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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Chamada para o Projeto Caverna do Diabo (PROCAD) - SBE realiza curso internacional de espéleoresgate - Educação como forma de salvar o patrimônio espeleológico da Paraíba - Britânica sobrevive a inundação de caverna na Tailândia - Imagens do satélite CBERS-2B - Caverna revela "vida moderna" no litoral há 165 mil anos - Bunkers de Hitler viram abrigos para animais selvagens - 5º Congresso Nacional de Espeleologia de Portugal - Foto do Leitor: Lapa do São Bernardo (GO-2).
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Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 66 (2007)
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University of South Florida Library
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University of South Florida
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K26-03447 ( USFLDC DOI )
k26.3447 ( USFLDC Handle )
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1809-3213 ( ISSN )

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Chamada para o Projeto
Caverna do Diabo (PROCAD) SBE realiza curso internacional de
espleoresgate Educao como forma de salvar o patrimnio
espeleolgico da Paraba Britnica sobrevive a inundao de
caverna na Tailndia Imagens do satlite CBERS-2B Caverna
revela "vida moderna" no litoral h 165 mil anos Bunkers de
Hitler viram abrigos para animais selvagens 5 Congresso
Nacional de Espeleologia de Portugal Foto do Leitor: Lapa do
So Bernardo (GO-2).



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SBE SBE ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 2 N 66 21/10/2007 Nesta expedio, o objetivo principal continuar a pr ospeco, explorao e r egistr o das cavidades da r egio do R olado, principalmente de algumas cavidades iden-tificadas na expedio anterior e ainda no mapeadas (veja: ). As atividades na expedio tero a seguinte pr ogramao: dia 15 (manh) haver uma r eunio para definio das SBE Notcias n48 A Sociedade Brasileira de Espeleologia r ealizar mais uma expedio do P r ojeto Caverna do Diabo (PROCAD) no perodo de 15a 20 de novembr o, apr oveitando o feriado pr olongado, e convida todos os scios participar O PROCAD teve incio em 1990 r ealizando a explorao e topografia da Caverna do Diabo (Gruta da T apagem SP 2), alm de diversas atividades ligadas a pesquisa e conser vao do patrimnio espeleolgico da r egio do P ar que Estadual de Jacupiranga (PEJ), no sul do estado de So P aulo. Atualmente o pr ojeto coor denado pelo espelelogo R en de Souza (SBE 0562), membr o do Grupo de Estudos Ambientais Serra do Mar GESMAR (G027) e j conta com a colaborao de diversos gru-pos e scios individuais da SBE, alm do apoio institucional do Instituto Flor estal. CHAMADA PARA O PROJETO CAVERNA DO DIABO SBE REALIZA CURSO INTERNACIONAL DE ESPLEORESGATE No perodo de 04 a 07 de dezembr o a SBE r ealizar a “IV Jornada de Cursos BrasilEspanha”, no P ar que Estadual T urstico do Alto Ribeira (PET AR), Iporanga-SP dando continuidade ao convnio que a entidade mantm com a F ederao Espanhola de Espeleologia (FEE). Desta vez, os instrutor es da Escola Espanhola de Espeleologia (EEE), F rancisco Martinez (dir etor da escola), F rancisco Molina e Ser gio Gar ca-Dils de La V ega, ministraro os cursos de A uto -Socorr o, nos dias 04 e 05, e R esgate com Maca, nos dias 06 e 07, incluindo a parte terica e prtica. Ser gio Gar ca-Dils de La V ega, um dos instrutor es, membr o da CA VEX team, grupo que detm o r ecor de mundial de pr ofundidade em cavernas. Ele desceu mais de 2.100 metr os na Caverna KruberaV or onya, Ger gia, e vai apr esentar um vdeo da aventura durante a jornada. A jornada contaainda com o apoio do PET AR e do Grupo V oluntrio de Busca e Salvamento (GVBS) do PET AR P oder em participar dos cursos espelelogos, r esgatistas e praticantes de esportes verticais que queiram aprimorar seus conhecimentos e tcnicas em r esgate. exigido aos participantes o domnio das tcnicas bsicas de vertical. E l v i r a B r a n c o equipes e r espectivas tar efas; dias 16 e 17 cada equipe desenvolver suas atividades e dia 18 haver uma r eunio de fechamento e pr oduo de r elatrios pr eliminar es. Como dia 20 de novembr o ser feriado em alguns municpios (dia da Conscincia Negra), os que puder em permanecer no par que, continuaro os trabalhos da expedio. P odero participar os scios ativos e membr os das entidades filiadas SBE, maior es de idade. O nmer o de participantes limitado e sero priorizados os integrantes das expedies anterior es com maior experincia em trabalhos de pr ospeco de campo, topografia e acampamento. Os inter essados devem se inscr ever no yahoo grupo do PROCAD e solicitar mais informaes: br .gr oups.yahoo .com/ gr oup/pr ocad_sbe A inscrio em cada curso de R$250,00, ou R$400,00 para os dois cur-sos. Os scios da SBE (ativos) tero um desconto de 50%. Sero fornecidas apostilas e certificado de concluso para os participantes. A ficha de inscrio e mais informaes esto disponveis na pgina: www .sbe.com.br/4eee.asp Movimentao ver tical de maca S TR B r b a r a E P F R o d r i g u e s Prtica de auto-resgate Espao Anhumas B r b a r a E P F R o d r i g u e s Tcnica de Corrimo III Jornada Brasil -Espanha Bonito MS (Dezembr o de 2006) A n d e r s o n S A m o r i m

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2 t s N o c ia t s N o c ia A jovem britnica Helena Carr oll, 21, foi a nica sobr evivente da inundao de uma caverna na pr ovncia de Surat Thani, sul da T ailndia. Outr os seis turistas (quatr o suos, um britnico e um alemo) e dois guias tailandeses morr eram na caverna devido a uma enchente causada pelo forte temporal na r egio. Dentr e os mortos, trs eram menor es de idade. A agncia "TNA" disse que a mulher foi internada em um hospital pr ovincial, aps ser r esgatada pelas equipes de salvaEDUCAO COMO FORMA DE SALVAR O PATRIMNIO ESPELEOL"GICO E ARQUEOL"GICO DA PARABA Por Juvandi de Souza Santos (SBE 1228) Doutorando em Histria(Arqueologia PUC/RS) O colega historiador V anderley de Brito, membr o da Sociedade P araibana de Ar queologia (SP A), em excelente artigo divulgado no fez uma rpida explanao do grande potencial espe-leolgico do Estado da P araba, dando enfoque aos vestgios ar queolgicos encontrados nas cavidades naturais. Os abrigos r ochosos na P araba existem aos milhar es, sem que at o momento estudos sistemticos tenham sido r ealizados nesses ambientes, que vem sofr endo forte ao antrpica. O grande pr oblema est na falta de Educao P atrimonial, pois quase sempr e nas imediaes das cavidades naturais existem r esidncias, e so os indivduos que a r esidem, ou excursionistas de finais de semana que visitam esses locais, que acabam por depr edar tanto o patrimnio ar queolgico, paleontolgico como o espeleolgico. A grafitagem e as escavaes clandestinas so os principais atos de vandalismos j verificados. As denncias junto aos meios de comunicaSBE Notcias n 65 es acontecem com fr eqncia. Mas pouco ou quase nada fora feito at o momento para estabilizar o pr oblema. Acr edito, enfim, que ter uma legislao ambiental e patrimonial no basta para r everter o pr ocesso danoso ao nosso patrimnio. Acr edito ainda que s a partir de um longo pr ocesso de Educao Ambiental e P atrimonial junto s comunidades que r esidem no entorno das cavidades naturais e nas escolas da r egio, que, a mdio e longo prazo, poder emos dar incio a um pr ocesso de estabilizao do caos j instalado. P or que no h uma frmula mgica para fazer voltar s feies naturais que esses locais tinham antes de ser em depr edados. P ortanto, aqui fica o alerta: pr eciso que os r gos competentes do Estado da P araba encarr egados com a fiscalizao e o cumprimento das legislaes pr otecionistas comecem de fato a agir colocando em prtica um amplo pr ograma educacional e, quando for o caso, fazer cumprir a legislao, punido os culpados pelos atos de vandalismo. Caso isso no ocorra, em br eve nossos filhos no mais tero o privilgio de visitar em e se deslumbrar em com as belezas naturais de cavernas granticas, calcrias e ar enticas como as citadas pelo historiador V anderley de Brito: a gruta do Caboclo e a P edra da Boca, dentr e muitos existentes na P araba. BRITNICA SOBREVIVE A INUNDAO DE CAVERNA NA TAILNDIA mento dia 14 de outubr o (domingo). O grupo entr ou na caverna na tar de de sbado (13/10), localizada no par que nacional de Khao Sok, cer ca de 180 quilmetr os ao norte da cidade turstica de Phuk et, a bor do de uma embar cao pr ocedente da r epr esa de Ratchaprapha, ento com um nvel mximo devido s fortes chuvas que caram na zona. P orta-vozes policiais indicaram que a enchente foi conseqncia das inundaes pr ovocadas por uma tempestade de cer ca de trs horas de durao A polcia indicou que o grupo ignor ou as r ecomendaes das autoridades do par que, que aconselham no entrar na caverna durante a atual poca de chuvas. A caverna fica a cer ca de 60 quilmetr os das principais dependncias do par que, e um tradicional destino turs-tico da pr ovncia. Fontes: Agncia EFE 14/10/2007 BBC Brasil 15/10/2007 Sky News 15/10/2007 Sitio arqueolgi co Pedr a do Letreiro, municpio de Caserrengue PB (Pequeno abrigo sob r ocha t otalmente pichado com tint a sinttica sobre as figur as rupesres) Clique na i magem para assistir a repor tagem da Sky News S k y N e w s IMAGENS DO SATLITE CBERS-2B R esultado de um acor do tcnico cientfico espacial firmado entr e o Brasil e a China, o P r ograma CBERS desenvolve satlites avanados de sensoriamento r emoto e permitiu a autonomia brasileira no segmen-to de imagens orbitais. O Instituto Nacional de P esquisas Espaciais (Inpe) mantm para o CBERS-2B (novo satlite) a mesma poltica de dados praticada desde 2004, que j distribuiu gra-tuitamente cer ca de 350 mil imagens. “ O CBERS-2B, lanado em 19 de setembr o, est operando bem e gerando imagens de teste, mas o Inpe manter o CBERS-2 em operao normal. Isso aumen-ta a oferta de imagens, pois sero dois sat-lites em operao”, disse Jos Carlos Epiphanio, coor denador do P r ograma de Aplicaes CBERS. O satlite possui trs cmeras, uma delas, a HRC (Cmera Imageadora P ancr omtica de Alta R esoluo), com r esoluo espacial de 2,7 metr os e lar gura de imageamento de 27 quilmetr os, sendo que seus primeir os dados devem estar disponveis em apr o ximadamente trs meses. Mais informaes: www .cbers.inpe.br

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3 N ot c ia s N ot c ia s CAVERNA REVELA 'VIDA MODERNA' NO LITORAL H 165 MIL ANOS Descoberta mostra que homo sapiens j comia frutos do mar milnios antes do que se supunha. Morar na praia par ece ser um sonho antigo: sur gido h cer ca de 200 mil anos, o homo sapiens estabeleceu r esidncia no litoral da frica do Sul menos de 40 mil anos mais tar de, de acor do com vestgios ar queolgicos descritos na edio desta semana da Em uma caverna da formao de P innacle P oint, sobr e o Oceano ndico, pesquisador es encontraram, alm de vestgios da mais antiga ocupao humana de litoral, si-nais de comportamentos e tecnologias que, de acor do com evidncias anterior es, s teriam sur gido milhar es de anos mais tar de. "Se tivessem pranchas, eles teriam surfado. As ondas so maravilhosas por aqui", diz o principal autor do artigo que descr eve a descoberta, Curtis Mar ean, da Universidade Estadual do Arizona (EU A). Mas o motivo da migrao humana para o litoral, 165 mil anos atrs, pr ovavelmente nada teve a ver com r ecr eao. Na poca, o mundo atravessava um perodo glacial e o interior da frica era muito seco e frio. As evidncias encontradas pela equipe de Mar ean incluindo r estos de moluscos cozidos e car caas de baleias suger em uma razo mais pr emente que surfe: fome. "Moluscos podem ter sido cruciais para a sobr evivncia desses humanos primitivos enquanto expandiam suas r eas de habitao", diz o artigo. r evista Natur e MODERNIDADE Alm dos sinais de consumo de frutos do mar os ar quelogos encontraram em P innacle P oint lminas de pedra de um centmetr o de comprimento e pigmentos vermelhos, feitos base de r ocha. Em anlise que acompanha o artigo na Natur e, a antr oploga Sally McBearty dos EU A, e o paleontlogo britnico Chris Stinger dizem que os pigmentos suger em que, j nesse estgio primitivo, os ser es humanos eram capazes de compr eender e manipular smbolos. "A cor vermelha fundamental nas classificaes por cor em todas as socieda-des humanas conhecidas, e par ece pr ovvel que a substncia era, de fato, usada na pin-tura corporal e para colorir ferramentas h 165 mil anos", diz o comentrio. Somada coleta e pr epar o de frutos do mar e s diminutas lminas segundo Mar ean, pequenas demais para ter em sido usadas sozinhas, r equer endo cabos ou outr o tipo de tecnologia para comp-las em grupos a descoberta dos pigmentos con-traria a idia de que o ser humano adotou comportamentos "modernos" num salto r evolucionrio que teria ocorrido muito mais tar de, de 70 mil a 45 mil anos atrs. Em vez disso, os novos dados suger em que a modernizao da tecnologia e do comportamento humano pode ter tido vri-os incios que no chegaram a "pegar". MIGRA'ES Mesmo tendo chegado ao litoral por fora das cir cunstncias, a humanidade adaptou-se bem ao ambiente. H evidncia de que neandertais tambm j consumiram moluscos, mas "o nico homindeo que sabemos ter focado na explorao de r ecursos costeir os o homo sapiens ", diz Mar ean. Algumas teorias suger em, at, que a expanso humana para fora da frica se deu por uma r ota costeira. "Uma dieta rica em frutos do mar tende a r eduzir a mobilidade de grupos de caador es-coletor es", diz Mar ean. "Mas as costas so ricas em alimento, e se as condies no interior so difceis, pode-se per corr er a costa, explorando alimentos". Ento no teria havido uma migrao intencional, diz ele, mas uma expanso r egular das populaes pelo litoral.. Fonte: Est ado Online 17/10/2007 BUNKERS DE HITLER VIRAM ABRIGOS PARA ANIMAIS SELVAGENS Atrados pela calma de postos de metralhadora h muito abandonados, ani-mais rar os tm se estabelecido em bunk ers arruinados que formam a Linha Siegfried, construda por Hitler para pr oteger a fr onteira da Alemanha Ocidental. Agora, gru-pos de pr oteo ambiental esto lutando para impedir que as autoridades destruam este gigantesco legado da Era Nazista. A Linha Siegfried, uma r ede de 630 km de bunk ers que Hitler construiu numa tentativa de pr oteger a fr onteira ocidental de uma invaso aliada, finalmente est ser vindo a um pr opsito seis dcadas depois do fim da Segunda Guerra Mundial: vir ou um r efgio tranqilo para gatos selvagens, mor cegos e uma srie de outras espcies. Depois da Guerra, os aliados explodiram a maior parte dos 18 mil bunk ers que compunham o que os alemes chamavam de “Mur o Oeste”. Desde ento, a natur eza conquistou as runas que agora esto cobertas por vegetao dos campos e flor estas da Alemanha ocidental da fr onteira com a Holanda at a Sua. “ Os bunk ers se tornaram ver dadeiras ilhas para a vida selvagem nos ltimos 60 anos, eles so um r efgio para os animais”, comentou o especialista em animais selva-gens Sebastian Schne, do Bund, o ramo ale-mo da or ganizao “F riends of the Earth International”. MORCEGOS RAROS COCHILAM P elo menos dez tipos de mor cegos estritamente pr otegidos pelas leis internacionais de pr oteo vida animal j se mudaram para muitos dos abrigos, incluindo um rar o mor cego com or elhas de camundongo e um mor cego de poa d'gua. “ Os mor cegos se escondem nas rachaduras do concr eto o ano todo, um excelente lugar para eles”, disse Mark us Thies, especialista em mor cegos da or ganizao alem Nabu que tem feito um lobby para sal-var o Mur o Oeste nos ltimos 20 anos. “ T em sido dificl para ns lidar com este assunto por que na Alemanha voc imediatamente r otulado como uma espcie de neo -nazista se disser qualquer cosia positiva sobr e os bunk ers. Somos acusados de banalizar a histria por chamar isso de 'Mu-r o V er de do Oeste'. No estamos dizendo que o Mur o Oeste seja timo. Estamos apenas sendo pragmticos”, afirma Schne, que inspecionou pessoalmente 400 bun-k ers para verificar se havia animais selvagens vivendo neles e dar seu par ecer sobr e o valor dos locais como habitat natural. Fonte: G1 15/10/2007 Peas encontr adas nas cavernas N a t u r e Sebastian Schne apont a par a um dos bunker s S p i e g e l

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S R onca... Data: 07/2004 Autor: R osiel Dias Lima (SBE 1517) Lapa do So Bernardo (GO -2) P rojeo .Horizontal: 3.500 m. P arque Estadual de T erra R onca (PET eR) So DomingosGO Alm dos espeleotemas, sales e galerias, as cavernas da regio so marcadas pela presena de rios subterrneos. O nome T erra R onca vem do rudo da gua no fundo das cavernas. Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br 10/11/2007 P alestra: Espeleologia No Ensino F undamental Sede SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp 15 a 20/11/2007 Expedio PROCAD 2007 2 Atividade Eldorado -SP PEJ www .sbe.com.br/campo.asp 03 a 08/02/2008 III CONAE Congresso Argentino de Espeleologia Mallarge, Mendoza, Argentina conae3_2008@yahoo.com.ar R o s i e l D i a s L i m a As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim Mitteilungen N3, V erban des der deutschen Hhlenund Karstforscher : Jul/2007. Boletim Endins N29, F ederaci Balear dÂ’Espeleologia: Jun/2006. Boletim Endins N30, F ederaci Balear dÂ’Espeleologia: Nov/2006. Boletim Scientifc American Brasil N65, Duetto Editorial: Out/2007. Boletim O P enta N48, Casa da Cul tura de Marab: MaiJul/2007. 5 CONGRESSO NACIONAL DE ESPELEOLOGIA DE PORTUGAL A F ederao P ortugusa de Espeleologia (FPE), entidade colaboradora da SBE, convida a todos para seu 5 Congr esso Nacional de Espeleologia a se r ealizar na cidade de Alcanena, P ortugal, de 06 a 09 de dezembr o deste ano. A submisso de r esumos pode ser feita at dia 09 de novembr o. Mais informaes na pgina: www .fpe-espeleo .or g/5congr esso