SBE Notícias

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Title:
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Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
GRUCAV organiza o 5 oEncontro Mineiro de Espeleologia - SBE adere à Nota Fiscal Paulista - Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco é inaugurado em Pains MG - Curso forma técnicos para licenciar obras em áreas com cavernas - Poder de atuação do CECAV é restrito - GPE apóia lançamento da revista Tarairiuacyte; - São Paulo cria conselho voltado ao patrimônio espeleológico - Caverna guarda possível novo ancestral do homem - Maior morcego das Américas é coletado pela primeira vez no MS - Federação Bulgara de Espeleologia pede apoio - Manual do Arqueólogo - Foto do Leitor: Gruta da Tapagem (SP-2).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 5, no. 154 (2010)
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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K26-03535 ( USFLDC DOI )
k26.3535 ( USFLDC Handle )
8789 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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GRUCAV organiza o 5
oEncontro Mineiro de Espeleologia SBE adere Nota
Fiscal Paulista Museu Arqueolgico do Carste do Alto So
Francisco inaugurado em Pains MG Curso forma tcnicos para
licenciar obras em reas com cavernas Poder de atuao do
CECAV restrito GPE apia lanamento da revista
Tarairi&uacyte; So Paulo cria conselho voltado ao
patrimnio espeleolgico Caverna guarda possvel novo
ancestral do homem Maior morcego das Amricas coletado pela
primeira vez no MS Federao Bulgara de Espeleologia pede
apoio Manual do Arquelogo Foto do Leitor: Gruta da Tapagem
(SP-2).



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SBE SBE ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 5 N 154 1 1/04/2010 A R ede Universitria de Estudos Cientficos e Espeleolgicos GRUCA V (SBE G118) convida todos para o 5 Encontr o Mineir o de Espeleologia (EMESPE), de 08 a 12 de julho de 2010, no Instituto F ederal de Educao, Cincia e T ecnologia Norte de Minas Gerais (IFNMG) Campus Januria. O evento r ealizado pela SBE e or ganizado pelo GRUCA V com o apoio de diversos grupos de espeleologia da r egio. O T ema central “Espeleologia como cincia multidisciplinar : o papel das instituies na pr eser vao das cavidades do norte de Minas Gerais”. O evento conta com vrias atividades como mini-cursos, debates, mesas-r edondas, alm de visitas tcnicas s cavernas do V ale do P erua. A comisso or ganizadora est finalizando a pr ogramao e divulgando os detalhes na pgina do evento. Confira! www .sbe.com.br/5emesp.asp GRUCAV ORGANIZA O 5 ENCONTRO MINEIRO DE ESPELEOLOGIA Vist a do Morro da Pedreir a ou Morro do Urubu em Sobr adinho DF Casaro centenrio abriga o MAC O Morr o guar da abismos ideais par a o aprimoramento de tcnicas ver ticais Por Delci Ishida (SBE 0842) T esoureira da SBE Gesto 2009-201 1 A SBE j pode r eceber crditos da Nota F iscal P aulista e qualquer contribuio muito bem vinda. A Nota F iscal P aulista um pr ograma que devolve 30% do ICMS efetivamente r ecolhido pelo estabelecimento a seus consumidor es, um incentivo para que os cidados que adquir em mer cadorias exijam do estabelecimento comer cial o documento fiscal. Quem quiser contribuir com a SBE s pr ecisa informar o CNPJ abaix o ao solicitar a nota fiscal em qualquer estabelecimento comer cial do Estado de So P aulo, inclusive postos de combustvel. CNPJ da SBE: 052.168.481/0001-42 O crdito pequeno, porm, de gro em gro... R R e a l i z a o O r g a n i z a o A p o i o SBE ADERE Acaba de ser inaugurado (10/03) o Museu Ar queolgico do Carste do Alto So F rancisco (MA C) em um casaro do sculo XIX r estaurado e adaptado para r eceber o acer vo ar queolgico na cidade de P ains MG. O local r ene achados ar queolgicos encontrados em 08 municpios do Alto So F rancisco e fruto de uma par ceria entr e pesquisador es, P r efeitura Municipal, Instituto Brasileir o de Museus (IBR AM) e Instituto do P atrimnio Histrico e Artstico Nacional (IPHAN), guar dando um importante acer vo ar queolgico pr-histrico r eunido em mais de dez anos de pesquisas. No museu esto expostos artefatos ar queolgicos encontrados na r egio com antiguidades compr eendidas entr e 10.000 e 500 anos, mapas, fotos, alm de imagens de cavernas da r egio do Alto So F rancisco. IMPORTNCIA DA REGIO A pr esena de macios calcrios, cavernas e abrigos naturais que configuram o Carste do Alto So F rancisco r ene condies bastante favorveis para a pr eser vao de vestgios de culturas pr etritas. As dataes radiocarbnicas obtidas, at o momento, r ecuam a pr esena humana na r egio para cer ca de 11.000 anos. Diversos vestgios de pedra lascada, dentr e eles, ferramentas para corte da carne de caa, para trabalhar madeira e ossos, alm de pontas de flecha foram coletados e estudados. Mais r ecentemente, h cer ca de dois mil anos, a r egio foi ocupada por grupos agricultor es que intr oduziram o uso da cermica e de machados de pedra polida. O MA C fica na r odovia MG -439, n. 1.000, em P ains MG (sada para F ormiga) e aberto ao pblico de quarta a domingo das 14 s 18 horas MUSEU ARQUEOL"GICO DO CARSTE DO ALTO SO FRANCISCO INAUGURADO EM PAINS MG L u a n n a O l i v e i r a E l a i n e M a r t i n s Achados ar queolgicos f icaro em exibio

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2 t s N o c ia t s N o c ia 32 mineradoras foram fechadas Antropomor fos na Lapa A entr ada da caverna justif ica seu nome PODER DE ATUAO DO CECAV RESTRITO Mais de 300 empr eendimentos em todo o P as localizados em r eas de ocorrncia de cavernas e parados por falta de licenciamento ambiental, podero ser libe-rados a partir de abril. A medida ser possvel com a formao da primeira turma de tcnicos especiali-zados nesse tipo de licenciamento nos estados. Eles comearam a ser tr einados em Belo Horizonte (MG), atravs do I Curso de Espeleologia e Licenciamento Ambiental. P articiparo, alm de tcnicos do Ibama, ser vidor es de Minas, So P aulo, Mato Gr osso, P ar, Gois, P aran, Rio Grande do Norte e T ocantins, estados que r enem a maioria das cavernas brasileiras. P ela lei, o licenciamento de obras em r eas prximas s chamadas cavidades naturais subterrneas de r esponsabilidade dos r gos ambientais estaduais. O curso or ganizado pelo Centr o Nacional de P esquisa e Conser vao das Cavernas (Cecav) do Instituto Chico Men-des de Conser vao da Biodiversidade (ICMBio), As aulas iniciaram dia 05 de abril e vo at o dia 17, sendo ministradas por espe-lelogos como A ugusto A uler e L uiz Betoven P il, da Universidade F ederal de Minas Gerais (UFMG) e Carste Consultor es Associados, e R odrigo L opes, da Universidade F ederal de Lavras (UFLA), alm de tcnicos e com o apoio da mineradora V ale, em par ceria com o Instituto T erra Brasilis especialistas do Cecav abor dando temas como a geoespeleologia, biologia subterr-nea, espeleometria e avaliao de impactos ambientais. “ Tcnico mais capacitado significa licenciamento mais rpido e mais criterio-so”, diz o chefe do Cecav Jocy Brando Cruz, ao lembrar que, alm de agilizar a liberao das licenas, o tr einamento ser vir para formar um pr ofissional mais pr eparado para avaliar os impactos dos empr eendimentos sobr e as cavernas, que, no seu conjunto, formam um rico patrimnio nacional a ser pr eser vado. Em 2008, o governo editou o P elo decr eto, s as cavidades consideradas de mxima r elevncia devem ser totalmente pr eser vadas. As demais – de alta, mdia e baixa r elevncias – podem sofr er alteraes e at ser destruidas. “P or isso, vamos formar bem esses tcnicos para que eles saibam identificar a importncia de cada caverna e a necessida-de de pr eser v-las sem inviabilizar os empr eendimentos e o desenvolvimento econmico do P as”, diz Jocy ao destacar que o curso mar ca o incio das aes do P r ograma Nacional de Conser vao do P atrimnio Espeleolgico, lanado no ano passado pelo Ministrio do Meio Ambiente. decr eto 6.640 classificando as cavernas por grau de r elevncia Fonte: T erra Brasilis 01/03/2010 ABN 06/04/2010 Por Marcelo Rasteiro (SBE 1089) P ar ecer da Advocacia Geral da Unio (A GU) declara que a atuao do Centr o Nacional de P esquisa e Conser vao das Cavernas (Cecav) deve se limitar s Unida-des de Conser vao (UC) F ederais no tocante fiscalizao e licenciamento. Com a diviso do Ibama e criao do Instituto Chico Mendes de Conser vao da Biodiversidade (ICMBio) em 2007, o Cecav ficou vinculado ao ICMBio que tem como principais atribuies a conser vao de UC, como par ques e r eser vas, sendo que as atribuies de fiscalizao e licenciamento continuam com o Ibama. Apesar de vinculado ao ICMBio, o Cecav continuava dando anuncia no caso de licenciamentos, mesmo fora da r ea de UC, suprindo a carncia de pessoal qualifi-cado para tal no Ibama, mas o declara que o ICMBio e Cecav s tem poder de pol-cia ambiental em UC federais e no tm competncia para dar anuncia nos casos de licenciamento. O Cecav foi criado em 1997, com forte pr esso da sociedade civil, em especial da SBE, para que o Ibama pudesse contar com um centr o especializado na fiscalizao e pr oteo ao patrimnio espeleolgico. P ar ece que algo se per deu no caminho. par ecer da A GU n116 de 16 de maro de 2010 CURSO FORMA TCNICOS PARA LICENCIAR OBRAS EM REAS COM CAVERNAS Considerada a ver dadeira tribo de ndios do interior do Nor deste, “ T arairi” agora nomeia a primeira r evista eletrnica do Laboratrio de Ar queologia e P aleontologia da Universidade Estadual da P araba (LABAP). A r evista, que ser lanada em junho e publicada semestralmente, abor dar linhas de pesquisa nas r eas de Ar queologia, Espeleologia e P aleontologia. Os escritor es e pesquisador es inter essados em publicar seus artigos deve-ro envi-los at dia 31 de maio. Os textos podem ser escritos em portugus, espanhol, ingls ou francs e devem ter no mximo, 15 pginas. Cada edio da T arairi publicar cer ca de dez artigos cientficos, elaborados por pesquisador es de Instituies de Ensino Superior brasileiras ou estrangeiras. SO PAULO CRIA CONSELHO VOLTADO AO PATRIMNIO ESPELEOL"GICO Por Marcelo Rasteiro (SBE 1089) A Secr etaria de Meio Ambiente do Estado de so P aulo acaba de editar uma r esoluo sobr e a criao do Conselho do P atrimnio Espeleolgico em Unidades de Conser vao do Estado de So P aulo. O objetivo contribuir para a implementao dos Planos de Manejo Espeleol-gico e a definio de uma poltica pblica de pr oteo, pesquisa e manejo r esponsvel do patrimnio espeleolgico em Unidades de Conser vao do Estado. O conselho ser composto por r epr esentantes de r gos pblicos e da Sociedade Civil, com vagas para a SBE e quatr o grupos de espeleologia. L eia a Resoluo SMA-023 de 30 de maro de 2010 GPE APOIA LANAMENTO DA REVISTA TARAIRI A R evista T arairi tem apoio do Museu de Histria Natural da UEPB (MHN), Editora da Universidade F ederal de Campina Grande (EDUFCG), Sociedade P araibana de Ar queologia (SP A) e Grupo P araba de Espeleologia (GPE SBE G113). P articipam do Conselho Editoral os pr ofessor es e pesquisador es Arno Alvar ez Kern, da P ontifcia Universidade Catlica (PUC), do Rio Grande do Sul (RS); Juvandi de Souza Santos (SBE 1228), da UEPB e da SP A; Mar cio Mendes, da UEPB; Antnio Clarindo Barbosa de Souza, da UFCG; e L uiz Eduar do P anisset T ravassos (SBE 1153), da PUC de Minas Gerais (MG). O editor r esponsvel o historiador Thomas Bruno Oliveira, oriundo do LABAP e da Sociedade P araibana de Ar queologia. Fonte: UEPB 07/04/2010 Mais informaes em: labapuepb.blogspot.com

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3 t s N o c ia t s N o c ia Um cientista da universidade de W itwatersrand, na frica do Sul, anunciou ter descoberto fsseis de duas criaturas homi-ndeas com mais de dois milhes de anos, que poderiam ser o elo entr e espcies mais antigas e as mais modernas, conhecidas como homo entr e as quais est a de pessoas atuais. L ee Ber ger afirmou que a descoberta, nas cavernas de Malapa, perto de Joanesbur go, foi feita por acaso em 2008, quando ele e o filho de 9 anos passeavam no local, identifi-cado como um potencial stio ar queolgico graas a um aplicativo do P atrimnio Histrico Mundial acoplado ao pr ograma Google Earth. A descoberta do Australopithecus sediba foi publicada na r evista Science e os autor es dizem que os esqueletos pr eenchem uma br echa importante no desenvolvimento das espcies homindeas. "Eles esto no ponto em que acontece a transio de um primata que anda sobr e duas pernas para ns", disse Ber ger "Acho que todos esto conscientes de que este perodo, entr e 1,8 milho a 2 milhes de anos atrs, um dos mais mal r epr esentados em toda a histria fssil dos homindeos. Estamos falando de um r egistr o muito pequeno, um fragmento." SEPUL T AMENT O RPIDO Muitos cientistas veem os australopitecos como ancestrais dir etos do Homo mas a localizao exata do A. sediba na r vor e genealgica humana vem causando polmica. Alguns acr editam que os fsseis podem ter sido da espcie Homo O que se sabe que as criaturas de Malapa viveram s vsperas do domnio da espcie Homo Inclusive, alguns esqueletos encontrados na frica Oriental que se atribuem a espcies de Homo seriam at um pouco mais antigos que estas descobertas. Mas o A. sediba apr esenta uma mistura de detalhes e caractersticas como dentes pequenos, nariz pr oeminente, plvis muito avanada e pernas longas semelhantes s que temos atualmente. No entanto, a espcie tinha braos muito longos e um crnio pequeno que lembra o da espcie australopitecus, muito mais antiga, qual Ber ger e seus colegas associaram a descoberta. Os ossos foram encontrados cer ca de um metr o uns dos outr os, o que indicaria que eles morr eram na mesma poca ou pouco tempo depois do outr o. Os especialistas dizem que os fsseis podem at ser de me e filho e que razo-vel pr esumir que pertenciam ao mesmo bando. No se sabe se eles moravam no complex o de cavernas em Malapa ou se acabaram pr esos por ali, depois que ter sido arrastados para um lago ou piscina subter-rneos, talvez durante uma tempestade. Os ossos dos dois espcimes foram depositados perto de outr os animais mortos, entr e eles um tigr e dente-de-sabr e, um antlope, ratos e coelhos. O fato de nenhum dos corpos ter sinais de ter sido comido por outr os animais indica que morr eram e foram sepultados r epentinamente. "Achamos que deve ter havido algum tipo de calamidade na poca que tenha r eunido todos esses fsseis na caverna, onde ficaram pr esos e, finalmente, sepultados", afirmou o pr ofessor P aul Dirks, da universidade James Cook, na A ustrlia. T odos os ossos ficaram pr eser vados em sedimentos clsticos calcificados que se formam no fundo de poas d'gua. As informaes esto nos artigos “ ” e “ ”, de L ee Ber ger publicados dia 09 de abril na Science Australopithecus sediba: a new Species of Homo-like Australopith fr om South Africa Geological setting and age of Australopithecus sediba fr om Southern Africa Fonte: BBC Brasil 08/04/2010 CAVERNA GUARDA POSSVEL NOVO ANCESTRAL DO HOMEM Um exemplar do mor cego -fantasmagrande ( V ampyrum spectrum ), o maior mor cego das Amricas, foi capturado na fazenda Nhumirim, da Embrapa P antanal, pelo eclogo Maurcio Silveira. o primeir o exemplar deste animal coletado no Mato Gr osso do Sul. Maurcio est fazendo sua pesquisa sobr e ocupao de habitats naturais e alterados por mor cegos para sua dissertao de mestrado em ecologia da UFMS (Universidade F ederal de Mato Gr osso do Sul) e desenvolve estudos de campo desde dezembr o de 2009 na fazenda da Embrapa FEDERAO BLGARA DE ESPELEOLOGIA PEDE APOIO A F ederao Bulgara de Espeleologia (BF S), entidade que, assim como a SBE, r epr esenta a comunidade espeleolgica de seu pas junto a Unio Internacional de Espeleologia (UIS), pede todos espelelo-gos que assinem uma petio pela apr ovao de um pr ojeto de lei que deve pr oteger as cavernas do pas. P ara assinar basta acessar a pgina da petio na internet, clicar em “ cadastr e-se carta ” e pr encher com seus dados. O sistema envia automaticamente uma mensagem por e-mail com um link para confirmar a assinatura. Detalhe, a mensagem vem em blgar o e muitos pr ovedor es a interpr etam como lix o eletrnico, ento bom ficar atento e ver a pasta de lix o eletrnico aps a assinatura. traduzida para o portugus pelo Google T raslate. Clique aqui acessar a petio MAIOR MORCEGO DAS AMRICAS COLETADO PELA PRIMEIRA VEZ NO MS P antanal (Corumb-MS), Unidade da Empr esa Brasileira de P esquisa Agr opecuria Embrapa, vinculada ao Ministrio da Agricultura, P ecuria e Abastecimento. A captura deste exemplar ocorr eu no dia 20 de fever eir o e foi divulgada em 5 de abril pelos pesquisador es. T rata-se de uma fmea, que pode pesar at 230 g e ter at 1 m de enver gadura. O espcime est depositado na Coleo de V ertebrados da Embrapa P antanal, ser vindo como documentao da distribuio geogrfica. Fonte: Embrap a Pant anal 05/04/2010 Apesar no nome cientfico se r eferir a um vampir o, a espcie na ver dade carnvora, se alimentando principalmente de aves, r oedor es e at de outr os mor cegos. “ uma espcie rara, mas com distribuio geogr-fica bem ampla, que vai do sul do Mxico at o centr o da Amrica do Sul. Jamais havia sido coletada no Mato Gr osso do Sul. Alis, esse foi o r egistr o mais ao sul da pr esena deste animal, e r epr esenta uma ampliao da sua distribuio geogrfica”, afirmou. Descober ta foi feit a por acaso D i v u l g a o V ampyrum spectrum: um metr o de enverdagur a M a u r c i o S i l v e i r a

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: V i s i t e C a m p i n a s e c o n h e a a B i b l i o t e c a G u y C h r i s t i a n C o l l e t S e d e d a S B E Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO DAS CA VERNAS VENHA P ARA O MUNDO DAS CA VERNAS A T urma T oda... Data: 03/2010 Autor: Sibele F ernandes de Oliveira Sanchez (SBE 1625) Gruta da T apagem (SP -2) ou Caverna do Diabo P roj.Horizontal: 6.237 m. Desnvel 175 m. P arque Estadual da Caverna do Diabo Eldorado SP No prximo dia 18 a coordenadora da Comisso de Espeleoincluso da SBE, rica Nunes (SBE 1651), vai apresentar uma palestra na R eatech V ide anuncio na Agenda abaixo Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim NSS News N3, National Speleological Society : Mar/2010. Boletim eletrnico GEP Notcias N1,Grupo de Estudos de P aleoin ver tebrados: Mar/2010. R evista In the Mine N25, F acto Editorial: Jan-F ev/2010 SANTOS, J.S. Manual do Arque logo Campina Grande: EDUFCG, 2010. MANUAL DO ARQUE"LOGO Acaba de ser lanado o livr o “Manual do Ar quelogo” de Juvandi de Souza San-tos (SBE 1228). Com 120 pginas, a obra fornece conhe-cimentos bsicos sobr e Ar queologia, incluindo r egras de comportamento em escavaes ar queolgicas, alm de tcnicas bsicas de conser vao do material. Um exemplar do livr o foi doado e est disposio para consulta de qualquer inter essado. O livr o pode ser adquirido por R$12,00 (incluindo a postagem) dir etamente com o autor pelo e-mail: biblioteca da SBE juvandi@terra.com.br 18/04/2010 Palestra da Comisso de Espeleoincluso na ReaT ech Imigrantes So Paulo SP www .feirasnacip a.com.br 22 a 25/07/2010 2 Simpsio Sul-Brasileiro de Espeleologia UEPB Pont a Grossa PR www .sbe.com.br/2ssbe.asp 08 a 12/07/2010 5 Encontro Mineiro de Espeleologia Januria MG www .sbe.com.br/5emespe.asp S i b e l e S a n c h e z


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