shimada e Snia Aparecida Abissi Nogueira, pesquisadores do Instituto Geolgico, da Secretaria do Meio Ambiente de So Paulo, na revista americana Brazzil Magazine. Faye Litherland e Timothy Ball, ambos engenheiros e ela tambm jornalista, so colaboradores da revista inglesa de espeleologia Descent Fizeram contato com Hlio Shimada sobre a possibilidade de uma visita, da qual um dos objetivos era escrever um artigo sobre as cavernas tursticas do Vale do Ribeira. Espelelogos ingleses visitam o Vale do Ribeira A visita obteve a autorizao da Fundao Florestal e do Instituto Florestal, e contou com o apoio logstico do Grupo Pierre Martin de Espeleologia e do Instituto Geolgico. Os ingleses, sempre acompanhados por guias locais, visitaram as principais cavernas tursticas do Petar e do Parque Estadual Intervales e ficaram extremamente impressionados com o tamanho das cavernas brasileiras e com as nossas magnficas formaes. Outro fator notvel para eles foi a temperatura no interior das cavernas, j que nas cavernas britnicas a temperatura do ar gira em torno de 4 graus centgrados, e a temperatura da gua subterrnea , em mdia, de 2 graus. Os resultados fotogrficos obtidos foram notveis, e certamente ilustraro brilhantemente o artigo que ser publicado sobre o tema. Com isto, possivelmente outros espelelogos ingleses se interessaro pelas cavernas brasileiras, motivando a capacitao da infra-estrutura local de guias e pousadas para a recepo de estrangeiros. As regras para expedies estrangeiras foram devidamente comunicadas aos visitantes e, certamente, os ingleses sero muito bem-vindos em futuras expedies conjuntas. Paralelamente, os visitantes trouxeram informaes interessantes sobre a legislao de proteo de cavernas e sobre a questo da minerao em reas crsticas, justamente num momento em que tais temas so acaloradamente discutidos no Brasil. Tais informaes sero ainda complementadas por dados a serem enviados da Inglaterra, para futura divulgao no meio espeleolgico. Por Leda Zogbi e Helio Shimada Grupo Pierre Martin de Espeleologia O19 Simpsio Internacional de Biologia Subterrnea ocorrer em Fremantle, oeste da Austrlia, de 21 a 26 de Setembro de 2008, com o apoio da Sociedade Internacional de Biologia Subterrnea. Trata-se do principal frum global para pesquisadores que trabalham com19 Simpsio Internacional de Biologia Subterrnea ocorrer na Autrliafauna subterrnea aqutica e terrestre. A lngua oficial do encontro ser o ingls. Maiores informaes em www.issb2008.org.au. Gurutuva atinge 164 m de desnvelNo ms de setembro, oito integrantes da UPE, Unio Paulista de Espeleologia deram continuidade aos trabalhos de explorao e mapeamento do Abismo da Gurutuva no PETAR. A caverna, citada por Krone, foi parcialmente explorada por integrantes do CAP, Clube Alpino Paulista na dcada de 60, atingindo na poca modestos 104 m de desenvolvimento e 80 m de desnvel, segundo dados do nico mapa existente at hoje da cavidade. Porm, os dados cadastrados originalmente no CNC da SBE do conta de que Le Bret e seus companheiros exploraram bem mais do que nos mostra o mapa do CAP, totalizando 882 m de desenvolvimento e 154 m de desnvel. Onde poderia estar esse mapa? Ser que foi editado? Especulaes parte, a medida em que as exploraes avanam, a caverna aponta para um grande desenvolvimento, atualmente com 1190 metros de galerias mapeadas e 164 metros de desnvel e o trabalho esta longe de acabar. A morfologia da caverna dificulta a progresso das equipes. Apesar do desnvel considervel da caverna, no necessrio o uso de cordas em toda a sua extenso, porm trechos de escalada se sucedem em um ritmo frentico, intercalados por quebra-corpos claustrofbicos. Atualmente necessrio enfrentar uma trilha de uma hora e meia at a boca da caverna e mais trs horas de progresso dentro dela at o ponto onde se inicia a topografia. Por segurana, seu mapeamento ser retomado somente no ano que vem, pois o risco de sifonamento em vrios pontos da gruta inviabiliza seu acesso durante o vero. Por Ricardo Martinelli UPE Ricardo Martinelli Leda Zogbi

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Mostra na PUC de Minas Gerais traz pinturas e gravuras feitas em cavernas do pas. Algumas das imagens capturam com preciso insuspeita animais e plantas em cenrios com milhares de anos. Essa variedade de temas e estilos um dos fascnios da arte rupestre que floresceu nas cavernas do Brasil pr-histrico e pode ser conferida de perto pelos que visitarem o museu. Alm de fotografias das pinturas e gravuras prhistricas, esto sendo exibidos painis de tecido que reproduzem, exatamente na mesma escala, as obras originais. Alm disso, objetos encontrados nas proximidades das pinturas tambm figuram na mostra, ajudando a mostrar como as figuras rupestres se relacionavam com outros aspectos da cultura dos povos antigos do Brasil. Os padres das pinturas e gravuras reaparecem em belas obras de cermica ou na fabricao de pontas de flechas e lanas, por exemplo. E alguns dos mesmos pigmentos usados para adornar os paredes rochosos parecem fazer parte de rituais de sepul-Exposio revela arte prhistrica do Brasil tamento. Esse parece ser o caso de um dos destaques da mostra, um crnio humano com idade estimada em 9.500 anos, oriundo do stio arqueolgico de Cerca Grande (regio de Lagoa Santa), a poucas dezenas de quilmetros de Belo Horizonte. Ao que tudo indica, o antigo habitante da regio foi sepultado com uma camada de pintura corporal. Ao longo do tempo, a pintura foi incorporada nos prprios ossos do morto. A exposio Brasil Rupestre acontece at o dia 15 de dezembro no Museu de Cincias Naturais da PUC de Minas Gerais (avenida Dom Jos Gaspar, 290, prdio 40), em Belo Horizonte. Fonte: http://g1.globo.com/ Noticias/Ciencia/ 26/09/07.Caverna revela "vida moderna" no litoral h 165 mil anosDivulgao Este importante estudo, liderado por pesquisadores brasileiros afiliados Universidade de So Paulo com colaborao de cientistas americanos, mostra que guas de cavernas em regies crsticas tropicais apresentam potencial para revelar mudanas climticas. Aps um perodo total de quatro anos de monitoramento de diversos parmetros hidroqumicos, os autores utilizaram a variao de teores (e a razo) de vrios elementos para inferir que mudanas climticas na superfcie tambm apresentam reflexo na composio qumica das guas. A rea de trabalho compreendeu o Sistema Santana-Prolas no PETAR (SP). Informaes e separatas eletrnicas podem ser obtidas junto ao autor principal em ikarmann@usp.br Karmann, I.; Cruz Jr., F.W.; Viana Jr., O.; Burns, S.J. 2007. Climate influence on geochemistry parameters of waters from Santana-Prolas cave system, Brazil (Influncia do clima em parmetros geoqumicos de guas do sistema SantanaProlas, Brasil). Chemical Geology 244: 232-247. PRODUO CIENTFICA Qumica da gua no interior de cavernas tropicais possui potencial para revelar mudanas climticasSurgido h cerca de 200 mil anos, o Homo sapiens estabeleceu residncia no litoral da frica do Sul menos de 40 mil anos mais tarde, de acordo com vestgios arqueolgicos descritos na edio desta semana da revista Nature. Em uma caverna da formao de Pinnacle Point, sobre o Oceano ndico, pesquisadores encontraram, alm de vestgios da mais antiga ocupao humana de litoral, sinais de comportamentos e tecnologias que, de acordo com evidncias anteriores, s teriam surgido milhares de anos mais tarde. O motivo da migrao humana para o litoral, 165 mil anos atrs, provavelmente se deveu fome. Na poca, o mundo atravessava um perodo glacial e o interior da frica era muito seco e frio. As evidncias encontradas pela equipe de Marean, incluindo restos de moluscos cozidos e carcaas de baleias, reforam esta hiptese. Alm dos sinais de consumo de frutos do mar, os arquelogos encontraram em Pinnacle Point lminas de pedra de um centmetro de comprimento e pigmentos vermelhos, feitos base de rocha. Em anlise que acompanha o artigo na Nature, a antroploga Sally McBearty, dos EUA, e o paleontlogo britnico Chris Stinger dizem que os pigmentos sugerem que, j nesse estgio primitivo, os seres humanos eram capazes de compreender e manipular smbolos. Somada coleta e preparo de frutos do mar e s diminutas lminas segundo Marean, pequenas demais para terem sido usadas sozinhas, requerendo cabos ou outro tipo de tecnologia para comp-las em grupos a descoberta dos pigmentos contraria a idia de que o ser humano adotou comportamentos "modernos" num salto revolucionrio que teria ocorrido muito mais tarde, de 70 mil a 45 mil anos atrs. Em vez disso, os novos dados sugerem que a modernizao da tecnologia e do comportamento humano pode ter tido vrios incios que no chegaram a "pegar". Extrado de matria de Carlos Orsi, www.estadao.com.br 17/10/2007

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Aconteceu em Lisboa, entre 15 e 21/09/07, o Congresso Internacional de Hidrogeologia (IAH International Association of Hydrogeologists) cujo tema principal foi "gua Subterrnea e Ecosistemas" (Groundwater and Ecosystems). O congresso contou com cerca de 500 inscritos. Na seo de carste foram apresentados 30 trabalhos, sendo mais comuns os papers relacionados s questes de gerenciamento dos aqferos crsticos, estudos de contaminao, dinmica subterrnea, espeleognese, dentre outros. O trabalho "Using borehole data to assess the dynamics of the epikarst zone in a mantled karst area, Lagoa Santa, Brazil" apresentou importante estudo sobre o comportamento das oscilaes de nvel d'gua na zona epicrstica do carste coberto de Lagoa Santa. Atravs da anlise das oscilaes de dados coletados durante 18 meses em 20 poos de cmaras duplas (manto de alterao e contato calcrio/embasamento) mostrou-se que a zona epicrstica atua de modo extremamente importante na dinmica de fluxos, sendo que os fatores determinantes so a espessura e o tipo de solo, a presena de calcrios puros no contato solo/rocha e densidade de fraturas, dentre outros. O monitoramento dos referidos poos continua sendo realizado e, em breve, espera-se atualizar o que foi analisado nos primeiros 18 meses de coleta de dados, com um total atual de aproximadamente 48 meses de medies. Esses estudos, alm de auxiliarem no entendimento de grande parte dos processos responsveis pelo controle da dinmica de fluxos subterrneos, permitem que se compreenda aspectos bsicos de evoluo do relevo local, assim como a prpria lagoa Santa. Maiores informaes pelo email: ppessoa@hidrovia.com.br. Pessoa, P. F. P.; Loureiro, C. de O; Auler, A. Using borehole data to assess the dynamics of the epikarst zone in a mantled karst area, Lagoa Santa, Brazil. PRODUO CIENTFICA Trabalho sobre a hidrogeologia de Lagoa Santa apresentado em congresso internacional de hidrogeologiaUma mulher alem foi encontrada com vida neste domingo dentro de uma caverna situada na provncia de Surat Thani, na qual seis turistas dessa nacionalidade e dois guias tailandeses morreram devido a uma enchente causada pelo forte temporal. A agncia "TNA" disse que a mulher foi internada em um hospital provincial, aps ser resgatada pelas equipes de salvamento. Apesar de a agncia estatal informar que todos os turistas que morreram eram alemes, outras fontes indicam, no entanto, que eram quatro suos, um britnico e uma criana de nacionalidade alem. Equipes resgatam alem viva em caverna onde oito morreram O grupo entrou na caverna, localizada no parque nacional de Khao Sok, na tarde de sbado, a bordo de uma embarcao procedente da represa de Ratchaprapha, que se encontrava ento em seu nvel mximo devido s fortes chuvas que caram na zona. A Polcia indicou que o grupo ignorou as recomendaes das autoridades do parque, que os aconselharam a no entrar na caverna durante a atual poca de chuvas. A caverna fica a cerca de 60 quilmetros das principais dependncias do parque, e um tradicional destino turstico da provncia. Fonte: Efe, em Bancoc Comisso Editorial: Allan Calux, Augusto Auler, Leda Zogbi. Reviso: Leda Zogbi, Renata Andrade. Diagramao: Carlos H. Maldaner. Logotipo: Daniel Menin. Artigos assinados so de responsabilidade dos autores. Artigos no assinados so de responsabilidade da comisso editorial. A reproduo de artigos aqui contidos depende de autorizao dos autores e deve ser comunicada REDESPELEO BRASIL pelo e-mail: conexao@redespeleo.org O Conexo Subterrnea pode ser repassado, desde que de forma integral, para outros e-mails ou listas de discusso.Expediente Foi divulgado no ltimo dia 15/10 o primeiro nmero do novo boletim eletrnico da SBE, de Antropoespeleologia. O boletim uma inciativa da Seo de Histria da Espeleologia da SBE, coordenada pelo gegrafo Luiz Eduardo Panisset Travassos, e aborda exclusivamente assuntos relacionados ao uso humano de cavernas. O boletim pode ser baixado em PDF no seguinte link: www.sbe.com.br/sbeantropo/SBEA ntropo_001.pdf SBE lana novo boletim de "Antropoespeleologia"


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Bulletin of Redespeleo
Brazil.


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