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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
UPE e GREGO realizam expedição em Mambaí - Palestra: Espeleomergulho no Brasil - cenário atual - Parecer pede a sustação do Decreto 6.640/08 - Primeiros registros de cavernas ferruginosas no norte de Minas - O cão mais antigo do mundo - Guano Speleo UFMG organiza encontro de espeleologia - Fungo pode extinguir nove espécies de morcego nos Estados Unidos - Método Identifica vírus em morcegos - Estudo avalia a germinação de sementes dispersas por morcegos - Parques eólicos podem matar morcegos - EspeleoHumor: Desde o tempo das cavernas - Foto do Leitor: Gruta da Morena (MG-270).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 5, no. 163 (2010)
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03544 ( USFLDC DOI )
k26.3544 ( USFLDC Handle )
8798 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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UPE e GREGO realizam
expedio em Mamba Palestra: Espeleomergulho no Brasil -
cenrio atual Parecer pede a sustao do Decreto 6.640/08 -
Primeiros registros de cavernas ferruginosas no norte de Minas
- O co mais antigo do mundo Guano Speleo UFMG organiza
encontro de espeleologia Fungo pode extinguir nove espcies
de morcego nos Estados Unidos Mtodo Identifica vrus em
morcegos Estudo avalia a germinao de sementes dispersas por
morcegos Parques elicos podem matar morcegos EspeleoHumor:
Desde o tempo das cavernas Foto do Leitor: Gruta da Morena
(MG-270).



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SBE SBE ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 5 N 163 1 1/08/2010 Por Ricardo de Souza Martinelli (SBE 1308) Unio Paulist a de Espeleologia (SBE G079) Durante a ltima semana de julho, integrantes da Unio P aulista de Espeleologia (UPE) e do Grupo Espeleolgico Goiano (GREGO), r ealizaram a j tradicional “Expedio Mamba”, em Gois. Os r esultados deste ano foram excelentes, as pr ospeces geraram o cadastramento de onze novas cavidades e os trabalhos de topografia pos-sibilitaram o mapeamento de cinco caver-nas por completo e mais de 3.500 metr os de galerias subterrneas. A Gruna da T arimba, somados os metr os topografados em 2010, subiu para 9.600 metr os de linha de tr ena. Existe ainda uma srie de galerias e pendncias a ser em exploradas e mapeadas, inclusive r egies labirnticas que devem r ender ainda muitos metr os de desenvolvimento. Nesta expedio foi iniciado o mapa da Gruta das Dor es II que fica muito prxima a T arimba, a descoberta de uma galeria que aponta justa-mente em sua dir eo, alm de conter belssimos espeleotemas animou a todos na esperana de uma conexo. Esta gruta tam-bm possui galerias labirnticas, condutos extensos o que deve levar o seu desenvolvi-mento a mais de 2.000 metr os. No vale do Rio das P edras foram trabalhadas cinco cavernas, sendo trs identi-ficadas como no conhecidas. Nesta locali-dade, podemos destacar a “Gruta Bor”, com quase 1.000 metr os de desenvolvimento e totalmente topografada, alm da Gruta Santa Colomba, dentr o da mineradoUPE E GREGO REALIZAM EXPEDIO EM MAMBA ra de mesmo nome com seus condutos de volume impr essionante. No ltimo dia de expedio foram conferidas algu-mas coor denadas da Gruta da T arimba para corr eta plotagem de sua linha de tr ena em r elao s outras grutas prximas. T ambm foi feita mais uma tentativa de cone-xo entr e a Gruta T arimba e a Gruta P asto de V acas I, porm sem sucesso. A equi-pe “forou” um conduto superior fssil e tambm a linha do rio onde avanaram mais de 40 metr os em r elao ao final da topografia. As esperanas em r elao conexo no acabaram e no prximo ano outra tentativa deve ser feita, agora pelo rio da T arimba. Com a corr eo das coor denadas as cavernas esto separadas apenas por cer ca de 100 metr os. Aps sete dias de intenso trabalho todos ficaram satisfeitos com os r esultados alcanados e com o esprito r enovado para a prxima expedio no ano que vem. Dia 14 de Agosto (sbado) a SBE r ealizar em sua sede o “42 SBE de P ortas Abertas” com a P alestra: Espeleomer gulho no Brasil: Cenrio A tual ministrada por Drica de Castr o (SBE 1524), Coor denadora da Seo de Espeleo Sub da SBE (SES/SBE) e Instrutora de Mer gulho P ADI A apr esentao vai dar um panorama geral do mer gulho em cavernas no Brasil abor dando e debatendo temas como: Mapeamento de cavernas submersas;Plano de Manejo Espeleolgico para Cavernas Alagadas; Expedio Buraco das Abelhas;Expedio Lagoa Misteriosa;Plano de Manejo da Gruta Mimoso. A palestra aberta a todos inter essados. L ocal: P ar que T aquaral P orto 2 Campinas SPData: 14/08/2010 (Sbado)Horrio: 10 horasEntrada: gratuita Saiba mais sobr e o pr ojeto em: Sede da SBE www .sbe.com.br/aberta.asp PALESTRA ESPELEOMERGULHO NO BRASIL: CENRIO ATUAL Ceit a Cur (MS-79) Bonito MS M a r c e l o K r a u s e Passagem “Camboja” gua pelo nariz A equipe se prep arando p ara entrar na Gruna da T arimba UPE e GRECO trabalham juntos R i c a r d o M a r t i n e l l i R i c a r d o M a r t i n e l l i R i c a r d o M a r t i n e l l i UNIO P AULIST A DE ES PELEOL OGIA

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2 t s N o c ia t s N o c ia Cientistas descobriram que fragmentos de um crnio e dentes caninos, encontrados no sculo XIX em uma caverna na Sua, tm mais de 14 mil anos e, assim, podem ser os r estos do co mais velho do mundo. Os fsseis integram parte de uma des-coberta ar queolgica, feita em 1873, na caverna de Kesslerloch, no norte da Sua, noticiou esta segunda-feira a agncia de notcias A TS. Mas foi apenas no ano passado que cientistas da Universidade T uebingen, da Alemanha, fizeram uma anlise mais pr ecisa deles, acr escentou a fonte. "Durante uma nova anlise dos r estos animais, ns identificamos um fragmento craniano e dentes do co domstico", disse-ram os cientistas em um artigo no International Journal of Osteoar chaeology PARECER PEDE A SUSTAO DO DECRETO 6640/08 A r elatora da Comisso de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentvel da Cmara dos Deputados emitiu um par ecer favorvel sustao do Decr eto que legalizou a destruio de cavernas. O do Dep.utado Mendes Thame (PSDB -SP), pede a suspenso do Decr eto 6640/08 por entender que ele modifica significativamente o or denamento jurdico ao legalizar a destruio de caver-nas de baixa, mdia e alta r elevncia. O PDC j passou pela Comisso de Minas e Ener gia, onde o r elator Dep. Jos Otvio Germano (PP -RS) apoiou a destruio de cavernas, e agora est na Comisso de Meio Ambiente, onde a r elatora Dep. Marina Maggessi (PPS-RJ) emitiu um PDC -1138/08 par ecer defendedo a conser vao das cavernas "O grande fragmento de maxi-lar foi dir etamente datado de... 14.100-14.600 a.C.", afirmaram. "Ns ar gu mentamos que o fragmento de maxi-lar agora deve ser considerada a evidncia mais r emota indiscutivelmente r elacionada evidncia de um co domstico", acr escentaram. A alegao deve-se a que ar quelogos belgas afirmam ter descoberto o crnio de um co com 30 mil anos, mas o cientista Hannes Napierala explicou A TS: "Somos cticos por que os dentes so muito similar es aos de um lobo". Ao contrrio, o fragmento encontrado na caverna do canto de Schaffhausen, na Sua, claramente difer ente dos r estos de lobos, explicaram os cientistas Fonte: AFP 02/08/2010 O CO MAIS ANTIGO DO MUNDO PRIMEIROS REGISTROS DE CAVERNAS FERRUGINOSAS NO NORTE DE MINAS Por Felipe F do Carmo (SBE 1695) Flvio F do Carmo, Bruno P Leles e Claudia M. Jacobi Instituto de Cincias Biolgicas/UFMG Um Diagnstico Ambiental r ealizado pela Universidade F ederal de Minas Gerais em par ceria com o Ncleo Interinstitucional de Estudos e Aes Ambientais do Nor-te de Minas (NIEA-NM) e o Ministrio Pblico est em andamento na zona rural dos municpios de Rio P ar do de Minas, F ruta de L eite e Riacho dos Machados, norte de Minas Gerais. Durante a primeira expedio, em julho de 2010, foi descoberto um importante sistema caverncola, r epr esentando os primeir os r egistr os de cavernas em litotipos ferruginosos para o Norte de Minas Ge-rais (banco de dados do CECA V). Nas escarpas, ao longo do vale do Rio do P eixe Bravo, foram obser vadas dezenas de vestbulos de cavi-dades. A geologia r egional, de idade P r oter ozica, formada pelo Grupo Macabas do Super grupo So F rancisco. As cavidades obser vadas esto associadas s r ochas ferruginosas, pr edominantemente os diamictitos hematticos da F ormao Nova A ur ora. Nesta primeira etapa seis cavernas foram investigadas, abrigando uma fauna diversa como colnias de mor cegos, anfbios, gecondeos e invertebrados. F oram obser vados rizotemas, espeleotemas e sulcos geomtricos semelhantes petrglifos. Duas cavernas apr esentaram extenso e volume considerveis em comparao com outras cavernas associadas litotipos fer-ruginosos encontrados no estado. De acor do com o CECA V o grau de potencialidade de ocorrncia de cavernas em diamictito baix o. P ortanto, este novo r egistr o de cavernas pode indicar juntamente com o potencial ar queolgico, a r elevncia ambiental da r egio e estimular a criao de r eas de pr eser vao desses ecossistemas subterrneos pouco conhecidos. O Guano Speleo UFMG or ganiza o II Encontr o de Espeleologia do Museu de Histria Natural e Jar dim Botnico (MHNJB), de 17 a 19 de setembr o, em Belo Horizonte MG Evento pr ope debater temas ligados ao da Minerao em r eas Crsticas, os rumos da L egislao Ambiental e a prtica cientfica no meio espeleolgico. Este encontr o r eunir palestrantes de diversas r eas que traro discusses impr escindveis para a espeleologia como um todo. T ambm est na pr ogramao uma sada para o P ar que do Sumidour o, em Lagoa Santa MG. Inscries, valor es e outras informaes no blog do Guano Speleo UFMG: guanospeleoufmg.blogspot.com GUANO SPELEO UFMG ORGANIZA ENCONTRO DE ESPELEOLOGIA Sulcos geomtricos semelhantes a petrglifos F l v i o F o n s e c a DIGA NO A O DECRETO 6.640/2008 clique aqui para saber como se manifestar Os vestgios foram encontrados em uma caverna sua no sculo XIX. D i v u l g a o

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3 t s N o c ia t s N o c ia inflamatria, que perturba o ciclo natural de hibernao dos mor cegos. Eles passam a acor dar com muita fr equncia durante o inverno, e com isso, per dem gor dura corporal. Enfraquecidos, morr em de fome antes de a primavera chegar “ At onde sabemos o fungo Geomyces destructans no ocorria na Amrica do Norte, antes da sua descoberta em 2006. T emos agora a documentao dos fungos que ocorr em em mais de 115 lugar es onde os mor cegos hibernam”, disse ao W inifr ed F F rick, das Universidades de Boston e da Califrnia, que coor denou a Os pesquisador es analisaram dados da mortalidade do mor cego marr om de pequeno porte ( Myotis lucifugus ), em mais de 100 locais do nor deste dos Estados Unidos, nos ltimos 30 anos, e descobriram que a populao, anteriormente na casa dos milhes, era estvel at 2006, quando houve uma mortalidade sbita devido WNS. De l para c, ela continua em declnio pr ogr essivo, com quedas que variaram de 30% a 99%. pesquisa publicada esta semana na r evista cientfica Science Fontes: Ultimo Segundo 05/08/2010 FUNGO PODE EXTINGUIR NOVE ESPCIES DE MORCEGO NOS ESTADOS UNIDOS Os mor cegos costumam levar a fama de agentes transmissor es de doenas como raiva, ebola e gripe suna, mas eles tambm tm suas qualidades: combatem pragas agrcolas e auxiliam no r eflor estamento, por exemplo. Mesmo assim, uma notcia pr eocupante para os mor cegos est tambm inquietando os cientistas. Uma sria doen-a, chamada sndr ome do nariz branco (na sigla em ingls, WNS), pode levar nove espcies de mor cego extino nos Estados Unidos e Canad. A doena causada por um fungo que cr esce na pele do nariz, or elhas, cauda e as membranas das asas dos mor cegos e invade a derme, os folculos pilosos e as glndu-las sebceas. Isto pr ovoca uma r esposta F oi defendida r ecentemente e j est disponvel a dissertao de mestrado “Mor cegos e P ar ques Elicos: r elao entr e o uso do espao e a mortalidade, avaliaco de metodologias, e influncia de factor es ambientais e ecolgicos sobr e a mortalidade” de F rancisco Amorim. Mais do que discutir a dimenso da mortalidade ou o potencial impacto de pr ojetos elicos, a tese pr etende ser um manual com algumas indicaes inter essantes para todos os que tm desenvolvido trabalho nesta r ea. O trabalho ganha importncia a medida que cr esce a aposta em ener gia elica como “ener gia limpa”. Em muitos casos, o monitoramento de pr ojetos deste tipo tm r evelado a mortalidade de mor cegos e o trabalho avalia a eficcia dos mtodos geralmente utilizados na pr eviso dos impactos destes pr ojectos, bem como tenta compr eender a forma como algumas variveis influenciam a mortalidade. A dissertao est disponvel no portal abaix o mediante um rpido cadastr o. www .pluridoc.com PARQUES E"LICOS PODEM MATAR MORCEGOS MTODO IDENTIFICA VRUS EM MORCEGOS ESTUDO AVALIA A GERMINAO DE SEMENTES DISPERSAS POR MORCEGOS L evando -se em considerao a importncia dos mor cegos como dispersor es de sementes, teve como objetivo avaliar a induo de germinao das sementes de duas espcies arbr eas ( Cecr opia pachystachya e F icus gomelleira ) por uma espcie de mor cego frugvor o ( Artibeus planir ostris ). Mor cegos foram capturados e suas fezes r ecolhidas e submetidas a quatr o tratamentos: (1) Grupo Contr ole F icus ; (2) Grupo Contr ole Cecr opia ; (3) Grupo Sistema Digestrio F icus ; (4) Grupo Sistema Digestrio Cecr opia Artibeus planir ostris pode ser considerado um importante dispersor de semen-tes, porm, no pode ser considerado um indutor de germinao, pois os r esultados estatsticos no mostram difer enas significativas entr e as sementes germinadas, de frutos fr escos, e aquelas aps a passagem pelo sistema digestrio. um estudo r ecentemente publicado na R evista Brasileira de Biocincias Por Juan Antonio Mont ap Hirose Unin Mexicana de Agrup aciones Espeleolgicas Desde a dcada de 1990 os mor cegos so associados vrios agentes de enfermi-dades emer gentes, como zoonoses, incluindo os vrus Hendra, Nipah, Ebola (Mar-bur go), L yssa (vrios tipos de raiva) e o apar ecimento da Sindr ome R espiratria Aguda Severa (SARS). Os mor cegos par ecem ter um grande potencial como r eser vatrio de vrus emer gentes. Assim, para entender o papel dos mor cegos como espcies hospedeiras necessrio identificar e caracterizar novos vrus em mor cegos. P ara o isolamento viral, os autor es de um tentam estabelecer o cultivo de clulas primrias a partir de v-rios mor cegos. Utilizando um sistema rpido de determinao da sequencia de cidos nucleicos virais, descobriram um novo adenovirus e um novo gammaherpes-virus nos mor cegos, mas o sistema, menos trabalhoso que os anterior es, pode identificar outr os vrus, independente da famlia. No artigo, os autor es r elatam como descobriram um novo betaherpesvirus. trabalho publicado na r evista Emer ging Infectious Diseases Fonte: Frum Izt axochitla 31/05/2010 Clique p ara ver a report agem da Boston University C i o r o g a n N i c o l a e / B U T o d a y Ento Deus disse: Ado, desce at aquele vale. Ado perguntou: o que um vale, senhor? E Deus explicou-lhe. Depois Deus disse: Ado, atravesse o rio. E Ado perguntou: O que um rio, senhor? E Deus explicou-lhe. Mais t arde Deus disse: Ado, sobe aquela mont anha. E Ado perguntou: o que uma mont anha, senhor? E Deus explicou-lhe. Depois Deus disse a Ado: no outro lado da mont anha encontrars uma caverna. E Ado perguntou: o que uma caverna, senhor? E Deus explicou-lhe. Ento Deus disse: Ado, na caverna encontrars uma mulher E Ado perguntou: o que uma mulher senhor? E Deus explicou-lhe e disse: Quero que tu te reproduzas. E Ado perguntou: como que fao isso? E mais uma vez Deus explicou-lhe. E l foi Ado. Desceu o vale, atravessou o rio, subiu mont anha, entrou na caverna, encontrou a mulher e aps cinco minutos ele est ava de volt a. Deus, j um pouco irrit ado, perguntou: O que que foi agora? E Ado pergunt a: O que uma enxaqueca? Fontes: A T ribuna 20/07/2010 ESPELEO : DESDE O TEMPO DAS CAVERNAS HUMOR

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: V i s i t e C a m p i n a s e c o n h e a a B i b l i o t e c a G u y C h r i s t i a n C o l l e t S e d e d a S B E Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO DAS CA VERNAS VENHA P ARA O MUNDO DAS CA VERNAS Morena... Data: 05/2010 Autor: F rederico F reitas e Bernardo Corbani SEE (SBE G001) Gruta da Morena (MG -270) P rojeo Horizontal: 4.620 m Desnvel: 68 m. P ovoado da Ona Cordisburgo MG. Leia um ar tigo sobre as guas da Gruta Morena nos Anais do 27 CBE Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim Compte R endu DÂ’Activit N18, CREI / Fdratin F ranaise de Splologie: 2009. Boletim eletrnico El Explorador N75, GEDA / Sociedad Cubana de Espeleologia: Jul/2010. Boletim eletrnico GEP Notcias N2, Grupo de Estudos de P aleo ver tebrados : Jun/2010. Boletim eletrnico Informativo da Sociedade P araibana de Arqueolo gia N49, SP A: Jun/2010. Gostou do SBE Notcias? Ento junte-se a ns Coloque sua mar ca aqui O boletim enviado a mais de 5.000 contatos no Brasil e exterior um pblico seleto que vai pr estigiar sua mar ca. Informaes: (19) 3296-5421 ou sbe@sbe.com.br 21 a 24/07/201 1 31 CBE Congresso Brasileiro de Espeleologia UEPG Pont a Grossa PR www .sbe.com.br/31cbe.asp I n f o r m e P u b l i c i t r i o 14/08/2010 Palestra: Espeleomergulho e Mapeamento Subaquatico Sede da SBE Campinas SP www .sbe.com.br/abert a.asp F r e d e r i c o F r e i t a s e B e r n a r d o C o r b a n i 2013 16 ICS Congresso Internacional de Espeleologia Brno Repblica Checa www .speleo.cz