SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
A SBE dá boas vindas à sua mais nova sócia - Curso de espeleologia para crianças em Belo Horizonte - Casa dentro de caverna é leiloada - Roteiro: caminhos de Peter Lund - Poesia viva: lá em Xiririca da Serra - Lago da Patagônia desaparece misteriosamente - TEDRA: novo equipamento promete revolucionar as comunicações subterrâneas sem fio - Livro eletrônico - Foto do Leitor: Toca da Boa Vista (BA-82).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 56 (2007)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03437 ( USFLDC DOI )
k26.3437 ( USFLDC Handle )
8691 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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A SBE d boas vindas
sua mais nova scia Curso de espeleologia para crianas em
Belo Horizonte Casa dentro de caverna leiloada Roteiro:
caminhos de Peter Lund Poesia viva: l em Xiririca da Serra -
Lago da Patagnia desaparece misteriosamente TEDRA: novo
equipamento promete revolucionar as comunicaes subterrneas
sem fio Livro eletrnico Foto do Leitor: Toca da Boa Vista
(BA-82).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 2 N 56 1 1/07/2007 MANUTENO DAS A TIVIDADES Somente com a filiao de novos e experientes amantes das cavernas, que a SBE tem conseguido manter suas ativida-des, sendo a maior parte aberta a qualquer inter essado, scios ou no da entidade. Atualmente a maior fonte de r ecursos da SBE pr ovm justamente do pagamento de anuidades, algo natural para uma ver dadeira sociedade civil ambientalista. Com estes r ecursos mantemos muitas atividades, das quais destacamos: A publicao de peridicos como o InformAtivo SBE (na sua 93 edio) e o Espeleo T ema (na sua 19 edio), alm do SBE Notcias que enviado dir etamente e de forma gratuita a mais de 3.000 pessoas e instituies e a 9 listas de discusso. Mantm o site www .sbe.com.br com informaes sobr e espeleologia, sendo a maior parte aberta ao pblico em geral. P ara se ter uma idia de seu alcance, s no lti-mo ms de junho tivemos mais de 21.000 acessos a nosso site. R ealiza cursos, palestras, encontr os e congr essos, aumentando a tr oca de informaes e a apr o ximao dos inter essados em espeleologia. Mantm r epr esentantes em conselhos de par ques pblicos e outras comisses, como a Comisso de Stios Geolgi-cos e P aleobiolgicos do Brasil (SIGEP). R epr esenta o Brasil junto comunidade espeleolgica internacional, inclusive ocupando lugar de destaque na F ederao Espeleolgica da Amrica Latina e do Caribe (FEALC) e na Unio Internacional de Espele-ologia (UIS). Mantm a biblioteca espeleolgica e ambiental “Guy Christian Collet” aberta ao pblico e r esponde mensalmente a cer ca de 500 mensagens eletrnicas de estudantes, pesquisador es e demais inter essados em espeleologia. V ale destacar o impr escindvel apoio da P r efeitura Municipal de Campinas que, entendendo a magnitude de nossas r ealizaes, concede um espao para nossa biblioteca no P ar que P ortugal. AGRADECIMENT O Mais do que a divulgao de nossa mais nova scia, apr oveitamos para agradecer a todas as pessoas e instituies que colaboram com a SBE. Aps 38 anos de sua fundao, a SBE continua a escr ever sua histria a cada dia, com r ealizaes, conquistas e principalmente com o esforo de muitas mos. Alice, seja bem vinda a nossa famlia! Por Marcelo Augusto Rasteiro (SBE 1089) Dia 04 de julho passado a SBE r ecebeu a filiao de sua mais nova scia, a de nme-r o 1644. No seria nada fora do normal, no fosse o fato de ela se filiar no dia de seu nascimento. Nossa nova scia, Alice Cr emonezi Colzato, filha de Nivaldo Colzato (SBE 0181) e Sandra R egina Cr emonezi Colzato (SBE 0909), ambos scios ativos e muito atuantes no dia-a-dia da SBE. Alm de filiada a SBE, Alice tambm participa do Espeleo Grupo Monte Sio EGMS (SBE G020). DE P AI P ARA FILHO Alice no nossa primeira scia filiada na infncia pelos pais. Ariane Grube e Ricar do Cortez filiaram seus filhos Stefan Grube Kolb, de 11 anos, e Dominik e Grube Cortez, de 8 meses Mais r ecentemente, outr o casal de scios da SBE, Silmara Zago e Her os L obo, filiaram seu filho Guilherme A ugusto Santos L obo com 56 dias de idade. Ricar do P er ez, scio especialista em Tcnicas V erticais, filiou seu filho Matheus Cintra P er ez com 24 dias de idade e outr o scio, o R odrigo F aiad, filiou seu filho L ucas F aiad com apenas 9 dias de idade. Estas inciativas mostram o amor que os scios tm pela espeleologia, afinal, todos pais s desejam o melhor para seus filhos. Alm disso, com este ato, eles con-tribuem significativamente para o fortaleci-mento da sociedade. A SBE D BOAS VINDAS SUA MAIS NOVA S"CIA Alice Cremonezi Colzato Scia SBE 1 6 4 4 N i v a l d o C o l z a t o CURSO DE ESPELEOLOGIA PARA CRIANAS EM BELO HORIZONTE As frias de julho sero animadas nos equipamentos municipais de Belo Horizon-te-MG. Esto pr ogramadas exposies, shows, peas teatrais e muitas oficinas para as crianas e adolescentes que vo passar as frias na cidade. Dentr e as atividades, as crianas podero participar de um curso de espeleo-logia no Museu de Mineralogia P r ofessor Djalma Guimares (P raa da Liber dade, 50, F uncionrios). O museu aberto ao pblico e conta com um acer vo de cer ca de 1.000 amostras expostas, de um conjunto total de 3.000, sendo 70 a 80% pr ocedentes de Minas Gerais, cer ca de 10 a 15% de outr os estados e o r estante de outr os pases. Escolas e grupos maior es tambm podem solicitar uma visita monitorada ao museu com temas especficos, bastando apenas um agendamento prvio. Especificamente sobr e o curso de espeleologia para crianas, os principais assuntos abor dados sero a formao e estrutura das grutas. A atividade ser de 17 a 21de julho e inclui uma visita gruta R ei do Mato, em Sete Lagoas-MG, no ltimo dia do curso. Inscries no curso e outras informaes podem ser solicitadas pelo telefone: (31) 3271-3415 Fonte: ABN 08/07/2007 Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimares

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2 t s N o c ia t s N o c ia CASA DENTRO DE CAVERNA LEILOADA Uma r esidncia construda dentr o de uma caverna em W or cestershir e, na GrBr etanha, foi vendida por 100 mil libras (cer ca de R$ 390 mil). A casa, que possui porta de entrada, lar eira e despensa, foi leiloada por um valor quatr o vezes maior do que a avaliao, segundo a BBC. A caverna, formada em uma grande r ocha de ar enito e que possui trs outr os espaos vizinhos, foi ocupada pela ltima vez na dcada de 40. A casa tem janelas, uma sala de estar e quartos de dormir mas no r ecebe abastecimento de luz ou gua. A r esidncia r ecebeu cer ca de 50 visitas e foi vendida por um valor quatr o vezes maior do que as 25 mil libras sugeridas antes do incio do leilo. PROTEO DO P A TRIMNIO Um morador das r edondezas adquiriu a casa por que queria que ela ficasse "exatamente como ", segundo o leiloeir o R oger Sadler Ele disse ainda que vieram pessoas at da Espanha para participar do leilo, r ealizado na quarta-feira passada (04/07/07). "Ns estamos muito satisfeitos. No se vende cavernas muito fr eqentemente, mas aquela era uma pr opriedade nica que atraiu uma quantidade inacr editvel de inter essados", afirmou Sadler A caverna, vendida juntamente com um terr eno de cinco acr es de flor estas e jar dins, foi leiloada aps a morte de seu pr oprietrio. Especialistas afirmam que ques-tionvel se ela apr opriada como moradia humana. Assista a uma vdeo -r eportagem da BBC sobr e a casa clicando no link abaix o: Fonte: T erra 05/07/2007 www .bbc.co .uk POESIA VIVA: L EM XIRIRICA DA SERRA Por Mouzar Benedito Em So P aulo, tem gente que, quando quer falar de um fim de mundo, um lugar distante e inacessvel, diz “l em Xiririca da Serra”. A maior parte das pessoas que falam isso pensa que esse um lugar imaginrio. Mas Xiririca da Serra existe, fica no Alto V ale do Ribeira, s que mudou de nome: passou a se chamar Eldorado P aulista. A cidade, terra de F rancisca Jlia, grande poeta parnasiana, fica na entrada de uma r egio que tem a maior quantidade de grutas do Brasil, talvez do mundo. Entr e elas, a Caverna do Diabo, que vir ou ponto turstico numa poca e fez algumas pesso-as da cidade pensar em que Eldorado passaria a r eceber muita gente, muitos turistas. Um morador chegou a abrir um hotel gran-de para os padres da r egio, esperando a chegada desses turistas. Mas eles passa-vam r eto, iam Caverna do Diabo e voltavam sem parar em Eldorado. A cidade con-tinuou parada, sem “pr ogr esso”, e por isso mesmo um lugar do qual eu gostava muito. Numa das vezes em que fui l, em 1976, vi um monte de gente entrando num antigo prdio, que par ecia ser de um cinema que no funcionava mais, e par ei num boteco ao lado. Um rapaz, com aparncia muito ner vosa, tomava uma cachaa e per guntei a ele o que estava acontecendo. Era um con-curso de declamao de poesia que comearia dali a pouco. Ele era pr ofessor de uma escola rural e iria participar declamando um poema da prpria F rancisca Jlia. Estava ner voso por isso. Muito ner voso. Gostei. P aguei mais uma cachaa pra ele, depois outra, e tomei algumas tambm. Conversamos at um pouco antes de che-gar a vez dele declamar j bem mais calmo, mas um pouco chumbado pelo lcool. Em outra viagem, pesquisando a nossa cultura popular estive l novamente. Alm de artesos que faziam belos covos de taquara, havia nas r edondezas os que trabalhavam com cip ou barr o, outr os que faziam rabecas e violas. Estava com um colega de trabalho e ficamos sabendo de uma comunidade parada no tempo, na mar gem esquer da do rio Ribeira, e fomos l. Samos de Eldorado rumo a Iporanga, por O cir cuito das Grutas, em Minas Gerais, acaba de fechar uma par ceria com a Secr etaria de Estado de T urismo para desenvolver o r oteir o turstico Caminhos de P eter L und, em P edr o L eopoldo -MG. O pr esidente do Cir cuito das Grutas, Mar celo Bastos Soar es tambm confirmou uma par ceria com o SESC -BH para incluir e pr omover o Cir cuito T urstico das Grutas no evento "Brasil Ritmos, Cr enas e L endas do V ale do Rio das V elhas", que ser r ealizado no dia 19 de agosto, no P ar que Municipal em Belo Horizonte. O objetivo alertar os participantes sobr e a situao pr ecria do Rio das V elhas. Antes disso, o Cir cuito das Grutas pr omove nos prximos dias 14 e 18 de julho, o curso "T urismo R eceptivo e R oteirizao" para agncias e operadoras de viagens. O curso ser r ealizado na F aculdade P r omove, em Sete Lagoas. Informaes: fone: (31)3775-2329 ou cir cuitodasgrutas@yahoo.com.br Fonte: Mercado e Eventos 04/07/2007 Vist a front al da casa e caverna leiloada uma estradinha de terra, e chegamos a um lugar que dava acesso a essa comunidade, chamada Barra do Brao. A chegada era de canoa, depois de deixar o carr o na beira da estrada e atravessar o rio com um menino de cer ca de dez anos r emando, enfr entando a corr enteza forte, carr egando alguns marmanjos, inclusive eu. Na Barra do Brao, fiquei muito surpr eso com o “atraso” de um pedao do estado mais rico do Brasil, a menos de 200 quilmetr os da maior e mais rica cidade do pas. L, muita gente no conhecia luz eltrica. No havia um povoado, mas casas esparsas, em que as pessoas s andavam a p, por trilhas que subiam e desciam mor-r os, e o nico meio de transporte de car ga era burr o. Nem carr o de boi passava pelas trilhas, muitas vezes cer cadas pela mata. Uma velhinha nascida naquele lugar e que sempr e mor ou l, estava admirada fazia alguns dias. Ela havia conhecido poucos dias antes uma cidade! Nos mais de 70 anos que antecederam aqueles dias, ela nunca tinha visto uma r ea urbana, mas enfim, j podia morr er sossegada: conhecia uma cidade, Iporanga, que na poca tinha cer ca de 900 habitantes. E estava admirada dema-is, no parava de falar : — Nunca imaginei que existia tanta gente no mundo! Fonte: Revist a Forum 05/07/2007 Vist a area do rio Ribeira de Iguape e de Eldorado-SP antiga Xirirca da Serra ROTEIRO: CAMINHOS DE PETER LUND E s t n c i a T u r s t i c a d e E l d o r a d o

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3 N ot c ia s N ot c ia s LAGO DA PATAGNIA DESAPARECE MISTERIOSAMENTE lquido fluiu at atingir um brao de mar que entrava no continente e da seguiu para o mar aberto, deixando seco o leito do lago outr ora cheio de iceber gues”, r eferiu Andr es Riveras. NO O PRIMEIRO CASO P or muito estranho que isso par ea, h r elatos de lagos a desapar ecer noutras partes do Planeta. Na Rssia, a gua de um lago que fica a cer ca de 500 quilmetr os a norte de Moscovo sumiu-se durante a noi-te, desapar ecendo cer ca de 1,4 milhes de metr os cbicos de gua que existia nessas paragens desde o sculo XVI. As autoridades russas avanaram a teoria de que a gua foi simplesmente esco-ada para uma caverna subterrnea. No estado norte-americano do Missouri, nove hectar es de lago evaporaram numa questo de dias. Os r esidentes da localidade onde o caso aconteceu ficaram espantados por ver que o local, onde outr ora praticavam desportos aquticos e nave-gavam em pequenos bar cos a vela, se tinha transformado numa cratera lamacenta. Novamente as fissuras das pedras atuaram como um enorme ralo por onde toda a gua escorr eu. Fonte: Correio da Manh 08/07/2007 Devem ser poucas as pessoas que nunca per deram algo. As chaves, o comando da televiso, as moedas que por magia desa-par ecem do bolso. Mas poucos podero dizer que per deram um lago inteir o do tamanho equivalente a dez campos de futebol e com 30 metr os de pr ofundidade. Assim aconteceu ao Lago Tmpanos, que fica na r egio chilena da P atagnia. Em Maio, guar das flor estais do P ar que Nacional Bernar do O ’Hig-gins encontraram uma cratera vazia onde dois meses antes tinham visto um lago glacial. Havia desapar ecido misteriosamente e ningum sabia para onde. Equipes de gelogos e outr os especialistas foram enviadas para o local, dois mil quilmetr os ao sul da capital, Santiago, para apurar como que tamanha concen-trao de gua desapar ece em poucos dias. Uma cratera seca e alguns bocados de gelo foram os nicos vestgios que os espe-cialistas tinham com que trabalhar T ambm r epararam que o rio de 40 metr os de lar gura e com oito quilmetr os de extenso, que comeava num glaciar e desaguava no Tmpanos, se transformara num mer o riacho. As primeiras teorias apontavam para um terr emoto que tinha pr ovocado uma enorme fenda pela qual a gua “escoou”, r ecor dando os peritos que a r egio chilena conhecida pela intensa atividade ssmica. Outra teoria sugeria o efeito do aquecimen-to global como r esponsvel pela evaporao do lago. Um especialista em glaciar es, Andr es Rivera, disse impr ensa chilena que o desapar ecimento se integrava na constante mutao da paisagem natural. O Sul do pas “tem verificado vrias alteraes nas ltimas dcadas”, disse, frisando que h 30 anos o lago no existia. Tmpanos alimentava-se da gua r esultante do degelo glacial ao seu r edor Aps uma inspeco mais detalhada, confirmaram que “a gua abriu uma fenda na par ede do gelo num dos lados do lago e o TEDRA: NOVO EQUIPAMENTO PROMETE REVOLUCIONAR AS COMUNICA'ES SUBTERRNEAS SEM FIO sem a necessidade de que ambos os pontos estejam unidos por fio. P esando apenas 2,5 kilos e de fcil transporte, o equipamento envia uma cor-r ente eltrica no subsolo atravs de um par de eletr odos. Essa corr ente transporta um sinal que pr opaga-se pelo terr eno cir cundante e pode ser captada por outr o equipamento TEDR A para ser novamente transformada em som. Especificaes, funcionamento e outras informaes esto disponveis em: Fonte: Barrabes 03/07/2007 www .barrabes.com/tedra A cr atera deixada pelo lago que sumiu Desenvolvido pela Siemens em colaborao com o Grupo de T ecnologas en Entornos Hostiles da Universidade de Zara-goza (Espanha), o dispositivo TEDR A (Thr ought Earth Digital Radio Applicance) utiliza a r ocha como elemento de transmisso e r epr esenta um avano extraor dinrio que possibilitar um maior grau de segu-rana em trabalhos de explorao e r esgate em cavernas. As comunicaes sem fio a que estamos habituados se baseiam na transmisso de ondas eletr omagnticas (comumente conhecidas como ondas de rdio). Ape-sar de ser em capazes de viajar no espao vazio e atravs da atmosfera, as ondas de radio so, em geral, incapazes de pene-trar sequer alguns metr os no interior da terra. Assim, as comunicaes sem fio subterrneas sempr e tm sido um autntico desafio tecno-lgico que, a priori e pelos princpios fsicos em que se baseia, par ecia de difcil, se no impossvel, soluo. Contudo, a colaborao entr e Siemens SA e o Grupo de T ecnologas en Entornos Hostiles da Universidade de Zaragoza permitiu alcan-ar bons r esultados nesta questo. Um equipamento avanado de tecnologia digi-tal (TEDR A) que permite as comunicaes de voz entr e a superfcie e o interior da terra B B C Esquema de funcionamento do TEDRA

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E. P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologia UIS K err ville, T exas, EU A www .ics2009.us C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongreso2007.org Equipamento Bsico Data: 1994 Autor: R en de Souza (SBE 0562) (BA-82): P rojeo Horizontal: 102.500 m. Des-nvel 59 m. Campo F ormoso -BA. T rata-se da maior caverna do Brasil e est listada como a 13 maior do mun-do no Atlas Great Caves of the W orld (COURBON, et al 2005). Sua topografia ainda no foi concluida e acredita-se que o tamanho registrado deva aumentar bastante com novas exploraes. T oca da Boa Vista Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br 09 a 23/07/2007 V Expedio SBET ocantins Dianpolis e AlmasTO www .sbe.com.br/campo.asp As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim O P enta N47, F und. Casa Cult. de Marab: Mar -Abr/2007. Boletim Speleologia N56, Societ Speleologica Italiana: Jun/2007. Boletim Speleofrum N26, Czech Speleological Society : Abr/2007. Boletim eletrnico Cone xo Sub terrnea N51, R edespeleo Brasil: Jun/2007. Boletim eletrnico Informativo da Sociedade P araibana de Arqueolo gia N7, SP A: Jun/2007. LIVRO ELETRNICO Com o P r ojeto Livr o Eletrnico, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient-fico e T ecnolgico (CNPq) passa a disponibilizar na sua pgina na internet, obras cientficas, tecnolgicas e de inovao. Os objetivos do pr ojeto so disseminar o conhecimento por meio de publica-es eletrnicas, estimular a difuso do conhecimento, dar visibilidade ao conheci-mento gerado e ampliar o acesso informa-o de qualidade com foco em cincia, tec-nologia e inovao. Segundo o CNPq, o autor inter essado na publicao de seu livr o em formato eletrnico dever enviar uma verso da obra com autorizao, r egistrada em cartrio, cedendo instituio os dir eitos autorais. A obra dever ser adequada quanto ao tema abor dado, linguagem e tica; ter qualidade de contedo, diagramao, e de disposio grfica; e ser r elevante, pertinente e abrangente. A avaliao ser feita por uma comisso editorial composta por funcionrios e convidados do CNPq. Saiba mais em: Fonte: Agncia F APESP 27/06/2007 www .cnpq.br R e n d e S o u z a


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