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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
30 oCBE movimentou a espeleologia nacional - SBE tem nova Diretoria e Conselho - Guano Speleo UFMG comemora seus 15 anos - Concurso no 30 oCBE premia fotografia subterrânea - Espeleoinclusão na Lapa Claudina em Montes Claros-MG -Turismo de base comunitária no Vale do Peruaçú - Morcegos guardam "fonte da juventude" - Cientistas criam robô-morcego - Mariposa causa interferência em sonar de morcego - Sedeck n o7 - Foto do Leitor: Gruta do janelão (MG-199).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 4, no. 128 (2009 (Edição especial 30o CBE))
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University of South Florida Library
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University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03509 ( USFLDC DOI )
k26.3509 ( USFLDC Handle )
8763 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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30
oCBE movimentou a espeleologia nacional SBE tem
nova Diretoria e Conselho Guano Speleo UFMG comemora seus 15
anos Concurso no 30
oCBE premia fotografia subterrnea Espeleoincluso
na Lapa Claudina em Montes Claros-MG -Turismo de base
comunitria no Vale do Perua Morcegos guardam "fonte da
juventude" Cientistas criam rob-morcego Mariposa causa
interferncia em sonar de morcego Sedeck n
o7 Foto do Leitor: Gruta do janelo
(MG-199).



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ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 4 N 128 21/07/2009 Por Ronaldo Lucrcio Sarmento (SBE 0572) V ice-presidente da SBE Coordenador Tcnico do GRUCA V/GEO/EBM O 30 Congr esso Brasileir o de Espeleologia (30 CBE), r ealizado em Montes Clar os-MG entr e os dias 09 e 12 de Julho de 2009, contou com a participao de mais de 150 congr essistas de todo o Brasil e exterior alm de convidados especiais, pr omovendo a difuso da espeleologia e a discus-so dos mais importantes temas r elacionados ao ambiente subterrneo em mesas-r edondas, palestras, mini-cursos e apr esentao de trabalhos. O evento r ealizado pela Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE) foi or ganizado por dois grupos de espeleologia da r egio, o Espeleogrupo P eter L und (EPL) e o Grupo Universitrio de Estudos Cientficos e Espe-leolgicos de Montes Clar os (GRUCA V), nas dependncias da Universidade Estadual de Montes Clar os (UNIMONTES), contando com apoio do Departamento de Geo-cincias da universidade. CURSOS E DEBA TES Nove mini-cursos foram pr omovidos pelo congr esso, alguns deles com aulas prticas r ealizadas no Ginsio P oliesportivo T ancr edo Neves e nas grutas Lapa Grande e Lapa D'gua (no P ar que Estadual da Lapa Grande), na Lapa Claudina e na Lapa P intada. Estes cursos tiveram importncia vital para a formao de novos espelelogos, alm do aperfeioamento dos mais experi-entes em outras r eas. Os debates sobr e assuntos atuais e de grande importncia para a espeleologia, fica-ram por conta de trs mesas-r edondas e cinco palestras que abor daram temas de r elevncia nacional, como o manejo de r eas crsticas e cavernas, o Decr eto 6.640 de 2008 e a pr oteo de cavernas, alm de assuntos de inter esse r egional, em especial a situao do P ar que Nacional Cavernas do P eruau, atualmente fechado visitao. As discusses foram pautadas por pr ofundo conhecimento tcnico e poltico, escla-r ecendo os temas e culminando com moes que sero divulgadas em br eve. O W ork espeleo 2009 avanou na fundamentao e planejamento da Escola Bra-sileira de Espeleologia (EBRE). Com a mode-rao de L uiz Afonso V az de F igueir edo, o workshop teve a participao de vrios espe-lelogos e a apr esentao do Sr Efran Mer cado, r epr esentando a F ederao Espeleolgica P orto -riquenha (FEPUR) e a F ederao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe (FEALC) que explicou o funcionamento dos cursos de espeleosocorr o da FEALC. No ps-congr esso tivemos duas V isitas Tcnicas, uma em Mirabela no Canyon da Usina V elha, chamado pelos espelelogos locais de Mini-P eruau ou “peruauzinho”, onde as cavernas visitadas evidencia-ram o grande potencial da r ea ainda a ser explorada; e, ao P ARNA Cavernas do P eruau onde foram visitadas a Gruta do Janelo, Lapa dos Desenhos e Gruta dos Desenhos. Os congr essistas alm de vislumbrar em as belezas dos espeleotemas destas cavernas, puderam tambm obser var r egistr os rupestr es datados de 7 a 12 mil anos com pinturas e gravuras rupestr es. A visita ao P ARNA contou com apoio e orientao dos tcni-cos do ICMBio, sendo obser vados os critrios do Plano de Manejo do P ar que, j que a UC ainda no est aberta ao pblico. ANAIS 30 CBE A parte tcnico -cientfica do evento ficou por conta da apr esentao de 42 trabalhos apr ovados, uma sntese das pesquisas espelelogicas r ealizadas nos ltimos anos em diversas r egies do pas e abor dando distintas r eas do conhecimento. 30 CBE MOVIMENTOU A ESPELEOLOGIA NACIONAL Alm de assistir s apr esentaes, os congr essistas puderam fazer per guntas na plenria e conversar com os pesquisador es nos inter valos das apr esentaes, tr ocando informaes importantes e fomentando o desenvolvimento de novas pesquisas. Os Anais do 30 CBE foram entr egues aos congr essistas em CD durante o evento, mas, mantendo a poltica de abertura e fomento da espeleologia, a SBE j disponibi-lizou os Anais do congr esso para consulta gratuita de qualquer inter essado em: BALANO Alm dos eventos tcnico -cientficos, os congr essistas-espelelogos puderam desfrutar da hospitalidade e dos atrativos da cultura e da noite montesclar ence. T ambm foi ofer ecida aos congr essistas pela Comisso Or ganizadora do 30 CBE uma noite de confraternizao e descontrao r egada a msica de primeira qualidade. Conforme manifestao dos participantes, o Congr esso teve grande importncia no que se r efer e ao cr escimento da espeleologia r egional, permitindo aos pesquisador es locais um contato maior com cientistas-pesquisador es de todo o Brasil, fortalecendo ainda mais as r elaes inter grupos e contribuindo para o cr escimento dessa cincia em todos os nveis, atingindo o objetivo exposto no tema do 30 CBE: “Difuso da cincia Espeleolgica alcanando o r econhecimento global pelas aes locais”. A partir do sucesso e das perspectivas abertas no 30 CBE, os grupos locais de espeleologia j esto se articulando para a r ealizao de encontr os r egionais de espeleologia nas cidades de Januria e Itacarambi-MG em 2010, contando com apoio j mani-festo de entidades governamentais e no governamentais da r egio. Aguar dem!!! www .sbe.com.br/anaiscbe.asp 42 trabalhos foram apresentados D e l c i I s h i d a D e l c i I s h i d a T e r e s a A r a g o Visita Gruta do Padre Ccer o em Mirabela MG No faltou momentos de confraternizao Edio Esp e cial Edio Esp e cial

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2 t s N o c ia t s N o c ia SBE TEM NOVA DIRETORIA E CONSELHO F oi eleito no dia 12 de julho a nova dir etoria e conselho deliberativo da SBE para a o binio 2009-2011. A Eleio ocor-r eu durante a Assemblia Geral Or dinria da SBE r ealizada no 30 Congr esso Brasileir o de Espeleologia, em Montes Clar os MG e a chapa “ A Chama Aviva” foi eleita com 143 votos a favor 6 contra e 1 em branco. A nova Dir etoria composta por : P r esidente: L uiz Afonso V az de F igueir edo (SBE-0161) (GESMAR/SP); V ice-pr esidente: Ronaldo L ucrcio Sarmento (SBE-0572) (GRUCA V/MG); 1. Secr etrio: L uiz Eduar do P anisset T ravassos (SBE-1153) (MG); 2. Secr etrio: P avel Carrijo Rodrigues (SBE-1301) (EGB/DF); e T esour eira: Delci Kimie Ishida (SBE-0842) (T rupe V ertical/SP). Esta nova dir etoria tem como objetivos principais “Melhorar o r elacionamento com scios e grupos ativos e contato com os que estiver em entrando em inatividade, descobrindo pr oblemas, buscando solues, alm de pr omover aes de inter cmbio e integrao e abrir espaos de interlo-cuo interna”. J o Conselho Deliberativo da SBE ficou composto pelos scios Rogrio Henr y B. Magalhes (P r esidente SBE 1064); Her os Augusto Santos L obo (SBE 1347); Carlos L eonar do B Giunco (SBE 0509); Angelo Spolador e (SBE 1457); F ernanda Cristina L our eno Ber go (SBE 1645); e pelos suplentes: P aulo Rodrigo Simes (1 Suplente SBE 1113); e Emerson Gomes P edr o (2 Suplente SBE 1639). Os contatos com a Dir etoria podem ser feitos pelo e-mail e com o Conselho Deliberativo pelo e-mail Alm da eleio, durante a Assemblia foi feito uma apr esentao das r ealizaes da gesto 2007-2009, apr esentao e votao de moes e a apr esentao das pr opostas da dir etoria eleita. Assim que a ata for r egistrada, ser disponibilizada aos scios no site da SBE. dir etoria@sbe.com.br conselho@sbe.com.br GUANO SPELEO UFMG COMEMORA SEUS 15 ANOS Por Fernanda Fernandes Macedo Guano Speleo/UFMG (SBE G075) O Grupo de Extenso e P esquisas Espeleolgicas Guano Speleo UFMG, grupo filia-do SBE, convida os espelelogos para o coquetel de comemorao de seus 15 anos. O coquetel ser dia 30 de julho de 2009 s 21 horas no Museu de Mineralogia Djalma Guimares, em Belo Horizonte MG. CONCURSO NO 30 CBE PREMIA FOTOGRAFIA SUBTERRNEA A Comisso Or ganizadora do 30 CBE r ealizou um concurso de fotografia de cavernas. Ao todo foram inscritas 32 fotos que sero incorporadas fototeca da SBE, sendo pr emiadas com tr ofu e kit’s de brindes trs fotos eleitas pelo juri do congr esso e uma atravs de voto dir eto do pblico. Confira as fotos vencedoras: A chapa eleita apresentou as propos tas para sua gesto R o g r i o M a g a l h e s 1 lugar: Foto: "No visual da Janela" (Caverna dos Quatis) Expedio Macunama Leandro Pottes 2 lugar: Foto: Gruta Gargant a do Macaco Iuiu/BA Leonardo Corbani Escolha do Pblico: Foto: Urubu Jatob Iuiu/BA Bernardo Corbani 3 lugar: Foto: A bismo Anhumas Bonito/MS mer son Gomes Pedro

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3 t s N o c ia t s N o c ia ESPELEOINCLUSO NA LAPA CLAUDINA EM MONTES CLAROS-MG Por rica Nunes (SBE 1651) Coordenadora Comisso Espeleoincluso/SBE Atendendo ao pedido da comisso or ganizadora do 30 CBE a Comisso de Espeleoincluso da SBE r ealizou o minicurso “Intr oduo ao Espeleoturismo Adaptado” junto com a equipe R onaldo Sarmento (EPL, EBM, GEO GRUCA V) e visitou a Lapa da Claudina, em Montes Clar os MG. O curso contou com a participao de dois cadeirantes, um portador de transtor-no bipolar e um monitor que simulou defi-cincia visual com os olhos vendados. A parte terica abor dadou temas como os difer entes elementos da caverna, conceitos de espeleologia e conser vao das cavidades subterrneas, incentivo ao P ortador de Necessidade Especial (PNE) para a prtica da espeleologia, acompanha-mento de espelelogos e monitor es, alm de indicar quais fator es humanos, materiais e naturais podem inter vir na atividade. A parte prtica foi r ealizada na Lapa da Claudina (MG -88), onde equipe r ealizou diversas simulaes para avaliar o caminho a ser per corrido desde a chegada da trilha, cavidade, deslocamento e sales que pode-riam ser visitados, alm de usar cadeira de r odas com monitor es sentados para estudar os possveis tr echos em que seria necessrio sair da cadeira de r odas e usar fitas tubular es para o deslocamento do cadeirante nas costas do monitor Os primeir os metr os da caverna tiveram de ser r ealizado sem cadeira de r odas, logo dando acesso aos sales maior es que permitiam o uso da cadeira. Apesar dos obstculos a visita foi r ealizada com muita tranqilidade. Os sales possuem atrativos como estalactites, estalagmites, cortinas, travertinos e outr os espeleotemas. R ealizado o per curso pr evisto, todos voltaram ao salo principal e foi feito o “black out”, apagando todas as luzes e experimentando a completa escurido e silncio da caverna. Mesmo nas passagens mais estr eitas era ntida a felicidade e entusiasmo de Mar cos, um dos cadeirantes, que acompanhou atento s explicaes sobr e a caverna r ealizadas pelo R onaldo Sarmento. Mar cos ficou bastante emocionado e agradeceu a todos os envolvidos, pessoas que ele no conhecia, mas que demonstra-ram nimo e dedicao para participar da atividade. “S conhecia as cavernas por fotos, filmes e livr os, mas no a mesma coisa que estar l dentr o, ter as sensaes de escur o e temperatura e ver as formaes esculpidas pela natur eza h muitos e muitos anos” destaca Mar cos. Durante a visita, a comisso espeleoincluso apr oveitou para testar indicador es que avaliam a possibilidade da caverna r eceber PNEs. A ferramenta foi aplicada por Del-ci Ishida que, mesmo sem conhecimento prvio, conseguiu coletar os dados sem pr oblemas. T ambm foi r ealizado um r egistr o fotogrfico por T er esa Arago, Jovenil Souza e L eonar do Morato. Na visita tambm foi possvel constatar a importncia do cadeirante esta acom-panhado por um amigo, a ligao e convvio existente entr e os dois importante para a r ealizao da atividade, pois, essa prtica pode favor ecer tanto a tranquilidade, segurana, bem estar do PNE cadeirante quanto do seu acompanhante; sempr e contando com o apoio dos monitor es. Neste caso especfico usamos o exemplo de: Tiago R odrigues dos R eis e rica Nunes, citado em estudos anterior es. A comisso espeleoincluso parabeniza todos os envolvidos na atividade prin-cipalmente a equipe local que idealizou a visita Lapa da Claudina, com muito com-pr ometimento e seriedade. TURISMO DE BASE COMUNITRIA NO VALE DO PERUA Por Marcelo Augusto Rasteiro (SBE 1089) T urismlogo especialista em Ecoturismo Membro da Seo de Espeleoturismo da SBE SeT ur/SBE Congr essistas do 30 CBE visitam o P ar que Nacional Cavernas do P erua e se hospedam em casas das comunidades de F abio I e II entr e os municpios de Itacaramb e Januria MG. A atividade de ps-congr esso incluiu a visita Gruta do Janelo, uma das maior es cavernas em volume do mundo, e Lapa dos desenhos, r epleta de inscries rupestr es de diversas cor es. Alm das atraes do par que, que so de tirar o flego, a visita chamou ateno pela hospitalidade da pr efeitura local que r ecebeu os congr essistas com um maravilhoso caf da manh, alm da comunidade local que fez uma apr esentao de danas folclricas, mesmo estando ‘fora da poca’. TURISMO DE BASE COMUNITRIA A hospedagem dos congr essistas foi na casa dos morador es, incentivando o turismo de base comunitria (ou de base local) no qual a populao participa como empr eendedor es do turismo e no apenas como mo de obra. Neste tipo de turismo a qualidade no deve ser avaliada como no turismo conven-cional. No esperado que as instalaes e ser vio sejam como o de uma grande r ede hoteleira, a qualidade est na autenticidade do contato humano e na incluso social, transformando a viagem em uma vivncia mais r eal. P ara saber mais contate: Associao das P ousadas e Similar es do V ale do P erua Itacaramb e Januria-MG F one: (38) 3613-6012 D e l c i I s h i d a D e m i a n M o r e i r a Cadeirantes visitam a Lapa da Claudina (MG-88) T rabalho em equipe para transpor obstculos T e r e s a A r a g o T iago Reis leva a rica “de mochilinha” Depois do Boi, todos entraram na roda de samba D e l c i I s h i d a

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4 t s N o c ia t s N o c ia MORCEGOS GUARDAM ‘FONTE DA JUVENTUDE’ Cientistas da Universidade San Antonio, no T exas, Estados Unidos, esto estupefatos com uma nova descoberta que poder levar a um dos avanos mais impor-tantes na histria humana a possibilidade de aumentar o tempo de vida das pessoas. mostra que um dobramento ade-quado de uma pr otena ao longo do tempo de vida dos mor cegos explica por que esses animais vivem significativa-mente mais do que outr os mamfer os de mesmo tamanho, como os camundongos. "Em ltima instncia, ns estamos tentando des-cobrir os mecanismos subjacentes que per-mitem que algumas espcies de animais tenham um tempo de vida longo, com a esperana de que possamos ser capazes de desenvolver terapias que permitam s pes-soas envelhecer em mais lentamente," disse Asish Chaudhuri, pr ofessor de bioqumica e um dos coor denador es da pesquisa. PROTENA RESISTENTE Asish e seus colegas fizeram a descoberta extraindo pr otenas do fgado de duas espcies de mor cegos de vida longa ( T adariO artigo, que vir ou capa da edio de Julho do r enomado The F A SEB Journal da brasiliensis e Myotis velifer ) e de camundongos adultos jovens. Essas pr otenas foram ento expostas a qumicos conheci-dos por causar dobramentos incorr etos das pr otenas. Depois de examinar as pr otenas, os cientistas descobriram que as pr otenas dos mor cegos apr esentavam menos danos do que as pr otenas dos camundongos, indicando que os mor cegos tm um mecanismo para manter em a estrutura adequada sob estr esse extr emo. FONTE DA JUVENTUDE "T alvez Juan P once De L en no estivesse to longe da ver dade quando per corr eu a Flrida em busca da F onte da Juventude," brinca Gerald W eissmann, editor da r evista cientfica que publicou a descoberta. "P elo que par ece, uma dessas espcies de mor cego vive sua longa vida na Flrida. Como os mor cegos so r oedor es com asas, esta dica qumica que explica por que os mor cegos superam os camundongos no jogo do envelhecimento poder levar os cientistas origem dessa fonte to elusiva," afirma ele. Fonte: Dirio da Sade 07/07 /2009. CIENTISTAS CRIAM ROB-MORCEGO P esquisador es americanos esto trabalhando para criar mor cegos r obticos que possam superar o desempenho e agilidade das miniaturas de avies e helicpter os usados em sistemas de vigilncia ou para explorar locais de difcil acesso. O r ob-mor cego pesa apenas 6 gramas e feito de uma liga metlica com alta elasticidade, que ofer ece ampla liber dade de movimentos mas sempr e r etorna a sua posio original, segundo o coor denador da pesquisa Stefan Seeleck e, da Universidade da Car olina do Norte. "Esta uma funo desempenhada por vrios msculos mins-culos, cartilagem e tendes em mor cegos de ver dade", diz o pesquisador A pesquisa ser apr esentada na prxima na Califrnia, em setembr o deste ano. Fonte: T erra T ecnologia 12/07 /2009. conferncia da Sociedade Americana de Engenharia Mecnica MARIPOSA CAUSA INTERFERNCIA EM SONAR DE MORCEGO P oucos pr edador es noturnos so mais eficientes do que os mor cegos comedor es de insetos. As rajadas de ultrassom emitidas pelos bichos permitem que eles "vejam" na mais completa escurido, a no ser clar o, quando a pr esa desejada uma certa mariposa-tigr e ( Bertholdia trigona ). P esquisador es dos EU A mostraram que, como um daqueles avies "invisveis", o inseto consegue se "esconder" do sonar de seu inimigo, graas s suas prprias emis-ses de ultrassom. A inovao "tecnolgica" uma mo na r oda: outras mariposas, que no possuem esse sistema de contra-ataque, corr em 400% mais risco de ser em capturadas do que a espcie em questo. Essas conclu-ses esto num cujo autor principal Aar on Cor coran, da Universidade W ak e F or est, na Car olina do Norte. J se sabia h bastante tempo que a mariposa-tigr e, assim como muitos mor cegos, pr oduzia emisses de ultrassom, que os ouvidos humanos no conseguem cap-tar P ara o mor cego, as emisses so uma espcie de viso noturna: o som r efletido artigo na edio de 17 de julho da r evista Science pelos objetos ao seu r edor na forma de ecos, e decodificado pelo cr ebr o do bicho, formando uma imagem mental mesmo no escur o. O dur o era saber para que os insetos estavam usando esses barulhos. T rs principais hipteses competiam para explicar isso. A primeira de que o som ser viria como um sinal de alerta para o mor cego sobr e o sabor da mariposa (uma mensagem do tipo "tenho gosto ruim tenho gosto ruim tenho gosto ruim"). Ao associar o barulho com o sabor desagradvel, o mamfer o alado no mais devoraria as mariposas. Outra hiptese a do susto: o ultrassom assustaria o mor cego e atrapalharia a captura. F inalmente, havia a ideia do "manto de pr oteo": o sonar do mor cego no funcionaria bem diante do contra-sonar do inseto. O jeito de testar essas pr opostas no poderia ser mais simples: os pesquisador es fizeram com que algumas mariposas ficas-sem "mudas", coitadas, r emovendo o r go usado para emitir o ultrassom. Em uma variante dos experimentos, as mariposas ficaram amarradas, espera do mor cego; em outr os, podiam voar por um r ecinto com pr eparao acstica especial. Outras espcies de mariposa, sem o sonzi-nho irritante, tambm entraram na brinca-deira, como contr ole. O que aconteceu era totalmente consistente com a hiptese do contra-ultrassom das mariposas: os insetos de outras espcies eram facilmente devorados, assim como as mariposas "mudas", mas era bem mais difcil capturar as mariposas com ultrassom funcional. Em pleno voo, os mor cegos tinham de ficar corrigindo seu curso, muitas vezes sem chegar a lugar algum. Fonte: G1 17/07 /2009. Mariposa consegue confundir o sonar do morcego N i c k o l a y H r i s t o v O rob pesa 6 gramas e foi desenvolvido para reproduzir os movimentos de um morcego D i v u l g a o

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5 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: Visite Campinas e conhea a Biblioteca Guy-Christian Collet Sede da SBE. Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe 04 a 08/08/2010 6 Congresso de Espeleologia da Amrica Latina e Caribe Matanzas, Cuba www .fealc.org/eventos.htm C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S VENHA P ARA O MUNDO D A S CA VERNA S Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br N ovas Aquisies Boletim NSS News N6, National Speleological Society : Jun/2009. Boletim The Journal of the Sydney Speleological Society N6, SSS: Jun/2009. Boletim eletrnico Argentina Sub terrnea N22, F ederacin Argen tina de Espeleologa: Jun/2009. Boletim eletrnico Sedeck N7, Sociedad Espaola de Espeleologa y Ciencias del Karst: Abr/2009. As edies impressas esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE. Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. 19 a 26/07/2009 15 ICS Congresso Internacional de Espeleologia K err ville, T exas USA www .ics2009.us P ara quem pensa... O!!!! Data: 07/2009 Autor: Marcos Marques da Silva (SBE 1645) Gruta do Janelo (MG -199) P roj. Horizont.: 4.740 m. Desnvel: 176 m.Itacarambi/Januria-MGP arque Nacional Cavernas do P erua. A foto foi realizada durante a visita de ps congresso do 30 CBE (vide matria sobre o con-gresso na 1 pgina). No h como no se impressionar com as dimenses e a beleza do local que, infelizmente, ainda est fechado visi-tao regular SEDECK N7 J est disponvel para download em PDF o boletim SEDECK n7, uma publicao da Sociedad Espaola de Espeleologa y Ciencias del K arst. Esta edio traz os seguintes artigos: El conte xto geolgico de la cueva de Mendukilo: la Sierra de Aralar; Exploraciones Subterrneas en el Aralar Navarr o; Quirpter os de la Sierra de Aralar; El yacimiento de oso de las cavernas (Ursus spelaeus Ros.-Hein.) de la cueva de Amut-xate (Aralar-Navarra); T r es aos de estudios micr oclimticos en la Cueva de Mendukilo; Hidr oqumica y Micr obiologa en la Cueva de Mendukilo; Cueva de Mendukilo: de establo de montaa a cueva turstica, laboratorio subterr-neo y aula de educacin ambiental; El calentamiento global visto desde los glaciar es de los cr culos polar es A r evista est disponvel em: sedeck.or g M a r c o s M a r q u e s d a S i l v a 30/07/2009 15 Aniversrio do Guano Speleo/UFMG Belo Horizonte MG www .sbe.com.br/acontece.asp