Citation
Conexão Subterrânea

Material Information

Title:
Conexão Subterrânea
Series Title:
Conexão Subterrânea
Creator:
Redespeleo (Brazil)
Publisher:
Redespeleo (Brazil)
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )
Location:
Brazil

Notes

General Note:
Bulletin of Redespeleo Brazil.
Restriction:
Open Access
Original Version:
No. 55 (2007)
General Note:
See Extended description for more information.

Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-01193 ( USFLDC DOI )
k26.1193 ( USFLDC Handle )
12584 ( karstportal - original NodeID )
1981-1594 ( ISSN )

USFLDC Membership

Aggregations:
Karst Information Portal

Postcard Information

Format:
Serial

Downloads

This item has the following downloads:


Full Text

PAGE 1

Nmero 54, 27 de agosto de 2007Adisposio final do lixo no municpio de Matozinhos, MG, feita em um lixo, no interior de uma dolina, localizada a menos de 800 metros da rea de Proteo Ambiental-APA Carste de Lagoa Santa. A APA foi criada em 1990 para proteger "as cavernas e demais formaes crsticas, stios arqueopaleontolgicos, a cobertura vegetal e a fauna silvestre" (DECRETO N 98.881, de 25/01/1990). A APA guarda vestgios arqueolgicos e paleontolgicos de importncia mundial e apresenta limitaes para uso intensivo, devido ao alto risco de contaminao da drenagem subterrnea e possibilidade de induo de abatimentos do solo. No lixo Matozinhos os resduos so despejados no solo, sem qualquer tratamento, tcnica ou medida de controle, gerando graves problemas scioambientais, como, a poluio do solo, da gua e do ar; a atrao de vetores de doenas (insetos e roedores); o risco de incndios, deslizamentos e exploses; o espalhamento dos resduos pelo vento e animais; a presena de catadores; dentre outros. Com disposio do lixo no solo, a decomposio da matria orgnica somada lixiviao provocada pela passagemLixo de Matozinhos pode ameaar a APA Carste de Lagoa Santa de gua de chuva, gera um efluente lquido de elevada carga orgnica, que pode conter compostos naturais e sintticos, como os metais pesados e outras substncias nocivas sade, a depender das caractersticas dos resduos depositados. Esse lquido de alto potencial poluidor, conhecido como chorume, lixiviado ou percolado, tem potencial para graves problemas no ambiente crstico, principalmente quando disposto em uma dolina. No carste, as grutas, sumidouros, dolinas e a infiltrao difusa no solo, alimentam uma complexa e pouco conhecida rede de drenagem subterrnea, onde as bacias de drenagem no se limitam necessariamente aos divisores de gua superficiais. A contaminao da gua subterrnea pode assumir propores inesperadas, caso os poluentes sejam capturados por um sistema de condutos subterrneos e levados para longas distncias. A situao preocupante e inaceitvel, uma vez que a maioria da gua de abastecimento da regio de origem subterrnea. O entorno de uma APA geralmente considerado como rea de influencia indireta, no entanto, no carste, pela peculiaridade da dinmica hdrica, o entorno pode influir diretamente sobre a qualidade ambiental da unidade de conservao. Dispor e tratar o lixo de maneira correta dever do poder pblico municipal e, em Minas Gerais, gera recursos para o municpio, atravs da aplicao do ICMS Ecolgico. Devem ser tomadas medidas urgentes para construo de um aterro sanitrio que atenda o munic pio de Matozinhos, simultaneamente ao processo de remediao do lixo, com objetivo de reduzir os impactos negativos causados pela sua disposio inadequada.ISSN 1981-1594 Luciana Alt Luciana Alt Por Luciana Alt e Thiago Lima Grupo Bambu de Pesquisas Espeleolgicas

PAGE 2

Ricardo Martinelli DivulgaoAUPE Unio Paulista de Espeleologia e o GREGO Grupo Espeleolgico Goiano firmaram parceria para explorar e mapear cavernas nos municpios de Mamba, Damianpolis, Stio de Adadia e Buritinpolis no nordeste Goiano. Os trabalhos se iniciaram entre os dias 21 e 30 de julho deste ano e contaram com 10 espelelogos, sendo 6 do GREGO, 3 da UPE e 1 do ECA Espeleo Clube de Avar. Participaram tambm monitores da ACONTUR, Associao de Condutores de Turismo de Mamba. Durante esta primeira etapa, os esforos foram concentrados no re-mapeamento da Gruna da Tarimba, atualmente com mais de 7.000 metros de projeo horizontal, onde duas equipes se revezaram por seus condutos mendricos at atingir a marca de 3.200 metros de linha de trena. Foram observados diversos condutos no explorados e outros de comprovado desenvolvimento e que no constavam do mapa original, elevando muito a expectativa das reais dimenses da caverna. Um dos problemas constatados na topografia original era o fechamento de uma gigantesca poligonal que deslocava todo o longo eixo da caverna, comprometendo a preciso da mesma. Aps dois dias de intensa "ralao", a poligonal foi refeita, percorrendo mais de 1.000 mUPE e GREGO iniciam parceria de linha de trena, com 176 visadas, mantendo o nvel BCRA 5 pretendido, mostrando mais uma vez a eficincia do sistema de prumo. A Gruna da Tarimba alm de possuir caractersticas geolgicas e morfolgicas fantsticas, ainda se destaca por seu incrvel potencial bioespeleolgico, sendo observados escorpies, peixes, pequenas baratas, grilos, opilies, morcegos, diversos tipos de aranhas sendo a loxosceles (aranha -marrom) a mais comum. O carste local possui caractersticas muito favorveis existncia de grandes cavernas. Cnions imensos so cortados por rios de volume impressionante, desnudando grande parte da belssima e profunda lente calcria. O acesso a estes cnions feito quase sempre pelo prprio rio, com a utilizao de bias. Desta maneira foram plotadas 4 cavernas, sendo que duas possuem grande potencial de desenvolvimento. Durante a expedio, foram visitadas 9 novas cavernas que devero ser cadastradas, sendo que duas de pequeno porte foram topografadas. Tamanha foi a satisfao de trabalhar na regio e tantas foram as amizades consolidadas, que os dois grupos j iniciaram os preparativos para a prxima investida, que dever ocorrer somente no ano que vem. As belezas naturais de Mamba tambm so um grande convite para os que por l desembarcam: cachoeiras belssimas, um cerrado exuberante com vida selvagem em profuso, a possibilidade da prtica de esportes relacionados natureza e um povo muito hospitaleiro, so apenas alguns predicados desta regio mpar de nosso Pas. Desde j deixamos o convite para que mais espelelogos venham colaborar com os trabalhos. Os interessados devero enviar e-mail para upe@upecave.com.br Por Ricardo Martinelli (UPE) e Emlio Calvo (GREGO) Por uma iniciativa da UNESCO, criou-se a Rede Mundial de GEOPARQUES, uma estrutura internacional que reala o valor do patrimnio da Terra, de suas paisagens e das formaes geolgicas, testemunhas chaves da histria da vida e da evoluo do planeta. Assim, alm de possibilitar a preservao deste patrimnio e a difuso de conhecimentos geolgicos e ambientais reunidos nestes locais, constituem-se em uma importante estratgia para o desenvolvimento socio-econmico e cultural sustentvel para toda regio abrangida. O Servio Geolgico do Brasil (CPRM), juntamente com outros parceiros, prope o Projeto GeoparqueCPRM prope a criao do Geoparque Alto Vale Do Ribeira Alto Vale do Ribeira, visando postular Unesco a incluso da regio do Alto Vale do Ribeira na rede mundial de Geoparques, que at setembro de 2006 era composta por 48 parques situados em 15 pases membros. De acordo com a UNESCO um GEOPARQUE deve abranger uma regio com limites bem definidos, que contm stios do patrimnio geolgico-paleontolgico de especial importncia cientfica, raridade ou beleza, no apenas por razes geolgicas, mas tambm em virtude de seu valor ecolgico, espeleolgico, histrico, arqueolgico ou cultural. Uma das metas a serem alcanadas com a incluso proteger da degradao ambiental e desenvolver de forma sustentvel uma das mais belas e frgeis regies dos estados de So Paulo e Paran, que envolve total ou parcialmente 21 municpios, contando com uma rea de aproximadamente 9.390 km. Fonte: www.cprm.gov.br/Geo_Site

PAGE 3

No ltimo dia 11 de agosto, sbado, o Grupo Pierre Martin de Espeleologia iniciou um curso de topografia, no Grupamento de Bombeiros da Santa Cruz, Vila Mariana. O curso, a princpio destinado aos novatos do grupo, foi anunciado na tera-feira anterior, e a adeso superou e muito as expectativas. Dezenove alunos participaram do treinamento, entre novatos do grupo e no associados interessados pelo tema. Foi realizada uma sesso terica pela manh e em seguida uma parte prtica na parte da tarde. Para viabilizar a prtica, foi criada uma caverna "virtual" com a demarcao, com fitas plsti-GPME organiza curso de topografia cas, de um trajeto previamente escolhido, incluindo tetos baixos, subidas e descidas e diversas poligonais. Os participantes foram divididos em equipes, cada qual acompanhada por um espeleo-topografo experiente. As equipes mapearam trechos da "caverna", onde cada aluno pode executar todas as funes de uma equipe de topografia. Nessa primeira aula foi passada toda a parte de instrumentos, tcnicas de topografia, erros mais comuns, suas causas, etc. A segunda aula, realizada no ultimo dia 18 de agosto, tambm sbado, abordou a elaborao de croquis em escala. Uma aula prtica de topografia numa caverna "real" dever concluir o curso. Alm dos participantes dessa primeira turma, j recebemos pedidos de mais quinze interessados em aprender as tcnicas de topografia. Um novo curso dever ser organizado pelo grupo na seqncia. Por Ericson Cernawsky Igual e Leda Zogbi No dia 23 de agosto foi realizado no Palcio da Cultura de Matozinhos um seminrio tcnico sobre Lagoas Carsticas. As lagoas da regio do Crste de Lagoa Santa encontram-se sob alguma forma de degradao, devido ao processo de antropofizao do uso do solo nas bacias geolgicas de seu entorno. Estes importantes sistemas lacustres da geologia do Crste de grande beleza paisagstica e importncia para a biodiversidade local e ponto de pouso de aves migratrias tm caractersticas sui gneris e delicadas, principalmente, por estaremSeminrio Tcnico sobre Lagoas Crsticas diretamente ligadas ao complexo das guas subterrneas, e conseqentemente, sujeitos contaminao em grandes reas de seu espelho d'gua. Aes interventoras sem base cientifica necessria podem agravar o problema criando solues temporrias e s vezes desastrosas. Os rgos ambientais nos vrios nveis governamentais no possuem base tcnica de procedimentos adequados para o licenciamento de intervenes, sendo conhecidos na regio, vrias intervenes danosas. O objetivo principal do seminrio foi de definir diretrizes para gesto ambiental das lagoas crsticas, gerando um documento base propositivo para uma Deliberao Normativa que venha auxiliar o processo de licenciamento das intervenes. Apesar de constar no site da Secretaria de Turismo de Lagoa Santa que a Gruta da Lapinha estaria aberta diariamente, das 8:30 s 16:30, sendo que a mesma informao consta no folder oficial da Gruta,Turistas encontram Gruta da Lapinha fechadaum grupo de 60 turistas do Rio de Janeiro, So Paulo e de outros pontos do pas, encontrou a gruta fechada. Segundo Gisele Rodrigues, uma das pessoas que se deparou com o problema, foi feito um contato com a Secretaria de Turismo, e a gerente da gruta teria dito que tentaria conseguir um guia, o que no ocorreu. Os turistas ficaram decepcionados com o descaso das autoridades. Fonte: www.avozdelagoasanta.com.br/, 06/08/2007 APaulo Rodrigo Simes defendeu no ultimo dia 06 de agosto sua dissertao: "Caracterizao fsica de ambientes crsticos atravs de sensoriamento remoto e SIG: O caso do Parque Nacional Cavernas do Peruau Januria/Itacarambi, MG". O trabalho foi realizado via Instituto de Geocincias da UNICAMP, sob orientao de lvaro Crosta e co-orientao de Ivo Karmann. Mestrado sobre SIG defendido na UNICAMPDivulgao Leda Zogbi

PAGE 4

com nmeros elevados de indivduos de cada espcie. Tambm vale mencionar os achados paleontolgicos na Toca da Raposa, em Laranjeiras, e no Abismo de Simo Dias, no municpio de mesmo nome. Com a difuso do conhecimento das cavernas sergipanas, o Grupo de Espeleologia Centro da Terra procura colaborar com a conservao desse patrimnio pblico to pouco conhecido no Estado de Sergipe e no Brasil.Muito se ouve falar sobre as cavernas brasileiras, mas em Sergipe a espeleologia ainda est angariando espao. Foi no sculo XIX que ocorreram os primeiros registros sobre a existncia de cavernas no Estado. O pesquisador ingls John C. Branner foi responsvel pelo o mais antigo registro descrevendo duas cavernas: a Gruta da Pedra Furada e a Caverna do Urubu, situadas respectivamente nosConhecendo as Cavernas de Sergipe municpios de Laranjeiras e Divina Pastora. Nos tempos atuais, a realizao das primeiras pesquisas espeleolgicas se deu a partir da dcada de 90 quando os primeiros artigos cientficos revelaram com maior destaque a realidade do carste sergipano. Atualmente, o Grupo de Espeleologia Centro da Terra tem trabalhado nas cavernas sergipanas, principalmente nos campos da geologia, geomorfologia, biologia e paleontologia, com o intuito de compor o cenrio crstico regional. Somente 12 cavernas esto cadastradas oficialmente em Sergipe, mas sabe-se da existncia de pelo menos 20 cavidades no Estado. Apesar de no apresentar dimenses avantajadas, se comparadas com cavernas de outras regies brasileiras, as cavernas sergipanas se destacam por uma grande biodiversidade, Por Eline Alves de Souza Barreto Centro da Terra Grupo Espeleolgico de Sergipe Centro da Terra Grupo Espeleolgico de Sergipe Centro da Terra Grupo Espeleolgico de Sergipe Toca da Raposa Laranjeiras Abismo de Simo Dias Depois de trs anos de esforos, a maior caverna de Mato Grosso tornou-se uma unidade de conservao e de proteo integral, denominada Monumento Natural da Caverna do Jabuti. A caverna localiza-se no municpio de Curvelndia, centro-sul do Estado, a 300 km de Cuiab. Em 2002, durante 40 dias, tcnicos do Ibama e da prefeitura fizeram o mapeamento da caverna e confirmaram o desenvolvimento de 3.860 m. No entanto, de acordo com a biloga e secretria municipal de Turismo, Fabiana Bezerra, ainda restam diversos condutos a serem explorados, o que deve aumentar ainda mais a dimenso total da cavidade. Maior caverna de Mato Grosso vira rea protegida e fomentar o turismo A Caverna do Jabuti pode ser definida como um conjunto de grandes salas ligadas por inmeros condutos labirnticos. Ela rica em espeleotemas bastante peculiares, como grandes estalactites corrodas, flores de aragonita, travertinos e colunas gigantescas. A caverna fica na fazenda de um empresrio que aceitou fazer com prefeitura e Ibama a parceria pblico privada, garantindo assim a sua preservao. O prximo passo ser viabilizar recursos para fazer o estudo de impacto ambiental, o plano de manejo espeleolgico e o plano de manejo da unidade de conservao para uso turstico de caverna. Fonte : www.sonoticias.com.br Aps 4 dias de trabalhos equipes de resgate conseguiram retirar a espeleloga belga Annette van Houtte, de 49 anos, presa em uma caverna localizada no norte da Espanha. A espeleloga, entrou no local acompanhada de uma equipe de quatro pessoas. Penetraram na caverna 4 km at atingir a profundidade de 600 m. Durante o trajeto, uma pedra caiu sobre o p esquerdo Houtte, causando diversas fraturas. Trs membros da equipe saram para pedir ajuda. Cerca de 90 pessoas participaram dos trabalhos de resgate durante quatro dias. Houtte foi atendida no prprio local. Mdicos montaram uma estrutura para prestar os primeiros-socorros na caverna. Em seguida, ela foi transportada de helicptero at um hospital prximo. A polcia, a Guarda Civil, os bombeiros e espelelogos franceses participaram do resgate. Fonte: http://noticias.terra.com.br/, 08/08/2007.Belga resgatada de caverna espanhola aps 4 dias Divulgao Divulgao

PAGE 5

Uma residncia construda dentro de uma caverna em Worcestershire, na Gr-Bretanha, foi vendida por 100 mil libras (cerca de R$ 390 mil). A casa, que possui porta de entrada, lareira e despensa, foi leiloada por um valor quatro vezes maior do que as 25 mil libras sugeridas no incio do leilo. A caverna, formada em uma grande pedra de arenito, possui trs outras cavidades vizinhas, e foi ocupada pela ltima vez na dcada de 40. A casa tem janelas, uma sala de estar e dormitrios, mas no possui abastecimento de luz ou gua. O morador das redondezas que adquiriu a casa alegou que queria que ela ficasse exatamente como estava. Segundo o leiloeiro Roger Sadler,Casa dentro de caverna leiloada por R$ 390 mil muitas pessoas se interessaram pelo leilo, algumas teriam se deslocado inclusive da Espanha. A caverna, vendida juntamente com um terreno de cinco acres de florestas e jardins, foi leiloada aps a morte de seu proprietrio. Fonte: www.noticias.terra.com.br, 05/07/2007Uma equipe de paleontlogos encontrou parte do esqueleto de um Neandertal na caverna de Las Palomas, em Mrcia (sudeste da Espanha). Segundo o diretor da escavao, Michael Walker, "a descoberta transforma o stio arqueolgico em um dos mais importantes do mundo". O esqueleto parece conter um p, uma das mos, um cotovelo, as vrtebras, uma escpula, ossos do brao e um fmur. Mas, at o momento, no h muitos detalhes, j que o material encontrado ainda no foi limpo. O Instituto Max Planck deEsqueleto quase completo de Neandertal encontrado na Espanha Antropologia Evolutiva de Leipzig (Alemanha) est negociando com as autoridades de Mrcia a pesquisa do DNA desse esqueleto de Neandertal, na qual pretende utilizar uma metodologia inovadora. No ano passado, pesquisadores alemes conseguiram estudar o DNA de um "Homo neanderthalensis" achado na caverna de Vindija, na Crocia. A anlise de esqueletos desse tipo pode ser crucial para o fim da polmica que envolve os neandertais: eles forneceram ou no material gentico para o ser humano moderno? Fonte: EFE, 10/08/2007Uma equipe do Departamento Geolgico da Arbia Saudita descobriu no noroeste do pas o que se acredita ser a maior caverna do mundo rabe. Nela foram encontrados inscries e ossos de animais que datam de milhares de anos. A caverna Umm Garsan foi encontrada na localidade de Huret Khaibar, ao norte da cidade de Medina, e possui 1.500 metros de comprimento e 45 m de largura e 12 metros de altura no ponto mais alto. Os especialistas encontraram dentro da caverna mveis e utenslios domsticos feitos de pedra, ossos humanos e corpos bem conservados de animais, alguns deles com at oito mil anos de idade. Amostras dos objetos encontrados na caverna foram enviadas Polnia para anlise. O Conselho Supremo de Turismo da Arbia Saudita est considerando, juntamente com o Departamento Geolgico, a possibilidade de incluir a caverna nos planos do reino wahhabista para promover o turismo no pas, cuja economia depende em mais de 70% das exportaes de petrleo. Fonte: EFE, 24/07/2007Equipe descobre na Arbia Saudita a maior caverna do mundo rabe Oarquelogo Joo Zilho esteve em Torres Novas, Portugal, no ltimo dia 9 de Julho, para fazer um balano dos vinte anos de trabalho realizado na gruta da nascente do rio Almonda. A iniciativa foi da Sociedade Torrejana de Espeleologia e Arqueologia. Atualmente professor na Universidade de Bristol (Inglaterra), Joo Zilho apresentou aos diversos tcni-20 anos de trabalhos arqueolgicos em Torres Novas, Portugal cos e ambientalistas presentes, a evoluo dos estudos durante os ltimos 20 anos na regio, sublinhando que na gruta do Almonda foram encontrados vestgios de uma das mais antigas ocupaes pr-histricas de Portugal, que apontam para a presena de populaes Neandertais na caverna h cerca de 200 mil anos. Fonte: www.jornalregional.com (Portugal), julho/2007. Comisso Editorial: Allan Calux, Augusto Auler, Leda Zogbi. Correspondentes que colaboraram neste nmero:Ericson Cernawsky Igual (GPME) e Thiago Lima (GBPE). Reviso: Leda Zogbi Diagramao: Carlos H. Maldaner. Logotipo: Daniel Menin. Artigos assinados so de responsabilidade dos autores. Artigos no assinados so de responsabilidade da comisso editorial. A reproduo de artigos aqui contidos depende de autorizao dos autores e deve ser comunicada REDESPELEO BRASIL pelo e-mail: conexao@redespeleo.org O Conexo Subterrnea pode ser repassado, desde que de forma integral, para outros e-mails ou listas de discusso.ExpedienteDivulgao


Description
Bulletin of Redespeleo
Brazil.