SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Espeleologia no ensino fundamental pelo método Waldorf - Monitores do PETAR visitam o carste dos pré-Alpes italianos - Estudo caracteriza a região cárstica de Cordisburgo - Usina hidrelétrica subterrânea impressiona pelo tamanho - Terra da Gente exibe o Peruaçú - Gruta da Lapinha é modernizada - Plogeesout nº4: international cave diving magazine - Foto do Leitor: Gruta da Tapagem (SP-2).
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Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 2, no. 72 (2007)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
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University of South Florida
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K26-03453 ( USFLDC DOI )
k26.3453 ( USFLDC Handle )
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1809-3213 ( ISSN )

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Espeleologia no ensino
fundamental pelo mtodo Waldorf Monitores do PETAR visitam o
carste dos pr-Alpes italianos Estudo caracteriza a regio
crstica de Cordisburgo Usina hidreltrica subterrnea
impressiona pelo tamanho Terra da Gente exibe o Perua -
Gruta da Lapinha modernizada Plogeesout n4: international
cave diving magazine Foto do Leitor: Gruta da Tapagem
(SP-2).



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SBE SBE ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 2 N 72 21/12/2007 de participar da experincia de adentrar uma caverna pela primeira vez, principal-mente as crianas. No entanto eu ainda no tinha lido ou visto nenhuma fundamenta-o cientfica que explicasse os pr eceitos pedaggicos que est por traz disso. Achei muito inter essante a aplicao da P edagogia W aldorf educao espeleolgica no ensino fundamental. Aqui no Brasil j esta-mos h pelo menos dez anos discutindo a implantao de cursos oficiais para a forma-o pr ofissionais de espeleologia e no se pode pr escindir das bases pedaggicas nessa questo, principalmente por que muitos desses pr ofissionais podero no futur o estar lidando com a educao bsica. Devemos sempr e lembrar que muitas dessas crianas que j foram trabalhadas por essa pedagogia podero no futur o ocupar car gos pblicos e car em em suas mos decises sobr e a pr eser vao do nosso patrimnio natural. Com certeza estaro melhor pr eparadas que muitos de nossos governantes atuais.” Celso Lira Ximenes (SBE 0392) espelelogo e paleontlogo. “Gostei muito quando vi o tema. Nos tempos em que estamos vivendo pr eciso criatividade e perspiccia para viver e ainda mais, a educao pr ecisa deixar de fragmentar os saber es e os ser es, assim uma educaPor Barbara Evelini Pires Fonseca Rodrigues (SBE 1603) Com a colaborao de Celso Ximenes (SBE 392) e Luiz Anselmo O pr ojeto “SBE de P ortas Abertas” mais uma vez me surpr eendeu. Estando desta vez na posio de palestrante a sur-pr esa veio com o nmer o de manifestaes de inter essados ao tema, via e-mail e pr esencial, o que r evela a ampliao do tema espeleologia no universo da educao formal e informal. A discusso da palestra “Espeleologia no Ensino F undamental”, apr esentada dia 24 de novembr o na sede da SBE, buscou r eflexes sobr e a importncia de se ofer ecer espeleologia para adolescentes e o “como” ofer ecer Nesta fase da vida foras agr essivas do desvendar do mundo chocam com as foras construtivas do homem-criana. Apr oveitar este momento quando se r evela a similaridade do jovem com a natur eza mida e escura da caverna, onde pr ocessos destrutivos e construtivos atuam em comum encantamento, ofer ecer um espelhamento ao jovem, identificando seu micr o universo no macr o universo crstico. Isto auxiliar pr ofundamente na compr eenso de suas emoes e desafios. A pedagogia W aldorf fundamento da pesquisa apr esentada, utiliza como r ecurso didtico a vivncia da caverna na pr-puber dade por meio da expr esso artstica na pintura, grafitagem, declarao de ver-sos in locu alm de prticas continuadas em sala de aula. P aralelamente no currculo escolar nesta faixa etria, os contedos so corr espondentes ao que se encontra na caverna (acstica, perspectiva luz e som-bra histria etc.). Como r esultado deste tipo de estudo do meio os alunos encon-tram novos valor es, comportamentos e habilidades, “ r econectando -se” natur eza. Segue abaix o alguns r elatos de pessoas que estiveram pr esentes no SBE de P ortas Abertas: “Conforme comentei na apr esentao, a gente sempr e soube dos benefcios individuais e coletivos que as experincias de campo em cavernas pr opor cionam a todas s pessoas que tm a oportunidade ESPELEOLOGIA NO ENSINO FUNDAMENTAL PELO MTODO WALDORF o que pr opor cione o auto conhecimento e a complexidade da vida se faz necessria. P elo que entendi, a pr oposta do ensino de espeleologia para o ensino mdio a inter disciplinaridade e a conscientizao do jovem para compr eender a si prprio e assim r elacionar -se melhor com o meio ambiente. T alvez eu tenha ficado entusiasmado pelo assunto e pela pr oposta de ensino por ter conhecido as cavernas do P etar a pouco tempo. L pude compr ovar por mim mesmo as potencialidades daquele ambiente. Que os benefcios desta prtica inovadora de ensino podem ser inmer os eu no tenho dvida, no entanto, eu desejo que esta nova pedagogia chegue aos alunos de escola pblica, pois uma pr oposta inter essante como esta pr ecisa ser ampla e includente.” L uiz Anselmo graduando em Geocincias e Educao Ambiental da USP Agradeo a todos que estiveram pr esentes, T er eza que nos contatou dir etamente da Cmara de Lisboa, da seo de educao e sensibilizao ambiental, Dbora jornalista da r evista Nova Escola e ao espao SBE de P ortas Abertas, apoiado pela SEMAD da P r efeitura de Campinas, pela oportunidade de disseminar a educa-o espeleolgica. Recurso didtico: Pi nturas monocromticas feit as pelos alunos potencializam o aprendizado B r b a r a E P F o n s e c a R o d r i g e s

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2 t s N o c ia t s N o c ia MONITORES DO PETAR VISITAM O CARSTE DOS PR-ALPES ITALIANOS Por Soraya Ayub (SBE 0528) Seo de Relaes Internacionais da SBE Correspondente da SBE na Europa Nos dias 9 e 10 de novembr o passado, L eiz da Silva R osa e F abrcio Batista Lameu, dois monitor es ambientais do PET AR (P ar que Estadual T urstico do Alto Ribeira sul do estado de So P aulo), vieram pela primeira vez conhecer o carste dos pr-Alpes italianos, a famosa cadeia de montanhas localizada no norte do pas, pr-ximo fr onteira com a Suia. Nosso grupo era composto ainda por Clayton F Lino (SBE 0029) e W ar wick Manfr edo, alm de mim e de V ivian Scaleante (SBE 1248) que esta-mos morando na Itlia. Do gru-po de seis brasileir os, cinco so espelelogos ativos. As montanhas da Grigna so muito conhecidas na Itlia no somente pela beleza, mas tambm pelo carste onde se encontra a caverna mais pr ofunda do pas, V iva le Donne (V iva as Mulher es), com 1.165 metr os de pr ofundidade. Chegando altitude de 2.410 metr os no corao dos prAlpes italianos, essas monta-nhas so muito inter essantes pela variada morfologia, com cavernas do tipo alpino, quase todas pr edominantemente verticais. Quando se soube que os rapazes viriam conhecer este imenso patrimnio espe-leolgico, a or ganizou uma visita que tinha de ser inter essante e inesquecvel. P arte do grupo (entr e eles os monitor es do PET AR) chegou de carr o ao r efgio Cainallo (1.300 metr os de altitude municpio de Esino Lario, L ecco) na tar de de sextafeira (09/11) e subiu para o r efgio Bogani, (1.816 metr os de altitude). Os demais (inclusive eu) chegou a Cainallo s 19 horas fazendo toda a trilha noite. F oi espetacular! Ajudados pelo tempo que era esplndi-do, pudemos contemplar uma lua e um cu belssimos, chegando ao Bogani depois de uma hora de caminhada. akakor@tin.it Grigna ONG Akak or Geographical Exploring O r efgio Bogani faz parte (como a maioria dos r efgios italianos) do e administrado por um casal de grandes amigos, Enrico e Mari-angela. No abriria naquela sexta-feira, mas a pedido da Akak or subiram at l e abriram especialmente para ns. P r epararam-nos um jantar especial com comidas tpicas da r egio, como a famosa polenta taranha e o macarro pizzocheri. T udo r egado, clar o, a bons vinhos italianos. A noite continuava tranqila, neste ambiente aconchegante e maravilhoso, quando chegou um grupo de espelelogos de Ber gamo (norte da Itlia) que, sabendo que o r efgio estaria aberto, apr oveitaram para r ealizar mais uma incrvel explorao na caverna Kinder Brioschi, Atin-gindo uma pr ofundidade de 920 metr os eles descobriram uma passagem que se conecta com a caverna V iva le Donne. Este grupo tambm nos mostr ou um filme que fizeram da ltima explo-rao na Kinder e pudemos obser var as dificuldades que tiveram para descer e topografar Na r ealidade estavam de volta naquele dia para desarmar as ancoragens da caverna e fazer a r etirada das cor das e do r estante dos equipamentos, trabalho que mer eceu uma incurso especial s para isso. No sbado (10/11), depois de um caf da manh substancioso, partimos para uma difcil subida at o r efgio Brioschi (2.403 metr os de altitude). O esforo de abrir muito caminho na neve, bastante alta naquela cota, foi r ecompensado pela paisagem belssima, de onde podamos ver vrias montanhas em torno. Do Brioschi o visual era de tirar o flego. O dia belssimo nos CAIClube Alpino Italiano permitia contemplar o Lago de Como, o Monte Branco, o Monte R osa, a montanha R esegone, os alpes no horizonte, a Suia a poucos quilmetr os. Maravilhoso! Depois de uma r odada de ch quente no r efgio, comeamos a descida para chegar tar de e fazer um lanche rpido em Bogani novamente. Como sempr e, Enrico e Mariangela nos ofer eceram muita simpatia e boas opes de petiscos. Era hora de partir para a caverna Ghiacciaia di Moncodeno (Geleira de Moncodeno). Das cavernas da r egio da Grigna, esta impr essiona por ser decorada com estalactites e estalagmites de gelo que se formam e derr etem dependendo da poca do ano. L eonar do da V inci (14521519), que tambm estudava geologia e fenmenos naturais, passou uns tempos em L ecco e visitou vrias cavernas da Grigna, sendo que a Ghiacciaia di Moncodeno lhe chamou a ateno. Ele escr eveu no Cdigo Atlntico que viu coisas fantsticas ali. L eonar do estudou a r egio, patr ocinado pelo Duque de Milo, com o intuito de encontrar minrio de ferr o. As montanhas da Grigna ofer ecem ainda muito ver de e alguns afloramentos fossilfer os. Os dois dias or ganizados pela Akak or foram intensos, cheios de novidades aos visitantes brasileir os. T entamos valorizar principalmente a amizade e mostrar um pouco da cultura italiana, to prxima da brasileira. A Akak or espera que L eiz e F abrcio guar dem uma grande e inesquecvel r ecor dao da aventura com sabor italiano. Aqui vai um agradecimento especial a Enrico e Mariangela pela hospitalidade de sempr e. Clayton, Sor ay a, Vivian, Leiz, War wick e F abricio nos montes Grigna, prAlpes It alianos Boa mesa: espelelogos br asileiros e it alianos no Bogani Refugio Bogani 1 .8 1 6 metr os de altitude A k a k o r A k a k o r A k a k o r

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3 N ot c ia s N ot c ia s ESTUDO CARACTERIZA A REGIO CRSTICA DE CORDISBURGO Dia 17 de dezembr o, o gegrafo (SBE 1153) teve sua dissertao de mestrado “Caracteriza-o do carste da r egio de Cor disbur go, Minas Gerais” apr ovada na P ontifcia Universidade Catlica (PUC) de Minas Gerais. Sob a orientao do P r of Dr Heinz Charles Kohler pioneir o dos estudos do carste no Brasil, a dissertao tem como objetivo principal, a caracterizao geogr-fica do carste da r egio de Cor disbur go -MG, a partir da aplicao de conceitos consoli-dados do “carste clssico” adaptados r ealidade do carste intertr opical. P or meio da caracterizao do carste da Bacia do Ribeiro da Ona, Sub-Bacia do Rio das V elhas, r ealizou-se um mapeamento exploratrio das principais feies crsti-cas, via o cruzamento das informaes levantadas em imagem LANDSA T 7, imagens do GoogleEarth, interpr etao de mapas topogrficos (1:100.000), fotografi-as ar eas (1:60.000) e contr ole de campo. O pr oduto final, apr esentado na forma de um mapa de fenmenos crsticos da r egio de Cor disbur go, partiu da utilizao da metodologia da Comisso de F enmenos Crsticos do Comit Nacional de Geo-grafia (P aris, 1965) e adaptada por Kohler (1989). A escolha dessa metodologia cartogrfica justifica-se pela existncia de inL uiz Eduar do P anisset T ravassos meras cartas do carste dinrio e intertr opical, facilitando a anlise comparativa. T al carta sintetizou, pela primeira vez nessa r egio, a distribuio das feies crsticas, fornecendo informaes para a comparti-mentao geoambiental da r egio de Cor disbur go, importante subsdio para uma gesto ambiental sustentvel. Segundo o estudo, por suas caractersticas geolgicas, geomorfolgicas, hidr olgicas e biogeogrficas, o carste dessa r egio um expr essivo exemplo do carste intertr opical brasileir o, cuja evoluo superficial e subterrnea deve ser compr eendida como um fenmeno complex o. A F ormao Lagoa do Jacar foi pouco estudada quanto ao teor de CaCO3 fr ente s inter calaes de filitos, veios de quartzo, etc. Sendo assim, pr ematur o afirmar que o carste de Cor disbur go apr esenta baix o ndice de carstificao em todo o seu pacote carbontico, sendo possvel a ocorrncia de stios com calcrios pur os, associados a outr os com inter calaes no carbonticas. Contudo, estudos sobr e a magnitude e o flux o subterrneo no endocarste ainda so pouco explorados. T udo indica que o flux o endocrstico na r egio comandado pela Bacia do Ribeiro da Ona, tendo como seu nvel de base o Rio das V elhas. Ao norte da r ea estudada, o flux o endocrstico tambm par ece estar associado dr enagem do Rio das V elhas, ainda que em cotas mais baixas, nas quais pr edominam as formas de um carste mais evoludo (plancies e lagoas). F ica r egistrado nossos parabns ao Mestr e L uiz Eduar do P anisset T ravassos pela importante contribuio acadmica e pelo despr endimento em colaborar com nossa sociedade, em especial como editor do e coor denador da Seo de Histria da Espeleologia da SBE. SBE Antr opoespeleologia USINA HIDRELTRICA SUBTERRNEA IMPRESSIONA PELO TAMANHO O labirinto de tneis e a caverna artificial que ir formar a casa de fora da Hidr eltrica de Salto P ilo impr essionaram pelo tamanho. A hidr eltrica ser uma das maior es usinas subterrneas do Brasil com potncia de 182,3 megawatts. A gua ser captada no do Rio ItajaAu, prximo a divida dos municpios de L ontras e Ibirama no estado de Santa Catarina, conduzida por cer ca de sete quilmetr os de tneis at a casa de fora e r etornando ao rio atravs do tnel de fuga, localiza-do em Apina-SC. Esculpida no granito, a cavidade que abrigar as tur-binas, os gerador es e os equipamentos de ser vio chamou a ateno pela sua gran-diosidade: 57 m de compri-mento, 17 m de lar gura e quase 40 m de altura. “Quem est do lado de fora no ima-gina o que acontece l den-tr o. um outr o mundo”, garante o empr esrio Cndido Ernesto P rada. Com o andamento acelerado das obras, o incio de operao da usina – pr evisto para meados de 2010 – poder ser antecipado. Fontes: O Barriga V erde 05/12/2007 TERRA DA GENTE EXIBE O PERUA O pr ograma T erra da Gente deste sbado (22/12) vai exibir uma r eportagem sobr e o P ar que Nacional Cavernas do P erua (norte de Minas Gerais). Gravado pela equipe da EPTV Campinas, exibido pela maioria das emis-soras filiadas R ede Globo de T eleviso (o horrio de exibio pode variar de acor do com a pr ogramao local) e para todo o Brasil, via antena parablica, (canal Superstation) no Domingo s 07h00, ou ainda no site do pr ograma aps dia 22 de dezembr o. Fonte: EPTV -Campinas 20/12/2007 Clique no mapa para v-lo em maior resoluo Caver va ar tificial com 40 metros de altur a abrigar a casa de f oras D i v u l g a o Clique na imagem par a ver o site do pr ograma

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S L onga exposio Data: 12/2006 Autor: Jean R odrigo Lavorini dos Santos(SBE 1590) Gruta da T apagem (SP -2) Caverna do DiaboP roj. Horizontal: 6.237 m. Desnvel: 175 m.P arque Estadual de Jacupiranga PEJEldorado -SP A caverna fica no sul do estado de So P aulo e equipada para o turismo com iluminao ar tificial fixa, escadas e passarelas, alm de dispor de monito-res ambientais. A estalactite da foto fica no Salo Branco Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br 07 A 18/01/2008 VI Expedio SBET ocantins Aurora e AlmasTO www .sbe.com.br/campo.asp 19 a 23/05/2008 IV SAP Simpsio de reas P rotegidas Canela-RS sap.ucpel.tche.br 03 a 08/02/2008 III CONAE Congresso Argentino de Espeleologia Mallarge, Mendoza, Argentina conae3.blogspot.com As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim Endins N31, F ederaci Balear dEspeleologia: Nov/2007. Boletim eletrnico Informativo da Sociedade P araibana de Arqueo logia N15, SP A: Nov/2007. Boletim eletrnico Cone xo Sub terrnea N58, R edespeleo Brasil: Dez/2007. Boletim eletrnico Plongeesout Mag N4, Plongeesout: Dez/2007. PLOGEESOUT N4 INTERNATIONAL CAVE DIVING MAGAZINE F oi lanado r ecentemente mais um nmer o da Plogeesout, r evista internacional de mer gulho em cavernas. Os quatr o nmer os da r evista esto disponveis em PDF na pgina abaix o: www .plongeesout.com J e a n L a v o r i n i


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