SBE Notícias

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SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
SBE participa do III CONAE - Congresso Argentino de Espeleologia - MP apura impacto em cavernas de Felipe Guerra-RN - O mais antigo morcego conhecido - Incêndio na Serra do Caraça - Estudo aponta a diversidade genética do morcego-vampiro - Exposição comemorativa - 30 anos de fotografias EGB - Foto do Leitor: Caverna da Catedral (RN-88).
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Open Access - Permission by Publisher
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Vol. 3, no. 78 (2008)
General Note:
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University of South Florida Library
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University of South Florida
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K26-03468 ( USFLDC DOI )
k26.3468 ( USFLDC Handle )
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SBE participa do III
CONAE Congresso Argentino de Espeleologia MP apura impacto
em cavernas de Felipe Guerra-RN O mais antigo morcego
conhecido Incndio na Serra do Caraa Estudo aponta a
diversidade gentica do morcego-vampiro Exposio
comemorativa 30 anos de fotografias EGB Foto do Leitor:
Caverna da Catedral (RN-88).



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SBE SBE ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 3 N 78 21/02/2008 inserido. Olhando de fora, no par ece o que , da o nome Thesaurus (T esour o), por estar “escondido” embaix o da terra. Sob o tema “P atrimnio Espeleolgico: um ativo ambiental”, o III CONAE des-tacou as cavernas como espaos s vezes nicos na questo da conser vao de informaes cientficas, r eforando a necessidade de se r edobrar esforos para sua pr oteo. “Quer emos r esgatar as cavernas no apenas como espaos tursticos, mas como lugar de conser vao natural e informaes teis para a biogeografia, a histria e a r econstruo do paleoclima”, afirmou Carlos Benedetto, pr esidente da F AdE e membr o da Comisso Or ganizadora. Na cerimnia de abertura do congr esso, Benedetto foi homenageado pela FEALC por seus 20 anos integrando o Comit Executivo da federa-o, da qual foi pr esidente no perodo 1997-2001. Os dois primeir os dias do evento foram dedicados s sees tcnicas e cien-tficas, com mais de 40 trabalhos apr esentados. Ao mesmo tem-po, o pblico local teve acesso mostra fotogrfica e de pai-nis instalada ao lon-go do acesso ao ncleo principal do CenPor Jos Ayrton Labegalini (SBE 01 10) Nivaldo Colzato (SBE 0181) SERI Seo de Relaes Internacionais da SBE No perodo de 3 a 8 deste ms, o Centr o de Convenes Thesaurus, do municpio de Malar ge, Mendoza, foi o palco do III CONAECongr esso Ar gentino de Espeleologia, evento r ealizado pela F AdE-F ederao Ar gentina de Espeleologia e muito bem or ganizado pelo INAE-Instituto Ar gentino de Investigaes Espeleolgicas. A espele-ologia brasileira esteve r epr esentada por Jos A yrton Labegalini, Linda El-Dash e Nivaldo Colzato, membr os da SERI-Seo de R elaes Internacionais da SBE, que tiveram participao bastante ativa no evento. O evento contou com o apoio da municipalidade local na concesso de espa-os fsicos (Centr o de Convenes e alojamentos do Centr o Esportivo), a participao da comunidade espeleolgica interna-cional (do Brasil, Colmbia, Cuba, Espanha, F rana, Israel, Itlia, P araguai e V enezuela), macia pr esena da comunidade espeleolgica ar gentina e uma srie de trabalhos r epr esentativos das mais variadas r eas da espeleologia. O Centr o de Convenes, edificado dentr o do P ar que Del A yer e muito bem localizado prximo ao centr o da cidade, dispe de trs amplas salas (sala de exposies e r eunies, auditrio e sala de pr ojees), alm de todos os espaos e equipamentos necessrios para eventos do gner o. A maior parte de seus 1.500 m2 est 3,5 metr os abaix o da superfcie, justamente para no interferir na beleza do bosque onde est SBE PARTICIPA DO III CONAE CONGRESSO ARGENTINO DE ESPELEOLOGIA tr o de Convenes, uma galeria cur va e ascendente, em forma de tnel, com ilumi-nao natural. No ter ceir o dia os congr essistas fizeram um passeio r egio de Las L eas (45 km de Malar ge), famosa pelo complex o turstico instalado no local, cuja atrao principal a estao de esqui, uma das mais famosas da Ar gentina. A partir da r odovia principal, o per curso segue rumo oeste, serpenteando o vale que adentra a Cor dilheira dos Andes, pr opor cionando ao visitante um visual belssimo. A quase inexistncia de vegetao nas montanhas expe suas dobras, cuja diversidade de cor es r evela os difer entes tipos de r ocha que compem o r elevo. Do ponto de vista espeleolgico, a atrao ficou por conta das cavernas em ges-so, ocorrncia peculiar nessa r egio da Ar gentina. Duas delas foram visitadas e corr esponderam plenamente s expectativas, com suas par edes r ecobertas de delicados e branqussimos espeleotemas. Embora no ocorra no Brasil, o gesso comum tambm em outras r egies do planeta. Outr o destaque foi uma caverna em gelo, formada pelo derr etimento de um glaciar a quase 3.000 metr os de altitude. Embora vista muito distncia, despertou inter esse, principalmente daqueles que vivem em clima tr opical, como ns, brasileir os. Entrada do Centr o de Convenes. Infr a-estrutura excelente. De fora, no parece o que N i v a l d o C o l z a t o Exposio de painis e car tazes na galeria de acesso ao ncleo principal do Centr o de Convenes. N i v a l d o C o l z a t o Espelelogos visit ando caverna em gesso J o s A y r t o n L a b e g a l i n i Continua na prxima pgina...

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2 t s N o c ia t s N o c ia noite os congr essistas se r euniram num r estaurante de Malar ge para uma confraternizao que se transformou num momento histrico para a espeleologia mundial. No decorr er do jantar pr ocedeu-se a cerimnia oficial de assinatura de um con-vnio entr e a FEALC -F ederao Espeleolgica da Amrica Latina e do Caribe e a F SUEF ederao Espeleolgica da Unio Eur opia. Em seu pr onunciamento, o espanhol Juan Carlos Casas, pr esidente da F SUE, destacou a excelente or ganizao do III CONAE e o ambiente alegr e e fraterno entr e os participantes. Sobr e a assinatura do documento, frisou que esse tipo de acor do contribui, sobr etudo, para o fortalecimento institucional das duas federaes r egionais. Nas palavras do cubano Angel Graa Gonzalez, pr esidente da FEALC, o convnio com a F SUE r epr esenta um mar co na histria das duas federaes. “ O futur o se desenha pr omissor para nossa espeleologia e isso significa, tambm, muito trabalho pela fr ente”, completou Graa. O quarto e quinto dias do congr esso foram dedicados teoria e prtica dos cur-sos de Espeleoturismo (ministrado pelo bra-sileir o Jos A yrton Labegalini) e Segurana e R esgate em Cavernas, este sob o comando de uma equipe italiana. P aralelamente pr ogramao normal, o III CONAE abrigou uma r eunio do Comit Executivo da FEALC, sendo que um dos temas tratados foi a Expedio T rinacional que faro Ar gentina, Brasil e P araguai, no prximo ms de junho, s cavernas de V allemi, cidade guarani prxima divisa com o Brasil. A pr esena de Juan Carlos Casas enrique-ceu a r eunio com a tr oca de idias e experincias, estando todos de comum acor do quanto a importncia e necessidade das instituies se dar em as mos e trabalhar em juntas para o bem comum da espeleologia. MP APURA IMPACTO EM CAVERNAS DE FELIPE GUERRA-RN O Ministrio Pblico Estadual, por meio da pr omotora de Justia de Apodi, P atrcia Antunes Martins, instaur ou inqurito civil para apurar possveis danos ambi-entais causados por atividades da P etr obras em r eas de cavernas situadas em F elipe Guerra, municpio localizado a 340 km de Natal, na chapada do Apodi. A pr omotora tambm expediu ofcio ao pr efeito de F elipe Guerra e ao pr esidente da Cmara de V er eador es do municpio informando sobr e a instaurao do inqurito e encaminhando cpia do r elatrio de inspeo feito pelo Ministrio Pblico na Bacia P otiguar para fins de anlise e criao de uma unidade de conser vao da r egio, em razo do grande valor histrico, cultural e antr opolgico, r equisitando ainda do pr efeito informao sobr e a pr opriedade das terras em que se localiza o Lajedo do R osrio e o Lajedo de Arapu, local em que exis-tem 42 cavernas e onde est ocorr endo a explorao pr edatria de calcrio, inclusive de forma artesanal e clandestina. Ao dir etor do Instituto de Desenvolvimento Econmico e Meio Ambiente (Ide-ma), a pr omotora pediu a elaborao de par ecer tcnico, em 30 dias, acer ca de possvel leso ambiental ocorrida em razo da atividade petr olfera e da lavra clandestina de calcrio, todas sem licena ambiental. Ao Ibama, r equer eu informaes quanto existncia de autorizao ou licena ambiental concedida P etr obras para a perfurao de poos e colocao de tubulaes nas r eas das cavernas situadas no Lajedo do R osrio e Lajedo do Arapu. INSPEO A instaurao do inqurito civil e as demais solicitaes feitas por Martins so o r esultado de uma inspeo r ealizada pelos pr omotor es de Defesa do Meio Ambiente Antnio de Siqueira Cabral e Joo Batista Machado Barbosa. Os pr omotor es visitaram as cavernas de F elipe Guerra em agosto de 2007 a fim de verificar in loco denncias feitas ao MP sobr e a degradao ambiental na r ea. Os pr oblemas foram constatados e r egistrados em um r elatrio, informando que os lajedos Arapu e R osado, com suas 42 cavernas, esto em local completamente despr otegido, sujeitos a todo tipo de depr edaes, como explorador es clandestinos de calcrio e visitantes no orientados. Em vista dessa situao, os pr omotor es finalizam o r elatrio sugerindo, entr e outras pr ovidncias, a r ealizao de um zoneamento espeleolgico para a definio das cavidades naturais subterrneas no Rio Grande do Norte, voltado para a criao de manejo e normas especficas. ONG’S O alerta sobr e a situao dos lajedos Arapu e R osado, foi dado pelas ONGs Sociedade para P esquisa e Desenvolvimento Ambiental do RN (Separn) e Sociedade Espe-leolgica P otiguar (Sep). O pesquisador R ostand Medeir os, que faz parte das duas entidades, conta que no final de janeir o de 2006 as ONGs levaram um grupo de espelelogos de So P aulo e Minas Gerais, entr e eles o Dr A ugusto A uler para conhecer as cavernas da r egio. Ao ver em os dutos da P etr obras ao lado das cavernas, os visitantes chama-ram ateno para o risco de dano ambiental no caso de vazamento de leo. Outra irr egularidade obser vada foi a construo de um poo, por empr esas que pr estam ser vio P etr obras, prximo s cavernas. “Ns pr ocuramos os pr omotor es para fazer a denncia”, diz R ostand. Segundo ele, o RN o sexto estado em nmer o de cavernas cadastradas na Sociedade Brasilei-ra de Espeleologia. “No so cavernas gran-des, mas tm valor do ponto de vista ambi-ental, histrico e ar queolgico. So pequenas jias e pr ecisam ser pr eser vadas”. Fonte: Nominuto 14/02/2008 E foi justamente esse esprito de companheirismo e solidariedade que se viu em Malar ge. P essoas de difer entes idades, aptides e graus de experincia, que tiveram no amor s cavernas o motivo para estar em l. Gente de diversas nacionalidades ciente de que o patrimnio espeleolgico est cada vez mais ameaado, e que o melhor talvez nico caminho para garantir sua pr eser vao a unio da classe espeleolgica e o for-talecimento das instituies que a r epr esentam. P or esse motivo e por muitos outr os, as cavernas agradecem o sucesso do III CONAE. Delicado espeleotema de gesso numa das Cavernas visit adas. T amanho: 5 cm. J o s A y r t o n L a b e g a l i n i V ale de Las Leas. Paisagem rida, mas belssima. N i v a l d o C o l z a t o

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3 N ot c ia s N ot c ia s O MAIS ANTIGO MORCEGO CONHECIDO A descrio do mor cego mais primitivo de que se tem notcia lana luzes sobr e uma questo at ento obscura na evo-luo do grupo. Fsseis encontrados nos Estados Unidos mostram que esses animais j voavam antes de adquirir sua habi-lidade de se orientar por meio de ecos para caar e se locomover semelhante ao sonar dos submarinos. A nova espcie, batizada de Onychonycteris finneyi pr ovavelmente uma forma intermediria entr e mor cegos e seus ancestrais mamfer os que no voavam. O animal tinha asas completamente desenvolvidas e um vo poder oso, mas a morfologia da r egio do ouvido suger e a ausncia da capacidade de ecolocalizao. A forma das suas asas indica um estilo de voar ondulante incomum, que alternava entr e bater asas e planar e as caractersticas de seus membr os mostram que ele pode ter sido um gil escalador que empr egava locomoo quadrpede e se pendurava sob os galhos de r vor es. O novo mor cego, descrito no artigo publicando na r evista Natur e inaugura um gner o de uma nova famlia da or dem Chir optera: ele difer e de outr os do perodo Eoceno (cer ca de 52,5 milhes de anos atrs) pelo tamanho maior pelos aspectos mais primitivos dos mem-br os e do crnio e pelas garras bem desenvolvidas em todos os dgitos das asas. P rimitive Early Eocene bat fr om Wyoming and the evoluti-on of flight and echolocati-on Fonte: Cincia Hoje On-line 13/02/2008 ESTUDO APONTA A DIVERSIDADE GENTICA DO MORCEGO-VAMPIRO No Brasil, o mor cego -vampir o ( Desmodus r otundus ), principal transmissor de raiva para o gado, tradicionalmente com-batido por meio de sua captura com r edes para posterior aplicao de uma pasta com arsnico nos animais, que, em seguida, so soltos e vo para suas colnias contaminar outr os indivduos. Estima-se que para cada animal que r ecebe a pasta com o veneno, cujo efeito anticoagulante faz com que tenham hemorragia interna, sejam mortos 20. Segundo F elipe de Mello Martins, pesquisador do Instituto de Biocincias (IB) da Uni-versidade de So P aulo (USP), essa tem sido a nica forma para contr olar as populaes do animal em difer entes biomas do pas. Em Martins descr eve a alta variabilidade gentica do Desmodus r otundus que, associada falta de diversidade do mtodo de combate ao animal, pode estar r elacionada com o aumento, no fim da dcada de 1990, dos casos de raiva em bovinos identificados em todo o pas. “S no Estado de So P aulo foram notificados, em 1998, pelo Instituto P asteur 180 casos de raiva em bovinos transmiti-dos por mor cegos. No ano seguinte, esse nmer o subiu para 450 casos”, disse ele Agncia F APESP O estudo inclui dados at 1999. artigo publicado no Journal of Zoological Systematics and Evolutionar y Resear ch “No podemos afirmar que a difer enciao gentica dos mor cegos r esponsvel dir etamente pelo aumento dos casos de raiva, mas certamente os pr ocedimentos atuais de contr ole do animal no esto tendo o efeito desejado na diminuio da doen-a”, afirmou. O pesquisador estudou a distribuio geogrfica e a variabilidade gentica do mor cego, por meio do seqenciamento de seu DNA, a fim de detectar mutaes genticas em populaes de difer entes r egies. Martins coletou amostras de tecido de animais que habitam as cinco r egies do pas, alm de analisar indivduos capturados em So P aulo, Minas Gerais e Mato Gr osso do Sul. “ A anlise do genoma mitocondrial desses animais mostr ou que cada grupo de indivduos, dependendo da r egio do pas, tem ancestrais distintos. Alm disso, do ponto de vista quantitativo, o nmer o de difer enas encontradas nos genes do mor cego -vampir o equivalente s variaes genticas encontradas em outr os tipos animais de espcies distintas”, explicou Mar-tins. “Esse um indcio de que o Desmodus r otundus possivelmente abriga espcies crpticas que so morfologicamente seme-lhantes, mas geneticamente difer entes, e por isso seu contr ole deveria ser especfico em cada r egio do pas”, disse. As anlises foram feitas no Laboratrio de Biologia Evo-lutiva e Conser vao de V ertebrados do IB. A matana indiscriminado dos mor cegos estaria contribuindo ainda, segundo o cientista, para a eliminao de popula-es com caractersticas nicas, que sequer so conhecidas pela cincia. “ O extermnio de animais silvestr es pr oibido por lei e nem todos os mor cegos eliminados esto infectados com o vrus da raiva e, por isso, no chegam a compr ometer o gado. Alm de investirmos em novas tcnicas de contr ole dos mor cegos, a sugesto que sejam criados novos pr ogramas de vacinao dos r ebanhos, de modo a achar um ponto de equilbrio que minimize os danos causados para o mor cego e tambm para o gado”, apontou. Fonte: Agncia F APESP 12/02/2008 INCNDIO NA SERRA DO CARAA Uma r ea de cem hectar es da Serra do Caraa, em Catas Altas (a 105 km de BH), foi queimada durante um incndio que comeou na tar de do dia 11 deste ms e s foi contr olado na manh do dia 13. Uma fora-tar efa formada por cer ca de 80 pr ofissionais, entr e bombeir os, policiais militar es e brigadistas do IEF (Instituto Estadual de Flor estas), trabalhou na conteno da queimada. Dois helicpter os do instituto ajudaram no combate s chamas. O acesso difcil ao local atrasou o trabalho. T ransformada em RPPN (R eser va P articular do P atrimnio Natura) em 1990 com 11.233 hectar es, a Serra do Caraa est em uma r ea de transio entr e Mata Atlntica e Cerrado, abrigando a Gruta do Centenrio (MG -1081), o segundo maior abismo do Brasil com 481 metr os de desnvel em quartzito. Fonte: IEF 13/02/2008 R o y a l O n t a r i o M u s e u m Esqueleto do Onychonycteris finney F i o c r u z Anlise do genoma mitocondrial do mor cego vampiro aponta alta variabilidade gentica

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S P atrimnio Ameaado Data: 12/2005 Autor: Ricardo Svio T rigueiro de Morais (SBE 1436) SEP ARN Caverna da Catedral (RN-88) Desenvolvimento: 350 m. (Estimado) Lajedo do R osrio F elipe Guerra-RN. O Ministrio P ublico e ONGs lutam para preser var as cavernas de F elipe Guerra-RN. Leia mais sobre o assunto na pgina 2 deste boletim. Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim NSS News N12, National Speleologicl Society : Dez/2007. Boletim eletrnico Informativo da Sociedade P araibana de Arqueolo gia N17, SP A: Jan/2008. R evista In the Mine N12, F acto Editorial: Nov-Dez/2007. ARGENTINA. III Congresso Argen tino de Espeleologa, R esmenes Malage: INAE/F Ade, 2008. EXPOSIO COMEMORTIVA 30 ANOS DE FOTOGRAFIAS EGB Dando continuidade s comemoraes dos seus 30 anos, o Espeleo Grupo de Braslia-EGB (SBE G006) montou uma expo-sio de fotografias com imagens captura-das pelos seus scios ao longo dos anos. O EGB foi fundado em 21 de outubr o de 1977, um pioneir o entr e as ONGs de meio ambiente da r egio centr o oeste e se or gulha da sua mar cante atuao no cenrio da poltica ambien-tal e mesmo da sua militncia em defesa do meio ambiente. A exposio conta com as fotografias feitas por scios do grupo no intuito de r egistrar as cavernas e sua fauna. A mostra apr esenta fotos de diversas r egies do pas onde o Espeleo Grupo de Braslia visitou ou efetuou seus trabalhos de campo, deixando assim um r egistr o visual do grupo. Data : 12 a 29 de fever eir o de 2008 L ocal : Espao Cultural R enato Russo 508 SUL, Galeria Central, Braslia-DF Informaes pelo e-mail contato@espeleogrupodebrasilia.or g 19 a 23/05/2008 IV SAP Simpsio de reas P rotegidas Canela-RS sap.ucpel.tche.br 19 a 26/07/2009 15 Congresso Internacional de Espeleologia UIS K err ville, T exas, EU A www .ics2009.us 29/03/2008 P alestra: AKAK OR na Amaznia Sede SBE Campinas SP www .sbe.com.br/aber ta.asp R i c a r d o S v i o T r i g u e i r o d e M o r a i s


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