Conexão Subterrânea

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Conexão Subterrânea

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Title:
Conexão Subterrânea
Series Title:
Conexão Subterrânea
Creator:
Redespeleo (Brazil)
Publisher:
Redespeleo (Brazil)
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )
Location:
Brazil

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General Note:
Bulletin of Redespeleo Brazil.
Restriction:
Open Access
Original Version:
No. 49 (2007)
General Note:
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Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-01199 ( USFLDC DOI )
k26.1199 ( USFLDC Handle )
12590 ( karstportal - original NodeID )
1981-1594 ( ISSN )

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serial

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Nmero 49, 25 de abril de 2007Tafoni uma palavra de origem corsa (singular = tafone; plural = tafoni) que designa orifcios circulares em diversos tipos de rocha, mas notadamente granitos e arenitos, que ocorrem em diversas partes do mundo. Tafoni predominam em zonas ridas e semi-ridas e constituem uma feio geomorfolgica enigmtica. Diversas teorias sobre o seu modo de formao j foramExpedio cadastra tafoni na Bahia propostas sem, no entanto, se chegar a um consenso. A maior parte dos tafoni no pode ser considerada caverna, pois so demasiadamente rasos. Durante o feriado da semana santa, um pequeno grupo, composto predominantemente por membros do Grupo Bambu de Pesquisas Espeleolgicas, iniciou um estudo sistemtico dos tafoni na regio de Milagres-Itatim, no centro leste da Bahia. Estes tafoni esto, indubitavelmente, entre os maiores do mundo. Alguns chegam a possuir mais de uma centena de metros de largura e mais de uma dezena de altura e comprimento. O tafone mais conhecido, localizado no Morro do Letreiro (Tafone Tyresoles devido propaganda nele existente) foi acessado e mapeado. Ao final de 3 dias de campo foram inventariados aproximadamente 30 tafoni. No entanto, praticamente todos os outros tafoni situam-se no meio de paredes verticais e seu estudo ir requerer tcnicas de escalada. Os tafoni da Bahia podero fornecer informaes importantes sobre a gnese e evoluo desta importante feio, chamando a ateno para sua notvel diversidade e dimenso.Augusto AulerI S S N 1 1 9 8 1 -1 1 5 9 4Por Augusto Auler Bambui Augusto AulerALapa de So Bernardo uma das amplas e impressionantes cavernas da regio de So Domingos, norte de Gois. Ela foi mapeada pelos grupos Bambui, GSBM (Grupo de Espeleologia Bagnols-Marcoule, Frana) e GREGEO, durante uma grande expedio organizada na regio em 1994. Em pesquisas realizadas pela biloga Eleonora Trajano e sua equipe, foi descoberta na caverna uma nova galeria de um afluente do rio So Bernardo que no constava no mapa da caverna contendo grande quantidade de bagres cegos, objetos de estudo dos bilogos. No incio de abril, a convite da Dra. Eleonora Trajano, foi realizada uma expedio conjunta, com espelelogos do GPME e Bambui, com a finalidade de mapear o novo trecho descoberto. Trecho novo mapeado na Lapa de So Bernardo O incio desta nova galeria se encontra em cima de uma grande rede de travertinos, a pouco mais de 200 m da entrada principal da caverna. Em dois dias de trabalhos, as equipes mapearam em torno de 2.500 m de novos condutos, quase dobrando o trecho mapeado da caverna, que passou de 3,5 km para 6 km de projeo horizontal. Outros condutos ainda ficaram em aberto e uma nova expedio dever ser agendada para o trmino deste trabalho e uma eventual retopografia mais detalhada do trecho mapeado em 1994. Antes de chegar a So Domingos, a expedio, composta ento por integrantes do Instituto de Biocincias da USP e GPME (veja artigo na pgina seguinte), passou por Posse, tambm em Gois, onde foram visitadas algumas cavernas da regio, conjuntamente com integrantes do CECAV-GO, dentre as quais uma com desenvolvimento mais relevante (em torno de 2 km), cuja topografia foi iniciada. Uma nova expedio dever ser organizada para dar continuidade nos trabalhos iniciados.Leda ZogbiPor Leda Zogbi e Ericson Cernawsky Igual GPME

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OCarste 2007, 2 Encontro Brasileiro de Estudos do Carste est em plena organizao. A comisso cientfica j est recebeu os primeiros trabalhos, os apoios j esto sendo negociados e as inscries esto abertas, on line na pgina da Redespeleo. O evento propiciar o encontro dos principais pesquisadores que trabalham com cavernas no Brasil, alm de promover um intercmbio interessante destes pesquisadores com a rea tcnica, representada pelos grupos de espeleologia, que estaro tambm presentes. Mesas redondas sobre importantes temas como, por exemplo, sobre os critrios de relevncia de cavernas sero oportunidades nicas para tomar conhecimento e participar de perto da evoluo da espeleologia Brasileira. O prazo para entrega dos resumos est fixado para 30 de Abril. Increva-se j! Maiores informaes pelo site: www.redespeleo.org/eventos/carste 2007/index.phpCarste 2007: increva-se j!Uma expedio formada por pesquisadores e especialistas (parceria entre o CECAV/IBAMA e IB-USP), inspecionou vrias cavernas da regio nordeste de Gois, no perodo de 26 de maro a 3 de abril, localizando nova espcie de peixe caverncola no Municpio de Posse-GO. Do total de cavernas visitadas, ficou comprovada a ocorrncia da espcie em trs delas. Trata-se de um pequeno peixe despigmentado (em torno de 5cm), desprovido de olhos, da ordem Siluriforme, famlia Callichthydae, gnero ainda indeterminado, podendo ser Corydora ou Aspidora. A descoberta da nova espcie assume especial importncia cientfica por ser o primeiro registro no Brasil de organismo da famlia Callichthyidae com adaptaes troglomrficas, isto , adaptaes para vida em ambientes desprovidos de luz. A regio do nordeste goiano vem se firmando como a maior concentrao de peixes caverncolas do Brasil, com 13 espcies troglbias localizadas no Estado de Gois e a 21a. do Brasil. Segundo o CECAV em Gois, por ocasio desta expedio, foram, localizadas ainda sete novas cavernas, sendo que a maior delas possui 2 km de galerias subterrneas. F o n t e : www.ibama.gov.br/cecav/, 12/04/2007. Descoberta nova espcie de peixe caverncola Cientistas acreditam ter encontrado um novo tipo de inseto no interior de antigas cavernas autralianas. O Nocticola australiensise, que vive em cavernas calcrias de 300 milhes de anos no norte da Austrlia um pequeno inseto albino que, desde sua descoberta h aproximadamente 100 anos, pensava-se ser um tipo de barata. Entretanto, recentes testes de DNA dessas criaturas cegas e que no voam tm mostrado que a sua constituio gentica mais prxima do louva-deus do que das baratas. Como o louva-deus, ele tambm repousa mais elevado nas patas anteriores e protege seus ovos fixando-os em objetos, como rochas. As baratas tipicamente despejam seus ovos no cho. Para aumentar ainda mais a diferena entre as duas especies, testes de blattabacterium um tipo de bactria encontrado na grande maioria das baratas estudadas no ocorre neste inseto. O autor e orientador Dr Nate Lo, bilogo da Universidade de Sidney, disse que as descobertas pegaram os pesquisadores de surpresa e insinuou que o inseto poderia ser um elo perdido na evoluo do louvadeus. Tambm poderia ser um tipo completamente novo de inseto. Dr Lo planeja mandar exemplares do novo inseto para especialistas em taxonomia na Alemanha para exames que poderiam determinar se a "barata albina" uma nova forma de inseto. F o n t e : Theage.com.auCavernas australianas podem abrigar elo perdido Estudantes (graduao e ps) e scios RedespeleoAt 31 de maioAt 1 de JulhoNo local (26/07) R$ 95,00R$ 110,00R$ 130,00 R$ 65,00R$ 80,00R$ 100,00 Profissionais Divulgao Divulgao Divulgao

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Uma equipe internacional de mergulhadores de caverna bateu o recorde australasitico de profundidade, mergulhando a 177 metros na ressurgncia Pearse, em Mount Arthur, Nova Zelndia. A equipe, composta por Dave Apperley, John Atkinson, Richard Harris e Craig Howell, da Austrlia, Oz Patterson, da Nova Zelndia e Nelson e Rick Stanton, da Inglaterra, passou dez dias mergulhando no sistema de aproximadamente 22 km, a sudoeste de Motueka. Essa foi a stima vez que Apperley mergulhou na ressurgncia Pearse e ele j havia ficado extasiado quando o grupo superou, em 2003, o recorde de 125 m. Ele conta que mergulhar no sistema Pearse foi fantstico porque as cavernas so to extensas que no do a sensao de claustrofobia. A descida levou aproximadamente vinte minutos, mas a subida levou seis horas para que a descompresso fosse devidamente efetuada. F o n t e : http://www.stuff.co.nzMergulhadores de caverna quebram recorde Australasitico na Nova ZelndiaNa Gruta do Sumidouro (rea crstica de Lagoa Santa, MG) Peter Lund, em 1843, retirou o que ainda hoje maior conjunto de crnios de paleondios de um mesmo local, cerca de 30 exemplares. Esta coleo, hoje depositada na Dinamarca, foi objeto de detalhado estudo pelos pesquisadores afiliados ao Laboratrio de Estudos Evolutivos Humanos da USP. O estudo morfomtrico nos crnios confirma que os mesmos possuem afinidade com populaes que hoje habitam a frica e a Austrlia, sendo bem diferentes de crnios mais recentes que apresentam a morfologia asitica, hoje predominante nos ndios americanos. Este estudo, acompanhado por anlise histrica e geolgica sobre a caverna, constitui evidncia adicional de que o continente americano foi colonizado por duas levas migratrias distintas. Uma separata eletrnica pode ser obtida contatando-se um dos autores, Lus Pil, em: lbpilo@gmail.com .Neves, WA; Hubbe, M; Pil, LB. 2007. E a r l y H H o l o c e n e h h u m a n s s k e l e t a l r r e m a i n s f f r o m S u m i d o u r o C C a v e L L a g o a S S a n t a B B r a z i l : H H i s t o r y o o f d d i s c o v e r i es g g e o l o g i c a l a a n d c c h r o n o l o g i c a l c o n t e x t a a n d c c o m p a r a t i v e c c r a n i a l m m o r p h o l o g y Journal of Human Evolution vol. 52, p. 16-30.Cientistas acreditam poder explicar a razo pela qual cristais de gesso encontrados perto da cidade de Chihuahua, no norte do Mxico, chegam a alcanar mais de 11 metros de altura. Eles tomaram pequenas quantidades de fluido contido nos cristais e descobriram que a soluo se manteve durante muito tempo dentro de uma faixa de temperatura muito estreita e estvel. As duas grutas dos Cristais e das Espadas se encontram no complexo mineiro de Naica, um dos mais importantes depsitos de prata e chumbo do planeta. Com 290 metros de profundidade, a Gruta dos Cristais exibe estruturas que chegam a medir mais de 11 metros de altura. Descoberta no ano 2000, a cavidade uma das maravilhas naturais do Mxico. J a Gruta das Espadas, descoberta em 1912 encravada a 120 metros de profundidade, tem um maior volume de cristais, mas as estruturas chegam a apenas um metro de altura. As concluses da pesquisa foram publicadas na revista cientfica Geology. As estruturas so compostas por sulfato de clcio hidratado, geralmente quebradio e de cor branca, formados junto com outros minrios h mais de 20 milhes de anos, em decorrncia da atividade vulcnica. Por causa de fluidos quentes injetados nas cavidades das rochas, este sulfato tomou a forma de anidrita, que tem a mesma frmula qumica do gesso, mas sem gua. Quando a camada profunda de magma sob a montanha de Naica esfriou, a temperatura dos fluidos caiu a um ponto que permitiu anidrita se converter em gesso. Como a Gruta dos Cristais est a uma profundidade maior que a das Espadas, a temperatura se manteve apenas um pouco abaixo da temperatura de transio por centenas de milhares de anos. O gesso cristalizado toma a forma de selenita, conhecida por sua transparncia. F o n t e : BBCBrasil.comCientistas revelam segredo de cristais gigantes no Mxico Estudo em crnios da Gruta do Sumidouro refora teoria de que a Amrica foi colonizada por duas populaes distintasDivulgao PRODUO CIENTFICA

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Africa o bero da humanidade. Mas, de acordo com um novo estudo feito por pesquisadores chineses e norte-americanos, a maneira como o homem saiu do continente africano para povoar o restante do planeta precisa ser revista, pois mais complexa do que se imaginava. O estudo, que ser publicado esta semana no site e em breve na edio impressa da revistaProceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), descreve a anlise de 34 pedaos de fsseis com idade estimada de 35 mil anos, descobertos na caverna de Tianyuan, na China. As peas formam o mais antigo esqueleto humano encontrado at hoje no leste da sia. Segundo o grupo, coordenado por Erik Trinkaus, da Universidade de Washington em Saint Louis, nos Estados Unidos, os detalhes, na maioria, guardam semelhanas com o homem moderno, mas alguns esto mais prximos dos humanos arcaicos, como a proporo entre os dentes anteriores e posteriores. Com base nos resultados, os cientistas apontam que uma disperso simples dos humanos modernos a partir da frica improvvel. Segundo eles, o esqueleto de Tianyuan sugere que a disperso se deu a partir de movimentos em diferentes perodos e a partir de outras regies do continente africano que no apenas o leste, como o oeste e sul. Os autores do estudo apontam que o esqueleto agora analisado fornece dados sobre muitos aspectos a respeito de sua biologia que sero teis para reconstruir a transio dos humanos arcaicos para os modernos no leste da sia. F o n t e : Agncia FAPESP 03/04/2007 Fsseis descobertos em caverna chinesa podem alterar teorias de povoamento do homemAexpedio "Mulu Caves 2007" ocorreu entre 15 de Janeiro e 16 de fevereiro de 2007 em Bornu, Malsia. A expedio foi a ltima da srie de atividades conjuntas Anglo-Sarawak, iniciadas em 1977. A equipe de 15 espelelogos britnicos, com forte apoio dos funcionrios do Parque Nacional, foram responsveis pelas exploraes que abrangeram do sul de Gunung Benarat ao norte de Gunung Api. Um total de 25,8 km de passagens foram exploradas e mapeadas, sen-"Mulu Caves Expedition 2007" mapeia a dcima maior caverna do Mundodo que o sistema Clearwater Cave atingiu 151,4 km, confirmando o seu j esperado status de dcima mais longa caverna do mundo. F o n t e : http://daveclucas.com/Mulu2007/ pages/PreliminaryReport.htmlOito anos atrs, na cidade de Laibin, provncia de Guangxi, no local onde havia anteriormente uma grande montanha, formou-se repentinamente um lago com mais de 200 metros de profundidade. Oito anos aps a apario do lago e aps um perodo de sete dias, o lago desapareceu. Gelogos sugerem que as mudanas observadas podem ter sido causadas por movimentos internos da crosta terrestre. O lago era chamado de "Dun Lake" pelos moradores das vilas, que significa na linguagem Zhuang lago da "montanha submersa". Os moradores de Suiyi Town, onde se encontrava o lago afirmam que ele havia se formado aps fortes chuvas que castigaram a regio durante o vero de 1999. O lago tinha uma rea de 27 hectares e os moradores haviam comeado recentemente a pescar peixes e camares, alguns peixes chegando a pesar at 13 kg. A presena do lago tambm garantia suprimento de gua aos fazendeiros nas secas. Na tarde de 9 de maro de 2007, uma grande tempestade caiu sobre Dun Lake. No dia seguinte, os moradores locais descobriram queA repentina formao e desaparecimentos de um lago em Guangxi, em Hong Kongos nveis de gua do lago estavam baixando rapidamente e que havia imensos redemoinhos que produziam um forte zumbido. No dia 16 de maro, o lago havia desaparecido. Os moradores encontraram grandes quantidades de peixe e camaro no local. Especialistas hipotetizam que o surgimento do lago se deu devido ao entupimento, por desmoronamento, de uma galeria de rio subterrneo. O rio, sem ter por onde fluir teve seu fluxo bloqueado, extravasando at a superfcie e dando origem ao lago. Os eventos do dia 9 de maro, no entanto, podem ter causado a desobstruo do canal subterrneo, provocando a drenagem e desaparecimento do lago. F o n t e : Lin Yuguo, Central News Agency, 28/03/2007 Divulgao Divulgao

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Um animal semelhante a uma aranha cega provocou a interrupo dos trabalhos em uma milionria mina de ferro na Austrlia, aps a recusa de aprovao por parte dos rgos ambientais. O "rgo de Proteo Ambiental de Austrlia ocidental (EPA) rejeitou a proposta feita por Robe River, uma unidade da gigantesca mineradora Rio Tinto, para explorar uma mina de minrio de ferro prxima de Pannawonica, na regio de Pilbara, depois de tomar conhecimento da existncia dos troglbios. Em relatrio, a EPA afirma ter verificado os levantamentos realizados pelo proponente constataram a existncia de 11 espcies troglbias na rea, e que a minerao, se realizada, provocaria a extino de pelo menos cinco delas. O EPA julgou que a zona de preservao proposta pela mineradora no local seria inadequada para proteger o animal ou herana aborgine da rea. Rio Tinto afirmou que vai apelar contra a deciso junto ao Ministrio do Meio Ambiente do Estado que dever tomar a deciso final. Robe River j possui minas de ferro em reas prximas a Robe River Valley, onde so produzidas anualmente 32 milhes de toneladas de minrio, mas as reservas existentes devem ser consumidas at 2010. A nova mina traria mais 10 anos de reservas, com perspectivas de produo de 220 milhes de toneladas de minrio. F o n t e : a Reuters, 29/03/07, artigo de By Michael Perry.Troglbios interrompem minerao de ferro na Austrlia Este artigo, apesar de ser datado de 2006 foi, de fato, publicado apenas no incio de 2007. Os autores estudaram uma estalagmite coletada na Caverna Botuvr, no municpio catarinense de mesmo nome, que se depositou durante os ltimos 36 mil anos. As dataes e anlises de istopos de oxignio mostram queEstudo em estalagmite brasileira mostra que mudanas climticas entre os hemisfrios tiveram sentidos opostosas mudanas climticas no sudeste brasileiro possuem uma notvel sincronia "antifsica" com as mudanas climticas no Hemisfrio Norte ou seja, perodos chuvosos aqui correspondem a perodos mais secos no Hemisfrio Norte. Uma separata eletrnica pode ser obtida contatando-se um dos autores, Augusto Auler, em aauler@terra.com.br. Wang, X; Auler, AS; Edwards, RL; Cheng, H; Ito, E; Solheid, M. 2006. I n t e r h e m i s p h e r i c a a n t i p h a s i n g o o f r r a i n f a l l d d u r i n g t t h e l l a s t g g l a c i a l p p e r i o d Quaternary Science Reviews vol. 25, p. 3391-3403.Ovolume 18, nmeros 3 e 4, correspondendo respectivamente a julho e outubro de 2006 foram lanados simultaneamente no final de maro. O nmero 3 traz um interessante artigo de Rafael Carreo, da Sociedade Venezuelana de Espeleologia, sobre o dilema entre competir ou compartilhar achados espeleolgicos. Traz tambm um artigo de Ezio Rubbioli sobre as facilidades trazidas pelo fantstico programa Google Earth. H ainda um detalhado artigo de Roberto Brandi sobre os ncleos Buenos e Bulhas d'Agua, com mapas das cavernas da regio, e alguns artigos curtos de outros colaboradores. O nmero 4 traz dois artigos deLanados dois nmeros da revista O CarsteRoberto Brandi sobre a Serra do Ramalho, dois artigos sobre a regio de Descoberto, na Bahia, um de Alexandre Camargo (Iscoti) e o outro de Ezio Rubbioli. H ainda um interessante artigo de Flvio Chaimowicz sobre os problemas encontrados em cavernas onde h falta de ar, um artigo de Giuseppe Priolo (Gruppo Grotte Catania, Itlia), sobre cavernas em lava. Finalizando, h um artigo de Csar Augusto de Lima sobre a explorao da Caverna Beija Flor, em Bodoquena, MS. O Carste uma publicao do Grupo Bambui de Pesquisas Espeleolgicas. A Assinatura anual de R$30,00 e pode ser obtida atravs de www.bambui.org.br. C o m i s s o E E d i t o r i a l : Allan Calux, Augusto Auler, Leda Zogbi. C o r r e s p o n d e n t e s q q u e p p a r t i c i p a r a m d d e s t e n m e r o : Margarete Rebouas (EGB); Augusto Auler (Corresp. Geocincias) R e v i s o : Renata Andrade D i a g r a m a o : Carlos H. Maldaner. L o g o t i p o : Daniel Menin. Artigos assinados so de responsabilidade dos autores. Artigos no assinados so de responsabilidade da comisso editorial. A reproduo de artigos aqui contidos depende de autorizao dos autores e deve ser comunicada REDESPELEO BRASIL pelo e-mail: conexao@redespeleo.org O Conexo Subterrnea pode ser repassado, desde que de forma integral, para outros emails ou listas de discusso.ExpedienteDivulgao Divulgao Divulgao PRODUO CIENTFICA


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Bulletin of Redespeleo
Brazil.


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