SBE Notícias

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Title:
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Series Title:
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Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Ainda é possível salvar o Rio Ribeira de Iguape das Barragens - Palestra na SBE sobre o projeto Tijuco Alto - Cristais gigantes são estudados - Novo LED é a lâmpada perfeita - Petrobrás pretende armazenar gás em cavernas - Caverna mexicana pode abrigar cemitério maia - Exploradores morrem em caverna da Sérvia - Grutas do Nepal guardam antigas pinturas budistas - Foto do Leitor: Caverna do Córrego da Pedreira (MG).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 50 (2007)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
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University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03431 ( USFLDC DOI )
k26.3431 ( USFLDC Handle )
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1809-3213 ( ISSN )

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Ainda possvel
salvar o Rio Ribeira de Iguape das Barragens Palestra na SBE
sobre o projeto Tijuco Alto Cristais gigantes so estudados -
Novo LED a lmpada perfeita Petrobrs pretende armazenar
gs em cavernas Caverna mexicana pode abrigar cemitrio maia
- Exploradores morrem em caverna da Srvia Grutas do Nepal
guardam antigas pinturas budistas Foto do Leitor: Caverna do
Crrego da Pedreira (MG).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 2 N 50 1 1/05/2007 AINDA POSSVEL SALVAR O RIO RIBEIRA DE IGUAPE DAS BARRAGENS Por Marcelo Augusto Rasteiro (SBE 1089) A sociedade poder se manifestar em br eve sobr e o pr ojeto de construo de barragens no Rio Ribeira de Iguape que corr e nos estados do P aran e So P aulo, cortando uma das mais importantes con-centraes de cavernas do Brasil. Mesmo antes de terminar o prazo para solicitao de audincias pblicas para discutir o pr ojeto de construo da usina hidr eltrica de Tijuco Alto (que seria 14/05), o IBAMA j mar cou as datas e locais de r ealizao. Conforme publicado no Dirio Oficial da Unio do ltimo dia 23/04 as audincias sero nos seguintes loca-is e datas: Dia 18/05/2007 Cerr o Azul-PR L ocal: Ginsio de Esportes Laranjinha. Ender eo: Rua P adr e L uciano Maria Usai s/n Centr o;Horrio: 18 h; Dia 19/05/2007 Ribeira-SP L ocal: Ginsio de Esportes de Ribeira. Ender eo: Avenida Cndido Dias Batista s/n Cen-tr o;Horrio: 14 h; Dia 20/05/2007 A drianpolis-PR L ocal: Quadra Esportiva Deputado Anbal Cur y Ender eo: Rua Alcides Dias Batista, esquina com a Rua Benedito Dias Batista Centr o; Horrio: 14 h; Dia 21/05/2007 Eldorado -SP L ocal: Clube R ecr eativo de Eldorado (CRE): Ender eo: Estrada Caverna do Diabo, km 01. Horrio: 14 h. Apesar destas audincias j estar em mar cadas, o IBAMA continuar a r eceber novos pedidos e poder r ealizar outras dependendo do inter esse em discutir o assunto em algum municpio que no foi contemplado. A audincia pblica tem dupla funo: por um lado ser ve para que a populao possa conhecer adequadamente o pr ojeto e seus possveis impactos ambientais, e por outr o ser ve para que o IBAMA r ecolha informaes r elevantes para poder fazer sua anlise sobr e a viabilidade ambiental do empr eendimento. Durante as audincias, e em at 10 dias teis depois, os inter essados podero apr esentar ao IBAMA documentos e informaes que julgar em r elevantes para a anlise do caso S depois das audincias que o IBAMA decidir se pode ou no ser instalada a obra. Muitas vezes as audincias pblicas so mer os teatr os, nas quais os favorveis e contrrios obra fazem discursos dur os, mas sem contedo, e que pouco vo influenciar na deciso do r go ambiental. Mas, se bem utilizadas, as audincias podem ser uma importan-te ferramenta para obrigar o IBAMA a avaliar aspectos que inter essam populao local e que apontam para os r eais pr oblemas da obra. EM P ARALELO Independente do r esultado das audincias, um P r ojeto de L ei (PL) do deputado estadual Raul Mar celo (PSOL) pr etende transformar o rio Ribeir o de Iguape em patrimnio histrico, cultural e ambiental do estado de So P aulo. O PL foi apr esentado esta semana Assemblia L egislativa. Segundo o deputado, o pr ojeto pr ev a pr oibio das instalaes de obras ou de empr eendimentos que alter em as condies naturais do aspecto esttico, fsico, qumico ou biolgico do rio. Se apr ovado, o pr ojeto inviabiliza a construo da Usina Hidr eltrica de Tijuco Alto, cujo andamento foi interr ompido legalmente diversas vezes por conta do seu impacto socioambiental. “ A idia pr oteger o rio das barragens da usina, por que se for em construdas, elas iro mutil-lo”, afirma Raul Mar celo. “ O Ribeira o ltimo rio do estado de So P aulo sem barragens e importante de ponto de vista social e ambiental. A r ea do Iguape a ltima r egio contnua de Mata Atlntica do pas, alm de ter grande importncia histrica”, explica o deputado. Fontes: D.O.U. 23/04/2007 Cart a Maior 09/05/2007 F l v i a R o c c a P e r e i r a PALESTRA NA SBE SOBRE O PROJETO TIJUCO ALTO Dia 19 de maio (sbado) a SBE r ealizar em sua sede o “XX SBE de P ortas Abertas” com a palestra: “ Domnios Geoambientais da r egio de influncia da barragem do T ijuco Alto Alto V ale do Ribeira: adequabilidades e limi-taes fr ente ao uso e ocupao ” apr esentada por Antonio Theodor ovicz Gelogo, ambientalista, super visor de pr ojetos do P r ograma de Informaes para Gesto T erritorial do Ser vio Geolgico do Brasil (SGB CPRM), Superintendncia R egional de So P aulo. Sero apr esentados a filosofia, a metodologia e os r esultados do zoneamento geoambiental que o SGB CPRM, com apoio da F APESP executou em boa parte da bacia hidr ogrfica do Rio Ribeira de Iguape. nfase especial ser dada descrio das adequabilidades e limita-es dos terr enos da r egio fr ente execuo de obras, agricultura, disposi-o de r esduos, busca de r ecursos minerais e hdricos. Sero destacados: os principais pr oblemas ambientais decorr entes do uso e ocupao, especialmente dos terr enos calcrios; os atrativos tursticos; algumas iniciativas positivas que vm sendo tomadas; o trabalho de educao ambiental executado pela SBG CPRM; e sero abor dados diversos aspectos r elacionados a uma r ealidade constatada e a qual julga-se importante ser considerada por todos que, de uma forma ou outra, esto envolvidos com a questo do espao fsico, planejamento territorial e gesto ambiental da r egio. Compar ea e entenda um pouco mais sobr e essa importante r egio! L ocal: P ar que T aquaral P orto 2 Campinas SPData: 19/05/2007Horrio: 09h30Entrada gratuita Saiba mais sobr e o pr ojeto em: Sede da SBE www .sbe.com.br/aberta.asp I S A Par ticipe dest a Campanha!

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CRISTAIS GIGANTES SO ESTUDADOS 2 t s N o c ia t s N o c ia Cientistas da Universidade do Arizona, USA, afirmaram ter conseguido criar um LED (Diodo Emissor de L uz) or gnico que apr esenta 100% de eficincia quntica. Isso significa que cada eltr on que entra no dispositivo gera um fton. algo como a "lmpada perfeita". Ao invs de desenvolver novas ar quiteturas, a equipe do Dr Ghassan Jabbour optou pela simplicidade no pr ojeto e na sintetizao dos materiais que emitem luz. O novo LED apr esenta uma estrutura muito mais simples do que outr os dispositivos do mesmo tipo j feitos em laborat-rio. "No h desper dcio de eletricidade," diz Jabbour "T oda a corr ente que voc injeta no dispositivo utilizada para gerar luz. a primeira vez que algo desse tipo demons-trado, isto , uma eficincia quntica inter-na de 100% em dispositivos de iluminao utilizando um nico dopante molecular para emitir luz branca." A grande vantagem dos LEDs or gnicos justamente a simplicidade de fabrica-o, o que significa que eles potencialmente chegaro ao mer cado custando muito menos. Essa vantagem ganha um novo impulso com a simplicidade do material sintetizado agora. O novo LED ainda est em fase inicial de pesquisas e no h pr eviso de quando dever chegar ao mer cado. Fonte: Inovao T ecnolgica 20/04/2007 NOVO LED A LMPADA PERFEITA Cientistas acr editam poder explicar a razo pela qual cristais de gesso encontra-dos perto da cidade de Chihuahua, no norte do Mxico, chegam a alcanar mais de 11 metr os de altura. Eles tomaram pequenas quantidades de fluido contido nos cristais e descobriram que a soluo se manteve durante muito tempo dentr o de uma faixa de temperatura muito estr eita e estvel. As duas grutas (dos Cristais e das Espadas) se encontram no complex o mineir o de Naica, um dos mais importantes depsitos de prata e chumbo do planeta. Com 290 m de pr ofundidade, a Gruta dos Cristais exibe estruturas que chegam a medir mais de 11 m de altu-ra. Descoberta no ano 2000, a cavidade uma das maravi-lhas naturais do Mxico. J a Gruta das Espadas, descoberta em 1912, encra-vada a 120 metr os de pr ofundidade, tem um maior volume de cristais, mas as estru-turas chegam apenas a um metr o de altura. As concluses da pesquisa foram publicadas na GESSO As estruturas so compostas por sulfato de clcio hidratado, geralmente quebradio e de cor branca, formado junto com outr os minrios h mais de 20 milhes de anos, em decorrncia de atividade vulcr evista cientfica Geology nica. P or causa de fluidos quentes injetados nas cavidades das r ochas, este sulfato to mou a forma de anidrita, que tem a mesma frmula qumica do gesso, mas sem gua. Quando a camada pr ofunda de magma sob a montanha esfriou, a temperatura dos fluidos caiu a um ponto que permitiu anidrita se converter em gesso. Como a Gruta dos Cristais est a uma pr ofundidade maior que a das Espadas, a temperatu-ra se manteve apenas um pouco abaix o da temperatura de transio por cen-tenas de milhar es de anos. "As condies eram perfeitas. Se a temperatura se mantm a pouco menos de 58 graus durante muito tempo, formam-se cristais muito grandes", disse BBC o pesquisador Juan Manuel Gar ca Ruiz, da Universidade de Granada, na Espanha. J na Gruta das Espadas, a temperatura caiu abaix o do ponto de transio com muita rapidez, o que ger ou mais cristais, mas de um tamanho menor O gesso cristalizado toma a forma de selenita, conhecida por sua transparncia. "Se a teoria que pr opomos estiver corr eta, no me supr eender se os mineir os encontrar em outras grutas como estas nos prximos anos", afirmou Ruiz. Fonte: BBC Brasil 06/04/2007 PETROBRS PRETENDE ARMAZENAR GS EM CAVERNAS A nacionalizao dos hidr ocarbonetos bolivianos completou um ano, dia 1 de maio, e est fazendo com que a P etr obras busque alternativas para diminuir a depen-dncia em r elao ao fornecimento de gs da Bolvia. Entr e esses pr ojetos, h um que est em estgio avanado: o armazena-mento de gs natural em cavernas, desen-volvido em conjunto com a russa Gazpr om. O objetivo da estatal estocar o pr oduto em perodos de menor consumo para apr oveit-lo em momentos de maior demanda, r eduzindo os custos decorr entes do aquecimento do mer cado. Os clientes prioritrios para o “gs subterrneo” seri-am usinas trmicas e indstrias. Hoje, a P etr obras armazena gs em r ochas na pr ovncia pr odutora de Urucu (AM), onde h pr oduo de gs. A difer ena para a armazenagem em cavernas que o gs seria conduzido dos poos pr odutor es at as cavas por dutos. L ficaria estocado por cer ca de 70 dias para, ento, ser transportado para o cliente, por gasoduto. Cada r ea de caverna teria uma unidade de tratamento de gs com o objetivo de pr epar-lo para consumo imediato. A fim de ser economicamente vivel, portanto, pr eciso identificar cavernas adequadas prximas aos plos consumidor es e isso o que a P etr obras est fazendo no momento. A R egio Nor deste forte candidata a abrigar essa tecnologia, uma vez que enfr enta pr oblemas de suprimento ener gtico e concentra grande nmer o de trmicas, segundo tcnicos da r ea de Gs e Ener gia da estatal. O pr ojeto visto com entusiasmo pelo dir etor da r ea, Ildo Sauer A prioridade de fornecimento dada s trmicas, caso a tecnologia venha a ser implantada, justificada pelo fato de elas no necessitar em de fornecimento contnuo de gs. Como a gerao eltrica no Brasil fortemente concentrada em hidr oeltricas, as trmicas so mais utilizadas apenas quando o nvel de r eser vatrios cai, ou seja, nos perodos de estiagem, inflando os pr eos do combustvel. A idia da P etr obras usar o gs natural armazenado em cavernas nos perodos de alta de pr eo. No caso de setor es industriais inter essados nessa fonte ener gtica alternativa, as empr esas teriam de contratar com antecedncia o volume de que necessitariam por um prazo definido. Isso seria feito por con-tratos interruptveis, nova modalidade de contrato que a estatal vem implementando. A tecnologia de armazenamento subterrneo de gs natural conhecida desde 1915 e usada em lar ga escala por pases do Hemisfrio Norte. Em 2005, havia 621 ins-talaes no mundo, com capacidade de 316 bilhes de metr os cbicos. Fonte: DCI 02/05/2007 Crist ais Gigantes de Gesso

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CAVERNA MEXICANA PODE ABRIGAR CEMITRIO MAIA GRUTAS DO NEPAL GUARDAM ANTIGAS PINTURAS BUDISTAS 3 t s N o c ia t s N o c ia Explorador es descobriram uma srie de cavernas decoradas com antigas pintu-ras budistas em r ochedos ngr emes do norte do Himalaia, no Nepal, um achado que deix ou ar quelogos animados e curiosos. A equipe, formada por acadmicos, ar quelogos, montanhistas e explorador es dos Estados Unidos, da Itlia e do Nepal, examinou pelo menos 12 grutas a 4.300 metr os de altitude, perto de L o Manthang, uma cidade medieval do distrito de Mus-tang, 125 km a nor oeste de K atmandu. O local fica ao norte do monte Annapurna, a dcima montanha mais alta do mundo. As grutas contm pinturas que podem datar do sculo 13 e escritas tibeta-nas feitas com tinta, our o e prata, alm de fragmentos de cermica da era pr-crist. O time usou cor das e escavou degraus no r ochedo para chegar s grutas. "Quem vivia nessas grutas? Quando estiveram l, como chegaram at elas? um mistrio maravilhoso", disse o pesquisador americano Br oughton Coburn. "Estes achados r eforam a riqueza da tradio budista tibetana desta r egio, assim como a beleza artstica e o alcance geogrfico dos artistas newaris", disse Coburn, especialista em desenvolvimento e pr eser vao do Himalaia. Os newaris so um grupo tnico do Nepal conhecido pelas pinturas em par ede e outras formas de arte budistas. P ASSAGENS VERTICAIS Os complex os de cavernas distam vrias horas de caminhadas uns dos outr os. H cer ca de 20 aberturas em cada complex o, e seus muitos andar es so conectados por passagens verticais com apoios rudiO Instituto Nacional de Antr opologia e Histria (INAH) do Mxico pr etende criar um museu com r estos ar queolgicos achados em cavernas da comunidade de P uxcatn, no Estado de T abasco. O dir etor do INAH em T abasco, Juan Antonio F err er Aguilar informou que podem haver at 30 crnios, 40 vasos de barr o e outr os objetos da poca dos maias na caverna P uyil, onde foram feitas novas descobertas ar queolgicas no final de abril. Aguilar afirmou que est conversando com os morador es de P uxtacn para analisar a possvel construo de um museu ar queolgico no local. Um estudo do INAH maias mostra que em trs municpios de T abasco T eapa, T acotalpa e T enosique existem 120 cavernas no exploradas, as quais podem guar dar vestgios das culturas antepassadas. Na comunidade de P uxcatn, os habitantes pediram s autoridades que traba-lhem no r esgate de um suposto cemitrio maia localizado em uma zona serrana onde fica a caverna conhecida como P uyil, palavra que significa "caracol" no dialeto local. "Os que entraram na caverna dizem que um cemitrio maia", afirmou a indgena R osita P ar celo. Segundo o INAH, na caverna podem haver ossos de homens e crianas sacrificados na poca da cultura maia. Segundo os habitantes, at agora j foram achados no local cinco crnios. Os ossos esto a 70 m da entrada da cova e permane-cem intactos desde seu descobrimento, em 2004.. Fonte: Notcias T erra 28/04/2007 mentar es para mos e ps, o que exibe um pouco de tcnica de escalada. Algumas cmaras podem ter sido usadas para enter-r os. As cavernas contm estupas, arte decorativa e pinturas descr evendo Buda de vrias formas, fr eqentemente acompanhado de discpulos, suplicantes e atendentes. Uma das pinturas da caverna traz temas subtr opicais, com palmeiras, txteis indianos, animais e pssar os, disse Coburn. Fontes: Folhaonline 03/05/2007 Ossadas encontradas no local podem ter sido sacrifcios humanos AP Um dos 55 painis encontrados nas grutas As grutas so ligadas por passagens ver ticais R e n a n O z t u r k / R e u t e r s GRUTAS DO NEPAL GUARDAM ANTIGAS PINTURAS BUDISTAS EXPLORADORES MORREM EM CAVERNA DA SRVIA EFE Um pr ofessor da Universidade de Belgrado e trs estudantes morr eram quando exploravam os 1.600 metr os da uma caverna na cidade de Cuprija, Ser via, segundo a mdia local. Os trs estudantes, de 23 a 25 anos de idade, e seu pr ofessor da F aculdade de Geologia e Minas de Belgrado, tentaram mer gulhar atravs de bolses na caverna de Ravanicka em Cuprija, 120 quilmetr os a sudeste de Belgrado, informou a rdio sr via B92. Investigador es disseram que o pr ofessor Sasa Colic (35) e os estudantes Bosk o Madzar evic, F ulip Avramovic e Bojan Bor okic, morr eram into xicados por monxido de carbono, divulgou a televiso sr via R TS. Os quatr o eram membr os da Associao Sr via de P aleontlogos e participavam de uma equipe de nove membr os que exploravam a caverna durante o fim de semana (28 e 29 de abril). As outras cinco pessoas no se envolveram no acidente. O P rincipe da Sr via, Alexander II, divulgou uma sobr e o acidente Fonte: UPI Newstrack 30/04/2007 mensagem

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E. P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologia UIS K err ville, T exas, EU A www .ics2009.us 19/05/2007 P alestra: T ijuco Alto: Domnios Geoambientais Sede SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp 07 a 10/06/2007 29 Congresso Brasileiro de Espeleologia (CBE) Ouro P reto -MG www .sbe.com.br/29cbe.asp C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongreso2007.org As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. The Journal of the Sydney Speleologi cal Society 51(4), SSS: Abr/2007. Boletim Notiziario del Circolo Speleo logico R omano 1, 2, 4-5, 6-7, 8-10, 11, 12-15, 16-19(1), CSR : 1986 2004 Boletim eletrnico Argentina Subter rnea 17(1), F ederacin Argentina de Espeleologa: abr/2007. Boletim eletrnico lnformativo da Sociedade P araibana de Arqueologia 5(1), SP A: Abr/2007. N ovas Aquisies N o corao da Cav erna Data: 06/2006 Autor: F ernando Jos Gallo F rigo (SBE 0514) Guano Speleo IGC / UFMG (G075) Caverna do Crrego da P edreira Lagamar MG. Segundo o autor “ A gruta apresenta um pro-cesso de evoluo bas-tante interessante com um crrego efmero que a atravessa”. Saiba mais sobre o municpio: Lagamar -MG 2 9 C O N G R E S S O B R A S I L E I R O D E E S P E L E O L O G I A o maior e mais tradicional evento de espeleologia do Brasil Inscreva-se J! O u r o P r e t oM G 0 7 a 1 0 / 0 6 / 2 0 0 7 MAIS INFORMA'ES : www .sbe.com.br/29cbe.asp Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br F e r n a n d o J o s G a l l o F r i g o


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