SBE Antropoespeleologia

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SBE Antropoespeleologia

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Title:
SBE Antropoespeleologia
Series Title:
SBE Antropoespeleologia
Alternate Title:
SBE Antropoespeleologia: Boletim Eletrônico da Seção de História da Espeleologia da SBE
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
MPF denuncia responsável por danificar caverna - Caverna e cinema - Museu croata recria visões, sons e odores da idade da pedra - Furna do Enxofre nas "7 Maravilhas de Portugal" - Cantinho escavado por um rio - Foto do Leitor: Gruta da Lapinha, Lagoa Santa (MG).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 3, no. 30 (2010)
General Note:
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Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03375 ( USFLDC DOI )
k26.3375 ( USFLDC Handle )
8629 ( karstportal - original NodeID )
1982-3630 ( ISSN )

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serial

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MPF denuncia
responsvel por danificar caverna Caverna e cinema Museu
croata recria vises, sons e odores da idade da pedra Furna
do Enxofre nas "7 Maravilhas de Portugal" Cantinho escavado
por um rio Foto do Leitor: Gruta da Lapinha, Lagoa Santa
(MG).



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R S B E S B E Antropoespeleologia Boletim Eletrnico da Seo de Histria da Espeleologia da SBE Ano 3 N 30 15/03/2010 ISSN 1982-3630 1 S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a MPF DENUNCIA RESPONSVEL POR D ANIFICAR CA VERNA Ministrio Pblico F ederal (MPF) em Jequi (BA) denunciou o responsvel pela construo de uma escadaria de alvenaria no trecho de visitao da gruta conhecida como P oo Encantado localizada na Chapada Diamantina A construo foi realizada sem autorizao causando danos ao local A irregularidade foi constatada aps inspeo realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos R ecursos Naturais R enovveis (Ibama) e de percia empreendida pela P olcia F ederal A construo que conta com 102 degraus ainda limitada com guarda-corpos em cordas e madeira acompanhada com pontos de iluminao compostos por lampies a gs alterando a composio e o aspecto original da cavidade P or conta da inter veno a visitao ao local foi interditada pelo Ibama desde novembro de 2007, acarretando graves prejuzos no s ao patrimnio da Unio mas tambm ao desenvolvimento do turismo da regio uma vez que se tratava de uma das cavidades naturais de maior visitao na regio da Chapada Diamantina O procurador da R epblica Ovdio Augusto Amoedo Machado autor da denncia pede que o responsvel seja condenado nas sanes do artigo 63 da lei 9.605/98, que prev pena de recluso de um a trs anos e multa R ede Bahia; Cor reio H quem diga que s a guerra tem fora suficiente para unir e manter slida uma nao inteira Mas o mesmo no se pode dizer de quem abatido por ela Aos homens que vivem a guerra de perto os efeitos s o b r e s i e s u a f a m l i a s o p r o f u n d o s e m u i t a s v e z e s irremediveis como mostra o drama "Entre Irmos", hoje nos cinemas Comandada por um trio de novos cones de Hollywood T o b e y M a g u i r e ( d a t r i l o g i a H o m e m A r a n h a ) J a k e Gyllenhaal (de "O Segredo de Brok eback Mountain") e Natalie P o r t m a n ( d e C l o s e r P e r t o Demais") a adaptao do d i n a m a r q u s B r o d r e ( 2 0 0 4 ) a c o m p a n h a a p a r t i d a d o prestigiado fuzileiro naval Sam Cahill (Maguire), chamado para combate Antes de despedir -se das duas filhas e da esposa Grace (P ortman), Sam recebe de volta o irmo mais novo o encrenqueiro T ommy (Gyllenhaal), que solto da priso A promessa de uma famlia reunida corrompida quando o helicptero de Sam abatido no Afeganisto e ele feito prisioneiro em uma caverna escondida Sam dado como morto e apesar do honroso funeral sua perda leva a um cenrio triste e desolador A partir da, a trama do diretor Jim Sheridan se divide em dois fios condutores que se desenrolam paralelamente No subrbio norteamericano Grace tenta retomar a rotina; na aridez do cativeiro Sam submetido a tortura Com o pensamento na famlia o soldado resiste Em sua casa sua ausncia preenchida aos poucos pelo irmo E se T ommy no tem o histrico brilhante ou a valentia de Sam pelo contrrio sequer tem um emprego fixo ele quem faz as crianas voltarem a sorrir e ainda d consolo recente viva Com a lembrana latente de Sam e o crescente afeto pelo cunhado Grace se v dividida entre o luto e um novo romance Meses se passam at que a rotina seja reerguida quando a famlia recebe a notcia de que Sam na verdade est vivo e ser levado a salvo ao lar Mas o soldado volta mudado perturbado No convvio familiar o pai amoroso agora irrompe em surtos de violncia e cime A guerra o embruteceu e transformou-o de mocinho a vilo Estado.com.br CA VERNA E CINEMA

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2 S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a P or Zoran R adosavljevic A cincia forense e simulaes computadorizadas so apenas duas das ferramentas de alta tecnologia empregadas por um novo museu na Crocia para explicar um ramo da r vore evolutiva O Museu Neandertal foi aberto na semana passada erguido no local em que cientistas encontraram a maior concentrao na Europa de restos de neandertais os ossos crnios ferramentas e outros resqucios de um ramo extinto da humanidade que habitou partes da sia e Europa at 30 mil anos atrs O conceito do museu que resume a evoluo em um perodo de 24 horas representado em um caminho que serpenteia pelos dois andares do prdio ressalta o fato de os primeiros parentes dos humanos terem surgido em um momento tardio dessas 24 horas: s 23h52. Construdo com a ajuda de museus de histria natural norte-americanos e britnicos o museu expe muitos dos ossos e artefatos desenterrados no local no final do sculo 19. "Naquela poca os cientistas procuravam o chamado elo perdido metade homem metade animal e os neandertais eram retratados como selvagens peludos e de aparncia bruta que no sabiam andar eretos", disse o paleoantroplogo Jack ov R adovic Mas as figuras de neandertais recriadas em tamanho natural pelo museu contam uma histria diferente "Hoje vemos os neandertais como humanos Eles tinham emoes eles ajudavam os fracos e doentes temos indicativos de que faziam rituais de sepultamento e determinamos que eles possuam o gene da fala como ns", disse R adovic Descobertas feitas em toda a Europa mostram que os neandertais faziam pinturas provavelmente praticavam algum tipo de dana ou msica tribal e at mesmo escovavam os dentes "Mesmo que no tenham sido nossos antepassados diretos foram parentes muito prximos de nossos ancestrais o que faz deles nossos ancestrais", disse R adovic Ele explicou que os cientistas ainda esto intrigados e divididos em relao ao perodo de vrios milhares de anos durante o qual os neandertais conviveram lado a lado com os humanos modernos at sua extino final "Acredito e existem algumas provas cientficas nesse sentido que eles se miscigenaram aos humanos que houve troca de material gentico Algumas descobertas recentes em P ortugal tambm provam que o contato entre as duas populaes foi possvel", disse ele Os visitantes do museu podem tocar partes de um corpo neandertal digital para ouvir uma explicao mdica de suas doenas e males em sua maioria muito semelhantes aos nossos como problemas de ombro e joelho em uma idade mais avanada A cena central do museu uma grande famlia neandertal reunida em volta de uma fogueira em uma caverna impressiona especialmente devido aos odores fortes de suor e carne queimada que a acompanham alm de sons que visam reproduzir os sons tpicos da Idade da P edra R euters; O Globo.com MUSEU CRO A T A RECRIA VIS'ES, SONS E ODORES D A ID ADE D A PEDRA FURNA DO ENX OFRE NA S "7 MARA VILHA S DE PORTUGAL P or L uis Costa A F urna do Enxofre um d o s 2 1 l o c a i s f i n a l i s t a s n o concurso que ir escolher as 7 maravilhas naturais de P ortugal N a c a t e g o r i a d e g r u t a s e c a v e r n a s a C a l d e i r a d a Graciosa est mesmo entre os 3 finalistas A F urna do Enxofre c o n s i d e r a d a n i c a n o p a n o r a m a v u l c a n o espeleolgico internacional e a sua gnese est associada a uma importante fase efusiva intracaldeira do tipo havaiano que envolveu a formao de um lago de lava Na fase final desta erupo havaiana a lava existente no interior da caldeira ainda fluida foi drenada ao longo do conduto principal do v u l c o p r e c i s a m e n t e p e l a z o n a o n d e s e e n c o n t r a atualmente esta cavidade No interior da cavidade vulcnica para alm de um lago de gua fria existe um i m p o r t a n t e c a m p o d e d e s g a s e i f i c a o c o n s t i t u d o por uma fumarola com lama e por emanaes gasosas difusas de dixido de carbono que se l i b e r t a m i m p e r c e p t i v e l m e n t e em diversas reas do cho da g r u t a E m d e t e r m i n a d a s c o n d i e s a m b i e n t a i s a concentrao de dixido de c a r b o n o n o a r a t m o s f r i c o pode atingir valores superiores aos admissveis em termos de sade pblica fato pelo qual o l o c a l m o n i t o r i z a d o e m contnuo R TP Aores Informao e Desporto

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3 S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a Conhecida como ‘ Sentinela da F ronteira ’, Itarar est localizada na divisa de So P aulo e P aran, h 900 metros de altitude Este cantinho escavado pelo rio guarda belos e surpreendentes cenrios Alis seu nome significa ‘ pedra que o rio escavou ’ em tupi-guarani pois o Rio Itarar corre por um leito rochoso que foi sendo desgastado pela correnteza formando paredes cachoeiras e lindas grutas Inicialmente foi habitada por ndios guainazes tornando-se ponto conhecido de jesutas exploradores e bandeirantes alm de ser utilizada por viajantes de passagem como os tropeiros que rumavam para o sul levando animais Isto se deu pela localizao da cidade na rea conhecida como Campos de So P edro que se estende do Rio V erde at o Rio Itarar. P or este motivo Itarar dispe de uma boa infraestrutura de restaurantes comrcio e hospedagem O Rio Itarar nasce no bairro de P inhalzinho localizado a 40 km da cidade e chega at a regio do Corisco com 1.200 metros de altitude onde encontramos uma das mais altas cachoeiras da regio Itarar atualmente conhecida por abrigar cnions grutas fendas tneis e cachoeiras formando o cenrio per feito para os visitantes que gostam de praticar turismo de aventura possvel escolher entre diferentes estilos: rapel (atividade praticada com o uso de cordas e equipamentos para a descer paredes), trekking (trilhas) na Mata Atlntica caminhadas e rafting (descida de corredeiras com botes inflveis), entre outros O traslado at os locais da prtica destes esportes feito por empresas conveniadas acompanhadas por guias A noite na cidade tpica de interior com bailes nos clubes bar zinhos com msica ao vivo e pessoas pelas ruas batendo um gostoso papo Seu povo bastante hospitaleiro tranquilo e simples fazendo com que se queira voltar sempre para desfrutar desse cantinho do Brasil ainda pouco conhecido UM POUCO DE HIST"RIA O Municpio de Itarar comeou a ser organizado em 1725, aps trs sesmarias serem doadas para povoamento criao de gado e agricultura Essas propriedades ficaram nas mos de um nico dono que registrou-as como ‘ F azenda de So P edro’, em 1836. P orm a propriedade foi sendo dividida e em 1879, e um dos fazendeiros construiu uma capelinha no local com maior nmero de pessoas situado margem do riacho da P rata Assim o local foi elevado a povoado O QUE VER E F AZER P ARQUE ECOL"GICO DA BARREIRA : Dentro do parque possvel tomar banhos refrescantes nos poos das cavidades do Rio Itarar (P oo da F igueira da Cruz e da Sanga so os mais conhecidos) e fazer caminhadas ecolgicas indo ao encontro de diversos tipos de aves na Gruta das Andorinhas Ali encontramos tambm a Gruta da Santa ponto de encontro dos devotos de Nossa Senhora da Conceio alm da Cascata do Chuveirinho O local oferece banheiros estacionamento lanchonete e fonte de gua potvel TRILHA DO SEGREDO : A caminhada de 12 km compensada pelo gratificante contato com a fauna e a flora da natureza Ao final chega-se Cachoeira do Segredo com 70 m de altitude L ocal ideal para um banho relaxante para repor as energias TRILHA DA ESTRADA VELHA : Os rochedos da encosta do local vo se colocando frente dos turistas compondo uma imponente paisagem possvel chegar at a P edra da Galinha atravs destes rochedos formando uma orla da antiga estrada F AZENDA SETE TRILHA S : Esta autntica fazenda de interior encanta a todos com seus bfalos porcos brancos patos marrecos cavalos seriemas entre outros P ossui relevos com formaes curiosas que descortinam uma bela paisagem Se possvel assista ao pr do sol h 1.100 m de altitude Imperdvel! O Dia On-Line CANTINHO ESCA V ADO POR UM RIO

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F oto do leitor F oto do leitor F oto do leitor S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a Antes de imprimir pense na sua responsabilidade com o meio ambiente S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a Comisso Editorial: L uiz Eduardo P T ravassos (Coordenador), Isabela Dalle V arela e R ose L ane Guimares R eviso : Delci Kimie Ishida T odas as edies esto disponveis em u m a p u b l i c a o e l e t r n i c a d a SBE Sociedade Brasileira de Espeleologia. T elefone/fax (19) 3296-5421. Contato : A reproduo deste per mitida, desde que citada a fonte. historia@sbe .com .br www .sbe .com .br L uiz T ravassos Filie-se SBE Sociedade Brasileira de Espeleologia Clique aqui para saber como se tor nar scio da SBE T el. (19) 3296-5421 Filiada R Unio Inter nacional de Espeleologia FEALC -Federao Espeleolgica da Amrica L atina e Caribe VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S IMA GEM NA ENTRAD A D A GRUT A D A L APINHA L A GO A S ANT A MG 4 S B E S B E A n t r o p o e s p e l e o l o g i a Foto: L.E.P T ravassos


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