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SBE Notícias

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Title:
SBE Notícias
Series Title:
SBE Notícias
Alternate Title:
SBE Notícias: Boletím Eletrônico da Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publisher:
Sociedade Brasileira de Espeleologia
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
serial ( sobekcm )

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General Note:
SBE lança mais uma revista Turismo e Paisagens Cársticas - Curso: Fotografia na natureza e espeleofotografia - 16 de Setembro: dia internacional do espeleólogo? - Prorrogado o prazo para envio de artigos à revista da SEE - UPE lanla o boletim Desnível n o12 - Concurso internacional de fotografia espeleológica - Vírus da raiva tem variante sequenciada por brasileiros - Morcegos têm sotaque regional - Morcegos reconhecem vozes da mesma maneira que os humanos - Foto do Leitor: Gruta do Morcego (MG).
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Open Access - Permission by Publisher
Original Version:
Vol. 5, no. 167 (2010)
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University of South Florida Library
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University of South Florida
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K26-03548 ( USFLDC DOI )
k26.3548 ( USFLDC Handle )
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1809-3213 ( ISSN )

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SBE lana mais uma
revista Turismo e Paisagens Crsticas Curso: Fotografia na
natureza e espeleofotografia 16 de Setembro: dia
internacional do espelelogo? Prorrogado o prazo para envio
de artigos revista da SEE UPE lanla o boletim Desnvel n
o12 Concurso internacional de fotografia
espeleolgica Vrus da raiva tem variante sequenciada por
brasileiros Morcegos tm sotaque regional Morcegos
reconhecem vozes da mesma maneira que os humanos Foto do
Leitor: Gruta do Morcego (MG).



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SBE SBE ISSN 1809-3213 R SBE SBE c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a c s N o t i a Boletm Eletrnico da Sociedade Br asileir a de Espeleologia 1 t s N o c ia t s N o c ia Ano 5 N 167 21/09/2010 Por Heros A. S. Lobo (SBE 1347) Editor Chefe da T urismo e Paisagens Crsticas A Seo de Espeleo T urismo da SBE (SeT ur/SBE) acaba de lanar mais um nmer o da r evista T urismo e P aisagens Crsticas. A r evista abr e, com esta edio, o seu ter ceir o ano de funcionamento. Neste pequeno inter valo de tempo, tivemos a oportunidade de apr eciar 37 originais, o que nos surpr eende, face a especificidade do tema tratado. Em sua maioria, os traba-lhos so de autor es brasileir os, embora j tenhamos publicado em nossas pginas artigos de colegas eur opeus e asiticos. O amadur ecimento da r evista outra grande conquista do perodo. Com isso, ganham os editor es e r evisor es que se esmeram cada vez mais em seu trabalho voluntrio de avaliao, edio e pr oduo da r evista os autor es que passam a ter avaliaes mais crite-riosas e r efinadas de seus originais e os leitor es, que r ecebem artigos atualizados em suas r espectivas temticas, sentindo -se estimula dos a publicar seus futur os trabalhos e, com isso, tambm contribuir com o sucesso da r evista. este ciclo virtuoso que quer emos manter para os prximos anos de vida da r evista. Outra boa notcia o r econhecimento cada vez maior da T urismo e P aisagens Crsticas fr ente a comunidade acadmica. T rabalhos que r esumem dissertaes e teses de ps-graduao tm sido publica-dos em quase todas as edies, alm dos r esumos enviados pelos autor es. O r econhecimento da r evista no ndice Qualis da CAPES tambm outr o sinal positivo, que deriva de nossa meno em pr ogramas de PsGraduao em todo o pas. Desafios tambm existem, e quer emos super-los um a um. Desde a manuSBE LANA MAIS UMA REVISTA TURISMO E PAISAGENS CRSTICAS teno da periodicidade da r evista, passando pelo nosso desejo de termos uma verso impr essa, a seleo de edies temticas e a ampliao de sua pr ojeo internacional, so temas estratgicos que nos motivam a fazer mais e melhor pela r evista e pelas cavernas e r eas crsticas do Brasil e do r estante do mundo. Na pr esente edio, quatr o artigos apr esentam as ligaes entr e o manejo e a conser vao das r eas crsticas e cavernas com os mais difer entes enfoques. Questes histricas como a construo dos conceitos de geoturismo e a importncia da caverna de P ostojna para o turismo na Eslovnia e prticas como o uso do turismo para a conser vao do patrimnio ar queolgico da AP A Carste de Lagoa Santa (MG) e um novo mtodo para a determinao da capaci-dade de car ga em cavernas so igualmente tratadas neste nmer o, r efletindo as mltiplas abor dagens possveis na r elao entr e o turismo e as paisagens crsticas. P or fim, dois r esumos de trabalhos de psgraduao complementam esta edio. O primeir o deles, do mestrado de Jos Antonio Basso Scaleante um de nossos editor es sobr e impactos ambientais do turismo em cavernas. O segundo, da tese de doutorado de Ricar do F raga P er eira que desde agosto/2010, integra o Quadr o de R evisor es do peridico Espeleo T ema da SBE, que trata sobr e a geoconser vao e a criao de Geopar ques na Chapada Diamantina (BA). Desejamos a todos uma excelente leitura, e que este material possa contribuir para as pesquisas e trabalhos em andamen-to no Brasil. T odas as edies da r evista esto disponveis gratuitamente na pgina: www .sbe.com.br/turismo .asp Clique p ara acessar est a edio da revist a (volume 3 nmero 1) De 09 a 12 de Outubr o (feriado pr olongado) a SBE r ealizar em Iporanga o curso F otografia na natur eza e espeleofotografia ministrado por R en de Souza (SBE 0562), pr ofessor formado pela escola P anamericana de Artes, fotgrafo h 25 anos tem fotografado as belezas natu-rais do Brasil. Como espelelogo j visi-tou mais de 200 cavernas, tendo oportu-nidade de fotografar inmeras delas. O curso tem o objetivo de levar aos inter essados a utilizao de r ecursos, tcnicas e a composio fotogrfica para melhor captura de imagens, pr omovendo o domnio de linguagens, conceitos est-ticos e equipamentos utilizados na pr oduo fotogrfica. T ambm visa pr eparar para a criao fotogrfica no campo da arte ou da comunicao em r eas especficas como: fotojornalismo; fotografia publicitria; fotografia documental; ins-tituies, museus e galerias de arte. L ocal: Iporanga SP PET AR Data: 09 a 12/10/2010Inscries com desconto at 01/10 Informaes e inscries: www .sbe.com.br/cursos.asp CURSO: FOTOGRAFIA NA NATUREZA E ESPELEOFOTOGRAFIA Fotografia: tcnica e sensibilidade D i v u l g a o

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2 t s N o c ia t s N o c ia fora o pai da espeleologia no pas. A falta de unanimidade consensual durante os Con-gr essos Brasileir os de Espeleologia fez com que a SBE ar quivasse a idia de se ter o dia nacional do espelelogo ou da espeleologia. No nvel internacional a contenda no menor Cada pas tem seus expoentes na espeleologia e, logicamente, gostaria de ver uma data significativa, normalmente o aniversrio de nascimento de um dos seus “heris espeleolgicos”, como sendo a data comemorativa aos praticantes da espeleo-logia ou da atividade em si. Existe quase um consenso internacional de que o fundador da espeleologia cientfica seja o francs E. A. Martel, mas no existe o mesmo consenso para adotar sua data de nascimento (01 de julho de 1.859) ou morte (03 de junho de 1.938) como sendo a data comemorativa da espeleologia ou do espelelogo. P or ocasio da or ganizao do 14 CIE Congr esso Internacional de Espeleologia, que seria r ealizado em agosto de 2005 na Grcia, havia uma combinao informal entr e o P r esidente da Unio Internacional de Espeleologia e a Comisso Or ganizadora do Congr esso de se pr omover uma grande festa de aniversrio da entidade, que estaria 16 DE SETEMBRO: DIA INTERNACIONAL DO ESPELE"LOGO? Por Jos A yrton Labegalini (SBE 01 10) Presidente da UIS 2001-2005Coordenado da Seo de Relaes Internacionais da SBE (SERI/SBE) De tempos em tempos abr e-se uma discusso acalorada sobr e a adoo do “Dia do Espelelogo” ou “Dia da Espeleologia”. Essa discusso apar ece tanto em nvel nacional quanto em nvel internacional. Os mais antigos da espeleologia brasileira certamente se lembram das dis-cusses, normalmente durante os Con-gr essos Brasileir os de Espeleologia, que at 1.989 eram denominados de Congr essos Nacionais de Espeleologia, sobr e essa data para a comunidade espeleolgica brasileira. As dvidas pairavam entr e as datas de nascimento ou morte de P W L und (14 de junho de 1.801 25 de maio de 1.880) ou S. E. R Kr one (18 de junho de 1.8611.917). Ambos so personagens importantes na histria da espeleologia brasileira, o primei-r o explor ou fsseis das cavernas na R egio de Lagoa Santa em Minas Gerais e o segun-do explor ou cavernas do V ale do Ribeira em So P aulo. H um consenso de que L und foi o pai da paleontologia brasileira, mas no se chegou ao mesmo consenso de quem O Grupo Espeleolgico Riber eo convida todos para o XXXIII Concurso Internacional de F otografia Espeleolgica de Aranda de D uer o, na Espanha, de 18 a 31 de outubr o de 2010. PREMIAO 1 prmio: Estatueta e 1.000 eur os 2 prmio: Estatueta e 500 eur os 3 prmio: Estatueta e 250 eur os P ara participar basta enviar at 8 fotos sobr e espeleologia, no tamanho mnimo de 20x30 e mximo de 30x45 cm, colocando o ttulo em seu verso, alm de enviar um envelope fechado com o ttul o das obras, nome completo, ender eo, telefone e e-mail. O prazo para envio 14 de outubr o e as fotos ficaro expostas de 18 a 31 de outu-br o de 2010 e sero devolvidas no prazo mximo de um ms do final do concurso. ENDEREO DE ENVIO Grupo Espeleolgico Riber eo Aptdo. n. 158 C/ Santiago, 4 1. Izqda 09400 AR AND A DE DUERO (Bur gos) Espaa E-mail: geriber en_o@yahoo.es V eja o folder do concurso CONCURSO INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA ESPELEOL"GICA PRORROGADO O PRAZO PARA ENVIO DE ARTIGOS REVISTA DA SEE O prazo para envio de trabalhos r evista Espeleologia, da Sociedade Excursionista e Espele-olgica SEE (SBE G001), foi pr orr ogado para 31 de dezembr o. As r egras para submisso de trabalhos e outras informa-es podem ser conseguidas pelo e-mail spe_1937@yahoo .com.br completando 40 anos naquele ano. A idia era apr esentar para a comunidade pr esente, durante as atividades festivas, a pr o posta de se considerar a data de aniversrio de fundao da UIS como sendo o Dia Inter-nacional do Espelelogo. A UIS foi fundada no dia 16 de setembr o de 1.965, durante o 4 Congr esso Internacional de Espeleologia, na ento Y ugoslvia. A pr oposta chegou a ser divulgada pr eviamente e foi bem aceita por muitos pases, principalmente da r egio geogrfica da FEALC. No entanto, a desor ganizao da 14 CIE chegou a tal ponto que o congr esso quase que foi transferido para outr o pas e a idia de se apr oveitar do evento, comemorar o aniversrio da UIS com uma festa e apr esentar o 16 de setembr o como o Dia Internacional do Espelelogo, foi deixada em segundo plano. A idia par ece ser boa, tudo indica consenso para a pr oposta, que deve ser r etomada para o prximo CIE, na R epblica T checa, em 2013 UIS complet a 45 anos UPE LANA O BOLETIM DESNVEL N12 A Unio P aulista de Espeleologia UPE (SBE G079) aca-ba de lanar mais um nmer o do boletim eletrnico Desnvel (n12 setembr o/2010). O boletim est disponvel em PDF no site da UPE: www .upecave.com.br UNIO P AULIST A DE ESPELEOLOGIA

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3 t s N o c ia t s N o c ia que compr eende do meio norte do Mxico at o norte da Ar gentina, com exceo da Cor dilheira dos Andes. Os estudos genticos so uma excelente alternativa para compr eender por que outr os hospedeir os so to vulnerveis a essa variante gentica distinta do vrus e por que, at hoje, no foi obser vada uma variante difer ente em Desmodus r otundus. Segundo a pesquisa-dora, h pouco mais de 15 anos s conse-guamos saber se algum tinha raiva ou no. T odas as variantes do vrus j cir culavam entr e ns, mas, como no sabamos o tipo atribuamos normalmente variante mantida por popu-laes de ces. O sequenciamento poder ajudar a identificar como o vrus evolui e se mantm cir culante com tanto sucesso. A pesquisa compr eende tambm a tese homnima de Anglica Cristine de Almeida Campos, cujo trabalho, sob orien-tao de Silvana, r ealizado no ICB -USP e vinculado ao P r ograma de PsGraduao Interunidades em Biotecnologia, que r ene alunos da USP do Instituto Butantan e do Instituto de P esquisas T ecnolgicas (IPT). A sequncia completa da variante do vrus da raiva ser depositada em br eve no banco do National Center for Biotechno-logy Information (NCBI) VRUS DA RAIVA TEM VARIANTE SEQUENCIADA POR BRASILEIROS Um estudo r ealizado por pesquisador es brasileir os avanou um passo importante ao concluir o sequenciamento completo do genoma de uma variante do vrus da raiva mantida pela espcie Desmodus r otundus mor cegos que se alimentam de sangue (hematfagos). H mais de uma dcada o Brasil tem conseguido contr olar a raiva urbana, que transmitida principalmente pelo contato com ces. Mas, apesar de contr olada, variantes do vrus continuam cir culando por meio de animais silvestr es. De acor do com a pesquisadora cientfica do Instituto P asteur e Coor denadora do Ncleo de P esquisas em Raiva do Laboratrio de V ir ologia Clnica e Molecular do Instituto de Cincias Biomdicas da Universida-de de So P aulo (ICB -USP), Silvana R egina F avor etto, que orientou o estudo, o sequenciamento abr e caminho para novos trabalhos cientficos. Segundo Silvana, que tambm pr ofessora cr edenciada do pr ograma, das quase 1,2 mil espcies de mor cegos somente trs, Desmodus r otundus, Diphylla eucaudata e Diaemus yungii, so hematfagos. "Os mor cegos Desmodus r otundus so os mais bem adaptados invaso do homem ao seu habitat. A variante do vrus da raiva mantida por esse mor cego a mais importante do ponto de vista econmico e de sade pblica, ao atingir animais de criao (r ebanhos) e tambm humanos", explicou. Essa variante pertence ao gner o L yssavirus e encontrada em uma r egio Estudo r ealizado no P anam por pesquisador es do Instituto L eibniz de P esquisa da V ida Selvagem, da Alemanha, descobriu que mor cegos r econhecem os sons emitidos por outr os mor cegos de forma individualizada, similar maneira que os humanos r econhecem vozes de familiar es e amigos, por exemplo. Os pesquisador es testaram a espcie mor cego -buldogue ( Noctilio albiventris ), obser vando se r espondiam a sonar es gravados de mor cegos familiar es e no -familiar es de sua espcie e de outras. Os mor cegos r esponderam aos sonar es com complex o r epertrio de comportamento social. P or exemplo, alongando suas asas e mostrando a r ea das axilas que permite que sejam soltos fer omnios, substncia que permite o r econhecimento mtuo. Os mor cegos r eagem mais fr equentemente a chamados de mor cegos no conhecidos, mas da mesma espcie, pois se trata de uma novidade. P orm, r espondem por ltimo aos mor cegos de outras espcies. Quando escutam um sonar de sua prpria espcie, r espondem com um som que carr ega uma assinatura acstica individual. F oi concludo que o sonar do mor cego uma informao social que no usada apenas para orientao, como antes era pensado. possvel que os mor cegos usem uma prpria linguagem, cuja fr eqncia no seja audvel para humanos L eia o r esumo (em ingls) do artigo “ ” em Science Dir ect Fonte: Notcias T erra 20/09/2010 A dual function of echolocation: bats use echolocation calls to identif y familiar and unfamiliar individuals MORCEGOS RECONHECEM VOZES DA MESMA MANEIRA QUE OS HUMANOS MORCEGOS TM SOTAQUE REGIONAL O Cientistas do Centr o de Cincia Flor estal da A ustrlia divulgaram estudo no qual r evelam que mor cegos possuem difer entes sotaques para seus sons de comunicao, variando com a r egio em que vivem. Equipe liderada pelo pesquisador Brad Law membr o do Centr o de Cincia, suspeitava deste fato desde a divulgao de pes-quisas semelhantes r ealizadas com outr os animais. Ento, pesquisaram os sons de 30 espcies de mor cegos viventes na A ustrlia. O r esultado foi a descoberta de que a cada r egio do pas muda o sotaque do som do mor cego. F oram captados 4 mil chamados pr oduzidos pelos animais e, para detectar as difer enas, foi utilizado um pr ograma de computador Fonte: Reuters 13/09/2010 P APEL ECOL"GICO Segundo Silvana, no se pode encarar o mor cego hematfago como vilo ou r esponsvel pela raiva, por que esse animal tambm sofr e com a doena. “ O pr oblema que invadimos o habitat dele e causamos desequilbrios ecolgi cos”, disse, destacando que elimin-los por com-pleto no uma sada prudente. No Brasil, assim como em outr os pases onde ocorr e a raiva transmitida por esses mor cegos, o Ministrio da Agri-cultura padr onizou e r egulamentou o uso de uma pasta vampiricida de efeito anticoagulante que pr ovoca a morte de mor cegos hematfagos, com a finalidade de contr olar em nmer o as populaes. “Mas esses mor cegos, assim como outras espcies, tm um papel ecolgico importante”, afirmou Anglica. Manter os animais domsticos vacinados muito importante, segundo Silvana. P essoas que so atacadas por animais, silvestr es ou no, devem pr ocurar o ser vio de sade para ser orientado quanto neces-sidade de vacinao. “Isso uma falha muito grande na educao em sade. Muita gente poderia no ter morrido se fizesse isso”, disse ao destacar o dia 28 de setem-br o Dia Mundial da Raiva. Fonte: Agncia F APESP 16/09/2010 Clique no logo p ara mais informaes

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4 sbe@sbe.com.br : www .sbe.com.br SBE Notcias Comisso Editorial uma publicao eletrnica da SBE-Sociedade Brasileira de Espeleologia T elefone/fax. (19) 3296-5421 Contato: Marcelo A. R asteiro e Delci K.Ishida T odas as edies esto disponveis em A reproduo deste permitida, desde que citada a fonte. Antes de imprimir pense na suaresponsabilidadecom o meioambiente Apoio: V i s i t e C a m p i n a s e c o n h e a a B i b l i o t e c a G u y C h r i s t i a n C o l l e t S e d e d a S B E Filie-se SBE S o c i e d a d e B r a s i l e i r a d e E s p e l e o l o g i a C l i q u e a q u i p a r a s a b e r c o m o s e t o r n a r s c i o d a S B E T e l ( 1 9 ) 3 2 9 6 5 4 2 1 Filiada t s N o c ia t s N o c ia R Unio Internacional de Espeleologia FEALC-Federao Espeleolgica da Amrica Latina e Caribe C A M P I N A S P R I M E I R O O S Q U E M A I S P R E C I S A M P R E F E I T U R A M U N I C I P A L D E VENHA P ARA O MUNDO DAS CA VERNAS VENHA P ARA O MUNDO DAS CA VERNAS P erdida? Data: 07/2006 Autor: Zanon de P aula Barros (SBE 1492) Gruta do Morcego (MG) A caverna fica em Santana de P irapama, bem prximo divisa com Jequitib e Baldim, em Minas Gerais. Aparentemente no est registrada no Cadas-tro Nacional de Cavernas do Brasil (CNC), mas como h registro de cavernas sem coordena-das nestes municpios, especialmente algumas descritas por P eter Lund, pode ser que a caverna esteja cadastrada com outro nome. Man de sua f oto com n ome data e local par a: sbe@sbe .com.br As edies i m p r e s s a s esto disponveis para consulta na Biblioteca da SBE Os arquivos eletrnicos podem ser solicitados via e-mail. N ovas Aquisies Boletim The Journal of the Sydney Speleological Society N8, SSS: Ago/2010. Boletim eletrnico Desnvel N12, Unio P aulista de Espeleologia: Jul-Dez/2009. Boletim eletrnico Cone xo Sub terrnea N81, R edespeleo Brasil: Set/2010. CBPF Algumas razes para ser um cientista Rio de Janeiro: Centro Brasileiro de P esquisas Fsicas, 2005. 21 a 24/07/201 1 31 CBE Congresso Brasileiro de Espeleologia UEPG Pont a Grossa PR www .sbe.com.br/31cbe.asp 09 a 12/10/2010 Curso: Fotografia na natureza e espeleofotografia PET AR Iporanga SP www .sbe.com.br/cursos.asp Gostou do SBE Notcias? Ento junte-se a ns Coloque sua mar ca aqui O boletim enviado a mais de 5.000 contatos no Brasil e exterior um pblico seleto que vai pr estigiar sua mar ca. Informaes: (19) 3296-5421 ou sbe@sbe.com.br I n f o r m e P u b l i c i t r i o Z a n o n d e P a u l a B a r r o s 16/10/2010 Palestra: Carste em Rochas no carbonticas Sede da SBE Campinas SP www .sbe.com.br/abert a.asp