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SBE Notícias

Material Information

Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Subjects / Keywords:
Regional Speleology ( local )
Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
SBE lança periódico sobre espeleoturismo - I Encontro de Espeleologia do MHNJB-UFMG - 15º ICS: Simpósio de Arueologia e Paleontologia - Capacidade de carga em cavernas foi tema na SBE - Novo inseto é descoberto no Refúgio do Maruaga, na Amazônia - Caverna de Altamira é patrimônio da Unesco - Livro: Mudanças Ambientais da Terra - Foto do Leitor: Toca da Boa Vista (BA-82).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 3, no. 92 (2008)
General Note:
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Record Information

Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03482 ( USFLDC DOI )
k26.3482 ( USFLDC Handle )
8736 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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SBE lana peridico sobre espeleoturismo I Encontro de
Espeleologia do MHNJB-UFMG 15 ICS: Simpsio de Arueologia
e Paleontologia Capacidade de carga em cavernas foi tema na
SBE Novo inseto descoberto no Refgio do Maruaga, na
Amaznia Caverna de Altamira patrimnio da Unesco -
Livro: Mudanas Ambientais da Terra Foto do Leitor: Toca da
Boa Vista (BA-82).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 3 N 92 1 1/07/2008 Estadual T urstico do Alto Ribeira (PET AR), uma das mais importantes Unidades de Conser vao do Brasil que abriga mais de 250 cavernas e tm nestas o seu principal atrativo. Ao todo so sete excelentes arti-gos sobr e o PET AR alm de dois r esumos de teses/dissertaes. Com as edies semestrais em mdia eletrnica a difuso do conhecimento ser mais rpida, permitindo acessibilidade a um maior nmer o de pesquisador es, estudantes e demais inter essados no assunto. A r eceptividade da r evista foi excepcional e alguns artigos j esto em pr ocesso de avaliao para a segunda edio da r evista, mas os autor es ainda podem submeter seus trabalhos seguindo as r egras disponveis na pgina da r evista: www .sbe.com.br/turismo .asp Por Marcelo Augusto Rasteiro (SBE 1089) Editor Executivo da revista Pesquisas em T urismo e Paisagens Crsticas A Seo de Espeleoturismo da SBE (SeTUR/SBE) acaba de lanar a r evista eletrnica P esquisas em T urismo e P aisagens Crsticas e o primeir o nmer o j est disponvel para dowload gratuito no site da SBE. A obra uma iniciativa do turismlogo Her os A ugusto Santos L obo (SBE 1347), coor denador da SeT ur/SBE e Editor Chefe da r evista, que destaca a importncia da publicao para aglutinar e divulgar a cr escente pr oduo acadmica sobr e o tema. “ T rata-se de uma iniciativa pioneira, no s no Brasil mas no mundo e j conta-mos com o apoio de pesquisador es de r enome internacional” destaca Her os L obo. A edio de lanamento temtica em comemorao aos 50 anos do P ar que SBE LANA PERI"DICO SOBRE ESPELEOTURISMO Capa da edio especial de lanamento Clique na imagem para baixar a revista E vento prope debater temas ligados ao da Minerao em areas Crsticas, os rumos da Legislao Ambient al e a prtica cientfica no meio espeleolgico. O encontro reunir p alestrantes de diversas reas que traro discusses import antes p ara a espeleologia como um todo. O objetivo permitir aos p articip antes o aprofundamento em temas import antes p ara a espeleologia brasileira. Local: MHNJB/UFMG Port aria I Rua Gust avo da Silveira, 1035 Sant a Ines Belo Horizonte-MG Como chegar: Metro: Est acao Sant a Ines Onibus: 1804, 4801, 4802, 8001, 8002, 9105, 9205, 9207, 9550 INFORMA'ES E INSCRI'ES ou pelos fones: (31) 9601-4387 (31) 9907-7063 www .ufmg.br/mhnjb/comochegar .html encontrospeleoufmg.blogspot.com Adriano Carvalho Fernanda Macedo I ENCONTRO DE ESPELEOLOGIA DO MHNJB UFMG Durante o 15 Congr esso Internacional de Espeleologia (ICS), de 19 e 26 de julho de 2009, em Kerr ville, no T exas (E.U.A.), haver o Simpsio de Ar queologia e P aleontologia em Cavernas, cujo tema ser P assado, P r esente e Horizontes F utur os na Ar queologia e P aleontologia em Cavernas das Amricas. Os inter essados em enviar trabalhos ou ter mais informa-es podem contatar Dave Hubbar d pelo email: dave.hubbar d@dmme.vir ginia.gov 15 ICS: SIMP"SIO DE ARQUEOLOGIA E PALEONTOLOGIA 15 CONGRESSO INTERNACIONAL DE ESPELEOLOGIA Kerrville, T exas USA Inscreva-se J www .ics2009.us 29 a 31 de agosto de 2008 Belo Horizonte MGMuseu de Histria Natural eJardim BotanicoUniversidade Federal de Minas Gerais UFMG Organizao: Guano S peleo UFMG Apoio: SBE

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2 t s N o c ia t s N o c ia A CCF nada mais do que o nmer o mximo de visitantes que cabem fisicamen-te em um determinado local e em um deter-minado espao de tempo, por exemplo, se em uma caverna cabem 100 pessoas e 10 grupos conseguem visit-la em um dia, a CCF desta caverna seria 1000 pessoas/dia. J a CCR considera outr os aspectos que podem limitar ainda mais essa CCF os chamados fator es de corr eo ou limitantes, por exemplo, se em um determinado salo a temperatura sobe muito acima do normal com a visitao, isso um fator limi-tante, ou seja, podem existir muitos fator es limitantes a ser em considerados. A CCE limita ainda mais a CCR levando em considerao a capacidade atual de gesto destes atrativos, por exemplo, se pr ecisamos de cem capacetes para os visitan-tes e temos apenas noventa, devemos limi-tar ainda mais a CCR Este ultimo passo, CCE, tm cado em desuso, j que mais acertivo atender as condies ideais de fun-cionamento do que limitar as visitas. Como consideraes finais, Her os L obo destacou que a apesar da capacidade de car ga ser um importante parmetr o para a gesto das cavernas, importante o moni-toramento constante dos parmetr os ambientais para a r eal definio do nmer o mximo de visitantes. Alm disso, alertou que o trabalho de planejamento, manejo e gesto ambiental de cavernas para fins tursticos deve ser sempr e multidisciplinar. CAPACIDADE DE CARGA EM CAVERNAS FOI TEMA NA SBE Por Elvira Maria Antunes Branco (SBE 1331) Marcelo Augusto Rasteiro (SBE 1089) No ltimo dia 28, tivemos a 30 edio do com a palestra “Capacidade de Car ga T urstica em Cavernas” pr oferida pelo MSc. Her os A ugusto Santos L obo, turismlogo e O palestrante apr esentou os conceitos bsicos de Impacto Ambiental, Estudo Ambiental P r eliminar (EAP) e Capacidade de Car ga (Cifuentes) em Cavernas e Zoneamento Micr oclimtico, alm de debater com a platia sobr e estudos de casos prticos. Her os L obo explicou que toda atividade de visitao em cavernas gera algum tipo de impacto, isso esperado e normal, con-tudo temos que estar atentos a capacidade de r esilincia destes ambientes, ou seja, a capacidade do ambiente em se r ecompor do impacto causado. Neste sentido a Capacidade de Car ga T urstica em Cavernas pode ser entendida como a capacidade biofsica e social do ambiente de r eceber visitantes evitando danos permanentes, o que traduzido pela capacidade mxima de visitas num deter-minado perodo de tempo e seguindo um per curso e r egras determinadas. Estas r egras de visitao devem estar pautadas em um Estudo Ambiental P r eliminar (EAP) incluindo levantamentos espele-omtrico, geoespeleolgico, bioespeleolSBE de P ortas Abertas coor denador da Seo de Espeleoturismo da SBE gico, hidr olgico, micr oclimtico (usando termohigrmetr os para medir temperatura e umidade r elativa do ar e Medidor es de CO2), Ar queolgico, P aleontolgico, etc. T odo esse estudo do ambiente, aliado ao levantamento do potencial espeleoturstico ou na anlise do turismo j implantado, pos-sibilitar um Zoneamento Ambiental (Mi-cr oclimtico/Espeleolgico) da cavidade, ou seja, uma pr oposta de caminhamento e r egras de visitao. Somente com base em todos estes estudos e r egulamentos de visitao possvel se estabelecer uma capacidade de car ga turstica para as cavernas. A MET ODOLOGIA CIFUENTES Segundo a metodologia Cifuentes, o clculo da capacidade de car ga segue trs etapas: a definio da Capacidade de Car ga Fsica (CCF), partindo para a Capacidade de Car ga R eal (CCR) e depois para a Capacidade de Car ga Efetiva (CCE). O pblico de diferentes reas pode tirar suas dvidas sobre os limites de visitao Nivaldo Colzato A biloga V eracilda Ribeir o Alves, do Instituto Nacional de P esquisas da Amaznia (Inpa), descobriu uma nova espcie de inseto (flebotomneo) na gruta R efgio do Maruaga (AM-2), no municpio de P r esidente F igueir edo (110km da capital). da F iocruz. Alguns desses insetos so transmissor es da leishmaniose. A constatao foi feita a partir do trabalho de mes-trado da pesquisadora, sob orientao do zologo T oby V incent Barr ett. A gruta R efgio do Maruaga possui 302 metr os de extenso, e abriga ani-mais como peixes, anfbios, jacars, tartarugas e, principalmente, mor cegos, cujas fezes, conhecidas como gua-no, ser vem como alimento para as lar vas de O trabalho foi publicado na r evista Memrias do Instituto Oswaldo Cruz flebotomneos, tornando o ambiente favorvel ao seu desenvolvimento. COLET A Com o uso de 20 pequenas armadilhas no interior da gruta, V eracilda e equipe coletaram flebotomneos ao longo de qua-tr o meses. Os insetos encontrados eram de sete espcies difer entes, sendo que os mais numer osos pertenciam a uma espcie at ento desconhecida e que r ecebeu o nome de L utzomyia maruaga em homenagem ao local onde foi encontrada. “ inter essante obser var que os flebotomneos de outras espcies foram coleta-dos somente a poucos metr os da entrada da caverna e no perodo noturno, pr ovavelmente atrados pela luz da armadilha” r essalta a pesquisadora. Fonte: Port al Amaznia 02/07/2008. NOVO INSETO DESCOBERTO NO REFGIO DO MARUAGA, NA AMAZNIA Lutzomyia maruaga R B A l e n c a r As pinturas rupestr es feitas no norte da Espanha entr e 35.000 e 11.000 a.C. r eceberam da Unesco o status de P atrimnio Cultural Mundial. As pinturas da era paleoltica mostrando animais como cavalos e bises esto na caverna de Altamira, na r egio de Cantbria. O Ministrio da Cultura disse em comunicado que a Unesco valoriza especi-almente o fato de que as pinturas foram "per-feitamente datadas e r econhecidas pela comunidade cientfica". As cavernas esto listadas como obras-primas do gnio criativo e como as primeiras obras de arte da humanidade. So testemunhos excepcionais de uma tradio cultural e ilustraes exemplar es de uma etapa significativa da histria humana, des-taca a Unesco. A caverna foi declarada local do patrimnio mundial em 1985 Fonte: Reuters Brasil 08/07/2008. CAVERNA DE ALTAMIRA PATRIMNIO DA UNESCO

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3 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 29 a 31/08/2008 I Encontro de Espeleologia do MHNJB UFMG Belo Horizonte-MG encontrospeleoufmg.blogspot.com C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S N a T oca... Data: 01/2006 Autor: Delci Kimie Ishida (SBE 0842) T rupe V er tical (SBE G083). T oca da Boa Vista (BA-82) P roj. Horizontal 102.500 m. Desn. 59 m. Campo F ormoso -BA. T rata-se da maior caverna do Brasil com mais de 100 km topografados. Na foto Linda Gentr y El-Dash (SBE 0845), companheira de muitas cavernadas. Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br N ovas Aquisies Boletim Speleofrum N27, Cesk Speleologick Spolecnost: 2008. Boletim The Journal of the Sydney Speleological Society N6, SSS: Jun/2008. Boletim eletrnico Cone xo Sub terrnea N66, R edespeleo Brasil: Jul/2008. SUGUIO K enitiro Mudanas Ambientais da T erra. (eletrnico). So P aulo: Instituto Geolgico 2008. 14 a 22/07/2008 7 Expedio SBET ocantins AuroraTO www .sbe.com.br/campo.asp As edies impressas esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE. Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. 16 a 19/10/2008 II Frum Nordestino de Ecoturismo Aracaju-SE www .ar vore.org.br/ecoturismo O livr o bilnge (portugus-japons) "Mudanas Ambientais da T erra", de autoria do P r of Emrito Kenitir o Suguio j est disponvel no site do Instituto Geolgico para download em PDF (4.9MB). A obra abor da, com base cientfica e linguagem acessvel, 25 temas ambientais ligados T erra, destacando -se um captulo dedicado ao r elevo crstico e paleoclimas, alm de glossrio com termos ambientais. Fonte: IG/SMA-SP 08/07/2008 LIVRO: MUDANAS AMBIENTAIS DA TERRA Clique na imagem para dowload do livro D e l c i K i m i e I s h i d a