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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Aranha marrom foi tema de palestra na SBE - SIGEP abre chamada de artigos para seu III volume - Atlas das maiores cavernas do mundo - Homo erectus: a comédia de Rifkin - MPF pede interdição do bondinho da Gruta de Ubajara - Morcego com raiva é nocivo por pouco tempo e deve ser preservado - Civilização de 5 mil anos em SC - Completando o genoma neandertal - Foto do Leitor: Lapa de Antônio Pereira (MG-1649).
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Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 55 (2007)
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University of South Florida Library
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University of South Florida
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All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03436 ( USFLDC DOI )
k26.3436 ( USFLDC Handle )
8690 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Aranha marrom foi tema
de palestra na SBE SIGEP abre chamada de artigos para seu III
volume Atlas das maiores cavernas do mundo Homo erectus: a
comdia de Rifkin MPF pede interdio do bondinho da Gruta de
Ubajara Morcego com raiva nocivo por pouco tempo e deve ser
preservado Civilizao de 5 mil anos em SC Completando o
genoma neandertal Foto do Leitor: Lapa de Antnio Pereira
(MG-1649).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 2 N 55 01/07/2007 agr essivas. A maioria dos acidentes ocorr e dentr o de casa, quando a aranha comprimida contra o corpo da vtima, em toalhas de banho, sapatos, dentr o de r oupas e na cama. A picada do gner o L o x osceles (aranha Marr om) indolor e a leso local praticamente imper ceptvel no momento. Inchao e vermelhido so per cebidos aps 8 horas da picada, podendo ocorr er dor e febr e. O veneno induz a uma variedade de efeitos biolgicos, como leses graves na pele, incluindo dermonecr ose e efeitos generalizados que afetam vrios r gos do corpo. Existem dois quadr os: o lo x oscelismo cutneo que ocorr e normalmente no local da picada, e o cutneo -visceral a urina torna-se escura e pode evoluir para insuficincia r enal e, em alguns casos, morte. O tratamento especfico feito com o sor o anti-aracndeo, por via endovenosa, devendo ser feito at 36 horas aps o aciden-te. Os antibiticos esto indica-dos quando houver infeco. O sor o pr oduzido com venenos extrados da aranha armadeira, aranha marr om (L. gaucha) e escorpio amar elo, e no muito eficaz em alguns casos, visto que grande parte dos acidentes ocorr e com a espcie L. Laeta. Dra. Rute demonstr ou, ainda, o pr ocesso de coleta do veneno da aranha para pr oduo do sor o. Com o esvaziamento da glndula de veneno, obtm-se apenas15 micr ogramas de veneno. No Brasil, das dez espcies de aranha marr om conhecidas, existem trs de maior importncia mdica, as que causam maior nmer o de acidentes: L. gacho, ocorr e no estado de So P aulo e tem o veneno menos txico das trs; L. intermdia, ocor-r e nos estados do P aran e Santa Catarina e se r epr oduz com facilidade; e L. laeta, ocorr e desde o Canad at a Ar gentina, tem o veneno mais txico e uma facilidade de r epr oduo surpr eendente. Cer ca de 3.000 casos de envenenamento por essas aranhas so r egistrados a cada ano no Brasil, e a forma de ao do veneno no homem no est totalmente esclar ecida, o que impede que um tratamento efetivo seja estabeleci-do, da a importncia das pesquisas. A Dra. Rute enfatizou que o Laboratrio de Imu-noqumica tem trabalhado no sentido de elucidar os mecanismos molecular es envolvidos na gnese das r eaes locais e sistmicas induzidas pelo veneno dessas ara-nhas, com o objetivo de contribuir para a construo das bases cientficas para tera-puticas mais eficientes para o tratamento do lo x oscelismo. O pr edador natural da aranha marr om a lagartixa, encontrada andando por par edes e tetos das casas. P orm, a lagartixa vem sendo dizimada com o avano urbano e, por desconhecimento, muitas pessoas as matam sem saber que so inofensivas e benficas. P or isso o grande nmer o de casos de acidentes com aranha marr om que, sem pr edador es, se r epr oduz descontr oladamente. Por Elvira Maria Branco (SBE 1331) UPE Unio Paulista de Espeleologia (SBE G079) No dia 23 de junho, a Dra. Rute Maria Gonalves de Andrade, biloga, entomolo-gista e pesquisadora cientfica do Laborat-rio de Imunoqumica do Instituto Butantan (em So P aulo), apr esentou a palestra “ Aranha Marr om: um aracndeo tr oglfilo comum nas cavernas do Brasil” na XXI edio do 'SBE de P ortas Abertas'. A pesquisadora falou sobr e as caractersticas dessa aranha, como o veneno age no corpo huma-no, os tratamentos disponveis e como pr evenir acidentes. A aranha marr om a menor aranha dentr e as mais perigosas, com corpo de sete a doze milmetr os. Apr esenta tons que vo do marr om clar o at o escur o e a caracterstica principal o fato de possuir somente seis olhos (a maioria das aranhas possui oito). Algumas possuem o desenho de uma estr ela no cefalotrax. O macho tem corpo menor e pernas mais alongadas. P r oduzem teias irr egular es e tm hbitos noturnos, passando desaper cebidas pelo homem. Durante o dia se escondem sob cascas de r vor es, folhas secas e fendas em cavernas, ou atrs de mveis, quadr os, em stos e garagens. Apesar de ser em venenosas, no so ARANHA MARROM FOI TEMA DE PALESTRA NA SBE Dra.Rute Palestra bastante didtica L i n d a G E l D a s h A aranha marrom adulta mede de 7 a 12 mm Na prtica: aps a palestra a Dr Rute demonstr ou os procediment os de coleta no jardi m em frente SBE L i n d a G E l D a s h L i n d a G E l D a s h

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2 t s N o c ia t s N o c ia SIGEP ABRE CHAMADA DE ARTIGOS PARA SEU III VOLUME do Livr o da SIGEP contou com a descrio de 58 stios or ganizados segundo captulos individuais, de autorias diversas, r epr esentando ocorrncias pontuais ou ainda uma r egio mar cada por diversas ocorrncias r epr esentativas. Esses stios foram classificados de acor do com as seguintes categorias: P aleontolgico, P aleoambiental, Sedimentolgico, Geomorfolgico, Marinho, gneo, Espeleolgico, Histria da Geologia e Astr oblema. O encaminhado para a publicao, conta com 24 artigos r efer entes a stios tambm classificados pelo seu tipo mais significativo, integrando as seguintes categorias: Astr oblema, Espeleolgico, Estratigrfico, Geomorfolgico, Hidr ogeolgico, Histria da Geologia e da Minerao, gneo, Marinho, P aleoambiental, P aleontolgico e Sedimentolgico. Agora a comisso SIGEP est fazendo a chamada para artigos e captulos do V olume III de Stios Geolgicos e P aleontolgicos do Brasil. Mais informaes sobr e a chamada em: V olume II www .unb.br/ig/sigep/destaques Por Angelo Spoladore (SBE 1457) Representante da SBE na SIGEP A Comisso Brasileira dos Stios Geolgicos e P aleobiolgicos ( ), comisso esta ligada UNESCO foi instituda em 1997 com o pr opsito de efetivar os trabalhos r efer entes a Conveno Internacional adotada pelo Brasil em 1989, juntamente com outr os 110 pases, visando r econhecer e pr eser var os stios culturais e naturais em mbito mundial, de inter esse excepcional e de tal valor universal que sua pr oteo considerada ser de r esponsabilidade de toda humanidade. A principal atribuio da SIGEP elencar os stios brasileir os indicados para compor a lista de P atrimnio Mundial Cultural e Natural, apoiada no ger enciamento de um banco de dados nacional, em atualizao permanente, e disponibilizado em meio ele-trnico na forma de artigos cientficos biln-ges (ingls/portugus) elaborados por especialistas que trabalharam nas r eas dos stios cadastrados. A SIGEP constituda por r epr esentantes das seguintes instituies: Academia Brasileira de Cincias SIGEP ( ABC ); Associao Brasileira p ara Estudos do Quaternrio ( ABEQUA ); Dep art amento Nacional de Produo Mineral ( DNPM ); Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renovveis ( IBAMA ); Instituto do Patrimnio Histrico e Artstico Nacional ( IPHAN ); Servio Geolgico do Brasil ( CPRM ); Sociedade Brasileira de Espeleologia ( SBE ); Sociedade Brasileira de Geologia ( SBG ); Sociedade Brasileira de Paleontologia ( SBP ); Petrleo Brasileiro ( PETROBRS ). Como parte dos objetivos do P r ograma, a SIGEP estabeleceu a meta de editar livr os tcnicos – STIOS GEOL"GICOS E P ALEONTOL"GICOS DO BR ASIL abor dando, com riqueza de detalhes, os mais destacados stios geolgicos e paleontol-gicos do Brasil, para ampla divulgao naci-onal e internacional. Seu formato, constitu-do por diversos volumes, espelha o carter de permanente avaliao do patrimnio geo-cientfico nacional. J foram editados 2 livr os. O V olume I ATLAS DAS MAIORES CAVERNAS DO MUNDO A F undao de P esquisa em cavernas (Cave R esear ch F oundation) dos Estados Unidos est or ganizando uma nova edio do Atlas das Grandes (e importantes) Cavernas do Mundo. Essa verso ser apr esentada na r eunio da Unio Internacional de Espeleologia (UIS) em Kerr ville, T exas, em 2009. A primeira edio saiu em 1986 em francs e a ltima (em 1989) em ingls. Naquela poca, a caverna de L echuguilla tinha 50 km conhecidos; hoje so 180 km, e a caverna Krubera, a mais pr ofunda do mundo ainda nem tinha sido descoberta. A F undao conta com a colaborao de todos os espelelogos que puder em ajudar para que os dados deste novo Atlas sejam os mais pr ecisos possveis. P or isso, pede o envio de mapas, artigos, fotografias e outras informaes sobr e as maior es e mais pr ofundas cavernas do mundo. Estas informaes podem ser enviadas por e-mail atravs de formulrio disponvel na pgina abaix o basta clicar em “submission form”: Os espelelogos que pr eferir em www .caver esear ch.or g/ gr eatcaves/atlas enviar os dados por corr eio podem faz-lo para o ender eo: Gr eat Caves Atlas 41170 Oak RidgeThr ee Rivers, California USA 93271 A seleo dos dados ir considerar os seguintes r equisitos: Desenvolvimento acima de 30.000 m (a lista atual inclui 117 cavidades); Desnvel maior que 1.000 m (a lista atual possui 84 cavidades); Ser a maior ou a mais pr ofunda caverna do pas, independente do tamanho; Sales superior es a 20.000 m2; Melhor es travessias (entrada por uma boca e sada por outra); Maior es lances verticais subterrneos; R ecor des de mer gulho em cavernas;Maior es sistemas hidr ogeolgicos; Maior es cavernas no calcrias; Cavernas com aspectos especiais, tais como a pr esena de depsitos de minerais rar os, ar queologia ou paleontologia singular etc. Mais informaes e esclar ecimento (em ingls) pelo e-mail: caveatlas@gmail.com Cave Research Foundation HOMO ERECTUS: COMDIA DE RIFKIN A comdia sobr e homem da caverna de Adam Rifkin ("Night at The Golden Eagle"), "Homo Er ectus" acaba de ter data de lanamento mar cada para o ms de setembr o, nos Estados Unidos, com distribuio feita pela National Lampoon. Rifkin, alm de ter escrito o longa, tambem foi r esponsvel pela dir eo e atuou no papel de Ishbo. O longa, pr oduzido por Car olyn Pfeiffer ("A Casa de K ate um Caso") e Brad W yman ("Monster Desejo Assassino"), se passa na pr-histria e fala de Ishbo, um homem da caverna filosfico que deseja ter uma vida com mais que pedaos de madeira, pedras e metais pur os. P ara isso, ele comea a pr oduzir invenes, que incluem banheir o, talher es e calas, tambm com o objetivo de impr essionar seu amor Alm de Rifkin, no elenco esto Ali Larter ("R esident Evil 3: A Extino"), David Carradine ("Deu a L ouca em Hollywood"), T om Arnold ("F inais F elizes"), T alia Shir e ("O P oder oso Chefo 3"), Hayes MacArthur ("Ar e W e Done Y et?"), Giuseppe Andr ews ("Cabana do Inferno") e R on Jer emy ("Night at The Golden Eagle"). Confira as fotos clicando no link: Fonte: Cinema com Rap adura 21/06/2007

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3 N ot c ia s N ot c ia s MPF PEDE INTERDIO DO BONDINHO DA GRUTA DE UBAJARA se abstenham de operar o telefrico no P ar que Nacional de Ubajara, at que seja r ealizada inspeo completa do equipamento. O secr etrio estadual de T urismo, Bismark Maia, que estava ontem em Braslia, disse ao O PO V O por telefone, que r ecentemente foi feito uma r eviso completa mecnica e eletrnica do bondinho e que a manuteno do equipamento segue a peri-odicidade diria, semanal, mensal, trimes-tral e anual. "Isso consta da ata do P ar que Nacional de Ubajara". Bismark informa que todas as pr ovidncias so tomadas para que se mantenha a segurana do bondinho e o conforto dos usurios. J o chefe do escritrio do Ibama no Cear, Raimundo Bonfim, o Camundo, dis-se ontem que vai se r eunir com o governador Cid Gomes e o secr etrio Bismark Maia para tratar das r ecomendaes do pr ocurador e para a r egularizao do convnio entr e os dois r gos. Ele disse que, ainda essa semana, o bondinho poder deixar de funci-onar at que se tomem as pr ovidncias. Fonte: O Povo 20/06/2007 A r ecomendao do Ministrio Pblico F ederal (MPF) do Cear: suspender o funcionamento do bondinho de Ubajara usado por turistas para a descida at gruta de Ubajara, no P ar que Nacional de mesmo nome, na Serra da Ibiapaba. Isso para que sejam r ealizados estudos sobr e a segurana do equipamento, atualizado o plano de manuteno do telefrico e feita a r enovao de um convnio entr e o Governo do Estado e o Instituto Brasileir o de Meio Ambiente e R ecursos Naturais R enovveis (Ibama) para a operao do telefrico. F oi o pr ocurador da R epblica, Ricar do Magalhes de Mendona, que expediu o documento que faz as r ecomendaes ao Ibama e Secr etaria de T urismo do Estado. Os dois r gos tm um prazo de 15 dias para se manifestar em sobr e a r ecomendao do MPF As determinaes devem ser obedecidas num prazo de 45 dias. O pr ocurador Ricar do Mendona cita no documento, enviado aos dois r gos, que a r ecomendao para pr oteger o patrimnio pblico e a integridade fsica dos que se utilizam do equipamento que foi fabricado h mais de 35 anos. No incio da dcada de 90, o bondinho passou por uma grande r eforma. Mas no documento expedido pelo pr ocurador ele diz que o telefrico opera sem ter passado, uma nica vez por uma substituio. No documento enviado ao Ibama e Secr etaria estadual de T urismo (Setur), Ricar do Mendona lembra ainda que o convnio entr e os dois r gos para explorar o ser vio do bondinho de Ubajara se expir ou em 1994 e no h nenhum ajuste em vigor Diz tambm que o Ministrio Pblico F ederal r equer que o Ibama e o governo do Cear MORCEGO COM RAIVA NOCIVO POR POUCO TEMPO E DEVE SER PROTEGIDO No Litoral de Santa Catarina, ar quelogos esto desvendando a histria de um povo que viveu h 5 mil anos. A descoberta foi feita bem ao lado de uma r odovia federal que est sendo duplicada. So 13 stios ar queolgicos no caminho por onde vai passar a nova pista da BR -101. Especialistas trabalham contra o tempo para salvar a histria enterrada nos sam-baquis, grandes depsitos de conchas dei-xados pelos antigos habitantes da r egio. "Santa Catarina tem a maior quantidade de stios ar queolgicos deste tipo no pas", afirma o ar quelogo Mar co A. de Massi. Artefatos, como machados de pedra polida e pesos para r edes de pesca primitivas, vo sur gindo dos montes de conchas. Em um cemitrio pr-histrico, considera-do o stio ar queolgico mais importante, foram descobertos 44 esqueletos. A r ea no grande, tem apenas 300 metr os quadrados. Mas, escavando o local, os ar quelogos conseguiram voltar 5 mil anos no tempo. Da superfcie at a pr ofundidade de um 1,7 metr o, eles encontraram vestgios de trs culturas que contam toda a pr-histria do Litoral Sul do Brasil. L eia a notcia completa e assista a matria exibida pelo Jornal Nacional, clican-do na fonte abaix o. Fonte: G1 24/06/2007 Bondinho de acesso a Gruta de Ubajar a (CE-1) CIVILIZAO DE 5 MIL ANOS EM SC Um amplo estudo a r espeito da raiva entr e os mor cegos, animais comuns em toda a Eur opa, conforta a deciso tomada pela Unio Eur opia de pr oteger estes mamfer os, apesar de eles apr esentar em um risco potencial, e limitado, ao homem, afirma um estudo publicado, dia 27 de junho, na r evista americana "PloS ONE". O estudo, "o maior j r ealizado sobr e mor cegos" ficou a car go dos especialistas Her v Bourhy (Instituto P asteur P aris) e de Jor di SerraCobo (Universidade de Bar celona, Espanha). F oram acompanhados mais de 800 mor cegos insetvor os da espcie Myotis myotis (Mor cego rato -grande) nas ilhas Balear es (Espanha) por 12 anos. Os pesquisador es calcularam o tempo durante o qual um mor cego infectado poderia contaminar outr o animal: cinco dias em mdia. Os estudiosos demonstraram que a infeco pelo lyssavirus (vrus r esponsvel pela raiva) no pr ovoca a morte dos mor cegos e no modifica seu comportamento, ao contrrio do que acontece entr e os cachorr os e as raposas, por exemplo. "Mesmo que ns tenhamos confirmado o risco potencial de transmisso do lyssavirus dos mor cegos ao homem, ns tambm mostramos, pelo menos com r elao espcie estudada, que este risco limitado no tempo", comenta Her v Bourhy "A dinmica da infeco (cclica) entr e os mor cegos pe em evidncia a deciso tomada pela Eur opa de pr oteger estes animais e de no destruir as colnias nas quais h raiva", disse ele. "A nica medida razovel hoje , como o que foi feito em Balear es, de pr oibir o acesso s grutas que abrigam os mor cegos suscetveis a ser em infectados", acr escenta o especialista. A raiva, fatal na ausncia de tratamento e mais fr eqentemente transmitida por ces, causa cer ca de 50.000 mortes por ano no mundo. Os mor cegos esto na origem de poucos casos entr e humanos. Na Eur opa, apenas quatr o foram r egistrados desde 1985: um na F inlndia, um na Esccia, um na Ucrnia e um na Rssia. O Instituto P asteur coor dena o financiado pela Unio Eur opia, com o investimento de 1,1 milho de eur os em trs anos. A inteno eliminar a raiva da frica do Norte, onde a doena pr ovoca centenas de mortes por ano. Na F rana e na Unio Eur opia pr oibido matar capturar ou comer cializar mor cegos. T ocar em um animal doente ou morto algo severamente desaconselhvel. Fonte: G1 27/06/2007 pr ograma S E T U R C E

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E. P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologia UIS K err ville, T exas, EU A www .ics2009.us C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongreso2007.org A f tambm ocupa montanhas! Data: 06/2007 Autor: Linda Gentr y ElDash (SBE 0845) Lapa de Antnio P ereira (MG -1649): P rojeo Horizontal: 85 m. Desn-vel 8 m. Ouro P reto -MG A gruta ocupada por uma igreja e conta com altar plpito local para coral e para os fiis, etc. A foto foi tirada na visita de reconhecimento reali-zada durante o 29 Con-gresso Brasileiro de Espe-leologia. Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br 09 a 23/07/2007 V Expedio SBET ocantins Dianpolis e AlmasTO www .sbe.com.br/campo.asp L i n d a G e n t r y E l D a s h As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim eletrnico El Explorador N38, GEDA/SEC: Jun/2007. CAR TER Henrique Moiss (et al.). Instituto Butantan: Srie Didti ca So P aulo: Instituto Butantan 2006. SANTOS, Jonas Justino O munic pio, o patrimnio natural e a din mica socioambiental no V ale do Ribeira: o caso do municpio de Iporanga/SP Disser tao de Mes trado IG/UNICAMP Campinas, 2005. COMPLETANDO O GENOMA NEANDERTAL P esquisador es que estudam o DNA do homem de neandertal afirma que deve ser possvel construir um genoma completo do antigo homindeo, a despeito da degra-dao dos vestgios ao longo do tempo. T ambm h esperana de se r econstruir o genoma do mamute e do urso das cavernas, de acor do com a pesquisa encabeada por baseado em L eipzig, Alemanha Em estudos do neandertal, do mamute e do urso das cavernas, a maior parte do DNA r ecuperado vem de micr oor ganismos que colonizaram os corpos aps a morte, dizem pesquisador es. Mas eles foram capazes de identificar parte do DNA do cadver original. P aabo e seus colegas conseguiram determinar como as molculas se quebraram ao longo do tem-po. Eles tambm desenvolveram pr ocedimentos para evitar contaminao por DNA dos humanos que trabalhavam manusean-do o material. Fonte: Est ado Online 25/06/2007 Svante P aabo, do Instituto Max Planck de Antr opologia Evolucionria