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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Parecer SETUR/SBE sobre norma de espeleoturismo - Fotografia foi tema na sede da SBE - As mais profundas cavernas do mundo - Pesquisador propõe nova província espeleológica - Posse-GO é área piloto para implantação do CANIE - Governo reestrutura o Ministério do Meio Ambiente - Foto do Leitor: Gruta do Chapéu (SP-13).
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Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 49 (2007)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
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University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03430 ( USFLDC DOI )
k26.3430 ( USFLDC Handle )
8684 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Parecer SETUR/SBE
sobre norma de espeleoturismo Fotografia foi tema na sede da
SBE As mais profundas cavernas do mundo Pesquisador prope
nova provncia espeleolgica Posse-GO rea piloto para
implantao do CANIE Governo reestrutura o Ministrio do Meio
Ambiente Foto do Leitor: Gruta do Chapu (SP-13).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 2 N 49 01/05/2007 PARECER SETUR/SBE SOBRE NORMA DE ESPELEOTURISMO Por Heros Augusto Santos Lobo (SBE 1347) Coordenador da Seo de Espeleoturismo da SBE (SETUR/SBE) As no Brasil so integrantes de um pr ojeto do Ministrio do T urismo (Mtur), sob execuo do Instituto de Hospitalidade (IH) em par ceria com a Associao Brasileira de Nor-mas Tcnicas (ABNT). Conforme explica o Instituto de Hospitalidade (2007), o objeti-vo da normalizao em turismo de aventura o desenvolvimento desse segmento com qualidade e segurana. P or meio da criao de normas tcnicas, o pr ojeto pr etende contribuir para a pr ofissionalizao da operao do turismo de aventura no Brasil, criando um ambiente pr opcio para a sua insero no mer cado internacional e atraindo um flux o r elevante de turistas estrangeir os para o pas. F ica clar o tambm que o conjunto de normas em questo no se aplica s atividades esportivas, sendo diri-gidas ao turismo comer cialmente institucionalizado. Nesse contexto, a participao da SBE tem sido efetiva dentr o da comisso de elaborao das normas de espeleoturismo de aventura, tanto em r eunies pr esenciais quanto em fruns virtuais r ealizados por um perodo de quase um ano de discus-ses. Desde o incio deste ano, a SETUR tem buscado uma articulao junto aos seus membr os integrantes, de forma a identificar qual o posicionamento a ser tomado fr ente ao pr ocesso de apr ovao da norma de espeleoturismo de aventura r equisitos para pr oduto. O que se segue abaix o fruto destas discusses, deixando clar o que o posicionamento da SETUR/SBE favorvel ao desenvolvimento do espeleoturismo, desde que este seja pautado em princpios de qua-lidade pr ofissional e ambiental, segurana e sustentabilidade. COMENTRIOS NORMA DE PRODUT O ESPELEOTURISMO DE A VENTURA : Ao analisar a r eferida norma, atualmente em votao aberta participao popular no site da ABNT a SETUR levanta os seguintes aspectos, que se no levados em conta, contrariam os princpios menci-onados: 1. Quanto ao uso de r eator es de normas de T urismo de Aventura carbur eto (item 6.2): a norma em questo enftica quanto ao uso das carbur eteiras como r equisito obrigatrio para o pr oduto de espeleoturismo de aventura. Nesse sentido, a SETUR se posiciona de forma contrria a tal indicao, levando em conta os seguintes fator es: a). As carbur eteiras j foram objetos de diversas pesquisas, tanto no Brasil quan-to no exterior que demonstram seus impactos negativos ao ambiente subterr-neo. O excesso de calor fuligem e gs carbnico gerados pelo sistema, que funciona a base de fogo, alteram por vezes de forma irr eversvel algumas das caractersticas fsicas, biticas e climticas do meio caver-ncola. b). Existem alternativas viveis ao uso dos r eator es de carbur eto, j amplamente utilizadas em diversos pases, e adotadas por diversos guias, monitor es e condutor es de espeleoturismo no Brasil. Os sistemas de iluminao mvel eltrica, acoplados ao capacete e base de so um exemplo disso. c). A norma apr esenta uma situao de contra-senso, ao sugerir no item 13 que medidas de mitigao, compensao e conser vao scio -ambiental sejam tomadas. Se existem estudos cientficos que compr ovam que em determinadas situaes especiais de confinamento e cir culao de ar e gua os r eator es de carbur eto causam impactos e danos ambientais, por que incentivar seu uso? No seria prudente que uma norma que prima pela qualidade em nveis internacionais de comer cializao considerasse os avanos tecnolgicos existentes? 2. A tabela que indica a quantidade de monitor es por grupo de turistas (item 5.1) pr ecisa ser r evista. P artindo do entendimento que a norma versa sobr e espeleoturismo de aventura, onde o risco emi-nente e parte integrante do pr oduto, e adicionando -se a isso o agravante de ser em um ambiente confinado e por vezes adver-so, a determinao de um mnimo de um guia por grupo pode ser insuficiente, e compr omete a segurana do turista. Em um caso de emer gncia, quem tomaria conta do grupo enquanto o guia buscaria auxlio? R ecomenda-se que para atividades de avenLED ’s tura, o mnimo de condutor es por grupo de turistas seja de dois, em qualquer caso, sendo as pr opores guar dadas em funo do aumento do nmer o de turistas. Existem alternativas cabveis para os pontos apr esentados. Ao invs de carbur eteiras, uma norma de r eferncia mer cadolgica e conceitual poderia optar pelo termo “iluminao acoplada ao capacete”. Alm disso, a norma poderia tambm apontar para um mnimo de dois condutor es por grupo de espeleoturismo de aventura, de forma a ampliar a segurana de todos os envolvidos. Assim, ao considerar os pontos explicitados, a SETUR/SBE convida a comunida-de espeleolgica r eflexo, e ao seu posicionamento em r elao ao tema. No quer emos com isso atravancar o pr ocesso de normalizao do T urismo de Aventura no Brasil, ao qual manifestamos nosso apoio pessoal e institucional. T ambm no buscamos desta forma uma vitria fr ente ao pr ocesso, at por entender que no se trata de um embate, mas sim, de uma r elao sinr gica em pr ol das boas prticas do espeleoturismo de aventura e da conser vao do patrimnio espeleolgico brasileir o. T odavia, se existem pontos que podem ser melhorados e atualizados, por que no o fazer em tempo? Entendemos que as caver-nas brasileiras mer ecem essa considerao por parte da comunidade espeleolgica e do trade turstico. Apr ovar a norma em sua ntegra, da forma como hoje est apr esentada, significa negligenciar aspectos que poderiam ter sido obser vados, em pr ol da manuteno de um sistema de visitao turstica que como j sabido car ece de melhorias constantes. P or fim, esclar ecemos que a SETUR se mantm aberta ao dilogo, de forma a iden-tificarmos solues mais adequadas para os pontos obser vados, bem como para o esclar ecimento de possveis dvidas que possam sur gir a partir desta. Comunique-se com a SETUR/SBE: D seu par ecer sobr e a norma em Consulta Nacional. V isite a pgina abaix o e selecione ABNT/CB -54 TURISMO: turismo@sbe.com.br www .abntnet.com.br F l v i a R o c c a P e r e i r a

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FOTOGRAFIA FOI TEMA NA SEDE DA SBE 2 t s N o c ia t s N o c ia O portal W or d Caving News (WCN) divulgou uma lista das cavernas do mundo com maior es desnveis (difer ena em metr os do ponto mais elevado e o mais pr ofundo da caverna). No portal tambm possivel ver os comentrios de outr os espelelogos ou ainda fazer suas prprias consideraes. Nenhuma caverna brasileira mencionada no portal WCN, j que nossa cavida-de mais pr ofunda, o Abismo Guy Collet (AM-3), tem um desnvel de 670 m (ver matria no ) e s foram consideradas as 201 mais pr ofundas, com desnveis superior es a 745 metr os. AS 10 MAIS: 1 V or onja Krubera Cave fUSSR : Geor gia: 2.170 m; 2 Lampr echtsofen V ogelschacht W eg Schacht A ustria: 1.632 m; 3 Gouffr e Mir olda / L ucien Bouclier F rance: 1.626 m; 4 R eseau Jean Bernar d F rance: 1.602 m; 5 T or ca del Cerr o del Cuevon / T or ca de las Saxifragas Spain: 1.589 m; 6 Sarma fUSSR : Geor gia: 1.543 m; 7 Cehi 2 ("la V endetta") / Ceki 2 Slovenia: 1.533 m; 8 Shakhta Vjacheslava P antjukhina fUSSR : Geor gia: 1.508 m; 9 Sistema Cheve (Cuicateco) Mexico: 1.484 m; 10 Sistema Huautla Mexico: 1.475 m. V eja a lista mundial em: V eja a lista nacional em: SBE Notcias n39 www .zenas.gr/wcn www .sbe.com.br AS MAIS PROFUNDAS CAVERNAS DO MUNDO No ltimo sbado, a Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE) r ealizou a 19 atividade gratuta do pr ojeto intitulado O evento aconteceu na sede da entidade, na Biblioteca Espeleolgi-ca Guy Christian Collet, no P ar que T aquaral, em Campinas, interior do estado de So P aulo. O tema principal do encontr o foi a fotografia. Membr o do Gesmar (Grupo de Estudos Ambientais da Serra do Mar) e fotgrafo pr ofissional, R ene de Souza foi o palestrante. Ele apr esentou tcnicas de fotografia na natur eza; como fotografar cachoeiras, animais, plantas e cavernas; a utilizao de equipamentos apr opriados; anlise de fotografias para estudos; e outr os tpicos. Aps a palestra, os participantes fizeram um Safri F otogrfico pelo P ar que T aquaral, colocando em prtica tudo aquilo que escutaram de R ene, ao longo da palestra. Com mquinas em punho, todos foram capazes de tirar belas fotos. Esta no foi a primeira vez que R en falou sobr e fotografia na natur eza para a SBE. Ele j havia dado uma palestra anterior que r endera dezenas de elogios e pedidos SBE de P ortas Abertas de r epetio, a ponto de a Sociedade Brasileira de Espeleologia ter atendido o anseio de todos e r ealizado novamente o encontr o. No dia 19 de maio, se r ealizar a prxima palestra, com o tema: “Domnios Geo ambientais da r egio de influncia da barragem do Tijuco Alto, Alto V ale do Ribeira: adequabilidades e limitaes fr ente ao uso e ocupao”. O palestrante ser Antonio Theodor ovicz, gelogo, ambientalista, super visor de pr ojetos do P r ograma de Informaes para Gesto T erritorial do Ser vio Geolgico do Brasil, CPRM, Superintendncia R egional de So P aulo. Fonte: W ebventure 23/04/2007 Flavio Brabo Snia Catarino Gabriela Rabelo O foco como ferrament a de dest aque Caravela fundeada na Lagoa do T aquaral Concha Acstica ao lado da SBE PESQUISADOR PROP'E NOVA PROVNCIA ESPELEOL"GICA O membr o da Sociedade Brasileira de Espeleologia, Celso Lira Ximenes (SBE 0392), que desenvolve o trabalho de r econhecimento das grutas do Cear, destaca que foram constatadas oito cavidades, formadas em r ochas ar enticas, encravadas na localidade Serr ote da Bananeira, parte do Planalto da Ibiapaba. O pesquisador afirma, tambm, que existe possibilidade de ocorrncia de outras cavidades, que podero ser confirmadas na expedio pr ogramada para o prximo semestr e. “ T oda a Serra da Ibiapaba forma um grande conjunto r egional, juntamente com outras cavernas ar enticas j descritas na r egio (Tiangu, V iosa do Cear e Guaraciaba do Norte)”, r essalta Ximenes. Ele continua: “P or isso, est pr oposto Comunidade Espeleolgica Brasileira, a oficializao da denominao de P r ovncia Espeleolgica Ar entica da Ibiapaba”. As cavidades r egistradas at agora em P acuj r eceberam nomes de: Gruta do P ontal (68m); Gruta dos Mor cegos (53m); Gruta dos Cips (47m); Gruta do Desfilade-ir o I (34m); Gruta do Desfiladeir o II (33m); Gruta do Limo (32m); Gruta da F ogueira (24m); e Gruta das Jias (21m). “ As primeiras exploraes r evelaram que a principal importncia das cavidades da Serrinha de natur eza ecolgica, pois so abrigos para espcies de anfbios, rp-teis, aves e pequenos mamfer os, principalmente mor cegos, alm de muitas espcies de invertebrados”. O cientista destaca, ainda, que o ecossistema local lembra campos rupestr es de altitude, comuns nas r egies Sudeste e Centr o Oeste. “ A vegetao difer enciada da Caatinga. Estudos botnicos podem r evelar espcies vegetais importantes ou at novas”. Na Gruta do Limo, sob um plat imenso de r ocha macia, h uma casa natural, possivelmente cavada na r ocha pela fora das guas, h milhes de anos. O silncio e a escurido so absolutos, corta-do somente pelo grunhido de trilhes de mor cegos que moram na cavidade. Na parte superior da “casa”, vegetao de razes pesadas umedecem a r ocha ar entica e derramam goteiras. L eia mais em: Fonte: Dirio do Nordeste 30/04/2007

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POSSE-GO REA PILOTO PARA IMPLANTAO DO CANIE GOVERNO REESTRUTURA O MINISTRIO DO MEIO AMBIENTE 3 t s N o c ia t s N o c ia Por Marcelo Augusto Rasteiro (SBE 1089) Uma medida pr ovisria e trs decr etos assinados na ultima quinta-feira, 26 de abril, mudam toda a estrutura do Ministrio do Meio Ambiente (MMA) e em especial o Ibama e anunciam uma srie de mudanas: A criao do Instituto Chico Mendes de Conser vao da Biodiversidade, uma autar quia com autonomia administrativa e financeira com a principal funo de pr opor implantar gerir pr oteger fiscalizar e monitorar as UCs federais; A r eestruturao do Ibama, r estringindo seu campo de atuao. O ento dir etor da P olcia F ederal, P aulo Lacer da, deve assumir a pr esidncia do Instituto. A instituio de quatr o secr etarias:: Mudanas do Clima e Qualidade Ambiental (Semuc),de R ecursos Hdricos e Ambientes Urbanos (SRU), de Extrativismo e Desen-volvimento Rural Sustentvel (SDR) e de Articulao Institucional e Cidadania Ambiental (Saic). Segundo governistas, estas mudanas tem objetivo de atender as novas neces-sidades ambientais globais (em especial as questes climticas), de moralizao do Ibama (em virtude de casos de corrupo envolvendo seus agentes) e agilizao nos pr ocessos de licenciamento ambiental. Alm da r eestruturao do MMA e do afastamento do grupo mais r efratrio concesso das licenas para construo das hidr eltricas, a Casa Civil estuda a hiptese de mudar a R esoluo 237/97, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que r egulamenta a concesso de licenas -, facilitando a obteno dos documentos para pr ojetos que sejam definidos pr eviamente como “excees”, ou estratgicos. Ainda no h como avaliar o impacto destas mudanas, mas fica clar o que o objetivo maior do governo contornar as dificuldades impostas pelo Ibama para Por Augusto Motta (Coordenador do CECA V em Gois) De modo a atender legislao ambiental especfica, que exige a implantao de um Cadastr o Tcnico de Informaes Espeleolgicas, mais conhecido como CANIE, o municpio de P osse foi eleito pelo IBAMA como r ea piloto para implantao do cadastr o em Gois. Os trabalhos so coor denados pelo Centr o Nacional de Estudo pr oteo e Manejo de CavernasCECA V r go ligado ao IBAMA destinado conser vao do patrimnio espeleolgico nacio-nal. O Cadastr o Nacional de Informaes Espeleolgicas CANIE parte integrante do Sistema Nacional de Informa-o do Meio Ambiente-SINIMA, sendo constitudo por informaes corr elatas ao patrimnio espeleolgico nacional. Este cadastr o ser um instrumento de gesto ambiental de especial importncia no plane-jamento da instalao de mineradoras de calcrio, para o turismo espeleolgico e para implementao de polticas de conser vao de espcimes da fauna caverncola. O IBAMA optou por iniciar a implantao do r eferido Cadastr o pelo municpio de P osse em funo das inmeras cavernas existentes naquele municpio do Nor deste Goiano e por estar desenvolvendo desde 1998 trabalhos espeleolgicos na r egio. P ara a devida alimentao de dados no CANIE torna-se necessrio a visita a cada uma das cavernas r egistradas, tomando -se novas coor denadas geogrficas de suas entradas, e dados complementar es como descrio geomorfolgica da cavida-de, hidr ologia, fauna, entr e outr os. O desenvolvimento dos trabalhos de campo adquir e especial dificuldade quando se trata da localizao de cavernas descritas nas dcadas de 70 e 80, poca em que no se dispunha de apar elhos de navegao por satlite, situao em que as r espectivas coor denadas eram mar cadas por apr o ximao dificultando sua localizao em campo. No perodo de 26 de maro a 03 de abril uma equipe do IBAMA composta pelos espelelogos Mar co Antonio Olive, A ugusto Motta e Jos Eduar do T de Alar co, este ltimo, tcnico em minerao e soldado PM do Batalho Ambiental, esteve no municpio de P osse iniciando os trabalhos de implantao do CANIE em Gois. conceder as licenas ambientais dos pr ojetos de infra-estrutura que o governo consi-dera fundamentais para impulsionar o P r ograma de Acelerao do Cr escimento (P A C), como o das hidr eltricas de Jirau e Santo Antnio, no Rio Madeira, em R ondnia, obras de inter esse poltico. Com r elao a construo de novas usinas, o engenheir o Clio Bermann, pr ofessor da USP e um dos autor es do “Dossi Ener gia” taxativo: “Dois teros da meta de gerao de ener gia pr evisto no P A C pode ser alcanado com a r epotenciao (tr oca de turbinas) de usinas j existentes e o r estante (um tero) com medidas para r eduzir a per da tcnica de ener gia, tudo a um custo muito menor e sem o impacto ambiental de novas usinas”, e continua, ” um pr oblema poltico e no tcnico”, destaca Bermann. Fontes: InformMMA 26/04/2007 Est ado Online 25 e 28/04/2007 Rdio CBN Notcias 27/04/2007 Neste perodo, dezoito cavernas fo ram validadas, sendo constatado em campo a duplicidade de dados para duas cavernas (Cavernas V eio Doca I e V eio Doca II conflitando com as cavernas Russo I e Russo II), ou seja, a mesma caverna r egistrada com nomes difer entes, o que exigir a devida r emoo do cadastr o. Durante os trabalhos de localizao dessas dezoito cavernas, outras sete novas cavidades subterrneas foram descobertas. Apenas uma delas foi par cialmente explorada pelos espelelogos pr esentes, r esultando na identificao de uma malha de 2 km de galerias subterrneas, em sua maior parte, cortadas por um curso d'gua. A descoberta de novas cavernas em P osse adquir e especial r elevncia medida que, nos ltimos trs anos, duas novas espcies de peixes caverncolas foram descobertas no municpio, demonstrando o potencial de biodiversidade caver-ncola existente na r egio. Os tcnicos do IBAMA acr editam que com mais duas campanhas de campo de dez dias cada os trabalhos e coleta de infor-maes primrias para o CANIE estaro terminados em P osse, ocasio em que daro prioridade para a investigao das outras seis novas cavernas descobertas. Fonte: CECA V -GO 24/04/2007 Tcnicos do CECAV em preparao para mais uma explorao C E C A V G O

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E. P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologia UIS K err ville, T exas, EU A www .ics2009.us 19/05/2007 P alestra: T ijuco Alto: Domnios Geoambientais Sede SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp 07 a 10/06/2007 29 Congresso Brasileiro de Espeleologia (CBE) Ouro P reto -MG www .sbe.com.br/29cbe.asp C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongreso2007.org As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. Boletim NSS News 3(65), National Speleological Society : Mar/2007. R evista Scientifc American Brasil 60(1), Duetto: Ma1/2007. Boletim eletrnico El Explorador Ed. Especial, GEDA/SEC: abr/2007. Boletim eletrnico El Explorador 36(1), GEDA/SEC: F ev/2007. Boletim eletrnico Cone xo Subterr nea 49(1), R edespeleo Brasil: Abr/2007. N ovas Aquisies Em fase de crescimento Data: 02/2007 Autor: Andr T unes Zilio (SBE 1515) Gruta do Chapu (SP -13) P rojeo Horizontal: 300m Desnvel: 5mApia SP A gruta de fcil acesso e fica no Ncleo Caboclos do P arque Estadual T urstico do Alto Ribeira (PET AR). Este ncleo j foi o mais visitado do parque e atualmen-te procurado pelos mais aventureiros, j que no h energia eltrica e outros ser vios de apoio Saiba mais sobre o PET AR 2 9 C O N G R E S S O B R A S I L E I R O D E E S P E L E O L O G I A o maior e mais tradicional evento de espeleologia do Brasil Inscreva-se J! O u r o P r e t oM G 0 7 a 1 0 / 0 6 / 2 0 0 7 MAIS INFORMA'ES : www .sbe.com.br/29cbe.asp Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br A n d r T u n e s Z l i o