Citation
SBE Antropoespeleologia

Material Information

Title:
SBE Antropoespeleologia
Series Title:
SBE Antropoespeleologia
Alternate Title:
SBE Antropoespeleologia: Boletim Eletrônico da Seção de História da Espeleologia da SBE
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Gruta de Betânia - Recorde em Lourdes - Cavernas ao sul de Londres - FARC e cavernas - Lenda da Gruta que Chora - Abrigos rochosos e cemitérios indígenas nos sertões da Paraíba - Mina utilizada como vala comum durante a II Guerra Mundial é encontrada na Europa - Homem vive em caverna - Gruta de Carvão, Ilha de São Miguel, Açores - Foto do Leitor: Grutas de Apiaí no passado.
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 18 (2009)
General Note:
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Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03363 ( USFLDC DOI )
k26.3363 ( USFLDC Handle )
8617 ( karstportal - original NodeID )
1982-3630 ( ISSN )

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Gruta de Betnia -
Recorde em Lourdes Cavernas ao sul de Londres FARC e
cavernas Lenda da Gruta que Chora Abrigos rochosos e
cemitrios indgenas nos sertes da Paraba Mina utilizada
como vala comum durante a II Guerra Mundial encontrada na
Europa Homem vive em caverna Gruta de Carvo, Ilha de So
Miguel, Aores Foto do Leitor: Grutas de Apia no
passado.



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R S B E S B E Antropoespeleologia 1 S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a Boletim Eletrnico da Seo de Histria da Espeleologia da SBE Ano 2 N 18 15/03/2009 ISSN 1982-3630 CA VERNA S A O SUL DE L ONDRES News.sohu.com GRUT A DE BETNIA Mesmo que no seja uma gruta natural a Gruta da Betnia um belssimo Santurio R eligioso localizado s margens da BR -316, a 50 Km de T eresina entre os municpios de L agoa do P iau e Mosenhor Gil A gruta foi fundada em 11 de fevereiro de 1948 por Maria Carmeli Santos devota da Imaculada Conceio Carmeli faleceu em 1992 e foi sepultada na prpria gruta A Gruta uma expresso de louvor e adorao Nossa Senhora de L ourdes um local bastante visitado por T uristas romeiros devotos de Nossa Senhora de L ourdes e outros que buscam em L ourdes a cura para diversas enfermidades So visitantes das mais diversas cidades do P iau e demais estados vizinhos O local aparecer no filme Os sonhos de um sonhador que contar a trajetria do cantor piauiense F rank Aguiar desde que saiu de Itainpolis http://www .cidadeverde.com; P ortal do T urismo P iau F otos de Joo Alber to Ananias (http://conhecendopiaui.blogspot.com/2009/02/gruta-da-betania.html) M i s t e r i o s a s c e r m i c a s e n t e r r a d a s f o r a m d e s c o b e r t a s n o s subterrneos de Dorking 40 km ao sul de L ondres As cavernas sob a South Street guardavam O u t r o s a r t e f a t o s encontrados datam do perodo entre o s c u l o X V I I e X I X E n t r e t a n t o a descoberta mais incomum foram as porcelanas orientais pintadas a mo que datam do sculo XVIII K evin F r yer curador dos vidros e cermicas do Museu de Guildford tem estudado as peas e afirma que tais a r t e f a t o s d e v e m t e r s i d o extremamente caros (...) e curioso que tais porcelanas de alto status tenham sido encontrados no fundo das cavernas de Dorking. As cavernas da South Str eet sero abertas a visitao do pblico no segundo domingo de cada ms entre maro e Novembro http://www .thisissur reytoday .co.uk porcelanas chinesas entre o u t r a s c e r m i c a s RECORDE EM L OURDES News.sohu.com O S a n t u r i o m a r i a n o d e L o u r d e s F rana registrou em 2008 um recorde de afluncia No total nove milhes de peregrinos visitaram a localidade por ocasio dos 150 anos das aparies de Nossa Senhora Bernadete Soubirous na Gruta de Massabielle Segundo o balano publicado pelas autoridades dos Santurios quase metade dos peregrinos era proveniente da F rana um tero da Itlia e 8,2% da Espanha O pico foi registrado no ms de Setembro por ocasio da visita de Bento XVI Uma confirmao da grande afluncia em 2008 vem da quantidade de tochas usadas durante as procisses realizadas durante o ano jubilar: 262 350. Outra curiosidade o nmero de velas consumidas: trs milhes num total de 838 toneladas de parafina Rdio V aticano

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2 S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a A LEND A D A GRUT A QUE CHORA Soldado colombiano ao sair de uma das cavernas descobertas (Foto:REUTERS/John V izcaino) F ARC E CA VERNA S Soldados colombianos encontraram esconderijos em cavernas no corao da selva onde os guerrilheiros da F ARC escondiam-se aps ataques estocavam materiais mdicos e outros suprimentos O maior grupo guerrilheiro da Colmbia as F ARC tem sido combatido pelo P residente Alvaro Uribe com o apoio dos Estados Unidos O exrcito colombiano afirmou que as cavernas foram encontradas quando estavam a procura desses locais por pelo menos 5 anos R eportagem de L uis Jaime Acosta e ediod e Eric W alsh, pela R euters Em Ubatuba So P aulo a P raia da Sununga famosa pela lenda da Gruta que Chora Diz a lenda que nesta gruta habitava um monstro que se transformava em homem todas as noites Havia a l u m a linda jovem que se apaixonou por este homem permitindo que ele entrasse em seu quarto todas as noites L ogo sua me percebeu que havia algo errado j que a jovem Iracema sentia sono durante o dia conversou com seu esposo sobre tal desconfiana o pai de Iracema resolveu ento que iria investigar Ao cair a noite este ficou espionando at que viu tal rapaz entrando no quarto de Iracema Espantado seguiu-o e viu quando ele entrou na gruta e se transformou em um monstro horrvel com cabea de drago e corpo de serpente Sem saber o que fazer ele procurou F rei Bartolomeu que estava na regio em homenagem ao centenrio do P adre Jos de Anchieta O F rei e a comunidade foram at o local e jogaram al gua benta expulsando tal monstro que se foi para nunca mais voltar Iracema j no seria feliz sem seu amado e adentrou gruta segundo a n t i g o s m o r a d o r e s continua l at hoje e chora a cada vez que ouve vozes porque pensa que pode ser seu amado que volta para estar com ela P obre Iracema! M u i t o s v i s i t a n t e s vem em busca destas lgrimas que acreditam e s t a r e m m i s t u r a d a s gua benta deixada pelo F r e i B a r t o l o m e u D i z e m at que estas lgrimas so capazes de realizar sonhos romnticos h t t p : / / w w w i n d i c e t u r i s t i c o c o m / s u d e s t e / s p / u b a t u ba/sununga.php que estava apaixonada V ista de dentr o da Gruta que Chora, praia de Sununga, Ubatuba, SP (Foto: www .indiceturistico.com)

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3 S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a ABRIGOS ROCHOSOS E CEMITRIOS INDGENA S NOS SERT'ES D A P ARABA P or: Juvandi de Souza Santos – SBE 1228 O projeto Cultural T apuia nos Sertes da P araba desenvolvido pelo LABAP/UEPB visa estudar e conhecer os grupos ndios da regio do ps-contato os Cariri e T arairi. Uma das formas de estudar esses grupos humanos extintos na P araba atravs dos restos mortais no caso dos ndios Cariri e os locais de atividades ritualsticas ps-morte no caso dos ndios T arairi, j que estes praticavam o endocanibalismo J se sabe que esses grupos humanos buscavam os abrigos rochosos para a prtica do ltimo ritual de passagem: o da morte .Vrios abrigos rochosos j foram escavados no interior da P araba; alguns j datados por TL como o stio P inturas I em So Joo do Tigre com uma datao de 297 anos AP e o stio F urna dos Ossos em So Joo do Cariri com trs dataes que comprova que os ndios Cariri habitaram a regio e sepultaram seus mortos naquele abrigo por cerca de 07 (sete) sculos As dataes s corroboram com a historiografia dos perodos colonial e imperial que fornecem informaes acerca desses grupos humanos e informa que de fato eles viveram na P araba As cavidades naturais onde esses ndios foram sepultados so de extrema importncia para as pesquisas por guardarem em seu interior materiais arqueolgicos (ossos e dentes humanos adornos corporais materiais lticos e cermicos) que atestam a presena humana na regio desde tempos imemoriais Assim pretendemos traar o per fil cultural desses grupos e o processo de evoluo e extermnio O grande problema que enfrentamos so os atos de vandalismo nesses ambientes colocando em risco possveis escavaes e coleta de materiais arqueolgicos comprometendo nossas pesquisas

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4 S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a Despidos assassinados a golpes e cobertos de cal: a recente descoberta de milhares de cadveres em uma mina abandonada na Eslovnia revelou a matana de soldados prnazistas e de seus familiares pelas mos de iugoslavos que lutaram contra Hitler na Segunda Guerra Mundial Aos poucos so conhecidos os detalhes dos horrores do conflito que acaba de ganhar uma nova cara uma abertura de uma vala na cidade de Huda Jama onde acredita-se que estejam mais de 5 mil corpos muitos deles mumificados "O que vimos at agora com segurana so uns 300 cadveres mumificados porm debaixo deles h dois poos com uma capacidade total de 500 metros cbicos em que devem se encontrar no mnimo mais 5 mil corpos", afirmou Mark o Strovs um dos responsveis pela descoberta O investigador oficial de valas militares explicou que a mina abandonada estava sendo explorada desde agosto sob a suspeita de que o local esconderia uma vala comum de vtimas da Segunda Guerra Mundial As primeiras investigaes revelaram que as vtimas foram levadas vivas para o local e assassinadas com armas brancas aparentemente com picaretas de minerao Depois foram cobertas com cal e a mina foi fechada com uma espessa camada de concreto para ocultar a matana "P or conta da grande quantidade de vtimas e da falta de oxignio muitos cadveres esto mumificados no se decompuseram por completo", explicou Strovs "Vimos pernas inteiras partes de corpos", relatou o investigador A dimenso da matana tal que Joze Dezman chefe da Comisso estatal para vtimas de guerra considera que o local testemunhou um dos piores crimes da Segunda Guerra Mundial "As vtimas foram foradas a entrar nuas uns 400 metros dentro da montanha da mina e ali foram assassinadas com diferentes armas brancas", afirmou Segundo ele "pelos restos mortais que vimos parece que se trata de croatas e eslovenos A julgar pelas botas dos soldados em sua maioria foram militares mas tambm h civis". Segundo certos testemunhos histricos os cadveres poderiam ser de militares eslovenos e croatas que combateram ao lado dos nazistas assim como familiares e soldados alemes Ainda em 1990, o historiador R oman L eljak revelou os crimes cometidos em Huda Jama em seu livro "As feridas vivas de T ehar". Agora em declaraes a veculos de imprensa locais ele acusou as autoridades de no mostrar interesse em revelar os crimes cometidos "Sabemos exatamente quem cometeu os crimes A unidade foi liderada pelo comandante T oni Anton Ricek A matana foi promovida pela 1 diviso eslovena da Defesa popular pelo 2 batalho da 3 brigada", assegurou A promotora eslovena Barbara Brezigar prometeu que visitar a vala e que os responsveis sero responsabilizados pela Justia ainda que estejam mortos Essa uma das 600 valas comuns com vtimas da Segunda Guerra Mundial na Eslovnia A maior foi descoberta em 2007 em T ezno no norte do pas com restos de mais de 15 mil vtimas do conflito a maioria de soldados croatas fascistas e seus familiares Estado On-Line Aguardem artigos sobre o tema escritos pelo Dr Andrej Mihevc do Instituto de P esquisas do Carste da Eslovnia e por P elo P rof MSc, L uiz Eduardo P anisset T ravassos SBE 1153. MINA UTILIZAD A COMO V AL A COMUM DURANTE A II GUERRA MUNDIAL ENCONTRAD A NA EUROP A

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HOMEM VIVE EM CA VERNA 5 S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a P or Amadeu Arajo Manuel Maria Dias 80 anos talvez o ltimo dos homens primitivos a viver em P ortugal T em milhares de euros a receber da reforma mas habita uma caverna escavada entre duas pedras em Seixo da Beira concelho de Oliveira do Hospital No h luz nem gua canalizada A higiene da casa e a pessoal feita ao lado dos cobertores estendidos no cho enlameado A barba e as unhas demonstram o isolamento a que se votou Ao lado das penedias em que habita est o incio de um barraco que a junta de freguesia iniciou De nada valeu Manuel Maria Dias um homem livre Nem a reforma quer "T em algum jeito nunca ter dado nada ao Estado e agora querem dar -me a mim?", pergunta-se "O dinheiro sangue custa a ganhar", aponta o octogenrio que mora entre duas rochas num terra que o pai comprou "antes de ir para o Brasil Somos trs as minhas irms moram l para baixo e eu vivo aqui Sozinho!", dispara com lucidez acutilante A casa assim lhe chama h cerca de cinco anos so duas pedras cobertas com plstico e pinheiros L dentro uma protuberncia das rochas guarda a gua que ser ve para cozinhar e limpar Ao lado est a cama e ao fundo numa reentrncia dos penedos fica a dispensa De que vive? "T rabalho nas florestas e vendo uns cabos para enxadas nas feiras ." O magro sustento permite "comprar umas cabras ou galinhas". Os 30 quilmetros que separam Seixo da Beira de Nelas ou de Oliveira do Hospital so percorridos sempre a p. "Demoro trs horas", conta o eremita Manuel j no tem animais "O que compro enterro na terra e a gente perde a vontade de trabalhar no se tira lucro nenhum Arrendei o pasto ." As compras "so feitas uma vez por ms" quando vai feira Os dias so passados na lavoura da terra que vem o sustento "Semeio centeio e fao po ." A carne que come comprada "de vez em quando", explica Os dias "so passados a trabalhar noite como e cama". E o frio? "Agacho-me aqui e fao uma fogueira ." A fogueira feita no mesmo buraco onde dorme alimentada com troncos que vai puxando medida que ardem Apesar de tudo aqui que Manuel feliz rejeita mudar de vida "Sou feliz aqui a vida de um pobre homem s. T riste mas uma vida", exclama www .sapo.pt GRUT A DE CARVO ILHA DE SO MIGUEL, AORES Esta Gruta de origem vulcnica est classificada como um monumento natural regional e faz parte de uma regio da ilha de So Miguel denominada geologicamente como "Complexo V ulcnico dos P icos". O seu comprimento total de 1912,1m e est dividida em quatro zonas: T roo do P am (880,2 m), T roo Secadores T abaco (701,8 m), T roo Joo do R ego (287,4 m), e por fim o T roo Jos Bensaude (42,7 m). No incio do passeio ser explicado de forma detalhada por um tcnico a estrutura a composio e os aspectos geolgicos que ali podem ser obser vados como so exemplos as diversas estalactites que pendem do teto e que so de origem vulcnica e secundria (slicas). Ao visitar aquele espao possvel notarmos as diferenas estruturais dos dois tipos de estalactites existentes: enquanto as de provenincia vulcnica apresentam geralmente uma forma cnica e super fcie lisa resultantes da solidificao de pingos de lava as estalactites secundrias so formadas por formas irregulares de cor esbranquiada e extremamente frgeis resultantes estas da alterao e acumulao a partir das guas que escorrem da super fcie e que se infiltraram na gruta Dentro desta gruta natural podemos ver tambm em muitos locais tonalidades avermelhadas ou alaranjadas junto s fendas e outros locais de infiltrao que resultam de fenmenos de oxidao das rochas baslticas consequncia tambm dessas guas que escorrem do teto Ao longo dos vrios troos visvel muitos outros fenmenos entre eles a existncia de balces ou bancadas nas paredes laterais ou ainda estrias que resultam das variaes dos nveis de lava fluida no interior da gruta atribuda a esta Gruta a idade Holocnica (a mais recente das pocas geolgicas), determinada por um inter valo compreendido entre os cinco e os doze mil anos http://www .guiadacidade.pt

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F oto do leitor F oto do leitor 6 S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a Antes de imprimir pense na sua responsabilidade com o meio ambiente S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a u m a p u b l i c a o e l e t r n i c a d a SBE Sociedade Brasileira de Espeleologia. T elefone/fax (19) 3296-5421. Contato : A reproduo deste per mitida, desde que citada a fonte. historia@sbe .com .br Comisso Editorial: L uiz Eduardo P T ravassos (Coordenador), Isabela Dalle V arela e R ose L ane Guimares R eviso : Delci Kimie Ishida T odas as edies esto disponveis em www .sbe .com .br L uiz T ravassos Filie-se SBE Sociedade Brasileira de Espeleologia Clique aqui para saber como se tor nar scio da SBE T el. (19) 3296-5421 Filiada R Unio Inter nacional de Espeleologia FEALC -Federao Espeleolgica da Amrica L atina e Caribe VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S P or Mar celo dos Santos Silvrio (SBE 1148) A av de uma ex -aluna trabalhou na prospeco de minrios no Estado de So P aulo e P aran nas dcadas de 30 e 40. Das inmeras fotos que ela me permitiu reproduzir e divulgar separei algumas para o SBE Antropoespeleologia As que seguem so das autoridades de Apia enquanto visitavam as de Caboclos P odemos notar como os equipamentos de segurana no representavam para as pessoas um item fundamental como eram as roupa caractersticas da poca os chapus e o lampio nas mos de uma nica pessoa GRUT A S DE APIA NO P A SS ADO Romano (Caixa Econmica Federal), Dr Hlio (Pr omotor Pblico), Costa (Escrivo Federral) e Mello (Coletor Federal) Local onde faleceu um operrio em Jacupiranga, 1942 Autoridades de Apia em visita s grutas de Caboclos 03/07/1944