SBE Notícias

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SBE Notícias
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SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

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General Note:
SBE na luta contra as barragens no Ribeira - População do Vale do Ribeira diz não à UHE Tijuco Alto - Terapia em mina de sal polonêsa - Lei para proteger o Rio Ribeira de Iguape - Os namorados e o cérebro social - Vestígios de 5.000 anos no Suriname - SISBIO deve agilizar pedidos de pesquisa - Igrejas esculpidas na rocha atraem turistas à Macedônia - Foto do Leitor: Caverna de Santana (SP-41).
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Vol. 2, no. 57 (2007)
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University of South Florida Library
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University of South Florida
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K26-03438 ( USFLDC DOI )
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SBE na luta contra as
barragens no Ribeira Populao do Vale do Ribeira diz no
UHE Tijuco Alto Terapia em mina de sal polonsa Lei para
proteger o Rio Ribeira de Iguape Os namorados e o crebro
social Vestgios de 5.000 anos no Suriname SISBIO deve
agilizar pedidos de pesquisa Igrejas esculpidas na rocha
atraem turistas Macednia Foto do Leitor: Caverna de
Santana (SP-41).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 2 N 57 21/07/2007 T erra de R egistr o, quando a Companhia Ener gtica de So P aulo (CESP) apr esentou a inteno de construo das UHEs: Itaoca, F unil e Batatal. O pr ojeto de construo da UHE Tijuco Alto pela Companhia Brasileira de Alumnio (CBA) e as barragens da CESP r epr esentavam grande ameaa ao patrimnio espeleolgico, compr endidos na P r ovncia Espeleolgica do V ale do Ribeira. FORAM TEMPOS DIFCEIS O EIA/RIMA da UHE F unil foi entr egue em 1992 e tnhamos mais condies de participar e acompanhar os pr ojetos da CESP e o fizemos. Em 1993, a CESP “desistiu” destes empr eendimentos, fr ente mobilizao social e ambiental, mas a Eletr obrs e o Departamento Nacional de guas e Ener gia (DNAE) apr ovam o estudo de inventrio de F unil, Itaca e Batatal em 1994. No incio de 1994, comeamos a participar do MO VIMENTO PR"-RIBEIR A, Campanha contra a construo de hidr eltricas no rio Ribeira de Iguape. Neste ano, o Ministrio Pblico F ederal em So P aulo e no P aran, suspende o pr ocesso de licenciamento da UHE Tijuco Alto, que possui um longo histrico de falhas nos estudos apr esentados e, em outubr o de 2003, o Ibama r ecusou o EIA/RIMA por julg-lo incompleto. Em julho de 2004, a CBA r ecebeu do r go federal um termo de r eferncia para dar incio ao novo estudo, que foi r ealizado pela CNEC Engenharia e entr egue ao Ibama em outubr o de 2005. Em 2005, a SBE, r etoma tambm sua participao agora fazendo uma consulta a seus associados e participando da frum que r ene diversas entidades de So P aulo e do P aran. Dentr e as barragens pr ojetadas, a que est em pr ocesso mais avanado de apr ovao a de Tijuco Alto e em 2007 so mar cadas as audincias pblicas. Diante disso, a SBE convida o gelogo e coor denador da CPRM/SP Antnio Theodor ovick para pr omover a palestra que forneceu importante contribuio sobr e os impactos em r egies crsticas. Espelelogos da SBE analisaram o EIA quanto aos impactos r elacionados as feies crsticas e psedocrsticas, entr e outr os, elaborando dois par ecer es r elevantes, um de bioespeleologia e outr o de geoespeleologia. Estes documentos foram importantes nas A udincias Pblicas, quando pudemos apontar as falhas quanto a fragilidade geo-morfolgica do local do barramento e da r egio, ainda no esclar ecidas no estudo. Mas ainda tem os muito o que fazer e convidamos a todos para a prxima Audincia Pblica: dia 27 de julho s 14h P arabns todos os scios e colaborador es pelo empenho e coragem na pr eser vao do patrimnio espeleolgico e socio-ambiental do V ale do Ribeira! Campanha contra Barragens no Ribeira "Domnios Geoambientais da r egio de influncia da barragem do Tijuco Alto, Alto V ale do Ribeira: adequabilidades e limitaes fr ente ao uso e ocupao" Assemblia Legislativa do Est ado de So Paulo Auditrio Franco Montoro Por Maria Cristina de Albuquerque (SBE 274) A SBE, ao longo destes dezessete anos, tem seu posicionamento contrrio a construo de barragens no Rio Ribeira de Iguape e mais uma vez esteve pr esente e se manifestou na defesa do patrimnio espe-leolgico, ameaado com a construo da Usina Hidr o Eltrica (UHE) Tijuco Alto. Neste momento decisivo, mobilizou associados e pr oduziu dois par ecer es r elevantes sobr e espeleologia: um de Bioespeleologia e outr o de Geoespeleologia, que foram pr otocolados na audincia pblica da UHE Tijuco Alto r ealizada em Eldorado no ltimo dia 9 de julho. O Raul, advogado do Instituto Scio Ambiental (ISA), apr esentou o par ecer de Geoespeleologia, cujas consideraes causaram surpr esa equipe da CNEC Engenharia, empr esa que r ealizou o L eia a matria abaix o sobr e as audincias. EST A LUT A TEM HIST"RIA Com a criao do DEPROPE, Departamento de P r oteo ao P atrimnio Espeleolgico, em 1988, coor denado pelo saudoso Rui Campos P er ez, foram desenvolvidas aes na r ea de legislao sobr e a pr oteo do patrimnio espeleolgico nacional e na questo das barragens do Rio Ribeira. O I Encontr o P aulista de Espeleologia, r ealizado em 1990 na Serra, em Iporanga, discutiu o pr ojeto de construo da UHE Tijuco Alto, quando o GEEP -Aungui r elatou sua atuao na defesa das cavernas que no foram consideradas no EIA. P articipamos em 1991 do II Seminrio sobr e as barragens no rio Ribeira, or ganizado em Iporanga pela Comisso P astoral da EIA/RIMA SBE NA LUTA CONTRA AS BARRAGENS NO RIBEIRA POPULAO DO VALE DO RIBEIRA DIZ NO UHE TIJUCO ALTO Nas audincias pblicas sobr e os impactos ambientais da usina hidr eltrica de Tijuco Alto, r ealizadas r ealizadas entr e os dias 6 e 10 deste ms em cinco cidades do V ale do Ribeira, milhar es de pessoas afirmaram que no quer em que o rio Ribeira seja privatizado para aumentar a pr oduo de alumnio da Companhia Brasileira de Alimnio (CBA) e demonstraram inmeras falhas no Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do empr eendimento. Durante as audincias, lideranas comunitrias, pr omotor es pblicos, pesquisador es e r epr esentantes de or ganizaes da sociedade civil pr otestaram enfaticamente contra o pr ojeto da hidr eltrica e conseguiram demonstrar que o EIA apr esentado no cobr e uma srie de conseqncias negativas para os meios biticos, fsi-cos e socioeconmicos da r ea estudada, alm de no inclui os impactos da barragem para a r egio do chamado Baix o Ribeira. As audincias pblicas compr ovaram tambm que a maioria da populao do V ale do Ribeira contra a inundao de terras pr odutivas e a apr opriao privada de seu principal rio – o nico rio no barrado do estado de So P aulo pela CBA. Fonte: Notcias Socioambient ais 13/07/2007 L eia a matria completa Audincia Pblica em Eldorado SP R a u l S T V a l l e / I S A

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2 t s N o c ia t s N o c ia TERAPIA EM MINA DE SAL POLONSA Na P olnia, o tratamento contra asma e aler gias r espiratrias aplicado 130 metr os abaix o da superfcie da terra, na mina de sal-gema mais antiga em atividade no mundo. As virtudes teraputicas da jazi-da de W ieliczka, a 15 quilmetr os da Cracvia, no Sul da P olnia, atraem anualmente centenas de pacien-tes. P or cer ca de 500 eur os, r eembolsados se a estada for pr escrita por um mdico, os enfermos passam 14 dias no corao da mina, pr otegidos de micrbios e poeira. Diariamente, durante seis horas e meia, mdicos e fisioterapeutas passam exer ccios fsicos e administram jogos para ajudar os doentes a contr olar em melhor sua r espirao, apr oveitando o entorno teraputico da mina. “Este ar totalmente saudvel para os asmticos por que no tem contato algum com fator es alr gicos", explicou a pneumologista Marta Rzepecka. Os elevados ndices de umidade e clor eto de sdio nas galerias subterrneas das jazidas favor ecem tambm a r egenerao das mucosas, segundo ela, acr escentando que o tratamento eficaz para 90% dos pacientes. O tratamento ao sal comeou em 1826 em W ieliczka, quando o mdico F eliks Boczk owski criou o primeir o centr o no qual banhos de sal curavam mais de 30 doenas difer entes. Fonte: O Povo 12/07/2007 OS NAMORADOS E O CREBRO SOCIAL Por Prof. Luiz Machado Fundador da Cidade do Crebro O comportamento social tornado possvel por funo do cr ebr o, havendo cientistas que admitem um “cr ebr o social”, uma combinao de difer entes estruturas e sistemas que atuam em harmonia para a convivncia. Ns j avanamos neste tipo de conhecimento e chegamos concluso de que o que uns chamam de cr ebr o social uma das subfunes do sistema de auto-pr eser vao e pr eser vao da espcie (SAPE), em termos tcnicos, formado pelo hipotlamo, a formao r eticular e o sistema glandular endcrino. Os desentendimentos entr e homens e mulher es, como namorados, noivos, casados so fr eqentes. clar o que uns so difer entes dos outr os e, a partir do momento que entendam isso, possvel melhorar o r elacionamento. Ainda hoje h dvidas se a maneira de se comportar de cada gner o devida influncia do meio ambiente ou de estruturas do cr ebr o. prudente que aceitemos as duas possibilidades. De uma maneira simplista, tem-se dito que os homens usam mais o hemisf-rio esquer do, lgico -racional, e que as mulher es so do hemisfrio dir eito, mais ligado ao sistema das emoes (hipotla-mo, hipfise e o sistema glandular). Os hemisfrios so, na ver dade, pr ocessador es de informaes que pr ovm do sistema de autopr eser vao e pr eser vao da espcie (SAPE). P or exemplo, o SAPE d a informao de fome, ento o homem primi-tivo pr ecisava ir caa, pois a mulher ficava na caverna para cuidar da pr eparao de alimentos e dos filhos. P ara caar o homem pr ecisou desenvolver sua orientao espacial: distncia do bicho, para onde ele ia pular etc., etc.; enfim, a habilidade de for-mar no cr ebr o quadr os mentais que indicassem tamanho, posio, movimento, volume e aspecto. Mas as mulher es, pr ecisavam obser var atentamente tudo nas cavernas, por isso tinham que assimilar tudo bem rapidamente e r ealizar vrias tar efas ao mesmo tempo, com isso elas criaram mais conexes entr e os neurnios e maior trnsito de informaes entr e os A luta contra as barragens no Ribeira uma luta contra um modelo de desenvolvimento que no v limite, acr edita o deputado estadual Raul Mar celo (PSOL), autor do que declara o rio Ribeira como P atrimnio Histrico, Cultural e Ambiental do Estado. “ O pr ojeto importante para pr eser var o V ale do Ribeira, que est para os paulistas como a Amaznia est para os brasileir os” compara o deputado. O PL, apr ovado do dia 28 de junho, seguiu para avaliao do governador Jos Serra. Raul Mar celo espera uma pr esso durssima dentr o do governo para que Serra no sancione o pr ojeto. “Ser feita por setor es econmicos que no quer em pagar a conta de seus passivos ambientais, ento pr ecisamos fazer a contrapr esso, com todos os que se importam com o meio ambiente enviando cartas e e-mails Casa Civil, Secr etaria de Meio Ambiente e ao prprio governador escr evendo para os jornais etc”, pede Raul Mar celo. Fonte: Notcias Socioambient ais 13/07/2007 P r ojeto de L ei 394/2007 Clique na imagem para um tour vir tual pela Mina de Wieliczka hemisfrios, pois as fibras ner vosas do corpo caloso, que fazem a ligao entr e os hemisfrios so maior es nas mulher es. Desde suas mltiplas atividades na caverna, as mulher es tiveram que desenvolver seu senso de paladar (para pr oteger os companheir os e os filhos de comida estragada, o que at hoje ocorr e), o tato e a audio e vem melhor no escur o... da elas encontrar em as coisas com mais facilidade, pois tm a viso perifrica mais desenvolvi-da. Os homens pedem a elas que ajudem a encontrar o que per deram e na tomada de decises, uma vez que elas vem mais lon-ge... Sua per cepo como um radar de longo espectr o. Bem, falamos na caverna para alertar os namorados que ningum melhor ou pior Somos difer entes, homens e mulher es, para que possamos nos completar e, antes de nos queixarmos uns dos outr os, pr ecisamos entender como somos estruturalmen-te. H vrios livr os inter essantes que ajudaro nessa tar efa; por exemplo: “Homem Cobra – Mulher P olvo”, de Iami Tiba; “P or que os homens F azem Sex o e as Mulher es fazem Amor?”, de Allan e Brbara P ease; “Homens so de Marte – Mulher es So de Vnus”, de John Gray Ph.D.; “P or que Amamos”, de Helen F isher ; “ A Substncia do Amor ”, de Jos Eduar do Agualusa. Fonte: Cidade do Crebro 1 1/06/2007 LEI PARA PROTEGER O RIO RIBEIRA DE IGUAPE D i v u l g a o K o p a l n i a S o l i

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3 N ot c ia s N ot c ia s VESTGIOS DE 5.000 ANOS NO SURINAME Uma srie de petr oglifos (r epr esentaes grficas gravadas em pedras) e peas de cermica encontradas no stio sagrado W er ephai no Suriname, localizado na costa nor deste da Amrica do Sul, r emontam a quase 5 mil anos de idade, segundo uma equipe de ar quelogos que durante trs anos trabalhou no local. " um mistrio", disse o ar quelogo Abelar do Sandoval, do Instituto Smithsonian de W ashington, ao apr esentar os r elatrios pr eliminar es da pesquisa ar queolgica sobr e o stio. Sandoval participou junto com o ar quelogo Aad V ersteeg, do Museu do Suriname, e o ecologista Dirk Noor dam de um trabalho de trs anos que terminou em junho de 2007. Segundo Sandoval, anlises r ealizadas com carbono 14 r evelaram que as peas de cermica encontradas em W er ephai tm 4930 anos, as mais antigas da r egio (Suriname, as Guyanas e o norte do Amazonas). "Cer ca de 313 entalhamentos na r ocha e petr oglifos foram encontrados em sete cavernas no complex o r ochoso de 150 metr os de extenso e de 40 a 60 metr os de lar gura", informou V ersteeg. O stio W er epha (nome que se r efer e a av indgena de uma histria nativa amerndia) foi descoberto no dia 8 de maio de 2000 pelo fundador da tribo T rio, o indgena K amanja P aneshek ung, do povoado de Kwamalasamutu no sudoeste do Suriname, pr-ximo fr onteira brasileira. Os pesquisador es acr editam que o stio, situado a cer ca de 50 km da fr onteira sul com o Brasil, no mostra a pr esena de humanos de 2000 a 4200 anos atrs, fato que os deix ou intrigados. "Os desenhos no so deste mundo, mas de outr o. Alguns lembram simples r ostos, outr os figuras como serpentes e outras se assemelham a humanos, com pernas e braos", disse V ersteeg sobr e os petr oglifos. Segundo Sandoval, at mesmo no museu amerndio do Instituto Smithsonian no h r egistr os desse tipo de petr oglifos. As finas e decoradas peas de cermica indi-cam que naquele lugar foram r ealizadas atividades cerimoniais e sagradas. V ersteeg explica que o Suriname r egistr ou em 2005 a descoberta de 25 stios ar queolgicos com 192 petr oglifos. Em 2007, j so 505. O primeir o petr oglifo do Suriname foi descoberto em 1853 e docu-mentado em 1882. Fonte: Folha Online 18/07/2007 IGREJAS ESCULPIDAS NA ROCHA ATRAEM TURISTAS MACEDNIA dentes da Sr via, Boris T adic, e da Bulgria, Geor gi P ar vanov O lder da Albnia tambm nos visitou", afirma. "P ara eles foi muito difcil subir mas ficaram entusiasmados aqui por vrias horas", conta a priora. Dentr o, h vrias celas de cer ca de dois metr os de comprimento e dois de lar gura, nas quais costumavam viver monges. O calor de 35 graus do exterior no sentido dentr o da igr eja, onde se r espira um ar fr esco e mido. A altura no interior da igr eja no passa de dois metr os. A nica fonte de luz um pequeno buraco perto do altar que ilumina os murais com temas bblicos por poucos minutos durante o dia. O ar quiteto Aleksandar Rajcevski, especializado em objetos r eligiosos, diz que as igr ejas, apesar de no ser em to grandes quanto as da Capadcia, na T ur quia, so bastante ricas em afr escos.”As igr ejas macednias tm em geral entr e 4 e 15 metr os quadrados. T ambm so encontradas nas r egies de P rilep, Demir Hisar K avadar ci, R esen e P r obishtip", afirma. At o fim dos anos 80, o asceta Gavril, o ltimo monge ermito da Macednia, vivia em uma pequena caverna das pr o ximidades de P r obishtip, Fonte: Ultimo Segundo 16/07/2007 Na Macednia, dezenas de pequenas igr ejas rupestr es atraem turistas e at estadistas, que buscam r epouso em seu ambiente de tranqilidade e isolamento, to dis-tante das r esidncias de lux o que habitualmente fr eqentam. A maioria dessas igr ejas foi esculpida no interior das r ochas de ar enito de cor avermelhada localizadas nas imediaes do lito-ral do lago de Ohrid, no sudoeste do pas. F oram construdas por ascetas que queriam viver e trabalhar isolados, longe das cidades e das pessoas, mas tambm encontrar r efgio e segurana durante o Imprio Otomano, que se estendeu do scu-lo XV e ao incio do XX. "H vrias igr ejas rupestr es nos arr edor es de Struga, datadas do comeo do sculo XIII", disse Efe Kosta Balabanov pr ofessor da Histria da Arte na F aculdade de F ilosofia em Sk opje. As primeiras igr ejas esto a apenas dez minutos de caminhada do centr o de Struga e foram dedicadas V ir gem Maria, So P edr o, So Miguel, So Salvador e outr os santos cristos, locais e universais. P erto dali, h tambm o mosteir o de K alishte e prximo dali, a cer ca de cem metr os acima da mar gem do lago de Ohrid, a igr eja rupestr e de Santo Anastcio. Est situada atrs de uma grande r ocha, que divide a praia e se afunda no lago, e da qual saem os r estos de uma escada de pedra que leva a outra r ocha em cujo interior foi escavada uma igr eja, que dificilmente notada na paisagem de pedras. "J no h ermitos como antes por que a poca atual mata a f nas pessoas", diz a priora do mosteir o, sr or Sinklitikija, que guia os visitantes pelas pequenas igr ejas rupestr es da r egio. Segundo ela, as igr ejas so visitadas fr eqentemente por estadistas, que chegam r esidncia de vero do pr esidente e do primeir o -ministr o da Macednia, na cidade vizinha de Ohrid. Alguns deles pr efer em descansar nas igr ejas rupestr es. "H poucos meses subiam esta estr eita e poeir enta escada os pr esiO Instituto Brasileir o do Meio Ambiente e dos R ecursos Naturais R enovveis(Ibama) est r etomando as atividades do Sistema de A utorizao e Informao em Biodiversidade (Sisbio). Lanado em maro, o Sisbio muda a forma de tramitao, den-tr o do Ibama, dos pedidos de autorizao de pesquisas cientificas, seja aquelas r elativas coleta de material biolgico ou as r ealizadas dentr o de unidades de conser vao, que necessitem de autorizao. “P or meio desse sistema, a emisso de licena para coleta de material biolgico, que antes poderia levar at dois anos, tra-mitando por vrios setor es do Ibama, vai levar no mximo 45 dias. A solicitao de pesquisa feita pelo sistema, por meio de um formulrio eletrnico, sendo distribuda simultaneamente entr e vrios setor es”, explica Beatriz Gomes, do Ncleo de Uni-dades de Conser vao (NUC/Ibama). Com esse sistema, o Ibama espera que os pesquisador es se sintam mais dispostos a conhecer e pesquisar a biodiversi-dade brasileira e o interior das unidades de conser vao. Fonte: Notcias Ambient ais 1 1/07/2007 SISBIO DEVE AGILIZAR PEDIDOS DE PESQUISA Igueja de Santo Anastcio em Struga, Macednia

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T el/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Barbara E. P F R odrigues T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologia UIS K err ville, T exas, EU A www .ics2009.us C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S 29/07 a 04/08/2007 5 Congresso FEALC e 1 Congresso FEPUR Aguadilla, P or to Rico www .speleocongreso2007.org P arece de Gelo Data: 02/2005 Autor: R ogrio Henr y B Magalhes (SBE 01064)T rupe V er tical (G0383) Caverna de Santana (SP -41): P rojeo Horizontal: 5.040 m. Desn-vel 61 m. Iporanga-SP P arece gelo mas so espeleotemas delicados for-mados pela dissoluo e deposio dos minerais da rocha calcria em um ambiente com baixo fluxo de energia. A Caverna de Santana um dos principais atrati-vos do (PET AR) no sul do estado de So P aulo P arque Estadual T urstico do Alto Ribeira Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim Andaluca Subterrnea Ns 15, 16, 17 e 18, F ederacin Andaluza de Espeleologa: 2005, 2006 e 1007. Boletim The Journal of the Sydney Speleological Society N6, SSS: Jun/2007. Boletim Spelunca N106, Fdra tion F ranaise de Splologie: Abr Jun/2007. Boletim Slovensk Kras N44, Slo vensk Mzeum Ochrany P rirody a Jaskyniarstva: 2006. R evista Anlise Gesto Ambiental N1, Anlise Editorial: 2007. Boletim eletrnico 1861 R evista de Espeleologa y Arqueologa Edi o especial, Comit Espeleolgic de Matanzas / Sociedad Espeleol gica de Cuba: Jan/2007 Boletim eletrnico P rimer Cauce N 5, Escuela Nacional de Espeleo loga Antonio Nez Jimnez / Soci edad Espeleolgica de Cuba: Mar/2007 Boletim eletrnico Noti-FEALC N25, F ederacin Espeleolgica de Amrica Latina e del Caribe: Jul/2007. Boletim eletrnico Informativo da Sociedade P araibana de Arqueolo gia N8 (edio especial), SP A: Jul/2007. Boletim eletrnico Espeleo Infor me Costa Rica N1, Grupo Espele olgico Anthros: Jul/2007. Boletim eletrnico Espelunca Digi tal N 5, Sociedad Espeleolgica de Cuba: Jun/2007 18/08/2007 P alestra: Arquitetura e o Planeta Sede SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp R o g r i o M a g a l h e s


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