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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

Notes

General Note:
SBE disponibiliza Anais do SpeleoBrazil 2001 - Buraco do Padre passa por mudança surpreendente - Caverna na silva amazônica revela espécies de carrapato - Sobrevivente da raiva quer voltar para casa - A Amazônia dos morcegos só se ouve no laboratório - Projetos pedem a redução das áreas protegidas - Escavação em Pains revela esqueleto cravado por flexa - Proteus é atração de caverna na Croácia - Foto do Leitor: Gruta das Dores II (GO-661).
Restriction:
Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 5, no. 166 (2010)
General Note:
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Source Institution:
University of South Florida Library
Holding Location:
University of South Florida
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Resource Identifier:
K26-03547 ( USFLDC DOI )
k26.3547 ( USFLDC Handle )
8801 ( karstportal - original NodeID )
1809-3213 ( ISSN )

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SBE disponibiliza
Anais do SpeleoBrazil 2001 Buraco do Padre passa por mudana
surpreendente Caverna na silva amaznica revela espcies de
carrapato Sobrevivente da raiva quer voltar para casa A
Amaznia dos morcegos s se ouve no laboratrio Projetos
pedem a reduo das reas protegidas Escavao em Pains
revela esqueleto cravado por flexa Proteus atrao de
caverna na Crocia Foto do Leitor: Gruta das Dores II
(GO-661).



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SBE SBE ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 5 N 166 1 1/09/2010 Por Marcelo Augusto Rasteiro (SBE 1089) Editor dos Anais CBE A SBE acaba de disponibilizar os Anais do SpeleoBrazil 2001 para download gratuito na internet. O SpeleoBrazil 2001 foi or ganizado pela SBE, em Braslia, e juntou num s even-to os congr essos da Unio Internacional de Espeleologia (13ICS) da F ederao Espeleolgica da Amrica Latina e do Caribe (4CEALC) e da SBE (26CBE). Os Anais j estavam disponveis em dois volumes impr essos e em CD, mas pr ecisaram passar por uma nova editorao, ganhando cabealho e r odap, para a disponibilizao na internet. Alm da editorao que r endeu mais de 700 pginas s nesta edio (26CBE), os Anais ganharam um r egistr o especfico (ISSN 2178-2113) para a verso online. SBE DISPONIBILIZA ANAIS DO SPELEOBRAZIL 2001 T ambm esto disponveis os Anais do 27 ao 30 Congr esso Brasileir o de Espeleologia (CBE) e os r esumos do 24 e 25 CBE. Estamos trabalhando para r esgatar os anais mais antigos. DIVULGAO ANAIS CBE Somente em 2009 os artigos dos Anais CBE foram acessados 96.718 vezes, sendo que muitos trabalhos mais de mil acessos anuais, um volume considervel para trabalhos tcnicos e cientficos. A divulgao feita dir etamente pelas citaes e pelo SBE Notcias na ocasio do lanamento de cada edio, mas se destaca a importncia do Google Acadmico, que sempr e coloca o material publicado pela SBE nas primeiras posies de pesquisa r elacionadas ao assunto espeleologia. Agradecemos aos associados da SBE (indiv-duos e grupos) que man-tm a entidade possibili-tando a disponibilizao gratuita de publicaes como esta e contribuindo para a difuso do conhecimento espeleol-gico. Sem vocs nada disso seria possvel! Consulte os Anais CBE online em: www .sbe.com.br/anaiscbe.asp Clique no logo p ara acessar os Anais S peleoBrazil 2001 BURACO DO PADRE PASSA POR MUDANA SURPREENDENTE necessrio buscar alternativas que unam inter esse turstico com a geoconser vao. R ecente trabalho no local aponta alternativas para visitao, buscando a conser vao do r eferido sumidour o e de todo o geosstio do Buraco do P adr e. Dentr e as alternativas apontadas esto: T rilha alternativa para acessar a furna o acesso seria r ealizado pela mar gem Por Henrique Simo Pontes Coordenador Geral GUPE (SBE G026) Mudanas no Buraco do P adr e, um complex o geolgico e turstico de P onta Gr ossa-PR trazem novos desafios para pesquisa. No incio de dezembr o de 2007, aps um perodo de chuvas intensas, o Rio Que-bra-P edra teve seu curso alterado com o sur gimento de um sumidour o 50 metr os jusante da cachoeira da furna principal. Isso fez com que o rio desapar ecesse e voltasse a apar ecer em uma caverna. A partir da r essur gncia, o rio desenhou um novo per curso de 72 metr os ao longo da mata, at atingir seu trajeto original. A existncia deste sumidour o no Buraco do P adr e vem modificando constantemente a paisagem local por meio de mudanas no gradiente hidrulico do rio, er oso e sedimentao de seu leito e abatimento do terr eno, causando rachaduras em r ochas e em uma mur eta artificial. T ais fatos r evelam a necessidade de medidas ur gentes de r ecuperao da trilha de acesso furna e a conser vao do sumidour o. P or se tratar de um pr ocesso nico, em especial pelo local ser vir como compr ovao da existncia de um sistema crstico na r egio dos Campos Gerais do P aran, esquer da do rio, pr eser vando a trilha da mar gem dir eita, onde est localizado o sumi-dour o; No inter veno na cir culao da gua; No lanamento de r esduos no curso hdrico; Elaborao de trabalhos cientficos fornecendo maior es informaes sobr e o local, incr ementando a conser vao do mesmo; Divulgao da importncia da conser vao do local em campanhas publicitrias nos veculos de comunicao r egionais, destacando -se seus valor es cientfico, didtico, turstico e ecolgico; Desenvolvimento de pr ogramas de educao ambiental, envolvendo tanto os visi-tantes do geosstio como o pr oprietrio do local. Estas pr opostas ser viro para a pr oteo deste fenmeno geolgico e de todo o conjunto natural do Buraco do P adr e, estabelecendo uma combinao de turismo e conser vao. Fonte: DOLINinforme 30/08/2010 Sumidouro muda o trajeto do Rio H e n r i q u e S i m o P o n t e s

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2 t s N o c ia t s N o c ia fisiologia desses carrapatos para entendermos como eles conse-guem sobr eviver em um ambiente to hostil”, r elata o pesquisador O que j se sabe que esses carapatos se ali-mentam do san-gue dos mor cegos apenas durante a fase de lar va. Quando se transformam em adultos, eles no se alimentam de sangue e passam a viver no cho da caverna. “ Apesar de esta caracterstica j ter sido descrita em outr os carrapatos, ela bastante rara”, diz. Segundo Labruna, essas novas espcies so bastante inter essantes para a acar ologia bsica, pois so exemplos vivos de r everso de parasitismo. “ A maioria dos carrapatos se alimenta em todas as fases da vida do sangue do animal hospedeir o”, explica. P or este motivo, as espcies encontradas na caverna se tornam to inter essantes para pesquisador es de vrias partes do mundo, do ponto de vista evolutivo, por se alimentar em do sangue dos mor cegos apenas durante a fase lar val. “ A glndula salivar desses car os atr ofiada”, conta o pesquiCAVERNA NA SELVA AMAZNICA REVELA ESPCIES DE CARRAPATO R ondnia territrio vasto para cientistas que se dedicam aos estudos de carra-patos. T anto que, nos ltimos dez anos, foram coletadas cer ca de 30 espcies no Estado. “Este nmer o r epr esenta metade da fauna de carrapatos existente em todo o P as. Em virtude das descobertas em R ondnia, j pr oduzimos, ao longo desses anos, cer ca de 15 artigos cientficos sobr e os carrapatos e as doenas r elacionadas a eles”, diz o pr ofessor Mar celo Bahia Labruna, da F aculdade de Medicina V eterinria e Zootecnia (FMVZ) da USP Na mais r ecente investida pela r egio, pesquisador es da USP encontraram novas espcies de carrapatos em uma caverna do P ar que Natural Municipal de P orto V elho. Das cinco espcies vistas, duas so total-mente inditas para a cincia: a Nothoaspis amazoniensis (descrita em 2010) e a Carios r ondoniensis (descrita em 2008). De acor do com Labruna, a caverna habitada por uma grande quantidade de mor cegos. um local pequeno e escondido pela mata fechada. A temperatura mdia anual gira em torno de 37 graus Celsius (de dia e noite). P ara entrar nela necessrio usar mscaras qumicas, pois a grande quantidade excr ementos de mor cegos (guano) pr esentes no local deixa o ar ambiente cheio de amnia. “Estamos estudando a Seis meses na Amaznia no permitiram que pesquisador es desenhassem o perfil completo da comunidade de mor cegos. O nosso ouvido intil com estes animais, pr eciso gravar os sons que emitem para identific-los no laboratrio. Em 2007, a especialista em mor cegos Maria Joo P er eira, doutoranda da F aculdade de Cincia da Universidade de Lisboa (FCUL), esteve seis meses na Amaznia para estudar a comunidade de mor cegos na r egio central da flor esta tr opical. Inicialmente, apenas estava pr evista a captura de mor cegos em r edes colocadas a difer entes alturas, para a inventariao das espcies. Mas a leitura prvia de artigos mostr ou que isso era insuficiente. "Os mor cegos insectvor os conseguem detectar muito bem as r edes que utilizamos para apanhar os frugvor os (mor cegos que se alimentam de fruta), por isso temos que utilizar os ultra-sons", acr escenta Joo Tiago, outr o doutorando da equipe. Durante a pesquisa os investigado-r es conseguiram adquirir gravador es de ultra-sons e enquanto contavam os mor cegos que caam nas r edes, os gravador es captavam as ecolocaes destes mamfer os. Em P ortugal, fizeram a triagem das gravaes e ficaram com alguns milhar es de horas de "piiuus", "d-r-mis" ou "tus". F alta ouvir metade das horas para concluir o pr ojeto. H espcies que j conseguem identificar facilmente, mas noutras s ficam com o gner o ou a famlia. “Encontrar um mor cego com um detector de ultra-sons como sintonizar um rdio”, exemplifica Maria Joo. Fonte: P2 02/09/2010 A AMAZNIA DOS MORCEGOS S" SE OUVE NO LABORAT"RIO SOBREVIVENTE DA RAIVA QUER VOLTAR PARA CASA Dois anos aps ser mor dido por mor cego, Mar ciano, primeir o brasileir o a vencer a raiva humana (vide ), pr ecisa de ajuda para voltar a seu lar na zona da mata de Flor esta-PE. Em setembr o de 2009, aps r eceber alta, o gar oto voltou para sua cidade, mas no mora mais no campo, est em uma casa, alugada e mantida com r ecursos da pr efeitura e doaes. Mar ciano passa o dia sentado no sof, assistindo televiso. Ele sonha com a possibilidade de voltar a andar l, no mato onde foi criado, que o adolescente se sente mais feliz, mas a casa no ofer ece condies de abrigar o menino. A comear pelas fr estas nas janelas e no teto que permitem a entrada de mor cegos. Ameaa que persiste SBE Notcias n134 Dirio de Pernambuco 08/09/2010 Fonte: sador Ainda no se sabe qual a base da alimentao des-ses carrapatos. T ambm no foi possvel cri-los em labo-ratrio. Mas Labruna faz um alerta: se por um lado a descober-ta desses carrapatos abr e grandes perspectivas para pesquisas na r ea. P or outr o, j pr eocupa. A destruio da flor esta amaznica pode pr ejudicar essas descobertas. “Comeamos a coleta de carrapatos em outras r egies de selva no ano 2000. Desde ento, vrios des-ses lugar es foram totalmente desmatados, dando origem a pastagens para criao de gado e a ocupaes ilegais”, lamenta. P ara entender como esse equilbrio funciona simples. Os mor cegos se alimentam noite de insetos da flor esta. Quando ocorr e o desmatamento, a populao de insetos entra em desequilbrio. Isso pode ocasionar a extino desses insetos e, consequentemente, a extino dos mor cegos e de carrapatos. “ Ainda existem muitas espcies para ser em descobertas. O pr ogr esso sempr e bem-vindo, mas pr eciso destacar a importncia da conser vao das matas para a cincia”, finaliza Fonte: Agncia EPTV 06/09/2010 Duas espcies so nova p ara a cincia D i v u l g a o Programa auxilia a diferenciao de sons R u i G a u d n c i o A lut a do garoto continua C e c i l i a P e r e i r a

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3 t s N o c ia t s N o c ia EM BRASLIA O Congr esso Nacional r ecebeu nos ltimos anos 11 pr ojetos de lei com o objetivo de r eduzir as unidades de conser vao ambiental criadas pelo governo federal. Alm deles, outr os quatr o textos que tramitam no L egislativo colocam em xeque o Sistema Nacional de Unidades de Conser vao (SNUC), institudo em 2000 para or denar as r eas pr otegidas. Um levantamento r ealizado pelo Instituto Chico Mendes de Conser vao da Biodiversidade (ICMBio) aponta pr esso econmica em r eas do P ar, R ondnia, R oraima, Maranho, Bahia, Minas Gerais, Esprito Santo, P aran e Santa Catarina. Se apr ovados, os textos r etirariam a pr oteo de milhar es de hectar es de flor estas nativas. Na maioria dos casos, a disputa envolve agricultura, pecuria e minerao. "As r eas de conser vao esto constantemente sob algum tipo de pr esso. Gasta-se muita ener gia com isso tudo", diz Rmulo Mello, pr esidente do ICMBio, r go Menos de trs meses depois de inaugurado, o P ar que Estadual do Sumidour o, entr e Lagoa Santa e P edr o L eopoldo, sofr e uma grave ameaa. O P r ojeto de L ei 4.840/2010, de autoria do deputado esta-dual Adalclever L opes (PMDB), pr etende transformar o par que em "r ea de pr oteo ambiental e unidade de conser vao sustentvel". Na prtica, isso significa r egras menos rgidas para a explorao da r ea. Ambientalistas criticam a iniciativa e ar gumentam que o pr ojeto encobr e inter esses de indstrias de cimento e de extrao de pedras. O local, r epleto de grutas e lagos, ser viu de morada para o homem da era da pedra lascada; abrigou o bandeirante pau-lista F erno Dias, que ali abriu caminho para a Estrada R eal; e, no sculo 19, se r evelou um frtil campo de pesquisa para o dinamar qus P eter L und (1801-1880), considerado o pr ecursor da paleontologia brasileira, que descobriu fsseis humanos e animais na Lapa V ermelha, em Lagoa Santa. Jnior mais dois ar quelogos tambm pela USP um doutorando e uma mestr e alm de uma acadmica em histria pela F undao Educacional de Divinpolis (FUNEDI) e um auxiliar de pesquisas do MA C terminou, dia 07 de setembr o, a r etirada dos achados, que sero pr eparados para compor o acer vo do Museu Ar queolgico, em P ains. De acor do com Henriques, o stio ar queolgico que estava sendo tragado devi-do ao impacto de uma dolina par ece ter sido usado em um ritual de sepultamento triplo. No esqueleto mais bem conser vado do stio foi encontrado um indcio que pode elucidar sua morte. “Encontramos uma ponta de flecha de osso, de apr o ximadamente 15 cm, cravado numa das costelas do lado dir eito, o que tenha sido pr ovvel, a causa da morte”, explica o ar quelogo que pesquisa a r egio h mais de dez anos. Fonte: Asscom Pains 09/09/2010 ESCAVAO EM PAINS REVELA ESQUELETO CRAVADO POR FLEXA PROJETOS PEDEM A REDUO DAS REAS PROTEGIDAS O Municpio de P ains MG conhecido pela diversidade de cavernas e um nmer o impr essionante de stios ar queolgicos est passando por mais um momento his-trico. O Museu Ar queolgico do Carste do Alto So F rancisco (MA C) r ealizou sua primeira escavao oficial. O trabalho r evelou a descoberta de dois sepultamentos indgenas que podem ter de 3 a 8 mil anos. A equipe coor denada pelo Curador do MA C e doutorando pela Universidade de So P aulo (USP), Gilmar Henriques P inheir o criado a partir de uma ciso do Ibama para cuidar das unidades federais. A pr esso em Braslia se d em duas fr entes: no r edesenho dos limites geogrficos e na alterao de status da unidade, transformando r eas de pr oteo integral em de uso sustentvel, que pr eveem algum tipo de atividade econmica. Boa parte dos pr oblemas r eside na desor ganizao do prprio Estado. P ara crticos, as r eas de pr oteo ainda so escolhidas sem a participao ampla da populao. T ampouco h fomento necessrio para indenizar os afetados. O ICMBio estima que metade das unidades sob sua gesto estejam ocupadas por posseir os ou pr oprietrios com ttulo de posse r eas depois decr etadas de inter esse do Estado. P ara desapr opriar e indenizar todos seriam necessrios R$ 30 bilhes. J seria montan-te considervel se o oramento anual do ICMBio no fosse de R$ 300 milhes. Fontes: O Est ado de Minas 05/09/2010 V alor Econmico 06/09/2010 Os inter esses econmicos devem se adequar s leis, no o opo sto. Nas prximas eleies, cuide bem de seu voto! O trabalho dos arquelogos revelou sepult amentos indgenas E l a i n e M a r t i n s PROTEUS ATRAO DE CAVERNA NA CROCIA P r oteus, uma rra espcie de salamandra cega que vive em guas subterrneas, a principal atrao da caverna Bar edine, na r egio da stria, na Cr ocia. A caverna r ecebe mais de 50 mil visitantes por ano. Eles per corr em cinco sales iluminados e r epletos de espeleotemas at atngir o lago onde est os pr oteus, 60 metr os da superfcie. O P r oteus, conhecido na r egio como peixe humano por possuir pernas e braos, pode atingir 30 centmetr os de comprimento e viver at 100 anos. Fonte: Globo/Pelo Mundo 02/07/2010 Clique na imagem p ara ver a report agem G l o b o / P e l o M u n d o

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: V i s i t e C a m p i n a s e c o n h e a a B i b l i o t e c a G u y C h r i s t i a n C o l l e t S e d e d a S B E Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO DAS CA VERNAS VENHA P ARA O MUNDO DAS CA VERNAS Ai Dolores! Data: 07/2010 Autor: Ricardo de Souza Mar tinelli (SBE 1308) UPE (SBE G079) Gruta das Dores II (GO -661) Desenvolvimentoestimado: 1.000 m. F azenda das Dores Buritinpolis GO A caverna comeou a ser topografada pelos grupos UPE e GREGO durante expedio realizada em o Julho deste ano V ide matria sobre a expedio Mamba no SBE Notcias n163 Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim NSS News N8, National Speleological Society : Ago/2010. Boletim eletrnico DOLINinforme N9, Grupo Universitrio de P es quisas Espeleolgicas: Ago/2010. Boletim eletrnico T ARAIRI N1, Laboratrio de Arqueologia e P ale ontologia da UEPB: Set/2010. MEDEIROS, J.C.. Stio arqueolgi co Inhazinha e R odrigues F ur tado: um estudo das cadeias operatrias e da dinmica cultural So P aulo: All P rint Editora, 2010. 21 a 24/07/201 1 31 CBE Congresso Brasileiro de Espeleologia UEPG Pont a Grossa PR www .sbe.com.br/31cbe.asp 2013 16 ICS Congresso Internacional de Espeleologia Brno Repblica Checa www .speleo.cz 16/10/2010 Palestra: Carste em Rochas no carbonticas Sede da SBE Campinas SP www .sbe.com.br/abert a.asp Gostou do SBE Notcias? Ento junte-se a ns Coloque sua mar ca aqui O boletim enviado a mais de 5.000 contatos no Brasil e exterior um pblico seleto que vai pr estigiar sua mar ca. Informaes: (19) 3296-5421 ou sbe@sbe.com.br I n f o r m e P u b l i c i t r i o R i c a r d o M a r t i n e l l i