SBE Notícias

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SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Inclusão social na espeleologia: acessibilidade é avaliada no Núcleo Caboclos (PETAR-SP) - Palestra na SBE sobre a Expedição Sagarana - Pesquisas Revelam cavernas em Marte - IBAMA concede primeira licença pelo SISBIO - Baixinhos eram os preferidos das mulheres pré-históricas - Mosaico Sertão Veredas-Peruaçú terá Plano Diretor de Base Conservacionista - PROCAD III - convocatória para expedição - Caminhada contra barragem no Rio Ribeira - Congresso de indicadores prorroga prazos - Espeleoturismo está em consulta nacional - Aquecimento Global - Foto do Leitor: Gruta das Rãs (TO-59).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 45 (2007)
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Source Institution:
University of South Florida Library
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University of South Florida
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K26-03426 ( USFLDC DOI )
k26.3426 ( USFLDC Handle )
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1809-3213 ( ISSN )

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Incluso social na
espeleologia: acessibilidade avaliada no Ncleo Caboclos
(PETAR-SP) Palestra na SBE sobre a Expedio Sagarana -
Pesquisas Revelam cavernas em Marte IBAMA concede primeira
licena pelo SISBIO Baixinhos eram os preferidos das mulheres
pr-histricas Mosaico Serto Veredas-Perua ter Plano
Diretor de Base Conservacionista PROCAD III convocatria
para expedio Caminhada contra barragem no Rio Ribeira -
Congresso de indicadores prorroga prazos Espeleoturismo est
em consulta nacional Aquecimento Global Foto do Leitor:
Gruta das Rs (TO-59).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia INCLUSO SOCIAL NA ESPELEOLOGIA: ACESSIBILIDADE AVALIADA NO () NCLEO CABOCLOS PETAR-SP Dando continuidade ao pr ojeto de pesquisa “Incluso Social de P ortador es de Necessidades Especiais (PPNE) e a P rtica do T urismo em r eas Naturais” que teve incio durante atividade de campo do Grupo de Estudos Ambientais da Serra do Mar (GESMAR) com alunos de graduao do Cen-tr o Universitrio F undao Santo Andr, no Ncleo Santana (PET AR -SP), a estudante de biomedicina da Universidade Metodista de So P aulo, rica Nunes, r ealizou durante o XVI Encontr o P aulista de Espeleologia (EPELEO) uma avaliao de potencialidades e necessidades adaptativas para o turismo de pessoas com deficincia no Ncleo Cabo-clos Esta etapa teve como pblico alvo os cadeirantes. Alguns r esultados pr eliminar es foram apr esentados no XXVIII Congr esso Brasileir o de Espeleologia em 2005 e agora seguimos com mais r esultados. Durante a avaliao, foram analisados os seguintes aspectos: acesso ao ncleo, acesso r ea de camping, condies da principal trilha do Ncleo, acessibilidade s de-pendncias (r ecepes, cozinhas, sanitrios, lavanderias etc), existncia de pontes so-br e cursos d’gua e apr oveitamento turstico de cavernas ao PPNE de cadeira de r odas. De carr o possvel chegar at a r ea de camping, que possui um terr eno pr opcio ao deslocamento de cadeira de r odas, sendo quase todo gramado. Existem poucos pon-tos com pr oblemas de dr enagem e foram construdas pontes para travessia de cursos d’gua. P ara descer at a r ea de camping h rampa de acesso nas medidas adequadas pa-ra cadeirantes. No entanto, para os pontos de cozinha, lavanderias e sanitrios no se tem rampas, alm de ser em distantes da r ea de camping. P ara tanto, tem-se que per corr er longas escadarias com degraus estr eitos, o que dificulta a possibilidade de se car-r egar o PPNE. Os sanitrios so inadequa(PET AR -SP) dos, pois no possuem as dimenses desejveis para a passagem de cadeira de r odas pelas portas. As trilhas de acesso s caver-nas esto em boas condies de visitao. Durante este per curso possvel que o cadeirante obser ve os prticos de entrada das Grutas Chapu Mirim I e II, atravesse os cur-sos de gua por pontes de madeira que en-contram-se em excelentes condies de ma-nuteno e tenha contato com a fauna e flo-ra da Mata Atlntica. J o acesso pela trilha variante que leva Gruta das Aranhas invivel, pois estr eita e no permite o deslocamento da cadeira de r odas. Seguindo adiante chega-se Gruta do Chapu que apr esenta dimenses adequadas para o acesso do PPNE cadeirante at o primeir o salo. A Gruta do Chapu uma das mais ornamentadas, possuindo be-los sales e com um desenvolvimento de 300 metr os. Conclumos que para per corr er esta trilha o cadeirante necessitar de ajuda, j que existem alguns lances de escadas e um tr onco de r vor e obstruindo a passagem. No entanto superar estes obstculos torna o pas-seio ainda mais atraente. Adaptaes nas condies da infraestrutura do Ncleo Caboclos so necess-rias e apesar da viabilidade, o visitante deve se atentar para a utilizao de uma cadeira adequada, ter disposio e inter esse, alm de contar com apoio de amigos e monitor es experientes. Buscando ampliar nossas informaes sobr e cavernas com potencial de visitao para P ortador es de Necessidades Especiais convidamos a todos os espelelogos e p-blico em geral a contribur em com informaes sobr e cavidades que apr esentem potencialidades para este pblico alvo a fim de inclu-las em nosso estudo. As informaes podem ser enviadas para o email: Eriquinhanunes@yahoo.com.br Agradecemos mais uma vez a administrao do P ar que Estadual T urstico do Alto Ribeira e a todos os amigos espelelo-gos pelo apoio em nossos estudos. Por Robson de A. Zampaulo e rica Nunes GESMAR-Grupo de Estudos Ambientais da Serra do Mar (SBE G-027) PALESTRA NA SBE SOBRE A EXPEDIO SAGARANA Neste Sbado, dia 24, a SBE r ealizar em sua sede o “XVIII SBE de P ortas Abertas” com a palestra: “EXPEDIO SA GAR ANA NAS TRILHAS D A COL UNA PRESTES”, apr esentada pelo gegrafo Jos Cludio F araco. Numa viagem de seis meses, trs amigos de Monte Sio, sul de Minas, per corr eram 25 mil quilmetr os pelos sertes do pas, passando por 18 estados da F ederao. V enha conhecer essa aventura e contemplar o grande acer vo de imagens que r etratam um Brasil ainda pouco conhecido da maioria dos brasileir os. A participao na atividade gratuita e aberta a qualquer inter essado, basta compar ecer no local e horrio: L ocal: P ar que T aquaral P orto 2 Campinas SPData: 24/03/2007Horrio: 09h30 Saiba mais sobr e o pr ojeto em: Sede da SBE www .sbe.com.br/aberta.asp A d r i a n M a r t i n o A V e r a n e i o v e c u l o o f i c i a l d a v i a g e m c o m a s m o n t a n h a s d o V a l e d o R i b e i r a ( S P ) a o f u n d o Na P araba, pegadas de dinossauros de 70 milhes de anos Ano 2 N 45 21/03/2007

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Fonte: http://www .e xpresso.pt/Artigo/?id=381421 PESQUISAS REVELAM CAVERNAS EM MARTE BAIXINHOS ERAM OS PREFERIDOS DAS MULHERES PR-HIST"RICAS 2 t s N o c ia t s N o c ia Os homens de baixa estatura eram irr esistveis para as mulher es na prhistria, pelo menos at que descobriram as armas. Essa difer ena em r elao aos padres atuais de beleza a tese central de um estudo da universidade norte-americana de Utah, publicado semana passada na verso eletrnica do jornal "The Times". Estamos falando do A ustr olopithecus africanus, que viveu na poca em que baixi-nhos seriam os pr eferidos. Entr e os A ustralopithecus, os homindeos antepassados que viveram cer ca de 4 milhes de anos atrs, a baixa estatura permitia combater melhor e garantia aos vares um enorme atrativo entr e as mulher es. "As pernas curtas asseguravam aos A ustralopithecus o xito em combate", explicou o pr ofessor David Carrier em um artigo publicado na r evista "Evolution", citado pelo Times on-line. "Os A ustralopithecus mantiveram as pernas curtas durante dois milhes de anos por que um fsico compacto e mais estvel ajudava os vares a combater pelas mulhe-r es", r evela o pr ofessor em sua pesquisa, e explica que os homens mais baix os eram os mais agr essivos. Segundo Carrier esse antepassado do homem media 1,35 m. Com a intr oduo das primeiras armas, 2 milhes de anos atrs, o homem da caverna passou a utilizar objetos para se defender e as normas estticas mudaram. SETE NOMES P AR A SETE IRMS Numa das grutas, a que os cientistas apelidaram de “ Annie”, a temperatura r egistada durante o dia mais quente do que nos buracos comuns e mais fr esca do que nas r eas expostas luz solar “Exatamente o que aconteceria se fosse uma caverna”, sublinha Cushing, que lembr ou “nunca ter sido feita uma descoberta destas em Marte”. Como no podia deixar de ser as sete candidatas a cavernas, foram batiza das com nomes tipicamente americanos e devido sua pr o ximidade apelidadas de “sete irms”. So elas: Dena, Chloe, W endy Annie, Abbey Nicki e Jeanne. A entrada das cavernas apar enta ter entr e 100 a 250 metr os e os cientistas calculam que devem ter entr e 70 a 95 metr os de pr ofundidade. Contudo, Dana a nica onde possvel ver o fundo, calcu-lado em 130 metr os. A sonda “ Odyssey” deix ou o planeta T erra em Abril de 2001, para pesquisar todos os vestgios de gua em Marte. PODE ACREDIT AR A anlise detalhada de imagens da superfcie de Marte, enviadas pela sonda da Nasa “ Odyssey”, r evelou o que podem ser sete cavernas. A descoberta foi anun-ciada numa conferncia cientfica em Houston, no T exas. Embora no se pr ovou ainda que as cavernas so r ealmente cavernas e no simples buracos, os cientistas envolvidos nesta descoberta r eforam ter sido atingido um importante patamar nos estudos sobr e o planeta vermelho. As potenciais grutas esto loca-lizadas perto do vulco Arsia Mons o segundo maior r elevo do planeta, com 19 km de altura. “ A sonda detectou o que par eciam entradas verticais de luz abaix o da superfcie”, r evelou Glen Cushing, um dos colaborador es na investigao. Segundo os cientistas, as cavernas podem ser as nicas estruturas naturais capazes de pr oteger formas de vidas primitivas dos mais variados ataques, que assolam constantemente a superfcie mar ciana. A temperatura no interior das c averna aponta exatamente nesse sentido, o que deix ou a comunidade cientfica ainda mais entusiasmada. O planeta Mar te continua a desvendar alguns dos seus mistrios IBAMA CONCEDE PRIMEIRA LICENA PELO SISBIO A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o pr esidente do Ibama, Mar cus Barr os, concederam, nesta tera-feira (20) s 15h, a primeira licena permanente para coleta de material biolgico para fins de pesquisa emitida pelo Sisbio -Sistema de A utorizao e Informao em Biodiversidade. A licena foi entr egue ao pr esidente do CNPqConselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e T ecnolgico, Erney Camar go, durante a cerimnia de lanamento do novo sistema no auditrio da sede do Ibama em Braslia. O Sisbio permite aos pesquisador es solicitar em, via Internet, autorizaes e licenas para a coleta de material biolgi-co, execuo de pesquisa em unidades de conser vao e em cavernas, exportao e importao de material biolgico com fins cientficos e didticos no mbito do ensi-no superior (...). Alm do sistema informatizado de solicitaes de autorizaes via Internet, o Sisbio apr esenta um mdulo de geor efer enciamento com importantes aplicaes, dentr e elas o mapeamento de polgonos das r eas de estudo, da distribuio das espcies a partir dos r egistr os das coletas, a modelagem da ocorrncia das espcies j mapeadas a fim de identificar novas r eas de pr ovveis ocorrncias dessas espcies, o mapeamento das r eas excessivamente inventariadas ou que car ecem de inventrios e a visualizao espacial dos r egistr os de coleta e das r eas de distribuio potencial. Segundo o dir etor de F auna e R ecursos P esqueir os do Ibama, Rmulo Mello, essas aplicaes estaro disponveis aos pesquisador es a partir do segundo semestr e de 2007. PONTOS POLMICOS Os tcnicos do Ibama e os r epr esentantes da comunidade cientfica chegaram a um consenso quanto aos dois pontos que ainda estavam em discusso: 1) a licena permanente pode tambm con-templar a equipe do titular ; 2) embora o Ibama estimule os cientistas a identifica-r em, em publicaes cientficas, o nmer o das autorizaes para coleta de material biolgico, ela no obrigatria. Fonte: http://www .ambientebrasil.com.br/noticias (Gustavo Rick/ Ibama) Fonte: http://emsergipe.globo.com/nesseinstante/e xibir_noticia.asp

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O P O B R E P LA N ET IN H A ES T M AL. C O M U M A B AI T A FE B R E... A TE M P ER A TU R A SU B IN D O ... ... S" R ES T A PO R PR A FO RA SE US P IO RE S DE M N IO S! ... E CO M PR OB LE M A DE G AS ES D O EF EI T O ES TU F A! MOSAICO SERTO VEREDAS-PERUA TER PLANO DIRETOR DE BASE CONSERVACIONISTA 3 t s N o c ia t s N o c ia T urismo ecolgico e cultural e extrativismo sustentvel de pr odutos do Cerrado so as duas primeiras atividades econmi-cas a ser em desenvolvidas no mbito do P r ojeto Mosaico Serto V er edas-P eruau, no nor oeste de Minas Gerais. Mas para que essas atividades estejam em sintonia com uma forma de desenvolvimento que seja sustentvel, o pr ojeto dever estabelecer um Plano de Desenvolvimento T erritorial de Base Conser vacionista (DTBC). A capacitao para os agentes locais que iro atuar na elaborao do Plano de DTBC ser nos dias 20, 21 e 22 de maro no teatr o do Sesc, em Januria (MG). O Plano de DTBC ser elaborado de modo participativo. A primeira etapa ser a formao dos Grupos de T rabalho que iro desenvolver o modelo para a participao da comunidade. A r egio engloba dois P ar ques Nacionais (Grande Serto V er edas e Cavernas do P eruau), dois estaduais (Serra das Araras e V er edas do P eruau), duas R eser vas de Desenvolvimento Sustentvel, uma T erra Indgena (Xacriabs) e uma r ea de P r oteo Ambiental (AP A). O pr ojeto desenvolvido na r egio pela F unatura e tem o apoio do F undo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), que desti-nou cer ca de R$ 300 mil para a sua implementao. As atividades apoiadas pelo FNMA na r egio incluem ainda a pr oteo dos r ecursos hdricos, or ganizao da sociedade civil em torno das r eas pr otegidas, pr oduo de mudas de r vor es nativas e or ganizao territorial. De acor do com o dir etor do FNMA, Elias Arajo, as aes podem ser r eplicadas para outras r egies. Ao todo, sero beneficiadas cer ca de duzentas famlias de extrativistas, traba-lhador es rurais, morador es do entorno de unidades de conser vao, artesos, assentados da r eforma agrria e ser vidor es pblicos que atuam nas Ucs. (FNMA/MMA) PROJETO CAVERNA DO DIABO EXPEDIO SEMANA SANTA Dias 5 a 8 de abril de 2007 Objetivos: P r ospeco na r egio do Ribeiro do R olado e Crr ego do F rias e aprimoramento da topografia da Caverna do Diabo com checagem dos dados coleta-dos em expedies anterior es. Pblico: scios ativos e membr os das entidades filiadas a SBE. V A GAS LIMIT AD AS. Contato: procad_sbe@yahoogroups.com.br ESPELEOTURISMO EST EM CONSULTA NACIONAL PARTICIPE O MO AB -Movimento dos Ameaados por Barragem or ganiza caminhada pela BR -116 para pr otestar contra barragem no rio Ribeira. Ato pblico no prximo sbado, 24 de maro, deve paralisar a r odovia e r eunir ambientalistas, quilombolas, povos indge-nas, pequenos agricultor es e demais r epr esentantes da sociedade civil pr eocupados com os impactos das barragens sobr e o patrimnio ambiental e cultural do V ale do Ribeira. Mais informaes acesse: http://www .socioambiental.org/inst/camp/ Ribeira CAMINHADA CONTRA BARRAGEM NO RIO RIBEIRA Inter essados em apr esentar trabalhos no 7 Congr esso Iber o -Americano de Indicador es de Cincia e T ecnologia, que ser r ealizado de 23 a 25 de maio, em So P aulo, tm at 26 de maro para enviar pr opostas. Acesse: http://www .agencia.fapesp.br/boletim_den tro.php?id=6853 CONGRESSO DE INDICADORES PRORROGA PRAZOS Fonte: http://www .ambientebrasil.com.br/noticias O pr ojeto de Norma 54:003.08-003 T urismo de aventura Espeleoturismo de aventura R equisitos para pr oduto entr ou no dia 12 deste ms em Consulta Nacional. O prazo para votao e envio de sugestes t ermina no dia 10 de maio. Acesse: Informamos que a SETUR/SBE-Seo de Espeleoturismo da SBE est mobilizada e dar seu par ecer oportunamente. http://www .hospitalidade.org .br/turis modeaventurar PROCAD III I CONVOCAT"RIA PARA EXPEDIO Aquecimento Global por Joo G arcia Fonte: COM CINCIA R evista Eletrnica de Jornalismo Cientfico http://www .comciencia.br TERRA EM TRANSE

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4 sbe@sbe.com.br www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial: uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E.P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 24/03/2007 P alestra: Expedio Sagarana: nas trilhas da Coluna P restes Sede SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp 07 a 10/06/2007 29 Congresso Brasileiro de Espeleologia (CBE) Ouro P reto -MG www .sbe.com.br/29cbe.asp C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongreso2007.org As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. R evista Scientific American n 5, Mar/2007 Klimchouk, Alexander B. (et all). Speleogenesis Evolution of K arst Aquifers. National Speleologi cal Society 2000 Courbon, P aul (et all). Atlas Great Caves of the W ord. Cave Books Dayton 2005 Lowe, David and W altham, T ony Dictionary of K arst and Caves. BCRA Cave Studies Series 10. 2002 HildrethW erk er V al and W erk er Jim C. Cave Conservation and R estoration. National Speleo logical Society 2006 Zok aites, Carol. P rojecto Underground. A Natu ral R esource Education Guide. RASS 2006 N ovas A quisies “O DEDO MGICO” F ormao de Carbon ato de Clcio (calcita) Data: 11/01/2007 Autor: Brbara F onseca (SBE 1603) Gruta das Rs Aurora do T ocantinsTO Um das 36 cavidades descober tas durante a IV Expedio SBET ocantins. Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br B r b a r a F o n s e c a 2 9 C O N G R E S S O B R A S I L E I R O D E E S P E L E O L O G I A D a t a l i m i t e p a r a i n s c r i e s a p r e o s r e d u z i d o s e e n v i o d e t r a b a l h o s : 3 1 / 0 3 / 2 0 0 7 O u r o P r e t oM G 0 7 a 1 0 / 0 6 / 2 0 0 7 MAIS INFORMA'ES: www .sbe.com.br/29cbe.asp 13 a 19/08/2007 Conferncia Interncional de Hidro geologia do Carste e Ecossistemas. K entucky EU A http://hoffman.wku.edu/karst2007/k2007.html


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