Citation
SBE Notícias

Material Information

Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Espéleo-Mergulho: Expedição Buraco das Abelhas - Palestra na SBE sobre técnicas verticais - Parecer rejeita Projeto de Lei sobre o patrimônio espeleológico - Dente permite avaliar duração da infância dos Neandertais - Desenvolvimento, sim. De qualquer jeito, não! - Fósseis brasileiros são confiscados em aeroporto de Paris - Descoberta a evidência mais antiga de ritual religioso - Agenda internacional.
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 1, no. 34 (2006)
General Note:
See Extended description for more information.

Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03409 ( USFLDC DOI )
k26.3409 ( USFLDC Handle )
8663 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

USFLDC Membership

Aggregations:
Karst Information Portal

Postcard Information

Format:
Serial

Downloads

This item has the following downloads:


Full Text
Description
Espleo-Mergulho:
Expedio Buraco das Abelhas Palestra na SBE sobre tcnicas
verticais Parecer rejeita Projeto de Lei sobre o patrimnio
espeleolgico Dente permite avaliar durao da infncia dos
Neandertais Desenvolvimento, sim. De qualquer jeito, no! -
Fsseis brasileiros so confiscados em aeroporto de Paris -
Descoberta a evidncia mais antiga de ritual religioso Agenda
internacional.



PAGE 1

ISSN 1809-3213 Ano1 N 34 01/12/2006 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia PALESTRA NA SBE SOBRE TCNICAS VERTICAIS Dia 03 de dezembr o (domingo) a SBE r ealizar em sua sede o “XVII SBE de P ortas Abertas” com a palestra e demonstrao: “ Tcnicas V erticais Avanadas e a Espeleologia na Espanha” por Andrs Mart P uig, Julin V ega Sanz, F rancisco Martnez Gar ca instrutor es da Escola Espanhola de Espeleologia (EEE) e Ricar do Pr ez (SBE 1439) Coor denador da Comisso de Tcnicas V erticais e Espeleo R esgate da SBE. Os palestrantes iro apr esentar o trabalho desenvolvido atravs da par ceria entr e a SBE e a EEE, o grau de desenvolvimento da espeleologia esportiva na Espanha e o que existe de mais r ecente em tcnicas verticais avanadas. Alm da palestra, os instrutor es tambm faro demonstraes prticas dos equipamentos e pr ocedimentos que podem ser utilizados por espelelogos, esportistas e grupos de r esgate em ambientes verticais. Esta atividade tem carter informativo e integra a A participao na atividade gratuita e aberta a qualquer inter essado, basta compar ecer no local e horrio: L ocal: P ar que T aquaral P orto 2 Campinas SPData: 03/12/2006Horrio: 09h30 Saiba mais sobr e o pr ojeto em: III Jornada de Cursos Brasil Espanha Sede da SBE www .sbe.com.br/aberta.asp Scios da SBE em curso na Espanha (200 4) A d r i a n M a r t i n o ESPLEO-MERGULHO: EXPEDIO BURACO DAS ABELHAS Por Brbara E. Pires Fonseca Rodrigues (SBE 1603) No XVI SBE P ortas Abertas, r ealizado no dia 15 de novembr o, Jos L our eno Barr oco Neto T uta (instrutor de mer gulho, espelelogo, artista plstico e conselheir o do CEMEC Conselho Especializado em Mer gulho de Cavernas) e Adrian Martino (cine-asta e dir etor de fotografia subaqutica da TV Universitria) apr esentaram o caminho per corrido pelo “espleo -mer gulho” no Brasil, desde os primeir os r egistr os de mer gulhos, passando pela r estrio prtica, at a possibilidade de r estabelecimento desta () sensibilizando o pblico com imagens do “espao caverncola subaqutico” e sobr etudo, com o r elato de suas vivncias r egistradas no Buraco das Abelhas. Quando mal planejadas, as atividades de mer gulho no interior das cavidades naturais so consideradas de risco potenci-al e podem gerar danos s mesmas. As inter dies existentes desde 2001, a ausncia de plano de manejo para tais cavi-dades e a vontade de lutar pela pr eser vao do patrimnio espeleolgico motivaram a r ealizao do pr ojeto Expedio Buraco das Abelhas, coor denado pelo espleo mer gulhador “ T uta”. Este pr ojeto contou com o apoio do CEMEC/CECA V e foi r ealizado no Municpio de Jar dim (MS), P ar que Nacional Serra da Bodoquena em agosto deste ano, com muito sucesso! Esta expedi-o coletou dados que ser vem como subsdio na gesto de cir cuitos (pr oposta de trs Instruo Normativa IBAMA n 100/06 cavidades com graus de dificuldades difer entes) para tr einamento em espleo mer gulho, e com base nas informaes geradas, r elativas geologia, geomorfologia e biologia elabor ou-se um zoneamento das r eas internas da caverna. Adrian frisou que a excelncia desta expedio se deve ao planejamento prvio com toda a equipe (tanto a de mapeamento como a de filmagem) que trabalhou com sin-cr onicidade e destacou: “nunca solte sua mo da linha de caminhamento (cabo guia) quando estiver fazendo um espleo mer gulho; para a turma da filmagem ou fotografia, quando entrar no ambiente sub-aqutico muito cuidado para no afetar a segurana dos demais espelelogos, uma ao inesperada pode compr ometer toda a expedio. Nada ocorr eu na Expedio que gerasse infortnios, a no ser as picadas de abelhas !!!” “F oram 30 dias de mer gulhos, cer ca de 28 pessoas envolvidas dir etamente, centenas de quilos em equipamentos, e gua, muita gua! Espera-se que com todo este esforo e empenho da equipe, o pr oduto seja um plano de manejo modelo, que sir va de exemplo para a elaborao de trabalhos similar es e a abertura de outras cavernas no Brasil.” T uta ao descr ever o espleo -mer gulho r elata a sensao de estar “voando” e “quando se est na caverna, tem-se um encontr o consigo mesmo”; L ogo nosso palestrante Adrian complementa: “no exis-te imagem que no se compr eende” (...) “ surpr eendente a per cepo de si mesmo quando ocorr e suspenso de sedimentos num ambiente sub-aqutico na caverna...”. Estes depoimentos nos r emetem s palavras de Gethe “na medida que ele (o ser humano) faz uso de forma saudvel de seus sentidos, ele prprio o melhor e o mais exa-to instrumento cientfico possvel”. L eia mais sobr e a expedio em: www .ibama.gov .br/cecav Mergulhador realizando t opograf ia no Buraco das A belhas (MS-78). Subsdio ao plano de manejo da caverna. A d r i a n M a r t i n o

PAGE 2

PARECER REJEITA PROJETO DE LEI SOBRE O PATRIMNIO ESPELEOL"GICO O R elator da Comisso de Minas e Ener gia, (PFL BA) emitiu no dia 23 de novembr o passado, seu par ecer indicando a r ejeio do P r ojeto de L ei de autoria do Deputado Hamilton Casara. Este PL tem como objetivo r egular a pr oteo do patrimnio espeleolgico nacional, determi-nando que quaisquer empr eendimentos, atividades, planos, polticas ou pr ogramas de carter transitrio ou permanente, que possam causar impactos significativos em r eas dotadas de tal patrimnio dependem de licenciamento ambiental prvio do r go. O Dep. Gabrielli ar gumenta seu par ecer pela r ejeio considerando que “a pr oposio apr esentada intenta determinar aos r gos r esponsveis pelo licenciamento ambiental de atividades em r eas dotadas de patrimnio espeleolgico de que maneira devero exer cer suas atribuies, o que , para dizer o mnimo, Deputado Gerson Gabrielli 2.832/2003 (PL) 2 t s N o c ia t s N o c ia Estudo dos molar es suger e que os neandertais tinham um perodo de desen-volvimento e amadur ecimento idntico ao dos ser es humanos modernos P ela primeira vez, cientistas tiveram permisso para fatiar dentes de neanderta-is. Esse feito ofer ece a melhor evidncia, at agora, de que essas cria-turas cr esciam e amadur eciam no mesmo ritmo lento que os ser es humanos atuais, tendo at mes-mo tempo de desenvolver o cr ebr o completamente na infncia, como ocorr e na humanidade. Alguns estudiosos haviam pr oposto que os neandertais amadur eciam mais depr essa que os humanos, atingindo a idade frtil mais cedo. Isso teria ajudado a garantir uma populao grande o bastante para manter a espcie viva durante o clima frio pr edominante na Eur opa de 200.000 a 28.000 anos atrs, mas teria dado menos tempo para o desenvolvimento do cr ebr o. Como r vor es e conchas, dentes cr escem em etapas, pr eser vando um r egistr o do cr escimento sob a forma de estrias. No caso de dentes molar es, as estrias se acumulam diariamente, e linhas escuras r evelam o estr esse do nascimento. para ver as linhas, porm, pr eciso fatiar os dentes algo que os curador es de museus que guar dam dentes de neandertais no se mostravam dis-postos a permitir Agora, uma equipe de pesquisador es franceses e britnicos con-seguiu autorizao para r ealizar a investigao. Quando os cientistas fati-aram os molar es, encontraram semelhanas importantes entr e neandertais e humanos: a linha escura do nasci-mento emer ge quase ao mesmo tempo nas duas espcies, indicando que os dentes dos neandertais se desenvolviam no mesmo ritmo que dos humanos, de acor do com trabalho publicado na r evista Natur e e r esumido no website noticioso ScienceNOW Os pesquisador es tambm determinaram que a taxa de cr escimento da raiz do dente a mesma dos humanos modernos, com a raiz completa por volta dos 9 anos de idade. Fonte: Est ado Online 23/1 1/2006. Reconstituio vir tual tridimensional de dentes Neander thais DENTE PERMITE AVALIAR DURAO DA INFNCIA DOS NEANDERTAIS A R ede de ONGs da Mata Atlantica (RMA), entidade a qual a SBE filiada, subscr eveu, junto com outras 70 ONGs, a nota de r epdio fala do P r esidente L uis Incio L ula da Silva, que afirmou, em Barra do Bugr es (MT), dia 21 de novembr o, que as questes dos ndios, quilombolas, ambientalistas e Ministrio Pblico, travam o desenvolvimento. A nota foi encaminhada na sexta-feira dia 24/11, ao P r esidente L ula, e teve ampla r eper cusso na impr ensa. A declarao do P r esidente da R epblica causou pr ofunda indignao nas or ganizaes da sociedade civil, movimentos sociais, entidades ambientalistas e indgenas. Informaes do prprio governo atestam que a mor osidade na tramitao de alguns pr ojetos de infra-estrutura se deve sua m qualidade ambiental, ao no cumprimento de prazos por parte dos empr eendedor es e insuficincia de quadr os e de r ecursos nos r gos pblicos r esponsveis pelo licenciamento. “Destravar ” o desenvolvimento no deveria significar anular garantias legais, e sim, a superao de fragilidades tcnicas dos empr eendedor es e do governo. Ao atacar minorias. o P r esidente r ecorr e a um pr etexto obviamente inconsistente e comete inominvel injustia. O exer ccio da funo de fiscal da lei pelo Ministrio Pblico s pode ocasionar eventual atraso na implementao de pr ojetos de infra-estrutura quando acolhido por decises do P oder Judicirio, que aos governantes, em r egime democrtico, cabe cumprir A todos inter essa o desenvolvimento do P as, que no apenas cr escimento econmico, lio apr endida desde os tempos da ditadura. As entidades que assinam o manifesto esto disposio do P r esidente para um dilogo franco e dir eto sobr e o inter esse comum pelo desenvolvimento em sentido amplo. Fonte: ltimas da Mat a Atlntica 28/1 1/2006. inadequado, haja vista que esses entes j devem ter plena conscincia de suas r esponsabilidades e dos limites de sua atuao tcnica. Em segundo lugar por que o pr ojeto pouco acr escenta, em termos tcnicos e legais, ao or denamento vigente; e finalmente, por que, ao contrrio do que afirma o autor da pr oposio, o pr ojeto apr esentado pelo ex-Deputado Fbio F eldmann PL na forma do Substitutivo apr esentado pelo Senado F ederal e j examinado pelas Comisses da Cmara dos Deputados, mais clar o, lgico e abrangente e, alm do mais, j est, desde h muito, pr onto para a Or dem do Dia do Plenrio da Casa”. O r elator ainda destaca que o PL tambm no define adequadamente o que so “r eas dotadas de patrimnio espeleolgico”. Conhea a legislao espeleolgica em: 5.071/1990 www .sbe.com.br DESENVOLVIMENTO, SIM. DE QUALQUER JEITO, NO! Dep. Gabrielli Relator C a m a r a g o v L B o n d i o l l i & A M a z u r i e r D um clique no logo par a conhecer a RMA

PAGE 3

3 t s N o c ia t s N o c ia F"SSEIS BRASILEIROS SO CONFISCADOS EM AEROPORTO DE PARIS Os ser vios franceses de alfndega confiscaram no dia 7 de novembr o os fsseis de 13 rpteis pr-histricos --avaliados em 100 mil eur os (US$ 130 mil). O carr egamento era pr ocedente do Brasil com destino Alemanha, informou a polcia local. Os agentes descobriram as peas ao r evistar uma car ga declarada como livr os r eligiosos. Um especialista em histria natural confirmou que os fsseis perten-cem espcie Mesosaurus brasiliensis --um pequeno rptil-e enfatizou a perfeita conser vao das peas. Os fsseis sero r estitudos ao Brasil, cuja legislao pr obe a exportao de patrimnios hist-ricos. O Mesosaurus brasiliensis foi assim denominado por Mac Gr egor (1908) estudando os fsseis de rpteis encontrados nos folhelhos pr etos betuminosos da F ormao Irati. T rata-se de um pequeno rptil, com corpo esguio e uma longa cauda deprimida lateralmente, medindo, quando adulto, apr o ximadamente 1 metr o. O crnio em forma triangular contm um nmer o considervel de dentes delgados, apr opriados para uma dieta carnvora. Os membr os anterior es e posterior es, em forma de nadadeiras, permitiam o seu rpido deslocamento nas guas dos mar es de 250 milhes de anos atrs, que existiram no sul da Amrica do Sul (Brasil, Uruguai e P araguai) e sulsudeste do continente africano (frica do Sul), tornando o um eficiente pr edador Apesar de ser pr oibida a exportao de fsseis para comer cializao, no difcil encontrar diversos exemplar es disponveis para aquisio na Internet. Basta uma sim-ples pesquisa em qualquer mecanismo de busca. A internet r epr esenta uma importante ferramenta para a difuso do conhecimento em todas as r eas, mas atualmente tem ser vido tambm a criminosos no contrabando e venda de material ilegal, j que os sites seguem a legislao do pas onde hospedado e no de onde visualizado, alm da possibilidade de operaes em anonimato. Fontes: Folha Online 24/1 1/2006. CPRM/Coluna White s/d. Mesosauro b rasiliensis no Museu da Uni ver sidade de Oslo Ar quelogos descobr em uma cobra de pedra escavada numa caverna de no continente africano. A r ecente descoberta de entalhes feitos h cer ca de 70 mil anos, indicam que os povos da Idade da P edra r ealizavam rituais r eligiosos bem antes do que se imagina-va. Segundo a pesquisadora da Universidade de Oslo, os ancestrais do povo San, de Botsuana, apar entemente trabalharam para que uma salincia r ochosa de cer ca de 2 metr os de altura e 6 metr os de comprimento ficasse ainda mais par ecida com o corpo e a cabea de uma cobra pton. "Acr editamos que essa seja a pr ova ar queolgica mais antiga da r eligio", disse Coulson, especialista canadense em ferramentas da Idade da P edra. O achado foi feito durante uma viagem aos montes T solido, no nor oeste de Botsuana, em meados deste ano. At ento, a evidncia ar queolgica mais antiga de adorao r eligiosa que se tinha conhecimento datava de 40 mil anos, e ficava em cavernas eur opias. A descoberta de Botsuana r efora a tese de que os Botsuana Sheila Coulson DESCOBERTA A EVIDNCIA MAIS ANTIGA DE RITUAL RELIGIOSO ser es humanos modernos tenham se originado na frica, junto com a r eligio e a cultura. A formao r ochosa pesquisada tem entr e 300 e 400 entalhes e a hiptese que os desenhos criassem uma impr esso de movimento, dentr o de alguma espcie de rito sagrado. Na cavidade abaix o da r ocha havia vrios itens de pedra abandonados no cho, como mais de 115 cabeas de lana. Muitas devem ter sido transportadas por mais de 200 km, desde o deserto de K alahari. "O smbolo da cobra perpassa todas as mitologias, histrias, culturas e lnguas do sul da frica", afirmou a pesquisadora. A caverna, que tem uma r ea de 26 metr os quadrados, permaneceu desconhecida dos ar quelogos at a dcada de 1990. Segundo a mitologia San, a humanidade descende de uma pton, e nascentes de gua foram criadas por uma cobra que per corria os montes em busca de gua. As pesquisas indicam que a caverna era utilizada apenas para cultos sagrados, j que no h sinais de habitao como vestgios de alimentao, ossos de animais, instrumen-tos ou fogueiras para cozinhar V ale destacar que vestgios de habitao podem ser encontra-dos em outras cavernas com apr o ximadamente a mesma idade como a de Blombos, na frica do Sul. Os pesquisador es ainda esto elaborando um trabalho para publicao cientfica, mas como as descobertas eram muito impr essionantes, concluram que j podiam divulga-las. Fontes: Reuters Brasil 30/1 1/2006 MSNBC 30/1 1/2006 C P R M Cobra Pton escavada na Rocha em uma caverna de Botsuana. Evidncia mais antiga de ritual religioso S h e i l a C o u l s o n

PAGE 4

4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E. P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 06 a 08/12/2006 Curso Internacional Auto -R esgate e R esgate V er tical com Maca Bonito MS www .sbe.com.br/3eee.asp 03/12/2006 P alestra e Demonstrao: Tcnicas V er ticais A vanadas e a Espeleologia na Espanha SBE Campinas SP www .sbe.com.br/aber ta.asp 07 a 10/06/2007 29 Congresso Brasileiro de Espeleologia Ouro P reto MG www .sbe.com.br/29cbe.asp C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongr eso2007.org As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. Boletim eletrnico El Explorador N30, Grupo de Espeleologa y Des por tes de A ventura/ Sociedad Espeleo lgica de Cuba: Nov/2006. Boletim R egards Splo Info N65, Socit Splologique de W allonie: Out-Nov/2006. R evista Scientific American Brasil N55, Duetto: Dez/2006 Boletim eletrnico ltimas da Mata Atlntica N57, R ede de ONGs da Mata Atlntica: Nov/2006. L ago Suspenso Data: 10 /2006 Autor: Luis Henrique Mazzotini Gomes (Grampo 9) Gruta dos Lagos Suspensos (SP -165) P rojeo Horizontal: 64 m. P arque Estadual T urstico do Alto Ribeira PET AR Iporanga-SP O lago um imenso traver tino e a gruta est fora do circuito turstico Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br N ovas Aquisies AGENDA INTERNACIONAL 02 a 05/02/2007 Congr eso Nacional Mexicano de Espeleologia Cuetzalan, Mxico 15 a 20/04/2007 Natural and Anthr opogenic Hazar ds in K arst Ar eas V iena, A ustria 15 a 18/05/2007 11 International Cave R escue Confer ence AggtelekJsvafo, Hungria 13 a 19/08/2007 K arst2007 K arst Hydr ogeology and Ecosystems Bowling Gr een, USA www .urion.or g/index.php www .cosis.net/members/meetings/sessions/ information.php?_id=247&s_id=4433 www .caver escue.hu hoffman.wk u.edu/karst2007 L u i s H e n r i q u e M a z z o t i n i G o m e s