SBE Notícias

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Title:
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Series Title:
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Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
I Expedição SBE-Divinolândia - Palestra na SBE sobre espéleo-mergulho - V Congresso FEALC e I Congresso FEPUR - Encontrado Agrotóxico em caverna na Bahia - Desnível nº 5 - Pelos subterrâneos de Nápoles - Gene neandertal no cérebro humano - Lançamento de livro: artesanato quilombola - Ministério público cobra lei rigorosa sobre a venda de fósseis.
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 1, no. 32 (2006)
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03407 ( USFLDC DOI )
k26.3407 ( USFLDC Handle )
8661 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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I Expedio
SBE-Divinolndia Palestra na SBE sobre espleo-mergulho V
Congresso FEALC e I Congresso FEPUR Encontrado Agrotxico em
caverna na Bahia Desnvel n 5 Pelos subterrneos de
Npoles Gene neandertal no crebro humano Lanamento de
livro: artesanato quilombola Ministrio pblico cobra lei
rigorosa sobre a venda de fsseis.



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ISSN 1809-3213 Ano1 N 32 1 1/1 1/2006 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia PALESTRA NA SBE SOBRE ESPLEO-MERGULHO Dia 15 de novembr o (quarta-feira), durante o feriado de P r oclamao da R epblica, a SBE r ealizar em sua sede o “XVI SBE de P ortas Abertas” com a palestra: “ Espleo -mer gulho: Expedio Buraco das Abelhas ” ministrada por Jos L our eno Barr oco T uta (SBE 1027) Instrutor de mer gulho em cavernas pela NSS/CDS e R epr esentante da NSS/CDS no CEMEC; e Adrian Martino Mer gulhador Especialista e Dir etor de F otografia Subaqutica com mais de 21 anos de experincia, tendo desenvolvido diversos pr ojetos com a equipe de JeanMichel Cousteau, na Ocean F utur es Society entr e outr os. Os palestrantes iro apr esentar o caminho per corrido pelo mer gulho em cavernas no Brasil, desde os primeir os cursos, passando pela r estrio prtica, a luta pelo r estabelecimento do esporte e a Expedio Abelhas, que pr omoveu os estudos para o plano de manejo da caverna, no ltimo ms de agosto, com objetivo de liber-la para a visitao por parte dos mer gulhador es tr einados ou em tr einamento. A participao na palestra gratuita e aberta a qualquer inter essado, basta compar ecer no local e horrio: L ocal: P ar que T aquaral P orto 2 Campinas SPData: 15/11/2006Horrio: 09h30 Saiba mais sobr e o pr ojeto em: Sede da SBE www .sbe.com.br/aberta.asp Romeu Dib retornando de um dos mergulhos A d r i a n M a r t i n o I EXPEDIO SBE-DIVINOLNDIA Por Robson de Almeida Zampaulo -GESMAR Dia 28 de outubr o, o Grupo de Estudos Ambientais da Serra do Mar GESMAR (SBE G027) e outr os scios da SBE r ealizaram uma visita tcnica Gruta dos Mor cegos, localizada na F azenda Santa Rita, em Divinolndia-SP a 275 km de So P aulo. O convite para a atividade foi feito pela P r efeitura Municipal da cidade, atravs do Con-selho de T urismo, e contou com apoio do grupo de T r ekking “Divinolndia Que T e Quer o Bem”. A visita tinha como finalidade o r econhecimento da r egio, topografia e a coleta de dados da caverna para r egistr o no Cadastr o Nacional de Caver-nas do Brasil (CNC), da SBE. A cavidade encontra-se a apr o ximadamente 500 m da sede da F azenda, nas coor denadas 2136'25''S 4643'10''W a 1.270 m de altitude, prxima a um topo de morr o inserido na bor da de um fragmento de mata que se estende at a F azenda F ortaleza. T rata-se de uma caverna granitide, com difer entes nveis de metamorfismo, formada principalmente por blocos em fendas com desenvolvimento linear de 55 m e des-nvel de 17 m. Sua nica entrada tem 4 m de lar gura por 2 m de altura. L ogo no tr echo inicial da gruta, existe uma pequena passagem no solo que d acesso a uma estr eita chamin com desnvel de 5 m. Aps essa passagem, a cavidade formada por fendas de at 6 m de altura por 3 m de lar gura, com blocos encaixados, configurando passagens estr eitas em alguns pontos e zona aftica (r ea totalmente despr ovida de luminosidade solar) de apr o ximadamente 35 m. Aps a descida da chamin, foram encontrados r estos de pneus queimados no interior da cavidade e, por conseqncia, apr esenta depsitos e mar cas de fuligem nas par edes, solo e teto de todos os condutos da zona aftica. Segundo informaes dos morador es locais, a cavidade abrigava colnias de mor cegos hematfagos que atacavam o r ebanho de gado, tendo sido identificado alguns focos de raiva. Assim, h uns dois anos, na tentativa de se eliminlos, acabaram tambm destruindo toda a complexidade biolgica da caverna. Na zona atingida pelo impacto, foram obser vados poucos grupos de invertebrados, na sua maioria, r epr esentados por grilos, colepter os (associados ao guano) e formigas. A composio biolgica da caverna apar entemente encontra-se em um lento pr ocesso de r egenerao. No entanto, para nossa grata surpr esa, encontramos uma colnia com oito indivduos do mor cego Chr otopterus auritus T rata-se de uma espcie car-nvora, a segunda maior em tama-nho do Brasil e que se encontra na lis-ta de espcies ame-aadas de extino no estado do P aran. Impactos como os pr ovocados na gruta dos Mor cegos so fr eqentes devido a ignorncia de pessoas que, na tentativa de “contr ole” de quirpter os, acabam destruindo toda a fauna de uma caverna. Este tipo de comportamento pr oduz alteraes rpidas e intensas, causando distrbios srios, inclusive levando extino de espcies. Atualmente existem mais de 4.200 cavernas cadastradas no CNC e estima-se que isso r epr esente uma pequena par cela do patrimnio nacional. As cavernas grani-tides no ultrapassam 2% do total de cavi-dades cadastradas no pas. Alm disso, pos-suem ecossistemas distintos e peculiar es, podendo abrigar espcies ainda desconhe-cidas. P ortanto, evidente a necessidade de pr eser vao desses ambientes. P r eocupado com esta situao, o GESMAR tem investido no estudo e pr oteo das cavernas granitides, desde a sua fundao at hoje, atuando em difer entes r egies do pas, como o P ar que Estadual da Serra do Mar (P aranapiacaba e Bertioga-SP), Serra dos Cocais (V alinhos-SP) e P ar que Nacional da Tijuca (Rio de Janeir o -RJ). Agradecemos pelo apoio da P r efeitura de Divinolndia, em especial a Adriana Gus-so, ao grupo de T r ekking “Divinolndia Que T e Quer o Bem” e ao R odrigo F aiad, 1 Secr etrio da SBE. Equipe na entrada da Grut a dos Morcegos M a r i a H e l e n a P e r e i r a

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V CONGRESSO FEALC I CONGRESSO FEPUR J esto abertas as inscries de r esumos para o 5 Congr esso da F ederao Espeleolgica da Amrica Latina e do Caribe (FEALC) e 1 Congr esso da F ederao Espeleolgica de P orto Rico (FEPUR). O evento que ser r ealizado no perodo de 29 de julho a 4 de agosto de 2007 na cidade Aguadilla, P orto Rico, r eunir importantes nomes da espeleologia inter-nacional e conta com o apoio da SBE. Saiba mais sobr e o evento em: 2 t s N o c ia t s N o c ia O “telejornal 3” do canal estatal de televiso italiana divulgou uma histria fan-tstica sobr e os planos de encher os mais de cinco mil metr os quadrados de uma cavidade em Npoles, sul da Itlia, a uns 38 metr os de pr ofundidade, com megatoneladas de concr eto a um custo estimado de 8 milhes de Eur os, algo em torno de 22 milhes de R eais. Esta e outras cavidades da cidade so antigas pedr eiras subterrneas para extrao de tufo, um tipo de r ocha formada por cinzas vulcnicas consolida-das. T oda a r ea de Npoles uma r egio geotrmica com veios pr ofundos de tufo, chamado de tufo amar elo. T rata-se de um material ideal para construo e grande par cela dos belos castelos, vilas e outras construes antigas foram er guidas com este material. O tufo alcanado por um poo de acesso e r emoo chamado de “occhio di monte”, ou “olho da montanha”. Atravs deste poo, gigantescos blocos de tufo foram extrados. O vazio r esultou em cavidades com forma de garrafa, com ombr os inclinados, o que pr opor cionou um amplo r eforo s cavernas. O grande poo de acesso e r emoo foi coberto posteriormente com pranchas de madeira e r ecoberto por uma camada de tufo modo e terra, ficando oculto e esquecido. Este enorme complex o de cavernas liga Npoles e seus arr edor es como colmias que foram inter conectadas por tneis, galerias e canais de desvio desde os antigos aqedutos gr egos at os aquedutos que ser vem a cidade atualmente. R esumindo, a cidade inteira tem enormes cavernas como se pode ver na foto. Ento, por que, depois de sculos, algum suger e concr etar as cavidades da via Nicolar di, nas colinas acima da cidade? Bem, em outubr o passado r ealizou-se uma srie de exer ccio da defesa civil para o caso de terr emotos, isso sucitou na populao a lembrana do devastador terr emoto de 1980, quando se construram alguns abrigos pr ovisrios para os atingidos. Um destes abrigos foi impr ovisado num container de car ga, justamente sobr e as antigas pranchas que cobriam o “olho da monta-nha” em Nicolar di. Com o peso, as pranchas cederam e o container caiu mais de 30 metr os dentr o da caverna. F elizmente no havia ningum dentr o do container Na ocasio F ulvio Salvi, ento um jovem espelelogo que trabalhava na equipe do “Departamento do Subterrneo” de Npoles foi o primeir o em sculos a entrar na caverna. P osteriormente outr o expert, o engenheir o Clemente Espsito, o ajudou a fotografar explorar e topografar a enorme cavidade, colocando uma escada na entrada, facilitando o acesso. Ento, voltando a nossos dias, as autoridades da Defesa Civil, r etomando o caso ocorrido em 1980, decidem dar uma soluo para o “pr oblema em potencial”. Nada difer ente dos megapr ojetos com que estamos acostumados em nosso pas, como grandes barragens e pontes que no levam a lugar algum. Assim fica a per gunta: Como justificar o gasto de milhes de Eur os s para “estar mais segur o”, quando Npoles inteira foi construida sobr e estas cavernas parmanecendo assim, sem maior es pr oblemas, h sculos? r ealmente difcil de entender Fonte: NapoliUnderground 22/10/2006 F u l v i o S a l v i Subterrneos em Nicolardi, Npoles. Altur a entre 30 e 40 m. DESNVEL N 5 ENCONTRADO AGROT"XICO EM CAVERNA NA BAHIA PELOS SUBTERRNEOS DE NPOLES www .speleocongreso2007.org A Unio P aulista de Espeleologia UPE, grupo filiado SBE(G075), acaba de lanar o 5 nmer o do seu boletim “Desnvel Eletrnico”. A publicao est r echeada de boas matrias e pode ser baixada em PDF na pgina do grupo: Capa do Desnvel Eletrnico n 5 www .upecave.com.br Tcnicos do Centr o de Estudo e Manejo de Cavernas (CECA V), r go vinculado ao Instituto Brasileir o do Meio Ambiente e R ecursos Naturais R enovveis (Ibama), de Braslia, encontraram no incio desta semana cer ca de 200 frascos de um litr o cheios do fungicida Constant, durante expedio para r econhecimento do complex o de cavernas existentes no municpio de So Desidrio, a 897 km de Salvador no oeste do estado. O pr oduto normalmente usado nas lavouras para combate de pragas e no poderia ser deixado ou descartada naquela r ea. Existem normas especficas para o descarte destes pr odutos. Os agr otxicos, com data de validade vencida, foram localizados na caverna Buraco F rio, a cer ca de 5 quilmetr os do centr o da sede do municpio e r etirados do local por tcnicos da Secr etaria Municipal de T urismo e Meio Ambiente e policiais civis. Fonte: A T arde 09/1 1/2006

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3 t s N o c ia t s N o c ia GENE NEANDERTAL NO CREBRO HUMANO LANAMENTO DE LIVRO: ARTESANATO QUILOMBOLA Diversos estudos r ecentes suger em que, se houve cruzamento entr e os ser es humanos modernos e os neandertais, os r omances entr e as duas espcies teriam sido poucos, extr emamente br eves e sem grandes conseqncias para a linhagem humana. Um novo tra-balho, no entanto, pr ope que alguns desses encontr os podem ter tido impacto consider-vel na evoluo do cr ebr o do animal humano atual, o Homo sapiens. Se o r esultado se confirmar o neandertal, hoje extinto, pode ter deixado para a humani-dade uma importante herana gentica. O geneticista Bruce Lahn, da Universidade de Chicago, EU A, e colegas informam ter encontrado evidncias de que pelo menos um gene pode ter cruzado o abismo evolucionrio. A equipe de Lahn estudou a origem do gene micr ocefalina que, acr edita-se, participa na r egulao do tamanho do cr ebr o. No ano passado, o grupo informou, na r evista cientfica Science, que uma verso particular do gene, atualmente pr esente em 70% da populao mundial, sur giu h cer ca de 37.000 anos e espalhou-se rapidamente pelo globo. Apar entemente, a evoluo favor eceu essa verso, chamada haplogrupo D, cuja funo exata ainda incerta. Em um novo trabalho, publicado nesta semana em P r oceedings of the National Aca-demy of Sciences, a equi-pe de Lahn analisa o gene micr ocefalina de 89 pessoas de difer entes partes do mundo. Eles descobriram que o haplogrupo D to difer ente de outras verses do gene que deve ter sur gido h pelo menos 1 milho de anos, segundo levanta-mentos estatsticos. Mas essa forma s che-gou ao cr ebr o humano h 37.000 anos. Os pesquisador es concluem que o mais pr ovvel seria o cruzamento entr e ser es humanos pr-histricos e uma outra variedade de homindeo, agora extinta, que j possua o haplogrupo D. O melhor candi-dato, nesse caso, seria o neandertal. Fonte: Est ado.com 08/1 1/2006. A histria do artesanato pr oduzido por artesos e artess do Quilombo de Iva-porunduva, uma das 58 comunidades r emanescentes de qui lombos do V ale do Ribeira o tema des-te livr o, que ser lanado no prximo dia 18 de novembr o, sbado, no Museu Afr o Brasil, em So P aulo -SP A obra de 56 pginas uma publicao da Associao Quilombola e do Insti-tuto Scio Ambiental (ISA). Detalhes e aquisies: Bruce Lahn em seu laboratrio O Ministrio Pblico F ederal r euniu trs ministrios e a comunidade cientfica para desenhar uma legislao mais severa para quem vende fsseis brasileir os. A atividade pr oibida pela Constituio, mas a ausncia de um texto especfico e rgido alimenta a ao na prtica. O objetivo construir um substitutivo ao P r ojeto de L ei 245, de 1996, do exsenador Lcio Alcntara. “ O pr ojeto tem falhas e no r esolve o pr oblema. No h crime especfico para a venda e no determina a competncia pelo material”, explica a pr ocuradora da R epblica Ana Cristina Bandeira Lins. “Embora esteja abrangido na legislao, pr eciso especificar os tipos criminais.” Os fsseis so plantas e animais que se tornaram minerais na maioria das vezes, e so patrimnio da Unio. A legislao que existe hoje permite interpr etaes dbias. “ antiga e fraca”, diz o gelogo Enzo L uis Nico Jnior do Departamento Nacional de P r oduo Mineral (DNPM) de So P aulo. A deciso saiu na semana passada, em uma r eunio em So P aulo que juntou r epr esentantes do DNPM, do Instituto do P atrimnio Histrico e Artstico Nacional MINISTRIO PBLICO COBRA LEI RIGOROSA SOBRE A VENDA DE F"SSEIS C h i c a g o C h r o n i c l e (Iphan), do Instituto Brasileir o do Meio Ambiente e dos R ecursos Naturais R enovveis (Ibama) e da Sociedade Brasileira de P aleontologia (SBP). Eles formaro um grupo de trabalho para construir este texto, com o acompa-nhamento do Ministrio Pblico. Um rascunho do substitutivo deve ficar pr onto apenas em 2007. “Havia a pr oposta de um decr eto, que mais rpido, mas ele no criminaliza”, diz o pr esidente da SBP Joo Carlos Coimbra. “ J esperamos tanto tempo por uma lei mais forte que para ns o principal inter esse no que saia rpido, mas que seja boa.” DIVISO DE ESFOROS Ana Cristina tambm espera que o Iphan, que j cuida dos bens ar queolgicos, se envolva mais no trato do material paleontolgico. “ O Iphan hoje no tem um paleontlogo em seu quadr o de funcionrios”, conta a pr ocuradora. A contratao ser debatida nesta semana, em uma r eunio do conselho consultivo do r go. T ratando -se de minerais, a r esponsabilidade sobr e o patrimnio fossilfer o sempr e foi exclusividade do DNPM, apesar de ser enquadrado tambm na categoria de bem natural e patrimnio histrico. Uma apr o ximao entr e os dois r gos mudaria a forma como o material ser tratado, ideologicamente e tambm no cotidiano. O DNPM ainda r esponder pelo patrimnio, mas o Iphan poderia, por exemplo, tombar r egies com uma incidncia muito elevada de fsseis e de alta importncia cientfica, como a Bacia do Araripe, no Nor deste, alm de participar da concesso de lavras para explorao do solo por mineradoras. T ambm atuaria com a R eceita F ederal para impedir a exportao irr egular de fsseis. O contrabando desse material, ao longo de muitas dcadas, permitiu que peas importantes para a cincia brasileira fossem espalhadas entr e museus e colecionador es particular es dos Estados Unidos, Eur opa e Japo. Um grupo de pr ocurador es da R epblica estuda formas de r eaver algumas das peas. Caso o pas onde est o material no concor de com a devoluo, podemos tentar constrang-lo internacionalmente, num for o pblico como a ONU, ou impedir que seus cientistas pesquisem no P as. Fonte: O Est ado de S.Paulo 07/1 1/2006. HOMENAGEM AO CEL RODOLPHO PETTEN O Instituto Histrico, Geogrfico e Genealgico de Campinas, vai homenagear o Cel. R odolpho P etten (SBE 1522) com uma placa no museu que tambm leva seu nome e fica no ncleo Caverna do Diabo, P ar que Estadual de Jacupiranga (PEJ), Eldorado -SP sul do estado. A solenidade de colocao da placa ser dia 26 de novembr o de 2006. www .socioambiental.or g

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K. Ishida. T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Boco Data: 01/1998 Autor: Delci K. Ishida (SBE 0842) Lapa dos Brejes I (BA-1) P rojeo Horizontal: 6.410 m Morro do Chapu, Irec-BA.O pr tico de entrada da caverna mede 106 metros de altura, sendo um dos mais imponentes e belos do pas. Esta caracterstica, ali-ada a amplitude de suas galerias, dimenses dos espeleotemas e volume de dolinas, motivou a criao da AP A (rea de P roteo Ambiental) em 1985. V eja mais em: AP A Gruta dos BrejesV ereda R omo Gramacho SIGEP SpeleoBrazil2001 Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 14 a 17/11/2006 Oficinas:Espleo -ver tical Dourados e Bonito MS www .sbe.com.br/3eee.asp 15/11/2006 P alestra:Espelo -mergulho: Expedio Buraco das Abelhas SBE Campinas SP www .sbe.com.br/aber ta.asp 07 a 10/06/2007 29 Congresso Brasileiro de Espeleologia Ouro P reto MG www .sbe.com.br/29cbe.asp Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongr eso2007.org Novas Aquisies As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. Boletim Stalactite N1, Societ Suisse de Splologie: Jun/2004. Boletim Stalactite N2, Societ Suisse de Splologie: Dez/2004. Boletim eletrnico Cone xo Subterr nea N41,R edespeleo Brasil: Nov/2006. CD -R om Ecoturismo na Mata Atlnti ca: um guia interativo sobre o V ale do Ribeira : SMA/F undao Florestal: 1998. Boletim eletrnico Desnvel N5, Unio P aulista de Espeleologia: JanJul/2006. The Journal of The Sydney Speleologi cal Society N10, SSS: Out/2006. R elatrio de Atividades da ANA : e x er ccio 2005 Agncia Nacional de guas:2006. FIGUEIREDO Andr. Meio Ambiente no Sculo 21 Campinas SP : Armazm do Ip, 2005. D e l c i K I s h i d a


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