Citation
SBE Notícias

Material Information

Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Celebrando 2006 e pisando fundo em 2007 - Erupções solares comprometem os sinais de GPS - Revista InformAtivo SBE nº92 - Ferramenta recupera ocupação da América - Meio Ambiente aprova parâmetros para produção de cal - UPE localiza as grutas do Farto e Fartinho - Os 10 mil anos dos esqueletos de Tulum - Programa mapeia o subsolo brasileiro - Foto do Leitor: Lapa Capão de Madeira (BA-42).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 37 (2007)
General Note:
See Extended description for more information.

Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03418 ( USFLDC DOI )
k26.3418 ( USFLDC Handle )
8672 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

USFLDC Membership

Aggregations:
Karst Information Portal

Postcard Information

Format:
Serial

Downloads

This item has the following downloads:


Full Text
Description
Celebrando 2006 e
pisando fundo em 2007 Erupes solares comprometem os sinais
de GPS Revista InformAtivo SBE n92 Ferramenta recupera
ocupao da Amrica Meio Ambiente aprova parmetros para
produo de cal UPE localiza as grutas do Farto e Fartinho -
Os 10 mil anos dos esqueletos de Tulum Programa mapeia o
subsolo brasileiro Foto do Leitor: Lapa Capo de Madeira
(BA-42).



PAGE 1

ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia CELEBRANDO 2006 E PISANDO FUNDO EM 2007 A Dir etoria da SBE 2005-2007 agradece a todos que nos apoiaram e nos pr estigiaram ao longo de 2006. O fortalecimento administrativo e institucional vivido por nossa entidade fruto da participao cada vez mais ativa dos scios e colaborador es. gratificante ver que os Grupos esto se conscientizando de que o fortalecimento da SBE benfico a todos igualmente. E a famlia SBE no pra de cr escer Acadmicos de vrias r egies do Brasil esto se associando, assim como iniciantes na espeleolo-gia, esportistas e amantes da natur eza de um modo geral, que encontram na SBE um ponto de apoio para aprimoramento tcnico, desenvolvimento de suas ati-vidades, pesquisas, ou simplesmente para compartilhar nosso trabalho que visa beneficiar toda a espeleologia bra-sileira. Entr e novos scios e r efiliaes r ecebemos 6 Grupos e 70 scios individuais em 2006. No aspecto institucional, a SBE mantm r epr esentantes em diversas instituies no Brasil. F ora daqui, seguimos nosso estr eito r elacionamento com a FEALC -F ederao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe e com a UIS-Unio Internacional de Espe-leologia, entidades s quais o Brasil fili-ado e tem seus r epr esentantes indicados pela SBE. No campo das r ealizaes tivemos um ano bastante movimentado, comean-do com o lanamento deste informativo ele-trnico. Mantendo sua periodicidade de trs edies mensais, se firmou de vez como veculo de comunicao, incorporan-do -se r otina de leitura da comunidade espeleolgica brasileira e internacional. O pr ojeto tem r ecebido um pblico cr escente na sede da SBE para as palestras mensais. F oram nove apr esentaes em 2006, versando sobr e os mais variados temas. Tivemos expedies, encontr os, cursos, r eunies, participao em eventos. A Secr etaria se esfora para dar conta da demanda cr escente de solicitaes que nos chegam diariamente de todas as r egies do Brasil e do exterior F oram 6.864 mensagens de e-mail r ecebidas e r espondidas e 567 ofcios emitidos, sem contar os pedidos via telefone e pessoalmente em nos-sa sede. O site da SBE segue ultrapassando a mar ca de 15.000 acessos mensais dir etos, ou seja, mais de 500 pessoas pr ocuram o site da SBE diariamente. P erto de 300 novas cavernas foram cadastradas no o cadastr o de cavidades da SBE, com destaque para Gois (111 incluses) e P ar (110). Com isso, passamos de 4.200 r egistr os. A no pra de r eceber materiais, ampliando este que o maior acer vo de livr os, r evistas, peridicos, vdeos e mapas sobr e espeleologia aberto ao pblico do Brasil. Neste ano em especial r ecebemos tambm a importante doao de parte do acer vo pessoal de Guy Collet, material de grande importncia para a histria da espeleologia brasileira. Enfim, podemos dizer que 2006 teve um saldo bastante positivo, embora no r ealizamos tudo o que gostaramos, principal-mente pela escassez de r ecursos financeir os, situao comum em entidades sem fins SBE de P ortas Abertas www .sbe.com.br CNC -Brasil Biblioteca Guy Collet lucrativos e basicamente voluntrias, assim como a nossa. Nem por isso deixamos de lutar e 2007 pr omete ser dos melhor es. Comea hoje a 4 Expedio SBE ao Estado de T ocantins. Neste momento a caravana segue rumo r egio norte do Brasil. Sucesso aos explorador es, que tenham uma viagem tranqila e que voltem com novas descobertas na bagagem. L ogo depois, durante o Carnaval, ter emos o evento que est em sua 16 edio e vai ofer ecer um contedo bastante r echeado para os participantes. Como parte da pr ogramao, ter emos uma mesa r edonda que pr etende abor dar o tema “patrimnio espeleolgico” no apenas do pondo de vista das cavernas e seu meio fsico e bitipo, mas sobr etudo fazer uma r eflexo sobr e o futur o da classe espeleolgica brasileira e seu papel pr eser vacionista. De 6 a 10 de junho Our o P r eto ter nosso evento mximo da espeleologia brasileira, cuja or ganizao segue firme e pr omete ser inesquecvel. T endo mo o r etr ospecto positivo de 2006 e as melhor es perspectivas para 2007 desejamos a todos um novo ano muito feliz, ao lado dos amigos e familiar es. Estar emos juntos novamente, trabalhando para o aprimoramento da espeleolo-gia brasileira. Se voc ainda no faz parte da famlia SBE, venha participar Diretoria SBE Gesto 2005-2007 EPELEO -Encontr o P aulista de Espeleologia 29 Congr esso Brasileir o de Espeleologia Junte-se a ns! Ano2 N 37 01/01/2007 Scios da SBE realizando levan tamentos espeleolgicos Gruta Lagoa Azul Cuiab-MT Fevereir o/2006 Rene de Souza ministrando prtica de fotograf ia IX SBE de Por tas A ber tas Maro/2006 N i v a l d o C o l z a t o C l a u d i o F a r a c o Demonstrao de espleo-resgate ver tical XVII SBE de Por tas A ber tas Dezembr o/2006 N i v a l d o C o l z a t o

PAGE 2

ERUP'ES SOLARES COMPROMETEM OS SINAIS DE GPS 2 t s N o c ia t s N o c ia Grandes erupes solar es causam falhas nos sistemas de navegao por GPS, que podem per der o sinal por alguns minutos ou ter sua pr eciso compr ometida. O pr oblema foi descoberto por um grupo de pesquisador es da Universidade de Cornell, nos EU A, com participao do pesquisador brasileir o Eurico de P aula, do Instituto Nacional de P esquisas Espaciais (Inpe). De acor do com de P aula, as erupes solar es podem causar instantaneamente atenuao no sinal de GPS: “F elizmente, o efeito dura apenas cer ca de 10 minutos. O pr oblema que, alguns dias aps as erupes, a T erra atingida por tempestades geomagnticas que causam irr egularidades no plasma da ionosfera e afetam o GPS de forma mais severa”. Segundo o cientista, o sistema de GPS consiste em 24 satlites ativos orbitando a cer ca de 20.200 quilmetr os de altitude, cujos sinais eletr omagnticos so transmitidos atravs da ionosfera, a camada ioniza-da da atmosfera, conhecida como plasma, localizada entr e 60 e mil quilmetr os de altitude. Quando h irr egularidades no plasma, o sinal do GPS submetido a cinti-laes que podem tirar alguns dos satlites do ar compr ometendo a qualidade do sinal. “Mesmo em condies normais de atividade solar a ionosfera j causa um atraso na pr opagao do sinal do GPS e induz a err os de posicionamento. A corr eo desse atraso feita com os chamados sistemas de aumentao, que transmitem o sinal corrigido a satlites geoestacionrios, que o r etransmitem para os usurios”, explicou de P aula. PROBLEMAS NOS TR"PICOS O sistema de aumentao, no entanto, s funciona com perfeio em latitudes mdias entr e os trpicos e os plos incluindo os Estados Unidos e a Eur opa. Em r egies tr opicais do planeta, como no Brasil, a ionosfera apr esenta instabilidades do plasma, causando cintilao na amplitu-de e na fase do sinal do GPS, r eduzindo o nmer o de satlites disponveis para um nmer o crtico. “Em geral r ecebemos sinal de oito a dez satlites com o GPS. Durante as cintilaes o nmer o pode cair at quatr o e o sistema fica com a performance muito deteriorada”, disse o pesquisador P ara de P aula, a implementao do sistema eur opeu corr elato ao GPS, o Galileu, dever minimizar os efeitos das tempestades geomagnticas. “ O Galileu disponibilizar para os usurios uma cons-telao maior de satlites, portanto o sinal permanecer ainda que a instabilidade afete alguns dos satlites”, afirmou. Segundo ele, o Inpe est desenvolvendo um sistema de pr eviso do tempo que anunciaria a chegada de distrbios solar es na T erra, o que poderia ser vir para alertar os usurios de sistemas de GPS quando hou-vesse pr obabilidade de instabilidades. Alm de afetar os sistemas de posicionamento e de navegao por GPS, os efeitos dos fen-menos solar es interfer em em sistemas de telecomunicaes, podem ocasionar danos em satlites e causar blackouts nos sistemas de transmisso e nos transformador es de ener gia eltrica. Fonte: Agncia F APESP 22/12/2006 Um estudo apr esentado dia 19 de dezembr o em um simpsio no P iau indica que um polmico conjunto de ferramentas de pedra achadas no Boqueiro da P edra F urada, em So Raimundo Nonato, foi mesmo obra de ser es humanos. Com at 58 mil anos de idade, os instrumentos so a evidncia mais antiga de povos na Amrica. H mais de duas dcadas, a ar queloga Nide Guidon ridicularizada por seus colegas por pr opor uma idade to antiga para as ferramentas. Mas uma anlise apr esentada por Eric Boeda, da Universidade de P aris, e Emlio F ogaa, da Universidade Catlica de Gois, silenciou os crticos. "Do meu ponto de vista, esta uma evidncia incontestvel de que os artefatos foram feitos por humanos", disse o ar quelogo W alter Neves, da USP at ento principal adversrio intelectual de Guidon. Os artefatos tm causado contr ovrsia desde 1978, quando foram achados juntamente com supostas fogueiras no abrigo, o que, segundo os crticos, poderi-am muito bem ser pr oduto de combusto espontnea. "O consenso geral que agora existe um fato. O que se est discutindo como esses homens chegaram aqui.” diz Guidon. L eia os artigos: Fonte: Folha Online 21/12/2006 II Simpsio Internacional: O P ovoamento das Amricas FERRAMENTA RECUPERA OCUPAO DA AMRICA Capa do InformAtivo SBE n 92 A SBE acaba de lanar a edio n92 do seu boletim “InformAtivo SBE”. Este nmer o corr esponde ao perodo de janeir o a dezembr o de 2006 e est impr esso totalmente em cor es com 48 pginas de muita informao. DEST AQUE O destaque desta edio fica por conta de uma matria sobr e a expedio talo -brasileira “ Amazonas 2006: terra misteriosa” que estabeleceu um novo r ecor de brasileir o de pr ofundidade em cavernas com os 670,6 m de desnvel alcanados no abismo Guy Collet. Alm do r ecor de brasileir o de pr ofundidade a caverna tambm detm o r ecor de mundial de pr ofundidade em r ocha quartztica. A matria tambm apr esenta o planejamento e desenr olar da expedio or ganizada pela ONG Akak or Geogrfical Exploring ao interior da flor esta amaznica. OUTRAS MA TRIAS Os leitor es tambm encontraro, no nmer o 92, matrias sobr e eventos r ealizados pela SBE em 2006 (EPELEO SEC UNICAMP), sobr e a legislao de mer gulho em cavernas, tcnicas de explorao com cor das, expedies ao Mato Gr osso e Mato Gr osso do Sul. T ambm traz um trabalho de geologia sobr e a r egio de Apia-SP no V ale do Ribeira, com informaes bsicas e importantes para quem inicia os estudos em espeleologia. No mbito internacional temos um r elato sobr e cavernas do P araguai e uma matria sobr e as cavernas sagradas do planalto Tibetano. AQUISI'ES Os exemplar es dos scios e das instituies colaboradoras j foram postados e devem chegar nos prximos dias. Os demais inter essados podem adquirir esta e outras publicaes no site: www .sbe.com.br/artigos_venda_sbe.asp REVISTA INFORMATIVO SBE N92

PAGE 3

MEIO AMBIENTE APROVA NOVOS PARMETROS PARA PRODUO DE CAL A Comisso de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentvel apr ovou, na quarta-feira (20), o P r ojeto de do Senado, que estabelece pr ocedimentos bsicos e parmetr os mnimos para a pr oduo de cal. O objetivo principal da pr oposta r eduzir a emisso de componentes txicos, principalmente dio xinas e furanos. O r elator da matria, deputado Hamilton Casara (PSDB -RO), explica que essas substncias podem causar cncer De acor do com o pr ojeto de lei, a construo ou ampliao e o funcionamen-to de estabelecimentos destinados extra-o de r ocha calcria e pr oduo de cal passam a depender de licenciamento prvio dos r gos ambientais. A calcinao da r ocha calcria para pr oduo de cal vir gem dever ser feita em fornos industriais que possibilitem o contr ole e o r egistr o da queima de combustveis. O r elator acr edita, no entanto, que haver dificuldades para se L ei 7374/06 cumprir essa exigncia. "H centenas de pequenos pr odutor es de cal espalhados pelo Brasil e esse equipamento tem custo muito alto", explicou Casara. COMBUSTVEIS A pr oposta especifica que os tipos de combustveis a ser em utilizados na pr oduo de cal so leos, car vo mineral ou vegetal, coque de petrleo e gs natural. A modalidade escolhida dever ter origem certificada. Conforme explica Hamilton Casara, essa medida fundamental. Ele lembr ou que em 1997 ocorr eram casos de contaminao por dio xinas no leite de vaca na Alemanha. "As investigaes conclu-ram que sua origem estava na rao impor-tada do Brasil", disse. Segundo o deputado, constatou-se que o elemento contaminan-te era a cal utilizada na secagem da rao. A cal, por sua vez, havia sido contaminada pelos combustveis utilizados em sua pr oduo, como pneus, lix o plstico e outr os combustveis que continham clor o. MONIT ORAMENT O O pr ojeto exige ainda que as empr esas pr odutoras de cal criem planos de monitoramento de emisses atmosfricas. P ara isso, deve-se fazer a coleta diria de amos-tras da cal pr oduzida e pr epar o de amostras compostas a ser em analisadas a cada trs meses. O limite mximo de dio xinas e furanos no poder ultrapassar 500 picogramas por quilo. O pr ojeto tambm pr ev pr eferncia a linhas oficiais de crdito para empr esas que empr egar em tecnologias que pr otejam o meio ambiente e a sade do trabalhador TRAMIT AO Em r egime de prioridade, o pr ojeto tramita em carter conclusivo. Ser exami-nado ainda pelas comisses de Minas e Ener gia; e de Constituio e Justia e de Cidadania. Fonte: Agncia Cmara 27/12/2006 UPE LOCALIZA AS GRUTAS DO FARTO E FARTINHO de de encontrarmos galerias superior es e laterais que possam dar acesso a uma continuao da gruta F artinho, uma vez que sua r essur gncia encontra-se dois kilmetr os fr ente, j dentr o da gruta do F arto. P r oblemas internos fizeram com que desde esta poca tudo ficasse parado, e a gruta per dida dentr o da densa mata atlntica do PET AR e que os dados r efer entes s investidas de 1998 se per dessem. Com todas as trilhas fechadas, foram necessrias trs investi-das para que finalmente em dezembr o de 2006 consegussemos chegar at as cavernas. Inicial-mente foi feito todo o track log da trilha com GPS e anotadas as coor denadas r eais, que devero ser corrigidas no Cadastr o Nacional de Cavidades, tambm foi iniciada a topografia da gruta F artinho, totalizando 440 metr os de desenvolvimento linear com 80 metr os de desnvel. Com mais uma investida, todo o tr echo conhecido deve ser terminado, passando assim fase de explorao pr opriamente dita. A gruta do F arto tambm ser r emapeada e seu prtico medido, a fim de atestar sua importncia como um dos maior es do Brasil. Por Ricardo Martinelli (SBE 1308) UPE (SBE G079) Neste final de 2006, a UPE Unio P aulista de Espeleologia, fez trs incurses r egio do crr ego do F arto, no ncleo Caboclos, a fim de r eencontrar as grutas do F arto e F artinho. As cavidades possuem extr ema importncia para a espeleologia nacional, uma vez que so cavidades citadas pelo paleontlogo Ricar do Kr one na obra "As Grutas Calcrias do V ale do Rio Ribeira de Iguape 1906". P osteriormente, no incio da dcada de 70, o CAP Clube Alpino P aulista mapeou as duas cavernas de uma forma "expedita", r evelando uma gruta de grande prtico, porm curta (F arto) e outra de grande potencial (F artinho). Outr o fato histrico que envolve estas grutas, que l fora r ealizado um dos primeir os mer gulhos em caverna de que se tem notcia no Brasil, atingin-do 18 metr os de distncia em um conduto bem acanhado, terminando em um peque-no salo em chamin. Em 1998, integrantes da UPE estiveram na r egio para r emapear as duas grutas, pois segundo r elatos de P eter Slavec, topgrafo que trabalhou no primeir o mapeamento, existe a possibilidaPET AR 3 t s N o c ia t s N o c ia Quatr o esqueletos humanos localizados em setembr o passado em rios subterrneos de T ulun, leste do Mxico, datam de mais de 10 mil anos atrs, informou o Instituto Nacional de Antr opologia e Histria (Inah). Os r estos "se tornam os mais antigos encontrados em praticamente toda a Amrica", disse Adriana V elsquez, dir etora do Inah, no Estado de Quintana R oo, onde se encontra a zona ar queolgica de T ulum. "As amostras [dos esqueletos] esto na Inglaterra e nos Estados Unidos, onde os testes r ealizados lanam datas muito antigas, de entr e 10 mil e 12 mil anos, o que nos r emete Era do Gelo e aos mamutes ou seja, poca plistocena", explicou a dir etora. Os esqueletos "no se encontram em muito boas condies, pois so muito antigos e ficaram muito tempo debaix o d'gua. Sabe-se que, naquela poca, o nvel do mar era muito mais baix o e essas cavernas estavam na superfcie, motivo pelo qual ser viam como lugar de abrigo ou sepultamento", completou. Os r estos suger em que j existiam ritos de sepultamento, do pistas de um ritual e uma misso r eligiosa em uma poca em que os humanos eram nmades e habitavam as cavernas, sem se estabelece-r em em um local fix o. Fonte: Folha Online 28/12/2006 OS 10 MIL ANOS DOS ESQUELETOS DE TULUN Saiba mais em W ikipedia M a u r o Z a c k i e w i c z Vist a do pr tico de entrada da grut a

PAGE 4

4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E. P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologua UIS Kerr ville, T exas, EU A www .ics2009.us 02 a 15/01/2007 IV Expedio SBETO Autora do T ocantinsTO www .sbe.com.br/campo.asp 07 a 10/06/2007 29 Congresso Brasileiro de Espeleologia Ouro P reto MG www .sbe.com.br/29cbe.asp C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongr eso2007.org Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. R evista Scientific American Brasil N56, Duetto: Jan/2007. Boletim eletrnico International Jour nal of Speleology N36, International Union of Speleology : Jan/2007 Boletim eletrnico Cone xo Subterr nea N44, R edespeleo Brasil: Dez/2006. Boletim eletrnico El Explorador N32, Grupo de Espeleologa y Des por tes de A ventura/Sociedad Espeleo lgica de Cuba: Dez/2006. N ovas Aquisies Ampliar o conhecimento sobr e o subsolo brasileir o um dos objetivos do P r ograma Geologia do Brasil, que est pr oduzindo um mapeamento geolgico e aer ogeofsico no pas. A Secr etaria de Geologia, Minerao e T ransformao Mineral (SGMTM) do Ministrio de Minas e Ener gia (MME) publicou r ecentemente os r esultados pr eliminar es do pr ograma. Segundo o secr etrio da SGMTM, Cludio Scliar com o mapeamento, ser possvel tambm atrair investimentos. “Conhecer para poder orientar atrair investimentos nacionais e internacionais para apr oveitamento dos nossos bens minerais”, afirmou. Scliar lembr ou que os depsitos minerais explorados atualmente pelo Brasil foram descobertos em campanhas geolgi-cas dos anos 60 e 70 e que, depois disso, no foram feitos grandes levantamentos. Fonte: Agncia Brasil 29/12/2006 PROGRAMA MAPEIA O SUBSOLO BRASILEIRO V er com o corao Data: 07/2006 Autor: Linda Gentr y ElDash (SBE 0845) GESCAMP (SBE G048) Lapa Capo de Madeira (BA-42) P rojeo Horizontal: 200 m. Chapada Diamantina Iraquara-BA. A imagem foi utilizada na mensagem de fim de ano da SBE j que os espeleo-temas assemelham-se a uma r vore de natal com um prespio Idia de Barbara E. P F R odrigues (SBE 1603) e execuo de Marcelo Augusto R asteiro (SBE 1089). Saiba mais sobre as Grutas de Iraquara em: SIGEP Stios Geolgicos e P aleontolgicos do Brasil L i n d a G e n t r y E l D a s h