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Conexão Subterrânea

Material Information

Title:
Conexão Subterrânea
Series Title:
Conexão Subterrânea
Creator:
Redespeleo (Brazil)
Publisher:
Redespeleo (Brazil)
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )
Location:
Brazil

Notes

General Note:
Bulletin of Redespeleo Brazil.
Restriction:
Open Access
Original Version:
No. 48 (2007)
General Note:
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Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-01200 ( USFLDC DOI )
k26.1200 ( USFLDC Handle )
12591 ( karstportal - original NodeID )
1981-1594 ( ISSN )

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som, luzes, etc), e um churrasco no domingo, com partidas de futebol e vlei. Nove scios fundadores, muitos deles ainda ativos no grupo, estavam presentes, e somaram suas lembranas das primeiras aventuras s histrias das exploraes atuais. As festas certamente ficaro na memria de todos os presentes. Nmero 48, 28 de maro de 2007Conforme anunciado anteriormente, o Carste 2007, 2 Encontro Brasileiro de Estudos do Carste, ocorrer no Instituto de Geocincias da Universidade de So Paulo, de 26 a 29 de julho prximo. Todas as informaes atualizadas sobre o evento, como objetivos, temas, programao preliminar, instrues para os autores de trabalhos, opes de hospedagem e um mapa de acesso ao local do encontro esto disponveis na pgina da Redespeleo. As inscries esto abertas, e podem ser feitas em um formulrio "on line" no prprio site. Veja a tabela ao lado com os prazos e preos respectivos. Com relao inscrio dos trabalhos (apresentaes orais ou painis), a data limite para envio dosCarste 2007: inscries abertas! resumos para a comisso cientfica 30 de abril de 2007. A submisso do trabalho est condicionada ao pagamento da taxa de inscrio de pelo menos um dos autores. Todos os trabalhos submetidos apreciao devero ser originais. Alm dos trabalhos cientficos, haver uma rea de exposio para os grupos de espeleologia que podero expor seus mapas, promovendo assim um importante intercmbio entre tcnicos e cientistas. No sbado, dia 28/07 ser organizada uma grande festa de integrao para comemorar o encontro (participao por adeso). Inscreva-se j e garanta a sua participao no evento que promete ser imperdvel! Saiba mais sobre o evento em www.redespeleo.org/eventos/carste 2007. No final de semana de 17 e 18 de Maro, foram comemorados consecutivamente os 24 anos de aniversrio do Grupo Bambui de Pesquisas Espeleolgicas, completados no dia 13 de maro e os 20 anos do Grupo Pierre Martin de Espeleologia, completados dia 19 de maro. O Bambui organizou um chur-GPME e Bambui festejam aniversriosrasco em Lagoa Santa, regio prxima a Belo Horizonte, que envolveu cerca de 49 pessoas entre "bambunos" e familiares. Enquanto a crianada se esbaldava na piscina, o pessoal curtia uma prosa bem ao estilo "mineirim". Um futebol tarde rendeu boas risadas e descobriu-se que a maioria realmente tem talento para espeleologia! Na festa do GPME, 65 pessoas festejaram a data em grande estilo, com uma pizzada no sbado noite, seguido por uma festa (com Estudantes (graduao e ps) e scios RedespeleoAt 31 de maioAt 1 de JulhoNo local (26/07) R$ 95,00R$ 110,00R$ 130,00 R$ 65,00R$ 80,00R$ 100,00 Profissionais Thiago Lima Leda ZogbiPor Leda Zogbi GPME e Thiago Lima Bambui Bambui GPME ISSN 1981-1594

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vel de base regional. possvel que alguns plats dessa gruta estejam nivelados com outros do Abismo Los Tres Amigos e o prximo passo ser fazer uma topografia externa interligando as linhas de trena das duas cavernas a fim de verificar a essa possibilidade. Esta seria uma pista importante para entender a evoluo geomorfolgica da rea, seja em sua constituio superficial, seja em sua constituio subterrnea.No dia 3 de maro, dando continuidade aos trabalhos que se desenvolvem no Sistema Ribeirozinho, BuenosPETAR, cinco espelelogos do GPME e Bambu mapearam o Abismo dos Ossos. Com um desnvel de 30 m e uma projeo horizontal de 150 m, o abismo est encaixado na fratura do Sistema Ribeirozinho, no intermdio entre o abismo Los Tres Amigos e a caverna Ribeirzinho II (sumidouro). A expectativa era a de encontrar mais um acesso galerias vadosas no trecho subterrneo inacessvel, contudo verificou-se a inexistncia de tal ligao. Os trabalhos de mapeamento revelaram uma gruta de intrnseco valor cnico, sobretudo na regio de penumbra, onde clarabias trabalham a luz produzindo paisagens mpares. As clarabias so tambm as portas de entrada da gruta, no havendo outro acesso. Na parte aftica do abismo possvel encontrar uma grande profuso de ossadas de animais, alguns identificados como sendo da fauna recente, tais como cutias ( Dasyprocta sp ), pres ( Cavia sp ), queixadas ( Tayassu pecari ), onas e morcegos. Estes ossos encontram-se expostos em alguns casos, mas a maioria est inserida nas camadas de sedimentos depositados, sendo que em alguns casos estas camadas de sedimentos com ossos podem atingir espesura de mais de 1,5 metros. Porm, apesar da grande quantidade de ossos encontrados, no foi encontrado nenhum animal em decomposio. O local, pela sua riqueza de depsitos orgnicos, merece um estudo mais detalhado. A equipe aventou algumas hipteses no que diz respeito evoluo do nAbismo dos Ossos mapeado e o sistema Ribeirozinho se ampliaPor Allan Silas Calux GPME e Alexandre Camargo (Iscoti) BambuiAlexandre Camargo (Iscoti) deste filo ocorrem em sistemas subterrneos da Jamaica, Nova Zelndia e frica do Sul. Ainda na regio da Serra da Bodoquena, outra espcie, pertencente ao gnero Macroperipatus foi descoberta habitando madeira em decomposio no solo das florestas e pequenas grutas. Ambos onicforos desta regio do estado ocorrem na rea do Parque Nacional da Serra da Bodoquena. Porm, a terceira espcie sofre grande ameaa antes mesmo de ser reconhecida pela cincia, pois, ocorre nas matas ciliares do rio Sucuri, onde est em andamento a construo de Pequenas Centrais Hidreltricas. O rio Sucuri possui ao longo de suas margens as ltimas florestas contnuas da regio nordeste do Mato Grosso do Sul, que podem desaparecer sobre as guas das hidreltricas. O caso est sendo levado para discusso junto aos rgos ambientais do Mato Grosso do Sul na tentativa de se preservar a regio.Ofilo Onychophora constitui um grupo raro e muito antigo de invertebrados, com registros fsseis que datam de 530 milhes de anos. As espcies viventes mudaram pouco morfologicamente quando comparadas com espcies fsseis do perodo Cambriano. Este fato tem dado o status de "fsseis vivos" s formas atuais quando se leva em conta a longa histria evolutiva do grupo. Cerca de 150 espcies de onicforos so reconhecidas atualmente em todo mundo e o grupo considerado prioritrio para a conservao em nvel global, principalmente devido aos aspectos da biologia e dos estudos paleobiogeogrficos. A distribuio atual das duas famlias de onicforos uma prova viva da histria da separao dos continentes. No Brasil so conhecidas 11 espcies, todas pertencentes famlia Peripatidae, e mais trs espcies foram descobertas no Mato Grosso do Sul e esto sendo descritas por pesquisadores da UFMS. Uma das espcies habita uma caverna na Serra da Bodoquena e trata-se de um novo gnero, apresentando muitas papilas nas antenas, reduo dos olhos e reduo da pigmentao. Assim, essa espcie pode ser o quarto onicforo caverncola do mundo. Os outros caverncolas Trs novas espcies do filo Onychophora so descobertas no MSPor Lvia Medeiros Cordeiro GESB/BambuiLuciano Santos Rodrigues Onicforo caverncola da Serra da Bodoquena

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Em reunio realizada no dia 05/03/07, o Ministrio do Meio Ambiente apresentou uma proposta para modificar a legislao espeleolgica ao Ministrio de Minas e Energia. Esta proposta vem sendo discutida h pelo menos um ano em um grupo de trabalho criado pelo Ibama e, no final da semana passada, foi apresentada e aceita no incio de Maro pelo MMA. " importante destacar que estamos propondo esta modificao para solucionar conflitos existentes nos licenciamentos de grandes e impactantes empreendimentos em reas de ocorrncia de cavernas", enfatizou a chefe do Centro Nacional de Estudo, Proteo e Manejo de Cavernas (Cecav/Ibama) e coordenadora do grupo de trabalho, Christiana Pastorino. Tambm j foi realizada uma reunio demandada pela Casa Civil para tratar do assunto. Segundo a coordenadora, a proposta ainda ser discutida amplamente com a Sociedade Espelelgica. Fonte : email oficial do Ibama recebido pela Redespeleo em 05/03/07.IBAMA e MMA apresentam proposta de reviso da legislao espeleolgica No dia 20 de maro entrou em funcionamento o Sistema de Autorizao e Informao em Biodiversidade SISBIO. Sob a administrao do IBAMA, o sistema permite a solicitao de autorizaes e licenas de coleta de material biolgico, execuo de pesquisas em unidades de conservao e em cavernas, exportao e importao de material biolgico com fins cientficos e didticos. As solicitaes de autorizaes e licenciamentos sero feitos via internet e aprovados no prazo de 45 dias teis. Os pesquisadores tambm apresentaro pela internet seus relatrios de atividades, o que pro-SISBIO finalmente inauguradoporcionar uma maior transparncia e, ainda, a possibilidade de consultas. Para a espeleologia, o mdulo de georeferenciamento do SISBIO poder vir a proporcionar o acompanhamento do mapeamento das reas excessivamente inventariadas ou que carecem de inventrios e a visualizao espacial dos registros de coleta e das reas de potencial distribuio. O lanamento do Sistema vinha sendo adiado desde outubro do ano passado por conta de alguns pontos polmicos, entre eles, a especificao do nmero de autorizaes para a coleta de material biolgico. Aespi da CIA, Steve Ruic, conseguiu um grande feito: recuperou um anel de formatura que ela havia perdido h mais de 20 anos em uma caverna submarina nas Ilhas Maurcio, na costa daquele pas. A descoberta foi feita por um mergulhador alemo que encontrou a jia e a devolveu aps ler o nome dela gravado no anel. Fonte : www.comuniweb.com.br, 22/02/07.Espi recupera o anel de formaturacom profundo pesar que comunicamos o falecimento de Vandir de Andrade, ocorrido no ltimo dia 07 de Maro. Morador do Bairro da Serra e grande conhecedor do Vale do Ribeira, "Vando", como era conhecido, participou ativamente de importantes conquistas e descobertas na regio, atuando junto com os pioneiros da espeleologia paulista. Seu nome compe um importante captulo na histria da espeleologia e ser para sempre lembrado por toda a sua dedicao e ajuda. A ele, o nosso respeito e a nossa homenagem.As cavernas so o destaque da revista Cincia Hoje do ms de Maro de 2007 (vol. 40, n 235). Vinculada Sociedade Brasileira para o Progresso da Cincia (SBPC), trata-se de uma das principais revistas de divulgao cientfica do pas, que publica, desde 1982, resultados de pesquisas em diversas reas do conhecimento para um pblico variado. O artigo "Paisagens subterrneas do Brasil", de autoria de Ivo Karmann (Instituto de Geocincias, Universidade de So Paulo) e William Sallun Filho (Instituto Geolgico, Secretaria do Meio Ambiente do Estado de So Paulo), apresenta uma sntese sobre a origem das cavernas e dos espeleotemas. Alm disso, mostra as principais reas crsticas doCavernas do Brasil so destaque da revista Cincia HojeBrasil e um panorama das pesquisas geolgicas nas cavernas brasileiras, com nfase na importncia da utilizao dos espeleotemas para estudos de climas antigos. Em sintonia com a proposta da revista, este artigo visa difundir, para o pblico em geral, o conhecimento geolgico sobre as cavernas, mostrando que os ambientes caverncolas so, alm de belas paisagens, um importante patrimnio cultural e cientfico do Brasil. Por William Sallun Filho Divulgao Leda ZogbiNossa homenagem e nosso adeus ao grande Vandir de Andrade

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Um levantamento da Sociedade Paraibana de Arqueologia (SPA) revela que na Paraba existem aproximadamente 200 cemitrios indgenas em diferentes localizaes. Segundo o historiador Vanderley de Brito, presidente da Sociedade Paraibana de Arqueologia, apesar de ser um dos Estados mais ricos do pas em vestgios arqueolgicos, h poucos estudos realizados e muitos cemitrios indgenas foram violados por puro desconhecimento das pessoas que os encontram ou mesmo por vndalos. Ele explica que muitos cemitrios so descobertos por acaso, na maioria das vezes por homens do campo, que utilizam a rea para pouso de caadas. Eles acabam encontrando de ossos humanos, que so levados superfcie por animais silvestres da regio, como o tatupeba. Por desconhecer a riqueza arqueolgica da regio, muitas pessoas acreditam se tratar de ocultao de cadver de um crime recente, e chamam a polcia. Por conta disso, muitos cemitrios indgenas j foram escavados por peritos policiais e, conseqentemente, pistas que seriam muito valiosas para a arqueologia acabam sendoCemitrios indgenas em cavernas da Paraba so violados por desconhecimento destrudas. Vanderley Brito conta que a primeira notificao de um cemitrio indgena destrudo na Paraba ocorreu no final do sculo XIX, quando o mdico e poltico Joo Lopes Machado escavou o pavimento de areia fina de uma caverna natural, localizada na Serra da Canastra, atual Serra do Algodo, no municpio Algodo de Jandara, exumando ossadas humanas com estatura bastante superior a nossa, cabelos com mais de um metro de comprimento e inmeros objetos, entre os quais, uma tanga de palha em cores. O pesquisador acredita que esses achados teriam pertencido aos ndios Tarairi, nao tapuia conhecida por sua grande estatura fsica, e que foram referenciados nos documentos dos cronistas holandeses do perodo em que dominaram esse territrio. J a primeira notificao sobre a exumao acidental de esqueletos indgenas na Paraba ocorreu em 1944, quando foram descobertas inmeras ossadas numa caverna na Serra da Margarida, atual municpio de Salgado de So Flix e que, posteriormente, foram periciadas e diagnosticadas pelo pesquisador Leon Clerot como sendo ossadas indgenas. Em maro de 1958 houve uma nova exumao acidental, dessa vez numa gruta na serra da Raposa, no municpio de Pocinhos, cujo material tambm foi analisado por Clerot. Em maro de 1991 tambm foram encontradas vrias ossadas humanas por caadores numa gruta existente na Serra do Caboclo, no Stio Campo de Ema, municpio de Boqueiro. O material foi periciado por equipes da polcia cientfica, que imaginavam se tratar de um cemitrio clandestino. Esse cemitrio, cujas caractersticas no deixaram dvidas aos pesquisadores, se tratava de um cemitrio indgena ainda no analisado. Para aprofundar as pesquisas arqueolgicas na Paraba e promover o salvamento dos vestgios existentes, os integrantes da Sociedade Paraibana de Arqueologia esto redigindo um projeto para apreciao da diretoria da entidade. Eles querem analisar mais detalhadamente o territrio paraibano e catalogar os cemitrios indgenas existentes. Fonte :http://jornaldaparaiba.glob o.com, adaptado de artigo de Ana Cludia Papes, 25/02/07.AFederao Portuguesa de Espeleologia lidera um projeto atravs da sua Comisso de Cadastro, para a identificao de cavidades com ocupao de espcies ameaadas de extino, com vista autoregulamentao de atividade nas pocas crticas hibernao, criao, etc. Conscientes de que as suas atividades podem ser um agente perturbador na sobrevivncia de algumas espcies, os espelelogos portugueses j haviam identificado as grutas com morcegos caverncolas os mais ameaados em todo mundo. Agora, a vez das Gralhas de Bico Vermelho, que tambm esto em risco por utilizarem as grutas e os abismos como abrigos e locais de nidificao.Espelelogos portugueses se preocupam com espcies ameaadas de extinoEstes projetos so importantes parcerias entre espelelogos e as entidades tutelares, como o Instituto de Conservao da Natureza e o Parque Natural das Serras de Aire e Candeiros maior Carste de Portugal e revelam sensibilidade e conhecimento cientfico dos espelelogos portugueses, que vai muito alm de uma atuao meramente tcnica. Por Gabriel Mendes, AES-Sintra, Portugal Cerca de cem espelelogos amadores esto bloqueados em grutas, numa pedreira em Domodedovo, nos arredores de Moscou, devido a um desmoronamento, informa a agncia russa RIA-Novosti, citando fonte policial. Os agentes da polcia que chegaram ao local, perto da aldeia de Atarostianov, constataram que a nica entrada da pedreira estava soterrada. Agora, os espelelogos tentam, sozinhos, retirar os escombros. Foram os prprios espelelogos que telefonaram para a polcia e indicaram que nas grutas esto cerca de cem pessoas. Fonte : http://jn.sapo.pt, 24/03/2007.Uma centena de espelelogos bloqueados em uma pedreira na RssiaPedro Ferreira

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Cientistas que estudam imagens da astronave Odissia, da Nasa, localizaram o que eles presumem ser sete cavernas na superfcie de Marte. As provveis cavernas esto nos flancos do vulco Arsia Mons e so profundas ao ponto de no se avistar o solo ao fundo. As cavernas podem ser as nicas estruturas naturais capazes de proteger formas primitivas de vida de micrometeoros, radiao ultra-violeta, chamas solares e partculas de alta energia que bombardeiam a superfcie do planeta. A astronave marcou o que parecia ser uma clarabia vertical, ou seja, uma entrada para uma cavidade abaixo da superfcie. Os dados de temperatura do Themis, sensor que atua com bandas que vo do espectro do visvel ao infravermelho termal medindo as propriedades trmicas do solo marciano, apiam a hiptese de se tratar de cavernas. Os pesquisadores denominaram as provveis cavernas de "sete irms" e deram nomes a todas elas: Dena, Chloe, Wendy, Annie, Abadia, Nicki e Jeanne. "Entradas" de cavernas so localizadas em MarteComo na maioria dos casos no se pode ver os chos da caverna, s profundidades mnimas so conhecidas: os pesquisadores supem que elas devem estender-se entre 73 m e 96 m abaixo da superfcie. Entretanto, em uma das imagens de Dena tirada pela mquina fotogrfica da Odissia, pode ser visto o piso. Os autores calcularam que o abismo se desenvolve por aproximadamente 130 m abaixo da superfcie. Fonte : BBC, 17/03/2007. No ltimo dia 14 de fevereiro, durante um mergulho de treinamento de uma equipe de bombeiros especializados em mergulhos em locais fechados, o corpo de um mergulhador desaparecido no dia 3 de fevereiro foi encontrado por acaso numa gruta marinha em Mjean, sul da Frana. A vtima foi encontrada numa fissura a 10m da entrada da cavidade. Logo aps o seu desaparecimento, no dia 4 de fevereiro,Mergulhador desaparecido encontrado na Franauma grande fora tarefa iniciou as buscas, incluindo dois helicpteros, trs barcos e inmeros mergulhadores, mas no obteve sucesso. O corpo encontra-se em um local de difcil acesso, e aps duas tentativas de resgate, o procurador da repblica decidiu interromper a operao e abandonar o corpo, devido ao alto custo do resgate. Fonte : http://www.aqua-web.net, 26/02/07 Um documentrio exibido no dia 26 de fevereiro nos Estados Unidos afirma ter identificado numa caverna o tmulo onde Jesus Cristo, sua me Maria e Maria Madalena teriam sido enterrados. Mas o arquelogo que liderou as escavaes que encontraram urnas funerrias nos arredores de Jerusalm refutou a teoria do filme intitulado "The Lost Tomb of Jesus" ("O Sepulcro Esquecido"), que deve ser lanado no Brasil em maro. O documentrio foi produzido pelo diretor do filme "Titanic", James Cameron, para o canal de TV Discovery. As supostas revelaes do documentrio fazem referncia a um tmulo encontrado em 1980 no subrbio de Talpiyot, em Jerusalm. Nele, os arquelogos encontraram dez caixes ou repositrios de ossos e trs crnios. Embora a caverna tenha sido descoberta h quase 30 anos, os documentaristas foram os primeiros a estabelecer que ela foi de fato o local de enterro de Jesus e sua famlia. O filme documenta os estgios da pesquisa sobre a caverna e os caixes e resultado de trs anos de trabalho. Segundo os realizadores, a pesquisa teve colaborao de cientistas internacionalmente reconhecidos, arquelogos, especialistas em DNA e em antiguidades. Fonte : http://oglobo.globo.com, 26/02/2007Arquelogo contesta documentrio de Cameron sobre suposto tmulo de Jesus Divulgao Comisso Editorial: Allan Calux, Augusto Auler, Leda Zogbi. Correspondentes: Margarete Rebouas (EGB), Lvia Medeiros Cordeiro (GESB/Bambui) e Gabriel Mendes (AES, Portugal). Reviso: Renata Andrade Diagramao: Carlos H. Maldaner. Logotipo: Daniel Menin. Artigos assinados so de responsabilidade dos autores. Artigos no assinados so de responsabilidade da comisso editorial. A reproduo de artigos aqui contidos depende de autorizao dos autores e deve ser comunicada REDESPELEO BRASIL pelo e-mail: conexao@redespeleo.org O Conexo Subterrnea pode ser repassado, desde que de forma integral, para outros emails ou listas de discusso.ExpedienteDivulgao


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Bulletin of Redespeleo
Brazil.