SBE Notícias

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Series Title:
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Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

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General Note:
Sócios da SBE participam do IX Congresso Mexicano de Espeleologia - Paleotocas na região metropolitana de Porto Alegre-RS - Retomada a expedição à Lagoa Misteriosa - O mais antigo cabelo humano - SBE realiza palestra e safári fotográfico em sua sede - Foto do Leitor: Paleotoca 4 (RS).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 4, no. 114 (2009)
General Note:
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University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03495 ( USFLDC DOI )
k26.3495 ( USFLDC Handle )
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1809-3213 ( ISSN )

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Scios da SBE
participam do IX Congresso Mexicano de Espeleologia -
Paleotocas na regio metropolitana de Porto Alegre-RS -
Retomada a expedio Lagoa Misteriosa O mais antigo cabelo
humano SBE realiza palestra e safri fotogrfico em sua sede
- Foto do Leitor: Paleotoca 4 (RS).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 4 N 1 14 21/02/2009 S"CIOS DA SBE PARTICIPAM DO IX CONGRESSO MEXICANO DE ESPELEOLOGIA Por Nivaldo Colzato (SBE 0181) Gustavo Colzato (SBE 1 127) No perodo de 30/01 a 02 deste ms, a UMAE-Unio Mexicana de Agru-paes Espeleolgicas r ealizou o IX Congr esso Nacional Mexicano de Espeleologia. O local escolhido para essa edio foi a cidade de V illahermosa, capital do Estado de T abasco, sul do pas. A or ganizao ficou a car go da Sociedade Espeleolgica de T abasco, grupo filiado UMAE, que escolheu como tema “ T abasco, cincia e aventura nos confins da terra”. A espeleologia brasileira esteve r epr esentada por Nivaldo Colzato (SBE 0181) e Gustavo Colzato (SBE 1127). O evento, r ealizado nas dependncias do OlmecaPlaza Hotel, teve 99 inscritos, sendo 83 mexicanos e os demais de Cuba (7), Colmbia (1) Brasil (2), EU A (1), F rana (1), Honduras (1), Inglaterra (1), P uerto Rico (1) e R omnia (1), num total de 25 instituies r epr esentadas. A cerimnia de abertura (30/01), contou com a pr esena de vrias autoridades locais, que destacaram a importncia das cavernas e do evento para a r egio e o pas. Como parte da pr ogramao inicial, o mexicano Carlos Lazcano, um dos mais r enomados espelelogos do pas, pr omoveu o lanamento do livr o “P rivilegios de la luz, Maravillas Subterrneas de Mxico”, obra rica-mente ilustrada com fotos de cavernas mexi-canas. A SBE agradece a Lazcano pelo exem-plar doado nossa biblioteca. Os dias 31/01 e 01/02 foram dedicados s sees tcnicas e cientficas, sendo 32 trabalhos apr esentados, nove conferncias e diversos filmes. Na tar de do dia 1, membr os do ERMEspleo R esgate Mxico, com apoio da Secr etaria de Segurana Pblica, P olcia Estadual e paramdicos do Ser vio Estadual de Ur gncias, r ealizaram um simulado de r esgate no centr o da cidade, utilizando uma torr e de 50 m de altura. Atravs de uma tir olesa, a maca com o “ferido” foi elevada at o topo da torr e, onde outra equipe pr ovidenciou sua descida, demonstran-do, principalmente ao pblico leigo, algumas manobras que permitem transportar um feri-do dentr o de uma caverna. No mesmo dia, uma mostra de pintura foi instalada no saguo do hotel. noite, em cli-ma de festa, a cerimnia de encerramento se iniciou com a entr ega de certificados, finalizando com um buffet de comidas tpi-cas mexicanas. P ara a sada de campo do dia 02/02, os congr essistas puderam escolher entr e 3 cavernas da r egio, cada uma com um grau difer ente de dificuldade para visitao. REUNIO ANUAL DA FEALC P aralelamente pr ogramao normal, o evento abrigou a r eunio anual do Comit Executivo da FEALC -F ederao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe. Dos sete membr os da Dir etoria 2007-2011, cinco estavam pr esentes (Angel Graa Cuba, P r esidente; Efran Mer cado P orto Rico, V icepr esidente; Jor ge Y anes Honduras, Juan Montao Mxico e Nivaldo Col-zato Brasil, Secr etrios Adjuntos). As facilidades de Internet ofer ecidas pelo OlmecaPlaza permitiram fazer uma srie de con-tatos com pessoas de diversos pases, pr omovendo uma integrao bastante positiva para nossa instituio r egional. Alm dos pases membr os ter em participado da elaborao da pauta, essa comu-nicao via internet permitiu que mais pes-soas participassem da r eunio, mesmo distncia. Um dos temas abor dados trata do setor de comunicao da FEALC, onde diversas melhorias sero implementadas, principalmente no site que ter seu contedo r emodelado e ampliado. P arabns UMAE e Sociedade Espeleolgica de T abasco pelo sucesso do Congr esso. P arabns FEALC pela maturidade, firmeza e lealdade espeleologia demons-tradas na conduta da r eunio. Obrigado UMAE e FEALC pela acolhida e pela satisfao de participar desse importante evento e das r eunies, num ambiente de amizade e companheirismo. Eventos e pessoas assim, ver dadeiramente compr ometidas com o bem estar das cavernas e com a unio da comunidade espe-leolgica, devem ser vir de estmulo aos novatos, e de exemplo a todos. www .fealc.or g Esposio de pinturas de cavernas no saguo do hotel Simulado de Resgate no centro de Villahermosa Esquerda para direita: Efran, Graa, Nivaldo, Jor ge Y anes e Juan Montao Diretoria da FEALC ao final da reunio de 4 dias A genda extensa e progresso institucional G u s t a v o C o l z a t o G u s t a v o C o l z a t o A c e r v o E R M

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2 t s N o c ia t s N o c ia Por Heinrich Theodor Fran Gelogo (UFRGS) Na cidade de Novo Hambur go (RS) foram encontrados, no segundo semestr e de 2008, quatr o tneis que apr esentavam alturas entr e 45 e 85 centmetr os e comprimentos entr e 2,5 e 11,5 metr os. F oi r ealizado um contato inicial com a SBE, que suge-riu que as feies poderiam ser paleotocas, o que acabou se confirmando. Seu estudo r euniu um grupo de pesquisador es da Universidade F ederal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Universidade Estadual P aulista (UNESP), da F undao Zoobotnica do Rio Grande do Sul (FZB) e da F undao Universidade de Rio Grande (FURG). O grupo pr ocedeu ao levantamento biomtrico das tocas e principalmente documentou as feies pr eser vadas nas par edes das tocas, apr esentando os r esultados no evento cientfico em novembr o passado. P aleotocas ( palaeoburr ows ) so estruturas de moradia permanente (icno-fsseis do tipo Domichnia) abertos por mamfer os escavador es no Quaternrio ou no T er cirio e que continuam abertos at o pr esente. As paleotocas brasileiras apr esentam comprimentos de at 70 metr os e P ALEO RS 2008 dimetr os de at 2 metr os, tendo sido encontradas nos esta-dos de So P aulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Quan-do as tocas so pr eenchidas por sedi-mentos, so denomi-nadas de cr otovinas, das quais vrias tam-bm j foram encon-tradas. Das novas paleotocas, uma foi esca-vada em ar enito da F ormao Botucatu e est par cialmente pr eenchida com blocos desabados do topo e ar gila depositada por guas estagnadas. Duas foram escavadas em um ar enito ar giloso da F ormao P irambia e a quarta no manto de alterao. As duas paleotocas melhor pr eser vadas possuem formatos similar es: tneis de baixa a nula declividade formados por uma seqncia de cma-ras. Em duas das tocas h abundantes mar cas nas par edes laterais e no topo. Uma anlise inicial conduziu ao r econhecimento de quatr o tipos de mar cas. Bioturbaes so canais sinuosos cur-tos encontrados em uma das tocas. Impr esses pequenas com sulcos delgaPALEOTOCAS NA REGIO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE-RS dos par ecem mar cas de carapaa, enquanto superfcies lisas maior es foram pr oduzidas pelo arraste das carapaas contra as par edes das tocas. As mar cas mais impr essionantes so as mar cas de garra, que so abundantes nas duas tocas. Constituem impr esses pr ofundas (at 2 cm) e longas (at 50 cm), fr eqentemente como dois ou trs sulcos para-lelos, impr essos tanto nas par edes laterais como no teto das tocas. Em alguns casos a pr eser vao excepcional. Ao contrrio da Ar gentina, onde paleotocas maior es e mais curtas foram atribudas ao de pr eguias gigantes, as caractersticas das paleotocas acima descritas suger em sua origem a partir da ao de dasipoddeos como os P ampatherium os Eutatus ou os P r opraopus tatus extintos grandes, com mais de 70 cm de comprimento. O estudo mais detalhado das impr esses poder, eventualmente, concluir pela ao de outr o tipo de mamfer o. Como as paleotocas so feies r elativamente raras e normalmente esto disponveis apenas por perodos curtos, seu r egistr o e descrio so essenciais para a formao de um banco de dados de qualidade a r espeito, visando permitir futuras comparaes entr e um nmer o maior de paleotocas. As paleotocas em Novo Hamburgo-RS chegam a medir 1 1 metros de desenvolvimento Marcas de garras, abundante nas tocas, so impor tantes registros fsseis T atus com mais de 70 cm podem ter escavado as tocas Vist a interna de uma das paleotocas escala de 30 cm R e n a t o L o p e s H e i n r i c h T h e o d o r F r a n k J a i r W e b e r H e i n r i c h T h e o d o r F r a n k

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3 t s N o c ia t s N o c ia Depois da r ealizao da expedio Lagoa Misteriosa, localizada em Jar dim-MS, em agosto de 2008, atendendo a uma exi-gncia do Centr o Nacional de Estudo, P r oteo e Manejo de Cavernas (CECA V), para r ealizar a topografia da lagoa, mer gulhador es r einiciaram seu trabalho no atrativo, que considerado um dos pontos de mer gulho mais tradicionais do pas. O mer gulhador pr ofissional e super visor do mapeamento, T uta Barr oco, especialista em mer gulho em cavernas desde 1995, juntamente com o mer gulhador e instrutor de mer gulho Alex P orto, r ealizou a tr oca de parte do cabo de navegao e a instalao do “cabo de novatos” e de bias de susten-tao destinadas a mer gulhador es autnomos cr edenciados em guas abertas que no possuem certificao para mer gulho em cavernas. T uta explicou que os chamados “cabos de novatos” so cabos de 10 mm de espessura que permitem que o mer gulhador se puxe por eles; j os cabos de navega-o tm 3,5 mm de espessura e no permi-tem o contato para pr ogr esso, ser vindo apenas como apoio visual ou para uma sa-da em “toque contato”. O mer gulhador esclar eceu que, “neste caso, o mer gulhador de cavernas segue tocando o cabo sem pux-lo, caso falhem a lanterna ou a mscara, ou ocorra tur vamento da gua”. PRESER V AO AMBIENT AL Durante a instalao dos cabos, T uta e Alex obser varam que, nesta poca de chuvas, em que normalmente a pr oliferao de algas atingia entr e 25 e 30 metr os de pr ofundidade, agora atinge a faixa dos 15 metr os. Isso compr ova a eficincia do trabalho de r ecuperao da vegetao do entorno, pr omovido pelo atual pr oprietrio Eduar do Coelho (empr esrio do ramo turstico da r egio de Bonito, dono tambm dos passeios R ecanto Ecolgico Rio da P rata e Estncia Mimosa Ecoturismo), que vem ampliando a r ea de pr oteo da lagoa, impedindo o carr egamento de sedimentos das mar gens e melhorando sobr emaneira a qualidade da gua. O A TRA TIVO A Lagoa Misteriosa conhecida por sua gua de incrvel transparncia, e a meta que ela permanea com seus mais de 50 metr os de visibilidade por dez meses ao ano. O mapeamento da lagoa foi feito at uma pr ofundidade de 70 metr os, mas o mer gulhador de caverna Gilberto Menezes j atingiu a pr ofundidade mxima de 220 metr os, sendo que at hoje ningum chegou ao fundo. P ara T uta, o maior difer encial da lagoa em r elao a outr os atrativos a visibilidade da gua. Alm disso, o fato de ser uma caverna vertical permite que os mer gulhador es avancem em pr ofundidades maior es. Em espaos de mer gulho aberto, como em mar es, por exemplo, a visibilidade nem sempr e satisfatria. A pr eviso de abertura para passeios na Lagoa Misteriosa para o segundo semestr e deste ano. Fonte: MS Notcias 17/02/2009. O MAIS ANTIGO CABELO HUMANO RETOMADA A EXPEDIO LAGOA MISTERIOSA P r ovaveis fios de cabelo humano com idade entr e 195 e 257 mil anos atrs foram encontrados em coprlitos de hienas (fezes fossilizadas), na caverna de Gladysvale, na frica do Sul. At ento, o mais antigo cabelo humano era o de uma mmia Chinchorr o Arica, com nove mil anos, encontrada no norte do Chile. O suger e que os primeir os ser es humanos enfr entaram uma forte concorrncia por parte de carnvor os que os atacavam ou simplesmente se alimentavam de seus cadver es. P elo menos do ponto de vista ar queolgico, a inusitada dieta do animal teve um lado positivo, o de pr eser var de forma eficaz os cabelos humanos para o atual estudo. Fonte: Discovery News 10/02/2009. estudo publicado no Journal of Ar chaeological Science A lagoa passa dos 200 metros de profundidade D i v u l g a o Dia 28 de F ever eir o (sbado) a SBE r ealizar em sua sede o “XXXIV SBE de P ortas Abertas” com a oficina: F otografando a Natur eza ministrada pelo espelelogo e fotgrafo R en de Souza (SBE 0562), integrante do Grupo de Estudos Ambientais da Serra do Mar GESMAR (SBE G027). Durante a oficina sero apr esentados as tcnicas de fotografia na natur eza: como fotografar cachoeiras, animais, plantas e cavernas; a utilizao de equi-pamentos apr opriados; anlise de fotografias para estudos; e muito mais. Aps a palestra, os participantes faro um Safri F otogrfico pelo P ar que T aquaral, colocando em prtica os conceitos apr esentados. Esta no a primeira vez que o tema abor dado na SBE, leia como foram as outras atividades no No obrigatrio, mas quem tiver mquina fotogrfica de qualquer mar ca ou modelo, pode traz-la. O principal mesmo a vontade de participar! L ocal: P ar que T aquaral P orto 2 Campinas SPData: 28/02/2009Horrio: 10horasEntrada: gratuita Saiba mais sobr e o pr ojeto em: SBE Notcias n09 SBE Notcias n49 Sede da SBE www .sbe.com.br/aberta.asp e SBE REALIZA PALESTRA E SAFRI FOTOGRFICO EM SUA SEDE Safri Fotogrfico na SBE em 2006 D i v u l g a o Os fios foram preser vados nas fezes de uma hiena

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 28/02/2009 Oficina: F otografando a Natureza Sede da SBE Campinas-SP www .sbe.com.br/aber ta.asp C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S Que tatuzinho... Data: 10/2008 Autor: Heinrich Theodor F rank P aleotoca 4 (RS) Desenvolvimento:11 m. Novo Hamburgo -RS. P aleotocas so estruturas de moradia permanente aber tos por mamferos escavadores no Quaternrio ou no T ercirio e que continuam aber tos at o presente. V eja matria na pgina 2. Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br N ovas Aquisies Boletim Speleologia N59, Societ Speleologica Italiana: Dec/2008. Boletim Espeleo N20, Grupo Espe leolgico de V illacarrillo: 2008. Boletim The Journal of the Sydney Speleological Society N1, SSS: Jan/2009. Boletim eletrnico Informativo da Sociedade P araibana de Arqueolo gia N30, SP A: Jan/2009. As edies impressas esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE. Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. I n f o r m e P u b l i c i t r i o www .dolomit as.com.br So Paulo, SP Petzl Blue W ater Omega PacificBRC Black DiamondMaha PowerexGarminSeattle S port s Headlamp s FreiosMosquetesCap acetes PoliasAscensoresDescensores fit as tubulares de 15 e 25mm Mosquetes 10% de desconto p ara scios ativos da SBE 09 a 12/07/2009 30 CBE Congresso Brasileiro de Espeleologia Montes Claros-MG www .sbe.com.br/30cbe.asp 19 a 26/07/2009 15 ICS Congresso Internacional de Espeleologia K err ville, T exas USA www .ics2009.us H e i n r i c h T h e o d o r F r a n k


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