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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Paleontologia em cavernas foi tema do 26º "SBE de portas abertas" - SETUR-SBE publica artigo sobre geoturismo em áreas cársticas - Seis espeleólogos resgatados na França - Destruição de sítios arqueológicos - Mergulhadores fazem travessia de 11,2 km em caverna - Eu sou uma pessoa normal??? - Livro: Tendências tecnológicas - Brasil 2015 - Foto do Leitor: Caverna Cristal (SP-531).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 3, no. 74 (2008)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03464 ( USFLDC DOI )
k26.3464 ( USFLDC Handle )
8718 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Paleontologia em
cavernas foi tema do 26 "SBE de portas abertas" SETUR-SBE
publica artigo sobre geoturismo em reas crsticas Seis
espelelogos resgatados na Frana Destruio de stios
arqueolgicos Mergulhadores fazem travessia de 11,2 km em
caverna Eu sou uma pessoa normal??? Livro: Tendncias
tecnolgicas Brasil 2015 Foto do Leitor: Caverna Cristal
(SP-531).



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SBE SBE ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 3 N 74 1 1/01/2008 formao, como os chamados estr omatlitos, que so construes algais. O segundo grupo so os vestgios associados r ocha, ou seja, mar cas ou moldes de or ganismos, principalmente invertebrados marinhos, que podem ser encontra-dos encravados na r ocha e podem ser vistos tanto na parte externa como interna da caverna. Estes or ganismos tambm so da poca da formao da r ocha. E por fim, o grupo dos que “chegaram depois”, ou seja, r estos or gnicos que foram depositados na caverna, aps ela estar formada. R essaltamos em seguida como as cavernas so excelentes ambientes de pr eser vao de fsseis, face pr oteo contra a ao dos elementos da natur eza (sol, chuva, ventos, variaes de temperaPor Celso Lira Ximenes (SBE 0392) Dentr o do P r ojeto “ ”, apr esentamos em 15 de dezembr o a palestra “Fsseis em Cavernas”, destinada principalmente comunidade espeleolgi-ca e ao pblico leigo inter essado no assunto. F oi uma grata surpr esa o nmer o de ouvintes pr esentes, principalmente a de algumas crianas, que se mostraram muito participativas. P ara chegarmos ao objetivo, pr ocuramos construir uma apr esentao em linguagem de divulga-o cientfica, bem simples sem, contudo, deixar o rigor cientfico das informaes apr esentadas. P r ocuramos na apr esentao destacar trs focos principais: que tipos de fsseis so encontrados em cavernas; o que eles significam e o que fazer quando os encontra-mos. P ara isso iniciamos com uma rpida e clssica definio de fssil e pr ocuramos destacar que o que importante nessa definio so os pr ocessos de fossilizao. T ambm pr ocuramos mostrar que os r estos dos ser es vivos so incorporados aos elementos geolgicos pr esentes na superfcie do solo e passam sofr er os mesmos pr ocessos de transporte e deposio que estes sofr em. A todo esse conjunto denominamos de material sedimentar Nesse contexto, as cavernas funcionam como ambientes de sedi-mentao, ou seja, r ecebem material sedimentar do exterior rico em r estos or gnicos, que ficam guar dados ali por muitos milhar es de anos. TIPOS DE F"SSEIS Sobr e os tipos de fsseis que encontramos em cavernas, apr esentamos trs grupos principais: O primeir o seria a prpria r ocha calcria, que na prtica pode ser tratada como “fssil”, pois ela formada por r estos de or ganismos em ambiente marinho e muitas vezes pr eser vam estruturas dessa poca de SBE de P ortas Abertas PALEONTOLOGIA EM CAVERNAS FOI TEMA DE PALESTRA NO 26 “SBE DE PORTAS ABERTAS” tura, acidez do solo e a ao de carniceir os e decompositor es). SEU SIGNIFICADO Sobr e o significado dos fsseis nas cavernas, destacamos que a sua principal importncia entender o passado e so usa-dos para investigar as mudanas que os ser es vivos sofr em ao longo do tempo (evoluo biolgica), como os or ganismos se dispersaram (paleobiogeografia) e como era o clima na poca em que eles vivi-am (paleoclimatologia). O QUE F AZER? P or fim abor damos o assunto sobr e o que fazer quando encontramos fsseis em cavernas, destacando os pr oblemas cientficos criados quando no r esistimos tentao da coleta imediata despr ezando os estudos que so necessrios antes. Apr esentamos rapidamente o conceito de T afonomia, a parte da paleontologia que se dedica histria deposicional dos fsseis e sugerimos algumas atitudes como, por exemplo: isolar a r ea onde foram encontrados e comunicar o achado a especialistas que estejam bem pr eparados a estud-los no local e r esgat-los com segurana. P ara ilustrar abor damos sobr e os fsseis de megafauna pleistocnica, comuns em caver-nas, e apr esentamos um mapa do Brasil onde j foram encontrados fsseis nesses ambientes. Aps a palestra tivemos um inter essante bate-papo, pois a maioria dos partici-pantes tinha muita curiosidade a satisfazer sobr e o tema. Acr editamos assim ter atingido o nosso objetivo principal de contribuir com informaes que visem pr eser vao dos fsseis de cavernas e o seu corr eto manuseio. Esqueleto de preguia gigante mont ado no Museu Nacional do Rio de Janeiro, a par tir de ossos encontrados em uma caverna no Estado da Bahia M r c i a G o m i d e

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2 t s N o c ia t s N o c ia SETUR-SBE PUBLICA ARTIGO SOBRE GEOTURISMO EM REAS CRSTICAS Por Marcelo Augusto Rasteiro (SBE 1089) Membro da SETUR/SBE Cinco scios da SBE, liderados pelo coor denador da Seo de Espeleoturismo da SBE (SETUR/SBE), Her os L obo (SBE 1347) publicaram o artigo “ ” na r evista Global T urism do segundo semestr e de 2007. P otencial Geoturstico da P aisagem Crstica A REVIST A A R evista Global T ourism uma publicao cientfica da r ea de T urismo, com periodicidade semestral, editada pela Glo-bal T ourism Consultoria e T r einamento. Seus nmer os so temticos, abertos pluralidade de temas e interpr etaes que possam inter essar ao T urismo. Esta ultima edio teve como tema o Geoturismo, um segmento emer gente do turismo de natur eza motivado pelo meio fsico. O ARTIGO Motivados pelo tema, os scios Her os L obo, Csar V erssimo, W illian Sallun F ilho, L uiz Afonso V az de F igueir edo e Mar celo Rasteir o, escr everam o artigo que abor da a paisagem crstica brasileira e seus diversos usos no turismo. Os autor es tm formao em r eas distintas (turismo, geologia, educao, etc), o que permitiu uma abor dagem bastante transdisciplinar do tema. T odos os artigos j publicados na r evista podem ser acessados gratuitamente (em PDF) na pgina abaix o: www .periodicodeturismo .com.br DESTRUIO DE STIOS ARQUEOL"GICOS Por Juvandi de Souza Santos (SBE 1228) Doutorando em Histria (Arqueologia) PUC/RS A grande maioria das cavidades naturais encontradas nos atuais territrios dos Estados da P araba e Rio Grande do Norte apr esentam vestgios ar queolgicos que ser vem de mar cador da pr esena humana pr-histrica e histrica na r egio. A situao desses ambientes pr eocupante, pois per cebe-se um total de descumprimento da legislao pr otecionista do pas, especialmente a lei de Crimes Contra a Natur eza ( de 12 de fever eir o de 1998). Nos stios rupestr es encontrados nos afloramentos r ochosos, mataces e pequenos abrigos r ochosos a depr edao atravs do uso de corr etivo escolar cal, tinta sinttica, raspagem das pinturas e gravuras, den-tr e outras formas antrpicas, j fora identificadas na r egio, e no caso das necrpoles (cemitrios) escavaes clandestinas ou mal planejadas por pseudos-pesquisador es so as ocorrncias antrpicas mais comuns. Como exemplo de destruio pra-ticamente total de uma importante necr-pole do Rio Grande do Norte, cito o caso do Stio Mirador que, quando do incio das escavaes ar queolgicas na r egio na dcada de 1980, este abrigo j se encontrava violado por animais e caador es da r egio. Aps o incio das escavaes, as aes danosas causadas por pessoas da r egio em busca de supostas botijas com our o enterradas no local destruram o stio, inviabili-zando quase que totalmente futuras inter venes, pr ejudicando os andamentos das pesquisas que visam a traar um padro funerrio para a vasta r egio dos sertes da P araba/Rio Grande do Norte. T raar o perfil cultural desses grupos L ei n 9.605 pr-histricos e histricos que habitaram os nossos sertes tem sido a meta de mui-tos pesquisador es que, a meu ver tem esquecido um ponto fundamental que deve acompanhar toda e qualquer inter veno ar queolgica: a Educao P atrimonial. Nesse sentido, estamos pr eparando uma cartilha educativa visando torn-la acessvel aos alunos do ensino F undamental e Mdio na r egio, conscientizando os da importncia da pr eser vao ambiental e cultural. Esperamos que o caminho inicial seja este e quem sabe, para o futur o, possamos trabalhar de forma mais intensiva as atividades de pr ospeces, sondagens e escavaes ar queolgicas envolvendo a prpria comunidade que compr eender quais as nossas r eais metas. Stio Rupes tre Gr avat, Queimadas-PB Caverna Loca, Queimadas-PB J u v a n d i S S a n t o s J u v a n d i S S a n t o s SEIS ESPELE"LOGOS RESGATADOS NA FRANA Seis espelelogos franceses foram r esgatados nesta tera-feira (08/01) da caver-na Biefs Boussets, r egio de Dser villers, no leste da F rana. Os espelelogos foram surpr eendidos por uma cheia logo que entraram na caverna, no Sbado (05/01). As buscas comearam no domingo pelos sorristas da (SSS), incluindo mer gulhador es que conseguiram chegar at os espelelogos na tera, amparando os em sua sada. " evidente que a experincia do grupo permitiu-lhes gerir melhor a espera, tinham alimentos e se posicionaram exatamente onde espervamos", disse Samuel P r ost, conselheir o tcnico da SSS. Fonte: AFP 09/01/2009 Splo Secours F ranais Um dos espelelogos presos saindo da caverna

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3 N ot c ia s N ot c ia s MERGULHADORES FAZEM TRAVESSIA DE 11,2 KM EM CAVERNA Dois mer gulhador es completaram o mais longo mer gulho entr e duas cavernas subaquticas, per corr endo 11,2 km em uma jornada de 20 horas de durao, pr ovando que as vastas r edes alagadas de cavernas da Flrida esto conectadas. Jarr od Jablonski e Casey McKinlay mer gulharam em uma pequena caverna chama-da T urner Sink, na tar de de 15 de dezembr o, e logo desceram a uma pr ofundidade de cer ca de 100 m. para s r etornar superfcie na manh de 16 de dezembr o, no par que estadual de W ak ulla Springs, perto de T alalhassee, Flrida, nos Estados Unidos. Os dois demoraram 6 horas para r ealizar a travessia dos condutos, mas tiveram de passar por mais de 14 de horas de des-compr esso gradual antes que pudessem r etornar superfcie. Mas os mer gulhador es fizeram muito mais que simplesmente estabelecer um r ecor de. A ser vio do os dois r ealizaram pela primeira vez uma travessia que pr ova a conexo dos sistemas de cavernas W ak ulla Springs e L eon Sinks. Os cientistas j haviam pr ovado teoricamente que existia conexo entr e as cavernas, alguns meses atrs. pr ojeto W oodville K arst Plain (WKPP) O objetivo do pr ojeto mapear a plancie de W oodville K arst, uma r egio de 1,15 mil km quadrados que se estende de T allahassee ao golfo do Mxico. "A caverna L eon Sinks, apar entemente isolada no meio de um matagal, na ver dade tem conexo hidr olgica com esse incrvel r ecurso cultural e ambiental, o sistema de W ak ulla Springs", disse McKinlay e complementa, "as pessoas enfr entam dificuldade para per ceber a conexo entr e as duas coisas, e era isso que espe-rvamos pr ovar simbolicamente". O SISTEMA O sistema de cavernas L eon Sinks, a mais longa caverna subaqutica explorada r egularmente no Estados Unidos, e a quarta mais longa no mundo, vem sendo explorado pelos mer gulhador es do pr ojeto ha 20 anos. Ela tambm parte de um imenso labi-rinto lquido que r epr esenta uma fonte essen-cial de gua subterrnea para boa parte da por-o norte da Flrida. O mer gulho r ecor de forou a dupla a enfr entar passagens estr eitas (algumas das quais com apenas 3x3 m), mas tambm os levou a atravessar sales imensos, de altura suficiente para acomodar edifcios inteir os. "Ns atravessamos um dos mais incrveis sistemas de cavernas que existe em qualquer lugar", disse McKinlay Mas no foi um mer gulho simples. Durante a segunda metade, a visibilidade se r eduziu de cer ca de 15 metr os para apenas um metr o e meio. "Ns dobramos a esquina da caverna W ak ulla e as condies eram pior es do que espervamos, o que nos r etar dou. Mas conseguimos pr osseguir", disse McKinlay Havia equipes de assistncia para apoiar a misso dos mer gulhador es nos dois extr emos do per curso. Mas a poro central do mer gulho inclua um tr echo de cer ca de cinco quilmetr os de comprimento que nenhum mer gulhador havia tentado no passado. Os mer gulhador es dispunham cada qual de cer ca de 20 tubos de gs, abastecidos com misturas gasosas difer entes para difer entes pr ofundidades. T ambm tinham seis veculos subaquticos dife r entes, e dois sistemas distintos de r eciclagem de ar que permitem conser var o o xignio. "Sempr e uso a analogia de que como levitar em meio ao Grande Canyon, obser vando algumas das mais belas paisagens naturais do planeta", afirmou Jablonski. Fonte: Paraba.com 29/12/2007 EU SOU UMA PESSOA NORMAL??? Por Carolina Pereira Picano (SBE 0802) Quer o compartilhar com os amigos “caverneir os” uma situao que vivo constantemente. Quando eu tinha 13 anos (ho-je com 27) assisti pela primeira vez um glo-bo cincia sobr e cavernas, como eu j gostava muito do assunto, r esolvi gravar pra depois ver umas mil vezes. E foi o que eu fiz mesmo!!! No final na r eportagem apar eceu o ender eo da SBE, com a sede principal ainda em Monte Sio MG, foi ento que r esolvi escr ever uma cartinha quer endo me associar de qualquer maneira. Da comeou meu casamento com a SBE. Conheci pessoas maravilhosas e a vida foi seguindo seu rumo. Eu debandei para r ea da informtica, mas em segundo plano ficavam as cavernas na minha vida, por isso eu ouo tanto essa frase “ V oc maluca? ”, “ Gosta de se enfiar em buracos escur os cheios de insetos e cobras ”, e tem mais, eu ainda ouo o famoso “ Deus me livr e! ”. O que eu quer o r egistrar aqui com os amigos a minha paixo pela natur eza e principalmente pelas cavernas. Costumo dizer que uma caverna o complemento de todas as belezas da natur eza, beleza essa que no teve pr essa para apar ecer e se formar Um riacho, uma queda de cachoeira ou mesmo algumas formaes curiosas ficam muito mais belos se obser vados dentr o de uma caverna. Cr eio ser uma pessoa especial, por ter a viso totalmente transformada ao olhar para uma delas, seja da mais simples e pequena a uma magnfica caverna de exten-ses inacr editveis. Se amar as cavernas ser maluca, ento eu acho que sempr e fui e no me enver gonho. Quer o sentir aquele cheirinho de terra molhada, ficar com o corao na mo toda vez que cruzar com uma galeria maravilhosa que ficou ali anos esperando para ser apr eciada, quer o amar as cavernas sempr e, r espeit-las e viver momentos incomparveis e indescritveis toda vez que puder visit-las. Um feliz ano novo com muitas cavernas pra visitar!!!!! Sistema de reciclagem de ar maior autonomia 1 4 hor as de descompresso, mas que o dobr o Do tempo gasto com com a travessia G U E / W K P P G U E / W K P P

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br 07 A 18/01/2008 VI Expedio SBET ocantins Aurora e AlmasTO www .sbe.com.br/campo.asp 19 a 23/05/2008 IV SAP Simpsio de reas P rotegidas Canela-RS sap.ucpel.tche.br 03 a 08/02/2008 III CONAE Congresso Argentino de Espeleologia Mallarge, Mendoza, Argentina conae3.blogspot.com As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies R evista Sientific American Brasil N68, Duetto Editorial: Jan/2008. Boletim eletrnico El Explorador N44, GEDA / Sociedad Espeleolo gica de Cuba: Dez/2007. Centro de T ecnologia Mineral. Te n dncias T ecnolgicas Brasil 2015: Geocincias e T ecnologia Mineral (eletrnico) Rio de Janei ro: CETEM/MCT 2007. T erra da Gente. Cavernas 22-12 (DVD). Campinas: EPTV 2007 LIVRO: TENDNCIAS TECNOL"GICAS BRASIL 2015 O Centr o de T ecnologia Mineral (Cetem) e a Companhia de P esquisa de R ecursos Minerais (CPRM) lanaram o livr o T endncias T ecnolgicas – Brasil 2015: Geocincias e T ecnologia Mineral. A publicao apr esenta os r esultados dos estudos desenvolvidos em 2006 e 2007 estabele-cendo uma agenda de prioridades para os desafios tecnolgicos aplicados ao setor mineral, subsidiando a tomada de decises em mbito governa-mental num horizonte de dez anos. A verso eletrnica est disponvel gratuitamente na pgina abaix o: Fonte: Agncia F APESP 26/12/2007 www .cetem.gov .br/tendencias Flor de Aragonita Data: 12/2007 Autor: Arany T unes de Souza Melo (SBE 0820) Caverna Cristal (SP -531) P rojeo Horizontal: 1.430 m Desnvel: 36 m Iporanga SP “Muitas pessoas ao verem fotos como esta comeam a entender porqu visitamos as caver-nas” comenta Arany A r a n y T u n e s