SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
SBE leva a espeleologia para a Adventure Sports Fair 2007 - Governo Federal quer extinguir lei de proteção ao patrimônio espeleológico - Construções sustentáveis foi tema de palestra na SBE - Projeto SBE vai a escola inicia este mês - Chamada para organização do 30º CBE - Amaior caverna conhecida do estado do Mato Grosso é declarada Munumento Natural - Homem pode ter entrado na Europa pelos Bálcãs - Aquecimento global impacta cavernas de gelo - Foto do Leitor: Gruta Areado Grande III (SP-510).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 61 (2007)
General Note:
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Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
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University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03442 ( USFLDC DOI )
k26.3442 ( USFLDC Handle )
8696 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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SBE leva a espeleologia para a Adventure Sports Fair 2007
- Governo Federal quer extinguir lei de proteo ao
patrimnio espeleolgico Construes sustentveis foi tema
de palestra na SBE Projeto SBE vai a escola inicia este ms
- Chamada para organizao do 30 CBE Amaior caverna
conhecida do estado do Mato Grosso declarada Munumento
Natural Homem pode ter entrado na Europa pelos Blcs -
Aquecimento global impacta cavernas de gelo Foto do Leitor:
Gruta Areado Grande III (SP-510).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 2 N 61 01/09/2007 MUDANAS P ARA 2008 P ara o prximo ano, as perspectivas tanto para pblico quanto para pr ofissionais so das melhor es. P ara dar mais conforto para os visitantes e pr opor cionar melhor infra-estrutura, a feira se despede da Bienal para ocupar em 2008, os 30 mil metr os de r ea coberta do Centr o de Exposio Imigrantes. O complex o dispe de vrios P avilhes, de Centr o de Convenes, auditrio com capacidade para 1.200 pessoas, showr oom e amplas r eas de estacionamento, com mais de 5 mil vagas disponveis. A feira completa dez anos em 2008 e deve surpr eender os visitantes pela grandiosidade, pela diversidade de opes de pr odutos e pela interatividade, com novas atraes como pistas off-r oad, de moto e bicicletas, bem como o ar vorismo, rapel, balonismo e muito mais. AGRADECIMENT O A SBE agradece a toda equipe da MG do Brasil, pelo espao concedido e pelo pr ofissionalismo na or ganizao do evento. Agradecemos ainda a todos aventur eir os que pr estigiaram nosso estande. Esperamos agora manter a par ceria com a MG e levar mais do mundo subterr-neo para a Adventur e Sports F air 2008. Por Marcelo Augusto Rasteiro (SBE 1089) A SBE mar cou pr esena na Adventur e Sports F air de 22 a 26 de agosto, no Ibirapuera em So P aulo, levando a espeleologia aos aventur eir os de planto e r eestabelecendo o contato com velhos conhecidos do mundo subterrneo. Os visitantes da F eira, um pblico extr emamente selecionado, puderam conhecer um pouco do trabalho desenvol-vido pela SBE, ler suas publicaes, ver uma exposio de fotografias e de equipamentos utilizados na explorao de cavernas. Mais do que a simples exposio de materiais, quem visitou o estande da enti-dade pode conversar pessoalmente com scios da SBE que ficaram de planto, tiran-do dvidas e mostrando a importncia da pr eser vao de nossas cavernas. Alm disso o espao pr opiciou contatos importantes para a entidade. A FEIRA A edio 2007 da r euniu 58.652 pessoas, somando os cinco dias, um pblico excepcional, porm-menor que a expectativa de 70 mil. “ A feira, atraiu um pblico menor porm mais qualificado, com inter essados em pr odutos e ser vios de aventura. Alm disso, os visitantes do trade aumentaram em 30%”, afirma Eric Henderson, pr esidente da MG do Brasil, empr esa que pr omove o evento, que completa: “ A dificuldade com estacionamento no P ar que do Ibirapuera foi uma das razes mais citadas pelos expositor es e visitantes como pr oblema que pode ter influenciado a queda da visitao de consu-midor es finais”, pr oblema ser solucionado na edio de 2008. Adventur e Sports F air SBE LEVA A ESPELEOLOGIA PARA A ADVENTURE SPORTS FAIR 2007 Vist a geral do est ande da SBE na praa da Aventura (ASF) GOVERNO FEDERAL QUER EXTINGUIR LEI DE PROTEO AO PATRIMNIO ESPELEOL"GICO Por Emerson Gomes Pedro (SBE 1563) Presidente da Sociedade Brasileira de Espeleologia Na dcada de 1980 o Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA iniciou a normatizao do uso e pr eser vao do patrimnio espeleolgico brasileir o, o que culminou na publicao do Decr eto n 99.556 em 1 de outubr o de 1990, um importante avano na legislao sobr e a pr oteo das cavidades naturais subterrneas existentes no territrio nacional. Contudo, o decr eto acirr ou os conflitos entr e a r ea ambiental e a econmica, mais especificamente a atividade minerria em r eas crsticas. O clar o e simples ao estabelecer que todas as cavernas brasi-leiras devem ser pr eser vadas e ter a integridade de seus ecossistemas garantida, inde-pendente de suas localizaes, morfologias e/ou atributos. P or essa razo, o Governo F ederal atravs do Ministrio de Minas e Ener gia est pr essionando a Casa Civil para que esse decr eto seja r evogado a fim de favor ecer empr esas que mineram em locais altamente pr opcios a formao de cavernas, como na r egio de Ar cos e P ains (MG) e na Flor esta Nacional de Carajs (P A), alm de outr os empr eendimentos como a Usina de Tijuco Alto no V ale do Ribeira (SP). Ns estamos de olho e no vamos permitir que nosso patrimnio espeleolgi-co seja tratado com descaso ou que inter esses financeir os enterr em anos de luta pela pr eser vao das cavidades e de sua r ea de influncia. A Sociedade Brasileira de Espeleologia e toda a comunidade espeleolgica exige que as discusses sobr e a legislao sejam r ealizadas de forma clara, democrtica e com a participao da sociedade civil. Conhea a legislao espeleolgica em: Decr eto n 99.556 http://www .sbe.com.br/ informacoes_legislacao .asp Exposio de fotos e equipamentos de explorao E m e r s o n G P e d r o E m e r s o n G P e d r o

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2 t s N o c ia t s N o c ia O pr ojeto SBE V AI A ESCOLA, uma das pr opostas da nova Dir etoria, tem como objetivo divulgar a Sociedade Brasileira de Espeleologia e suas aes em pr ol da pesquisa e pr eser vao de cavernas aos estudantes de ensino fundamental, mdio e uni-versitrio, buscando sensibilizar e consci-entizar os jovens sobr e a importncia deste importante patrimnio. As atividades prticas deste pr ojeto j comeam neste ms com a participao da SBE em um evento da UniABC: JORNADA DE BIOLOGIA DA UNIABC Dia 13 de setembr o a SBE participar da I Jornada Cientfica do Curso de Cincias Biolgicas da em Santo Andr-SP Durante o evento or ganizamos uma exposio de fotos e vdeos sobr e cavernas, e a apr esentao das palestras “SBE: Sua histria e aes pela pr eser vao do ambienUniversidade do Grande ABC UniABC, tal” e “IV Expedio SBET ocantins”, apr esentadas pelo bilogo e pr esidente da SBE, Emerson Gomes P edr o. Alm das palestras e da exposio que ficar montada das 19h00 s 23h00, esto pr ogramadas demonstraes de A uto socorr o e r esgate com maca. O Campus da UniABC fica na Av Industrial, 3.330, Bairr o Campestr e, Santo Andr SP D um clique abaix o para ver o mapa de localizao do Campus: Mais informaes sobr e a Jornada de Biologia pelo e-mail: Mapa de localizao biologia@uniabc.br CONSTRU'ES SUSTENTVEIS FOI TEMA DE PALESTRA NA SBE Por Marcelo Augusto Rasteiro (SBE 1089) Neste momento em que cr esce a pr esso sobr e os r ecursos naturais, em especial sobr e a explorao de calcrio, a SBE cumpr e seu papel de entidade ambientalista, incentivando a difuso de alternati-vas mais sustentveis para a construo civil. Assim foi a palestra “ Ar quitetura e o Planeta” apr esentada pela ar quiteta e paisagista, T atiana Campos Rasteir o especialista em construes sustentveis. A atividade integra o pr ojeto que r ealiza, gratuitamente, palestras e oficinas ligadas a espeleologia e meio ambiente na sede da SBE. T atiana destacou que no Brasil, o mtodo mais difundido de construo baseado na alvenaria em tijolos cermicos e principalmente no concr eto. Esse mtodo amplamente difundido apr esenta vantagens como a mo de obra abundante e plasticidade do material, contudo, destaca que o cimento r esponsvel por 10% das SBE de P ortas Abertas emisses de gs carbnico na atmosfera, isso sem falar na per da gerada pela mo de obra com baixa qualificao, o que pode aumentar em 30% os custos da obra. Assim h que se pensar sistemas construtivos mais racionais, que busquem a r eduo do uso de matrias primas, a utilizao de r ecursos locais (evitando longos transportes), a diminuio do volu-me de entulho e a economia de gua e ener gia na habitao j pr onta. Hoje esto disponveis tcnicas, materiais e pr ofissionais capacitados para esta tar efa, basta a conscientizao do pblico. A exemplo destas tcnicas, a ar quiteta apr esentou mtodos de construo em: gesso acartonado que, pelo seu baix o peso, r eduz a necessidade de grandes estruturas; bloco cermico estru-tural que r eduz o disper dcio durante a construo; e outr os materiais que podem estar dispon-veis no local como bamb ou ainda terra crua para taipa, pau-a-pique, cop, adobe e super -adobe que evitam a queima de combustiveis em seu transporte e fabricao. As construes sustentveis tambm devem apr oveitar melhor os r ecusos usados no dia-a-dia, r eduzindo o consumo de ener gia eltrica, por exemplo, apr oveitando a ener gia do sol para aquecer a gua e os ambientes e iluminar as dependncias, alm disso pode-se r eduzir o consumo de gua com torneiras e valvulas mais eficienEsto abertas as inscries de pr ojetos para a or ganizao do 30 Congr esso Brasileir o de Espeleologia a se r ealizar em 2009. Qualquer scio (individual ou grupo) em dia com a SBE pode enviar um pr ojeto at 01/12/2007 Basicamente o pr ojeto deve trazer : Comisso Or ganizadora; Informaes sobr e a cidade sede do congr esso; L ocal sede do congr esso; Cr onograma e atividades; P r eviso oramentria; Outr os (L ogotipo, tema, convidados, concursos, homenagens, anais, etc.) Mais informaes pelo e-mail secr etaria@sbe.com.br tes ou ainda pr omovendo o apr oveitamento da gua de chuva ou da gua j utilizada, entr e outras possibilidades. A palestrande terminou destacando algumas atitudes sustentveis:R eduza sua emisso de r esduos; R e-utilize materiais; R ecicle; No desper dice; Contr ole seu consumo; Deixe r eas permeveis em sua r esidncia; Cultive plantas, er vas e temper os; No faa obras sem planejamento;Consuma menos carne;P r efira pr odutos de pequenos pr odutor es e fornecedor es locais; Seja um multiplicador Os inter essados no tema podem contatar a ar quiteta e paisagista T atiana Campos Rasteir o pelo e-mail: taticacampos@ig.com.br CHAMADA PARA ORGANIZAO DO 30 C B E PROJETO SBE VAI A ESCOLA INICIA ESTE MS Arqui teta dest aca a impor tncia do planejamento Tcnica de Super Adobe utiliza terra e sacaria

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3 N ot c ia s N ot c ia s A MAIOR CAVERNA CONHECIDA DO ESTADO DO MATO GROSSO DECLARADA MONUMENTO NATURAL Depois de trs anos de esforos, a maior caverna de Mato Gr osso agora uma unidade de conser vao (UC) e de pr oteo integral. Denominada Monumento Natural da Caverna do Jabuti, a cavidade est locali-zada na r eser va legal da F azenda Santander uma pr opriedade particular do municpio de Cur velndia, centr o -sul do Estado, a 300 km de Cuiab Desde 2002, tcnicos do Ibama e da pr efeitura exploram a caverna e com 40 dias de mapeamento confirmaram que a caverna tem 3.860,51 metr os de desenvolvimento. No entanto, de acor do com a biloga e secr etria municipal de T urismo, F abiana Bezerra, ainda r estam diversos tneis no salo do abismo, no salo do 'escondidinho' e no corr edor da vaca seca que no foram totalmente explorados, poden-do aumentar ainda mais a dimenso da maior caverna mato -gr ossense. A Caverna do Jabuti pode ser definida como um con-junto de pequenas caver-nas, formada por sales do tamanho de um campo de futebol e dezenas de pequenos labirintos. Ela rica em espeleotemas, tais como flor es de aragonita, travertinos, estalagmites, estalactites, colunas imensas, capaz de deixar qual-quer pessoa atnita diante de to rara beleza. O pr oprietrio da fazenda onde est a caverna, pr eocupado com sua conser vao e pr eser vao, aceitou fazer uma par ceria pblico privada com a P r efeitura Municipal e com o Ibama, possibilitando o desenvolAs informaes s vinham de uma parte da Eur opa e "foram consideradas como vlidas para todo o continente", afirmou Sirak ov que dirige a equipe com Guadelli. A caverna de Kozar viza, situada na r ea montanhosa nos arr edor es de Belogradchik, foi considerada durante muito tempo pelos ar quelogos como um lugar em que a atividade humana se r emontava do paleoltico. Mas no passado, as escavaes no eram possveis por falta de investimento. R estos de ossos com mar cas de cortes, encontrados em Kozarnika, levaram os ar quelogos a acr editar em que os habitantes da gruta tinham a capacidade de formular pensamentos abstratos, j que pr ovavelmente usavam estes cortes para contar Estima-se que os ossos de animais em que esto os cortes r ealizados em linhas paralelas so da Idade da P edra. Estas mar cas so muito pr ecisas para ter em vindo de golpes dados nas pr esas, afirmam os ar quelogos. No entanto, os pesquisador es continuam divididos sobr e o fato de estes homens pr-histricos poder em ou no expr essar abstraes. Fonte: Maracaj News 23/08/2007 HOMEM PODE TER ENTRADO NA EUROPA PELOS BLCS Os Blcs podem ter sido a porta de entrada dos primeir os homens na Eur opa e no o Estr eito de Gibraltar como defendem algumas hipteses. Uma equipe de 20 ar quelogos blgar os e franceses est tentando demonstrar esta teoria depo-is de 11 anos de escavaes e pesquisas na caverna de Kozarnika, no nor oeste da Bulgria. A descoberta, nesta r egio montanhosa, de indcios de atividade huma-na num perodo que r emonta entr e 1,4 e 1,6 milho de anos, pe em dvida as teorias sobr e a poca e o lugar da apario do homem na Eur opa. Segundo as teorias atuais, os ancentrais pr-histricos dos eur opeus chegaram ao sul da Eur opa pela frica, cruzando o estr eito de Gibraltar ou o Canal de Siclia h cer ca de 800 mil anos. Mas segundo o chefe da equipe de ar quelogos do Centr o Nacional de P esquisa Cientfica (CNRC), o francs JeanL uc Guadelli, o territrio da atual Bulgria seria tambm "uma r ota perfeitamente natural". V indo da frica, o homem prhistrico poderia ter alcanado esta parte do continente "muito facilmente, contor-nando a costa mediterrnea atravs do Bsfor o e depois subindo pelo Danbio, passando pelas gar gantas das P ortas de F err o (entr e a R omnia e a Sr via)", disse Guadelli. Desta maneira, o homem prhistrico poderia, em sua busca por alimen-tos e por um clima mais suave, ter entrado na Eur opa pela Bulgria, defendeu JeanClaude L eblanc, da Universidade de T oulouse. "T emos que mudar nossos esquemas conceituais", disse Guadelli. As hip-teses atuais foram estabelecidas "no sculo XX na Eur opa ocidental, baseando -se no rico material ar queolgico encontrado nesta r egio", disse o investigador da Academia Blgara de Cincias, Nik olay Sirak ov T rabalho de escav ao na Caverna KoKozarnika Bulgria vimento dos estudos e a criao da unidade de conser vao, com uma r ea delimitada de 250.000 hectar es, atravs do Decr eto n25 assinado dia 19 de julho de 2007. O prximo passo, viabilizar r ecursos para fazer o estudo de impacto ambiental, plano de manejo espeleolgico e plano de manejo da unidade de conser vao para uso turstico de caverna, de forma a atender o Decr eto n 99.556 de 1990. Fontes: Llian Kemper 24/08/2007 S Notcias 27/08/2007 A F P / B o r y a n a K a t s a r o v a D i v u l g a o D i v u l g a o Tcnicos do Ibama e da Prefeitura exploram a caverna Caverna do Jabuti, a maior do est ado com quase 4 km topografados

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologia UIS K err ville, T exas, EU A www .ics2009.us C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S Imagem Quente Data: 06/2005 Autor: Marcelo Gonalves UPE (SBE G0079) Gruta Areado Grande III (SP -510) P roj. Horizontal: 6.004 m. Desnvel: 71 m. Apia SP Segundo o autor trata-se de um dos maiores sales de caverna j registrados no estado de So P aulo A gruta j passa dos seis mil metros de desenvolvi-mento e ainda possui gran-de potencial para novas exploraes. P ara conseguir o efeito da foto foi utilizada aber tura 11 e exposio de 30. P arque Estadual T uristico do Alto Ribeira PET AR Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br N ovas Aquisies Boletim eletrnico 1861 Edio Especial, Comit Espeleologico de Matanzas / SEC: Jun/2007. Boletim eletrnico GEA N44, Grupo Espeleolgico Argentino: Jul/2007. Boletim eletrnico El Explorador N40, GEDA / SEC: Ago/2007. KLINCHOUK, A.B.. Hypogene Spe leogenesis: Hydrogeological and Morphogenetic P erspective. Spe cial P aper n1. Carsbad, NM, USA: NCKRI, 2007. 15/09/2007 Oficina de R eciclagem: Construo de Brinquedos Sede SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp janeiro/2008 VI Expedio SBET ocantins Aurora, Dianpolis e AlmasTO www .sbe.com.br/campo.asp AQUECIMENTO GLOBAL IMPACTA CAVERNAS DE GELO O aquecimento global pode estar favor ecendo a formao de cavernas de gelo nos Alpes austracos. Segundo cientistas, quando o gelo das montanhas se derr ete, a gua vaza por fendas e acaba se condensando outra vez nas cavernas geladas. O fenmeno mais comum a partir do outono, mas neste ano foi visvel em todas as estaes. Os especialistas alertam, no entanto, que, se o aquecimento global permanecer nos nveis atuais, o interior das montanhas pode esquentar e as cavernas de gelo desa-par eceriam. Fonte: BBC Brasil 27/08/2007 M a r c e l o G o n a l v e s As edies impressas esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE. Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail Clique na imagem para assistir a a matria da BBC sobre as cavernas de gelo da Austria (em inlgs)


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