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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Palestra em Marabá sobre raiva e histoplasmose -- Primeira expedição de 2006 do Projeto Caverna do Diabo -- GESB realiza 4ª expedição em Bodoquena -- Golondrinas no México: 376 m. de lance livre -- Museu apresenta réplica de caverna -- Visão acústica nos morcegos -- 1º Congresso Nacional de Trilhas -- Fósseis revestem piso de shoppings em São Paulo -- RPPN: polêmica no sul da Bahia.
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 1, no. 12 (2006)
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03385 ( USFLDC DOI )
k26.3385 ( USFLDC Handle )
8639 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Palestra em Marab sobre raiva e histoplasmose --
Primeira expedio de 2006 do Projeto Caverna do Diabo
--
GESB realiza 4 expedio em Bodoquena --
Golondrinas no Mxico: 376 m. de lance livre --
Museu apresenta rplica de caverna --
Viso acstica nos morcegos --
1 Congresso Nacional de Trilhas --
Fsseis revestem piso de shoppings em So Paulo --
RPPN: polmica no sul da Bahia.



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SBE SBE N o c a s t i N o c a s t i N o c a s t i N o c a s t i Boletim Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia A n o 1 N 1 2 2 4 / 0 4 / 2 0 0 6 ISSN 1809-3213 SBE Notcias Notcias 1 sbe Para melho r capacitao do pessoal do GEM (Grupo Espeleolgico de Marab) e do NAM (Ncleo de Ar queologia e Etnologia de Marab), a F undao Casa da Cultura de Marab pr omoveu palestra sobr e mor cegos pr oferida pelo Dr R einaldo Lima, coor denador do Centr o de Zoonoses de Marab. Desta palestra saram algumas dir etrizes de segurana e sade que sero adotadas pelo pessoal que trabalha em cavernas. Histoplasmose No solo das cavernas secas pode haver pr oliferao de fungos que causam a histoplasmose, doena pulmonar de pr ogr esso lenta, mas que pode ser fatal. O fato de caminhar na caverna faz com que os espor os fiquem em suspenso. Mais pr oblemtico ainda para quem faz trabalho de escavao neste tipo de cavidade, pois r evolve o solo seco deixando os espor os no ar Neste ambiente obrigatrio o uso de mscaras. Raiva T odas as espcies de mor cegos ou qualquer espcie de mamfer os podem ser r eser vatrios do vrus da raiva, assim sendo, h sempr e o risco de contaminao dir eta. H tambm outra possibilidade de contaminao: por via ar ea, nas cavidades midas. Sabendo -se que aps o apar ecimento dos primeir os sintomas a raiva no tem cura, necessrio:1) F azer vacinao pr eventiva de todas as pessoas que trabalhem em ambiente caverncola (iniciar a vacinao um ms antes de ir ao campo); 2) Uso de mscaras nas cavidades. No von Atzingen SBE 1159 Conselheir o do GEM (SBE n G099) PALESTRA EM MARAB SOBRE RAIVA E HISTOPLASMOSE PRIMEIRA EXPEDIO DE 2006 DO PROJETO CAVERNA DO DIABO Conforme divulgado no (n 5), foram definidas as dir etrizes e o planejamento para a 3 fase do P r ojeto Caverna do Diabo (PROCAD). O Grupo de Estudos Ambientais da Serra do Mar (GESMAR) grupo que est coor denando esta faze do pr ojeto r ealizou uma r eunio do no ltimo dia 12, e pr ops or ganizar junto com os coor denador es de sub-comisses disponveis a primeira expedio inter grupos (PROCAD 2006) para o feriado de Corpus Christi, 15 a 18 de junho de 2006 mais pr ecisamente de quinta a domingo, O objetivo principal ser a r etomada do PROCAD, a partir da r ealizao de pr ospeces externas, visando identificar locais com potencial para detalhamento posterior SBE Noticias do dia 13 de fever eir o de 2006 Entr e as r egies pr opostas para o trabalho destacam-se: a r egio Ncleo Caverna do Diabo/Crr ego do Ara; R egio do Ariv (Gruta e sumidour o do Crr ego do Ariv); R egio do R olado/F rias; Macio da T apagem, entr e outr os. Haver limite em r elao ao nmer o de participantes, devido a disponibilidade de espao no Ncleo Caverna do Diabo. Sero priorizados scios da SBE e integrantes de grupos espeleolgicos, que tenham experincia na r egio em estudo ou em atividades de pr ospeco, tcnicas verticais e mapeamento Aqueles que se inter essar em em participar das atividades do pr ojeto, devem enviar uma mensagem para informando seu nmer o de scio SBE, ou, no caso de no scios, seus dados pessoais pr ocad@sbe.com.br GESB REALIZA 4 EXPEDIO EM BODOQUENA O Grupo de Espeleologia da Serra da Bodoquena (GESB -n SBEG112), vinculado Universidade Estadual de Mato Gr osso do Sul Dourados, MS, tem o prazer de convidar a toda co -munidade espeleolgica nacional para a quarta Expedio Espeleolgica do Planalto da Bodoquena. A Expedio faz parte das atividades que tem contribudo com o Plano de Manejo do P ar que Nacional da Serra da Bodoquena. A data de r ealizao ser entr e os dias 29 de abril e 1 de maio de 2006 (feriado pr olongado do Dia do T rabalho). As atividades sero desenvolvidas nos limites e arr edor es do P ar que. P ara o ocasio esto pr ogramadas a princpio as seguintes atividades:1-L evantamento espeleolgico em r eas ainda no exploradas do P ar que; 2-Identificao de cavidades com potencial espeleoturstico, tendo por base metodologias que esto em desenvolvimento para este fim;3Continuidade dos trabalhos de explorao e topografia do Abismo Dente de Co. Os scios da SBE inter essados em participar devem enviar um e-mail para: gesb_uems@yahoo.com.br Rafael Camargo Gruta do Crrego Azul I na Serr a da Bodoquena Fungo Histoplasma Capsulatum vetmed.wisc.edu

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SBE Notcias Notcias 2 Os fsseis mais antigos do Brasil so pisoteados diariamente por vrias centenas de pessoas no mrmor e que r eveste o piso de dois shoppings de So P aulo, Eldorado e Ibirapuera. Os r estos pr-histricos fazem parte do mrmor e e r egistram a existncia de bactrias h 2 bilhes de anos. A rigor os r esqucios, conhecidos como estr omatlitos, no so as prprias bactrias mas r esultam da ao delas. Segundo o gelogo do Instituto Geolgico da Secr etaria do Meio Ambiente do Estado de So P aulo, W illiam Sallun F ilho (SBE n1434) j havia conhecimento da pr esena dos estr omatlitos no mrmor e, porm, nunca havia chegado ao conhecimento pblico. Os estr omatlitos ali datam do P aleopr oter ozico, uma era na qual grandes quantidades de o xignio foram injetadas na atmosfera da T erra pela primeira vez. P or trs dessa grande mudana esto justamente or ganismos como os que criaram as estruturas laminadas vistas hoje no mrmor e dos shoppings. As cianobactrias so micrbios muito simples, com um papel geoqumico vital: elas usam a luz do Sol para alimentar seu metabolismo e, como subpr oduto, liberam o xignio. Elas usavam o substrato debaix o da gua rasa para se multiplicar formando uma espcie de tapete micr obiano, cheio de muco. P artculas que flutuam na gua e o carbonato de clcio dissolvido nela tendem a ser capturados por esse limo, afundando quando os micr or ganismos morr em. Novas geraes bacterianas voltam a cr escer por cima desse sedimento, formando nova lmina de cr escimento. Esse pr ocesso, r epetido ao longo de milhes de anos, deu origem a ver dadeiras colunas de calcrio, criadas pela ao das bactrias. O shopping estuda a criao de um estande explicativo no local. P ara Sallun F ilho, a explorao de mrmor e na pedr eira de origem dos estr omatlitos ainda no r epr esenta pr oblemas, j que os fsseis so extr emamente abundantes naquele local. F onte: F olha de So P aulo 17/04/2006 F"SSEIS REVESTEM PISOS DE SHOOPINGS EM SO PAULO A Unio Mexicana de Grupos Espeleolgicos (UMAE) convida os scios da SBE e tambm pessoas que se identifiquem com espeleologia a praticar no Mxico tcnicas verticais na caverna Golondrinas. Golondrinas: F ica a 9h da cidade do Mxico na comunidade T amapatz, municpio de Aquismn. F oi declarado r ea de pr oteo natural com 285 hectr es. P ossui uma grande importncia geolgica, um ecossistema rico e frgil. O abismo chega a um lance livr e de 376m, o 6 mais pr ofundo do mundo. Seu denvel de 512m e sua boca possui 55m. F onte: Sr gio Santana UMAE Mxico Desconocido online Base-Jump em Golondrinas GOLONDRINAS NO MXICO: 376M DE LANCE LIVRE! M x c o D e s c o n c i d o i o Essa para aqueles que sempr e tiveram inter esse em conhecer o interior de uma caverna, porm, lhes faltam coragem. O abriga uma rplica de uma caverna e acer vo de zoologia. A Rplica O visitante pode passar por dentr o de uma rplica de caverna e conhecer aspesctos de sua formao, alm de pr ocessos de fossilizao. Curiosidade Uma curiosidade do museu o T atu gigante que l se encontra. F oi escolhido como um dos smbolos do museu, por ser um animal tpico da fauna extinta brasileira e pelo fato de ser o fssil mais completo dessa espcie e com cer ca de 10 mil anos. F onte: Museu de Cincias Naturais PUC Minas Museu de Cincias Naturais PUC Minas MUSEU APRESENTA RPLICA DE CAVERNA Um r ecente estudo r ealizado na Universidade de Mar yland r evelou que os mor cegos tem habilidades mais complexas do que se acr editava. O estudo detalhou a forma dos mor cegos se orientar em utilizando -se de pulsol ultrasnicos de tons e velocidades variveis. Esses mamfer os possuem mtodos difer entes para localizao de suas pr esas dependendo da distncia e do ambiente em que se encontram. O desafio para os mor cegos detectar sua pr esa em meio a “confuso acstica” como em folhagens. F onte: University of Mar yland 06/03/2006 http://www .newsdesk.umd.edu /scitech/r elease.cfm?articleid=1231 Morcegos: audio faz o papel da viso e m d u N w s d e s k u e d VISO ACSTICA NOS MORCEGOS 1 CONGRESSO NACIONAL SOBRE TRILHAS O 1 Congr esso Nacional de Planejamento e Manejo de T rilhas ir ocorr er no Rio de Janeir o nos dias 07 a 11 de novembr o deste ano. O T ema Planejamento e manejo de trilhas ainda muito r ecente no Brasil e assim, como em outras r eas de atividades na natur eza, as trilhas tambm so infraestruturas de acesso utilizadas na espeleologia. O Congr esso busca evidenciar os princiais aspectos onde se aplicam os conhecimentos de planejamento e manejo de trilhas. P or esse motivo foram eleitos trs eix os temticos, so eles: trilha, homem, flora e fauna, o turismo e a r ecr eao em r eas naturais. Se voc se inter essou pelo tema tenha mais informaes : F onte:Flavio “Zen ” Melo Infotrilhas www .infotrilhas.com/congr esso

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SBE Notcias Notcias 3 AGENDA SBE B I B L I O T E C A S B E Esta e outras publicaes esto disponveis para c o n s u l t a n a B i b l i o t e c a “Guy-Christian Collet”, Sede d a S B E. FOTO DO LEITOR (ltima aquisio) 13/05 P alestra: T opografia com T eodolito 11/06 P alestra: Educao Ambiental, Conflitos Sociais e Unidades de Conservao do Alto Ribeira 29 Congresso Br asileiro de Espeleologia 07 a 10 de junho de 2007 Parque Metalrgico Centro de Artes e Convenes da UFOP www .sbe.com.br/noticias.asp www .sbe.com.br/29cbe.asp V isite Campinas e conhea a Biblioteca Guy Christian Collet Sede da SBE. Apoio: VENHA PARA O MUNDO DAS CAVERNAS Filie-se SBE Clique aqui para saber como se tornar scio da SBE. T el: (19) 3296.5421 S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a Jornal The Journal of Sydney Speleological Society N 3 V ol. 50, da Sydney Speleological Society (Maro/2006) Filiada : A utor : Jlio Magalhes Data: 11/2004. Dolina II Gruta dos Br ejes (BA-01). P r ojeo Horizontal: 6.410m. Chapada Diamantina (BA). A caverna constituda por dois segmentos, (Br ejes I e II), separados por uma depr esso de abatimento em forma de canyon. Os canyons crsticos abrigam flora e fauna contrastantes caatinga, compondo uma paisagem especial, pela beleza e significado ecolgico. Saiba mais em: Man oto com nome, data e local para SIGEP a sua f sbe@sbe.com.br Jlio Magalhes RPPN: POLMICA NO SUL DA BAHIA No dia 5 de abril, pr oprietrios de R eser vas P articular es do P atrimnio Natural (RPPN) aplaudiram a assinatura do que r egulamenta esse tipo de unidade de conser vao. Este documento um instrumento legal com o qual os pr oprietrios podem defender melhor suas r eas pr otegidas. Mas s se beneficia quem criar r eser vadesta data para fr ente. Apesar de determinar posies que hoje podem solucionar brigas complicadssimas na gesto de RPPNs, o novo decr eto no vai poder ajudar um pr oprietrio do sul da Bahia que foi pego de surpr esa ao saber que uma mineradora quer explorar mangans sob seus ps. No ms de maro, tcnicos da empr esa Minerao Minas Bahia L TD A (Miba) bateram porta de Enoc R eis, na RPPN Estncia Manac, em Ibicara, devidamente munidos com licena de pesquisa emitida pelo Departamento Nacional de P r oduo Mineral (DNPM). O pr oblema que no permitida a atividade de minerao em Unidades de Conser vao (UC), contudo o artigo 12 do decr eto deixa clar o que no ser criada RPPN em r ea concedida para lavra. Como pode a DNPM conceder licena para pesquisa em uma UC e o IBAMA autorizar uma RPPN em r ea identificada como inter esse de lavra? F onte: O ECO 20/04/2006 decr eto n 5.746 SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el (19) 3296-5421. Contato: Comisso Editor ial: Marcelo Rasteiro e Ana P aula F aez. T odas as edies esto disponv eis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. sbe@sbe .com.br www .sbe .com.br EXPEDIENTE SBE Notcias uma pub licao eletrnica da Notcias Antes de imprimir pense na sua responsabilidade com o meio ambiente