SBE Notícias

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Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

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General Note:
Deputado José Otávio Germano apóia a destruição de cavernas - Oficina: Aves de Campinas - Aquário de São Paulo recebe morcegos gigntes - Criança que contraiu raiva humana morre em Brasília-DF - Morcego completa 23 anos em cativeiro - Concurso internacional de fotografia: brasileiros dicam entre os finalistas - Estudo diz que américas tiveram dois fluxos de imigrantes - Goiás promete regularização de Terra Ronca - Plongeesout Mag nº7 - Foto do Leitor: Gruta do Janelão (MG-199).
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Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 4, no. 110 (2009)
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Source Institution:
University of South Florida Library
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University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03491 ( USFLDC DOI )
k26.3491 ( USFLDC Handle )
8745 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Deputado Jos Otvio
Germano apia a destruio de cavernas Oficina: Aves de
Campinas Aqurio de So Paulo recebe morcegos gigntes -
Criana que contraiu raiva humana morre em Braslia-DF -
Morcego completa 23 anos em cativeiro Concurso internacional
de fotografia: brasileiros dicam entre os finalistas Estudo
diz que amricas tiveram dois fluxos de imigrantes Gois
promete regularizao de Terra Ronca Plongeesout Mag n7 -
Foto do Leitor: Gruta do Janelo (MG-199).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 4 N 1 10 1 1/01/2009 DEPUTADO JOS OTVIO GERMANO AP"IA A DESTRUIO DE CAVERNAS Por Marcelo Rasteiro (SBE 1089) O Deputado Jos Otvio Germano (PP -RS), r elator da Comisso de Minas e Ener gia (CME), emitiu dia 18 de dezembr o um par ecer defendendo o Decr eto 6.640/2008 que legaliza a destruio de cavernas. O par ecer pede a r ejeio do por extrapolar a funo deste instrumento do executivo. Ao longo de oito pginas, o par ecer tenta com toda sorte de ar gumentos desqualificar as indagaes da sociedade civil, defendendo abertamente os inter esses do Grupo V otorantim e da Companhia V ale do Rio Doce. Segundo o deputado, o decr eto 6.640 “ r epr esenta enorme avano no tratamento legal da com-plexa questo das cavidades no Brasil e integralmente hgido do ponto de vis-ta legal e constitucional”, pasmem! Mais uma vez, num discurso bastante or questrado, os exemplos da Usina Hidr eltrica Tijuco Alto, da Serra dos Carajs e do Quadrilfer o F errfer o foram utilizados para mostrar como a pr eser vao de cavernas estaria “atrapalhando” o desenvolvimento scio -econmico do pas, mas at o momento no foi apr esentado nenhum estudo conclusivo que mostr e o r eal impacto da pr eser vao das cavernas, possibilitando ao governo e a soci-edade como um todo avaliar devidamente a questo. Nenhum espelelogo, cientista ou ambientalista, contra o desenvolvimento do pas, mas h que ter clar eza sobr e que tipo de desenvolvimento quer emos e para o benefcio de quem. EXTERNALIZAR O CUST O AMBIENT AL que passou de R$13 bi em 2001 pra R$54 bi em 2008. Neste perodo de euforia do mer cado e de avidez pela ampliao na r ea de explorao cr esceu o lobby pelo r elaxamento na legislao ambiental. Mas os efeitos desse cr escimento pr ojeto que determinava a suspeno do decr eto 6.640 Dados do Instituto Brasileir o de Minerao (Ibram) mostram cr escimento exponencial na pr oduo mineral brasileira exploratrio e sua insustentabilidade comeam a apar ecer neste ano de 2009. Com o abalo na economia mundial, At mesmo as e j no compensa mais vender o material. No tocante ao setor ener gtico, continuamos a ignorar dir ecionando as polticas pblicas para a concesso da constru-o de novas e custosas barragens esse desenvolvimento que pr ecisamos ou quer emos? ENQUANT O ISSO... A sociedade continua a manifestar sua posio em favor da vida e pelo desenvolvimento sustentvel.. No dia 22 de dezembr o, a R edespeleo com o apoio da SBE or ganizou um pr otesto pacfico, na Avenida P aulista em So P aulo SP o Manifestantes munidos de capacete, lanternas e carta-zes, chamavam a ateno e esclar eciam a populao sobr e o perigo que o decr eto r epr esenta para o patrimnio espeleolgico, natural e social. V ale sempr e lembrar que, com esta nova norma, qualquer empr eendimento, independente de sua importncia scio econmica pode impactar irr eversivelmente as cavernas. Na prtica, quem tiver r ecursos para custear o pr ocesso de licenciamento, poder pleitear a destruio de caver-nas, externalizando o custo ambiental de pr eser var r eas onde h ocorrncia de cavidades. Saiba como nos apoiar em: o setor mineral inchado j anuncia demisses cooperativas de r eciclagem sofr em com a queda no valor das matrias primas alternativas mais econmicas, eficientes e sustentveis de aumento na pr oduo P r otesto dos Capacetes www .sbe.com.br/manifesto .asp Dia 24 de Janeir o (sbado) a SBE r ealizar em sua sede o “XXXIII SBE de P ortas Abertas” com a oficina: A ves de Campinas ministrada pelos bilogos Jefferson Otaviano e Guilherme Ortiz, membr os do Grupo de Obser vador es de Aves de Campinas GO A C. Durante a oficina apr esentadas as tcnicas de obser vao, alm de alguns locais e as principais aves encontradas no municpio de Campinas. Aps a palestra, os pr esentes podero participar de uma atividade prtica de obser vao de aves no P ar que T aquaral. Esta a segunda vez que o tema Bir dwatching abor dado na SBE, leia como foi a primeira atividade na pgina 2 do Quem tiver mquina fotogrfica com zoom ou binculos podem traz-los, mas o equipamento no obrigatrio, o principal a vontade de participar L ocal: P ar que T aquaral P orto 2 Campinas SPData: 24/01/2009Horrio: 09h30Entrada: gratuita Saiba mais sobr e o pr ojeto em: SBE Notcias n67 Sede da SBE www .sbe.com.br/aberta.asp OFICINA: AVES DE CAMPINAS Birdwatching na sede da SBE em 2007 M a r c e l o C a l s a v a r a Protes to dos Capacetes: manifest ao pelas cavernas E c o S u b t e r r n e o

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2 t s N o c ia t s N o c ia Desde 02 de dezembr o, o Aqurio de So P aulo tem novos morador es ilustr es. So seis exemplar es de mor cegos gigantes da Ilha de Java, na Indonsia, conhecidos como “ raposas voadoras” e considerados os maior es mor cegos do mundo. Encontrados apenas no sudeste da sia e desconhecido at ento nas Amri-cas, a espcie Pter opus V ampyrus vive em flor estas e mangues, tem hbitos noturnos e dorme pendurada em r vor es, de cabea para baix o e enr olada pelas asas. Mesmo quando filhotes, eles chegam a medir um metr o de enver gadura (de ponta a ponta da asa) e quando adultos, dois metr os. Apesar do tamanho avantajado, eles so leves, pesando entr e 500 gramas e um quilo. O viveir o pr eparado pelo aqurio para r eceber esses mamfer os tem cer ca de 40 metr os quadrados, uma cascata de oito metr os de altura (desenvolvida para gerar uma umidade especial) e foi inspirado no clima tr opical da Ilha de Java, local r epleto de vulces. Desde que foi inaugurado h dois anos, o Aqu-rio de So P aulo tem espcies raras e curiosas e pr etende ampliar sua exposio para alm dos animais aquticos. Segun-do a biloga do aqurio, Laura IpCRIANA QUE CONTRAIU RAIVA HUMANA MORRE EM BRASLIA-DF AQURIO DE SO PAULO RECEBE MORCEGOS GIGANTES Um menino de 12 anos morr eu na madrugada de 25 de dezembr o em BrasliaDF aps contrair raiva humana. Segundo a Secr etaria de Sade do Distrito F ederal, Elismar F err eira Martins estava internado no Hospital de Base de Braslia desde o dia 24 de novembr o quando foi transferido de Gois por suspeita de ter con-trado a doena. Exames confirmaram a sus-peita posteriormente. A criana estava na UTI (Unidade de T erapia Intensiva) e seu estado era considerado gravssimo quando teve parada car diorr espiratria durante a madrugada. A secr etaria afirmou que o tratamento de contr ole da doena que era feito em par ceria com mdicos dos Estados Unidos, no fez efeito no menino. A suspeita que a criana tenha contrado a doena atravs de uma mor dida de mor cego em Gois, onde morava. CAUSAS DA DOENA A raiva causada pelo vrus rbico, que transmitido por animais infectados, principalmente gatos, ces e mor cegos. A incubao pode variar de indivduo para indivduo, mas, em mdia, dura entr e 45 e 90 dias. O vrus se instala no sistema ner voso central. pr otocolo de Milwauk ee Quando os sintomas apar ecem muito difcil o doente sobr eviver Na literatura mdica so poucos os casos de cura. Um deles aconteceu em R ecife (PE), onde um adolescente de 15 anos conseguiu se curar da doena, mas permanece internado devi-do a complicaes (veja ). Devido letalidade da doena, especialistas r ecomendam que pessoas feridas por animais, seja mor dedura ou arranhadura, ou mesmo lambidas por ces e gatos des-conhecidos pr ocur em imediatamente o ser vio mdico. Caso o mdico constate a possibilidade de o animal agr essor estar infectado, o paciente submetido a tratamento que pode incluir doses de vacina seguida de apli-cao de sor o ou apenas a vacina, dependendo do quadr o do paciente. SINT OMAS Os sintomas da raiva sur gem logo aps o vrus se instalar no sistema ner voso. O primeir o sinal ansiedade. O doente tem dificuldade em dormir em r epousar Em seguida vem paralisia muscular que comea nas pernas e termina na cabea. Ao final, os msculos r espiratrios so afetados e, em no mximo sete dias, a pessoa morr e por asfixia. Fonte: Folha Online 25/12/2008. SBE Notcias 105 T anner o mor cego dourado, completou 23 anos de ponta cabea nos EU A. Ele o mor cego mais velho e ltimo de sua espcie mantido em cativeir o e ganhou pedaos de mamo, manga e melo pelo seu aniversrio. Os mor cegos dourados vivem cer ca de 20 anos em ambiente natural. Fonte: MSNBC 29/12/2008. MORCEGO COMPLETA 23 ANOS EM CATIVEIRO lito, a instituio abrange vrios temas como Amaznia, dinossaur os, plo sul, e a inteno fazer com que o visitante esteja imerso nesses contextos. “ A idia desmistificar a imagem do mor cego, que considerado praga urbana hoje em So P aulo e visto como smbolo de mau agour o” diz. “Quer emos mostrar que eles so animais que comem frutas e que ajudam na dissemina-o de muitas plantas.” Informaes Fonte: poca SP Online 07/01/2009. www .aquariodesaopaulo.com.br Seis “raposas voadoras” esto em exposio As asas do morcego gigante podem atingir at dois metros de envergadura p o c a S P p o c a S P T anner mede 1,22 metros e j no voa mais R a y m o n d H o l t / O r g a n i z a t i o n f o r B a t C o n s e r v a t i o n

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A PlongeeSout Mag, r evista internacional dedicada ao mer gulho em cavernas, acaba de lanar sua stima edio (dezem-br o/2008-maio/2009). A r evista editada em PDF e pode serbaixada (16 MB) na pgina: www .plongeesout.com 3 t s N o c ia t s N o c ia T erminou em novembr o o XIX Concurso Internacional de F otografia Espeleolgica e de Canions da cidade de Saint F elou, na Espanha, e dois brasileir os ficaram entr e os finalistas. O concurso foi divulgado no e teve uma expr essiva participao de brasileir os. Apesar de no termos conseguido pr emiao, a colocao dos braSBE Notcias n100 sileir os Jos Humberto Matias (SBE 1550) e Alexandr e Oliveira entr e os finalistas deixa clar o a qualidade tcnica de nossos fotgrafos e as belezas subterrneas do pas. Concorr eram fotos excelentes de diversos pases. As imagens pr emiadas e as finalistas esto disponveis na pgina do Espeleo Grup Santfeliuenc (EGC): www .espeleogrup.santfeliu.net ESTUDO DIZ QUE AMRICAS TIVERAM DOIS FLUXOS DE IMIGRANTES CONCURSO INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA: BRASILEIROS FICARAM ENTRE OS FINALISTAS Um estudo elaborado a partir da anlise do DNA de 70 mil indivduos – 1.338 originrios do Brasil – afirma que a ocupa-o do continente americano foi feita por pelo menos dois movimentos migratrios. diz que os primeir os habitantes das Amricas falavam idiomas diversos e seguiram difer entes r otas. A nova pesquisa vai contra o r esultado de outr o estudo publicado r ecentemente na American Journal of Physical Antr opology e divulgado no (p.2). "Antigamente, acr editava-se na hiptese de que o povoamento das Amricas fos-se r esultado de apenas uma migrao", disse o geneticista da Universidade de P avia, no norte da Itlia, Antonio T orr oni. "Eu mesmo defendia essa hiptese.”Nosso estudo r evela que foram feitos dois caminhos quase concomitantes de imigrao, que leva-ram a espalhar os paleondios." DUAS ROT AS De acor do com T orr oni, ambos os flux os migraram da Berngia – zona atualmente submersa entr e o Alasca e a Sibria que ligava os continentes americano e asitico – entr e 15 mil e 17 mil anos atrs. "F oram usadas duas r otas: uma pela costa do P acfico, que ajudou tambm a colonizar a Amrica do Sul, e outra que pr ovavelmente teve significativo impacto na colonizao da Amrica do Norte." Nesse perodo de 2 mil anos, T orr oni acr edita que as duas vias de acesso podem O estudo, publicado dia 08 na r evista eletrnica Curr ent Biology SBE Noticias 95 ter sido usadas vrias vezes pela populao que chegava da sia, dando origem, inclu-sive, miscigenao. T orr oni discor da da teoria de que, antes da chegada de Colombo, o continen-te teria sido ocupado por uma nica corr ente migratria, h cer ca de 12 mil anos, pelos antepassados dos ndios atuais. Estudos anterior es r ealizados por antr oplogos, alguns brasileir os, tendo como base a anlise de crnios j indicavam que a teoria da imigrao nica estava equi-vocada. A descoberta do crnio de L uzia, encontrado em uma gruta de Lagoa Santa, em Minas Gerais, na dcada de 70, tambm derrubava essa explicao. R ecebida com crticas inicialmente, a teoria brasileira vem sendo cada vez mais aceita. Ela indica que, antes dessa mar cha empr eendida h 12 mil anos, uma outra leva, bem mais antiga, chegou Amrica. E L uzia, datada com cer ca de 12 mil anos pelo antr oplogo da Universidade de So P aulo (USP) W alter Neves, seria descendente desse grupo. O trabalho do geneticista italiano e de seu grupo de cientistas foi feito com base em amostras de DNA mitocondrial. Dos 70 mil indivduos estudados, 69 tiveram o DNA mitocondrial completamente seqen-ciado. Os cientistas encontraram dois dife-r entes tipos de DNA, r elativamente rar os e chamados D4h3 e X2a. Fonte: BBC 08/01/2009. Concluir o pr ocesso de r egularizao fundiria no P ar que Estadual de T erra R onca (PET eR) est entr e os principais objetivos da Secr etaria do Meio Ambiente e R ecursos Hdricos de Gois para 2009. J foram adquiridos 4.289 hectar es de terras r elativas ao par que, totalizando uma indenizao de R$1,7 milho. “ T emos mais R$ 3 milhes de convnios com o governo fede-ral para pagar estas indenizaes”, diz o secr etrio R oberto F r eir e. Em outubr o, foram liberados outr os R$ 8 milhes pelo governo estadual. O P ar que Estadual de T erra R onca foi criado pela L ei 10.879 de 7 de julho de 1989 e fica nos municpios de So Domingos e Guarani de Gois, nor deste do estado. O P ar que tem uma r ea de apr o ximadamente 57 mil hectar es. Informaes: (62) 3265-1300. Fonte: Gois Agora 31/12/2008. GOIS PROMETE REGULARIZAO DE TERRA RONCA 1 Prmio Canions: Chema Gmez A MERCED DE LOS ELEMENTOS 1 Prmio Espeleo: Andreas Schober ICE CAVE C h e m a G m e z A n d r e a s S c h o b e r PLONGEESOUT MAG N7 Ressurgencia Gruta Anglica/Bezerra no PET eR J o s H u m b e r t o M a t i a s

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 24/01/2009 Oficina: A ves de Campinas Sede da SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S Que Clarabia... Data: 07/2003 Autor: Alberico Alessandro Gruta do Janelo (MG -199) P roj. Horizontal: 4.740 m. Desnvel: 176 m.P arque Nacional Cavernas do P erua Itacarambi/Januria MG. Um verdadeiro santurio geolgico! Esta foto ficou em segundo lugar em um con-curso de fotografia de meio ambiente na NET P ara se ter uma idia do enorme tamanho dos condu-tos desta fantstica caverna s notar o espelelogo de vermelho no canto inferior esquerdo da foto A foto foi tirada durante uma visita tcnica do 27 Congresso Brasileiro de Espe-leologia realizado na cidade de Januria-MG em 2003. Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br N ovas Aquisies Boletim Mitteilungen N4, V erban des der deutschen Hhlen und Kars tforscher : Out-Dez/2008. Boletim eletrnico Plongeesout Mag N7, Plongeesout: Dez/2008 Mai/2009. Boletim eletrnico SNS CAI Infor ma N0, Scuela Nazionale di Spele ologia del Club Alpino Italiano: Dez/2008. As edies impressas esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE. Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. I n f o r m e P u b l i c i t r i o www .dolomit as.com.br So Paulo, SP Petzl Blue W ater Omega PacificBRC Black DiamondMaha PowerexGarminSeattle S port s Headlamp s FreiosMosquetesCap acetes PoliasAscensoresDescensores fit as tubulares de 15 e 25mm Mosquetes 10% de desconto p ara scios ativos da SBE 09 a 12/07/2009 30 CBE Congresso Brasileiro de Espeleologia Montes Claros-MG www .sbe.com.br/30cbe.asp 19 a 26/07/2009 15 ICS Congresso Internacional de Espeleologia K err ville, T exas USA www .ics2009.us A l b e r i c o A l e s s a n d r o


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