SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Congresso de Porto Rico foi um sucesso - Declaração de Aguadilla - Inscrições abertas para o GVBS PETAR - Adventure Sports Fair começa amanhã - SBE e CPRM na implantação do Geoparque Vale do Ribeira - Reencontrado o código do Colossal Cave Adventure - Carro desgovernado vai parar na Gruta da Lapinha em Lagoa Santa MG - Concurso de fotografia espeleológica - Foto do Leitor: Lapa de São Vicente II (GO-9).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 60 (2007)
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
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Resource Identifier:
K26-03441 ( USFLDC DOI )
k26.3441 ( USFLDC Handle )
8695 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Congresso de Porto
Rico foi um sucesso Declarao de Aguadilla Inscries
abertas para o GVBS PETAR Adventure Sports Fair comea amanh
- SBE e CPRM na implantao do Geoparque Vale do Ribeira -
Reencontrado o cdigo do Colossal Cave Adventure Carro
desgovernado vai parar na Gruta da Lapinha em Lagoa Santa MG -
Concurso de fotografia espeleolgica Foto do Leitor: Lapa de
So Vicente II (GO-9).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 2 N 60 21/08/2007 todos os congr essistas, ofer eceu duas visitas. Na parte da manh, os nibus se dirigiram ao P ar que das Cavernas do Rio Camuy nico complex o de cavernas com turismo em massa no pas. T rata-se de uma r ede subterrnea com 25 km de extenso e 17 entradas, cuja atrao mais visitada a Cueva Clara de Empalme (ver foto abaix o). O local, bem cuidado e com vegetao exuberante, pr opor ciona ao visitante uma estadia bastante agradvel e confortvel. Aps a exibio de um vdeo, toma-se um tr enzinho eltrico que per corr e um estr eito e tortuoso caminho at o fundo de um estr eito vale. Dentr o da gruta, uma passar ela de cimento r ente ao cho dir eciona o per curso dos visitantes atravs de um salo alongado, cuja iluminao discr eta permite visualizar seu grande volume. Apesar da pouca pr esena de espeleotemas, desfrutase um belo visual interior Aps cruzar uma grande boca, o trajeto finaliza na bor da de uma imensa dolina, de onde se v ao fundo um dos braos do Rio Camuy penetrando o macio rumo a novas galerias. A segunda parte da chamada Excurso de 1 dia foi dedicada ao Radiotelescpio de Ar ecibo, uma impr essionante obra da engenharia que admir ou a todos. Inaugurado em 1963, o maior apar elho dessa natur eza no mundo, cuja antena de 305 metr os de dimetr o foi instalada numa depr esso Por Nivaldo Colzato (SBE 0181) Delegado Brasileiro e Secretario Adjunto FEALC Com a r ealizao da VIII Assemblia Geral da FEALC -F ederao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe e da r eunio anual do Bur eau da UIS-Unio Internacional de Espeleologia, finalizou no dia 4 deste ms o O evento, or ganizado pela FEPUR F ederao Espeleolgica de P uerto Rico, foi r ealizado nas dependncias da Universidade de Aguadilla, municpio do extr emo oeste daquele pas do Caribe. Alm da indita pr esena de todos os pases membr os plenos da (atualmente so dez), vieram para o V CEALC espelelogos dos EU A, Espanha, Itlia, F rana, Blgica, Noruega, Eslovnia, Inglaterra, R epblica Checa, Cr ocia, Lbano, Coria do Sul, Nova Zelndia e A ustrlia. Com 120 inscries e 69 trabalhos, o evento se completou com importantes palestras, pr ojees de fotos e filmes espeleolgicos, alm de exposio de cartazes com informaes tcnicas e cientficas. A espeleologia brasileira esteve r epr esentada por Emerson Gomes P edr o (P r esidente da SBE), Jos A yrton Labegalini (expr esidente da SBE e UIS, Coor denador da Seo de Cavernas T ursticas da FEALC) e Nivaldo Colzato (ex-pr esidente da SBE, Secr etrio Adjunto da FEALC). P orto Rico possui r ea prxima de 10 mil km2 (nosso menor estado, Alagoas, tem 28 mil km2 e o Distrito F ederal, 5,8 mil). Sua principal extenso de r ocha carbontica est distribuda numa poro alon-gada que se estende do centr o -norte da ilha at o extr emo oeste, na costa de Aguadilla. Dentr e as inmeras formaes que compem o r elevo dessa r egio, destacam-se os milhar es de mogotes, pequenos montes de calcrio isolados que se espalham ao longo de dezenas de quilmetr os, pr opor cionando um visual belssimo. Atualmente so conhecidas cer ca de 250 cavernas em P orto Rico, embora o potencial seja imenso. Durante o evento, vrias foram as ofertas de excurses a difer entes r egies crsticas, histricas e praias da ilha. A principal delas, que teve a participao de V CEALC Congr esso de Espeleologia da Amrica Latina e Caribe FEALC CONGRESSO DE PORTO RICO FOI UM SUCESSO calcria. Seu conjunto r eceptor suspenso a uma altura de mais de 60 metr os, r ecebe e emite sinais ao universo, inclusive com a finalidade de descobrir civilizaes extrater-r estr es inteligentes. A delegao brasileira, alm de difundir nossa espeleologia alm fr onteira, apr esentou trabalhos e participou ativamente das atividades da FEALC e UIS. A convivn-cia com pesquisador es de tantos pases difer entes, muitos deles amigos de longa data, pr opor cionou tambm o planejamento de par cerias institucionais. Nesse aspecto, convnios esto sendo elaborados entr e a SBE e sociedades da Cr ocia, Itlia, Bolvia, Colmbia e Espanha, em alguns casos com atividades pr ogramadas para 2008. Dstaca-se tambm a apr ovao da Declarao de Aguadilla (ver pgina seguin-te) e a eleio do novo comit executivo da FEALC para o quadrinio 2007-2011: Presidente : Angel Graa (Cuba) V ice Presidente : Efran Mercado (Puerto Rico) Secretrio Geral : Carlos Benedetto (Argentina) Secretrios Adjuntos : Jorge Y anez (Honduras), Juan Mont ao (Mxico), Nivaldo Colzato (Brasil), Rafael Carreo (V enezuela). Alm da boa or ganizao e das condies adequadas para um evento de suces-so, o V CEALC pr opiciou um impulso nossa espeleologia r egional. A FEALC saiu fortalecida e com nimo para uma nova e pr omissora etapa. Confirmou-se a tendncia de que o melhor caminho para o desenvolvimento da espeleologia est na oficializao de par cerias. Est aberta a temporada de convnios. O ambiente saudvel e a amizade demonstrada durante aquela semana em Aguadilla do conta de que esse o cami-nho, por que as cavernas pr ecisam de espelelogos e entidades unidas contra as amea-as de destruio que esto por toda parte. Muitos expoentes da espeleologia mundial estavam pr esentes. F oi bastante satisfatrio ouvir dessas pessoas, numa unanimidade de pensamento, que as clas-ses espeleolgicas cientfica e esportiva pr ecisam se dar as mos, trabalhar juntas, uma completando a outra, com r espeito e harmonia, valorizando -se mutuamente. Que essa moda se espalhe, para alegria das cavernas e da prpria classe espele-olgica. Congressistas em visita a Cueva Clara de Empalme N i v a l d o C o l z a t o

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2 t s N o c ia t s N o c ia O Grupo V oluntrio de Busca e Salvamento (GVBS), do P ar que Estadual T urstico do Alto Ribeira (PET AR), abriu inscries para o curso bsico de busca e sal-vamento em cavernas a se r ealizar de outubr o a dezembr o no V ale do Ribeira, sul do estado de So P aulo. O curso destinado a maior es de 18 anos inter essados em cumprir planto voluntrio no PET AR em finais de semana e feriados seguindo escalas de planto. Com objetivo de capacitar os voluntrios, o curso deve pr opor cionar um efetivo mnimo para o atendimento de pessoas per didas e acidentadas na r egio do PET AR alm de or ganizar atividades pr eventivas e de educao ambiental. M"DULOS DO CURSO: BUSCA E SAL V AMENTO: 5 a 7/10/2007 no Ncleo Caboclos do PET AR ; FERR AMENT AS: 19 a 21/10/2007 no Ncleo Our o Gr osso do PET AR ; EMERGNCIAS MDICAS: 9 a 11/11/ 2007 no P ar que Inter vales (PEI); SISTEMAS DE RESGA TE: 23 a 25/11/2007 no Ncleo Santana – PET AR ; PREVENO DE A CIDENTES: 29/11 a 02/12/2007 na Biblioteca Municipal de Iporanga. INSCRI'ES As inscries vo at dia 05 de setembr o. Solicite mais informaes pelo e-mail: gvbspetar@hotmail.com DECLARAO DE AGUADILLA RELATIVA AO PATRIMNIO ESPELEOL"GICO Federao Espeleolgica da Amrica Latina e do Caribe FEALCAguadilla, Puerto Rico, 4 de Agosto de 2007 Moo apresentada pela delegao V enezuelana, discutida e aprovada durante a VIII Assemblia Geral da FEALC. Em virtude da pr eocupao que tem a comunidade espeleolgica em r elao ao impacto no P atrimnio Espeleolgico decorr ente do modelo de desenvolvimento global, emitimos o pr esente documento para que sir va como r eferncia perante outras or ganizaes espeleolgicas e tambm perante instituies governamentais, multilaterais e diversas ONG's. A) T omando -se em conta que o sistema subterrneo que compr eende as cavernas, abismos, cavidades artifici-ais e os ecossistemas que os r odeiam est sendo submetido a pr olongadas, intensas e diversas ameaas devido a: 1. Atividades minerrias em r eas escassa ou inadequadamente estudadas; 2. Contaminao devido ao ou omisso; 3. Deteriorao ocasionada durante atividades comer ciais como o turismo inadequado e vandalismo. 4. Cr escente alterao dos ecossistemas por industrializao, urbanizao, entr e outr os; 5. Apr oveitamento inadequado dos espaos e r ecursos do subsolo por fator es econmicos. 6. O aumento demogrfico que gera uma pr esso no sustentvel nos r ecursos; 7. Destruio ou alterao total ou par cial durante os conflitos armados. B) Declaramos a importncia de se valorizar os principais ecossistemas e r ecursos subterrneos, por que: 8. Constituem um ecossistema sensvel que ser ve de r efgio permanente ou temporrio a numer osos ser es vivos. 9. Os stios ar queolgicos, espaos sagrados, cemitrios e demais ocorrncias subterrneas dedicadas ao uso tradicio-nal so importantes para a continuidade da diversidade cultural; 10. Contm material geolgico e paleontolgico excepcional e ser vem de cenrio a pr ocessos fsicos que podem tambm ter um valor esttico; 11. So um dos espaos naturais mais frgeis do planeta; 12. E um dos menos conhecidos por explorador es e pesquisador es; 13. P ossuem importncia para a coletividade devido ao abastecimento de gua. 14. Apr esentam potencial para o esporte, explorao, r ecr eao e o turismo planejado; 15. O exer ccio dos dir eitos ambientais das pessoas e comunidades inclui as tradi-es e a cultura local. C) Solicitamos que os Estados e or ganismos multilaterais atuem conside-rando: 16. F avor ecer permanentemente as iniciativas destinadas a melhorar o conhecimen-to topogrfico e cadastral dos espaos menos conhecidos; Comea amanh, 22/08, na Bienal do Ibirapuera (So P aulo) a maior feira de aventura da Amrica Latina. A Adventur e Sports F air espera r eceber um pblico superior aos 70.000 visitantes da edio anterior Alm de ver os estandes, os visitantes podero participar do Go Outside Adventur e Congr ess com palestras dir ecionadas para apr eciador es dos esportes de aventura, entr e outras atraes. V isite o estande da SBE na praa da aventura da Adventur e Sports F air 17. Apoiar os espelelogos e grupos afins no inventrio do patrimnio geolgico, biolgico e antr opolgico; 18. Incluir pr ogramas de educao ambiental especializada e capacitao destina-dos populao mais vinculada com esses ecossistemas; 19. Definir pr opostas de pr eser vao, conser vao e uso sustentvel dos ecossistemas, a partir da melhor informao cient-fica diponvel; 20. Garantir o desfrute desses ecossistemas s geraes futuras; 21. Interr omper as atividades que destruam ou deterior em esse ambiente; 22. Apoiar as instituies afins a favor do conhecimento do r eferido entorno; 23. F acilitar os meios para r ecuperar as condies prvias s inter venes antrpicas; 24. Evitar que as medidas de pr oteo e pr eveno que impliquem r estries de acesso limitem a continuidade dos traba-lhos de explorao e pesquisa; 25. L egislar e fiscalizar com critrios que favor eam a salvaguar da do patrimnio cultural e natural; 26. F omentar a busca e execuo de medidas viveis que facilitem a participao da cidadania; 27. Aplicar o P rincpio de P r ecauo nas tomadas de decises; 28. R espeitar e implementar os acor dos internacionais r elativos ao meio ambiente e a cultura que sejam dir eta ou indir etamente aplicveis. ADVENTURE SPORTS FAIR COMEA AMANH INSCRI'ES ABERTAS PARA O GVBS PETAR

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3 N ot c ia s N ot c ia s SBE E CPRM NA IMPLANTAO DO GEOPARQUE VALE DO RIBEIRA Por Barbara E. P Fonseca (SBE 1603) O conceito de Geopark (Geopar que) foi desenvolvido h dez anos por fontes especialmente eur opias, em estr eita cooperao com a UNESCO O grande nmer o de pedidos que essa or ganizao r ecebeu do mundo inteir o, de instituies geolgicas, geocientistas e or ganizaes no governamentais, r efletiu na cr escente necessidade de uma iniciativa global para pr omover essas r eas do patrimnio geolgico. Segundo a UNESCO um geopar que deve: (I) pr eser var o patrimnio geolgico para futuras geraes (conser vao); (II) educar e ensinar ao grande pblico sobr e temas r elativos a paisagens geolgicas e matrias ambientais (educao) e pr over meios de pesquisas para as geocincias; (III) assegurar desenvolvimento sustentvel pr omovendo o turismo de base local () P ARCERIA SBE E CPRM Neste sentido a SBE vem estabelecendo par ceria com a CPRM para a implantao do GEOP ARQUE V ALE DO RIBEIR A. Acr edita-se que com esta par ceira e apoio de outras instituies contribuir -se- para a pr eser vao e melhoraria das condies ambientais e principalmente socioecon-micas da r egio do Alto V ale do Ribeira postulando -se junto Unesco a incluso da r egio na r ede mundial de Geopar ques. A pr oposta de implantao de geowww .cprm.gov .br par ques est em consonncia com a idia de empoderamento local (fortalecimento de base comunitria) r elativo ao conceito de desenvolvimento sustentvel, uma vez que “o impacto local imediato, r eforando a identificao da populao com sua r egio e pr omovendo o r enascimento cultural. Os Geopar ques estimulam, por exemplo, a criao de empr eendimentos locais inovador es, pequenos negcios, indstrias de hospeda-gem e novos empr egos, gerando novas fontes de ganhos (por ex. geoturismo, geopr odutos). P r opor ciona-se, assim, ganhos suplementar es para a populao local e a atrao de capital privado, alm do desen-volvimento cientfico iner ente funo dos geopar ques. O P r ojeto Geopar ques do Ser vio Geolgico do Brasil CPRM objetiva identificar ,classificar descr ever catalogar georr efer enciar e divulgar os par ques geolgicos do Brasil,bem como, definir dir etrizes para seu desenvolvimento sustentvel”. Saiba mais em: A Sociedade Brasileira de Espleologia est compr ometida com a pr eser vao do patrimnio espeleolgico nacional desde sua fundao e agora compartilhando aes integradas de r esponsabilidade socioambiental, na pr oposta de implantao do pr ojeto Geopar que V ale do Ribeira. Acompanhe nossas aes! www .cprm.gov .br/geo_site/index.html Um pr ofissional de informtica encontr ou, nos back ups de sua r ea no computador da faculdade, o cdigo fonte do pri-meir o jogo do tipo exploration adventur e da histria. Os back ups tinham apr o ximadamente trinta anos. O jogo, Colossal Cave Adventur e, foi escrito na linguagem FOR TR AN e completamente em modo texto. Segundo o site do Digital Humanities Quarterly o cdigo fonte original do jogo era dado como per dido. Desde os anos 70 at hoje, muitos jogos de aventura foram lanados como sendo baseados no Adven-tur e original. O jogo original, escrito por W ill Cr owther r odava em um computador ento considerado de mdio porte. T ratavase de um PDP -10 da empr esa onde trabalhava e era, basicamente, uma explorao em modo texto de uma caverna que r ealmente existe no Kentuck y A r epr oduo da caverna to pr ecisa que espelelogos experientes puderam, depois de jogar o game, encontrar facilmente a sada da caverna r eal mesmo nunca tendo estado l. O cdigo fonte de Cr owther foi encontrado r ecentemente nos ar quivos universitrios de Don W oods (USA), outr o hack er famoso, que nos anos 70 ajudou a expandir o jogo. Cr owther curiosamente, mais conhecido por ter criado o jogo Adventur e do que por seus outr os feitos. Como era espelelogo, durante anos contribuiu para mapear a caverna que ser viu de base para o jogo. Antes disso ainda, foi membr o da equipe de pr ogramador es da Bolt, Beranek and Newman (BBN), uma das empr esas contratadas pelo governo americano para criar a ARP ANET r ede militar de computador es que viria a se tornar a Internet. W ill Cr owther ao criar o jogo, baseou seu labirinto no complex o sistema de cavernas Flint Mammoth Cave System, no Ken-tuck y e, mais especificamente, em um subconjunto desse emaranhado de tneis cha-mado de Colossal Cave, Bedquilt Section. J a ao calcada em um RPG (r ole playing game) muito popular nos Estados Unidos, o Dungeons and Dragons. Quem usa Linux pr ovavelmente j tem uma verso do jogo instalado; o comando para chamar o game "adventur e" (sem as aspas). Os usurios de MS-DOS Fonte: T erra Games 15/08/2007 (que funciona no W indows) podem baixar outra verso na pgina abaix o: tinyurl.com/37ejjo REENCONTRADO O C"DIGO DO COLOSSAL CAVE ADVENTURE CARRO DESGOVERNADO VAI PARAR NA GRUTA DA LAPINHA EM LAGOA SANTA MG O carr o desgovernado que bateu em uma r ocha na Gruta da Lapinha, em Lagoa Santa, na R egio Metr opolitana de Belo Horizonte, no causou danos ao patrim-nio natural e estrutura administrativa do ponto turstico. Segundo a ar queloga da Secr etaria de Cultura do municpio, R osngela Albano, o veculo apenas caiu em uma escada prxima entrada da gruta e bateu em uma r ocha prxima. O acidente ocorr eu nessa quintafeira. De acor do com o capito Evair dos Santos de Oliveira da PM de Lagoa Santa, o motorista R odrigues da Silveira Barbosa, 56 anos, disse que teria ido pescar e se per deu no r etorno para casa que fica na r egio do Quintas do Sumidour o. Ele teria que virar dir eita, mas seguiu no sentido inverso, explica o capito. Alm disso, o motorista faria uso de r emdio contr olado e teria ingerido bebida alcolica, o que o fez passar mal. O veculo, um fusca, saiu da estrada e bateu em uma estalagmite formao que cr esce a partir do cho de uma caverna em dir eo ao teto. Ainda segundo a PM, o motorista inabilitado. O carr o foi apr eendido e levado para o ptio do Detran em V espasiano. O motorista, que no sofr eu ferimentos, foi ouvido e liberado e pode r esponder a pr ocesso por dirigir sem carteira de habilitao. Fonte: Est ado de Minas 17/08/2007 A Gruta da Lapinha tem grande impor tncia pelos fsseis encontrados por Peter Lund no sculo 19 G u i a d a S e m a n a

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologia UIS K err ville, T exas, EU A www .ics2009.us C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S Salo da Clarabia Data: 07/2007 Autor: Jos Humber to M. de P aula (SBE 1550) Lapa de So Vicente II (GO -9) P rojeo Horizontal: 4.670 m Desnvel: 75 m So DomingosGO Neste perodo do ano (julho/agosto) o raio penetra na clarabia por volta das 14h30 e se "des-pede" por volta das 15h10. Durante o cur to perodo de 40 minutos ilumina, por completo o imenso salo da Clarabia. Um espetculo! Na foto o gruta Kiko e Jos Humberto Filho P arque Estadual de T erra R onca PET eR Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim NSS News N7, National Speleolgical Society :Jul/2007. Boletim eletrnico Cone xo Sub terrnea N53 R edespeleo Brasil: Ago/2007. R evista Deco Stop N16, Deco Stop:MaiJul/2007. FEPUR/FEALC. I Congreso FEPUR / V Congreso FEALC: Anais. Agua dilla, P or to Rico: F ederao Espe leolgica de P or to Rico / F ederao Espeleolgica da Amrica Latina e do Caribe, 2007. 15/09/2007 Oficina de R eciclagem: Construo de Brinquedos Sede SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp janeiro/2008 VI Expedio SBET ocantins Aurora, Dianpolis e AlmasTO www .sbe.com.br/campo.asp J o s H u m b e r t o M d e P a u l a CONCURSO DE FOTOGRAFIA ESPELEOL"GICA O Grupo Espeleolgico Riber eo, r ealizar o XXX Concurso Internacional de F otografia Espeleolgica, na cidade de Aranda de Duer o, Espanha, de 23 de setembr o a 13 de outubr o deste ano. T odos inter essados podem participar enviando suas fotos (mnimo 20x30 cm mximo 30x45 cm) escr evendo no verso o ttulo da obra, nome completo do fotgrafo e ender eo domiciliar As fotos sero devolvidas aps o concurso. PREMIAO: 1 prmio: Estatueta e 1.000 eur os; 2 prmio: Estatueta e 500 eur os; 3.prmio: Estatueta e 250 eur os. PRAZO DE INSCRIO: 25 de setembr o de 2007. ENDEREO DE ENVIO: Grupo Espeleolgico Riber eo Aptdo. n. 158 C/ Santiago, 4 1. Izqda.09400 Aranda de Duer o (Bur gos) Espaa INFORMA'ES geriber en_o@yahoo .es


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