SBE Notícias

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Title:
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Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Palestra na SBE abordou as diferenças dos trabalhos em altura profissional e esportivo - Revista da UNESP publica artigo sobre Capacidade de Carga em caverna - Estudo de collembolas em sítios arqueo/espeleológicos na Paraíba - Fósseis descobertos por Lund voltarão à Lagoa Santa MG - CECAV comemora 12 anos - Foto do Leitor: Gruta das Rãs(TO-59).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 4, no. 124 (2009)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
K26-03505 ( USFLDC DOI )
k26.3505 ( USFLDC Handle )
8759 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Palestra na SBE
abordou as diferenas dos trabalhos em altura profissional e
esportivo Revista da UNESP publica artigo sobre Capacidade de
Carga em caverna Estudo de collembolas em stios
arqueo/espeleolgicos na Paraba Fsseis descobertos por Lund
voltaro Lagoa Santa MG CECAV comemora 12 anos Foto do
Leitor: Gruta das Rs(TO-59).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 4 N 124 01/06/2009 Por EL VIRA M. A. BRANCO (SBE 1331) Diretora T esoureira da SBE No dia 23 de maio, a SBE r ecebeu em sua sede o instrutor de trabalhos em altura Eduar do L uis P edr oso para a palestra “ T rabalhos em altura: esportivo e pr ofissional” na 36 edio do pr ojeto “SBE de P ortas Abertas”. O palestrante enfatizou a importncia da utilizao adequada dos equipamentos de segurana e que atualmente as empr esas j esto se conscientizando de que bem melhor e mais barato investir em segurana do que ter que lidar com um acidente. No Brasil, o trabalho em altura pr ofissional deve obedecer a Norma R egulamentadora n18 ( ) do Ministrio do T rabalho e Empr ego e que as empr esas so r esponsveis pela segurana dos seus trabalhador es. “ Acima de 2,5 metr os o trabalhador deve usar equipamento antiqueda, mas mui-tos utilizam os equipamentos por obriga-o e no por questo de segurana, e pior ainda comum encontrar o trabalho em tor-r es de 30 metr os sem os devidos equipamentos”, comenta P edr oso. As empr esas esto se conscientizando que a pr odutividade aumenta com a segurana, o trabalho pode ser feito de for-ma mais rpida e at mais econmica. O pr epar o fsico e psicolgico, alm de tr einamento constante muito importante, mas o que falta em muitos dos funcio-nrios nesse setor O uso de equipamentos errados, fora do prazo de validade ou sem o devido tr einamento, traz a falsa sensao de segurana o que pode ser fatal. NR18 Planejamento e logstica tambm so fundamentais para qualquer atividade em altura, seja esportiva ou pr ofissional. Devese pensar tambm nos planos de salvamen-to, estudando caso a caso, considerando as caractersticas do local e do trabalho. O Brasil ainda pr ecisa avanar na padr onizao dos pr ocedimentos de r esgate. O palestrante falou sobr e as difer enas das tcnicas e equipamentos utilizados nas r eas esportiva e industrial. Na r ea esportiva a velocidade importante e os equipamentos so mais leves, facilitando o transporte. J na r ea industrial importante a r esistncia e durabilidade do equipamento que, por isso, so bem mais pesa-dos. Mostr ou alguns cintos de segurana, equipamentos difer entes tipos de ancoragem. O equipamento utilizado para o esporte pode no ser vivel e segur o para o setor industrial e vice versa. a validade, veri-ficar sempr e com o fabricante segundo instrues de uso. Segundo P edr oso o mer cado do trabalho em altura est em expanso e faltam pr ofissionais qualificados. comum o pr ofissional j sair empr egado dos cursos de qualificao. PALESTRA NA SBE ABORDOU AS DIFERENAS DOS TRABALHOS EM ALTURA PROFISSIONAL E ESPORTIVO Espor tist as eram maioria na palestra Pedroso enfatizou a impor tncia do treinamento G u i l h e r m e C o l o m b e l l i G u i l h e r m e C o l o m b e l l i A Universidade Estadual P aulista (UNESP) acaba de disponibilizar em meio eletrnico mais uma edio da r evista GEOCINCIAS (volume 27, n.3 2008). Esta edio traz nove trabalhos, entr e eles um artigo do Coor denador da Seo de Espeleoturismo da SBE (SeT ur/SBE), Her os L obo, com o ttulo “ ”. “ T rata de um pr ocesso ainda em construo, j que o artigo apenas compila a pri-meira fase das pesquisas sobr e o tema, no perodo entr e 2004 e 2007. Uma nova fase desta mesma linha de trabalho est em desenvolvimento, agora com meus estudos de doutorado” destaca o autor Os artigos desta e de outras edies esto disponveis gratuitamente em PDF na pgina oficial da r evista: Capacidade de Car ga R eal (CCR) da Caverna de Santana, P ar que Estadual T urstico do Alto Ribeira (PET AR) SP e indicaes para seu manejo turstico jasper .r c.unesp.br/ r evistageociencias REVISTA DA UNESP PUBLICA ARTIGO SOBRE CAPACIDADE DE CARGA EM CAVERNA Capa da Geocincias volume 2 7 n.3

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2 t s N o c ia t s N o c ia ESTUDOS DE COLLEMBOLAS EM STIOS ARQUEO/ESPELEOL"GICOS NA PARABA Por Juvandi de Souza Santos (SBE 1228) Coordenador do LABAP/UEPB Allysson Allan de Farias Acadmico de Biologia UEPB As pesquisas sobr e a fauna Collembola no Brasil tm sido incipientes, princi-palmente em r eas de abrigos r ochosos e outras cavidades naturais. Os colmbolos so encontrados em altas densidades, seja no solo dos desertos ou da Antrtida como pr esente no livr o “Intr oduo ao estudo dos Collembola“ dos pesquisador es brasileir os Douglas Zeppelini e Bruno Bellini. O primeir o tem experincia com fauna caverncola, associada ao guano de mor cego e tem contribudo nas pesquisas em cemit-rios indgenas Cariris e T arairis nos Sertes da P araba. As possibilidades de ao dos colmbolos nos stios ar queolgicos, inicialmente so trs: (1) hbito alimentar micfago; (2) formao do solo, fezes de Collembola abundantes; (3) endemismo nos stios ar queolgicos/espeleolgicos devido ao hbito alimentar especializado. Os trabalhos vm sendo desenvolvidos em quatr o stios ar queolgicos da P araba: no stio P inturas I na cidade de So Joo do Tigr e, F urna dos Ossos em So Joo do Cariri, T anque do Capim em Serid e no stio aldeia Cabaas I em Cuit. Com exceo do ltimo, os outr os trs so locais de sepultamentos ou atividades ritualsticas ps-morte, em cavidades naturais. O trabalho de identificao das espcies feito aps a coleta, fixao e monta-gem de lminas; minsculas estruturas morfolgicas tm valor tax onmico na or dem que apr esenta 656 gner os e 7.972 espcies, portanto necessita de um potente micr oscpio com contraste de fases. Quanto ao (1) hbito alimentar os colmbolos pr efer em os fungos, estes ltimos degradam os ossos dos stios ar queolgicos por contribur em na primeira etapa, a degradao do colgeno na diagnese ssea, logo os colmbolos auxiliam na con-ser vao ssea se alimentando destes fungos que abr em as portas para a matriz. A prxima ao (2) leva em considerao a grande quantidade de fezes nos stios ar queolgicos e espeleolgicos, influenciando na composio qumica r elativa ao Ph, salinidade e quantidade de matria or gnica em decomposio. A (3) ltima ao nos leva ao endemismo nos sti-os ar queolgicos e espeleolgicos, pois os colmbolos tm hbitos alimentar es especializados, podem se alimentar s de uma espcie de fungo, sendo estes colmbolos vulnerveis extino. O elevado grau de destruio das cavidades naturais da P araba e a destruio das necrpoles indgenas colocam em risco as futuras pesquisas, praticamente inditas no Brasil, ao menos no tocante a verificao desses artrpodes no pr ocesso de degradao das partes moles dos indivduos inuma-dos nesses locais. A coleta envolve armadilhas de queda “pitfalls” colocadas durante o perodo noturno, onde a temperatura menor e de pr eferncia em ambientes midos. A coleta tambm pode envolver F unil de Berlese e Aspirador Entomolgico, dentr e outras tcnicas. Aps a coleta h a fixao e conser vao dos espcimes em lcool 70%, logo aps sendo levados ao laboratrio para tria-gem dos principais morfotipos e montagem das lminas, para posterior identificao no micr oscpio. A pesquisa est em fase final com possibilidade de publicao em peridicos internacionais devido r elevncia e inovao pr oposta. Importante para os colmbolos “sar em do armrio”, ou melhor do ambiente edfico. Assim, estamos colocan-do em evidncia trs pontos bsicos: a importncia desses pequenos ser es, r elegados a segundo plano pela cincia; a impor-tncia dos ambientes mantenedor es de vestgios sseos humanos; e a pr eser vao das cavidades naturais para futuras pesquisas. Colmbolo Armadilha no stio Pinturas I T rabalho com os minsculos colmbolos J u v a n d i S a n t o s J u v a n d i S a n t o s F"SSEIS DESCOBERTOS POR LUND VOLTARO LAGOA SANTA MG O governo da Dinamar ca vai ceder a Minas Gerais, em r egime de comodato, por 10 anos, com possibilidade de pr orr ogao, cer ca de 300 fsseis do Museu Zoolgico da capital Copenhague. As peas, de um total de 12.622, foram enviadas quele pas, a partir de 1845, pelo naturalista P eter L und (1801-1880), que viveu mais de quatr o dcadas em Lagoa Santa, na R egio Metr opolitana de Belo Horizonte, e considerado o “pai da paleontologia brasileira”. A expec-tativa de que a coleo seja mostrada no ano que vem, no centr o cultural e r eceptivo turstico a ser construdo ao lado da Gruta da Lapinha, em Lagoa Santa. Entr e as pr eciosidades est parte do material encontrado por L und na Lapa V ermelha, gruta destruda na dcada de 1970, para transformar o patrimnio natural em sacos de cimento. No Museu Zoolgico, que faz parte dos Museus Universitrios de Copenhague, esto o crnio do primeir o homem que viveu na Amrica, h 11 mil anos, alm de ossos de raposa, de ona, de tigr e dente-de-sabr e e at de um urso, com datao da mesma poca. “ A Lapa V ermelha era um templo, onde foram encontrados r estos humanos. T emos que destacar que a Dinamar ca pr eser vou o acer vo paleontolgico, enquanto ns destrumos. Esse entendimento de suma importncia, pois ter emos de volta o primeir o mineir o, o que ser ve para criar maior conscientizao ambiental”, diz o pr ofessor da PUC Minas, Castor Cartelli. H no museu dinamar qus, um r egistr o de L und em plena atividade dentr o da gruta, com os estalactites par ecendo flocos de neve. T rata-se de um desenho a nanquim colorido, datado de 1839 e feito pelo norue-gus Brandt, ento secr etrio do paleontlogo. A exemplo dos ossos da raposa e da ona, que apar ecem nesta pgina, a gravura tambm indita para a maioria dos brasi-leir os. No entanto, o original vai continuar no Museu de Copenhague. Fonte: Est ado de Minas 24/05 /2009 Aquarela de Brandt retrat a trabalho de Lund na Lapa V ermelha rica caverna que j foi destruda

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3 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 04 a 08/08/2010 6 Congresso de Espeleologia da Amrica Latina e Caribe Matanzas, Cuba www .fealc.org/eventos.htm C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br N ovas Aquisies Boletim Mitteilungen N2, V erban des der deutschen Hhlen und Kars tforscher : Abr Jun/2009. Boletim eletrnico Cone xo Sub terrnea N74, R edespeleo Brasil: Mai/2009. R evista Decco Stop N23, RC Edi tora: F ev-Abr/2009. R evista de la F aculdad de Ingenie ra N2, Universidad Central de V enezuela: 2008. As edies impressas esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE. Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. 09 a 12/07/2009 30 CBE Congresso Brasileiro de Espeleologia Montes Claros-MG www .sbe.com.br/30cbe.asp 19 a 26/07/2009 15 ICS Congresso Internacional de Espeleologia K err ville, T exas USA www .ics2009.us Por Rit a de Csssia Surrage de Medeiros Chefe Interino do CECA V Em comemorao Semana Mundial do Meio Ambiente 2009, O Centr o Nacional de Estudo, P r oteo e Manejo de Cavernas (CECA V) r ealizar no dia 5 de junho de 2009, em suas dependncias, solenidade para celebrar o aniversrio de 12 anos de tra-balhos em pr ol do patrimnio espeleolgico nacional. V enha comemorar conosco! P r ogramao 09h30 Confraternizao. 10h30 Abertura (Banda de Msica do Corpo de Bombeir os Militar do DF) e Solenidade de Abertura: Assinatura de P ortarias P r esidente do ICMBio, Rmulo Mello. 14h00 Mesa R edonda Decr eto n6640/08 e estratgias para gesto do patrimnio espeleolgico (CECA V Grupos de Espeleologia do DF e demais setor es). 16h00 P r ojeto Morr o da P edr eira DF Apr esentao do Grupo Espeleolgico da Geolo-gia da UnB (GREGEO) e CECA V Durante toda a semana Exposio de fotos de caverna. Endereo: Ed. Sede do Ibama/CECA V SCEN A v L4 Norte, Braslia DF Carona pra onde??? Data: 07/2007 Autor: F ernanda C. Loureno Bergo (SBE 1645) GESMAR (SBE G027) Gruta das Rs (TO -59) P roj. Horizontal: 567 m. Desnvel: 21 m. Aurora do T ocantins TO Com o Decreto 6.640/2008 at espeleotema t querendo pular fora. Saiba mais. CECAV COMEMORA 12 ANOS F e r n a n d a C r i s t i n a L o u r e n o B e r g o


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