Conexão Subterrânea

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Conexão Subterrânea

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Title:
Conexão Subterrânea
Series Title:
Conexão Subterrânea
Creator:
Redespeleo (Brazil)
Publisher:
Redespeleo (Brazil)
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )
Location:
Brazil

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General Note:
Bulletin of Redespeleo Brazil.
Restriction:
Open Access
Original Version:
No. 50 (2007)
General Note:
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Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-01198 ( USFLDC DOI )
k26.1198 ( USFLDC Handle )
12589 ( karstportal - original NodeID )
1981-1594 ( ISSN )

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serial

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Nmero 50, 27 de maio de 2007Termina no prximo dia 31/05 o prazo para as inscries com preos promocionais no Carste 2007, II Encontro Brasileiro de Estudos do Carste. O evento ocorrer entre os dias 26 e 28 de julho de 2007 nas dependncias do Instituto de Geocincias da Universidade de So Paulo e pretende reunir toda a comunidade cientfica e os principais atores relacionados ao Carste brasileiro. Os mais de cinqenta trabalhos recebidos, com temas muito variados e interessantes, j esto em fase de anlise pela comisso cientfica do evento. A organizao do evento est em plena atividade: neste ltimo final de semana o Sr. Pedro Comrio,Carste 2007: o prazo para inscries com preos promocionais termina no fim de maio! personagem histrico de 87 anos que ser especialmente homenageado, confirmou presena no evento para contar pessoalmente sua longa relao com o Vale do Ribeira e suas aventuras ao lado de Michel Le Bret, um dos pioneiros da espeleologia paulista. Alm das tradicionais apresentaes de trabalhos da comunidade cientfica nacional, o Carste 2007 pretende reunir em mesas redondas e debates representantes dos diversos rgos, instituies e organizaes relacionados ao Carste como Ministrio do Meio Ambiente, Ibama (e CECAV-Ibama), Ministrio de Minas e Energia, representantes da rea mineral e da sociedade civil organizada, afim de discutir temas atuais e de interesse geral como legislao relacionada s cavernas, critrios de relevncia de cavernas entre outros. Todos os atores deste importante debate esto sendo convidados individualmente para garantir que todos os diferentes pontos de vista sejam adequadamente expostos e debatidos de maneira construtiva. O evento promete se tornar um marco importante na histria da nossa espeleologia. No perca esta chance de participar de perto de todo esse movimento. Inscreva-se j! Maiores informaes sobre a programao e inscries on-line pelo site: www.redespeleo.org/eventos/carste2007ISSN 1981-1594 Leda Zogbi No ltimo feriado de 1 de Maio, o GPME (Grupo Pierre Martin de Espeleologia) reuniu 31 participantes, dentre os quais dois membros do CAP (Clube Alpino Paulista) e o espeleo mergulhador Joo Paulo Mallet. Dentre as diversas atividades do grupo, foi dada nfase continuao da topografia da Gruta das Areias de Cima (Caverna das Areias do Pedroso N 1, ndice Krone N 18), CODEX R* SP-018, que alcanou 5.330 metros de Projeo Horizontal e 5.440 metros de desenvolvimento Linear, ultrapassando provisoriamente a Caverna de Santana,Gruta das Areias de Cima ultrapassa temporariamente a Caverna de Santana CODEX R* SP-041, atualmente registrada com 5.040 metros de Projeo Horizontal (ver artigo neste nmero do Conexo Subterrnea). A topografia da Gruta das Areias de Cima ainda no est concluda, com diversas continuaes em aberto e seu desenvolvimento final ainda no foi determinado. Na mesma ocasio foram topografadas a gruta Aberta Funda (ndice Krone N 17) CODEX R* SP-017, localizada nas proximidades do Bairro Serra, grutas na regio do Lageado e foi iniciada a re-topografia da Caverna de Santana, somando um total de 2.800 metros de linha de trena no total das atividades realizadas. Tambm foram plotadas as coordenadas de outras 18 cavernas localizadas nas regies do Lageado, Ncleo Santana e Vale do Betary, visando a verificao e correo de dados do CODEX, cadastro nacional de cavernas da Redespeleo Brasil.Joo Paulo MalletPor Ericson Cernawsky Igual GPME Pedro Comrio

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Entre os dias 28 e 01 de maio, a UPE (Unio Paulista de Espeleologia) esteve na regio do crrego do Areado Grande, PETAR, dando continuidade ao mapeamento e explorao no Sistema Areado, que hoje compreende 5 cavernas. Participaram da investida nove espelelogos, sendo sete da UPE e dois do BEC (Babilnicos Espeleo Clube). A linha do rio foi totalmente topografada, sendo que um pequeno trecho de mata, entre a Areado 3 e a 4 tambm foi interligado com a linha de trena. Grandes sales foram detalhados, assim como oUPE continua mapeamento no Sistema Areado quarto nvel das galerias superiores ento conhecidas. Novas exploraes revelaram, em um local mais intermedirio da caverna outra regio com sales imensos, possuindo as mesmas caractersticas de vrios patamares. Foram observadas formaes raras como "dentes de co" em grande quantidade e um "travertino" gigante com 28 metros de comprimento por 8 de largura. Foram topografados mais de 1200 metros de linha de trena, elevando assim desenvolvimento linear do sistema para 6004 metros. Com os dados processados, observamos 69 loops e 861 visadas. Os resultados obtidos na topografia da Gruta Areado III comprovam a eficincia da metodologia aplicada pela UPE em seus levantamentos: a leitura criteriosa dos instrumentos e a utilizao do prumo mantm, sem exceo, o nvel de preciso dentro dos critrios BCRA5. Foi feito ainda um levantamento preliminar do potencial biolgico da caverna pelo pessoal do BEC. Alm da fauna tpica da regio, foi encontrado um pequeno peixe, devidamente fotografado, assim como uma grande quantidade de Aeglas. Do ponto de vista paleontolgico, o salo dos ossos impressiona e ainda permanece um mistrio. Apesar de ter sido encontrada, no quarto nvel das galerias, uma pequena clarabia, no se sabe ainda o motivo da existncia da grande quantidade de restos mortais de animais naquela regio da caverna. L foram encontradas mais de 15 ossadas de animais de pequeno porte e, nesta ltima investida, ossadas maiores e fossilizadas. Novas investidas devem ser programadas ainda este ano. Ricardo MrtnelliPor Ricardo Martinelli UPE. Ricardo MrtnelliOcorreu nos dias 19 e 20 de maio uma sada para o municpio de Diamantina, patrimnio cultural mundial, localizado no centro-norte mineiro, na borda sul do Vale do Jequitinhonha. A regio apresenta diversas cavernas de quartzito, destacando-se dentre elas a Gruta do Salitre, localizada a 10 Km do municpio, com sua rea externa utilizada por praticantes de diversos esportes de aventura, como trekking, escalada e rappel. Foi proposta pela Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha eProjeto Diamantina Mucuri (UFVJM), uma parceria com o Grupo Bambu para a realizao de um novo mapeamento da Gruta do Salitre, desta vez incorporando no trabalho sua rea externa, somado ao mapeamento de outras cavernas da regio, como a Gruta de Monte Cristo, localizada nas imediaes da Gruta do Salitre, prxima ao Ribeiro do Inferno. Foi solicitado tambm que alunos da UFVJM, interessados em desenvolver trabalhos espeleolgicos na regio, acompanhassem os trabalhos de mapeamento realizados pelo Bambu, possibilitando assim, o surgimento de um novo grupo de espeleologia local, com pessoas no s capacitadas em mapeamento, mas com a "semente" de uma conscincia ambiental plantada e o entendimento da importncia da preservao do patrimnio espeleolgico. Este mapeamento subsidiar tambm, a realizao de trabalhos cientficos relacionados com o potencial espeleolgico da regio, alm de projetos de educao ambiental. No dia 19 de maio, uma equipe do Bambu composta por quatro espelelogos, somada a quatro alunos e um Professor do curso de Turismo da UFVJM realizaram e reconhecimento e o mapeamento da rea externa da Gruta do Salitre. No dia 20 pela manh, os espelelogos do Bambu guiados pelo Professor da UFVJM compareceram a Gruta de Monte Cristo, a fim de conhec-la e planejar os prximos passos do Projeto. O Grupo Bambu agradece o apoio concedido pela UFVJM, em especial na figura do Prof. Marcelino Santos de Morais, idealizador da parceria. Por Thiago Lima Grupo Bambui de Pesquisas Espeleolgicas Luciana Alt

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Com atuais 5.040 metros de desenvolvimento, a Caverna de Santana, (Caverna do Roncador, ndice Krone N 41) j foi alvo de 8 topografias parciais, sem, no entanto, possuir uma topografia completa, deixando margem impreciso de suas verdadeiras dimenses, tanto horizontal, como vertical. Uma breve compilao de todas as topografias mostra um potencial superior a 6.500 metros. Ciente desse potencial e da importncia de um mapa completo, o GPME iniciou no ltimo feriado de 1 de maio a re-topografia de toda caverna. Os trabalhos foram iniciados na rea da Galeria do Rio Morto, Salo So Paulo e Sala dos Vulces. Galerias j conhecidas, mas omitidas nos mapas anteriores, foram identificadas nessaGPME inicia retopografia da Caverna de Santana (Caverna do Roncador) rea da caverna, o que mostra que o potencial de desenvolvimento deve superar a expectativa inicial. O projeto de retopografia amplo, no se limitando apenas ao mapa da caverna. A inteno agregar ao trabalho um levantamento de toda a parte histrica da caverna, desde a sua primeira descrio por Ricardo Krone no sculo XIX, o primeiro mapa efetuado por Manoel Marques na dcada de setenta, entre outros. Dentro dessa linha de objetivos, tivemos nessa primeira investida a ocasio de contar com a participao de Antnio Marques, filho do Manoel Marques, 35 anos depois da primeira topografia executada pelo seu pai, abrindo com chave de ouro os trabalhos do grupo na caverna. A topografia da Caverna de Santana est inserida em outros dois projetos que esto sendo executados pelo GPME, "Projeto Prolas Santana", que visa interpretar todo o sistema e "Projeto Krone", que tem como objetivo localizar e mapear as grutas referenciadas por Ricardo Krone alm do levantamento de seus manuscritos, mapas e demais documentos. Ericson Cernawsky Igual (Ovo) GPME Leda Zogbi Antnio Marques durante topografiaH mais de 400 milhes de anos, o oeste do Estado do Cear era uma regio de vales glaciais e mares interiores. H menos de 10 mil anos, essa mesma rea estava transformada em regio de savanas, onde coabitavam animais gigantes e homens das cavernas. Do sop da serra at chegar s cavernas, que se encontram a 530 m de altitude, so cerca de dez quilmetros de caminhada, quase trs horas de subida. O gelogo e paleontlogo Celso Lira Ximenes, que faz o trabalho de reconhecimento das grutas na regio, destaca que foram constatadas oito cavidades, formadas em rochas arenticas, encravadas na localidade Serrote da Bananeira, parte do Planalto da Ibiapaba. O pesquisador afirma, tambm, que existe possibilidade de ocorrncia de outras cavidades, formando um grande conjunto regional, juntamente com outras cavernas arenticas j descritas na regio (Tiangu, Viosa do Cear e Guaraciaba do Norte). Por este motivo, ele sugere a criao de uma nova provncia espeleolgica, denominada de "Provncia Espeleolgica Arentica da Ibiapaba". As cavidades registradas at agora em Pacuj receberam nomes de:Pesquisador sugere a criao da Provncia Espeleolgica em Pacuj, CearGruta do Pontal (68 m); Gruta dos Morcegos (53 m); Gruta dos Cips (47 m); Gruta do Desfiladeiro I (34 m); Gruta do Desfiladeiro II (33 m); Gruta do Limo (32 m); Gruta da Fogueira (24 m); e Gruta das Jias (21 m). As primeiras exploraes revelaram que a principal importncia das cavidades da Serrinha de natureza ecolgica, pois so abrigos para espcies de anfbios, rpteis, aves e pequenos mamferos, principalmente morcegos, alm de muitas espcies de invertebrados. O cientista destaca, ainda, que o ecossistema local lembra campos rupestres de altitude, comuns nas regies Sudeste e Centro-Oeste. A vegetao diferenciada da Caatinga. Estudos botnicos podem revelar espcies vegetais importantes ou at novas. Fonte :http://diariodonordeste.globo.com, 29/4/2007. Tropas de Infantaria da Marinha colombiana acharam e destruram uma fbrica de armas das Foras Armadas Revolucionrias da Colmbia (FARC) em uma rea montanhosa do norte do pas, informaram fontes oficiais. A fbrica funcionava em uma caverna da rea rural do municpio de Chaln (Sucre), perto de um acampamento da frente 35 das FARC, e que tambm era "oficina para a reparao e fabricao de armamento, equipamentos de comunicaes e artefatos explosivos improvisados", segundo as fontes. Os rebeldes aproveitavam o interior da caverna para impedir a propagao do barulho das mquinas. As tropas acharam armas curtas, partes de fuzil e dois artefatos explosivos enterrados no interior da gruta. No h registro de combates nem de detenes no lugar, situado nos chamados Montes de Mara, formaes montanhosas no litoral norte colombiano. Fonte :http://gazetaonline.globo.com 16/04/2007.Fbrica de armas das FARC que funcionava em uma caverna destrudaCelso L. Ximenes

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RESENHA Hypogene Speleogenesis: Hydrogeological and Morphogenetic Perspective (Espeleognese Hipognica: Perspectiva Hidrogeolgica e Morfolgica) De: Dr. Alexander Klimchouk, National Cave and Karst Research Institute Special Paper No. 1, 2007, 106 pp. Disponvel por U$35 + U$13 de correio. Informaes escrever para: sales@nckri.org. Este trabalho fornece, pela primeira vez, um modelo unificado sobre a gnese de cavernas hipognicas (cavernas formadas por guas que ascendem e atingem as camadas de rochas crsticas de baixo para cima) que posiciona, com notvel clareza, a espeleognese hipognica no contexto de j bem conhecidos sistemas hidrogeolgicos de carter regional. O modelo denominado "espeleognese transversa", no sentido de que o fluxo que forma as cavernas se d atravs de formaes (aqferos) subjacentes no dissolvveis, atravessando o aqfero crstico (seja calcrio, dolomito, gesso, etc), fluindo lateralmente ou verticalmente por este aqfero (e formando as cavernas) at atingir camadas no crsticas situadas acima. Este novo conceito representa um enorme avano em relao a trabalhos anteriores, pois pode ser aplicado em vrias situaes, colaborando na elucidao de cavernas que antes pareciam enigmticas e na reavaliao de modelos espeleogenticos existentes. O livro traz exemplos de todo o mundo discutindo, inclusive, os trabalhos espeleogenticos realizados na Toca da Boa Vista, alm de trazer exemplos dos quatro cantos do mundo. No h dvidas de que se trata do melhor trabalho de sntese j realizado sobre o tema. As muitas novas idias expostas por Klimchouk certamente suscitaro muitas discusses e pesquisas, proporcionando avanos significativos sobre o tema.Por Augusto Auler DivulgaoAs cavernas brasileiras representam uma armadilha, e no apenas para os incautos. Uma equipe de pesquisadores examinou os fsseis que elas abrigam e concluiu que enganoso us-los como indicao do ambiente que existia fora das cavernas isso porque o que parece determinar o tipo de fssil preservado a prpria caverna, e no o ambiente externo. O trabalho, coordenado por Augusto Auler, do Instituto do Carste em Belo Horizonte, e por Lus Beethoven Pil, do Laboratrio de Estudos Evolutivos Humanos da USP, um esforo monumental de tafonomia, a cincia que estuda o que acontece com os seres vivos aps a morte (incluindo sua transformao em fsseis). Eles estudaram alguns dos principais stios paleontolgicos do Brasil, localizados na Bahia e em Minas Gerais. Muitos pesquisadores tendiam a assumir que o conjunto de fsseis nessas cavernas representava mais ou menos bem as espcies animais existentes fora delas. Alm disso, algumas dataes sugeriam que esses bichos eram, em geral, fsseis relativamente recentes, que teriam vivido no fim do Pleistoceno (a Era do Gelo, encerrada h cerca de 10 mil anos). O levantamento feito por Auler e Pil coloca ambas as idias em xeque. A concluso mais importante a grande variabilidade das idades da fauna. E tambm o fato de que deve haver uma slida interpretao tafonmica antes de se fazer qualquer conjectura paleoambiental. um alerta para paleontlogos que, em geral, no se atentam para a geologia e s se preocupam em classificar os animais encontrados. A pesquisa est numa edio recente da revista cientfica "Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology". Fonte: http://g1.globo.com, extrado de artigo de Reinaldo Jos Lopes, 16/04/2007 *Caso deseje uma separata eletrnica favor entrar em contato com o autor Augusto Auler em aauler@terra.com.br .Cavernas brasileiras "bagunam" fsseisAdiminuio do nvel de gua do Lago Cumberland tem afetado um imenso ecossistema subterrneo do sistema caverncola de Sloans Valley, no municpio de Pulaski, Kentucky, Estados Unidos. Vrios organismos, incluindo morcegos, salamandras, peixes e camares de gua doce vivem no sistema. A preocupao de ambientalistas e espelelgos com o futuro dos organismos que vivem na caverna se d porque o nvel da gua continuar baixando pelos prximos sete anos, enquanto durar o projeto para reparar a Represa Wolf Creek. O planejamento do reparo prev manter a superfcie do lago 223 m acima do nvel do mar este ano para diminuir o risco de uma ruptura na represa enquanto os reparos so feitos. O nvel normal no vero de 238 m acima do nvel doEspelelogos e ambientalistas trabalham para salvar fauna do Lago Cumberlandmar. Isso significa que a superfcie do lago ir cobrir aproximadamente 154.000 m2 neste vero ao invs dos seus 200.000 m2 habituais. Enquanto isso, a frgil fauna caverncola do sistema, est sendo afetada. Um exemplo disto so os pequenos camares albinos de gua doce que viviam no reservatrio e que esto morrendo por falta de gua. Fonte : Kentucky.com Divulgao

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Uma equipe de pesquisadores, arquelogos, escaladores e exploradores examinaram 12 complexos de cavernas a 4.300 metros de altitude, prximas de Lo Manthang, uma cidade medieval murada no distrito de Mustang do Nepal, aproximadamente 125 km a noroeste de Kathmandu. As cavernas contm pinturas que podem ser datadas do sculo 13, e tambm manuscritos tibetanos executados em tinta, prata e ouro, alm de fragmentos de cermica de era prCrist. H aproximadamente 20 salas dentro cada complexo, e os vrios pisos esto conectados atravs de passagens verticais. As salas continham arte decorativa e pinturas descrevendo formas de Buda, freqentemente com os seus discpulos, suplicantes e criados. Os artefatos no foram pilhados, pois at pouco tempo atrs a rea era inacessvel. Fonte :http://uk.reuters.com, 03/05/2007.Exploradores descobrem cavernas antigas e pinturas no Nepal Uma cratera de 100 m de profundidade engoliu uma dzia de casas forando a evacuao de quase 1.000 pessoas de um bairro pobre de Guatemala City e matando dois irmos adolescentes. Os corpos foram encontrados flutuando no esgoto. O buraco se formou aps recentes chuvas, que teriam ampliado uma ruptura no encanamento subterrneo de esgotos. Moradores afirmaram ter sentido tremores no solo e ouvido rudos estranhos um ms antes da cratera ter se formado. O INSIVUMEH (instituto de sismologia do pas) tinha colocado umCratera em Guatemala City faz dois mortosmedidor ssmico no local e adquirido um sistema de mquina fotogrfica robotizada para analisar o problema, mas o desastre ocorreu antes da realizao dos estudos previstos. Fonte :http://www.ordena.com/digg/ sinkhole.html, 24/02/2007. Comisso Editorial: Allan Calux, Augusto Auler, Leda Zogbi. Correspondentes que colaboraram neste nmero:Ericson Cernawsky Igual (GPME) e Thiago Lima (GBPE). Reviso: Leda Zogbi Diagramao: Carlos H. Maldaner. Logotipo: Daniel Menin. Artigos assinados so de responsabilidade dos autores. Artigos no assinados so de responsabilidade da comisso editorial. A reproduo de artigos aqui contidos depende de autorizao dos autores e deve ser comunicada REDESPELEO BRASIL pelo e-mail: conexao@redespeleo.org O Conexo Subterrnea pode ser repassado, desde que de forma integral, para outros emails ou listas de discusso.ExpedienteDivulgao DivulgaoEquipe do Conselho Superior de Pesquisas Cientficas (CSIC), maior rgo pblico de pesquisas da Espanha, aplicou pela primeira vez tcnicas hologrficas para produzir imagens tridimensionais do interior da uma caverna de grandes dimenses. Trata-se da caverna Tito Bustillo, que se encontra no principado de Astrias, norte da Espanha. Os primeiros resultados do projeto, denominado Imaginarte, foram apresentados no interior da prpria gruta. A equipe do CSIC, composta por Ramn Torrecillas, diretor do projeto, e tambm pelos pesquisadores Julio Ruiz e Luiz Rovs, realizou trs hologramas da caverna em placas de 80cm de altura, 60 cm de largura e 1 cm de espessura. Trata-se de um verdadeiro marco no projeto de equipamentos eTcnica hologrfica permite obter imagens tridimensionais do interior de cavernaselementos pticos especficos, pois foi preciso proteg-los das condies ambientais extremas da caverna, que apresenta 95% de umidade e 13C de temperatura. O mais complicado foi instalar um autntico laboratrio de mais de 700 quilos dentro da caverna. Para o pesquisador Ramn Torrecillas, a holografia tem muitas aplicaes no campo da museologia: "Muitas cavernas esto fechadas ao pblico por motivo de conservao, mas ao se criar hologramas, poderamos substituir rplicas ou fotografias expostas em museus". E acrescenta: "Diferentemente das rplicas, os hologramas podem ser facilmente transportados e expostos em qualquer lugar, de modo fcil e econmico". Fonte : http://www.csic.es/, 22/03/2007. OGPME (Grupo Pierre Martin de Espeleologia) elegeu no ultimo dia 14 de abril, nova diretoria, para o binio 2007/2009, assim composta: Presidente: Francisco Jos Sarpa Lima; Vice-Presidente: Ericson Cernawsky Igual; Secretrio: Carlos Eduardo Martins; Vice-Secretrio: Helio Shimada; Tesoureiro: Carlos Henrique Maldaner; Vice-Tesoureiro: Cludio Genthner; Almoxarife: Gelson Cernawsky Igual A Redespeleo Brasil deseja uma tima gesto nova diretoria.GPME tem nova diretoria


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Bulletin of Redespeleo
Brazil.


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