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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Speleocongreso 2007: II Circular - Palestra na SBE sobre fotografia na natureza - Tijuco Alto: está aberto o prazo para a realização de audiências públicas - Custo da energia solar deve cair - Desativando represas - Caverna chinesa guarda informações sobre a dispersão do homem moderno - Simbologia de superície para o carste: lista oficial da UIS - Concurso da UIS recebe doze bandeiras - Sibea tem novo portal - Foto do Leitor: Gruta das Andorinhas (PR-52).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 47 (2007)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03428 ( USFLDC DOI )
k26.3428 ( USFLDC Handle )
8682 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Speleocongreso 2007:
II Circular Palestra na SBE sobre fotografia na natureza -
Tijuco Alto: est aberto o prazo para a realizao de
audincias pblicas Custo da energia solar deve cair -
Desativando represas Caverna chinesa guarda informaes sobre
a disperso do homem moderno Simbologia de supercie para o
carste: lista oficial da UIS Concurso da UIS recebe doze
bandeiras Sibea tem novo portal Foto do Leitor: Gruta das
Andorinhas (PR-52).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 2 N 47 1 1/04/2007 PALESTRA NA SBE SOBRE FOTOGRAFIA NA NATUREZA Dia 21 de abril (sbado) a SBE r ealizar em sua sede o “XIX SBE de P ortas Abertas” com a palestra: “F otografia na Natur eza” apr esentada por R en de Souza (SBE 0562) fotgrafo e membr o do GESMAR (Grupo Est. Amb. Serra do Mar G027). R en vai apr esentar as tcnicas de fotografia na natur eza, abor dando assuntos como: fotografia de cachoei-ras, animais, plantas e cavernas; a utilizao de equipamentos apr opriados; composio fotogrfica; anlise de foto-grafias para estudos; etc. Aps a parte terica, os participantes faro um "Safri F otogrfico" pelo P ar que T aquaral, colocando em prtica os conceitos apr esentados. Esta palestra est sendo r ealizada pela segunda vez no pr ojeto SBE de P ortas Abertas, atendendo a inmer os pedidos. V eja como foi a primeira paletra de F otografia em: Compar ea e traga sua mquina fotogrfica de qualquer mar ca ou modelo (com filme ou digital)! L ocal: P ar que T aquaral P orto 2 Campinas SPData: 21/04/2007Horrio: 09h30Entrada gratuita Saiba mais sobr e o pr ojeto em: SBE Notcias n9 Sede da SBE www .sbe.com.br/aberta.asp Preos das inscries : US$350,00 at 30 /04/2007;US$375,00 de 01/05 a 15/07/2007;US$400,00 aps 15/07/2007. Em r elao ao valor da inscrio, haver exceo para aqueles que esto com o pr ocesso de visto em andamento. Se voc r eceber sua confirmao aps alguma das datas limite, ficar isento do aumento. F avor enviar uma cpia escaneada de seu visto junto com o pagamento. O pr eo inclui todos os benefcios indicados no site do congr esso. No haver descontos para alojamentos fora das depen-dncias do CECADER Lamentamos informar que, por razes de logstica de alimen-tao, segurana e r egulamento da Universidade de P orto Rico, no sero aceitas inscries par ciais (um dia ou dois, por exemplo). Acompanhantes : Em 30 dias, no mximo, divulgar emos no site do congr esso uma lista de opes de pr ogramas para os acompanhantes dos congr essistas. Site do congresso com problemas : No momento o site do congr esso no est funcionando por que a empr esa que nos ofer ecia o ser vio per deu seu cr edenciamento e teve que encerrar suas operaes. P edimos desculpas a todos pelos inconvenientes. Nosso web mster Carlos Cruz, est trabalhando ar duamente para transportar todo o site para uma nova empr esa. O ender eo continua o mesmo: Esperamos que tudo esteja normalizado o mais br eve possvel. Enquanto isso, solicitamos que utilize o ender eo abaix o: Preguntas : F avor envi-las para: Contamos com sua pr esena em Aguadilla, P orto Rico. www .speleocongr eso2007.or g host451.ipower web.com/~speleoco enlacepr@caribe.net II Circular 01 de abril de 2007 T empo : F altam menos de quatr o meses para o incio do V Congr esso da FEALC e I Congr esso da F ederao Espeleolgica de P orto Rico FEPUR que ser r ealizado nas dependncias da Universidade de P orto Rico, municpio de Aguadilla. V oc pr ecisa de visto para viajar e ainda no o solicitou? J fez sua inscrio e pagou? Resumos de T rabalhos : A data para r eceb-los j se encerr ou. R ecebemos mais de 85 r esumos orais, inscritos nas mais diversas r eas da cincia espeleolgica, pr ometendo uma jornada bastante inter essante. Alm disso, ter emos quatr o palestras especiais, uma em cada dia de apr esentao de trabalhos. Espeleofesta : J temos cer ca de oito horas de vdeos, documentrios e outr os meios audiovisuais. Vrias fotografias e mapas de cavernas foram pr ometidos. Quer emos lembrar que ainda estamos aceitando tra-balhos para a Espeleofesta (para mais infor-maes, visite o site do congr esso). Convites e vistos : Os convites pessoais j foram enviados, tanto para ajudar na solici-tao de visto de entrada em P orto Rico (visto americano) quanto para aqueles que o necessitam para apr esentar no trabalho. Alm disso, temos um carta oficial do Departamento de Estado de P orto Rico em apoio ao seu pedido de visto para viajar ao congr esso. Se voc pr ecisa de uma carta para o visto ou para seu trabalho, favor nos mandar uma mensagem o mais rpido possvel com as informaes necessrias para o envio. Os trmites para o visto tomam bastante tempo. No deixe para a ltima hora. Inscries : Quer emos r elembrar que o pr ocesso de inscrio para o V Congr esso da FEALC e I Congr esso FEPUR j comeou. R ecomendamos que se inscr eva agora para apr oveitar os descontos. O fotgraf o em ao V C o n g r e s s o d e E s p e l e o l o g i a d a A m r i c a L a t i n a e C a r i b e I C o n g r e s s o d a F e d e r a o E s p e l e o l g i c a d e P o r t o R i c o A g u a d i l l a P o r t o R i c o 2 9 d e j u l h o a 0 4 d e a g o s t o d e 2 0 0 7

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TIJUCO ALTO : EST ABERTO O PRAZO PARA A REALIZAO DE AUDINCIAS PBLICAS CUSTO DA ENERGIA SOLAR DEVE CAIR 2 t s N o c ia t s N o c ia Adaptado por Marcelo Rasteiro (SBE 1089) Atualmente existem cer ca de 800 mil r epr esas em todo o mundo, sendo 45 mil de grande porte, ou seja, com pr ofundidade superior a 15 metr os. A maioria foi construda no sculo passado, principalmente aps a Segunda Guerra Mundial. Apesar de apr esentar em clar os benefcios como suprimento de ener gia r enovvel, fornecimento de gua para irrigao, lazer etc, isso tem um pr eo salgado. As r epr esas desalojam famlias e causam cada vez mais contr ovrsia nos pases em desenvolvimento. As estruturas elimi-nam paisagens, r etm sedimentos (necessrios aos deltas, mar gens de rio e praias), bloqueiam a passagem de peixes migrat-rios e destr oem ecossistemas dentr o e ao r edor de cursos d’gua. Conser vacionistas h muito se opem sua construo e, mais r ecentemente, tm lutado pela desativao de antigas r epr esas. Nos Estados Unidos, onde as hidr o eltricas devem r enovar sua licena em perodos que vo de 30 a 50 anos, o rtimo de desativao de r epr esas excedeu o de construo na ltima dcada. S nos lti-mos dois anos, cer ca de 80 r epr esas foram demolidas e acr edita-se que elas continuaro sendo destrudas, principalmente as pequenas. Embora os Estados Unidos sejam lder es nessa iniciativa, outr os pases como a F rana, A ustrlia, Canad e Japo tambm destruram r epr esas ou esto planejando r emov-las. Na maioria dos lugar es onde as r epr esas foram eliminadas, a limpidez da gua e o nvel de o xignio aumentaram, insetos aquticos e espcies de peixes que pr efer em guas geladas e rpidas voltaram aos rios e as pessoas a tirar pr oveito dos mesmos. Contudo a liberao dos sedimentos r etidos na r epr esa pode obstruir os canais, enlameando o meio ambiente e destruindo insetos e algas. Os sedimentos que no so levados pela corr enteza tambm podem secar e formar um solo frtil para espcies exticas. Quando o sedimento contm altos nveis de poluentes ou se o escoamen-to pequeno, ainda necessrio a desativa-o em estgios ou r emoo do material. Alm disso, o maior pr oblema o que fazer com o gigantesco acmulo de sujeira e entulho. Assim, devemos pensar na futura desativao de um pr ojeto ao inici-lo. L eia o texto original em: Fonte: Scientific American Brasil 04/2007 O custo de pr oduo da ener gia solar cair at o final da dcada, equiparando -se ao custo da eletricidade gerada pelo car vo, o que informa um r elatrio r ealizado pela empr esa eur opia Photon Consulting. Entr etanto, a r eduo dos custos de pr oduo no iro acarr etar pr eos substancialmente mais baratos para os consu-midor es, devido a dinmica atual do mer cado, que indica que o aumento da demanda vai superar o fornecimento. O r elatrio pr ev que em 2010 a ener gia solar ter um custo de 10 a 12 centavos de dlar por quilowatt hora (kWh) na Espa-nha, praticamente o mesmo pr eo da pr oduo de eletricidade com car vo. No sul da Alemanha, o custo cair para 18 centavos de dlar/kWh pela pri-meira vez abaix o do pr eo atual da ener gia da r ede para consumidor es (de 20 centavos de dlar/kWh). Na Califrnia, o custo deve cair para 13 centavos de dlar/kWh. O estudo, chamado “ Os ver dadeir os custos da ener gia solar ” (The T rue Costs of Solar P ower) analisou somente o custo da pr oduo de ener gia solar com a utilizao de clulas cristalinas fotovoltaicas. O r elatrio alerta que a queda contnua dos pr eos para os fornecedor es no levar a uma r eduo dos pr eos aos consumidor es, pelo menos nos prximos anos. A principal razo para que os pr eos permaneam altos o fato de que o fornecimento no dar conta da demanda. Difer ente dos combustveis fsseis, as ener gias solar elica e hdrica so fontes de ener gia r enovveis, ou seja, no envolvem a emisso de gases do efeito estufa quando utilizadas para pr oduzir eletricidade. Fonte: Carbono Brasil 09/04/2007 DESATIVANDO REPRESAS O prazo para a solicitao de audincias pblicas para discutir o Estudo de Impacto Ambiental (EIA/Rima) da Usina Hidr eltrica de Tijuco Alto, planejada para o rio Ribeira de Iguape, foi aberto no dia 30 de maro por meio de edital publicado no Dirio Oficial da Unio. Os inter essados devem enviar ao Ibama o pedido de r ealizao das audincias, que deve estar assinado por uma asso-ciao civil ou por 50 ou mais cidados, at o dia 14 de maio. A r ealizao das audincias no significa que a obra j esteja apr ovada P elo contrrio, elas so r ealizadas para que as pessoas saibam quais os possveis impactos da obra e para que o Ibama conhea a opinio das pessoas e comunida-des que sero dir eta ou indir etamente impactadas pelo empr eendimento. tambm nas audincias que qualquer cidado pode apr esentar obser vaes sobr e os estudos r ealizados ou mesmo novos estudos indicando pr oblemas que no foram pr evistos no EIA/Rima. Apenas depois das audincias que o Ibama deve decidir se autoriza ou no a construo da obra. O local e data das audincias ainda no foram decididos, pois dependem das cidades que queiram sedi-las. Como a hidr eltrica vai pr ejudicar mais de uma cidade, muito pr ovvel que cada uma r ealize pelo menos uma audincia. No caso de Tijuco Alto, com certeza haver audin-cias em Cerr o Azul (PR) e em Ribeira (SP), municpios que seriam dir etamente afetados pela barragem. P ara as outras cidades do V ale do Ribeira, situadas rio abaix o, s haver uma audincia se houver solicitao de muita gente, embora algumas delas – como Iporanga, Itaca e Eldorado venham a ser dir etamente impactadas pelas outras barragens pr ojetadas para o rio Ribeira. Quem quiser discutir o pr ojeto em sua cidade deve or ganizar um abaix o assinado, com mais de 50 assinaturas, e envi-lo Dir etoria de Licenciamento Ambiental do Ibama (SCEN T r echo 2 Ed. Sede Bloco "C" 1 andar Cx.P ostal n 09870 Asa Norte Braslia DF) at o dia 14 de maio. Muito possivelmente as audincias sero r ealizadas na ltima quinzena de maio, embora a lei no diga nada a r espeito. Com as audincias, comea a fase decisiva do pr ocesso de Tijuco Alto. nelas que as dvidas sobr e o pr ojeto devem ser sanadas, e que os possveis pr oblemas devem ser apontados. P odem ser feitas manifestaes orais ou entr ega de documentos escritos. com base em tudo isso que o Ibama vai decidir sobr e a viabilidade ambiental do empr eendimento. P or isso a participao ativa de todos os inter essados de grande importncia. Fonte: Notcias Socioambient ais 04/04/2007 I S A Par ticipe dest a Campanha!

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CAVERNA CHINESA GUARDA INFORMA'ES SOBRE A DISPERSO DO HOMEM MODERNO SIMBOLOGIA DE SUPERFCIE PARA O CARSTE: LISTA OFICIAL DA UIS 3 t s N o c ia t s N o c ia Mandbula encontr ada na Caverna de T ianyuan Os smbolos de superfcie para r epr esentao cartogrfica do carste (ambiente onde ocorr em cavernas e ouras formaes especficas), usados principalmente por geomorflogos, so portador es de importantes informaoes nos mapas de estudo de determinada r ea crstica. At r ecentemente, estes smbolos estavam, apenas, par cialmente padr onizados, ainda assim, mais em funo de um senso comum do que uma definio oficial de uma entidade, o que, por vezes dificultava a clara interpr etao de alguns mapas. Assim sendo, a International Union of Speleology ( ) entidade que or ganiza a espeleologia mundial em conjunto com a International Geographics Union (IGU), desenvolveu um trabalho de padr onizao destes smbolos, contando com a colabora-o de geomorflogos de todo o mundo. No Brasil, coube ao P r of MSc. Rubens Har dt (SBE 0495) r epr esentar o pas na discusso. Aps diversas colocaes, tr ocadas atravs da internet pelos diversos envolvi-dos, a simbologia oficial foi votada pelos r epr esentantes de cada pas nos meses de maro a julho de 2006. Como r esultado, obteve-se uma coleo de smbolos a ser em utilizados em mapeamento geomorfolgico de superfci-es crsticas, uma importante ferramenta para a classe espeleolgica. A simbologia completa pode ser encontrada na pgina: Fonte: Rubens Hard t 01/03/2007 UIS www .sghbern.ch/surfacesymbols/ symbol1.html CONCURSO DA UIS RECEBE DOZE BANDEIRAS O concurso para eleio da bandeira oficial da Unio Internacional de Espeleolo-gia ( ), divulgado no (p.3), r ecebeu 12 pr opostas, dentr e elas algumas do Brasil. A UIS, entidade a qual a SBE filiada, or ganiza a espeleologia mundial e vai apr esentar sua nova bandeira (uma das inscri-tas) no15 Congr esso Internacional de Espeleologia (ICS) a se r ealizar em julho de 2009 na cidade Kerr ville, T exas, Estados Unidos. O julgamento das pr opostas ser na r eunio da UIS, durante o V Congr esso da FEALC (CEALC) em P orto Rico nos meses de julho e agosto de 2007. Os nomes dos autor es e a naciolidade de cada pr oposta no foram divulgados para no influenciar no julgamento, mas os pr ojetos de bandeiras que foram r ecebidos j podem ser visualizados na pgina abaix o: UIS SBE Notcias n40 www .hawaiiflow .com/ sailing/uis_flags.html A frica o bero da humanidade. Mas, de acor do com um novo estudo feito por pesquisador es chineses e norteamericanos, a maneira como o homem saiu do continente africano para povoar o r estante do planeta pr ecisa ser r evista, pois mais complexa do que se imaginava. O estudo, publicado dia 17/04 na r evista descr eve a anlise de 34 pedaos de fsseis com idade estima-da de 35 mil anos, descobertos na caver-na de Tianyuan, na China. As peas for mam o mais antigo esqueleto humano encontrado at hoje no leste da sia. Segundo o grupo, coor denado por Erik T rinkaus, da Universidade de W ashington em Saint L ouis, nos Estados Unidos, os detalhes, na maioria, guar dam semelhanas com o homem moderno, mas alguns esto mais prximos dos humanos ar caiP r oceedings of the National Academy of Sciences (P nas) cos, como a pr oporo entr e os dentes anterior es e posterior es. Com base nos r esultados, os cientistas apontam que “uma disperso simples dos humanos modernos a partir da frica impr ovvel”. Segundo eles, o esqueleto de Tianyuan suger e que a disperso se deu a partir de movimentos em difer entes perodos e a partir de outras r egies do continente africano que no apenas o leste, como o oeste e sul. Os autor es do estudo apontam que o esqueleto, agora analisado, fornece dados sobr e muitos aspectos a r espeito de sua biologia que sero teis para r econstruir a transio dos huma-nos ar caicos para os modernos no leste da sia. L eia o artigo de Erik T rinkaus em formato PDF An early modern human fr om Tianyuan Cave, Zhouk oudian, China Fonte: Agncia F APESP 03/04/2007 Exemplo de smbolos utilizados P n a s h o r i z o n t a l s p r i n g ( c a v e p e n e t r a t i o n ) h o r i z o n t a l p o n o r ( c a v e p e n e t r a t i o n ) h o r i z o n t a l d r y c a v e SIBEA TEM NOVO PORTAL O Ministrio do Meio Ambiente colocou no ar dia 04 de abril, o novo portal eletrnico do Sistema Brasileir o de Informaes sobr e Educao Ambiental (Sibea). O portal conta com um banco de dados com 200 mil informaes sobr e educao ambiental. Nele, os usurios tero acesso s informaes sobr e especialistas, instituies e grupos que atuam na pr eser vao do meio ambiente. Segundo o dir etor -substituto de Educao Ambiental do Ministrio do Meio Ambiente, Jos V icente de F r eitas, o portal visa pr omover a educao ambiental para o desenvolvimento de uma cultura compr ometida com a defesa do planeta. "Esse o nosso grande desafio, fazer com que cada cidado desse pas possa se transformar num educador ambiental e, na sua r ea de atuao, possa empr eender alguma ao que auxilie nesse pr ocesso de superao da crise", disse. O Sibea pode ser acessado no ender eo abaix o e os especialistas podem se cadastrar no banco de dados: sibea.mma.gov .br/dcsibea Fonte: V oz do Brasil 05/04/2007

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E. P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologia UIS K err ville, T exas, EU A www .ics2009.us 21/04/2007 P alestra e demonstrao: F otografia na Natureza Sede SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp 07 a 10/06/2007 29 Congresso Brasileiro de Espeleologia (CBE) Ouro P reto -MG www .sbe.com.br/29cbe.asp C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongreso2007.org As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. Boletim Info -SSF N84, Fdration F ranaise de Splologie: Dez/2006. R evista Scientific American Brasil N59, Duetto: Abr/2007. Boletim eletrnico Cone xo Subterr nea N48, R edespeleo Brasil: Mar/2007. Boletim eletrnico El Explorador N35, GEDA/SEC: F ev/2007. Boletim eletrnico Boletim Informati vo da Sociedade P araibana de Arque ologia N4, SP A: Mar/2007. N ovas Aquisies Cav erna das Andorinhas Data: 09/1995 Autor: Jos Mrio Budny (SBE 0230) Gruta das Andorinhas (PR -52): P rojeo Horizontal 161 m, Desnvel 58 m P onta Grossa-PR Na foto Osmar e Moiss, devidamente equipados, obser vam a entrada da caverna. V eja mais fotos da cavernas do P aran em: http://fotos.terra.com.br/album.cgi/*863992 Jos Mrio Budny 2 9 C O N G R E S S O B R A S I L E I R O D E E S P E L E O L O G I A N o v o p ra zo p a ra e n v io d e tr a b a lh o s e i n sc ri e s c o m p re o s re d u zi d o s : 3 0 /0 4 /2 0 0 7 O u r o P r e t oM G 0 7 a 1 0 / 0 6 / 2 0 0 7 MAIS INFORMA'ES : www .sbe.com.br/29cbe.asp Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br