SBE Notícias

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Title:
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SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
XVI EPELEO: Relacionando o epígeo ao hipógeo - Origem do homem americano é contestada - Há 30 anos no subsolo de Portugal - Nota de Falecimento: Coronel Pettená - Palestra sobre mergulho em cavernas no Brasil - Buraco causa pânico em barirro da capital da Guatemala - Boletim norte americano de bioespeleologia - Reestruturação do PEJ é discutida no Consema - Desnível eletrônico nº6 - Foto do Leitor: Gruta das Aranhas (SP-113).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 43 (2007)
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Source Institution:
University of South Florida Library
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University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03424 ( USFLDC DOI )
k26.3424 ( USFLDC Handle )
8678 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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XVI EPELEO: Relacionando o epgeo ao hipgeo Origem do
homem americano contestada H 30 anos no subsolo de
Portugal Nota de Falecimento: Coronel Petten Palestra
sobre mergulho em cavernas no Brasil Buraco causa pnico em
barirro da capital da Guatemala Boletim norte americano de
bioespeleologia Reestruturao do PEJ discutida no
Consema Desnvel eletrnico n6 Foto do Leitor: Gruta das
Aranhas (SP-113).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia XVI EPELEO: RELACIONANDO O EPGEO AO HIP"GEO Por Emerson Gomes Pedro (SBE 1563) BEC Apia-SP foi palco para o XVI Encontr o P aulista de Espeleologia (EPELEO), r ealizado no durante o carnaval, com a or ganizao do Babilnicos Espleo Clube (BEC) e a pr esena de 7 grupos espeleolgicos e sociedades montanhistas dos estados de So P aulo, P aran, Minas Gerais e Rio de Janeir o, totalizando 80 participantes. A abertura do evento contou com a participao especial da Secr etria de T urismo, Sheyla Gomes, e do P r efeito de Apia, Donizete Bor ges Barbosa, que falou sobr e a importncia desses eventos para auxiliar os pr ojetos de pr eser vao do Ambiente e as aes r elativas ao turismo em cavernas no L ogo aps, o Dr L uiz Chier egatti falou sobr e o CIEM e o histrico da minerao de chumbo, ocor-r endo posteriormente, a esta, palestra o r econhecimento do entorno onde se encontram as runas e trilhas do CIEM. Ao longo deste passeio e do evento foram r ealizadas coletas vegetais para compor o acer vo do herbrio inaugurado no local, sob coor denao pelos Babilnicos Emerson Gomes P edr o e Joo Godoy que coletou e identificou 35 espcies da flora faner ogmica, entr e indivduos herbceos, arbr eos e lianas, pr oduzindo uma lista que foi divulgada no encerramento do evento. noite tivemos a pr esena da Banda Assombrao e Jes P de F err o que nos abrilhantaram com uma moda de viola, 18 violeir os do mais alto gabarito, destacando -se Bruno, ¨O mais velho da turma¨, r ecitando poesia ao som da viola e Sr Mrio,¨O mais novinho¨, nos saudando com suas composies de chorinho de viola. F oi um momento inesquecvel que ficar gravado na memria dos pr esentes. A 1 Exposio Brasileira de Minerais CIEM PET AR Constituintes de Espeleotemas mostr ou aos seus visitantes minerais de cavernas destrudas por minerao na dcada de 70, com destaque para guetita, malaquita, enx ofr e, magnetita, calcita e gipsita. No dia 18 tivemos os cursos de T opografia, ministrado pela UPE; Qumica do Carste, pelo BEC; e Espeleofotografia, pelo GESMAR com aulas prticas nas cavernas do Ncleo Caboclos. Neste dia e ao longo do evento tambm foram coletadas amostras de sangue dos espelelogos para anlise de histoplasmose. noite foram apr esentados os r esultados obtidos ao longo da pelo seu coor denador Emerson G. P edr o, que r essaltou a importncia da continuidade dos estudos no Estado do T ocantins, assim como seu potencial para esportes de aventura, convidando os pr esentes para a prxima expedio SBETO planejada para o prximo ms de julho em Dianpolis e A ur ora do T ocantins. No dia 19 pela manh tivemos as palestras: Ecoturismo em Cavernas, por Mar celo Rasteir o; Ocorrncia de Histoplasmose em Monitor es Ambientais do PET AR pelas graduandas Daniela T dos Anjos e rika Nunes do grupo GESMAR e da Univ Metodista de So P aulo; e a prtica de apr esentada por Ricar do P er ez da T ask Ser vice. A tar de foi dedicada ao ncleo Caboclos do PET AR onde tivemos o curso de tcnicas de alongamento para praticantes de esportes de ao, conduzido pelo Babilnico Julio Csar Gomes. Aps devidamente alongados, os participantes visitaram as cavernas tursticas do ncleo, brindados pela pr esena da “ T et” que nos pr esenteou com sua doce voz em cantos lricos e Andr, com sua flauta P an, soprando suaves notas que ecoaram ao longo do per curso pelas entranhas da terra. No dia de encerramento do evento foram apr esentados os primeir os r esultados do pr ojeto herbrio ao pr efeito de Apia e “a comunidade espeleolgica; tambm foram feitas as apr esentaes do IV expedio SBET ocantins Espeleosocorr o com Maca STR GAPMA Ano 2 N 43 01/03/2007 do Bairr o da Serra, em Iporanga-SP divulgando suas aes em pr ol da conser vao do Ambiente e pr eser vao da cultura local, mostrando ser uma associao que luta pela sua comunidade, mer ecendo ateno e apoio desta e das pr efeituras em seus pr ojetos scio -ambientais. Como r esultado deste evento, mais do que o esperado, ns no s r elacionamos o epgeo ao hipgeo como adubamos nossas sementes, conquistando o apoio da P r efeitura Municipal de Apia em conjunto com a O Babilnicos Espeleo Clube e a Sociedade Brasileira de Espeleologia mostram, com estes pr ojetos, que no podemos cuidar apenas do ambiente epgeo. T emos que cuidar tambm da educao de nossas crianas, temos que cuidar do homem do carste, cuidar dos nossos jar dins suspensos para que possamos manter a chama sempr e acesa. Agradecemos a Secr etaria de T urismo e a pelo apoio logstico a CPRM que cedeu as instalaes do CIEM, a Banda Assombrao e a Jes P de F err o pela pr esena porr eta, aos grupos espeleolgicos e a famlia Andrade que pr estigiaram os cursos e palestras, a SBE, em especi-al a Mar celo Rasteir o e Nivaldo Colzato, a Siemens do Brasil, pelo material de apoio, a editora e P r odues, pelas publicaes cedidas para distribuio, a todos que divulgaram este evento, ao r estaurante T uks que nos cedeu espao para os “Hame Hames” e o hotel P ilo que nos acomodou, e, clar o, a todos os palestrantes, pr ofessor es, Babilnicos e demais participantes que contriburam para o enriquecimento deste. CPRM P r efeitura de Apia Duetto Photover de Sede do CIEM, Apia-SP local do encontro N i v a l d o C o l z a t o M a r c e l o R a s t e i r o Chieregatti (CPRM/CIEM), Donizete (Prefeito de Apia), Emer son (BEC) e Nivaldo (Presidente da SBE)

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ORIGEM DO HOMEM AMERICANO CONTESTADA H 30 ANOS NO SUBSOLO DE PORTUGAL 2 t s N o c ia t s N o c ia Sr gio V iegas (SBE 0721), Coor denador da Seo de Espeleologia Subaqutica da SBE (SES/SBE), vai ministrar a palestra “Mer gulho em Cavernas no Brasil” em Rio Clar o SP Com a or ganizao do Espleo Grupo de Rio Clar o EGRIC (SBE G013), a apr esentao ir abor dar a histria da atividade no Brasil, questes r elacionadas legislao brasileira e o pr ocesso de formao do mer gulhador de cavernas. Data : 17/03/2007 (Sbado) Horrio : 09h00 s 13h00 L ocal : UNESP Campuas Bela V ista Anfiteatr o da Biblioteca Av .24A, 1.515 Rio Clar o SP Entrada F ranca Informaes: egric@bol.com.br PALESTRA SOBRE MERGULHO EM CAVERNAS NO BRASIL Material lti co da cultura Clovis Atividade com cordas Algar de Malhada Por Gabriel Mendes AES, Portugal A or ganizou nos ltimos dias 17 e 18 de F ever eir o, em comemorao do seu 30 aniversrio, uma mega atividade espe-leolgica, envolvendo perto de 8 dezenas de participantes de 15 associaes de norte a sul do pas, no que se tornou um dos maior es acontecimentos espeleolgicos j r ealizados em P ortugal. O evento contou com as importantes par cerias da e do P ar que Natural das Serras de Air e e Candeeir os, no macio calcrio Estr emenho, o maior de P ortugal. As atividades decorr eram durante os dois dias com exploraes em dezeAssociao dos Espelelogos de Sintra (AES) F ederao P ortuguesa de Espeleologi a(FPE) nas de grutas, nos mbitos disciplinar es da monitorao de mor cegos, ar queologia, topografia, pr ospeco, desobstruo, r econhecimento e tambm algumas iniciaes na modalidade. Estes eventos so uma oportunidade de inter cmbio de experincias e apr ofundamento do r elacionamento entr e os espelelogos, cuja ao corpora-tiva em campo assume uma importncia vital, para o desenvolvimento do conhe-cimento das r egies crsticas, na defesa deste impor-tante patrimnio natural. A iniciativa foi cor oada de sucesso e os espelelo-gos participantes esperam por uma nova edio, quem sabe com participaes internacionais dos vizinhos espanhis ou dos "irmos" brasileir os. P e d r o F e r r e i r a N E L NOTA DE FALECIMENTO: CORONEL PETTEN A SBE est de luto. F aleceu na madrugada de 26/02, em Campinas-SP nosso scio Cel. R odolpho P etten (SBE 1522) aos 82 anos de idade. Seu corpo foi sepultado no cemitrio P ar que Flamboyant Cor onel P etten, como era conhecido, foi um dos maior es incentivador es do turismo em cavernas no Brasil, tendo inestim-vel contribuio ao desenvolvimento de diversas localidades, em especial o munic-pio de Eldorado, no sul do Estado de So P aulo, sendo a primeira pessoa a r eceber o ttulo de Cidado Eldoradense. F er vor oso amante da natur eza e das cavernas, P etten fez suas primeiras investidas na Caverna do Diabo (Gruta da T apagem SP 2) em 1961, liderando os mem-br os do Centr o Excursionista Itatins SEI. Composio: Cel. Petten em pales tra realizada no 28 Congresso Brasileir o de Espeleologia (2005) e ao fundo a Caverna do Diabo (SP-02) S r g i o R e s e n d e O povoamento do continente americano continua um mistrio que desafia a cincia, mas algumas certezas comeam a se fazer pr esente. Uma delas que a cultura Clvis, que por dcadas foi considerada a primeira nas Amricas, dando origem a todas as outras, no era mesmo o que par ecia. A cultura Clvis leva o nome do stio ar queolgico no Novo Mxico, Estados Unidos, em que foram encontrados na dcada de 1920 artefatos pr oduzidos h cer ca de 11,5 mil anos. Os achados, principalmente pedras lascadas usadas em lanas, levaram constru-o do modelo Clvis-primeir o, segundo o qual uma nica leva de indivduos que cruzou o estr eito de Bering, entr e o Alasca e a Sibria, teria iniciado o povoa-mento do continente americano. Mas, nos ltimos anos, a teoria tem enfr entado grande r esistncia, aps descobertas de povoamentos possivelmente anterior es no Chile e em outr os pases. Um novo par ece enterrar de vez a teoria. A afirmao no deriva da descoberta de outr o povoamento anterior mas da prpria cultura encontrada h oito dcadas no Novo Mxico. Os norte-americanos Michael W aters, da Universidade A&M do T exas, e estudo, publicado na edio de 23 de fever eir o da r evista Science Thomas Staffor d, dos Laboratrios Staffor d, no Colorado, analisaram amostras de diver-sos stios Clvis e concluram que datavam de 10.800 a 11.050 anos atrs. As estimativas, feitas com um novo sistema de datao por radiocarbono, con-testam anlises anterior es, que estimavam a idade dos artefatos entr e 10.900 e 11.500 anos. “Essas dataes foram feitas nas dcadas de 1960 ou 1970, quando a tecnologia era muito inferior dispon-vel atualmente. No novo estudo, conseguimos uma mar gem de err o de apenas 30 anos”, disse W aters. A r eviso leva a uma concluso surpr eendente, pois implica que a cultura Clvis pode ter durado apenas dois sculos. Com to pouco tempo, seria impossvel que seus r epr esentantes tivessem se espalhado pelo continente. Outra conseqncia dir eta dos r esultados da pesquisa que r egistr os como o de Monte V er de, no Chile, passam a anteceder os mais antigos da cultura Clvis em pelo menos mil anos. “Uma implicao do estudo que cientistas passaro a pr ocurar por evidncias prClvis com muito mais vigor Outr o ponto que ser emos forados a desenvolver um novo modelo para explicar o povoa-mento das Amricas”, disse W aters. Fonte: Agncia F APESP 23/02/2007 D i v u l g a o

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BURACO CAUSA PNICO EM BAIRRO DA CAPITAL DA GUATEMALA REESTRUTURAO DO PEJ DISCUTIDA NO CONSEMA 3 t s N o c ia t s N o c ia tao deste mosaico, todavia a guar da deste patrimnio multicultural e ambiental deve pr evalecer Mesmo com a evidncia de tantos contrastes e conflitos o PEJ possui impor-tante destaque na economia local, pois em 2006 apur ou-se que 38% da r eceita do municpio de Barra do T ur vo pr ovm do ). Isto implica dizer que r eduzir ou aumentar o ICMS r eflete dir etamente na qualidade de vida da populao e sem dvida deve ser encarado como estratgia de poltica pbli-ca para o desenvolvimento da r egio. V ale a pena r essaltar que o r epasse do ICMS ecolgico independe do estado de conser vao das unidades, ou seja, se a r ea est pr eser vada ou no; sabe-se que atualmente no h mecanismos iner entes a este que estimulem a conser vao das mesmas. Outr o fato a ser considerado a existncia de trs conselhos consultivos no PEJ, alm de um integrador Com este br eve panorama fica lanado o convite a todos os espelelogos para que participem das aes e pr opostas r elativas ao desenvolvimento sustentvel no V ale do Ribeira, assim mantendo a chama sempr e acesa! ICMS ecolgico (vide SBE Notcias n1 Noite trgica: Buraco engole casas e pessoas na Guatemala Por Brbara E. Pires Fonseca (SBE 1603) No dia 27 de fever eir o o Conselho Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA) r euniu-se na SMA/CETESB em So P aulo e teve como pauta a apr eciao do Antepr ojeto de L ei “Mosaico de Unidades de Conser vao” pr oposto para a r ea do P ar que Estadual do Jacupiranga (PEJ) (vide ). O CONSEMA tem como papel principal discutir avaliar e pr opor dir etrizes no que diz r espeito s polticas pblicas que envolvem o meio ambiente. Segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conser vao ( ) um mosaico definido como um modelo de gesto integrada de diversos setor es, superpostas, sobr epostas ou justapostas que possuem uma identidade em comum (cadeia de montanha, bacia hidr ogrfica etc). A efetivao de um mosaico contribui de forma geral para a minimizao de impactos nas unidades de conser vao (U.C.) e para o desenvolvimento sustentvel destas. Vrias entidades e r epr esentantes de comunidades tradicionais que possuem inter esse dir eto e indir eto estavam pr esentes nesta r eunio. A SBE no obstante de seu compr omisso com o patrimnio espeSBE Notcias n36 SNUC leolgico e com a r esponsabilidade social que diz r espeito 2.140 famlias locadas na r ea do PEJ vem acompanhando esta pr oposta de Mosaico e esteve r epr esentada neste dia. Os estudos pertinentes elaborao deste ante-pr ojeto de lei foram r ealizados pelo Grupo Intersetorial de T rabalho (GIT), criado pela R esoluo SMA 36/2005, o qual foi composto por vrios tcnicos da r ea e coor denado pelo pr esidente da R eser va da Biosfera, Clayton Lino. Este Grupo r ealizou 28 r eunies, 3 com conselho consultivo e 3 audincias pblicas. T eve como meta criar uma carta de princpios, pr ocedimentos e dir etrizes para a elaborao do mosaico, estudos de excluso e insero de r eas, transferir categorias de U.C., garantir a dimenso ar eal do PEJ e manter os corr edor es ecolgicos existentes. Atualmente encontra-se no PEJ cer ca de 8.000 cabeas de gado, r eas de cultivo agrcola, r eas com r eflor estamento de P innus e ainda uma grande extenso car ente de estudos mais detalhados sobr e a biodiversidade, bem como, do patrimnio espeleolgico local. A r egularizao fundiria torna-se fundamental para a implemenBOLETIM NORTE AMERICANO DE BIOESPELEOLOGIA A PhD. K atharina Dittmar de la Cruz, scia da SBE (1534), a atual editora do North American Biospeleology Newsletter (NABN), boletim da seo de bioespeleolo-gia da National Speleolgical Society ( ), e convida a todos inter essados para pr etigiar e colaborar com a publicao. O NABN publica matrias de inter esse geral ligadas bioespeleologia, tais como r esumos de trabalhos, notcias curtas da r ea (pesquisas, expedies etc.), eventos e listas de r eferncias biospeleolgicas. A publicao bastante flexvel e todas as sugestes so muito bem-vindas, devendo ser encaminhadas para o e-mail da editora,( ), colocando no assunto (subject) da mensagem a sigla “NABN”. A edio mais r ecente do NABN do ms de fever eir o deste ano e est em formato “pgina da web”, contudo, em br eve o boletim ser editado em PDF com periodici-dade semestral. Informaes e o boletim em: NSS katharinad@gmail.com nabn.info P elo menos duas pessoas morr eram e cer ca de dez casas foram destrudas por causa de um afundamento de terra que deix ou um gigantesco buraco dia 23/02 na capital guatemalteca. Embora os vizinhos tenham afirmado que, no local exato onde ficou a cavidade, havia uma grande e antiga construo onde viviam entr e trs e quatr o famlias, as autoridades confirmaram apenas o desapar ecimento de trs pessoas. O buraco, com cer ca de 35 metr os de dimetr o, foi aberto no bairr o San Antonio, no norte da Cidade da Guatemala, que habitado majoritariamente por pessoas pobr es. O acidente pr ovocou pnico entr e os milhar es de habitantes dos bairr os vizinhos. A Coor denao Nacional para a R eduo de Desastr es (Conr ed) declar ou a r ea como "zona de risco" e comeou a r emover centenas de morador es para alber gues de emer gncia. "At o momento h 600 pessoas em vrios alber gues da cidade", disse o chefe da Conr ed, H. Hernndez. As autoridades ainda no determinaram as causas especfi-cas do afundamento de terra, mas segundo Hernndez "pode ter sido causado por pr oblemas de dr enagem subterrnea de esgoto". "T emos escutado rudos e sentido tr emor es por mais de um ms e acor damos nesta madrugada quando a casa comeou a sacu-dir", disse E. Ramr ez, morador do bairr o. Fonte: ltimo Segundo 23/02/2007 R e u t e r s

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E. P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologia UIS K err ville, T exas, EU A www .ics2009.us 24/03/2007 P alestra: Expedio Sagarana: nas trilhas da Coluna P restes Sede SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp 07 a 10/06/2007 29 Congresso Brasileiro de Espeleologia (CBE) Ouro P reto -MG www .sbe.com.br/29cbe.asp C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongreso2007.org As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. Boletim NSS News N1, National Spe leological Society : Jan/2007. Boletim eletrnico Desnvel Eletrni co N6,, Unio P aulista de Espeleolo gia: Ago -Dez/2006. Boletim eletrnico El Explorador N34, Grupo de Espeleologa y Des por tes de A ventura/Sociedad Espeleo lgica de Cuba: F ev/2007. MIDDLETON, John; W AL THAM, T ony The Underground Atlas. Leiscester UK: PRC, 1992. N ovas Aquisies Acaba de ser lanado o sexto nmer o do peridico Desnvel Eletrnico editado pela Unio P aulista de Espeleologia UPE (SBE G079). Nesta edio: 1Editorial Chegou a hora... 2Memria Gruta do F artinho 3Planto Mdico F raturas: O que fazer? 4Equipamentos Botas5Expedies Expedio Gois 20066Espeleophoto A era digital 7L ojinha Camiseta da UPE 8P r eveno Calor e balano de fluidos 9L og de Atividades T udo o que a UPE fez ou participou no 2 semestr e de 2006 10Maillon Rapid Notcias curtas sobr e a UPE e a espeleologia nacional. O peridico (PDF) est disponvel em: www .upecave.com.br DESNVEL ELETRNICO N6 Aranhas Data: 02/2007 Autor: Joo Carlos F igueiredo (SBE 1495) Gruta das Aranhas (SP -113) P rojeo Horizontal: 170 m Desnvel: 22 m Apia-SP Na foto a jovem Mariana, 13, que par ticipou com o autor e outros do curso de espleo fotografia realizado durante o XVI EPELEO A gruta fica no Ncleo Caboclos do PET AR Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br J o o C a r l o s F i g u e i r e d o


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