Citation
SBE Notícias

Material Information

Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
English

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
IV Jornada de Cursos Brasil-Espanha abordou as mais avançadas técnicas de resgate em cavernas - Espeleológos e Ibama realizam vistoria no Parna Peruaçu após tremores de Caraíbas - Alesp aprova a lei que cria o Mosaico de Jacupiranga - Museus da região metropolitana de Belo Horizonte têm programação especial para às férias - IV SAP: Simpósio de Áreas Protegidas - Foto do Leitor: Lapa de São Vicente II (GO-9).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 3, no. 73 (2008)
General Note:
See Extended description for more information.

Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03463 ( USFLDC DOI )
k26.3463 ( USFLDC Handle )
8717 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

USFLDC Membership

Aggregations:
Karst Information Portal

Postcard Information

Format:
Serial

Downloads

This item has the following downloads:


Full Text
Description
IV Jornada de Cursos
Brasil-Espanha abordou as mais avanadas tcnicas de resgate em
cavernas Espeleolgos e Ibama realizam vistoria no Parna
Peruau aps tremores de Carabas Alesp aprova a lei que cria
o Mosaico de Jacupiranga Museus da regio metropolitana de
Belo Horizonte tm programao especial para s frias IV
SAP: Simpsio de reas Protegidas Foto do Leitor: Lapa de So
Vicente II (GO-9).



PAGE 1

SBE SBE ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 3 N 73 01/01/2008 La V eja tambm falou sobr e os r esultados da segunda expedio Krubera, quando atravessaram um sifo (parte ala-gada) com equipamentos de mer gulho, chegando a -2.100 metr os de pr ofundidade. T ambm destacou a logstica da expedio que somou 5 toneladas de equipamen-tos, dentr e eles 2.000 mosquetes e 1.000 chapeletas. Aps a palestra tivemos uma demonstrao das tcnicas de auto socorr o que so usadas hoje pela Escola Espanhola de Espe-leologia. Segundo La V ega, estas tcnicas evoluiram mui-to, permitindo maior velocida-de no atendimento vtima. CURSOS O curso de auto -socorr o, r ealizado dias 4 e 5 de dezembr o na cidade de Iporanga-SP contou com a participao de 23 inscritos de cinco estados brasileir os (SP RN, PR BA e DF). Alm da parte terica, os participantes puderam praticar as tcnicas apr endidas durante os dois dias de curso. No dia 6 de dezembr o teve incio o curso de r esgate com maca, utilizando a maca da T ask Ser vice, modelo STR desenvolvida para transporte em espaos confi-nados. Os alunos r ealizaram a parte prtica na caverna Morr o P r eto onde foi feita uma simulao de r esgate envolvendo ascenso de maca, transporte, descenso e r emoo por tir olesa. Esta caverna foi escolhida por se tratar de uma caverna turstica e por pos-suir todas as condies encontradas em uma situao r eal de r esgate. Por Emerson Gomes Pedro (SBE 1563) Elvira Maria Antunes Branco (SBE 1331) Diretores da SBE No incio de dezembr o, a SBE, em par ceria com a F ederao Espanhola de Espeleologia (FEE) e Escola Espanhola de Espe-leologia (EEE), r ealizou a enfocando as atividades de r esgate vertical e contando com a participao espelelogos de cinco difer entes estados brasileir os. VDEO, P ALESTRA E DEMONSTRAO A jornada teve incio dia 01 de dezembr o no P ar que Estadual de Inter vales (PEI), apr oveitando que espelelogos e monitor es ambientais da r egio estavam r eunidos para mais um mdulo de formao do Gru-po V oluntrio de Busca e Salvamento (GVBS-PET AR). Neste dia, os instrutor es da EEE, F rancisco Martinez Gar cia, F rancisco Molina e Ser gio Gar ca-Dils de La V ega, exibiram o vdeo sobr e a primeira expedio para explorao do maior abismo do mun-do, o KruberaV or onya com 2.198 metr os, situado ra r egio da Abecsia, norte da Ger gia (Calcaso). IV Jornada de Cursos Brasil-Espanha IV JORNADA DE CURSOS BRASIL-ESPANHA ABORDOU AS MAIS AVANADAS TCNICAS DE RESGATE EM CAVERNAS No dia 07 aps o trmino do curso e apr esentao dos r esultados, foi feita uma confraternizao, momento em que todos puderam descontrair e celebrar mais esta jornada r esultante da par ceria BrasilEspanha. A SBE agradece FEE/EEE pelo apoio espeleologia brasileira, a T ask Ser vice que cedeu a maca utilizada na simulao a Bra-zillian R opes que cedeu as cor das utilizadas durante o curso, a P r efeitura de Iporanga pelo apoio logstico, ao P ar que Estadual T urstico do Alto Ribeira (PET AR) pelo apoio as atividades de campo, ao PEI pelas insta-laes e r eceptividade e, em especial, a todos que pr estigiaram mais esta jornada de cursos, alguns de r egies to distantes, como o Sr Dur val Lima (SBE 0372) que se deslocou do Rio Grande do Norte para jun-tar -se a ns e escr ever mais um captulo da espeleologia nacional. Instrutores da EEE abordam teoria e prtica de resgate J u r a n d i r d o s S a n t o s Demonstrao de aut o-socoro em Inter vales E l v i r a M B r a n c o E l v i r a M B r a n c o Equipe prepara a maca para tirolesa Ascenso da maca at a “janel a” da Morro Preto Maca entr ando no sistema de tir olesa J u r a n d i r d o s S a n t o s J u r a n d i r d o s S a n t o s

PAGE 2

2 t s N o c ia t s N o c ia ESPELEOLOGOS E IBAMA REALIZAM VISTORIA NO PARNA PERUAU AP"S TREMORES DE CARAIBAS Por Leo Giunco (SBE 0509) Eduardo Gomes de Assis Ronaldo L. Sarmento Duas equipes r ealizaram, na segunda quinzena de dezembr o, uma vistoria no P ar que Nacional (P arna) Cavernas do P eruau, r egio norte de Minas Gerais, onde fica, dentr e outras, a gruta do Janelo, Ar co do Andr e Lapa do Caboclos. Estas cavernas esto, em mdia, a 5 km do epicentr o dos tr emor es que atingiram a comunidade de Carabas (municpio de Itacarambi), cau-sando a morte de uma criana de 5 anos e ferindo outras seis pessoas. A primeira equipe composta pelos espelelogos (IGS, COP AM-Norte e EPL), P r of Cssio Alexandr e (UNIMONTES/ FUNOR TE e EPL), P r of (CEIV A/FUNOR TE, EPL, EBM, GEO GRUCA V e INB), Herbert Canela (SEMMA e EPL) e (SBE e TRUPE) per corr eu a r egio do Silu no dia 16 de dezembr o, r ealizando a vistoria na Lapa do Caboclos e Lapa do Carlucio, alm do Buraco dos Macacos no Janelo. A segunda equipe, coor denada por Flvio Tlio Gomes (P arna do P eruau/ CECA V) e composta pelos tcnicos do Ibama, per corr eu nos dias 19 e 20 de dezembr o a r egio da sede antiga da fazenda T erra Brava Gruta do Janelo, Ar co do Andr e demais grutas. O Ibama juntamente com o Obser vatrio Sismolgico da Universidade de Braslia (UnB), vm monitorando a r egio atravs de apar elhos sismolgicos instalados na r egio desde outubr o. As equipes no constaram qualquer dano visvel nas cavernas do par que, no encontrando sequer um bloco abatido ou vestgios de desmor onamentos r ecentes. O fato intriga, j que sabido a fragilidade de alguns espeleotemas e o peso de muitas estalactites, isso, sem falar na pequena dis-tncia entr e as cavernas e a r ea do epicentr o do tr emor (Carabas), alm de estar em no mesmo pacote calcrio. Eduar do Gomes de Assis R onaldo L. Sarmento L eo Giunco Um fato inter essante ocorr eu quando a primeira equipe estava no prtico da Lapa do Carlucio. Ouviu-se um estr ondo vindo do horizonte (par ecido com barulho de avio ou tr ovo) que dur ou alguns segundos e que os morador es da r egio confirmaram ser o mesmo som ouvido durante os tr emor es, mas a Lapa do Carlucio em nada se alte-r ou, tampouco tr emeu. CARABAS O tr emor de Carabas atingiu 76 casas, sendo que cinco foram par cialmente destrudas e uma totalmente. Gran-de parte das demais casas, as que no tm estrutura de concr eto (vigas e colunas), apr esentam rachaduras. Os danos maior es esto nas mais antigas, feitas prin-cipalmente de abobe ou taipa. A r ede eltrica e de iluminao est pra-ticamente intacta. O solo no apr esenta rachaduras visveis, exceto micr o fissuras num tr echo de apr o ximadamente 20 metr os na estrada que d acesso ao rio P eruau e que no se pode afirmar que est r elacionada aos tr emor es. A tragdia principal o trauma de um fenmeno impossvel de ser pr evisto e que abalou os mais de 300 morador es da pacata Carabas. Em conversas com morador es da r egio no foi coletada nenhuma informao de outr os danos alm das casas abaladas e a r emoo das famlias amplamente divulgada pela mdia. As poucas pessoas encontradas em Carabas (que estavam r etirando seus ltimos pertences) r elatam um fato curioso com o poo que abastece o vilar ejo e que est localizado no seu centr o: quando de sua perfurao (h alguns anos) aps 16 metr os de penetrao no solo a br oca e os canos atingiram um espao vazio, necessitando interr omper os trabalhos. F oi solicitado pr efeitura de Itacarambi o r elatrio tcnico da empr esa que na ocasio perfur ou o poo. A comunidade localiza-se paralela uma grande dolina de bor da suave e de pouca exposio de calcrio. Segundo os mora-dor es existe apenas uma cavidade da qual no se sabe a extenso e que no chegou a ser pr ospectada devido ao pouco tempo da equipe. Coincidentemente o dir ecionamento da dolina no sentido sul norte com inclinao apr o ximada de 15, compatvel com o alinhamento da fratura (ver mapa geolgico). O r elatrio final da defesa civil concluiu que os danos na r egio foram apenas nas r esidncias. Segundo dados pr eliminar es de tcnicos da Universidade de Braslia (UnB), o tr emor de Carabas dificilmente est associado ao desmor onamento de alguma caverna, mas sim a uma falha geolgica. Indifer ente a tudo isso, a impr ensa divulga dados sensacionalistas ou na base do "achismo" inconseqente, uma vez que nem mesmo os tcnicos ainda definiram a r eal causa do fenmeno. F icamos assustados ao ler na ltima edio da r evista V eja, uma matria sobr e o caso. O artigo afirma que o povoado foi "destrudo", o que no ver dade, e ainda faz comparaes como O terr emoto de Carabas teve magnitude de 4,9 pontos na escala e que a ener gia liberada foi equivalente e xploso de duas bombas atmicas como a que destruiu Hir oshima ”, totalmente descabida. Lapa do Carlcio 5 km de Car abas Casa des truida onde morreu a criana Montagem mapa geolgi co (Parna Peruau) sobre imagem LandSat Cavernas Carabas E d u a r d o G o m e s E d u a r d o G o m e s L e o G i u n c o

PAGE 3

3 N ot c ia s N ot c ia s ALESP APROVA A LEI QUE CRIA O MOSAICO DO JACUPIRANGA A Assemblia L egislativa do Estado de So P aulo (ALESP), apr ovou dia 20 de dezembr o, a lei que altera a r ea do P ar que Estadual de Jacupiranga e cria Mosaico de Unidades de Conser vao do Jacupiranga. O Mosaico do Jacupiranga ficou com uma r ea total de 243.885,15 ha, englobando trs P ar ques Estaduais (PE), cinco R eser vas de Desenvolvimento Sustentvel (RDS), quatr o r eas de P r oteo Ambiental (AP A), duas R eser vas Extrativistas (R esex) e duas R eser vas P articular es do P atrimnio Natural (RPPN). P ARQUES Considerado o maior par que do Estado de So P aulo, criado em 1969, o P ar que Estadual de Jacupiranga, que tinha exten-so de 140.000 ha, passa a ter a r ea total de 154.872,17 ha, e fica subdividido em trs par ques estaduais: o P ar que Estadual Caverna do Diabo com 40.219,66 ha, nos municpios de Eldorado, Iporanga, Barra do T ur vo e Cajati; o P ar que Estadual do Rio T ur vo com 73.893,87 ha, em Barra do T ur vo, Cajati e Jacupiranga; e o P ar que Estadual do Lagamar de Canania, com 40.758,64 ha, em Canania e Jacupiranga. RDS As R eser vas de Desenvolvimento Sustentvel RDS, onde se concentram boa parte das populaes tradicionais da r egio somam 12.965,06 de extenso e so elas: Barr eir o/Anhemas, com r ea de 3.175,07 ha; dos Quilombos de Barra do ha T ur vo para comunidades quilombolas do Ribeiro Grande/T erra Seca, Cedr o e P edra P r eta somando 5.826,46 ha; dos P inheirinhos com r ea de 1.531,09 ha, no municpio de Barra do T ur vo; de Lavras, com r ea de 889,74 ha, no municpio de Cajati, e a de Itapanhapima, com 1.242 ha, no municpio de Canania. AP AS F aro parte do Mosaico as seguintes AP As: Planalto do T ur vo, com r ea total de 2.721,87 ha nos municpios de Barra do T ur vo e Cajati; Cajati, com 2.975,71 no municpio de Cajati; Rio P ar dinho e Rio V ermelho, com 3.235,47 ha no municpio de Barra do T ur vo, e a dos Quilombos do Mdio Ribeira, nos municpios de Iporanga, Barra do T ur vo e Eldorado, composta pelos territrios das comunidades Quilombolas de Nhunguara, Andr L opes, Sapatu, Ivaporunduva, Galvo, So P edr o, P iles, Maria R osa, P edr o Cubas, P edr o Cubas de Cima e P raia Grande, com r ea de 64.625,04 ha. RESEX As R eser vas Extrativistas (R esex) que compem o Mosaico foram definidas como: R esex da Ilha do T umba, destinada s comunidades da Ilha do Car doso e R egio de Ariri, com r ea de 1.128,26 no municpio de Canania e a R esex T aquari, destinada s comunidades locais e aos pescador es artesanais de Canania, com r ea de 1.662,20 no municpio de Canania. ha ha ha RPPN P ara os estudos de criao das R eser vas P articular es do P atrimnio Natural RPPN foram r eser vadas duas Glebas nas Comunidades Quilombolas do Bairr o Andr L opes, que dever abranger o entorno da Caverna do Diabo, e do Bairr o Sapatu, r ea da cachoeira Queda de Meu Deus. As RPPNs s podero ser implementadas aps a titulao das terras para as associaes que se compr ometeram a cri-las. APROV AO NO FIM DO ANO O pr ojeto de lei de criao do Mosaico, apr esentado em junho, foi apr ovado praticamente na ltima sesso do ano da ALESP em virtude de diversas corr ees necessrias. Com a apr ovao deste mosaico de r eas pr otegidas cabe agora dedicar -se implementao das atividades de uso, assim como ao detalhamento dos planos de manejo. A lei assegura, de acor do com o artigo 13, a r ealizao de T ermos de Compr omissos Ambientais com os morador es das r eas que compem as RDSs, as R esexs e as AP As, r eferidas nos artigos 6, 7 e 10, e as r espectivas associaes comunitrias, objetivando a compatibilizao das ativida-des tradicionais com a pr oteo dos r ecursos naturais existentes na r ea, at a definitiva r egularizao fundiria das glebas e a elaborao dos Planos de Manejo das Uni-dades de Conser vao do Mosaico. Fonte: Notcias Socioambient ais 26/12/2007 MUSEUS DA REGIO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE TM PROGRAMAO ESPECIAL PARA AS FRIAS As frias em Belo Horizonte podem ser bem mais divertidas do que a gar otada imagina. P ara dar mais oportunidades de divertimento a quem est na capital minei-ra, alguns dos principais museus da r egio metr opolitana pr epararam pr ogramao especial de frias. No Jar dim Botnico da UFMG, o Museu de Histria Natural (MHN), tem agi-tao garantida com exposies, pr ojetos de pesquisa e extenso na r ea de educao ambiental. A PUC Minas tambm pr epar ou pr ogramao de frias para seu museu r echeada de atraes, de 2 a 31 de janeir o, inspirada no acer vo e dividida por pacotes temticos. No parte dedicada paleontologia, alm de conferir as mostras A era dos rp-teis e A grande extino: 11 mil anos, os visitantes podero participar de oficinas de escavao, rplicas e dinossaur os no papel. P ara os fs de ar queologia, a sugesto so as exposies P eter L und: memrias de um naturalista e Brasil rupestr e, que podero ser complementadas por cursos de pintura rupestr e. Alm de visitar rplicas de animais exticos e de uma caverna, a gar otada poder virar pesquisador mirim ou participar de um r oteir o noturno pelo museu. • Museu de Histria Natural e Jar dim Botnico da UFMG Aberto de tera a sexta, das 9 s 16 horas; sbado e domingo, das 10 s 17horas.Rua Gustavo da Silveira, 1035, Santa Ins, Belo Horizonte. Entrada: R$ 3. Informaes: (31) 3461-5805. • Museu PUC Minas Aberto de 2 a 31 de janeir o com cursos e visitao de exposies dividida em pacotes temticos.Av Dom Jos Gaspar 290, Corao Eucarstico. Informaes: (31) 3319-4520 e 3319-4152. Fonte: 28/12/2007 UAI Divirt a-se Acer vo do Museu de Histria Natural da UFMG P e d r o M o t t a

PAGE 4

4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br 07 A 18/01/2008 VI Expedio SBET ocantins Aurora e AlmasTO www .sbe.com.br/campo.asp 19 a 23/05/2008 IV SAP Simpsio de reas P rotegidas Canela-RS sap.ucpel.tche.br 03 a 08/02/2008 III CONAE Congresso Argentino de Espeleologia Mallarge, Mendoza, Argentina conae3.blogspot.com As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies R evista Sientific American Brasil N67, Duetto Editorial: Dez/2007. Boletim eletrnico Espeleotema N3, Grupo Espeleolgico de Marab: Dez/2007. Boletim eletrnico Cone xo Subterrnea N59, R edespeleo Brasil: Dez/2007. Boletim eletrnico GEA N45, Grupo Espeleolgico Argentino: Dez/2007. IV SAP: SIMP"SIO DE REAS PROTEGIDAS H sete anos o Simpsio de r eas P r otegidas (SAP) r eune pesquisador es, ambientalistas e demais inter essados na conser vao de nossas r eas naturiais. Com o apoio institucional da SBE, o IV SAP ser r ealizado na cidade de Canela (Serra Gacha), de 19 a 23 de maio de 2008, com a apr esentao de trabalhos, palestras, alm de mini-cursos e mesas-r edondas. Inscries com desconto e o envio de trabalhos podem ser feitos at o dia 14 de janeir o. Mais informaes no site: sap.ucpel.tche.br J o s H u m b e r t o M P a u l a Salo da Clarabia Data: 07/2007 Autor: Jos Humber to M. de P aula (SBE 1550) Lapa de So Vicente II (GO -9) P roj. Horizontal: 4.670 m Desnvel: 75 m So DomingosGO Neste perodo do ano (julho/agosto) um raio de luz penetra na clarabia por volta das 14h30 e se "des-pede" per to das 15h10. Durante o cur to perodo de 40 minutos, ilumina por completo o imenso Salo da Clarabia.Um espetculo! P arque Estadual de T erra R onca PET eR