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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
Proposta de graduação de mapeamento da UIS - Bahia tem novo grupo de espeleologia - Palestra sobre a expedição Jurassic Cave 20009 (Bolívia) - Cimento com sobras de sisal - Novas dolinas aparecem em Vazante - FAPESP e Vale assinam acordo para investir em pesquisa mineral - Criado o Geoparque Bodoquena-Pantanal - Expedição Amigos de Terra Ronca - Maior morcego do mundo pode desaparecer da Malásia em seis anos - Morcego voa mais de mil km num mês - 4º ENME - Foto do Leitor: Gruta das Perdidas(MG-1140).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 5, no. 144 (2010)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03525 ( USFLDC DOI )
k26.3525 ( USFLDC Handle )
8779 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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Proposta de graduao
de mapeamento da UIS Bahia tem novo grupo de espeleologia -
Palestra sobre a expedio Jurassic Cave 20009 (Bolvia) -
Cimento com sobras de sisal Novas dolinas aparecem em Vazante
- FAPESP e Vale assinam acordo para investir em pesquisa
mineral Criado o Geoparque Bodoquena-Pantanal Expedio
Amigos de Terra Ronca Maior morcego do mundo pode desaparecer
da Malsia em seis anos Morcego voa mais de mil km num ms -
4 ENME Foto do Leitor: Gruta das Perdidas(MG-1140).



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SBE SBE ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 5 N 144 01/01/2010 A partir destas consideraes a comisso deseja saber a opinio de todos os espelelogos sobr e o assunto e a comunidade espeleolgica brasileira tambm pode e deve participar A pr oposta base est disponvel pelo link no final desta matria e os inter essados podem avaliar a pr oposta e encaminhar suas sugestes para o delegado brasileir o no grupo de trabalho T opografia e Mapeamento da comisso de informtica da UIS, F abio Kok Geribello, pelo e-mail: A pr oposta da UIS criar uma padro que seja universal, facilitando a compr eeso e avaliao dos mapas topogrficos sub-terrneos. fabio@geribello.com.br Clique aqui para ler o esboo da pr oposta Durante o 15 Congr esso Internacional de Espeleologia, em 2009 na cidade de Kerr ville (EU A), o Grupo de T rabalho "T opografia e Mapeamento", da comisso de informtica da UIS, discutiu os sistemas de graduao de mapeamento britnico (BCR A) e australiano (ASF), o uso destes, suas limitaes e possveis melhorias para uso internacional pela UIS. A grande maioria dos pr esentes concor dou que o uso de um sistema de graduao no mapeamento espeleolgico neces-srio para informar ao usurio sobr e a acurcia esperada do mapa. Aps uma animada discusso, foi verificado que o sistema de graduao padro da ASF se apr o xima muito das expectativas do grupo e que este poderia ser comple-mentado para o uso pela UIS. PROPOSTA DE GRADUAO DE MAPEAMENTO DA UIS BAHIA TEM NOVO GRUPO DE ESPELEOLOGIA Por Fernando Andrade Silva Grupo Mundo Subterrneo de Espeleologia – GMSE (SBE G123) Em meados de 2009, comeamos a pensar na formao de um grupo a fim de criar alternativas plausveis para uma signi-ficativa pr oteo das cavernas existentes no municpio de P aripiranga, estado da Bahia. Da sur giu iniciativa, entr e estudantes, para criado o (GMSE). O GMSE vem r ealizando atividades com o objetivo de inventariar as paisagens crsticas de P aripiranga, r eunindo dados para futur os estudos de sustentabilidades no uso pblico e para construo de planos de manejo, alm disso, o grupo tem como misso contribuir para a conser vao das paisagens crsticas, atravs da pr omoo da educao ambiental, pesquisa, pr ojetos de sustentabilidade e desenvolvimento do espeleoturismo, colaborando para a melho-ria de vida das comunidades da r egio, pr omovendo sua auto -r ealizao e trazendo um novo pensar e r efletir junto natur eza. Desde a sua formao, o grupo j r ealizou diversas aes como a identificao, at o momento, de 13 feies crsticas, Grupo Mundo Subterrneo de Espeleologia mas o potencial da r egio, com dados compr ovados e visualizados, de apr o ximadamente 25 cavernas. P atrimnio conhecido pela per cepo da comunidade, mas ainda desconhecidas cientificamente. Em dezembr o GMSE filiou-se a SBE para fazer parte da comunidade espeleolo-gica brasileira e contribuir com o conheci-mento do grande acer vo de cavernas ainda no pesquisadas. F ica o convite toda comunidade espeleolgica para participar das atividades do GMSE, abrindo caminhos para esse mun-do de silncio, mistrios e beleza, um uni-verso aventur eir o de atividades legitimamente ecotursticas, com a finalidade de pr omover a sustentabilidade local e pr oteo do patrimnio cultural e natural. Dia 09 de Janeir o (sbado) a SBE r ealizar em sua sede o “40 SBE de P ortas Abertas” com a P alestra: Expedio Jurassic Cave 2009 – Espeleologia transversal ministrada por Soraya A yub (SBE 0528) e L or enzo Epis (SBE 0671), membr os da AK AK OR Geographical Exploring. A palestra tm como tema a Expedio Espeleolgica T rinacional (Itlia, Bolvia e Brasil) Jurassic Cave 2009, r ealizada pela associao AK AK OR Geographical Exploring (SBE G116) na r egio de T or otor o, na Bolvia, envolvendo trabalhos de explorao, mapeamento e investigao geolgica, alm da r ealizao de cursos e apoio ao III Congr esso Boliviano de Espeleologia. Mais informaes sobr e a JurassicCave 2009 no L ocal: P ar que T aquaral P orto 2 Campinas SPData: 09/01/2010 (Sbado)Horrio: 15 horasEntrada: gratuita Saiba mais sobr e o pr ojeto em: SBE Notcias n138 Sede da SBE www .sbe.com.br/aberta.asp PALESTRA SOBRE A EXPEDIO JURASSIC CAVE 2009 (BOLVIA) Caverna Mario Jardim T orotor o Bolvia Uma das cavernas exploradas pela expedio D a v i d e S c h i a v o n Unio Internacional de Espeleologia

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2 t s N o c ia t s N o c ia CIMENTO COM SOBRAS DE SISAL As sobras da bucha de sisal, que geralmente so joga-das fora nos pr ocessos de fabricao de cor das, podem fornecer uma importante matria-prima para a indstria de materiais de cons-truo, aponta uma nova pesquisa. A equipe do pr ofessor Holmer Savastano Jnior da F aculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de So P aulo (USP), desenvolveu um mtodo de obteno de fibras a partir da sobra r ejeitada da planta que pode gerar r enda e aprimorar a cadeia do sisal, que envolve hoje, no pas, mais de 700 mil pessoas em atividades dir etas e indir etas. Chamado de polpao or ganossolve, o pr ocesso consiste em dissolver a massa do sisal por meio da aplicao de pr esso, alta temperatura e de um r eagente, no caso, etanol. O objetivo quebrar a lignina que mantm as fibras unidas. Os pr ocessos convencionais para obteno de fibras ou celulose utilizam o mtodo kraft, que, alm de envolver um pr ocesso qumico mais agr essivo, vivel somente em lar ga escala. “Uma grande vantagem do or ganossolve ser adaptvel a plantas de pequeno porte, o que o torna adequado a pequenos pr odutor es”, contou Savastano. O fibr ocimento poder ser mais um brao da cadeia pr odutiva do sisal, planta que tem o Brasil como maior pr odutor mundial. O material obtido da planta do semirido, segundo a pesquisa, pode entrar na fabricao de telhas, divisrias, suportes de ar condicionado, caixas d’gua e demais estruturas que atualmente utilizam outr os tipos de fibras. Um dos desafios da equipe de Savastano r eduzir a degradao que o sisal sofr e em um pr oduto de construo a base de cimento. Como toda fibra natural, ela sofr e os efeitos da alcalinidade do cimento, decompondo -se com o passar do tempo. As peas de fibr ocimento desenvolvidas at o momento contm um por centual de fibras sintticas, como PV A (polivinil alcool) e PP (polipr opileno). “Quer emos agora aumentar o teor da fibra natural e r eduzir o de materiais sintticos”, disse. Alm do sisal, o grupo da USP comeou a pesquisar tambm a fibra de bambu como componente de fibr ocimento. A engenheira agrcola V iviane da Costa Corr ea, orientanda de Savastano, desenvolve em seu mestrado o pr ocesso or ganossolve aplicado ao bambu Fonte: Agncia F APESP 17/12/2009 Subprodut o do sisal pode ser aproveit ado NOVAS DOLINAS APARECEM EM VAZANTE As chuvas caem forte sobr e o Brasil central e fizeram apar ecer novas dolinas no castigado municpio de V azante, no nor oeste de Minas Gerais. Uma delas sur giu h poucos dias em um bairr o da cidade, causando queda de uma par ede e rachaduras na casa em construo de um auxiliar de ser vios gerais. O local foi inter ditado, conforme r eportagem da TV Integrao. R elatos da Associao V azantina de Ecologia (A VE) do conta de que pelo menos seis crateras j apar eceram na r egio este ano. Como o fenmeno das dolinas tpico de solos calcr eos, mas l tudo acelerado e amplificado pela minerao de zin-co da V otorantim, que dr ena enormes quantidades de gua subterr-nea para extrair o pr oduto. O caso se arrasta no Ministrio Pblico F ederal em P atos de Minas, onde aes civis pblicas pedem o fechamento da mina. "E a justia nada. Quem sabe no Brasil, por que V azante outra coisa, no est no Brasil", r eclamou R eginaldo Alves, da A VE. Fonte: O Eco 16/12/2009 mostr ou o portal O Eco em novembr o de 2008 A F undao de Ampar o P esquisa do Estado de So P aulo (F APESP) e a empr esa V ale S.A. assinaram um acor do, dia 23 de dezembr o, para o apoio pesquisa cientfica, tecnolgica ou de inovao a ser desen-volvida em r eas como minerao, ener gia, biodiversidade e pr odutos ferr osos para siderur gia. A pr eviso de investimentos de at R$ 40 milhes, sendo metade pr oveniente da F APESP e metade da V ale. Os temas contemplados no acor do, alguns bastante abrangentes, r efletem a complexidade das atividades da V ale e desafios que a companhia enfr enta. “Essa amplitude abr e mltiplas oportunidades para pesquisa em vrias r eas do conhecimento”, disse Carlos Henrique de Brito Cruz, dir etor cientfico da F APESP O acor do de cooperao F APESP V ale tem foco “no desenvolvimento de tecnolo-gias e pr ocessos capazes de mudar paradigmas dentr o de empr esa”, segundo L uiz Eugnio Mello, dir etor do Instituto T ecnolgico V ale (ITV), o brao de pesquisa da mineradora. Segundo ele, a V ale, que a maior empr esa privada do pas e a segunda maior mineradora do mundo, pr etende, com o acor do, apr o ximar -se de cientistas de instituies paulistas, a fim de desenvolver pesquisa de fr onteira em r eas consideradas estratgicas. REAS DE PESQUISA O acor do entr e a F APESP e a V ale engloba uma ampla gama de temas de pes-quisa, mas a lista tem um carter indicativo. Algumas das r eas contempladas, como a busca de novas r otas de biocombustveis e a contabilidade ambiental, so totalmente novas para a V ale. No campo da minerao, o acor do indica como r ea prioritria, por exemplo, a busca de mtodos de pr ospeco mineral por sensoriamento r emoto e estudos sobr e a formao geolgica de cavernas e sobr e as espcies que as habitam Segundo Mello, a assinatura dos convnios uma das decorrncias da cria-o do Instituto T ecnolgico V ale, “ A criao do instituto uma mudana de para-digma nas estratgias de pesquisa e desen-volvimento da V ale”, disse Fonte: Agncia F APESP 23/12/2009 FAPESP E VALE ASSINAM ACORDO PARA INVESTIR EM PESQUISA MINERAL Rebaixamento do lenol fretico a causa provavel do esburacamento O E c o D i v u l g a o

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3 t s N o c ia t s N o c ia CRIADO O GEOPARQUE BODOQUENA-PANTANAL O Governo do Estado (MS) assinou, dia 22 de dezembr o, o com o objetivo de conser var pr oteger e valorizar o patrimnio cultural e natural situado na r egio da Serra de Bodoquena e do P antanal. O Geopark tem uma r ea de 39.700 km2, abrangendo os territrios dos municpios de Bonito, Bodoquena, Ladrio, Corumb, Jar dim, Niaoque, Bela V ista, P orto Murtinho, Miranda, Aquidauana, Anastcio, Caracol e Guia L opes da Laguna. F azem parte do Geopar que 54 r eas denominadas geosstios, envolvendo fazendas, lagoas, grutas e nascentes de rios. Com o decr eto, o Estado passa a ter aparato legal para o r econhecimento pela Or ganizao das Naes Unidas para a Educao, a Cincia e a Cultura (Unesco) e inse-rida da “R ede Mundial de Geopar ques”. O documento formaliza diversas atividades j consolidadas, tanto nas escalas de pr eser vao e pesquisa, quanto nas r eas de turismo e desenvolvimento. Segundo a tcnica da Unidade de Conser vao do Instituto do Meio Ambiente de Mato Gr osso do Sul (Imasul), entr e os cer ca de 20 pr ojetos para a instituio de geopar ques no P as, Mato Gr osso do Sul o que est mais embasado e com condies de r eceber o selo da Unesco, o que deve ocorr er em 2010. decr eto que institui o Geopar que Bodoquena-P antanal A elevao categoria de geopar que, uma chancela oficial da Unesco, uma fer-ramenta de pr eser vao para r eas dotadas de importantes testemunhos geolgicos e paleontolgicos da evoluo da T erra, e tambm objetiva fomentar a educao, inclu-so social, divulgao cientfica e o turismo. Desde a criao do Global Networks of Nati-onal Geoparks, em 2004, a Unesco j chan-celou 57 geopar ques ao r edor do mundo, sendo apenas um nas trs Amricas o Geo-par que do Araripe, no Cear, em 2006. O conselho gestor do Geopark Bodoquena – P antanal, deve se r eunir no incio de fever eir o e ser formado por r epr esentantes do governo estadual (Imasul, F undtur e F undao de Cultura de Mato Gr osso do Sul); Iphan; Departamento Nacional de P r oduo Mineral; Companhia de P esquisa de R ecursos Minerais – Ser vio Geolgico do Brasil; Comando Militar do Oeste; e as pr efeituras dos 13 municpios envolvidos Fonte: Pant anal News 22/12/2009 Por Darcy Augusto Rgis V alente GCPE Grupo Carste de Pesquisas Espeleolgicas (SBE G122) A Expedio Amigos em T erra R onca ocorr er entr e os dias 03 a 17 de Janeir o de 2010, no P ar que Estadual de T erra R onca no municpio de So DomingosGO Na Expedio sero ministrados vrios cursos: Biologia subterrnea, Tcnicas V erticais, T opografia em Caverna, F otografia subterrnea, P rimeir os Socorr os em ambientes confinados, A uto Socorr o, Tcnicas de R esgates, Oficina de pr ojetos e outr os. Informaes: V aldecir Simo dos Santos (15) 9717-8611 Dar cy A ugusto R V alente (62) 9637-8405 Emerson Gomes P edr o (11) 7351-1000 naativa@hotmail.com grupocarste@hotmail.comgomes_espeleo_bec@yahoo.com.br Morcego nathusius: pipistrellus nathusii EXPEDIO AMIGOS EM TERRA RONCA MAIOR MORCEGO DO MUNDO PODE DESAPARECER DA MALSIA EM SEIS ANOS Com enver gadura de mais de 1,5 metr o, a grande raposa-voadora ( Pter opus vampyrus ) o maior mor cego do mundo. Mas seu tamanho no tem ajudado: tornou-se alvo de caa e muitos so mor-tos todos os anos, levando a espcie a ser ameaada de extin-o, de acor do com uma pesquisa r ecente. e o primeir o de seu gner o a examinar mor cegos frugvor os na sia. A grande raposa-voadora encontrada em pases como Indonsia, Malsia, Mianmar e Camboja. Somente na Malsia, 22 mil mor cegos so caados legalmente todo ano, e um nmer o ainda desconhecido morto de forma ilegal. Epstein declar ou que esse nvel de caa “ insustentvel para o nmer o de mor cegos no pas e vai dizimar essa espcie ecologicamente importante”. Sobr e essa importncia ecolgica, Epstein declar ou que os mor cegos “comem O estudo, liderado por Jonathan H. Epstein do W ildlife T rust, de Nova Y ork, foi publicado no Journal of Applied Ecology fruta e nctar e, ao fazer isso, espalham as sementes e polinizam as r vor es, sendo cruciais na pr opagao de plantas tr opicais”. A raposa-voadora est atualmente listada como “quase ameaada” pela Lista V ermelha de Espcies Ameaadas da Unio Internacional para a Conser vao da Natur eza (IUCN, na sigla em ingls). Epstein e sua equipe descobriram que os mor cegos viajam grandes distncias em busca de comida e atravessam centenas de quilmetr os entr e poleir os, o que muitas vezes os leva a cruzar fr onteiras nacionais. A espcie pr otegida na vizinha T ailndia, mas a caa permitida em pases prximos. Usando modelos de computador Epstein diz que a grande raposa-voadora pode ser extinta em seis anos. P ara salvar a espcie da extino na Malsia, Epstein e seus colegas esto pedindo uma pr oibio temporria da caa. Fonte: Scientifc American Brasil 17/12/2009 MORCEGO VOA MAIS DE MIL KM NUM MS Um mor cego de apenas oito gramas de peso per corr eu em 28 dias a longa distncia de 1.360 km entr e L etnia e Sua, estabelecendo um r ecor de que deix ou pasmos os estudiosos do diminuto mamfer o. O mor cego nathusius, capturado no canto suo de Soleur e, tinha um anel com a inscrio da data e do local da L etnia de onde havia partido, permitindo calcular que voou pelo menos 50 km por noite. Fonte: AFP 29/12/2009 t h i n k o h o l i c c o m Raposa-voadora: pteropus vampyrus P a m T h o m a s Rio P erdido: Parque Nacional Serr a da Bodoquena V i a R u r a l

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: V i s i t e C a m p i n a s e c o n h e a a B i b l i o t e c a G u y C h r i s t i a n C o l l e t S e d e d a S B E Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO DAS CA VERNAS VENHA P ARA O MUNDO DAS CA VERNAS V oc no pode perder ... Data: 08/2009 Autor: P aulo Cesar R odrigues P eixoto Gruta das P erdidas (MG -1140) P rojeo Horizontal: 245 m. Desnvel: 19 m. Matozinhos MG.Na foto uma profuso de helectites. Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim NSS News N10, National Speleological Society : Out/2009. Boletim The Journal of the Sydney Speleological Society N11, SSS: Nov/2009. Boletim eletrnico Informativo da Sociedade P araibana de Arqueolo gia N41, SP A: Nov/2009. Boletim eletrnico El Explorador N68, GEDA/ Sociedad Espeleolo gica de Cuba: Dez/2009. 4 ENME O 4 Encontr o Norte Mineir o de Espeleologia tm o objetivo de r eunir os grupos de espeleologia da r egio, pr omovendo a tr oca de informaes e o desenvolvimento tcnico -cientfico dos participantes. Mais informaes na pgina: www .sbe.com.br/4enme.asp 04 a 08/08/2010 6 Congresso de Espeleologia da Amrica Latina e Caribe Mat anzas. Cuba www .atenas.inf.cu 09/01/2010 Palestra: Jurssic Cave 2009 Sede SBE Campinas SP www .sbe.com.br/abert a.asp 17 a 24/01/2010 9 Expedio SBE-T O Aurora do T ocantins T O www .sbe.com.br/campo.asp P a u l o C e s a r R o d r i g u e s P e i x o t o