SBE Notícias

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Title:
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Series Title:
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Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Caverna em São João del-Rei (MG) tem potencial para receber cadeirantes - Espeleocrônica: Calquinho - Napoli Underground lança a "SpeleoTV" - Museu Arqueológico PENN vai digitalizar todo acervo na web - Europeu moderno é versão "light" do homem de Cro-Magnon - Bactéria da úlcera "chegou à América antes de Colombo" - Zoólogos descobrem maior variedade de espécies de morcego - Autorizada a visitação turística da Gruta do Lago Azul - As montanhas calcárias de Guilin na China - Morcego no Sutiã - Foto do Leitor: Caverna Cristal (SP-531).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 3, no. 93 (2008)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03483 ( USFLDC DOI )
k26.3483 ( USFLDC Handle )
8737 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Caverna em So Joo
del-Rei (MG) tem potencial para receber cadeirantes -
Espeleocrnica: Calquinho Napoli Underground lana a
"SpeleoTV" Museu Arqueolgico PENN vai digitalizar todo
acervo na web Europeu moderno verso "light" do homem de
Cro-Magnon Bactria da lcera "chegou Amrica antes de
Colombo" Zologos descobrem maior variedade de espcies de
morcego Autorizada a visitao turstica da Gruta do Lago
Azul As montanhas calcrias de Guilin na China Morcego no
Suti Foto do Leitor: Caverna Cristal (SP-531).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 3 N 93 21/07/2008 pode ser visitado dando a volta por fora do macio calcrio, contudo nesse trajeto h britas no cho, tornando o deslocamento da cadeira de r odas mais difcil e, em alguns pontos, o cho ar enoso, fazendo com que a cadeira atole. Seguindo o trajeto de visitao atual, algumas partes so impossveis de ser em per corridas por cadeirantes, pois apr esentam grandes blocos de calcrio no cho. P assar elas foram construdas para os visitantes habituais, mas no possuem lar gura para deslocamento de cadeira de r odas, e as mesmas no cobr em toda a extenso dos pisos irr egular es. No que diz r espeito visitao de cadeirantes na Gruta Casa da P edra, os r esponsveis pelo manejo da gruta j chega-ram a cogitar algumas adaptaes e ficaram bastantes inter essados nas questes levantadas durante a visitao que, em um futu-r o prximo, possibilitar trabalhos tcnicos para avaliao da cavidade em r elao aos PNEs cadeirantes. IMPORTNCIA DA ESPELEOINCLUSO Mesmo a caverna no sendo de grandes pr opores nem muito ornamentada com espeleotemas, durante a visitao podem ser destacados importantes aspec-tos do estudo de cavernas, alm da forma-o, importncia histrica e imaginrio que descr eve essa e muitas outras grutas em Minas Gerais. P ara felicidade do grupo, o jovem cadeirante que auxiliou nos estudos e atividade, j em seus 70 anos de idade, mesmo dizen-do no estar no seu auge da boa forma e em alguns momentos da visitao tendo que usar seu andador de 4 pontos para manter Por rica Nunes (SBE 1651) GESMAR Coordenadora da Comisso de Espeleoincluso SBE No dia 27 de abril deste ano, um dos colaborador es da Comisso de Espeleoincluso da SBE visitou com amigos, entr e eles uma pessoa com mobilidade r eduzida (cadeirante) a Gruta Casa da P edra (MG 71), So Joo del-R ei-MG, e avaliou seu potencial para r eceber P ortador es de Necessidades Especiais (PNEs). So Joo del-R ei fica a 190 km de Belo Horizonte e o acesso cavidade se d pela R odovia So Joo del-R ei/Tiradentes, distante cer ca de 11 km desde o centr o da cidade. No existe infra-estrutura de apoio aos visitantes na parte externa da caverna, mas a 35 km de So Joo del-R ei, em Lagoa Dourada, h um r estaurante/lanchonete com banheir o adaptado e rampas de acesso. A CA VERNA A cavidade tem potencial para visitao de cadeirantes, j que conta com vrias entradas, piso geralmente horizontal e com poucas irr egularidades, possibilitando autonomia em diversos tr echos. Alm do piso da entrada, existem dois seguimentos, incluindo o maior salo da caverna, que poderiam ser visitados com construo de uma pequena rampa na parte externa. H ainda um ter ceir o segmento, uma pequena r egio aftica da caverna, que CAVERNA EM SO JOO DEL-REI (MG) TEM POTENCIAL PARA RECEBER CADEIRANTES se em p, foi muito solcito e ultrapassou todas as expectativas do grupo, encarando as limitaes com muita vontade e determi-nao. L ogo aps a atividade, descansado no carr o, comentou que a visitao caverna tinha sido “melhor ” que uma semana inteira de fisioterapia! (Obviamente apenas um comentrio bem-humorado, j que o acom-panhamento fisioterpico essencial na r otina dos PNEs.) Essa visitao nos mostra, por todos os r elatos, a superao e o contentamento de todos os envolvidos em r ealizar a atividade na avaliao da caverna. Os r esponsveis pela visita caverna colaboraram ativamente na elaborao des-se texto, permitindo a r epr oduo de parte do seu r elato, e gostariam de agradecer ao apoio r ecebido dos r esponsveis pelo manejo da gruta. F ica r egistrado mais um trabalho, agora de amigos de Belo Horizonte, pas-sando importantes dados para os estudos e objetivos da Comisso Espeleoincluso. Qualquer inter essado no assunto pode participar da lista de discusso sobr e Espeleoincluso pelo e-mail: P ara saber mais sobr e a caverna: CASSIMIRO R & RENGER F E. 2005. V isita da Expedio Langsdorff Gruta Casa da P edra, municpio de So Joo del-R ei Minas Gerais. O Carste 17(1): 12-21. espeleoinclusao@yahoogrupos.com.br Alguns trechos j so acessveis aos cadeirantes Vrias entradas facilitam o acesso Casa de Pedra Fundamental: disposio do PNE e apoio da equipe A l i n e G u e r r a D i v u l g a o / E s p e l e o i n c l u s o D i v u l g a o / E s p e l e o i n c l u s o

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2 t s N o c ia t s N o c ia Algum r eclamou que no conseguia dormir com aqueles “lenis fr eticos” poludos. Noutr o dia, quer dizer aqui sempr e noite, eu pude sentir o carinho daquele grupo de ItapurangaGois. F iquei com vontade de convid-los para a nossa ceia, mas senti que eles j estavam bem nutridos de emoo. Deu pra notar que houve uma tr emenda tr oca de ener gia entr e ns. Manda um abrao pra eles. Marco Antonio Santos Julho de 2008. Calquinho De mos dadas com “vov Gaia ”, ele par ece baixinho, mas no criana que ele s cr esce [pr ecipita] um milmetr o por ano. Nos seus 1,43 m de altura esto compacta-dos 143 mil anos de harmoniosa interao com o meio ambiente. Muito sensvel s intempries ele pr efer e morar no interior das cavernas. Outr o dia Calquinho foi arranhado por um visitan-te descuidado e sua “ferida” vai levar alguns anos para cicatrizar por isso ele ficou assim meio cheio de “no -me-toques”. Nosso amiguinho mineral passou muito tempo esperando ser visitado por pessoas que soubessem enxer gar a sua geoluminescncia sua tnue radiao de luz dourada. No fundo ele muito tmido e no gosta de apar ecer brilhando por a. Mas no mexe com ele que voc pode pr ovocar uma “ r eao em cadeia”, ele chama seu amigo Phsfor o e a coisa pode explodir Ha!Ha!Ha! brincadeira. Calquinho de paz. Ele pouco volvel [solvel] e devemos conquistar sua ami-zade nos apr o ximando devagar zinho. De fato s com uma boa lupa poderamos vislumbrar suas formas tubular es cristalinas intrnsecas. A sudor ese dele vai espessando sua pele. Isso que exemplo de “no desper dcio”. Ele r eapr oveita tudo. No momento nosso personagem est sofr endo um complex o de infncia e no quer mais cr escer Ele tem r eceio de acabar virando uma “coluna” ao se unir ao irmo gmeo [estalactite]. Mas no tem sada. Ani-mal ou mineral os “casamentos” sempr e acabam acontecendo. F alando em famlia, outr o dia aconteceu uma r eunio familiar histrica. Tio cido carbnico como sempr e “corr oendo” a todos com suas stiras mor dazes. P rimo calcrio e prima dolomita vaidosos de carteirinha, fitando -se nas guas lmpidas no saam de fr ente do espeleo digo, espelho enquanto a cunhada mrmor e com aquela “frieza” que lhe peculiar mantinha-se dur ona e r esistente at mesmo s piadas mais hilrias. A parte mais sria da r eunio tratou da fama que a “ Anglica” estava tendo e os devidos cuidados para evitar assal-tos de vndalos. Graas a Deus os guias locais das cavernas so amigos de infncia, podemos dizer que so da famlia. Mas e os de fora? T odo cuidado pouco. Aps um longo tempo de ensaios e testes o portal Napoli Under gr ound inaugur ou um novo ser vio de vdeo em seu site ( on-demand str eaming) o “ ”. Este ser vio ofer ecido a pessoas fsicas ou sites da W eb que deseja publicar vdeo em qualquer um dos seguintes for-matos: flv mov qt, avi, wmv mp4, m4v Os videos podem ser vistos aleatoriamente ou selecionados clicando em “ ondemand” na caixa abaix o do vdeo e, em Napoli Under gr ound Channel seguida, selecionando um ttulo a partir de um ndice sobr e o fundo negr o. Durante a execuo dos vdeos, tambm possvel participar de um bate-papo com outr os expectador es clicando no chatr oom dir eita do video. A equipe Napoli Under gr ound est adicionando novos vdeos constantemente e os inter essados podem contribuir enviando seus prprios vdeos para o e-mail: Fonte: Napoli Underground 07/07/2008. napund@gmail.com LANA A “SPELEO TV” O ) quer se modernizar para o sculo 21 atravs de um plano ambicioso para dividir seus tesour os com o mundo via internet. O museu, lder nacional e internacional em seu segmento desde a fundao, em 1887, vai comear a criar em setembr o, uma "espinha digital" na qual seu acer vo de cer ca de 1 milho de objetos vai ser catalogado na internet. Segundo o novo dir etor do museu, Richar d Hodges, a idia abrir a coleo para estudantes, pesquisador es e para o pblico em geral no mundo inteir o, pois 95% do acer vo no est em exibio. A criao do catlogo virtual vai fornecer acesso indito a objetos que r epr esentam a herana cultural de civilizaes visitadas pelas expedies ar queolgicas do museu nos ltimos 121 anos. O pr ojeto, cujo custo estimado em US$ 7 milhes a US$ 10 milhes, deve levar trs anos para ser concludo. Fonte: Est ado Online 09/07/2008. museu de ar queologia e antr opologia da Universidade da P ensilvnia (PENN ESPELEOCRNICA: Calquinho Desenhe o Calquinho ... O autor da crnica gostaria de ter uma imagem para o Calquinho e pede que os leitor es o ajudem enviando desenhos. Ele imagina o Calquinho meio gor duchinho, tipo um sor vete derr etendo, estatura baixa cabea r eclinada para baix o num gesto de humildade. Contudo o autor est aberto a outras “vises” do Calquinho e espera r eceber os desenhos pelo e-mail: O desenho seleciondo pelo autor ser publicado numa das prximas edies do SBE Notcias. tapirape2007@yahoo.com.br MUSEU ARQUEOL"GICO PENN VAI DIGITALIZAR TODO ACERVO NA WEB Assista aos vdeos em: www .napoliundergr ound.org/NUgT V .html

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3 t s N o c ia t s N o c ia contato com os ossos foram r egistradas. Isso um bocado importante por causa do espectr o que r onda toda extrao de DNA antigo: a contaminao. que, no caso de homindeos, como os neandertais e os Cr o -Magnon, a semelhana com pessoas vivas hoje to grande que um DNA moderno contaminando a amostra poderia ser lido como DNA antigo. Um simples toque de mo faz o DNA de uma pessoa viva hoje "vazar" para a amostra antiga. Os cientistas italianos contornaram o pr oblema testando o mtDNA de todos as pessoas que tiveram contato com os fsseis de Cr o -Magnon. SUCESSO A amostra, afirmam eles, passou por todos os testes: no houve sobr eposio significativa entr e r egies equivalentes do mtDNA dos pesquisador es e o obtido da tbia e do crnio do Cr o -Magnon de 28 mil anos. T ambm havia indcios de degradao qumica. P ara cor oar o esforo, a equipe mostr ou que a seqncia pode ser classificada no chamado haplogrupo H -um dos subtipos de mtDNA mais comuns na Eur opa, corr espondendo a cer ca de 40% das linhagens maternas das pessoas vivas hoje. Como o mtDNA de diversos indivduos neandertais j foi obtido e nunca bateu com as seqncias modernas, Barbujani e seus colegas avaliam que, pelo menos do lado materno, a contribuio gentica da espcie para a humanidade moderna foi muito pequena, ou talvez nula. R esta saber se esse dado vai ser confirmado quando o genoma neandertal for totalmente seqen-ciado (soletrado) nos prximos anos. Fonte: G1 16/07/2008. F az mais de 30 mil anos que o chamado homem de Cr o -Magnon chegou Eur opa e, embora todo esse tempo tenha transcorrido, muita gente viva hoje ainda carr ega o DNA desses pioneir os da Era do Gelo. A concluso de um grupo de pes-quisador es italianos, os quais analisaram um esqueleto de 28 mil anos e mostraram que o indivduo carr egava uma variante gentica pr esente em quase metade dos eur opeus modernos. T udo indica, portanto, que boa parte dos italianos (e espanhis, franceses, brit-nicos e alemes) de hoje so apenas verses mais "light" dos homens de Cr o -Magnon, humanos que j eram anatomicamente modernos (ou seja, da espcie Homo sapi-ens), mas com uma compleio um pou-quinho mais parruda do que a nossa. Segundo os pesquisador es, outra r eper cusso do achado lanar mais dvidas sobr e a tese de que houve mestiagem entr e os Cr o -Magnon e os neandertais, os quais tambm habitavam a Eur opa na poca. e pode ser baixado gratuitamente na internet. A anlise conduzida pela equipe envolve o mtDNA, ou DNA mitocondrial, uma forma abundante de material gentico que existe no interior das mitocndrias (as estruturas r esponsveis por pr oduzir a ener gia das clulas). VIA MA TERNA O inter essante, nesse caso, que normalmente o mtDNA s transmitida de me para filho ou filha, sem se misturar com O trabalho assinado por Guido Barbujani, da Universidade de F errara (norte da Itlia), junto com colegas de outras instituies italianas, est na r evista cientfica "PL oS One" o mtDNA do pai, de forma que ele ser ve para traar com alto grau de confiabilidade a linhagem materna de algum at o passado r emoto. Com isso, tornou-se uma das principais ferramentas da genealogia por DNA -os cientistas j tm uma idia clara das variantes de mtDNA em quase todas as populaes humanas, e h uma corr elao clara entr e r egio geogrfica de origem e variante de mtDNA detectada. Da vem o inter esse em obter material gentico dos homens de Cr o -Magnon, assim, Barbujani e seus colegas no per deram tempo em coletar mtDNA dos esquele-tos de 28 mil anos achados em P aglicci, no sul da Itlia. A vantagem dos fsseis de P aglicci, escavados em 2003, que sua descoberta ocorr eu em condies contr oladas: todas as pessoas que entraram em Cientistas mexicanos anunciaram ter descoberto uma pr ova de que a bactria que causa a lcera estava pr esente na Amrica antes do descobrimento por Cristvo Colombo, em 1492, difer entemente do que se imaginava. A equipe, da Universidade Nacional A utnoma do Mxico, estudou amostras de tecido de corpos mumificados encontra-dos em uma caverna no Estado de Chihua-hua, no norte do pas, e descobriram nelas traos da bactria causadora da doena, a Helicobacter pylori Duas amostras estudadas de tecido gstrico dos corpos, que datam de apr o ximadamente do ano 1350, apr esentaram sinais da bactria. Este o primeir o caso compr ovado da pr esena da Helicobacter pylori em populaes pr-colombianas. BACTRIA DA LCERA “CHEGOU AMRICA ANTES DE COLOMBO” EUROPEU MODERNO VERSO “LIGHT” DO HOMEM DE CRO-MAGNON Mmia retirada da Caverna das V entavas Os pesquisador es analisaram amostras de tecido gstrico, da lngua e do cr ebr o de dois dos seis corpos mumificados encontrados o de um homem adulto e o de um menino. Nos dois cadver es, o pr ocesso de mumificao ocorr eu de forma natural, devido s condies ambientais especiais exis-tentes na Caverna das V entanas, onde foram achadas. A infeco pela Helicobacter pylori afetaria cer ca de metade da populao humana. Entr e os infectados, 15% desenvolvem lceras e, 3%, cncer do estmago. Fonte: BBC Brasil 15/07/2008. O estudo foi divulgado pela publicao cientfica BMC Micr obiology Um dos crnios achados na caverna francesa de Cro-Magnon, da o nome. D i v u l g a o

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4 t s N o c ia t s N o c ia Uma equipe de zologos alemes descobriu, em uma mata do leste do Equador a maior variedade conhecida de mor cegos, mais de uma centena de espcies difer entes em um espao r elativamente pequeno. Um porta-voz do informou dia14 de julho, que a variedade pouco comum de espcies de mor cegos estava em uma r egio de poucos hectar es na bacia amaznica equatoriana. Instituto L eibniz de Investigaes Zoolgicas (IZW) "A selva do P ar que Nacional de Y asun conhecida por ter uma das maior es concentraes globais de biodiversidade com um grande nmer o de plantas, insetos e aves", disse Christian V oigt, cientista da IZM. Ele disse que a equipe alem esperava encontrar uma grande variedade de espci-es de mor cegos, "mas os r esultados nos surpr eenderam. Essa selva extr emamente rica em espcies, tambm de mor cegos." O especialista acr escentou que as r egies de clima temperado chegam a abrigar entr e trs e dez espcies, enquanto que nas matas tr opicais esse nmer o pode multiplicar -se por 10. No caso da selva amaznica equatoriana, os cientistas, que publicaram seus quer em entender como podem tantas espcies conviver em um espao to pequeno. Fonte: Est ado Online 14/07/2008. r esultados na r evista Biological Journal of the Linnean Society O Instituto de Meio Ambiente de Mato Gr osso do Sul (Imasul) autorizou dia 16 de julho, atravs da portaria 73, a visita-o turstica de modalidade contemplativa na Gruta do Lago Azul, no municpio de Bonito. O nmer o mximo de turistas est limitado a 305 pessoas por dia, divididas em grupos de no mximo 15 visitantes, alm do guia de turismo, que deve ter r egistr o na Embratur e cadastr o na secr etaria municipal de T urismo, Indstria e Comr cio de Bonito. Segundo a portaria, o inter valo entr e um grupo e outr o de turistas de no mnimo 20 minutos e o mximo permitido den-tr o da gruta de uma s vez de quatr o grupos ou 60 pessoas, excluindo os guias de turismo. P ara ter acesso visitao, os turistas pr ecisaro portar um documento chamado “voucher nico”, que ser emiti-do pelo municpio de Bonito ou a quem for autorizada a emisso, como agncias de turismo e operadoras locais. No acesso gruta, conforme a publicao, obrigatrio o uso de capacete com fixao de trs pontas e o uso de tnis ou outr o calado fix o com solado de borracha. T ambm obrigatrio o pr eenchimento da guia de segur o pelos visitantes. P ara a liberao das visitas tursticas, o Imasul consider ou as vistorias e a anlise do plano de manejo espeleolgico da Gruta do Lago Azul r ealizados pelo Centr o Nacional de Estudo, P r oteo e Manejo de Cavernas do Ibama (Cecav). Aps a anuncia do Cevav/Ibama, coube Secr etaria Estadual de Meio Ambiente, das Cidades, do Plane-jamento, da Cincia e T ecnologia (Semac) a anlise tcnica do plano de manejo e, con-seqentemente, a liberao ou veto ao fun-cionamento do empr eendimento turstico. De acor do com a portaria ( ), as grutas que compem a Gruta do Lago Azul fazem parte do complex o de cavernas da Serra da Bodoquena e conser vam um conjunto patrimonial e cientfico de r elevncia multidisciplinar devido a seus r egistr os geolgicos, geomorfolgicos, paleontolgicos e biolgi-cos; por este motivo, a necessidade de esta-belecer pr ocedimentos para r egularizar a atividade turstica r ealizada na gruta. Fonte: Capit al News 16/07/2008. vide DOE MS 16/07/2008 pgina 21 AUTORIZADA A VISITAO TURSTICA DA GRUTA DO LAGO AZUL ZO"LOGOS DESCOBREM MAIOR VARIEDADE DE ESPCIES DE MORCEGO Nmero de espcies maior do que o esperado I Z W D i v u l g a o / G 1 O limite mximo de 305 turistas por dia AS MONTANHAS CALCRIAS DE GUILIN NA CHINA As montanhas crsticas nome das formaes de calcrio atingidas pela disso-luo e er oso natural em Guilin, no sudoeste da China, s mar gens do Rio Li, forma uma das paisagens mais bonitas daquele pas e de muitos outr os. Elas chegam a ter 300 metr os de altura, se amontoam e se sucedem at per der de vista, criando um efeito deslumbrante nas r etinas. O r oteir o do navio, que liga Guilin pequena Y angshuo, inclui uma parada exatamente no tr echo que apar ece no verso da nota de 20 yuans. Um cruzeir o de apr o ximadamente seis horas leva turistas a desfrutar de um visual que par ecia s existir nas velhas gravuras chinesas. A viagem pelo rio no tem sobr essaltos, mas ofer ece surpr esas alm da paisagem. Uma delas a apr o ximao dos vendedor es at l! -, que chegam a bor do de frgeis canoas de bamb. um ver dadeir o fenmeno a maneira como eles se equilibram sobr e aquela arapuca flutuante e ainda encontram flego para vender estatuetas do mais falso jade. CA VERNA DA FLAUT A DE BAMB Guilin no s o ponto de partida para o cruzeir o pelo Rio Li. Antiga capital de pr ovncia, a cidade pequena para os padres chineses ''apenas'' 700 mil habi-tantes, praticamente uma aldeia e man-tm um jeito de interior Outra visita bacana em Guilin fica debaix o da terra: a Caverna da Flauta de Bamb, ou L udi Y an, no idioma local. O complex o abrigou os morador es de Guilin quando os japoneses invadiram a China, durante a Segunda Guerra Mundial. Hoje, a caverna invadida diariamente por turistas do mundo inteir o. Os visitantes per corr em cer ca de 500 metr os debaix o da terra, obser vando espantosas formaes r ochosas, devidamente iluminadas com luzes non. Fonte: Est ado Online 15/07/2008 M r i o V i a n a / A E Car ste de Guilin atrao na China

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5 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 29 a 31/08/2008 I Encontro de Espeleologia do MHNJB UFMG Belo Horizonte-MG encontrospeleoufmg.blogspot.com C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S T em Jacar? Data: 01/2007 Autor: Srgio Amaral R esende (SBE 1551). Caverna Cristal (SP -531) P rojeo Horizontal 1.430 m. Desnvel 36 m. Iporanga-SP Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br N ovas Aquisies Boletim R egardSplo Info N68, Socit Splologique de W allonie: Abr -Mai/2008. Boletim Mitteilungen N2, V erban des der deutschen Hhelen und Karstforscher : Abr Jun/2008. Boletim eletrnico Informativo da Sociedade P araibana de Arqueolo gia N23, SP A: Jun/2008. 14 a 22/07/2008 7 Expedio SBET ocantins AuroraTO www .sbe.com.br/campo.asp As edies impressas esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE. Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. 16 a 19/10/2008 II Frum Nordestino de Ecoturismo Aracaju-SE www .ar vore.org.br/ecoturismo V oc acha que distrado? Ento veja o que aconteceu com uma gar ota inglesa de 19 anos... Segundo o site do jornal Daily T elegraph, Abbie Hawkins, uma r ecepcionista de hotel, ficou por cinco horas com um filhote de mor cego dentr o de seu suti e s per cebeu quando ele comeou a "vibrar". O bichinho, que tinha o tamanho da mo da gar ota, estava escondido no espao onde coloca o bojo na lingerie (uma espcie de um bolsinho interno) e Abbie achou que fosse seu celular tocando no bolso da jaqueta. Fonte: Cosmo Online 08/07/2008 MORCEGO NO SUTI Cinco horas de confor to no suti D i v u l g a o S r g i o A m a r a l R e s e n d e


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