SBE Notícias

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Title:
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Series Title:
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Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Circular SBE 001/2007: convocação para assembléia geral ordinária; convocação para candidatos à eleição de diretoria e conselho deliberativo da SBE 2007-2009; convocação para candidatos à organização do XXX CBE - 29° CBE: prazo para envio de trabalho é prorrogado; mini-cursos e excursões confirmados - Expedição Sagarana: refazendo os 25 mil km da Coluna Prestes - Mergulho em cavernas - Descoberto no México o mais extenso rio subterrâneo do mundo - A caverna de Platão - PROCAD III - convocatória para expedição - Seminário sobre os desafios na construção dos indicadores ambientais paulistanos: 5 anos de discussão - Foto do Leitor: Caverna do Diabo (SP-02).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 46 (2007)
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University of South Florida Library
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University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03427 ( USFLDC DOI )
k26.3427 ( USFLDC Handle )
8681 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Circular SBE 001/2007:
convocao para assemblia geral ordinria; convocao para
candidatos eleio de diretoria e conselho deliberativo da
SBE 2007-2009; convocao para candidatos organizao do XXX
CBE 29 CBE: prazo para envio de trabalho prorrogado;
mini-cursos e excurses confirmados Expedio Sagarana:
refazendo os 25 mil km da Coluna Prestes Mergulho em cavernas
- Descoberto no Mxico o mais extenso rio subterrneo do mundo
- A caverna de Plato PROCAD III convocatria para
expedio Seminrio sobre os desafios na construo dos
indicadores ambientais paulistanos: 5 anos de discusso Foto
do Leitor: Caverna do Diabo (SP-02).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletim Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Os scios ativos (individuais ou grupos) interessados em organizar o XXX Congresso Brasileiro de Espe-leologia devem enviar um projeto seguindo as regras publicadas no InformAtivo SBE n 87 (Outubro-Dezembro/2003 p. 06-09) at 02/05/2007 (ou consulte Ano 2 N 46 02/04/2007 CIRCULAR SBE 001/2007 Ref.: Assemblia Geral Ordinria 10/06/2007; Inscries de chap as p ara a Diretoria SBE 2007-2009; Inscries de candidatos ao Conselho Deliberativo da SBE 2007-2009;Inscries de projetos p ara organizao do XXX Congresso Brasileiro de Espeleologi a. Campinas-SP, 02 de Abril de 2007. Prezados scios ativos da SBE (individuais ou grupos), CONVOCAO P ARA ASSEMBLIA GERAL ORDINRIA Atendendo ao artigo 22, § 1 e 8 dos Estatutos da SBE, convocamos todos os scios para participarem de nossa Assemblia Geral Ordinria a se realizar dia 10 de junho de 2007, a partir das 8 horas, no Centro de Artes e Convenes da Universidade Federal de Ouro Preto, Par-que Metalrgico, Ouro Preto-MG, como parte das ativida-des do XXIX Congresso Brasileiro de Espeleologia (vejam mais informaes sobre o 29 CBE na pgina ). Durante a Assemblia ocorrer a prestao de contas da atual Diretoria, incluindo o desempenho das (www.sbe.com.br/29cbe.asp Sees, Comisses e Departamentos no perodo 20052007. Haver tambm eleio da nova Diretoria e Conse-lho Deliberativo da SBE, apresentao e votao de moes e de propostas para organizao do XXX Congres-so Brasileiro de Espeleologia, entre outras atividades. Para que tudo transcorra da melhor forma possvel durante a Assemblia, imprescindvel que tenhamos a relao atualizada dos membros de cada grupo filiado, alm da indicao dos respectivos Delegados. Isto pode ser feito via e-mail ou enviando uma correspondncia para o fax ou endereo no rodap desta pgina. CONVOCAO P ARA CANDIDA T OS DIRET ORIA E CONSELHO DELIBERA TIVO DA SBE 2007-2009 A inscrio de chapas para a Diretoria da SBE 2007-2009 e candidatos ao Conselho Deliberativo podem ser feitas via Internet, via correio (carta registrada) ou pessoalmente na Sede da SBE. As chapas devem ter uma denominao, os nomes dos candidatos e os cargos pretendidos. Os candi-datos ao Conselho Deliberativo o fazem individualm ente e pelo nome. Maiores informaes consultar os Estatutos e o Regimento Interno da SBE nas pginas ( ) e () O prazo para inscries via Internet e pessoalmente se encerra em 02/05/2007. O prazo para i nscrio via correio se encerra em 07/05/2007, considerando-se o dia 02/05/2007 como data limite para postagem. http://www.sbe.com.br/sociedade_estatutos.asp http://www.sbe.com.br/sociedade_regimento.asp CONVOCAO P ARA CANDIDA T OS ORGANIZAO DO XXX CONGRESSO BRASILEIRO DE ESPELEOLOGIA http://www.sbe.com.br/sociedade_regimento.asp ). Os projetos sero divulgados sociedade e estaro dispon-veis para consulta durante o XXIX CBE. A votao ser na Assemblia Geral Ordinria de 10/06/2007. O prazo para envio de propostas se encerra em 12/04/2007. SOCIED ADE BRASILEIRA DE ESPELEOLOGIA Caixa P ostal 7031P arque T aquaral Campinas SP CEP 13076-970 Fone/F ax: (19) 3296-5421 Atenciosamente, Nivaldo Colzato Presidente da SBE Diretoria 2005-2007 CIRCUL AR SBE 001/2007

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2 t s N o c ia t s N o c ia P r a z o p a r a e n v i o d e t r a b a l h o s p r o r r o g a d o p a r a 3 0 d e a b r i l O u r o P r e t o M G 0 7 a 1 0 / 0 6 / 2 0 0 7 MINI-CURSOS of Ricardo P erez Coordenador da Seo de Tcnicas V erticais e Espeleo R esgate da SBE ; Chefe de Equipe Internacional de Espeleo R esgate pela Escola Espanhola de Espeleologia. Carga Horria: 16 horasP reo: R$ 80,00 V agas: Mnimo de 5 alunos. Mximo: 16 Instrutores: Membros da Sociedade Excursionista e Espeleolgica SEE / Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro P reto -UFOP Carga Horria: 8 horasP reo: R$ 40,00 V agas: Mnimo de 5 alunos. Mximo: 21 Instrutor: a confirmar Carga Horria: 8 horasP reo: R$ 40,00 V agas: Mnimo de 10 alunos. Mximo: 30 Instrutor: Dr R odrigo Lopes Universidade Federal de Lavras -MG (UFV) Carga Horria: 8 horas Dias: 06 e 07/06/2007 Dia 06/06/2007 Dia 07/06/2007 AUT O SOCORRO E ESPLEO -RESGA TE : TCNICA E MET ODOLOGIA ESPELEOMTRICA INTRODUO GEOLOGIA DO CARSTE BIOESPELEOLOGIA Instrutor: P r 29 CONGRESSO BRASILEIRO DE ESPELEOLOGIA A o lon g o d a ltim a sem an a d e m aro, a Comisso Or ganiza d o 29 CBE e a Secr etari a d a SBE r eceber am inm er os pedi d os par a que o pr azo d e envi o d e tr abalh os f osse pr orr ogad o. A ssim sen d o, a d ata limite passa a ser 30 de abril P ar a os autor es fi ca m an ti d o, tambm, a in scrio com d escon to. A INSCRIO D DIREITO A : • Cr ach • An ais d o Con gr esso • Revista Espeleologi a N 12 d a SEE • Inf ormA tivo N 93 d a SBE • P asta Ofi ci al d o Con gr esso • Pr ogr am ao completa • Cd ula par a votao n o Con curso Fotogrfi co (com in strues) • Camisa e A d esivo o fi ci ais e Cartaz A4 d o Con gr esso • Fold er T ursti co d e P reo: R$ 40,00 V agas: Mnimo de 10 alunos. Mximo: 30 Instrutor: P aulo R odrigues Simes Univ Estadual de Campinas SP (UNICAMP) / SEE Carga Horria: 8 horasP reo: R$ 80,00 Mnimo de 10 alunos. Mximo: 30 Gruta Morena (Cordisburgo -MG), Circuito Soeicom (cerca de 5 cavidades (Matozinhos MG) e Circuito T urstico “Grutas Maquine, R ei do Mato e Lapinha ” (Cordisburgo Sete Lagoas Lagoa SantaMG) Itens Includos: T ransporte, Alimentao (1 refeio/dia), Hospedagem c/ caf da manh. P reo: R$ 120,00 V agas: Mnimo de 20 inscritos. Mximo: 30 Gruta Kiwa P arque Estadual do Itacolomi (Ouro P reto -MG) P reo: Gratuito V agas: Mximo de 30 inscritos Itens Includos: T ransporte GEO TECNOLOGIAS APLICAD AS ESPELEOLOGIA EXPEDI'ES PR e P"S CONGRESSO (T odas confirmadas) Dias 03 a 05/06/2007 Dia 06/06/2007 Our o Pr eto • Bloco e Can eta par a an otaes • Recibo d e In scrio n o Con gr esso e n os Cursos • Coquetel d e Abertur a • J an tar Solen e (Festa de Aniversrio da SEE 70 Anos T raje Esporte Fino) • Ch urr asco d e En cerr am en to • Super d escon tos n os estan tes d e ven d as d o even to. Alm disso, tod os os in scritos tero dir eito aos gr an d es sortei os d ur an te a pr ogr am ao d o 29 CBE. Brin d es j confirm ad os: • In scrio n o prxim o Con gr esso In tern aci on al d e Espeleologi a (EU A, 2009) • Equipam en tos espeleolgi cos • V aga gr atuita (par a os in scritos at di a 30 d e abril) n a Expedio ps-con gr esso ao P ar que N aci on al Cavern as d o P eru a e n as Expedies pr-con gr esso (di as 3, 4 e 5/06). Dia 07/06/2007 Dias 11 a 16/06/2007 Gruta Igrejinha (Ouro P reto -MG) P reo: R$20,00 V agas: Mnimo de 18 inscritos. Itens Includos: T ransporte Itens Includos: T ransporte, Alimentao (1 refeio/dia), Hospedagem com caf da manh. P reo: A definir V agas: Mximo de 10 inscritos EXPEDIO P"S CONGRESSO (confirmada) P ARQUE NACIONAL CA VERNAS DO PERUAU JANURIA-MG MINI-CURSOS E EXCURS'ES CONFIRMADOS Colabore com o engrandecimento da espeleologia brasileira. INSCREVA SEU TRABALHO PARTICIPE! MAIS INF ORMA'ES: www .sbe.com.br/29cbe.asp www .see.ufop.br w w w s b e c o m b r S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a S o c i e d a d e E x c u r s i o n i s t a e E s p e l e o g i c a

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3 t s N o c ia t s N o c ia EXPEDIO SAG AR ANA R efazendo os 25 mil km da Coluna P restes No ltimo dia 24, r ealizando mais um SBE de P ortas Abertas, na sede da SBE, em Campinas-SP Jos Cludio F araco, do Espeleo Grupo Monte Sio (EGMS), pr oferiu a palestra “Expedio Sagarana: uma viagem pela Coluna P r estes” com um riqussimo acer vo de fotos e experincia inigualvel. Cludio foi um dos trs ni-cos expedicionrios que per corr eram integralmente o caminho da Coluna P r estes. Estiveram pr esentes tambm na expedio Jos Alexandr e Bernar di (em memria) e R onaldo Jaconi. R emontando um pouco da nossa histria poltica, “a Coluna P r estes formouse em abril de 1925, liderada pelo capito L uis Carlos P r estes e pelo general Miguel Costa. O objetivo era derrubar o governo do pr esidente Artur Bernar des, visto o estado de stio, a censura e o autoritaris-mo que mar cavam a situao poltica do pas. O trajeto pelo interior do Brasil deli-neou-se com as estratgias de fuga e com-bate elaboradas por P r estes. A r epr esso levou a mudanas de rumo da r evoluo, r eorientando -a para o interior do pas, a fim de difundir o movi-mento. Contudo, depararam-se com uma populao pobr e, sem condies de apoiar a causa dos r evoltosos. Com o desgaste fsico e a falta de armas, P r estes e os demais lder es da Coluna decidem emigrar para a Bolvia, em fever eir o de 1927.” (AMAR AL, 2007) A expedio do EGMS, r ealizada em 1988, teve durao de seis meses. P artiram de Monte Sio (MG), passando pelo V ale do Ribeira, rumo R egio das Misses (RS), iniciando a grande aventura que se estendeu pelo serto do Brasil. O planejamento desta envolveu patr ocinador es e cooperao das pr efeituras municipais por onde passavam. No foi possvel doao de carr o por empr esas automotivas devido equivocada imagem comunista que os empr esrios associavam expedio, mas os aven-tur eir os espelelogos cumpriram a misso com a benevolncia e cumplicidade da “ Albertina”, uma V eraneio que bebia mais que seus dirigentes, segundo o palestran-te. Neste universo multicultural, a expe-dio foi batizada r ever enciando o “mestr e” Guimares R osa, que experienciou a passagem da Coluna em So R omo, s mar gem do rio So F rancisco, conforme r elatado em seu livr o Sagarana Jor ge Amado tambm inspir ou os amantes da natur eza nesta aventura, pois o nome do veculo foi em homena-gem Sra. Albertina, que o autor descr eve como mulher forte e guerr eira que apoiou at a sua morte a Coluna P r estes. P or onde os expedicionrios passavam deparavam-se com ex-combatentes da r ebelio de 1925 e r esgataram do imaginrio popular frases como: “havia tanto cavaleir o que o riacho ficou sujo duas semanas” (Josias de Melo, 80 anos, um dos guias da Coluna); “h tantas locas (cavernas) aqui que mer ecia at entr evista” disse um morador da r egio de Arinos e Buritis, no Por Brbara Fonseca (SBE 1603) nor oeste de Minas. O escritor L our eno Mor eira Lima, que escr eveu “ A Coluna P r estes: mar chas e combates da coluna invicta” tambm “teve olhos mesmo em tempos de r ebelio” para a descrio da r egio de So Domingos (GO), quando cita a “P edra do Moleque” (morr o ponte agudo que se destaca na paisagem) e “as cavernas grandes e bonitas” daquele municpio, comenta Cludio. A Expedio Sagarana, por per corr er os passos de nossa histria num cenrio rico de identidades culturais e belas paisa-gens, r egistr ou importantes indicador es sociais e ambientais atravs de fotografias e r elatrios, bem como levantou o potencial espeleolgico da r egio de Gois, nor oeste de Minas e Bahia, pouco trabalhado naquela poca. Alm disto, r ecentemente motivou a historiadora da UNICAMP Universidade Estadual de Campinas-SP R enata Xavier que pr ocur ou pelos expedicionrios a fim de dar continuidade sua pesquisa intitulada “ Expedio Sagarana: Histria e memria nas trilhas da Coluna P r estes” Que muitas outras expedies se espelhem na coragem e autenticidade de nossos colegas do EGMS. F eliz Pscoa! Altar no salo de entrada da Lapa da Mangabeira (BA-03), Itua-BA. Uma das muitas cavernas visitadas durante a viagem de seis meses. Cludio F araco, o palestrante: e xperincia fascinante pelo ser to brasileiro. N i v a l d o C o l z a t o J C l u d i o F a r a c o Fonte: AMARAL 2007. “Expedio Sagarana: histria e memria nas trilhas da Coluna P restes” Monografia de curso, UNICAMP

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4 t s N o c ia t s N o c ia MERGULHO EM CAVERNAS No ltimo dia 17/03, a convite do P r of Elias Carneir o Daitx, pr esidente do Espeleo Grupo de Rio Clar o -EGRIC (SBE G013), estive no Campus da UNESP em Rio Clar o, para apr esentar uma palestra sobr e a situao atual do mer gulho em cavernas no Brasil. Estiveram na platia 46 pessoas, a maior parte composta por alunos da UNESP e por integrantes do EGRIC. A palestra abor dou as difer enas entr e a legislao de pr oteo ao patrimnio espeleolgico vigentes no Brasil e nos Estados Unidos. Basicamente nos Esta-dos Unidos, o dono da terra tambm dono da caverna, o que abr e a possibilidade de explorao do r ecurso natural; no Brasil, ser o dono da terra no significa ser o dono da caverna, s do entorno, o que implica na necessidade de se obter uma licena para a explorao econmica. A caverna pr opriedade da Unio pela Constitu-io F ederal, inciso X, art. 20. Assim, de r esponsabilidade do poder pblico a pr oteo, manejo e uso das cavernas. Alm disso foram con templadas as difer enas entr e os riscos das atividades da espeleologia convencio-nal e os da subaqutica, bem como as dife-r enas entr e a formao do mer gulhador e a formao do mer gulhador em cavernas. Dando nfase no mer gulhador de cavernas, discutimos sobr e a importncia de iniciarmos o tr einamento visando a formao de pessoas pr eparadas para mer gulhos em sifes, como ferramenta para expandir a explorao das cavernas brasi-leiras. A tcnica de mer gulhos em sifes, ao contrrio da tcnica mais popular atu-almente, entr e mer gulhador es de caverna brasileir os, no atraente para o mer gulhador mas uma tcnica fundamental para extender a explorao de nossas Por Srgio V iegas (SBE 0721) Coordenador da SES-Seo de Espeleologia Subaqutica da SBE cavernas alm dos limites impostos pelas r eas alagadas. A tcnica de explorao de sifes envolve equipamentos e configura-es muito difer entes do equipamento tipicamente utilizado por mer gulhador es de cavernas brasileir os. As tcnicas atuais so definidas pelas caractersticas das cavernas atual-mente exploradas, em especial, as caver-nas situadas nas r egies da Serra da Bodoquena e da Chapada Diamantina. Acr edita-se que o nmer o de cavernas com sifes seja cinco vezes maior que o nme-r o de cavernas onde a tcnica atual pode ser usada. Dentr e as tcnicas adotadas pela National Speleological Society Cave Diving Section ( ) encontram-se: o Espleo -Sub, que pr ocura sales secos aps condutos e galerias alagados (sifes); Aquanauta / Espleo Hidr onauta, para explorao de r essur gncias pr ofundas. Nas cavernas inundadas brasileiras, a tcnica mais utilizada a Espleo -Hidr onauta, cujos mer gulhos pr ofundos e de grande durao r equer em o uso de mis-turas gaso sas e tcni-cas de des-compr esso. Seria mais simples estimular mos os gru-pos de espe-leologia a se inter essar em pelo mer gulho em caver-nas, visando futuramente buscar uma especializao no mer gulho em sifes, do que atrairmos os mer gulhador es de caverna para essa tcnica especfica. Os integrantes dos grupos poderiam se iniciar no mer gulho buscando uma formao slida no mer gulho r ecr eativo e, depois, no mer gulho em cavernas para se familiarizar em com os equipamentos, com o ambiente e com os riscos. Os caminhos para formao, tanto do mer gulhador r ecr eativo quanto do mer gulhador de cavernas, tambm foram dis-cutidos, bem como a Instruo Normati-va 100, publicada em 05 de junho de 2006, que r egulamenta a atividade de mer gulho em cavernas no Brasil. http://www .nsscds.com Mergulhador ilumina estalactite na Gruta do Mimoso, Bonito -MS. Cancun, Mxico, 02 de maro de 2007. Dois mer gulhador es estrangeir os descobriram no Mxico o rio subterrneo mais extenso do mundo, de quase 154 km de comprimento e uma pr ofundidade mxima de 72 metr os, na P ennsula de Y ucatn. Sam Meacham, dir etor do Centr o Investigador do Sistema Aqfer o de Quintana R oo, estado mexicano, dice que a descoberta se deu no final de janei-r o deste ano por R obbie Schimittner de origem alem, e Steve Boagarts, da Ingla-terra, que conseguiram conectar o que, num primeir o momento, pensaram se tratar de dois rios difer entes. Especialista em espleo -mer gulho e originrio do T exas, EU A, Sam Meacham explicou que, depois de trs anos de exploraes, os dois investigador es conseguiram conectar os rios Sac Actn (Ca-verna Branca, na linguagem Maia) e Nohoch Nah Chich (Grande Casa das Aves), que somaram 153,6 km. O novo sistema r ecebeu o nome de Sac Actn,, “por que o maior come o menor ”, disse Meacham. A entrada do sistema est prxima zona ar queolgica de T ulum, e sua desembocadura situa-se na zona costei-ra da Riviera Maya. A descoberta coloca este sistema subterrneo no 9 lugar entr e as cavernas mais extensas do mundo, secas ou inundadas. O estado de Quintana R oo conta, agora, com os trs rios subterrneos mais extensos do mundo. Alm do siste-ma Sac Actn, esto o Ex Bel H, com 146,761 km e pr ofundidade mxima de 33,5 metr os, e o Dos Ojos (Dois Olhos), de 57 km e 25 metr os de pr ofundidade. Curiosidade: o sistema Sac Actn possui 111 cenotes, que so aberturas onde o rio emer ge terra, facilitando a explorao subaqutica por setor es. Mais informaes: Fonte: P eridico El Explorador N 35, de 26 de maro de 2007. Sociedade Espeleolgica de Cuba. http://www .jornada.unam.mx/2007 /03/03/index.php?section=ciencias&article=a03n1cie DESCOBERTO NO MXICO O MAIS EXTENSO RIO SUBTERRNEO DO MUNDO A c e r v o S r g i o V i e g a s

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5 t s N o c ia t s N o c ia PROJETO CAVERNA DO DIABO EXPEDIO SEMANA SANTA Dias 5 a 8 de abril de 2007 Objetivos: P r ospeco na r egio do Ribeiro do R olado e Crr ego do F rias e aprimoramento da topografia da Caverna do Diabo com checagem dos dados coleta-dos em expedies anterior es. Pblico: scios ativos e membr os das entidades filiadas a SBE. V A GAS LIMIT AD AS. Contato: procad_sbe@yahoogroups.com.br CONVOCAT"RIA PARA EXPEDIO DESAFIOS NA CONSTRUO DOS INDICADORES AMBIENTAIS PAULISTANOS: 5 ANOS DE DISCUSSO SEMINARIO PROCAD III INSCRI'ES GRA TUIT AS: Envie nome, instituio cargo (ou profisso), telefone e e-mail para A par ticipao ser confirmada por e-mail L OCAL: F aculdade de Sade Pblica da USP Auditrio Joo Y unes A v Dr Arnaldo 715 Cerqueira Csar (Metr Clnicas) So P aulo -SP Departamento de Sade AmbientalSIADES indiambientaissvma@prefeitura.sp.gov .br 10 e 11 de abril de 2007 P or meio de uma comparao, at que ponto nossa natur eza humana vive banhada em luz ou mer gulhada em sombras? V! Ser es humanos vivendo em um abrigo subterrneo, uma caverna, cuja boca se abr e para a luz, que a atinge em toda a extenso. A sempr e viveram desde crianas, tendo as pernas e o pescoo acorr entados, de modo que no podem mover -se, e apenas vem o que est sua fr ente, uma vez que as corr entes os impedem de virar a cabea. Acima e por trs deles, um fogo ar de a certa distncia e, entr e o fogo e os prisioneir os, a uma altura mais elevada, passa um caminho. Se olhar es be, vers uma par ede baixa que se er gue ao longo desse caminho, como se fosse um antepar o que os animador es de marionetes usam para esconder -se enquanto exibem os bonecos. [...] P ois esses ser es so como ns. Vem apenas suas prprias sombras, ou as som-bras uns dos outr os, que o fogo pr ojeta na par ede que lhes fica fr ente." Plato, R epblica, Livr o 7 A analogia de Plato um ataque aos nossos hbitos de pensamento. Estamos acostumados, diz ele, a aceitar os objetos concr etos que nos cer cam como "r eais". Mas eles no so. Ou melhor eles so s cpias imperfeitas e menos "r eais" de "formas" imutveis e eternas. Essas formas, como Plato as define, so as r ealidades permanentes, ideais e originais a partir das qua-is (de alguma forma) so construdas cpias concr etas imperfeitas e corruptveis. P or exemplo, cada cadeira em nosso familiar mundo de objetos meramente uma imita-o, ou "sombra", da Cadeira Ideal. Cada escrivaninha uma cpia da Escrivaninha A Caver na de Plato A Caver na de Plato A Caver na de Plato Ideal, que nunca muda, que existe pela eternidade, e na qual voc nunca pode derramar caf. Essas cadeiras e escrivaninhas ideais, segundo Plato, no so fantasias; elas so de fato mais "r eais" que suas imitaes materiais, por que so mais perfeitas e universais. Entr etanto, como nossos sentidos corr ompidos tm sido sempr e enganados, ns somos cegos para o mundo dos ideiais. Nos-sas mentes esto escravizadas a imitaes que ns, desta maneira, confundimos com a r ealidade. Somos prisioneir os em uma caverna filosfica. "no mundo do conhecimento, a idia do bem apar ece por ltimo e per cebida apenas com esforo; mas, quando per cebida, tornase clar o que ela a causa universal de tudo que bom e belo, o criador da luz e o senhor do sol neste mundo visvel.” O Fogo Parede baixa que se ergue ao lo ng o do c am in ho so m br as pr oj et am -s e ne st a p ar ed e prisioneiros subida p ara a luz do sol luz do sol difundida a caverna

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07 a 10/06/2007 29 Congresso Brasileiro de Espeleologia (CBE) Ouro P reto -MG www .sbe.com.br/29cbe.asp 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongreso2007.org 13 a 19/08/2007 Conferncia Interncional de Hidro geologia do Carste e Ecossistemas K entucky EUA http://hoffman.wku.edu/karst2007/k2007.html 21/04/2007 P alestra: Fotografia na Natureza. P alestrante: R en de Souza, fotgrafo e membro do Conselho Deliberativo da SBE Local: Sede SBE Campinas SP www .sbe.com.br/aber ta.asp 6 sbe@sbe.com.br www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial: uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E.P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S As edies i m p r e s s a s esto disponveis par a consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados v ia e-mail. The Journal of the Sydney Speleological Society N 2 Fev/2007 NSS News National Speleological Society n 2 Fev/2007 R evista de la F acultad de IngenieraUniversi os dad Central de V enezuela, 2006 N 1 e 2 Atlas de uso e ocupao do solo da regio metropolitana de Curitiba – P roblemas ambien tais relacionados – CPRM, Min. Minas e Energia, Gov .Federal. Atlas geoambiental da regio metropolitana de Curitiba: subsdios ao planejamento territorial – CPRM, Min.Minas e Energia, Gov Federal. CD – Geologia e R ecursos Minerais do Estado de So P aulo (Sist. Inform.Geogrficas – SIG) N ovas A quisies “COR TIN AS” Data: 19/02/2007 Autor: Srgio Amaral R esende (SBE 1551) Detalhe do teto Salo da Catedral P ar te turstica da Caverna do Diabo (SP -02) P arque Estadual do Jacupiranga Eldorado -SP Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br 2 9 C O N G R E S S O B R A S I L E I R O D E E S P E L E O L O G I A N o v o p r a z o p a r a e n v i o d e t r a b a l h o s : 3 0 / 0 4 / 2 0 0 7 D e t a l h e s n a p g i n a 2 O u r o P r e t oM G 0 7 a 1 0 / 0 6 / 2 0 0 7 MAIS INFORMA'ES: www .sbe.com.br/29cbe.asp S r g i o A m a r a l R e s e n d e


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